Brasil atrai olhares de investidores e movimenta o setor de Seguro Garantia 3331

“Nasce um novo Brasil”, confira a última edição da Revista JRS em 2018!

O fim da disputa eleitoral através de um processo democrático também deu fim a uma série de incertezas sobre os rumos do Brasil para os próximos anos. Economistas, empresários e demais operadores do mercado financeiro demonstram otimismo em relação à retomada econômica brasileira, no entanto, o movimento ainda carece de questões fundamentais, como a reforma previdenciária, por exemplo. Outro desafio ocorre pelas opiniões pontuais que divergem entre o novo chefe do executivo, Jair Bolsonaro e o ministro da Fazenda, Paulo Guedes, que demonstra a intenção de adotar uma política econômica mais liberal. O Presidente da República, no entanto, vê a questão com ressalvas.

Confira mais detalhes sobre o assunto além de entrevistas e falas de especialistas na reportagem principal da última edição da Revista JRS. Chegamos ao ano 19 com uma expectativa muito boa para a economia brasileira, além de grandes movimentações no setor de seguros e finanças.

Artigo 126 do Código de Trânsito Nacional: Expectativa x realidade 2847

Análise é de Maria Izabel Indrusiak Pereira, sócia do C. Josias & Ferrer 

De acordo com a regra do artigo 126 do Código de Trânsito Nacional: “O proprietário de veículo irrecuperável, ou destinado à desmontagem, deverá requerer a baixa do registro, no prazo e forma estabelecidos pelo Contran, vedada a remontagem do veículo sobre o mesmo chassi de forma a manter o registro anterior”.

Ainda, em seu parágrafo único: “A obrigação de que trata este artigo é da companhia seguradora ou do adquirente do veículo destinado à desmontagem, quando estes sucederem ao proprietário”.

Em casos envolvendo salvados, as decisões judiciais limitam-se somente a proceder a aplicação literal da regra do artigo 126 do Código de Trânsito Brasileiro, especialmente o seu parágrafo único, sem haver um bom senso ou boa vontade na análise de cada caso pontual, ou até desconhecimento de certas nuances.

Ok, existe uma regra legal a ser cumprida, contudo, é fato de que para a aplicação de tal regra necessária a atenção para alguns detalhes.

Primeiramente, nem todo salvado é suscetível de baixa de registro, mas apenas a sucata (perda total irrecuperável). Consequentemente existem salvados que podem ser recuperáveis com segurança necessária que a lei determina, podendo voltar a circular conforme inspeção em órgão autorizado pelo INMETRO, que atestará a sua capacidade técnica de circulação e emitirá o competente Certificado de Segurança Veicular.

De acordo com a Resolução CONTRAN 544/2015, em seu artigo 13, para a realização da transferência da propriedade do salvado para a seguradora torna-se necessária a apresentação da documentação referente ao processo de indenização, BOAT, se houver, relatório de avarias e fotografias do veículo acidentado, além da realização da vistoria para identificação veicular e emissão do CRV/CRLV.

Ainda, conforme Resolução CONTRAN n.º 11/98 a baixa no registro do veículo como irrecuperável somente pode ocorrer nos casos em que este estiver desmontado, sinistrado com laudo de perda total e vendidos ou leiloados como sucata, bem como sejam devidamente identificáveis mediante as partes do chassi do registro.

Pois bem, não raras às vezes, estamos falando de sucatas avariadas de tal maneira que não se faz possível à visualização e decalcagem da numeração do chassi e motor, que não contenham a placa ou que a recuperação seja tão somente de determinadas peças que não apresentem condições seguras de identificação do bem.

Os “pátios” das seguradoras ficam repletos de salvados nestas condições e com entraves impostos por parte dos órgãos de trânsito na realização da transferência ante a dificuldade na identificação veicular ou frente à impossibilidade de realização das vistorias.

Há uma lacuna nas normas legais e infralegais a abarcarem tais casos.

Desta feita, estes casos geralmente acabam sendo submetidos ao crivo do judiciário mediante propositura de ações indenizatórias, vez que seus registros permanecem em nome dos segurados gerando débitos, e os julgadores não buscam compreender o que efetivamente impossibilitou a transferência da propriedade e consequente baixa pelas seguradoras e no afã de julgar, simplesmente aplicam o mencionado artigo 126 e parágrafo único na sua literalidade, com imposição de pesadas e onerosas penas pecuniárias, escusando-se, na maioria das vezes, de oficiar os órgãos de trânsito com comando judicial expresso para transferência da propriedade para a Cia sub-rogada.

O tão preconizado dever de cooperação entre as partes e Judiciário, princípio da celeridade e economia processual ficam esquecidos.

Como exceção, temos os julgados prolatados de relatoria do D. Desembargador Jorge Luiz Lopes do Canto do Egrégio Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, o qual, em casos do tipo, determina a expedição de ofício ao DETRAN com determinação para a transferência da propriedade para o nome das seguradoras, sob pena de responsabilidade funcional e criminal do Diretor-Geral daquela autarquia (nº 70074094236, 70073754897, dentre outros).

Se o Poder Judiciário, como um todo, tivesse tal visão, muitas ações não teriam seus trâmites tão prolongados como muitas vezes nos deparamos e sem encontrar a solução que se almeja para a resolução da dita transferência do salvado para o nome das seguradoras e consequente cumprimento do já mencionado regramento do artigo 126 do Código de Trânsito.

Acaba se estabelecendo um impasse entre segurados x órgãos de trânsito x seguradoras x Poder Judiciário que não chegam a lugar algum e esbarram na mencionada regra legal do artigo 126 do CTN que não abarca casos como os que ora se destaca.

Em contrapartida, as seguradoras, ante os entraves impostos pelos órgãos de trânsito, devem se valer de registro em ata notarial, produzindo prova da impossibilidade de atender o exigido pelas autoridades. Isso evitaria condenação em verbas indenitárias e multas, pois venceriam a presunção de ocorrência de desídia por parte das mesmas em adotar as providências cabíveis para a regularização junto aos DETRANS.

Ainda, poderiam se utilizar de ações de obrigação de fazer contra os órgãos de trânsito – após uma avaliação severa em seus depósitos, apurando todos os salvados passíveis de lhes gerar futuras ações ante a impossibilidade de regularização junto aos DETRANS – com o objetivo de dar solução aos casos.

Ao que se conclui, enquanto não houver uma norma reguladora a abarcar estes casos – nos quais o veículo segurado não se enquadra em nenhuma das situações precitadas – podem ser sim adotadas soluções de forma a evitar dissabores patrimoniais aos segurados e seguradoras, assim como o abarrotamento do judiciário com ações prolongadas do tipo. Basta a cooperação entre os envolvidos: segurado, seguradora e judiciário.

Seguro por incapacidade temporária garante tranquilidade para trabalhador 1061

Análise: 2019 comprova resiliência do setor de seguros

Proteção assegura renda para beneficiário em caso de doença ou acidente

Em um país onde a educação financeira da maior parte da população ainda é deficiente, são poucas as pessoas que estão preparadas para lidar com imprevistos que as afastem do trabalho, como uma doença ou acidente, comprometendo a renda mensal. É o caso dos autônomos, por exemplo. Mas como fazer para garantir uma remuneração quando você fica impossibilitado de trabalhar? A resposta é simples: investir na Diária por Incapacidade Temporária (DIT). O seguro é ideal para pessoas em idade ativa profissional (até 65 anos) que queiram se prevenir caso algum infortúnio interrompa temporariamente a renda familiar.

“Podemos tomar como exemplos os casos de um médico e um cabeleireiro autônomos. Ao saírem do trabalho, sofrem um acidente e quebram algum membro. Isso os impossibilitará de exercerem suas funções por algumas semanas ou até meses, comprometendo seus orçamentos. Entretanto, sabendo do risco de não trabalhar, contrataram a Diária por Incapacidade Temporária e receberão os valores acordados diretamente da seguradora, respeitado os limites que constam nas apólices e as carências estabelecidas em cada caso”, explica Junio Silva, diretor do Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne).

O período indenitário contratado pelo segurado que contratou o seguro DIT constará na proposta de adesão, não podendo ser superior a 90 dias para eventos decorrentes de LER (Lesão por Esforço Repetitivo), DORT (Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho) ou LTC (Lesão por Trauma Continuado ou Contínuo) e de 365 dias para os demais eventos cobertos. Doenças pré-existentes, procedimentos estéticos, entre outros casos, não estão acobertados. “Para saber todos os eventos incluídos e excluídos, o beneficiário deve ler atentamente sua apólice de seguro”, completa o diretor.

A cobertura DIT também pode ser uma excelente opção para os trabalhadores celetistas, ou seja, aqueles que estão assegurados pelo regime da CLT. Isso porque, por mais que eles tenham direito ao auxílio da Previdência Social caso estejam impedidos de trabalhar por doença ou acidente, o processo de liberação do dinheiro é lento e burocrático. Em muitos casos, o INSS só libera o pagamento após 45 dias. Além disso, o teto do valor a ser pago muitas vezes não cobre o salário real do trabalhador. “Já no DIT, por sua vez, a indenização é calculada de acordo com a renda do segurado no momento do sinistro. Hoje as companhias oferecem proteção para remunerações que podem chegar a até R$30 mil por mês”, explica Junio Silva.

Para o diretor, fazer um seguro é uma escolha importante para um bom planejamento financeiro. “Ao conversar com um corretor de seguros, se informar e contratar a melhor opção para a sua profissão, perfil e necessidade, o cliente pode se precaver em relação ao risco que mais tenha impacto na sua saúde financeira, evitando passar por privações e por todo o estresse relacionado à diminuição do salário por um período”, finaliza.

Atuária Brasil recebe dois novos sócios 3423

Danielle Wilk e Vinicius Rymsza integram o quadro societário ao lado de Eder Oliveira e Luiz Ernesto Both

Referência para os setores em que atua, a Atuária Brasil anunciou que está recebendo dois novos sócios. A atuária Danielle Wilk e o administrador Vinicius Rymsza passam a integrar o quadro societário ao lado de Eder Oliveira e Luiz Ernesto Both.

Eder Oliveira

Eder Oliveira ressalta que tanto eles quanto os colaboradores estão otimistas e vibrantes com a soma de talentos. “Ambos já eram amigos antigos, profissionais de alguns anos de atuação junto ao mercado de seguros e previdência, reconhecidos pelo trabalho sério, dedicado e profissional que sempre entregaram por onde passaram e, frente a parceria efetivada em alguns trabalhos realizados em conjunto, surgiu a oportunidade”, conta.

Luiz Ernesto Both

A expectativa é de que a ampliação do quadro societário traga ainda mais benefícios aos negócios da empresa. “Em meio a caminhada dos 16 anos que passa a Atuária Brasil, o objetivo é de crescimento profissional, dando um passo à frente em termos de formato de gestão de processos, modernidade, ampliação do portfólio de negócios e novas frentes de atuação, com produtos inovadores a serem oferecidos ao mercado”, destaca Luiz Ernesto Both. “Buscamos este crescimento passo a passo, degrau a degrau, conforme é de nossa característica, sem perder o ambiente familiar, horizontal e de elevado nível de respeito e relacionamento entre todos na empresa”, acrescenta.

Conheça Danielle Wilk e Vinicius Rymsza, os novos sócios da Atuária Brasil

A atuária Danielle Wilk construiu sua carreira profissional no mercado segurador gaúcho. Desde o seu início no ano de 2003, conta com passagens importantes pelo Grupo MBM, Invest e Previsul Seguradora. No ano passado, fundou a Fator Atuarial junto com Vinicius, empresa em que ambos atuaram até o momento da efetivação da sociedade na Atuária Brasil. “Me sinto honrada em estar lado a lado com dois atuários tidos como exemplo e referência para nossa profissão em nível nacional. Eder e Both são mentores na minha carreira como Atuária e a expectativa em fazer parte do time de sócios da Atuária Brasil não poderia ser melhor ou mais motivadora”, comenta.

Vinicius Rymsza também conta com 17 anos de atuação profissional no segmento, com importantes e duradouras contribuições ao Grupo MBM e a Sabemi Seguradora. “O sentimento é um misto de orgulho e de muita expectativa. Os planos para o futuro da Atuária Brasil são muito interessantes e desafiadores, o que sem dúvida me deixa extremamente motivado”, relata sobre a nova fase.

Ainda em 2020, a expectativa dos sócios para alcançar bons resultados é alta. “Temos grandes desafios para implementar, alguns com resultados previstos ainda para este ano e, em conjunto com o time de colaboradores e demais sócios, já conhecidos pela alta qualidade técnica e comprometimento, já começamos a trabalhar para atingi-los”, afirma Danielle. “Já estamos trabalhando com intensidade nos objetivos que se apresentam nesta nova fase da empresa, e os frutos deste trabalho devem ser percebidos ainda este ano. Em que pese o tamanho do desafio, o quadro de gestores é excelente e a equipe de colaboradores é fantástica, muito competente e comprometida, e isso certamente irá facilitar muito o atingimento das nossas metas para 2020”, complementa Vinicius.

O time de sócios, Eder Oliveira, Luiz Ernesto Both, Danielle Wilk e Vinicius Rymsza, revelam que, para 2021, a empresa definiu um novo segmento de atuação, que por enquanto ainda permanecerá em segredo. E, para iniciar forte quando lançar a novidade ao mercado, o grupo está estudando e se aprimorando em relação a esta decisão.

Com mais de mil profissionais parceiros, Ligue Saúde auxilia beneficiário a evitar ambientes hospitalares 7856

Serviço pioneiro na área de saúde familiar no país, projeto recorre a ferramentas tecnológicas de última geração

Tem novidade no mercado de assistência em saúde. Executivos das áreas de seguros, de assistência em saúde e de administração de call centers uniram suas expertises para desenvolver o Ligue Saúde, serviço que está sendo apresentado ao mercado brasileiro agora em 2020, com o objetivo de suprir a carência da população em ter acesso a orientações especializadas em relação à Saúde.

“Buscamos soluções no mercado, para atender esta necessidade e preservar o beneficiário de ter contato pessoal com os riscos do ambiente hospitalar, evitando desta forma aglomerações e o contágio por vírus e bactérias e fazendo valer as recomendações das autoridades de saúde”, descreve Rodrigo Coscia, administrador de empresas, que atua desde 2003 na gestão de call centers. Será dele a tarefa de captar e atender os parceiros comercias, principalmente os corretores de seguros. “O Ligue Saúde busca oferecer aos clientes redução nos custos com medicamentos e aumento da adesão aos tratamentos, através de descontos em diversas farmácias em todo o país, aumentando a segurança e a qualidade de vida do usuário”, reforça.

Coordenador de Parcerias Comerciais da nova empresa, Rodrigo Coscia comentou, em entrevista exclusiva ao JRS, que a ideia surgiu não somente diante da pandemia mundial, mas também pela situação que o Brasil já apresentava em relação à saúde pública, desde antes da disseminação do coronavírus. O projeto chega para oferecer atendimento médico e dar orientações de saúde por 0800, vídeo chamada ou chat online a valores acessíveis a todo brasileiro, em qualquer hora do dia ou da noite, inclusive sábados, domingos e feriados. Além disso, estão previstos descontos em medicamentos em até 60% na rede credenciada e-Pharma, seguro pessoal, assistência funeral familiar, sorteios mensais e a possibilidade de incluir três dependentes no Saúde 24 horas, todos com acesso a aplicativo exclusivo.

“A empresa dispõe de mais de 1000 profissionais da saúde à disposição dos clientes 24 horas por dia, sete dias por semana, para esclarecer dúvidas gerais sobre a saúde e fornecer orientações educativas e de auto cuidado, além do adequado direcionamento à rede prestadora presencial quando necessário”, acrescenta Régis Mello, diretor de Produtos. “Além disto, o cliente que aderir ao nosso plano Ligue Saúde Doutor terá à disposição uma equipe de médicos da família, que poderão passar as melhores orientações sobre sintomas, encaminhar o paciente para um especialista, caso seja realmente necessário, fornecer requisição e analisar os resultados dos exames, liberar receita para compras de medicamentos, entre outros procedimentos. Nossos clientes têm um aplicativo personalizado para este atendimento”, detalha o executivo que atua há mais de 10 anos no mercado de seguros.

Ligue Saúde Doutor

Os dois diretores enfatizaram o fato do Ligue Saúde viabilizar um atendimento sem o paciente precisar se deslocar até um hospital ou posto de saúde, escapando de filas e evitando a exposição desnecessária a outras doenças. Para complementar o portfólio, a empresa está lançando o plano Ligue Saúde Doutor. “Neste produto, nossos clientes ainda poderão falar com um médico, de acordo com a necessidade do atendimento. Este medico, caso seja necessário, poderá fornecer receitas de medicamentos, atestados e requisição de exames.

Nossos clientes ainda tem à possibilidade de agendar um horário definido para falar com o médico, de acordo com a rotina do paciente, já que teremos os médicos à disposição dos clientes”, enfatiza Rodrigo Coscia. Todos os clientes do Ligue Saúde têm plano com titular mais três dependentes, sem limite de utilização, sem carência, sem limite de idade do usuário.

Porto Seguro abre 10 mil oportunidades de trabalho e capacitação 1137

Emprego

A iniciativa tem o objetivo de gerar renda extra para as pessoas que perderam empregos devido à pandemia

Desde o início da pandemia do coronavírus os números de desempregados no Brasil chegaram a 12,9 milhões de pessoas, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para mitigar parte do cenário negativo decorrente da crise, a Porto Seguro está lançando um projeto de impacto social que oferece oportunidades de trabalho para 10 mil pessoas.

Intitulada Meu Porto Seguro, a iniciativa inclui um programa de capacitação via EAD e renda extra mensal, no valor de R$1.500,00 por pessoa, durante três meses. O Meu Porto Seguro tem objetivo de educar, formar e ajudar na renda familiar. “Nossa intenção é criar opções para que os brasileiros que se encontram em dificuldades possam percorrer novos caminhos em sua jornada pessoal e profissional”, destaca o presidente do Conselho de Administração, Bruno Garfinkel. “O intuito é fomentar a indústria de seguros e contribuir para alavancar a economia como um todo”, complementa o executivo.

Para que as oportunidades cheguem ao maior número de pessoas, a organização do projeto incentiva que cada inscrito indique a outros amigos. A marca também está em busca de parceiros, como influenciadores, celebridades, ativistas sociais e outras empresas, para fomentar a causa com o uso da #MeuPortoSeguro, criando uma rede de compartilhamentos do bem e um movimento em prol das contratações.

Por meio do site meuportoseguro.org.br é possível realizar o cadastro e fazer a indicação. Essa é a primeira etapa do processo. Após concluída essa fase, os candidatos participam de um treinamento à distância (EAD) e os recrutadores da Porto Seguro iniciam a seleção dos 10 mil novos empregados.

Para Roberto Santos, presidente da Porto Seguro, a ação busca criar uma grande rede de solidariedade por meio de qualificação e geração de oportunidades. “Na vida todos nós temos um porto seguro, esse objetivo de vida que nunca queremos perder, e que nós queremos trazer de volta para muitos brasileiros que perderam seus empregos durante a pandemia. Vamos selecionar 10 mil pessoas para integrar o time da empresa por três meses, medidos por geração de leads. Vamos aproximar as pessoas que sobressaírem de Corretores de Seguro parceiros, dando a oportunidade de crescimento no mundo do Seguro”, reforça o executivo.

Além das oportunidades, o Meu Porto Seguro irá disponibilizar cursos à distância gratuitos e abertos ao público com aulas diárias de duas horas para todos que quiserem aprender mais sobre seguros e produtos, com o básico sobre prospecção, leads e retorno. Dessa forma, a empresa consegue abranger a capacitação de profissionais e agregar ao currículo das pessoas.

As inscrições para participar do projeto Meu Porto Seguro já estão abertas no site meuportoseguro.org.br. As 10 mil pessoas selecionadas vão receber os benefícios de renda extra por três meses, além de treinamentos e cursos para se desenvolverem ainda mais.