Autoridades do seguro abrem a temporada no QG JRS Litoral 2019 1428

Autoridades do seguro abrem a temporada no QG JRS Litoral 2019

Presidente e vice-presidente do Sindseg/RS participaram de gravação do Seguro Sem Mistério Especial

Há mais de uma década o Grupo JRS promove ações especiais no veraneio, faça a chuva ou faça sol. Este final de semana não foi diferente, o QG do JRS na praia de Rainha do Mar, em Xangri-lá (RS), recebeu autoridades e referências do setor de seguros. Guacir de Llano Bueno, presidente, e Alberto Müller, vice-presidente do Sindicato das Seguradoras do Rio Grande do Sul (Sindseg/RS), marcaram presença ao lado das esposas, Simone e Lívia. Em destaque também as seguradoras dos executivos, MBM Seguros e Sompo Seguros.

Ambos deram boas vindas a 2019 e inauguraram a série de eventos que toma conta do litoral gaúcho, bem como ações especiais que inclui peças publicitárias, unidade móvel nas rodovias do RS e a gravação especial do programa Seguro Sem Mistério na TV. A atração é apresentada diariamente no Canal Bah!TV e conta com edições inéditas aos domingos, a partir das 11h30min.

Milhões de veranistas são impactados pela campanha especial #VerãoSuperSeguro, promovida pelo JRS com o intuito de promover o verão mais seguro de todos os tempos. E o verão mais seguro também contou com o suculento churrasco gaúcho e o famoso salmão, preparados pelo diretor do JRS, Bruno Carvalho.

Ao SSM TV, Bueno e Müller destacaram a importância da indústria do seguro e do Grupo JRS na disseminação de informações sobre o setor em todas as épocas do ano.

Nova realidade coloca sistema híbrido de trabalho na preferência de empresas e colaboradores 433

Nova realidade coloca sistema híbrido de trabalho na preferência de empresas e colaboradores

Profissionais, gestores e organizações precisam se adaptar ao modelo, que alterna home office e atividades presenciais

Em março de 2020, quando a covid-19 chegou ao país, as empresas se viram obrigadas a acelerar a implantação de um modelo de trabalho que, até então, era somente tendência: o home office. Passado mais de um ano desde aquele período, com adaptações de todos os lados envolvidos na mudança e alteração da legislação trabalhista para se adequar ao momento, o mercado já tira suas conclusões. A principal delas é a de que, sim, o trabalho em ambiente domiciliar veio para ficar, mas não compreenderá a totalidade do tempo da equipe, o que manterá escritórios e sedes ainda ativos.

Segundo pesquisas recentes – após o período inicial que envolveu reformulações de rotinas e criação de soluções para as dificuldades de equilibrar tarefas do lar e do emprego -, tanto colaboradores quanto empresários depositam suas preferências no modelo híbrido, que alterna a rotina de trabalho entre a casa e o escritório. Na retomada de atividades por parte de alguns setores, com protocolos de segurança contra o contágio do coronavírus, algumas organizações inclusive já adotaram o sistema. Aquelas que ainda não voltaram, por continuar conciliando todas as demandas pelo tele-trabalho, precisam começar a, ao menos, planejar esse retorno, sob pena de ficar para trás na adequação necessária.

Um estudo realizado pela Accenture, multinacional de consultoria de gestão, aponta que 83% dos trabalhadores indicam o modelo híbrido como ideal para se trabalhar, com carga horária remota variando de 25% a 75% do tempo contratual. O mesmo levantamento, que ouviu 9.326 pessoas de 11 países, aponta que 40% dos entrevistados acreditam que podem ser produtivos e saudáveis em qualquer lugar, seja em casa, no escritório, ou na combinação entre os dois.

“Até pouco tempo, trabalhar em casa não era a principal prioridade para os funcionários, hoje, está na lista de desejos. Um dos primeiros pontos em vagas abertas aos quais os candidatos se atentam está relacionado à possibilidade de trabalho remoto”, salienta Carmem Cruz, coordenadora do Núcleo de Prática de Negócios da FADERGS.

Para contar com os profissionais que deseja, as empresas precisam atentar para as preferências de seus colaboradores e candidatos a ocupar um cargo na estrutura organizacional, situação que vem aumentando desde as mudanças impostas pela pandemia. De acordo com Carmem, outra preocupação que veio à tona neste momento é com a saúde e o bem-estar dos funcionários fora do horário de serviço. “Antes, a preocupação com o rendimento do contratado era da porta para dentro do escritório, agora, é preciso se preocupar com sua vida pessoal, pois percebeu-se que é um fator diretamente relacionado ao seu comprometimento e desempenho. A vida das pessoas não se separa entre profissional e pessoal, ela é uma coisa só, e os empregadores começam a perceber isso de uma maneira mais ampla”, salienta a professora.

Pelo lado das empresas, uma pesquisa da KPMG concluiu que 87% das organizações brasileiras irão combinar o trabalho remoto com o local. O levantamento aponta 2022 como o ano de retorno aos escritórios. Porém, muitas dessas instituições apenas têm essa ideia e ainda não elaboraram estratégias ou planos para colocá-la em prática, o que é de suma importância.

“A volta tem de ser planejada. Os empregadores precisam estar prontos para as mudanças na relação de trabalho, além de preparar sua empresa para a nova realidade, que exige planejamento para aditivos contratuais, controle de ponto, proteção de dados e mecanismos de acompanhamento para manter as equipes integradas e comprometidas, por exemplo”, pontua a especialista (confira a lista com dicas ao final do texto).

Para Carmem, que estuda e pesquisa o tema “futuro do trabalho”, o fato de as pessoas serem seres sociáveis resume o porquê da mesma preferência de modelo tanto por parte dos colaboradores, quanto pelas empresas. “Uma cultura organizacional forte e o sentimento de filiação são construções nas quais a convivência é a base. Esse processo é extremamente importante para as pessoas, gera um sentimento de pertencimento e momentos de interação, com alinhamentos de processo e rotina onde todos saem ganhando. O desenvolvimento como pessoa se dá pela troca de experiências, situação que as pessoas mais sentem falta trabalhando apenas em casa”, conclui.

10 dicas de preparação ao modelo híbrido

  1. Buscar respaldo jurídico e efetuar aditivos contratuais que incluam o trabalho remoto;
  2. Solucionar o controle de ponto (obrigatório para empresas com mais de 20 funcionários). Há sistemas e aplicativos que oferecem o serviço para registro fora da sede;
  3. Utilizar ferramentas de interatividade para estabelecer métodos de gestão de equipes;
  4. Criar mecanismos para zelar por proteção de dados e informações sigilosas que possam ser encontradas fora do ambiente da empresa (evitar o risco de que terceiros acompanhem a rotina de trabalho do colaborador);
  5. Realizar reuniões frequentemente, para alinhamento de pautas;
  6. Mudar práticas de RH. Líderes devem ser capacitados e treinados, cada vez mais, para gerir as pessoas e não os processos;
  7. Revisar antigos procedimentos para encaixar no novo modelo;
  8. Estabelecer estratégias para manutenção do vínculo com o colaborador, a fim de mantê-lo próximo e em conformidade com a política da empresa;
  9. Contemplar, ou aprimorar, programas de QVT (Qualidade de Vida no Trabalho);
  10. Investir no desenvolvimento de gestores e colaboradores focados no novo formato.

Ação social dos pedrinhas: doe e ajude as crianças da CEACRI 679

Arrecadações serão destinadas à reforma da instituição

Na ação social do mês de junho, o Clube da Pedrinha do Rio Grande do Sul está arrecadando doações em dinheiro para auxiliar a na reforma estrutural de ampliação da Clínica Esperança de Amparo à Criança (CEACRI). A instituição acolhe crianças órfãos com e sem necessidades especiais na sua sede na zona norte da Capital gaúcha.

Neste mês, a iniciativa segue pelo engajamento dos pedrinhas aniversariantes: Eneida Justen, Fernando Menezes, João Batista, Luiz Felipe Amabile, Luiz Osório, Nívea Lopes e Thais Cardoso. “Não é novidade que as ações sociais do Clube estão super presentes e o quanto estamos felizes em poder fazer o bem, nem que seja um pouquinho, para pessoas. Está é a ação que escolhemos para o mês de junho e contamos com qualquer ajuda ou apoio”, destaca a presidente Suellen Farias.

Para contribuir, o valor pode ser depositado via Pix do Clube da Pedrinha RS: (51) 99697-1206

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Sicoob Credicor-SP realiza campanha especial para novas adesões 375

Sicoob Credicor-SP realiza campanha especial para novas adesões

Novas adesões em conta capital podem ser parceladas em até 10 vezes de R$ 60 até o dia 30 de junho

A Cooperativa de Crédito dos Corretores de Seguros (Sicoob Credicor-SP) está com uma campanha especial para novas adesões (investimento) em cotas até 30 de junho. O valor da adesão de R$ 600 em conta capital, com a campanha poderá ser realizado em 10 parcelas de R$ 60.

Conta capital é o valor que cada pessoa investe ao ingressar na cooperativa e abrir sua conta corrente Pessoa Física ou Pessoa Jurídica. O valor fica depositado em sua conta capital com rendimento financeiro de até 100% da Selic sobre o saldo médio anual em cotas. “Investir na aquisição de cotas-parte é garantir bons rendimentos em seu patrimônio”, afirma a gerente Geny Schimith.

“O intuito da campanha é convencer os corretores de seguros, definitivamente, que reduzam os custos bancários com as tarifas e taxas de juros aplicadas pelos bancos, além de ter participação nas sobras (lucro) da Credicor”, incentiva.

Podem aderir à Credicor/SP:

  • Corretores de seguros Pessoas Físicas;
  • Corretores de seguros Pessoas Jurídicas;
  • Cônjuges e filhos;
  • Sócios;
  • Funcionários da corretora;
  • Parentes de até 3º grau;
  • Se o cooperado tiver outro CNPJ de outro segmento, poderá também abrir conta desse outro CNPJ;
  • Seguradoras e funcionários de seguradoras;
  • Prestadores de serviços;
  • Todo ecossistema do mercado de seguros.

Taxas diferenciadas:

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Aumento dos riscos nas empresas potencializa atuação do seguro de crédito no mercado 822

Luciano Mendonça é Director of Market Management, Commercial, and Distribution (MMCD) da Euler Hermes / Foto: William Anthony/Arquivo JRS

Diretor Comercial da Euler Hermes traz panorama do comportamento do mercado no último ano e para 2021

Com a pandemia e consequentemente as perdas causadas por conta da crise econômica, o número de indenizações nas empresas brasileiras no último ano foi significativo.

As primeiras estatísticas de 2021 mostram um recuo do número de empresas que pediram recuperação judicial. Embora o cenário de pandemia esteja longe de se resolver, vemos que o empresário que sobreviveu a 2020 teve muita resiliência e flexibilidade no gerenciamento do seu negócio, e deveria aproveitar a perspectiva um pouco mais positiva da economia em 2021. As previsões de crescimento do PIB em 2021, depois de um desastre em 2020, são muito encorajadoras. Portanto, esperamos um ano melhor no que se refere a empresas em recuperação judicial.

A análise é do diretor comercial da seguradora de crédito Euler Hermes, Luciano Mendonça. O executivo acredita que este quadro foi potencializado também pelo fato de novas empresas estarem buscando cobertura de crédito em virtude de atrasos e não pagamentos que ocorreram ao longo do último ano. “Esta tendência deverá ser acompanhada pelo aumento da exposição ao risco, principalmente nos setores que ensaiam alguma retomada, como metais, construção, químicos e alimentos”, exemplifica.

Impactos e perspectivas

O diretor lembra que, no início da pandemia, o prognóstico do mercado de seguro de crédito era bastante negativo: a partir do 2Q2020 houve aumento do número de sinistros (não-pagamentos informados pelos segurados) em comparação com 2019. No entanto, Mendonça afirma que este aumento se reduziu no 2H2020, levando ao fechamento do ano com apenas 15% mais perdas que em 2019.

“Isto não foi ao acaso: quando a pandemia eclodiu, tomamos ações de redução de exposição que estavam alinhadas à redução das vendas dos nossos segurados, desta forma limitando potenciais perdas. Com a melhora que se percebeu ao final de 2020, tivemos possibilidade de retomar nossa exposição a níveis pré-pandemia, com aumento constante de exposição ao risco em setores mais resilientes à crise. Sem dúvida, nosso monitoramento da situação econômica nos permitiu gerenciar mais precisamente a exposição ao risco de crédito nos vários mercados onde atuamos, retomando o apetite de cobertura antes de qualquer outra seguradora”, conta.

Setores mais afetados buscam proteção

Mendonça explica que os setores ligados à infraestrutura, como metais e construção, além de plásticos/embalagens, foram os que sofreram mais no começo da pandemia e têm buscado proteção com seguro de crédito.

“Estes são os setores mais afetados por uma redução da atividade econômica, e suas cadeias têm pouco tempo de adaptação a uma nova conjuntura de risco. Assim, as perdas se espalharam por diferentes elos da corrente. Por isso, percebemos o aumento de apólices em empresas destes setores já no final de 2020, o que continuou neste primeiro quadrimestre”, afirma.

Monitoramento é aliado

Com mais de 85 milhões de empresas monitoradas diariamente em todo o mundo, a base de dados da Euler Hermes auxilia na gestão de crédito de empresas dos mais variados tamanhos e setores. “Se sua empresa fornece para um cliente, é muito provável que este cliente já tenha sido avaliado anteriormente pela Euler Hermes como um risco de crédito junto a outros fornecedores”, afirma Mendonça.

Diante dessa expertise, a seguradora conta com uma visibilidade transversal sobre a cadeia de suprimentos dos clientes e isto faz com que esteja em posição privilegiada no monitoramento do risco de pagamento das empresas, uma vez que a seguradora é a primeira a saber sobre potenciais atrasos e caso estes se tornem inadimplência, é a Euler Hermes que indeniza as perdas.

Mercado em desenvolvimento

O diretor afirma que o seguro de crédito ainda é uma ferramenta pouco difundida no Brasil. Apenas no estado de São Paulo, há mais de 42 mil corretores de seguros habilitados, e aproximadamente duas dezenas deles são especializados em seguro de crédito. Portanto, é um campo aberto para corretores de seguro que querem diversificar a oferta de soluções para seus segurados atuais.

“O seguro de crédito é a melhor ferramenta de gerenciamento de risco de crédito: além de monitorar a capacidade de pagamento das empresas, o seguro indeniza as perdas caso um cliente segurado fique em inadimplência. Uma empresa pode ter o melhor time de analistas de crédito e as melhores ferramentas de monitoramento de risco, mas nenhuma delas põe dinheiro na mesa caso um cliente não honre os pagamentos”, explica.

O diretor lembra ainda que o ano de 2020 assustou muitos empresários com as perdas ocorridas, o que despertou a busca por soluções contra o não pagamento e o seguro de crédito faz este papel. “Já no final de 2020, percebemos um aumento da busca de proteção e este movimento se confirmou em 2021. Ano passado crescemos +25%, e neste ano nossos números já estão bastante positivos”, comemora.

Capemisa Seguradora participa do workshop “Conhecer para Proteger” do CSP-MG 673

Thiago Morelo é Gerente de Treinamento e Desenvolvimento Comercial da Capemisa Seguradora / Divulgação

Transmissão acontece no próximo dia 17 de junho

O Gerente de Treinamento e Desenvolvimento Comercial da Capemisa Seguradora, Thiago Morelo, participará da live do Clube de Seguros de Pessoas e Benefícios de Minas Gerais (CSP-MG), no próximo dia 17 de junho. Em pauta, o executivo falará sobre “O papel do Corretor frente ao empreendedorismo brasileiro”.

Trata-se do segundo workshop elaborado pelo Clube com a proposta de falar sobre o mercado de seguros e suas possibilidades de negócios para os profissionais: o “Conhecer para Proteger”. Faz parte do programa de capacitação focado nos Corretores de Seguros e as instituições mantenedoras da entidade, como a Capemisa, são convidadas a expor ao público seus produtos, serviços e estratégias de vendas.

“Nossa expectativa é trazer aos Corretores uma reflexão estruturada a respeito das oportunidades de negócios que surgiram nos últimos anos. Espero contribuir com argumentações comerciais que fortaleçam a posição do Corretor como consultor para seus clientes. A Capemisa é uma seguradora especialista em soluções de Seguros de Vida para Pequenas e Médias Empresas. Mais do que nunca, nesse momento delicado em que vivemos, devemos estar próximos desses profissionais, levando informação de qualidade que podem ajudar e inspirar os corretores e empreendedores”, explica Thiago Morelo.

Os interessados devem ficar atentos. As inscrições para o workshop serão realizadas até o dia 11 de junho, pelo e-mail eventos@cspmg.com.br, ou pelo WhatsApp (31) 99358-0636. Os encontros são gratuitos e transmitidos pela plataforma Zoom. A entidade enviará previamente o link de acesso aos participantes inscritos.