Sindicato das Seguradoras do Rio Grande do Sul comemora 124 anos de atuação 665

Ações que visam a promoção da cultura do seguro foram enaltecidas pelo presidente da entidade, Guacir Bueno

A noite do dia 14 de agosto foi mais do que especial em Porto Alegre (RS). O Sindicato das Seguradoras do Rio Grande do Sul (Sindseg-RS) comemorou 124 anos da atuação e reuniu diversos parceiros e agentes do mercado segurador gaúcho, na sede da instituição.

O presidente do Sindseg-RS, Guacir de Llano Bueno, destacou a relevância destes parceiros que são aliados na defesa e na promoção da instituição da cultura securitária. “Também registro agradecimento às muitas diretorias que nos antecederam, homens e mulheres que proporcionaram o melhor para o crescimento e solidificação do nosso seguimento. Destaco o acolhimento e ações em conjunto com a Escola Nacional de Seguros. A educação do povo do seguro sempre foi uma preocupação do nosso Sindicato, que conta com modernas instalações”, comentou Bueno.

A figura de Miguel Junqueira Pereira também foi lembrada, por tratar-se de ilustre personagem do segmento de seguros no Brasil e da própria história do Sindseg-RS.

Confira as imagens:

César Saut participa do Tá na Mesa, nesta quarta-feira 569

César Saut, vice-presidente e acionista da Icatu Seguros

Executivos mostrarão a modernização dos padrões de empreender

Os novos modelos de negócios, suas potencialidades, as necessidade de especialização e formação de mão de obra e os seus resultados serão detalhados nesta quarta (21), no Tá na Mesa, da Federação de Entidades Empresariais do Rio Grande do Sul (Federasul). Dois empresários vão mostrar o resultado de inovações que estão revolucionando os negócios como as startups e outras fórmulas de fazer negócios criando novos hábitos nos consumidores e também atendendo suas necessidades.

Os convidados deste assunto são César Saut, vice-presidente da Icatu Seguros e presidente da Rio Grande Seguros e Previdência e Oliver Cunningham, sócio da KPMG no Brasil.

Serão abordados no encontro pautas relativas à inovações no setor, com foco nas áreas de pesquisa. Também serão tratados os desafios e as novas estratégias que estão sendo traçadas no cenário de transformação pelo qual o mercado passa.

Tá na Mesa:

Palestrantes: César Saut, vice-presidente da Icatu Seguros e presidente da Rio Grande Seguros e Previdência e Oliver Cunningham, sócio da KPMG no Brasil.
Tema: “Novos Modelos de Negócios”
Quando: quarta-feira, dia 21 de agosto de 2019, 12h
Endereço: Largo Visconde de Cairú, 17, no Centro de Porto Alegre

Icatu Seguros apresenta show inédito da Rock de Galpão em Florianópolis 312

Icatu Seguros apresenta show inédito da Rock de Galpão em Florianópolis

Show conta com patrocínio master da Icatu Seguros e apoio da Rio Grande Seguros e Previdência

Na próxima quarta-feira, dia 21 de agosto, Florianópolis volta a receber o Rock de Galpão para o show de lançamento do DVD “10 Anos na Estrada”. O espetáculo será no Teatro Álvaro de Carvalho (TAC), às 20h, e promoverá o reencontro do grupo gaúcho com o público da capital catarinense, que foi uma das cidades por onde passou a turnê que deu origem ao seu mais recente trabalho. E desta vez o Rock de Galpão recebe artistas locais para participações especiais.

Formado por Tiago Ferraz (voz e guitarra), Rafa Schuler (guitarra e vocais), Guilherme Gul (bateria), Mestre Kó (teclados e vocais), Gustavo Viegas (contrabaixo) e Guilherme Goulart (acordeon), o Rock de Galpão mescla as sonoridades regionais do cancioneiro gaúcho, brasileiro e latino-americano com as mais contemporâneas e universais formas de fazer música.

A partir dessas sonoridades – como a milonga, o xote e o chamamé – o grupo cria novos arranjos com influências do rock, do reggae, do folk, do blues e de outros ritmos, resgatando a obra de grandes autores como Gildo de Freitas, Cenair Maicá, Mario Barbará, Vitor Ramil, Almir Sater e Atahualpa Yupanqui. “O Rock de Galpão tem a intenção de unir, agregar e divulgar a cultura sulista, tão próxima e tão distante geograficamente. O DVD que marcou os 10 anos do grupo traz músicas que representam a arte de cada estado”, completa Tiago Ferraz.

O DVD “Rock de Galpão – 10 Anos na Estrada” é o registro de diversas apresentações realizadas em turnê pela Argentina e capitais do Sul do Brasil, e contou com as participações especiais de artistas como Humberto Gessinger, Neto Fagundes, Hique Gomez, Hossam Ramzy e Valeria Lynch. O show de Florianópolis apresentará um apanhado dos grandes sucessos que marcaram a trajetória do grupo, e terá as participações do grupo Rédea Solta, do artista plástico Mai Bavoso e das Invernadas Artísticas do CTG Os Praianos, do Grupo de Arte e Cultura Querência Açoriana e do Grupo de Arte e Cultura Ilha Xucra.

Os ingressos para o show no TAC estão à venda na bilheteria do teatro e também no Sympla.

O show conta com o patrocínio master da Icatu Seguros e apoio da Rio Grande Seguros e Previdência, Teatro Álvaro de Carvalho e EXP Transmídia. A realização é da Válvula de Escape Produções Artísticas.

Clube da Bolinha do Rio de Janeiro presta homenagem a João Elísio Ferraz de Campos 412

Clube da Bolinha do Rio de Janeiro presta homenagem a João Elísio Ferraz de Campos

Um dos expoentes do mercado de seguros brasileiro, ao comandar a Fenaseg (atual CNseg), o líder setorial intensificou a participação política do setor, conferindo-lhe uma visibilidade até então jamais vista, além de representatividade nos fóruns governamentais em todas as esferas

Os Bolinhas não fizeram por menos. À convite do confrade Carlos Alberto Lenz Protásio, o almoço de agosto, que homenageou o ilustre membro da confraria, João Elísio Ferraz de Campos, foi realizado no aprazível sítio de Protásio, em Itaipava, região serrana do Rio de Janeiro. O local cercado por montanhas e vegetação exuberante foi palco para a reunião dos Bolinhas que compareceram em massa ao evento.

Coube ao ex-reitor, Anselmo Abrantes Fortuna, junto com o decano do Clube, Nilo Rocha, formalizar os agradecimentos ao casal Protásio e Heloísa, que cedeu o seu belíssimo sítio pela terceira vez para a confraternização dos Bolinhas.

“A reitoria do Clube tem como propósito promover a interação dos profissionais do mercado”, disse Anselmo em sua saudação aos presentes, ao homenageado e aos anfitriões.

Jorge de Carvalho agradeceu a atuação de João Elísio no comando da Fenaseg (atual CNseg) e Funenseg (atual Escola Nacional de Seguros) e pelas conquistas realizadas por ele durante os seus mandatos. Gilberto Villela, ao lado de Jorge Carvalho, Anselmo Fortuna e Nilo Rocha, fez a entrega da placa a um emocionado João Elísio: “Ao companheiro João Elísio Ferraz de Campos o reconhecimento do Clube da Bolinha do Rio de Janeiro pela habilidade com que conduziu por novos caminhos o destino do seguro no Brasil à frente da Fenaseg”.

O homenageado

Uma das mais atuantes lideranças do setor, nasceu em Paranaguá (PR). Bacharel em direito pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Paraná. Em 1962, começou a trabalhar no mercado segurador, iniciando uma longa e relevante trajetória empresarial e de representação do setor de seguros no país.

Foi diretor da Bamerindus, ocupando vários cargos no grupo, passando pelo conselho de administração, presidência da Paraná Companhia de Seguros, presidência da Bamerindus e do conselho de administração da companhia. Em 1990, tornou-se representante da Bamerindus Companhia de Seguros no conselho de administração do Banco Bamerindus, até 1997.

Em 1992 foi eleito presidente da Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e de Capitalização (Fenaseg); presidente da Fundação Escola Nacional de Seguros (Funenseg) de 1994/1997, reelegeu-se presidente da Fenaseg em 1995.

Nas frentes externas de representação, o líder foi nomeado para o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), órgão de caráter consultivo da Presidência da República, por três mandatos.

Em setembro de 2007 foi reeleito para mais uma gestão na presidência da Fenaseg. Ao iniciar mais um mandato apostou na implantação de um novo modelo de representação institucional do setor, formado por quatro federações, abrigando as companhias de seguros, resseguros, previdência privada, saúde suplementar e capitalização, e uma nova Confederação reunindo as entidades do setor.

Em agosto de 2008, elegeu-se presidente da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNSeg), entidade criada com a finalidade de defender os interesses dessas atividades em âmbito nacional, além de coordenar o planejamento estratégico e as ações políticas do setor.

Durante o seu rico período de governança no setor, João Elísio foi testemunha e artífice de transformações no mercado de seguros, como o aumento de 1% para 3% de sua participação no PIB do país e a modernização do setor, em um processo que foi da desregulamentação até a quebra do monopólio do resseguro no início de 2007.

Transportes e concessionárias de utilidades são setores responsáveis por quase 50% de acidentes ambientais na Europa, segundo estudo da AIG 416

Nathália Gallinari é Gerente de Seguro Ambiental e Responsabilidade Civil da AIG / Divulgação

Tendência também se observa no Brasil, mais especificamente em transportes. Segundo a Cetesb (SP), cerca de 60% dos acidentes ambientais são causados por esse segmento

O levantamento “Burning Issues for Environmental Claims”, feito pela AIG em 2018 sobre os principais sinistros registrados pela área de Seguro Ambiental na Europa, aponta que os três principais setores, com clientes segurados, que registraram algum tipo de acidente ambiental foram, respectivamente: o de transportes e concessionárias (energia, gás e saneamento), com 47% das notificações à seguradora, seguido de manufatura (26% dos chamados), e construção civil (9%). Outro ponto que também chama a atenção no estudo foi, apesar de em menor número, a variedade de setores também responsáveis por acidentes ambientais, entre eles o imobiliário, atacadista/distribuidor, varejo, agrícola e administração pública.

Ao traçar um paralelo com o Brasil, a Gerente de Seguro Ambiental e Responsabilidade Civil da AIG, Nathália Gallinari, destaca os índices da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), também de 2018. “No mesmo ano, o órgão apontou os transportes como sendo responsáveis por cerca de 60% das causas de acidentes ambientais”, explica. A grande maioria, cerca de 54,52%, causada por acidentes com transportes rodoviários, seguido, de longe, pelos acidentes durante transportes por dutos (2,04%), aquaviário (1,46%) e ferroviário (1,17%).

Outro destaque do estudo da AIG são os tipos de poluentes registrados durante as notificações de sinistros na Europa: em sua maioria hidrocarbonetos de petróleo, seguido de esgoto. Já segundo a Cetesb, líquidos inflamáveis, substâncias corrosivas, e gases inflamáveis e tóxicos são os principais contaminantes em acidentes ambientais.

Seguro Ambiental

Em todos esses casos, independente do setor e material poluente descartado, as empresas são obrigadas, por lei, a responsabilizarem-se por quaisquer dano ambiental causado. É neste momento que o Seguro Ambiental atua, pois oferece cobertura contra reclamações por condições de poluição, abrangendo deste os custos de limpeza, investigação e monitoramento do local afetado, até a responsabilidade civil do Segurado em função de Danos Corporais, Materiais e Ambientais, em decorrência da poluição. É extensiva também a corresponsabilidade pelo descarte e tratamento de resíduos, além de riscos relacionados a projetos de infraestrutura e possíveis danos que uma carga, seja ela perigosa ou poluente, possa causar ao meio ambiente e a terceiros.

A AIG foi a pioneira na oferta do Seguro de Riscos Ambientais no Brasil, no início dos anos 2000. E desde então, o mercado está cada vez mais consciente do papel de corresponsabilidade e recuperação de danos ambientais. Para se ter uma ideia da evolução do seguro, a Superintendência de Seguros Privados (Susep) registrou alta de mais de 150% em milhões de reais em prêmios, só entre 2011 e 2017. “A exigência em diversos tipos de contratos, financiamentos e concessões é uma realidade que tem contribuído para a amplianção desse mercado, aliada às obrigações regulatórias e à constante evolução da legislação ambiental brasileira”, explica Nathália.