Previsul Seguradora vai levar Corretores de Seguros para Dubai 12514

Campanha “Sou + Previsul 2019” foi lançada, em São Paulo (SP)

Com planos de expandir ainda mais suas operações no principal centro financeiro do País, a Previsul Seguradora promoveu o lançamento da Campanha de Incentivo de Vendas 2019 “Sou + Previsul – Dubai: Experiência Completa, emoção nas alturas”, em São Paulo (SP). O anúncio, que reuniu Corretores de Seguros, Executivos e Diretores da companhia, foi realizado na terça-feira (22), no Sky Hall Terrace Bar.

Andreia Araujo é Diretora de Negócios e Marketing da Previsul Seguradora
Andreia Araujo é Diretora de Negócios e Marketing da Previsul Seguradora

Os profissionais da corretagem que mais se destacarem esse ano irão para Dubai, nos Emirados Árabes, um dos destinos mais luxuosos do mundo. “A proposta não é oferecer apenas uma viagem, mas uma experiência completa”, explica a Diretora de Negócios e Marketing da Previsul Seguradora, Andreia Araujo.

Dubai é, hoje, uma das cidades mais imponentes do mundo e que passou por uma grande transformação nos últimos 50 anos. De um simples entreposto comercial com pequenas construções à beira do Golfo Pérsico, a cidade transformou-se em um dos destinos mais populares e desejados no Oriente Médio, com algumas das mais incríveis atrações do mundo.

Veja também: Previsul apresenta nova campanha institucional.

“A escolha do destino reflete a característica em comum entre Dubai e a Previsul: ambas não param de crescer e buscam constantemente oferecer o que há de melhor. A Previsul está sempre se movimentando para criar novos produtos e novas ferramentas para o corretor ter ainda + oportunidades de negócios. Para tornar-se ainda + completa, neste ano, teremos a ampliação da atuação para os ramos residencial e empresarial no primeiro trimestre, com ainda mais novidades ao decorrer do ano. Por isso, garantiremos uma experiência incrível para nossos corretores”, explica Andreia.

O lançamento na capital paulistana também deve-se ao fato de que metade dos profissionais que viajarão para o Vale do Silício, em maio, é da região. A viagem é fruto da campanha de incentivo do ano passado.

“Sabemos o quão complicado é sair de seus locais de trabalho para participar de um evento. Estamos sempre à disposição dos Corretores e que tenhamos um ano de 2019 de muita prosperidade, paz e tranquilidade”, enfatiza Andreia.

Renato Pedroso é Presidente da Previsul Seguradora
Renato Pedroso é Presidente da Previsul Seguradora

O Presidente da Previsul, Renato Pedroso, comemora os resultados do ano passado. Em 2018, a empresa cresceu aproximadamente 20% na emissão de prêmios. “Isso nos deixa entre as seguradoras que mais cresceram no ano passado. A Previsul só é completa por ter o Corretor de Seguros”, afirma.

Entre as novidades da companhia para 2019 está a inauguração de uma sucursal em Campinas (SP), além de outras 6 cidades do Estado. “São Paulo representa cerca de 45% de toda a produção do mercado nacional”, completa Pedroso.

“A Previsul mudou porque entregou inovações. É a única seguradora que disponibiliza cotador e contratação online de Seguro de Vida em Grupo”, finaliza Renato Pedroso.

Entenda como funciona a campanha

Serão premiados os dez corretores com melhor desempenho em novas vendas emitidas durante a campanha (1 de janeiro a 31 de dezembro de 2019). Cada corretor terá direito a levar um acompanhante. Esta é a primeira vez que a Previsul leva os corretores para uma viagem fora do continente americano – nas últimas premiações os profissionais embarcaram para Las Vegas, Cancún e São Francisco e Vale do Silício.

Além disso, desde o último ano, o programa de pontos “Clube Sou + Previsul” possibilita a troca de pontos por prêmios mensais mediante a produção dos corretores. É mais uma maneira de presentear os corretores pelo empenho e dedicação com a companhia.

Para saber mais, o Corretor deve acessar o Portal do Corretor da Previsul, através do site da seguradora.

Confira todas as imagens – Lançamento da Sou + Previsul em São Paulo (SP):

*Colaborou: Literal Link Comunicação e Júlia Senna.

Superintendente da Zurich destaca importância da prevenção e mitigação de riscos corporativos 937

Andressa Meireles é Superintendente de Engenharia de Riscos da Zurich no Brasil / Divulgação

Companhia conta com soluções para conscientizar sobre o tema

Ciente da importância da prevenção e mitigação de riscos corporativos, a Zurich conta com diversas soluções para conscientizar as empresas a respeito da gestão de riscos operacionais. Além da área de Engenharia de Riscos, que conta com profissionais especializados e com conhecimento global no tema, a companhia conta com plataformas de comunicação, através de aplicativos e websites, que tem como objetivo auxiliar as empresas a entenderem seus riscos e a se protegerem deles.

“É importante lembrar que há diferentes tipos de riscos, dos operacionais aos naturais, causados por eventos climáticos; aqueles que causam perdas devido a ataques cibernéticos; assim como aqueles que levam ao afastamento do trabalho devido a problemas de saúde (sejam físicos ou mentais). São ameaças concretas, que precisam estar nos planos de prevenção de riscos das organizações”, alerta a Superintendente de Engenharia de Riscos da Zurich no Brasil, Andressa Meireles.

Confira entrevista exclusiva sobre o tema com a executiva da seguradora.

JRS: De que maneira a Zurich conscientiza as empresas sobre a importância da gestão de riscos?

Andressa Meireles: A Zurich remodelou seu portal institucional, o portal do corretor e até o portal do cliente com o intuito de ter uma comunicação mais fluida e informativa sobre os seguros que oferece e as suas respectivas coberturas para todos os segmentos econômicos, como comércio, indústria ou serviço.

Além disso, para auxiliar as empresas na gestão dos riscos, ofere mundialmente – para clientes e não clientes –, o aplicativo Zurich Risk Advisor (ZRA), que está disponível para download gratuito no Google Play (Android) e na Apple Store (iOS).

O app ZRA foi concebido com foco em praticidade, simplificação e permitir interações com as empresas de forma digital. Após preencher um questionário de autoavaliação composto por algumas perguntas, o app informa os aspectos que a companhia está em conformidade em termos de protocolos de segurança e, ao final, informa quais são os pontos de melhoria para mitigar ou eliminar riscos. São questões simples, mas pensadas para abranger toda a complexidade de riscos a que empresas de todos os portes e áreas de atuação possam estar sujeitas.

Interativo, o ZRA permite ainda que o engenheiro possa fazer uma avaliação da empresa in loco, porém a distância a partir da conexão do celular do cliente por meio do aplicativo. O aplicativo pode ser baixado ao clicar neste endereço.

JRS: Por que o mundo dos negócios deve estar atento a esse tema constantemente?

AM: Não há uma empresa, de qualquer tamanho ou setor, que não esteja exposta a riscos, pois eles fazem parte de qualquer companhia. Porém, com ações corretas e efetivas, é possível conhecê-los, preveni-los e, também, minimizá-los.

Como esses riscos têm maior ou menor probabilidade de ocorrer conforme o segmento de atuação das empresas e o estágio de desenvolvimento ou complexidade em que cada uma delas está, é fundamental que os gestores das companhias fiquem atentos a atualizações contínuas dos seus Planos de Prevenção de Riscos, assim como dos seus Planos de Emergência, de Crises, de Recuperação de Desastres, de Evacuação e de Resposta a Incidentes, e, dessa forma, garantir a sustentabilidade do negócio no pequeno, médio e longo prazo.

JRS: Como a Zurich pode auxiliar com soluções e produtos nesse sentido?

AM: Dispomos de soluções para mitigação de riscos através das nossas plataformas digitais que podem ser lideradas pela própria empresa ou até mesmo como a assistência dos nossos experientes engenheiros de riscos. Estes irão realizar avaliações de riscos alinhadas com as particularidades do negócio e construir junto com a empresa planos para redução e controle dos riscos encontrados.

Vale frisar que dispomos de produtos e serviços para a gestão de riscos para diversos segmentos da indústria, sejam pequenas empresas, sejam grandes corporações, a fim de evitar o comprometimento e até a interrupção dos negócios.

Os corretores parceiros devem estar atentos a sempre proteger os seus clientes também nessa frente?

Absolutamente. Corretores de seguros são nossos parceiros nesta jornada. Eles possuem um contato muito próximo dos clientes e conhecimento para identificar os riscos a que estes estão expostos e oferecerem os produtos e serviços mais apropriados para lidar com eles, inclusive do ponto de vista da prevenção.
Mas além de ficarem atentos, é preciso que esses parceiros ampliem o conhecimento técnico, pois, com esse embasamento, poderão auxiliar seus clientes na implementação de ações preventivas e corretivas com base em normas e boas práticas reconhecidas pelo mercado.

JRS: Para esses profissionais corretores, esse ramo apresenta um mar de oportunidades?

AM: Sim, pois, como falei antes: é preciso ficar atento às ameaças que rondam as empresas e que mudam de acordo com as áreas de atuação das organizações, o porte delas e até a região em que elas atuam.

Some-se a isso que os riscos também mudam no curto, médio e longo prazo, conforme apontou o Relatório de Riscos Globais (GRR, na sigla em inglês), produzido pelo Fórum Econômico Mundial em parceria com a Zurich, cuja 16ª edição foi divulgada no começo deste ano de 2021.

O documento, que é resultado de uma pesquisa com mais de 650 especialistas e tomadores de decisão (políticos, empresários e acadêmicos) em todo o mundo, apontou as suas preocupações, como os riscos globais interagem e onde existem oportunidades de agir coletivamente para se antecipar e minimizar os impactos desses riscos.

Ou seja, o GRR classifica os riscos de acordo com o momento em que os entrevistados percebem que representam uma ameaça crítica.

Na edição de 2021, o relatório apontou que, no curto prazo (dois anos), além das ameaças de doenças infecciosas – que já apareciam no documento desde 2006 – os riscos de climas extremos, os crimes cibernéticos e a desigualdade digital estavam no horizonte das preocupações mundiais.

No médio prazo (5 anos), para os especialistas e tomadores de decisão entrevistados, o mundo corre riscos econômicos de uma bolha de ativos, instabilidade de preços, choques nos preços das commodities e crise de endividamentos.

Já no horizonte de 10 anos (longo prazo), segundo os entrevistados, o mundo pode se deparar com os riscos das armas de destruição em massa, colapso de Estados e, no campo ambiental, as ameaças ambientais causadas pelo homem podem levar à perda da biodiversidade e à falta de recursos naturais.

Os corretores lidam com soluções em seguros que estão diretamente relacionadas a essas ameaças que o GRR apontou. Se atentarem-se a tais riscos e compartilharem com seus clientes antecipadamente, certamente ampliarão os seus portfólios , consequentemente, farão mais vendas e estarão auxiliando as empresas a se prepararem para as futuras ameaças que podem acometer os seus negócios.

Corretores de Seguros precisam de parceiros de confiança com sanções da LGPD 417

Corretores de Seguros precisam de parceiros de confiança com sanções da LGPD

Punições pelo uso indevido de dados começam a ser aplicadas a partir do dia 1º de agosto

A partir do próximo dia 1º de agosto passam a valer as sanções para empresas que realizarem a utilização indevida de dados, conforme previsto na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). As multas podem chegar até R$ 50 milhões e, por isso, os Corretores de Seguros precisam de parceiros de confiança para seguirem suas operações com segurança e confiabilidade.

“O simples fato de recepcionar ou transmitir informações dos clientes configura tratamento de dado pessoal, o que exige conformidade com a LGPD”, exemplifica Deborah Sousa, DPO e Compliance da Quiver, maior empresa fornecedora de tecnologia para o mercado de seguros. “Praticamente tudo que é feito com dado pessoal é considerado tratamento”, completa.

No caso da Quiver, foram realizados uma série de ajustes não apenas para resguardar sua operação, como também oferecer alternativas ágeis e seguras para que os profissionais da corretagem possam trabalhar com tranquilidade. Desde o último dia 30 de junho, todos os clientes possuem acesso a uma série de ferramentas especialmente desenvolvidas para atender às demandas da LGPD. “Entre os produtos temos consulta centralizada para confirmação de existência de dados sensíveis, o que facilita muito no dia a dia, temos ainda formulário para declaração simplificada e completa (com critérios, origem e finalidade de tratamento, por exemplo), obtenção e visualização de termo de consentimento dos titulares (enviado através de link, também com a finalidade – quem, quando e o que foi consentido), anonimização dos dados (exclusão do dado – processo extremo e irreversível), além de geração de evidências de acesso à dados pessoais (logs, com data e hora, quem e quando acessou) – o que cria uma confiabilidade maior e pode até mesmo ser utilizado em um processo judicial”, revela Júlio Souza, Responsável pelos Produtos da Quiver. Apenas as funcionalidade de formulário de declaração simples e simplificada, além das evidências de acesso à dados pessoais (logs) não estão disponíveis para usuários do QuiGo, plano desenvolvido para corretores individuais.

Com mais de 40 mil usuários e aproximadamente 7,5 mil corretores cadastrados na plataforma, a Quiver é um case de sucesso no mercado segurador – com mais de 30 anos de operação. “A empresa tem tomado todas as medidas e observado o mercado com foco na segurança da informação para o corretor. Atendemos os profissionais de ponta a ponta, até mesmo aqueles que atuam individualmente. Além disso, a Quiver atua com soluções na parte de gestão corporativa, gestão de benefícios empresariais (VR, VT, VA, Seguro Saúde, Odonto, Vida…), na parte de multicálculo – inclusive com o Quiver On – uma ferramenta de captação e venda online. E também atendemos as seguradoras onde a gente mede prêmio médio, localidade, franquia – o que ajuda bastante as seguradoras com dados inteligentes”, explica Albert Lopes da Silva, Executivo Comercial Sênior da Quiver.

Equipe da Quiver em webinar sobre a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) / Divulgação
Equipe da Quiver em webinar sobre a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) / Divulgação

“A Quiver vem de uma profunda transformação nos últimos anos e intensa atuação de governança, modernização e preocupação desde a qualidade de nossos produtos e serviços, além da segurança no tratamento de dados, são aspectos que chamamos de inegociáveis. Temos fornecedores que são especialistas. Vínhamos com esse olhar mais atento quanto ao tratamento de dados que trafegam em nossas aplicações desde o surgimento da legislação, em 2018. Isso nos trouxe uma responsabilidade maior de entender que nosso papel era muito relevante de cuidado com nossos clientes – o que só reforçou as ações que tomadas ao longo dos últimos anos”, comenta o Chief Financial Officer (CFO) da Quiver, Evandro Salles.

Deborah lembra que a LGPD foi inspirada na General Data Protection Regulation (GDPR), da União Europeia. “Nossos dados têm circulado mundo afora, por isso este é um tema relevante em nível mundial. Não existem mais fronteiras para negócios e relacionamentos com as pessoas. Há muita semelhança nos artigos e disposições entre a LGPD e a GDPR. A Lei dispõe sobre o tratamento de dados pessoais de Pessoas Físicas com o intuito de proteger a privacidade dos titulares dos dados, a fim de garantir maior segurança, transparência e clareza aos titulares de dados quanto ao tratamento de seus dados”, pondera a especialista.

Termos mais comuns da LGPD

Confira abaixo alguns termos comuns quando se fala em Lei Geral de Proteção de Dados, de acordo com Deborah Sousa.

  • Dado Pessoal: Qualquer informação relacionada com uma pessoa natural identificada ou identificável é um dado pessoal.
  • Dado pessoal Sensível: Dado sobre origem racial ou étnica, convicção religiosa, opinião política, filiação a sindicato ou organização de caráter religioso, filosófico ou político, dado referente à saúde ou vida sexual, dado genético ou biométrico, quando vinculado a uma pessoa natural (Pessoa Física).

“A lei faz essa distinção porque existem informações mais delicadas, que tendem a gerar discriminação entre as pessoas. Por isso que a lei traz essa divisão e elege base de tratamento diferenciado para esse tipo de dados, ou seja, para tratar dado pessoal é necessário que esteja enquadrado em uma das bases legais da lei”, comenta Deborah.

  • Controlador: Pessoa Natural ou Jurídica de direito público ou privado, a quem competem as decisões referentes ao tratamento de dados pessoais.
  • Operador: Pessoa natural ou jurídica, de direito público ou privado, que realiza o tratamento de dados pessoais em nome do controlador (Quiver é operadora em relação aos corretores, por exemplo). É quem ajuda a gerir as apólices.
  • Encarregado (ou DPO): Pessoa indicada pelo controlador para atuar como um canal de comunicação entre o controlador, os titulares de dados e a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD). A Lei exige que todo controlador indique um encarregado.

“Mesmo nos casos de interessados por uma cotação de seguro, por exemplo, é estabelecida uma relação pessoal. Para cotar, contratar ou renovar será necessário os dados do segurado. Podem haver, por exemplo, dois controladores em uma mesma relação. O controlador tem obrigações, como o ciclo de vida do dado que será tratado, medidas de segurança para o tratamento do dado, indicação do encarregado de dados”, analisa a DPO e Compliance da Quiver. “Tanto o controlador quanto o operador possuem responsabilidade pelo tratamento de dados pessoais e devem reparar os eventuais danos causados em violação à legislação de proteção de dados pessoais. O operador, em relação ao controlador, responderá pelos danos causados pelo tratamento quando descumprir as obrigações da legislação de proteção de dados ou quando não tiver seguido as instruções lícitas do controlador”, acrescenta.

“Os titulares dos dados têm direito à confirmação da existência de tratamento, acesso aos dados, correção de dados incompletos, inexatos ou desatualizados, anonimização, bloqueio ou eliminação de dados desnecessários, excessivos ou tratados em desconformidade com a LGPD. Além disso, a Lei prevê a portabilidade dos dados a outro fornecedor de serviço ou produto (depende da regulamentação da ANPD). Os dados pessoais tratados podem ser eliminados com consentimento do titular. São requisitos também a informação das entidades públicas e privadas com as quais o controlador realizou uso compartilhado de dados, informação sobre a possibilidade de não fornecer consentimento sobre as consequências da negativa, além da revogação do consentimento”, justifica Deborah Sousa. “Quando há obrigação legal ou regulatória, como no caso dos corretores que precisam manter os dados dos clientes por determinado período para atender a Superintendência de Seguros Privados (Susep), o controlador tem de explicar porque não poderá excluir ou anonimizar o dado – porque descumprirá lei ou determinada regulamentação”, reitera.

Para exemplificar a implementação das medidas necessárias para atender a legislação, Deborah lembra que a Quiver nomeou um encarregado de dados (DPO), fez o mapeamento das atividades de tratamento de dados pessoais na empresa, revisou as políticas internas, de privacidade, além dos cookies nos sites. “Além disso foi realizada a revisão de contratos com prestadores de serviços e parceiros de negócios, revisão dos contratos de soluções e também construções de ferramentas dentro das aplicações para facilitar o cumprimento de Lei pelos clientes”, finaliza.

CSP-MG promove debate sobre tendências do mercado de Seguro de Vida 314

CSP-MG promove debate sobre tendências do mercado de Seguro de Vida

Evento, que acontece na quarta (28), conta com a presença de Bernardo Castello, diretor da Bradesco Vida e Previdência

Em sequência à série de encontros ‘Conhecer para proteger’, o Clube de Seguros de Pessoas de Minas Gerais (CSP-MG) promove nesta quarta-feira (28), das 9h30min às 11h30min, o “XI Workshop 2021”, em plataforma online. Com o objetivo de ampliar o debate sobre proteção e tendências do mercado de Seguro de Vida, o evento contará com a presença de Bernardo Castello, diretor da Bradesco Vida e Previdência, e dos executivos João Carlos Lock, da União Seguradora, e Maurício Tadeu Barros Morais, da Ways Gestão Empresarial.

Para Bernardo Castello, a transformação digital continuará a desempenhar papel cada vez mais fundamental no relacionamento com os clientes. “Mesmo após o fim da pandemia, o mercado de seguro de vida deve prosseguir avançando na integração dos canais físicos e digitais. Precisamos desenvolver e aprimorar recursos capazes de envolver efetivamente os consumidores, proporcionando uma experiência ágil, intuitiva e personalizada, a fim de estimular o tão necessário crescimento do segmento”, afirma.

O propósito do encontro é apresentar as principais novidades em termos de produtos, processos, modelos de negócios e estratégias de vendas. A realização por meio eletrônico permitirá a participação de profissionais do setor e corretores de seguros de todo o País.

Advogado cria instituto para capacitação de corretores em Direito de Seguros 411

O advogado Robson Silveira é fundador do IDSRS / Divulgação

Robson Silveira busca contribuir com o desenvolvimento do setor por meio da atuação de profissionais mais qualificados

Seguro é um tema técnico que gera dúvidas entre consumidores e até magistrados, e as constantes atualizações de normativas exigem treinamento constante dos profissionais do setor. Com a missão de difundir conhecimento especializado e contribuir com o desenvolvimento por meio da atuação de profissionais mais qualificados, acaba de ser criado o Instituto de Direito de Seguros Robson Silveira (IDSRS), idealizado pelo titular, o advogado Robson Luiz Schiestl Silveira (OAB/PR 56.763), especialista em Direito de Seguros, sócio do escritório Robson Silveira Advogados.

“O Instituto de Direito de Seguros Robson Silveira nasce com a missão de transformar-se num referencial na pesquisa, no ensino e no treinamento para os corretores de seguros em todo o país, além de operadores jurídicos e demais profissionais do mercado segurador”, garante o titular e presidente do IDSRS. Segundo ele, o Brasil tem um mercado de seguros importante, o maior da América Latina, e apesar disso o estudo do Direito de Seguros, notadamente entre os corretores de seguros, é praticamente incipiente, sendo ainda muito insuficiente. “As mudanças na regulamentação, os novos produtos e os consumidores cada vez mais exigentes de uma venda consultiva demandam destes profissionais um nível mínimo de conhecimento dos conteúdos de natureza jurídica, pois o contrato de seguros é, inicialmente, um negócio jurídico”, afirma.

O IDSRS nasceu do “embrião” Centro de Estudos de Direito de Seguros (Segjus), que desde 2010 realizou diversos cursos e ciclos de palestras destinados a corretores de seguros em todo o país, para tratar de temas relevantes de Direito de Seguros e de Responsabilidade Civil. “Este trabalho, além do magistério em cursos de pós-graduação em importantes instituições, bem como na advocacia em defesa dos interesses dos consumidores de seguros e dos corretores de seguros, motivaram-me a fundar um Instituto de Direito de Seguros voltado à capacitação desses profissionais cujo papel é fundamental para o desenvolvimento do setor”, diz o presidente do IDSRS. “Vamos auxiliar os corretores de seguros a alcançar um patamar de excelência técnica e jurídica, para que possam cumprir a sua importante missão de proteger as pessoas, as famílias, as empresas e a sociedade em geral, contribuindo de forma decisiva para o desenvolvimento socioeconômico do país”, justifica.

Para a realização de cursos e treinamentos ministrados por especialistas em Direito de Seguros, o Instituto estruturou plataforma de Ensino a Distância para alcançar profissionais de todo o Brasil, com aulas ao vivo e aulas gravadas, mas o projeto contempla também a realização de cursos presenciais. Os dois primeiros cursos disponibilizados na plataforma são ministrados por Robson Silveira – Aspectos polêmicos de direito de seguros e Seguros de Responsabilidade Civil – e já podem ser adquiridos pelo site do IDSRS.

CNseg destaca que mercado segurador cresceu 41,1% nos cinco primeiros meses do ano 388

CNseg destaca que mercado segurador cresceu 41,1% nos cinco primeiros meses do ano

Segunda onda da Covid-19 trouxe maior impacto para a saúde, mas a mobilidade de pessoas não acompanhou esse impacto

A edição nº 49 da Conjuntura CNseg, publicação produzida pela Confederação Nacional das Seguradoras, faz uma avaliação sobre o que esperar da economia brasileira até o final do ano e apresenta o desempenho dos seguros até maio. No Brasil, os efeitos da segunda onda da Covid-19 foram consideravelmente piores que os da primeira em questão de saúde pública. Entretanto, a mobilidade da população foi menos afetada, o que é atestado por dados de diversas fontes, como o Google Mobility Report. A menor adesão às medidas de isolamento, restringindo pouco as atividades econômicas, ajudou o Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre do ano, que cresceu 1,2%. A julgar pelos índices de confiança, após o susto da segunda onda que os fez cair nos primeiros meses do ano, o segundo trimestre deve continuar a ser de recuperação.

Mundialmente, a retomada das atividades ocorreu com cadeias de produção ainda desorganizadas, o que resultou em pressões de preços por causa da escassez localizada e pelo aumento de demanda por commodities, o que pode perdurar por alguns meses, até que a reorganização e reação da oferta melhorem. A publicação da CNseg avalia que, sob determinadas condições, choques temporários podem reverberar em prazos mais longos, e é contra esses efeitos secundários que as autoridades monetárias, em geral, procuram atuar.

A Conjuntura CNseg aborda em profundidade o desempenho do setor de seguros, que apresentou crescimento de 41,1% em maio com relação ao mesmo período de 2020, sem Saúde e DPVAT. Em valores nominais, a arrecadação foi de R$ 24,7 bilhões. A recuperação mais forte foi em Cobertura de Pessoas que cresceu 24,6% em 2021. Em maio, o segmento de Danos e Responsabilidades arrecadou o montante de R$ 6,7 bilhões. O seguro Automóvel, que representa 40% do segmento, avançou menos, mas importantes 14,1% sobre o mesmo mês do ano anterior. No acumulado do ano, essa arrecadação cresceu 5,8%, acompanhando alguma recuperação da venda de veículos novos, com 26% de aumento no número de emplacamentos nos cinco primeiros meses de 2021 em relação ao mesmo período do ano anterior.

A publicação destaca que o Seguro Habitacional foi um dos que menos sentiu os efeitos da pandemia e continuou a crescer. Em maio, o avanço foi de 13,9%. Os Seguros de Crédito e Garantia tiveram queda pelo terceiro mês consecutivo, com recuo de 13,1% em maio, mas, no acumulado do ano, o resultado é positivo com leve crescimento de 1,8%. O Garantia Estendida cresceu quase 150%. Os Planos de Vida Risco movimentaram R$ 4,2 bilhões em prêmios no quinto mês do ano e o Seguro Prestamista arrecadou R$ 1,4 bilhão. Os Planos de Acumulação atingiram R$ 11,5 bilhões em contribuições em maio e avançaram em 66,5% o volume de contribuições. A arrecadação dos planos da Família VGBL foi de R$ 10,7 bilhões, um avanço de 71,9%. O segmento de Capitalização fechou o mês de maio em alta de 17,8%.