Como um consórcio pode ajudar no planejamento financeiro para 2019? 448

Como um consórcio pode ajudar no planejamento financeiro para 2019?

Confira artigo de Luís Toscano, Vice-presidente de negócios da Embracon

2019 começa com todos os planos e metas para esses 365 dias que estão por vir. Muitos de nós, aproveitam essa época para colocar no papel tudo aquilo que querem alcançar para o próximo ano – seja um carro novo, uma viagem ao exterior, uma festa de casamento, ou até mesmo o sonho da casa própria.

Mas o que podemos fazer para que todos esses planos possam, de fato, sair do papel? Infelizmente, muitas vezes esses objetivos se perdem no caminho, por uma série de motivos. Por trás disso, temos muitas vezes um vilão comum:  a falta de planejamento! É por causa dela, ou por sua falta, que as mais diversas metas não se concretizam.

Uma pesquisa realizada este ano pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) mostra que, depois de motivos como falta de renda, ou renda baixa, 14% dos Brasileiros não poupam dinheiro alegando imprevistos e 13% admitem não conseguir controlar gastos e juntar dinheiro no fim do mês.

É aí que entra o consórcio, alternativa financeira auxiliar para diversas situações. Uma das vantagens é a ajuda na disciplina de investir ou poupar dinheiro: com o compromisso de pagar mensalmente algo que será revertido em um valor à vista no futuro. Isso proporciona ao consorciado maior poder de compra e faz com que ele vire um investidor de seu futuro.

Segundo dados da Associação Brasileira de Consórcios (ABAC), só em 2018 as adesões aos consórcios ultrapassam o número de 2 milhões, as contemplações, aproximam-se de um milhão e os negócios superam R$ 85 bilhões de janeiro a outubro. Os números reforçam a importância do segmento como elemento propulsor das atividades da cadeia produtiva.

Esses números que refletem o aumento da busca e a adesão por consórcios ilustram um cenário onde, como alternativa ao momento de instabilidade econômica de nosso país, pessoas podem continuar adquirindo bens, poupando e se planejando. Tudo isso, graças a isenção de taxa de juros, flexibilidade no meio de pagamento e possibilidade de lances e contemplações que façam com que o consorciado seja premiado antes mesmo de terminar as parcelas.

Se planejar financeiramente pode ser um desafio, mas sempre é válido buscarmos alternativas seguras e inteligentes para conseguirmos alcançar nossos objetivos – o consórcio é uma delas. E agora, se sente mais preparado para planejar e realizar sonhos em 2019?

Em 2019, 51% das empresas vão contratar via CLT e novos regimes de trabalho 337

Em 2019, 51% das empresas vão contratar via CLT e novos regimes de trabalho

É o que aponta uma pesquisa da Amcham

O Brasil vai crescer em 2019. Essa é a premissa pela qual as empresas vão construir suas estratégias de expansão e produtividade para este ano. Muitas delas vão contratar com base na nova lei trabalhista, como mostram os resultados da pesquisa “Plano de Voo Amcham: perspectivas empresariais 2019” feita com 550 presidentes e diretores de empresas e divulgada nesta terça-feira (13/2).

A maioria das empresas (51%) vai contratar mais pessoas ao longo de 2019, abrindo novas posições ou ampliando equipes. Sendo que 36% vão trazer colaboradores pelo regime de CLT, e 15% por meio de novas maneiras de contratação possibilitadas pela nova lei trabalhista. Mas 37% dos executivos não pretendem contratar este ano, enquanto 12% não têm definição.

“O clima é de otimismo. Detectamos que os empresários brasileiros estão confiante na capacidade do governo de conduzir as reformas estruturais que o Brasil precisa, em especial, a da Previdência”, comenta Deborah Vieitas, CEO da Amcham Brasil. A Câmara Americana de Comércio reúne no Brasil 5 mil empresas, em 15 cidades, sendo 85% delas de origem brasileira.

O ritmo de crescimento e contratação de mão de obra vai depender de alguns fatores. O primeiro deles, apontado por 42%, é o aumento da competitividade da economia, o que vai exigir firmeza na condução dessas reformas estruturais aguardadas ansiosamente pelos empresários.

Na sequência, os empresários entrevistados pela Amcham, citam dois fatores cruciais a retomada das contratações: o aumento do consumo (33%) e maiores investimentos em infraestrutura (22%), que exige – entre outras ações – mecanismos a serem oferecidos pelo novo governo para diminuir riscos implícitos de contratos.

Produtividade para crescer

As empresas também estão planejando ações de expansão em 2019. Para a maioria dos pesquisados pela Amcham, o crescimento vai ser com produtividade em processos, produção e equipe. É o que respondeu 43%, quando perguntados sobre a prioridade do negocio. Destaque para o foco em inovação e digitalização do portfólio de produtos e serviços (21%), ampliação geográfica de mercado (12%) e aquisição ou investimentos em novos negócios (11%).

As companhias também planejam investimentos em áreas consideradas como não prioritárias pelo novo governo. Para compensar, as empresas vão investir de maneira redobrada em educação, capacitação e treinamento para colaboradores (38%), inovação (33%), sustentabilidade (18%) e diversidade (12%). Em janeiro, por exemplo, o governo sinalizou cortes de verba no Sistema S (Senai, Senac e Sebrae).

Em relação ao uso de novas tecnologias no negócio, 42% do empresariado respondeu que os investimentos serão para melhoria de processos, com foco em aumento de eficiência e da produtividade. Também serão feitos investimentos em ferramentas para melhorar a experiência do cliente (34%) e detecção de produtos e novos modelos de negócios, com foco em análise de dados e incorporação de serviços digitais ao produto (17%).

Expectativas de crescimento

A economia vai crescer em 2019 para 99% do público. Só há divergência quanto ao ritmo: 69% acham que o PIB aumenta até 2%, enquanto 30% é mais otimista e considera que será mais que 2%.

O otimismo quanto ao crescimento é pontual para 52% e baseado no voto confiança ainda sem base concreta que garanta uma melhora da economia. Mas 45% acha que o cenário de crescimento é concreto e segue em virtude da nova agenda econômica e ajustes prometidos pelo novo governo.

Diante de um cenário macroeconômico positivo, 34% do empresariado respondeu que suas respectivas empresas vão crescer entre 5% e 10% este ano. Outros 28% estimam expansão de 10% nos seus negócios, enquanto 27% projetam crescimento de até 5%. E 10% responderam que não haverá crescimento.

Seguros Unimed anuncia a 5ª edição do Prêmio Inova+Saúde 313

Seguros Unimed anuncia a 5ª edição do Prêmio Inova+Saúde

Iniciativa da seguradora fomenta boas práticas de gestão e inovação junto às cooperativas do Sistema Unimed

Com objetivo de fomentar a inovação e reconhecer práticas que contribuam para a sustentabilidade do setor da saúde no país, a Seguros Unimed anuncia a quinta edição do Prêmio Inova+Saúde. A iniciativa da Seguradora premia cases de sucesso entre as cooperativas do Sistema Unimed. As inscrições podem ser realizadas nesses link.

Serão reconhecidas, com uma visita técnica em cooperativas internacionais, as melhores propostas apresentadas dentro das quatro categorias: Gestão de Pessoas, Marketing, Sustentabilidade e Epidemiologia, Saúde e Bem-Estar. Há ainda o reconhecimento do ‘Case do Ano’ e do ‘Destaque em Inovação Digital’, além do vencedor pelo ‘Voto Popular’.

As cooperativas contempladas em 2019 serão reveladas durante a Convenção Nacional Unimed, maior evento da agenda anual do Sistema Unimed, que reúne as principais lideranças do país para importantes reflexões sobre o futuro do setor. O evento ocorrerá entre os dias 1º e 4 de outubro, em Natal, Rio Grande do Norte.

Conheça os jurados de cada categoria:

Sustentabilidade
Cyrille Maxime Bellier, graduado em Administração de Empresas, com Mestrado com ênfase em Marketing. É cofundador e diretor executivo da Rever Consulting

Gestão de Pessoas
Eugênia Matilde Peixoto Sofal, psicóloga e terapeuta ocupacional. Também se dedica a programas de desenvolvimento de gestores e equipes de RH.

Epidemiologia
Dra. Mônica Silva Monteiro de Castro, médica, especialista em Clínica Médica, mestre em Epidemiologia e doutora em Saúde Pública, com MBA Executivo. Atualmente é consultora independente e sócia-proprietária da empresa Innovare Consultoria e Treinamento

Marketing
Dr. Luiz Peres Neto, doutor e mestre em Ciências da Computação, graduado em Comunicação. É professor colaborador visitante na Universitat Oberta de Catalunya e na Universidade de A Coruña, na Espanha.
Vencedores de 2018 vão conhecer cooperativas na França

Os vencedores do prêmio em 2018 vão conhecer cooperativas da França que são referência em inovação. Entre elas estão a Maif, o Credit Coopératif e a Soignons Humain. A viagem será realizada entre 29 de março e 6 de abril de 2019.

As Unimeds premiadas são: Unimed-BH (melhor projeto do ano e na categoria Gestão de Pessoas), Federação do Estado do Rio de Janeiro (Voto Popular e categoria de Epidemiologia), Unimed Nordeste Paulista (Marketing) e a Unimed Fortaleza (categoria de Sustentabilidade).

Jorge Nasser assume a presidência da FenaPrevi para o triênio 2019-2021 266

Jorge Nasser assume a presidência da FenaPrevi para o triênio 2019-2021

Nova gestão dará ênfase na modernização do setor

O executivo Jorge Pohlmann Nasser, atual presidente das Empresas Bradesco Vida e Previdência e Bradesco Capitalização, assumiu na última quinta-feira (7), a presidência da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), entidade que reúne 67 seguradoras e entidades abertas de previdência complementar no País. O executivo assume o mandato para o triênio 2019 – 2021.

O setor representado pela FenaPrevi administra R$ 836 bilhões em reservas de planos de previdência privada aberta e R$ 41,4 bilhões em prêmios de seguros para proteção contra riscos pessoais.

Jorge Nasser sucede o executivo Edson Franco, presidente da Zurich no Brasil, que passa a ocupar a primeira vice-presidência da entidade.  Também passam a integrar o board da Federação, como vice-presidentes, os executivos Claudio César Sanches, da Itaú Previdência; Francisco Alves de Souza, da Comprev Vida e Previdência; Luciano Snel Correa, da Icatu Seguros; e Walter Malieni, da BrasilPrev.

Segundo Nasser, a nova gestão dará ênfase na modernização do setor. “Vamos continuar trabalhando para inovar o portfólio de produtos, potencializando atuais e novos canais de distribuição, antecipar tendências e garantir uma oferta que atenda às necessidades dos consumidores”, diz o executivo. “Neste momento em que o País entra em um novo ciclo de desenvolvimento, precisamos retomar uma agenda positiva para aperfeiçoamento do arcabouço regulatório e tributário do setor”, complementa.

Outra prioridade será apoiar as discussões em torno da reforma da previdência. A FenaPrevi, em conjunto com a Fipe, CNseg, Abrapp e ICSS, apresentou à nova equipe econômica do novo governo a proposta “Uma Nova Previdência para Novos Trabalhadores”. O projeto é coordenado pelo professor Sênior da FEA/USP, Hélio Zylberstajn, e traz um opções e sugestões que podem ser definitivas para a previdência brasileira, com substituição progressiva do antigo modelo por um novo, que tornará o sistema previdenciário financeiramente sustentável a longo prazo. É uma proposta socialmente justa, já que trata de uma Nova Previdência para todos. “Sabemos da necessidade de reformas que abram espaço para o crescimento econômico sustentável do Brasil. E neste cenário, esperamos contribuir para que o governo construa uma proposta firme e aderente a realidade atual brasileira. Não discutimos se é preciso reformar o sistema da Previdência Social, e sim, quando conseguiremos aprovar as reformas possíveis para virarmos a primeira página do livro de soluções para um futuro melhor para todos brasileiros”, afirma Nasser.

Produtos e Serviços

No âmbito de produtos, a Federação terá como objetivo finalizar os detalhes das novas famílias de planos PGBL e VGBL, que trarão maior flexibilidade para os participantes do sistema e podem começar a ser distribuídos já em 2019. “Com esta inovação, o participante poderia rever a modalidade de recebimento dos benefícios qualquer tempo, o que fará grande diferença neste momento em que as pessoas seguem ativas mesmo após a aposentadoria”, diz.

A FenaPrevi seguirá também com a agenda de regulamentação do Universal Life, o seguro de vida que mescla acumulação de recursos para o futuro e indenização para a família em caso de morte prematura do segurado. Em outra frente, a Federação também procura concluir o PrevSaúde, plano de previdência complementar específico, cuja finalidade é acumular recursos para custeios com saúde suplementar na fase de aposentadoria. “Os gastos com a saúde são as principais preocupações dos brasileiros na fase de aposentadoria. O PrevSaúde tem o objetivo justamente de oferecer recursos para estes gastos”, diz Nasser.

A FenaPrevi também colocará em andamento a regulação para potencializar os canais de distribuição de produtos de previdência e de seguros de pessoas. “Vivemos num ambiente cada vez mais digital e temos que criar mecanismos para aprimorar a distribuição de seguros nas plataformas online, diminuindo a burocracia e simplificando as etapas de contratação”, afirma.

TJ-RJ determina que Austral pague prêmio de mais de R$ 100 mi 411

TJ-RJ determina que Austral pague prêmio de mais de R$ 100 mi

Determinação é da 23ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

A seguradora Austral está obrigada a pagar mais de R$ 100 milhões de reais para a Macife Materiais de Construção. A determinação é da 23ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Motivo: prejuízos causados pelo não pagamento de um prêmio contratado. A Macife foi representada no processo pelo escritório Nelson Wilians e Advogados Associados.

A Macife firmou contrato de compra e venda mediante permuta com a Sia 01 Empreendimentos Imobiliários Ltda, Sociedade de Propósito Específico, composta pelas empresas OAS e FAENGE, sendo estabelecido que caberia à Macife o recebimento de 452 unidades a serem edificadas.

Na ocasião, a empresa celebrou contrato de seguro de obra com a Austral. O valor da apólice foi fixado em R$ 95 milhões em benefício da Macife – caso a parte do empreendimento devido a esta não fosse entregue, o que ocorreu.

Em 30/3/2015, com as obras das fundações em andamento, a Sia 01, a OAS e a FAENGE notificaram a Macife sobre a impossibilidade de conclusão das obras até dezembro de 2017. O argumento para interromper a construção foi baseado nas dificuldades financeiras que o grupo OAS vinha enfrentando diante da operação Lava Jato. A seguradora, então, se negou a fazer o pagamento do prêmio. De acordo com a Macife, foi criada uma série de obstáculos burocráticos para o não pagamento do prêmio. E, por isso, o caso foi parar na Justiça.

A primeira e segunda instância acolheram os argumentos da Macife e determinaram o pagamento do prêmio com juros e correções, mesmo sem a necessidade de perícia para apuração dos prejuízos, como pleiteado pela Austral, defendida pelo Escritório de Advocacia Sergio Bermudes. Os desembargadores entenderam que os prejuízos foram totais, uma vez que a Macife não recebeu nenhuma parte que lhe cabia, o que resulta na condenação da Austral ao pagamento total do prêmio previsto na apólice.

Para a advogada Lívia de Moura Faria, do escritório Nelson Wilians e Advogados Associados, que atuou no caso, “ a justiça foi feita pois o sinistro aconteceu e tal fato é indiscutível, sendo que a perícia técnica se fez desnecessária, pois as provas documentais juntadas aos autos certificam a impossibilidade de conclusão das obras pela Tomadora do Seguro, demonstrando, portanto, o prejuízo total da Macife, não havendo que se falar em apuração de prejuízos”.

A Câmara deu ainda provimento à apelação interposta pela Macife a fim de majorar os honorários advocatícios para 10% sobre o valor da condenação.

Para o relator do caso, essa é a regra do artigo 85, §2º, do CPC, devendo ser mitigada apenas quando o proveito econômico for inestimável ou irrisório, nos termos do §8º, do mesmo artigo.

Confira a decisão na íntegra.