Clientes do BB no Rio Grande do Sul podem pagar IPVA pelo WhatsApp 296

Clientes do BB no Rio Grande do Sul podem pagar IPVA pelo WhatsApp

Também é possível efetuar o pagamento de taxas do Detran

Mais uma transação passa a fazer parte dos serviços de atendimento a clientes do Banco do Brasil no Rio Grande do Sul via WhatsApp: o pagamento de IPVA e taxas Detran. Agora é possível efetuar a operação no aplicativo de mensagens instantâneas, informando apenas alguns dados, como o Renavam, a placa do veículo e o CPF do proprietário. Para utilizar o WhatsApp como um canal de atendimento, o cliente deve ter cadastrado o telefone do BB em seus contatos – 61 4004-0001.

Além do Rio Grande do Sul, os estados do Maranhão, Pernambuco e o Distrito Federal também estão contemplados com a novidade. A nova transação estará disponível para pagamentos de débitos de veículos dos demais estados à medida que adequarem seus sistemas à nova tecnologia, que permite integração com o WhatsApp e melhor experiência do usuário.

O atendimento pelo Whatsapp foi lançado para todos os clientes em setembro de 2018, com 14 transações. Em dezembro, o BB foi o primeiro banco a permitir saque pelo WhatsApp. Hoje, com mais essa solução, já são 16 transações que podem ser realizadas pelo aplicativo:

– Código IBAN;
– Rastreio de cartão;
– Consulta limite de cartão;
– Desbloqueio de plástico;
– Extrato/Fatura do cartão;
– Extrato da conta corrente;
– Extrato da conta poupança;
– Extrato de fundos de investimento;
– Saldo da conta corrente;
– Saldo da conta poupança;
– Recarga de celular;
– Recarga de Bilhete Único;
– Transferência entre contas BB;
– Pagar e Receber;
– Saque sem cartão;
– Pagamento de IPVA.

Em menos de quatro meses, desde o seu lançamento para todos os clientes BB, foram realizadas mais de 100 mil transações (financeiras e consultas) pelos clientes do BB via WhatsApp.

Segurança

A solução alia o uso da inteligência artificial, com a prontidão do chatbot e as mensagens são criptografadas de ponta a ponta. Para acessar o Banco do Brasil no WhatsApp, é necessário salvar o telefone [55] 61 4004 0001 no celular e iniciar uma conversa.

Quando um serviço de informações, como solicitar um extrato de conta corrente, for solicitado pelo cliente, um código de confirmação será enviado pelo Banco via push ou SMS. Para as outras transações, os clientes também deverão digitar sua senha. Depois, o cliente receberá uma resposta confirmando a transação, tudo em texto. Se houver necessidade de atendimento humano, o cliente passará a ser atendido por um funcionário do BB.

Chatbot

Desde 2017, o Banco do Brasil utiliza o Watson da IBM, uma solução em inteligência cognitiva, para ajudar os funcionários a resolver os problemas dos clientes. Em agosto de 2017, a poderosa nova tecnologia também começou a ser usada para dar suporte aos pedidos dos clientes no Facebook Messenger. O assistente virtual responde usando uma linguagem natural e aprende constantemente com base nas interações dos usuários. Após o lançamento do seu Assistente Virtual, o Banco do Brasil aumentou 71% suas interações com os clientes via mídias sociais.

Tokio Marine e Instituto Futuro Bom iniciam campanha de arrecadação de bolsas de estudo 389

Bia Haddad com alunos do Instituto Futuro Bom / Foto: André Luiz Mello/AGIF

Clínica de tênis no Copacabana Palace foi ministrada pela tenista Bia Haddad para crianças atendidas pela instituição

A Tokio Marine, uma das principais Seguradoras do País, e o Instituto Futuro Bom realizaram na última sexta-feira (15) uma clínica de tênis no Copacabana Palace, ministrada pela tenista Bia Haddad, a tenista número 1 do Brasil. Participaram da ação dez crianças atendidas pelo Instituto, que puderam bater bola com a atleta em um treinamento cujo objetivo é angariar fundos para bolsas de estudo integrais em escola de inglês para os alunos do projeto. As doações podem ser feitas nesse site.

Como parceira do Instituto Futuro Bom, a Tokio Marine Seguradora vai contribuir com uma bolsa adicional para cada uma arrecadada por meio das doações. A campanha, cuja meta é chegar a dez bolsas de estudo anuais, ficará vigente durante todo o período do Rio Open, o maior torneio de tênis da América do Sul, que será disputado entre 16 e 24 de fevereiro, no Jockey Club Brasileiro.

O apoio da Seguradora ao instituto teve início no ano passado, como reflexo de seu compromisso em promover iniciativas que fomentem o desenvolvimento social.

Confiantes na aprovação da reforma da previdência, empresas vão contratar mais em 2019 625

Confiantes na aprovação da reforma da previdência, empresas vão contratar mais em 2019

Pesquisa da Câmara Americana entrevistou 550 altos executivos de empresas de todos os portes

A confiança na economia está alta entre os empresários. A Amcham Brasil entrevistou 550 presidentes e diretores de empresas, na última semana, e 83% afirmaram acreditar na aprovação da reforma da Previdência este ano. Otimistas em relação a nova previdência, 51% responderam que vão contratar mais profissionais.

Para 63% deles, a expectativa é de aprovação de um projeto de reforma da Previdência que não consiga abarcar todos os setores da sociedade, mas que ainda assim terá um impacto positivo nas contas do governo. A aprovação de uma reforma estrutural e ampla, que consiga abarcar todos os setores – incluindo militares e todos os servidores públicos – até o final do ano, foi votada por 20% do público.
O otimismo do setor privado é grande. Só 16% acham que a reforma ainda enfrentará certa resistência para ser aprovada, provavelmente não sendo aprovada até o fim do ano. E só 2% não acreditam que ela sairá em 2019.

“O clima é de confiança. Detectamos que os empresários brasileiros estão confiante na capacidade do governo de conduzir o comunicar os motivos da reforma e os efeitos que pretendem ser alcançados”, comenta a CEO da Amcham Brasil, Deborah Vieitas. A Câmara Americana de Comércio reúne no Brasil 5 mil empresas, em 15 cidades, sendo 85% delas de origem brasileira. A pesquisa Plano de Voo Amcham 2019: perspectivas do setor privado do País” foi realizada no último dia 7 de fevereiro, em São Paulo, com empresas de todos os portes e segmentos.

Contratando mais

A maioria das empresas (51%) vai contratar mais pessoas ao longo de 2019, abrindo novas posições ou ampliando equipes. Sendo que 36% vão trazer colaboradores pelo regime de CLT, e 15% por meio de novas maneiras de contratação possibilitadas pela nova lei trabalhista. Mas 37% dos executivos não pretendem contratar este ano, enquanto 12% não têm definição.

“O clima é de otimismo. Detectamos que os empresários brasileiros estão confiante na capacidade do governo de conduzir as reformas estruturais que o Brasil precisa, em especial, a da Previdência”, comenta Vieitas.

O ritmo de crescimento e contratação de mão de obra vai depender de alguns fatores. O primeiro deles, apontado por 42%, é o aumento da competitividade da economia, o que vai exigir firmeza na condução dessas reformas estruturais aguardadas ansiosamente pelos empresários.

Na sequência, os empresários entrevistados pela Amcham, citam dois fatores cruciais a retomada das contratações: o aumento do consumo (33%) e maiores investimentos em infraestrutura (22%), que exige – entre outras ações – mecanismos a serem oferecidos pelo novo governo para diminuir riscos implícitos de contratos.

Confiança no novo governo

O otimismo do setor privado na aprovação de reformas econômicas está alto. A área que os executivos mais sentem confiança em relação ao novo governo é na economia (61%), com expectativa de aprovação de reformas como a previdenciária e tributária.
Com 31% dos votos, a pauta de combate ao crime (segurança pública) e à corrupção veio em seguida, com mais rigor na punição e adoção de novas políticas de combate. Outros 8% sentiram confiança em iniciativas de relações exteriores, se aproximando de parceiros econômicos e políticos estratégicos.

Expectativas de crescimento

A economia vai crescer em 2019 para 99% do público. Só há divergência quanto ao ritmo: 69% acham que o PIB aumenta até 2%, enquanto 30% é mais otimista e considera que será mais que 2%.

O otimismo quanto ao crescimento é pontual para 52% e baseado no voto confiança ainda sem base concreta que garanta uma melhora da economia. Mas 45% acha que o cenário de crescimento é concreto e segue em virtude da nova agenda econômica e ajustes prometidos pelo novo governo.

Diante de um cenário macroeconômico positivo, 34% do empresariado respondeu que suas respectivas empresas vão crescer entre 5% e 10% este ano. Outros 28% estimam /expansão de 10% nos seus negócios, enquanto 27% projetam crescimento de até 5%. E 10% responderam que não haverá crescimento.

Os primeiros 40 dias

A avaliação do governo nos primeiros 40 dias é bem positiva. 60% respondeu que os anúncios de medidas econômicas é positiva, com perspectivas de melhora da economia, geração de empregos e aumento de competitividade. Pouco mais de um terço (36%) achou neutro, uma vez que não houve tempo ou marcos suficientes para avaliação da gestão. E 4% acharam que o começo foi negativo, com pouca perspectiva de crescimento da economia.

Outras reformas

Além da Previdência, o governo terá algum folego para aprovar outras reformas. A que tem mais chances de acontecer, para 41%, é um ambicioso programa de privatização e prestação de serviços de infraestrutura. Em seguida, vêm a mudança do sistema tributário (15%), reforma administrativa e liberação comercial (com 13% cada), redução e racionalização dos subsídios concedidos da União, e autonomia do Banco Central (9% cada).

Baixa confiança

Por outro lado, o público está pessimista em relação à atenção que o governo vai dedicar a algumas áreas importantes. 37% dos respondentes estão menos confiantes em medidas para as áreas social e cultural. Em seguida, vêm a área ambiental (24%), educação e saúde (23%) e relações exteriores (10%).

Das reformas com menos chance de acontecer nos próximos 4 anos, a mudança do sistema tributário foi a mais votada, com 37%. Também há baixa expectativa de reforma administrativa (19%), redução e racionalização dos subsídios concedidos da União (17%) e autonomia do Banco Central (15%).

Competitividade

O público também foi convidado a escolher qual a medida mais importante para aumentar a competitividade. Quase metade (48%) votou na simplificação e redução de carga tributária. O restante ficou dividido entre atração de investimentos (20%), desburocratização (15%), ajuste fiscal (10%) e combate à corrupção (6%).

Produtividade para crescer

As empresas também estão planejando ações de expansão em 2019. Para a maioria dos pesquisados pela Amcham, o crescimento vai ser com produtividade em processos, produção e equipe. É o que respondeu 43%, quando perguntados sobre a prioridade do negocio. Destaque para o foco em inovação e digitalização do portfólio de produtos e serviços (21%), ampliação geográfica de mercado (12%) e aquisição ou investimentos em novos negócios (11%).

As companhias também planejam investimentos em áreas consideradas como não prioritárias pelo novo governo. Para compensar, as empresas vão investir de maneira redobrada em educação, capacitação e treinamento para colaboradores (38%), inovação (33%), sustentabilidade (18%) e diversidade (12%). Em janeiro, por exemplo, o governo sinalizou cortes de verba no Sistema S (Senai, Senac e Sebrae).

Em relação ao uso de novas tecnologias no negócio, 42% do empresariado respondeu que os investimentos serão para melhoria de processos, com foco em aumento de eficiência e da produtividade. Também serão feitos investimentos em ferramentas para melhorar a experiência do cliente (34%) e detecção de produtos e novos modelos de negócios, com foco em análise de dados e incorporação de serviços digitais ao produto (17%).

Rede Lojacorr intensifica parceria comercial com seguradora espanhola 189

Rede Lojacorr intensifica parceria comercial com seguradora espanhola

Encontro serviu para alinhamento geral da distribuição de produtos da companhia

A Rede Lojacorr recebeu na última terça-feira, 12 de fevereiro, em sua sede administrativa em Curitiba-PR, a diretoria comercial de uma seguradora espanhola. Jonson Sousa, diretor Comercial Nacional, e Vanderlei Scarpanti, diretor Territorial Paraná e Santa Catarina, foram recebidos pelo presidente da Rede Lojacorr, Diogo Arndt Silva, pelo diretor de Mercado e Operações, Luiz Longobardi e pelo diretor Comercial, Geniomar Pereira.

O encontro teve como objetivo, o alinhamento geral para a distribuição dos produtos da companhia na Rede Lojacorr, enfatizando o novo acordo comercial entre as empresas. As oportunidades e os diferenciais foram transmitidas ao vivo à todas Unidades da Lojacorr e Diretorias Territoriais da seguradora.

“Esta reunião foi um importante marco de alinhamento estratégico, alinhamento de atendimento comercial com nossa rede, além de podermos tirar dúvidas sobre nosso caminho futuro”, afirma Luiz Longobardi.

“A Mapfre, ao longo do tempo, está cada vez mais conectada à nossa rede, e é uma seguradora importante em nosso painel de distribuição pela sua característica de ser uma empresa com enorme leque de produtos e soluções de seguros”, completa.

“Estamos todos comemorando essa nova etapa de uma relação comercial que vem sendo construída há muitos anos”, declara Jonson Sousa. “Estar entre as companhias parceiras na Lojacorr é mais que uma etapa de negócios: é uma conquista de confiança e respeito entre duas grandes empresas do setor de seguros. Toda nossa rede comercial, orientada pelos nossos diretores territoriais e com apoio irrestrito dos regionais da Lojacorr, construiu nos últimos dois anos uma aliança estratégica que nos permitiu dar mais esse importante passo, unindo capilaridade e multiplicidade de produtos”, enfatiza Sousa.

A Rede Lojacorr também engajou o time para a intensificar participação no Super Bowl, uma ação de vendas de produtos segmentados que tem sido um sucesso na parceria. “A Rede Lojacorr teve um resultado de vendas espetacular, vendemos em apenas um dia o volume de vendas superior ao ano todo de 2018 em seguros residencial”, afirma Longobardi.

“Temos grandes motivos para comemorar: a campanha DNA, com viagem para Madrid vencida pela Lojacorr no ano passado e, recentemente, a participação e engajamento extraordinário no Mapfre Super Bowl. Nesta reunião de alinhamento, pudemos ver a força de vendas e compromisso da família Lojacorr. Aos líderes da empresa, nosso especial agradecimento por pavimentarem o caminho para essa nova etapa. Sucesso a todos e que possamos comemorar grandes conquistas”, finaliza Longobardi.

ANS tira dúvidas sobre temas como reajuste e portabilidade em oficina no RJ 264

Participaram 155 pessoas no primeiro dia e 95 no segundo dia de oficina no Rio de Janeiro

Agenda será realizada em outras cidades, abordando normas recentes do setor de planos de saúde

O diretor Rogério Scarabel fez a abertura da oficina e prestou orientações aos presentes / Divulgação
O diretor Rogério Scarabel fez a abertura da oficina e prestou orientações aos presentes / Divulgação

Normativas recentemente publicadas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) foram apresentadas e discutidas com atores do setor de planos de saúde e públicos de interesse esta semana, no Rio de Janeiro. A agenda abriu as oficinais regionais que a diretoria de Normas e Habilitação dos Produtos (DIPRO) vai realizar em várias cidades do país, até o fim de março, para esclarecer dúvidas e orientar a correta adequação do mercado.

Foram dois dias de oficina no Rio de Janeiro, realizada nesta terça e quarta-feira (12 e 13/02). No primeiro dia, 155 pessoas participaram e puderam esclarecer dúvidas sobre a nova metodologia de reajuste de planos individuais, monitoramento de rede assistencial e as novas regras para portabilidade de carências. No segundo dia, foram 95 participantes e os temas discutidos foram modelos assistenciais, processos de trabalho e a nova norma de atualização do Rol de Procedimentos. Entre os presentes, representantes de prestadores de serviço e de operadoras de planos de saúde. O evento foi transmitido ao vivo, via Periscope e as apresentações serão disponibilizadas no portal da ANS após a rodada de oficinas.

“O evento é importante para alinharmos o entendimento do setor e trabalharmos em prol do aprimoramento. O formato de oficina foi pensado para incentivar a participação e não deixar nenhuma dúvida de fora”, pontuou o diretor de Normas e Habilitação dos Produtos, Rogério Scarabel. O diretor-adjunto da área, Maurício Nunes, complementou que a Agência está atenta às dúvidas já sinalizadas pelo mercado. “Somente sobre portabilidade, recebemos 80 questionamentos, todos incluídos na apresentação da ANS para serem sanados pela área técnica”, informou.

1º dia

O gerente-geral da Estrutura dos Produtos, Rafael Vinhas, fez a introdução do primeiro tema e lembrou que a nova metodologia de reajuste dos planos individuais foi estudada por anos antes de ser regulamentada. “A normativa passou por todas as etapas do processo regulatório, com ampla participação da sociedade, mas é importante apresentá-la nesse espaço para jogar luz até sobre os pontos mais informais que os presentes queiram destacar”, argumentou.

A pauta foi conduzida pela gerente Econômico-Financeira e Atuarial dos Produtos, Daniele Rodrigues, e pelo coordenador da área, Bruno Morestrello, que apresentaram a linha do tempo da implantação da normativa, a metodologia de cálculo e o processo autorizativo que a operadora de plano de saúde deve realizar antes de aplicar o reajuste aos contratos – que desde 2017 é feito de forma eletrônica. A equipe técnica respondeu a dúvidas sobre o preenchimento das informações pelas empresas, o cálculo das variáveis econômicas, a possibilidade de antecipação do cálculo do reajuste e as simulações de índices por meio da nova fórmula.

O segundo tema do dia foi o sistema de preenchimento de alteração de rede e o monitoramento da rede hospitalar possível a partir da ferramenta. O sistema eletrônico foi implementado há quase um ano e a ANS quer utilizar o aplicativo para monitorar se a prestação de informações de rede credenciada ao beneficiário é fidedigna. A gerente de Acompanhamento Regulatório das Redes Assistenciais, Andreia Abib, explicou que a reguladora está dando o passo inicial ao monitorar a manutenção de rede e que a ferramenta trouxe a celeridade necessária ao processo.

A pauta que concluiu o primeiro dia foi sobre as novas regras de portabilidade de carências. O especialista em regulação Bruno Ipiranga detalhou as novidades da resolução normativa e a coordenadora de Mobilidade entre Produtos, Flávia Tanaka, apresentou todas as dúvidas prévias encaminhadas para a Agência, que foram agrupadas em tópicos para facilitar a explicação. Os temas questionados envolviam, principalmente, preenchimento de documentos pelos beneficiários, extensão das faixas de preço, compatibilidade de cobertura entre planos e rescisão de contrato.

A gerente de Manutenção e Operação dos Produtos, Fabricia Goltara, lembrou aos presentes que a nova normativa não contradiz normas de contratação da Agência e que há regras que prevalecem sobre a legislação do setor. Para facilitar o entendimento das principais mudanças da norma, a ANS está preparando perguntas e respostas para as operadoras e prestadores a partir das dúvidas elencadas e uma cartilha para os beneficiários.

2º dia

O segundo dia do evento contou com a participação de 95 pessoas. Na abertura, o diretor Rogério Scarabel apresentou o cronograma das próximas oficinas que acontecerão em Goiânia, Vitória, Ribeirão Preto, Curitiba e Fortaleza (confira o calendário no final do texto). O diretor-adjunto, Maurício Nunes, reforçou a importância dos temas discutidos, destacando que as operadoras têm demonstrado uma mudança de comportamento, “deixando de ser meramente intermediadoras financeiras e passando a focar no cuidado com o beneficiário”.

Na introdução do primeiro tema da oficina, Carla Soares, gerente-geral de Regulação Assistencial, falou sobre as apresentações. “Vamos fazer um apanhado de todo o caminho e monitoramento assistencial, como a Agência acompanha o olhar e atenção à saúde”. Teófilo Rodrigues, Gerente de Assistência à Saúde, também participou, ao lado da equipe, das apresentações e prestou esclarecimentos aos participantes.

A primeira apresentação, feita por Kátia Audi, gerente de Monitoramento Assistencial, teve como tema central os modelos assistenciais e a coordenação do cuidado: “O atual modelo não estimula o cuidado, e sim a produção”, alertou. O aumento das doenças crônicas (entre elas o câncer e a obesidade), além do envelhecimento populacional são alguns dos principais desafios do setor. Segundo ela, a operadora deve desenvolver práticas de monitoramento e avaliação de qualidade, além da utilização de indicadores. “Hoje, 50,1% das operadoras de planos médico hospitalares que estão ativas com beneficiários têm programas de Promoção e Prevenção”, concluiu.

Wilson Vieira Júnior, gerente de Direção Técnica, falou sobre o Plano de Recuperação Assistencial e de que maneira o aprimoramento dos processos de trabalho está promovendo a melhoria da assistência à saúde do beneficiário. Ele falou sobre a tríade da análise assistencial: atendimento ao beneficiário (comunicação), garantia de acesso (autorização) e gestão da rede (estrutura, comunicação) e apresentou cases de operadoras que apresentaram planos de recuperação eficazes e tiveram experiências bem-sucedidas.

Ana Cristina Martins, coordenadora de Regulação Assistencial, falou sobre o novo processo de atualização do Rol de Procedimentos que está em curso. Ela também mostrou como deve ser o preenchimento do FormRol (formulário eletrônico) e lembrou que as contribuições podem ser enviadas até o dia 04/05. Ana Cristina destacou que há critérios de elegibilidade que devem ser observados para que as propostas sejam consideradas e que essas informações estão disponíveis no site da ANS.

Confira as próximas datas e locais das oficinas DIPRO:

• 20 e 21/fevereiro – Goiânia (GO) – Ministério Público do Estado de Goiás
• 27 e 28/fevereiro – Vitória (ES) – Universidade Federal do Espírito Santo (UFES)
• 12 e 13/março – Ribeirão Preto (SP) – Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto
• 20 e 21/março – Curitiba (PR) – Companhia Paranaense de Energia (Copel)
• 26 e 27/março – Fortaleza (CE) – Universidade de Fortaleza (Unifor)

Seguros de pessoas cresce 9,4% em 2018 e movimenta R$ 41,4 bilhões, segundo FenaPrevi 308

Seguros de pessoas cresce 9,4% em 2018 e movimenta R$ 41,4 bilhões, segundo FenaPrevi

Seguros de vida, prestamista e de acidentes pessoais foram os produtos mais contratados pelo consumidor no período. Indenizações pagas aos segurados somaram R$ 9 bilhões

As contratações de seguros para riscos pessoais (seguro de vida, seguro de acidentes pessoais, prestamista, entre outras modalidades) somaram R$ 41,4 bilhões em 2018. O valor foi 9,4% superior aos R$ 37,9 bilhões registrados em 2017, segundo dados da FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), entidade que representa 67 seguradoras e entidades abertas de previdência complementar no país.

Segundo dados da Federação, no mesmo período, as indenizações pagas pelas seguradoras totalizaram R$ 9 bilhões contra R$ 8,7 bilhões em 2017. “Os seguros de pessoas são instrumentos importantes de proteção social e ajudam a preservar as conquistar materiais e financeiras das famílias”, diz Jorge Nasser, novo presidente eleito da FenaPrevi para o triênio 2019-2021.

Na análise por modalidade de produto, o seguro de vida (grupo e individual) se firmou como a maior carteira do mercado de seguros de pessoas com 39% dos prêmios arrecadados (valor pagos pelos segurados para contratar a proteção dos seguros).

O seguro de vida em grupo, oferecido pelas empresas como benefício para seus funcionários, movimentou R$ 11,5 bilhões em 2018, resultado 6% superior aos R$ 10,9 bilhões em 2017. Já na categoria vida individual, os prêmios foram de R$ 3,5 bilhões e a alta foi de 24% em relação aos R$ 2,8 bilhões verificados em 2017.

A seguro de proteção financeira (prestamista) que representa 30% do setor também apresentou resultado positivo. A modalidade movimentou R$ 11,3 bilhões em 2018, resultado 19% superior aos R$ 9,5 bilhões em 2017. “A retomada do crédito e melhora das vendas no varejo impulsionaram esta modalidade de seguros, que cobre o pagamento das parcelas de compras feitas a prazo, no caso de perda de emprego sem justa causa pelo titular da apólice”, avalia Nasser.

Segundo a FenaPrevi, o seguro de acidentes pessoais, com a terceira maior representatividade do total de prêmios (15%) no acumulado, também estiveram entre os produtos mais contratados no acumulado de 2018. Os prêmios somaram R$ 5,6 bilhões, enquanto que no ano anterior o total acumulado foi de R$ 5,3 bilhões.

O resultado do seguro auxílio funeral também foi positivo, segundo a federação. As contratações totalizaram R$ 602,2 milhões em prêmios, alta de 10,44% em 2018. No ano anterior, os prêmios foram de R$ 545,3 milhões.

Ainda de acordo com FenaPrevi, os seguros com coberturas para casos de doenças graves e terminais, também estiveram entre os produtos mais contratados no acumulado de 2018. Os prêmios somaram R$ 858,8 milhões, enquanto que no ano anterior o total acumulado foi de R$ 765,7 milhões.