Resiliência: um caminho para o sucesso 488

Resiliência: um caminho para o sucesso

Confira artigo de Geraldo Almeida Lima, presidente do Sindicato Nacional das Empresas de Odontologia de Grupo (SINOG)

Geraldo Almeida Lima é presidente do Sinog / Divulgação
Geraldo Almeida Lima é presidente do Sinog / Divulgação

Resiliência é a palavra do momento. O vocábulo é usado nas mais diversas situações e não poderia ser diferente. Em um cenário econômico conturbado como o que estamos vivendo nos últimos anos, quem não desenvolveu a capacidade de lidar e superar os desafios e se adaptar às mudanças, certamente sucumbiu.

Quantas histórias ouvimos de empresas que deixaram de operar, “baixaram as portas”, porque não conseguiram resistir à crise? Ao passo que também tomamos conhecimento de outras que justamente nos momentos mais adversos conseguiram reverter uma situação e cresceram? Claro que os motivos que levam um empreendedor a desistir do seu projeto são diversos e muitas vezes maiores do que a própria vontade de continuar. Mas, certamente aqueles mais resilientes, que conseguem entender a necessidade de se adaptar a uma nova realidade têm mais chances de “vencer”.

Com uso cada vez mais intenso e constante da inteligência artificial, Machine Learning, IoT e outras tecnologias disruptivas, os profissionais, independentemente da área de atuação, em algum momento terão que descobrir e aperfeiçoar novas habilidades, além de se adaptarem a um novo cenário, se quiserem continuar no mercado de trabalho. Se analisarmos friamente e superficialmente, podemos pensar que essas novas tecnologias podem tirar o emprego das pessoas. E de fato é possível que isso aconteça. Mas, por outro lado, elas também viabilizam o desenvolvimento do ser humano. Em pleno século 21, é inconcebível que alguém que foi contratado para apertar parafusos em uma fábrica se contente com isso a vida inteira e não busque fazer algo novo ou pelo menos de uma maneira diferente. Para este tipo de pensamento e comportamento não existe mais espaço.

A mesma coisa ocorre no segmento da Odontologia Suplementar, que há alguns anos vem mostrando um crescimento interessante, conquistando cada vez mais clientes satisfeitos e, consequentemente, aprimorando constantemente a qualidade dos serviços prestados. Justamente por isso, tende a continuar crescendo. Em algum momento fomos ou ainda seremos convidados a “repensar” nossa atuação e, desta forma, escolhermos o caminho que desejamos seguir. Se optarmos pela adaptação teremos boas chances de alcançar o sucesso.

Somos um universo variado constituído de operadoras, seguradoras, autogestões, cooperativas e demais modalidades, todos convivendo intrinsicamente e, assim como qualquer outro setor ou segmento, precisamos nos adaptar a um novo cenário cada vez mais desafiador, que exige a todo momento que nos inventemos para atender a um público em constante transformação e que não aceita nada menos que excelência.

Já sabemos o caminho. Mas, infelizmente, só saber não basta para reverter uma situação. Ninguém adquire experiência ao ler ou assistir alguma coisa. A ação é a única responsável pela mudança, que muitas vezes nada mais é do que uma adaptação. Adaptar-se é condição essencial da humanidade. Quem não tem a capacidade de se adequar às constantes transformações do mundo, terá bem menos chances de “sobreviver”.

E com base na “Teoria da Evolução”, de Charles Darwin, que defende que não é o mais esperto ou inteligente que sobrevive e sim aquele que melhor se adapta, durante a 14ª edição do Simpósio de Planos Odontológicos (SIMPLO) trataremos a temática Resiliência e Adaptação: os caminhos para a sobrevivência da Odontologia Suplementar.

*Geraldo Almeida Lima é presidente do Sindicato Nacional das Empresas de Odontologia de Grupo (SINOG)

Como a Internet das Coisas (IoT) pode afetar o mundo dos seguros? 613

Como a Internet das Coisas (IoT) pode afetar o mundo dos seguros?

Confira artigo de Fernando Hambra, Vicepresident Small Commercial da Chubb na América Latina

Fernando Hambra é Vicepresident Small Commercial da Chubb na América Latina / Divulgação
Fernando Hambra é Vicepresident Small Commercial da Chubb na América Latina / Divulgação

Muito tem se falado recentemente sobre o impacto que a IoT (“Internet of Things” em sua sigla em inglês) poderia ter em diferentes áreas de nossas vidas. Se levarmos essa questão para os seguros veremos que, sem dúvida, a relação entre clientes e seguradoras será transformada através desse modelo, gerando um novo mundo de oportunidades para o setor de seguros.

Qual seria o potencial das oportunidades nas companhias de seguros?

É cada vez mais comum ver que certos tipos de seguros estão sendo comercializados online. Esse tipo de distribuição nos permite fornecer uma série de serviços interconectados para mitigar os riscos relacionados a casa, automóvel, comércios, serviços e saúde, o que facilita que os clientes e seguradoras estejam mais alinhados na prevenção de perdas e, além disso, promove a criação de produtos de acordo com as necessidades de cada cliente.

Do ponto de vista tecnológico, isso significa implementar plataformas flexíveis que suportem subscrição e taxas com base em dados da IoT, alterando os processos de TI para serem implementados de forma mais rápida e eficiente, bem como gerenciando ameaças de segurança de forma rápida e proativa.

Do ponto de vista cultural, você precisa estar mais disposto a experimentar novas alternativas e aprender rapidamente com os resultados, aplicando as melhorias necessárias.

As seguradoras podem começar a usar a IoT a partir de uma análise das necessidades dos clientes, definindo uma proposta de valor para cada um deles. Produtos sob medida devem ser entregues fornecendo uma visão geral de todos os riscos que podem afetar os segurados a partir dos dados coletados através da IoT.

Entre outros, os benefícios para os segurados consistem em melhorar seus riscos, trabalhar na prevenção de acidentes, interromper as perdas antecipadamente e implementar a manutenção preventiva.

Entre as vantagens para as seguradoras, podemos destacar a oportunidade de sermos mais eficientes com a possibilidade de colocar preços, variáveis e indicadores que deem uma melhor precisão ao subscrever um risco. As seguradoras que demorarem na integração de suas bases de dados e informações da IoT para modelos de subscrição poderão correr riscos de antisseleção, afetando, assim, sua rentabilidade.

Finalmente, como seguradoras, esperamos que a IoT seja uma impulsionadora do crescimento das receitas e ajude na lucratividade da indústria, junto com um serviço mais eficiente e personalizado para os nossos segurados.

Resseguro em evidência e Encontro da Lojacorr são destaques na Revista JRS 1255

Confira a edição 224 da publicação mensal

O JRS busca fomentar conhecimento e a cultura do seguro no Brasil. Há quase 20 anos, este objetivo é perseguido por uma equipe assídua, que visa inovação e novas formas de trazer sempre a melhor informação sobre este universo, conectando os profissionais do setor e mostrando ao público a relevância social existente por trás de uma proteção securitária.

Esta edição apresenta justamente isso. Vivemos a era do compartilhamento e o mercado segurador demonstrou isso em diversas oportunidades, como na 6ª Convenção Nacional da Rede Lojacorr e no 8º Encontro de Resseguro do Rio de Janeiro. Este último, com cobertura especial, garantida pela Icatu Seguros, a maior seguradora independente nos segmentos de Vida e Previdência do Brasil.

Aprecie e ajude a disseminar os nossos conteúdos e faça parte dessa história. Porque aqui o Seguro é Sem Mistério!

A internet vai acabar com o corretor de seguros? 530

A internet vai acabar com o corretor de seguros?

Profissionais devem apostar na força do marketing digital para garantir expansão dos negócios

A profissão de corretor de seguros tem evoluído muito nos últimos anos, e isso é notável tanto para quem ingressou na área recentemente, quanto para aqueles que pertencem à categoria desde o tempo em que as propostas eram preenchidas e protocoladas manualmente.

No entanto, esta não é uma exclusividade do ramo, já que a tendência é que todas as profissões sejam afetadas pela modernização, em maior ou menor grau. As empresas mudam, os clientes mudam, e, consequentemente, a forma de fazer negócios também muda. Por que, então, o corretor de seguros deveria permanecer estático?

Seja qual for a área de negócio, estar atento as mudanças e ser flexível a elas, é uma necessidade indispensável a sobrevivência num mercado cada vez mais competitivo. O mundo hoje é dinâmico, rápido e as pessoas acompanham esse ritmo, buscando rapidez e agilidade em basicamente tudo, desde a hora de alimentar-se, solicitar meio de transporte, fazer compras e até mesmo na contratação de serviços.

E é claro que quando se fala em rapidez e agilidade, não podemos deixar de falar na internet. Hoje, estar presente na web não é mais um diferencial, mas sim uma obrigação a qualquer empresa que deseja manter-se ativa e relevante no mercado. Mas, como isso impacta os profissionais de seguros?

Impacta muito. Você, provavelmente, já deve ter ouvido queixas a respeito de como a internet tem prejudicado os corretores de seguros, não é mesmo? Está cada vez mais fácil contratar um seguro sem sequer sair de casa, totalmente online e, geralmente, com um preço bastante inferior. Isso acontece muito nas seguradoras ditas como digitais, sem intermediários. No entanto, é preciso estar atento, uma grande parte destas “seguradoras” não são regulamentadas pela SUSEP e vendem proteção veicular como se fosse seguro, o que definitivamente não são a mesma coisa.

A internet não é de forma alguma prejudicial, mas, não saber utilizá-la a seu favor certamente é. Quando um simples usuário da internet pesquisa “seguro de automóvel barato”, garantir que ele encontre respostas no seu site é um grande primeiro passo para a possível concretização de uma venda. Para isso, profissionais de seguro devem sim investir nos meios digitais como forma de propulsão dos seus negócios.

E não pense que isso exige grandes investimentos. O custo das estratégias de marketing digital é significativamente menor quando comparado as estratégias convencionais. Os resultados, em contrapartida, são muito maiores, fazendo valer o custo-benefício.

Quando se trata de marketing digital, não há distinção entre o tamanho da empresa ou a quantidade de clientes que ele já tem, os resultados são igualmente positivos e devem, sim, ser uma aposta para o crescimento rápido e saudável da organização. Ao utilizar as estratégias corretas, além de atrair clientes em potencial, sua empresa torna-se capaz de concretizar mais negócios, alcançar uma região muito mais ampla de atuação e principalmente, criar um relacionamento de longo prazo com os mesmos.

Não se trata de ver a internet como uma ameaça, pois, ela realmente não é. A verdadeira ameaça é permanecer estático frente as transformações, recusando-se a mudar, quando todo o cenário em volta está mudando. Muito mais do que um vendedor, o corretor de seguros é um consultor, e quem desempenha essa tarefa com qualidade terá sempre o seu espaço garantido.

*Artigo produzido em parceria com a Agência Oblige (www.oblige.com.br).

Como o IELTS pode abrir portas para uma carreira internacional de sucesso 257

Como o IELTS pode abrir portas para uma carreira internacional de sucesso

Saiba em quais circunstâncias e para quem o principal exame internacional de proficiência em língua inglesa é indicado

O primeiro passo em direção a uma carreira internacional bem-sucedida é comprovar seu nível de conhecimento da língua inglesa. O IELTS, do British Council, é o exame de proficiência de inglês mais reconhecido internacionalmente, aceito em mais de 10 mil instituições de 140 países e, justamente por isso, o preferido pelos candidatos. Apenas no ano passado, mais de 3 milhões de pessoas no mundo inteiro prestaram o IELTS, fazendo dele o líder global no segmento.

Garantir uma boa pontuação no IELTS abre diversas portas, e não somente das mais conceituadas universidades internacionais. O teste também é exigido em processos migratórios e até mesmo como requisito para vagas de emprego fora do Brasil. “Hoje em dia é cada vez maior o número de empresas internacionais que pedem o IELTS para candidatos a posições internacionais”, aponta Adriana Colossio, Gerente Nacional de Avaliação do British Council.

Confira, a seguir, 5 situações em que o IELTS é peça chave para alavancar sua carreira internacional:

  1. Para ingressar nas melhores universidades, incluindo as dos Estados Unidos. Estudar no exterior é o grande passo para garantir seu espaço no mercado global de trabalho. Das mais de 10 mil organizações no mundo que aceitam o IELTS para comprovar o nível de proficiência do aluno em língua inglesa, aproximadamente 9 mil são universidades. Ou seja, o grande foco de quem presta o exame é estudo – entre cursos de graduação, MBA, mestrado e doutorado. Há, no entanto, um grande mito de que o IELTS é melhor para quem quer estudar na Europa. Não é verdade. Dessas 9 mil instituições de ensino, quase 4 mil estão nos Estados Unidos. Das 10 melhores universidades norte-americanas pelo ranking da U.S. News & World Report, 8 aceitam o IELTS.
  1. Para estudar, trabalhar e morar no Canadá. Hoje, o Canadá é o país que mais oferece oportunidades de estudo e trabalho para o brasileiro. Quem quer aproveitar estas portas abertas presta o IELTS, o exame mais aceito no país, seja para estudar, trabalhar e até mesmo para o processo de visto. “O que acontece no Canadá é um pouco diferente da maioria dos países. Para morar lá e fazer um curso básico, inicialmente, não há necessidade de comprovar o nível de inglês, mas, uma vez lá, se a pessoa quiser continuar os estudos ou então trabalhar precisa do IELTS”, diz Colossio. No Canadá, o British Council tem cerca de 60 centros que aplicam o exame.
  1. Para se candidatar a vagas de trabalho no exterior. Cresce o número de empresas globais e em diversos segmentos que pedem o IELTS para comprovar o nível de inglês de quem se candidata para vagas internacionais. Hoje, cerca de mil empresas multinacionais com escritórios espalhados pelo planeta trabalham desta forma. Alguns exemplos: Unilever, PriceWaterHouse Coopers, Dion Global Solutions, Air New Zealand, Shell International, LG Electronics e Samsung Group.
  1. Para o processo de imigração de diversos países. Além do Canadá, os governos do Reino Unido, Nova Zelândia, Austrália e Irlanda exigem o IELTS para o processo de visto. A prova é idêntica à prestada com finalidade acadêmica ou de trabalho, mas há um protocolo de segurança ainda mais rígido. Tanto o candidato quanto a equipe examinadora são filmados durante todo o período do teste, registro que o British Council deve manter por ao menos 3 anos e ocasionalmente disponibilizar ao órgão responsável pela emissão de visto. Por conta disso, no Brasil ele é feito apenas em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.
  1. Para turbinar o currículo e aumentar a empregabilidade no Brasil. Em algumas áreas de trabalho, como na de educação, especialmente para o ensino de línguas, ter um certificado é importante. Ter o IELTS, exame reconhecido globalmente pelo rigor de resultados e segurança à prova de fraudes, dá um status diferenciado. Afinal, trata-se de um exame feito com supervisão muito rígida, em que as entrevistas são muito bem controladas e os examinadores intensamente treinados e auditados. Por isso, a credibilidade do IELTS é muito alta. Em um mercado de trabalho tão competitivo como o atual, ter no currículo a comprovação do nível de inglês por um exame assim é um diferencial mesmo em outras áreas que não sejam a da educação.

British Council aplica o IELTS em todas as regiões do Brasil

O IELTS é o exame de proficiência em língua inglesa desenvolvido pelo British Council, reconhecido por mais de 10 mil organizações de 140 países. No Brasil, o British Council aplica o IELTS em 17 cidades espalhadas pelas 5 regiões do país, em locais com infraestrutura moderna, bem localizados e que oferecem conforto e tranquilidade para o candidato, além de equipe treinada e altamente qualificada. São 48 sessões anuais para a versão em papel do exame – nas grandes capitais do país é possível agendar datas praticamente semanalmente, ao longo de todo o ano. Já a versão em computador, recentemente lançada pelo British Council, oferece grande flexibilidade nas datas, com sessões quase que diariamente nos próximos meses.

Ao agendar o IELTS com o British Council, os candidatos têm acesso a uma série de recursos preparatórios – muitos deles gratuitos – preparados por especialistas no ensino de língua inglesa. O conteúdo inclui desde provas simuladas, curso online, vídeo explicativo e até aplicativos para dispositivos móveis. O curso Road to IELTS, por exemplo, oferece aos candidatos 30 horas de aulas inteiramente grátis. São 9 tutoriais, mais de 100 atividades interativas e 2 simulados para cada habilidade testada (Speaking, Listening, Writing e Reading). Para conhecer os conteúdos preparatórios para IELTS do British Council, basta acessar este site.

Há ainda, porém pago, o IELTS SOS, para quem precisa de um reforço extra de última hora. São aulas online ao vivo destinadas a cada uma das habilidades avaliadas na prova, destinadas a ajudar o candidato a ganhar mais confiança e esclarecer dúvidas pontuais com os professores especialistas do British Council.

O agendamento do IELTS é feito online neste site.

14º Simpósio de Planos Odontológicos aborda resiliência e adaptação 332

14º Simpósio de Planos Odontológicos aborda resiliência e adaptação

Temáticas serão abordadas por profissionais de diferentes áreas, que mostrarão aos participantes as transformações que permeiam a Odontologia Suplementar

Inspirado no tema Resiliência e adaptação: os caminhos para a sobrevivência da Odontologia Suplementar, o Sindicato Nacional das Empresas de Odontologia de Grupo (Sinog) realiza a 14ª edição do Simpósio de Planos Odontológicos (Simplo), que ocorrerá nos dias 9 e 10 de maio, no Centro Fecomércio de Eventos, em São Paulo.

Na ocasião, profissionais de diferentes áreas como Amyr Klink, Zeina Latif, Gustavo Zobaran, Lorelay Fox, Demetrio Teodorov, Gil Giardelli, entre outros, mostrarão aos participantes a importância da resiliência e adaptação para a vida, especialmente à Odontologia Suplementar. “O Simplo é uma grande oportunidade para a troca de experiências e disseminação de conhecimentos entre os profissionais que atuam no mercado de planos odontológicos, visto que é o mais importante evento brasileiro direcionado ao segmento”, afirma Geraldo Almeida Lima, presidente do Sinog, enfatizando que as temáticas deste ano estão diretamente relacionadas às transformações que permeiam o mercado e têm permitido o contínuo crescimento da Odontologia Suplementar.

A programação do Simplo inclui sete painéis, divididos entre os dois dias, para proporcionar formas disruptivas de enxergar a Odontologia Suplementar, a fim de permitir a consolidação e adaptação do segmento frente aos consumidores cada vez mais conscientes. Além do Fórum Temático, que este ano abordará a Lei Geral de Proteção de Dados, oferecendo orientação especializada ao segmento. “Buscamos trazer pessoas que, por meio de histórias de vidas próprias e expertise, mostram que entendem o significado e a importância da resiliência e adaptação. Por isso, acreditamos que elas conseguirão transmitir ao público conhecimentos que poderão ser aplicados no cotidiano de todos, seja no âmbito pessoal ou profissional”, explica Lima.

O Simplo deste ano foi inspirado em um dos princípios da Teoria de Charles Darwin sobre a Evolução das Espécies, que se refere àqueles que melhor se adaptam ao ambiente têm mais chances de sobrevivência. Desta forma, é imprescindível que cada um dentro do cenário da Odontologia Suplementar se aproprie de suas diferenças, faça disso sua força e tenha resiliência para crescer com solidez, mesmo que o ambiente seja adverso.

Dia 9 de maio (quinta-feira)

Painel inaugural: O desafio de se reinventar – Amyr Klink.
Painel Tecnologias disruptivas: derrubando padrões – Gustavo Zobaran, gerente de Digital da Porto Seguro; e Demetrio Teodorov, superintendente de Inovação & Futurista da Alelo.
Painel Comportamento do consumidor: como se adaptar a este novo cliente – Marcelo Vergilio Paganini de Toledo, consultor em inteligência de mercado e professor da ESPM.
Painel Mercado Os caminhos para a sobrevivência da Odontologia Suplementar – Luiz Henrique Mandetta, Ministro da Saúde (a confirmar); Leandro Fonseca, diretor-presidente substituto da ANS; José Cechin, diretor executivo da FenaSaúde; e José Alves de Souza Neto, presidente da Uniodonto do Brasil.

Dia 10 de maio (sexta-feira)

Painel Diversidade – Lorelay Fox, youtuber e digital influencer.
Painel Inovação – Gil Giardelli, difusor de conceitos e atividades ligados à inovação.
Painel de Encerramento – Zeina Latif, economista-chefe da XP Investimentos.