Resiliência: um caminho para o sucesso 600

Resiliência: um caminho para o sucesso

Confira artigo de Geraldo Almeida Lima, presidente do Sindicato Nacional das Empresas de Odontologia de Grupo (SINOG)

Geraldo Almeida Lima é presidente do Sinog / Divulgação
Geraldo Almeida Lima é presidente do Sinog / Divulgação

Resiliência é a palavra do momento. O vocábulo é usado nas mais diversas situações e não poderia ser diferente. Em um cenário econômico conturbado como o que estamos vivendo nos últimos anos, quem não desenvolveu a capacidade de lidar e superar os desafios e se adaptar às mudanças, certamente sucumbiu.

Quantas histórias ouvimos de empresas que deixaram de operar, “baixaram as portas”, porque não conseguiram resistir à crise? Ao passo que também tomamos conhecimento de outras que justamente nos momentos mais adversos conseguiram reverter uma situação e cresceram? Claro que os motivos que levam um empreendedor a desistir do seu projeto são diversos e muitas vezes maiores do que a própria vontade de continuar. Mas, certamente aqueles mais resilientes, que conseguem entender a necessidade de se adaptar a uma nova realidade têm mais chances de “vencer”.

Com uso cada vez mais intenso e constante da inteligência artificial, Machine Learning, IoT e outras tecnologias disruptivas, os profissionais, independentemente da área de atuação, em algum momento terão que descobrir e aperfeiçoar novas habilidades, além de se adaptarem a um novo cenário, se quiserem continuar no mercado de trabalho. Se analisarmos friamente e superficialmente, podemos pensar que essas novas tecnologias podem tirar o emprego das pessoas. E de fato é possível que isso aconteça. Mas, por outro lado, elas também viabilizam o desenvolvimento do ser humano. Em pleno século 21, é inconcebível que alguém que foi contratado para apertar parafusos em uma fábrica se contente com isso a vida inteira e não busque fazer algo novo ou pelo menos de uma maneira diferente. Para este tipo de pensamento e comportamento não existe mais espaço.

A mesma coisa ocorre no segmento da Odontologia Suplementar, que há alguns anos vem mostrando um crescimento interessante, conquistando cada vez mais clientes satisfeitos e, consequentemente, aprimorando constantemente a qualidade dos serviços prestados. Justamente por isso, tende a continuar crescendo. Em algum momento fomos ou ainda seremos convidados a “repensar” nossa atuação e, desta forma, escolhermos o caminho que desejamos seguir. Se optarmos pela adaptação teremos boas chances de alcançar o sucesso.

Somos um universo variado constituído de operadoras, seguradoras, autogestões, cooperativas e demais modalidades, todos convivendo intrinsicamente e, assim como qualquer outro setor ou segmento, precisamos nos adaptar a um novo cenário cada vez mais desafiador, que exige a todo momento que nos inventemos para atender a um público em constante transformação e que não aceita nada menos que excelência.

Já sabemos o caminho. Mas, infelizmente, só saber não basta para reverter uma situação. Ninguém adquire experiência ao ler ou assistir alguma coisa. A ação é a única responsável pela mudança, que muitas vezes nada mais é do que uma adaptação. Adaptar-se é condição essencial da humanidade. Quem não tem a capacidade de se adequar às constantes transformações do mundo, terá bem menos chances de “sobreviver”.

E com base na “Teoria da Evolução”, de Charles Darwin, que defende que não é o mais esperto ou inteligente que sobrevive e sim aquele que melhor se adapta, durante a 14ª edição do Simpósio de Planos Odontológicos (SIMPLO) trataremos a temática Resiliência e Adaptação: os caminhos para a sobrevivência da Odontologia Suplementar.

*Geraldo Almeida Lima é presidente do Sindicato Nacional das Empresas de Odontologia de Grupo (SINOG)

Ketchum é a nova agência de relações públicas da Europ Assistance Brasil 487

Ketchum é a nova agência de relações públicas da Europ Assistance Brasil

Líder em assistência para automóveis, seguro viagem e serviços pessoais, a empresa tem entre seus principais parceiros seguradoras, bancos, financeiras e locadoras de veículos

A Ketchum, agência global de comunicação com atuação em mais de 70 países, é a nova agência de relações públicas da Europ Assistance Brasil, empresa do Grupo Europ Assistance, pioneiro em assistência 24 horas e líder mundial neste segmento, com mais de 50 anos de experiência.

A Europ Assistance atua no Brasil há mais de duas décadas, com foco em cinco linhas de negócios: automóveis, viagens, saúde, residencial e concierge. Com uma ampla rede de prestadores de serviços, atendeu, somente em 2019, mais de 900 mil chamadas de usuários. Sua operação no mercado envolve parcerias de negócios com seguradoras, bancos, financeiras, locadoras e montadoras de veículos, fabricantes de eletrodomésticos, operadoras de telefonia e varejistas.

Em 2014, a Europ Assistance deu um importante passo para ampliar sua gama de soluções tecnológicas voltadas à mobilidade ao adquirir 100% da CEABS, uma das maiores empresas de rastreamento e gestão de frotas do Brasil.

Como agência de PR, o principal desafio da Ketchum é alavancar resultados de negócios por meio de ações estratégicas de comunicação capazes de conectar pessoas e gerar impactos positivos relevantes. O atendimento da conta será feito por Amanda Cruz, sob coordenação de Jaqueline Frederes e direção de Mônica Brissac.

Por que contratar seguro para a gestão dos riscos de serviços profissionais 592

Rodrigo Granetto é Diretor Regional de Professional Indemnity da Chubb America Latina

Confira artigo de Rodrigo Granetto, Diretor Regional de Professional Indemnity da Chubb America Latina

Por muito tempo, na América Latina, as atividades profissionais desfrutaram de visível respeito na sociedade e algumas chegavam a ser reverenciadas por toda a opinião pública. Advogados, médicos e engenheiros, por exemplo, podiam atuar livremente sem o receio de serem questionados, pois suas habilidades eram amplamente reconhecidas pelo simples motivo de que possuíam um diploma que lhes conferia grande prestígio.

Mas, nas últimas décadas, essa realidade foi profundamente transformada por conta do processo de globalização e por influência da cultura internacional de reparação de danos. A intensidade do processo foi tal que, hoje, todas as atividades profissionais passaram a ser vistas igualmente na região como mera prestação de serviços remunerados.

Com base nessa nova visão, as pessoas passaram a não mais tolerar qualquer forma de erro no exercício profissional e, por isso, já não demonstram qualquer receio em procurar a justiça em busca de reparação quando se julgam contrariadas em seus direitos de consumidor. Aliás, na América Latina, essa nova compreensão consolidou leis particularmente severas, que suscitam decisões quase sempre em prol do consumidor.

Agora, um só erro profissional pode colocar em cheque as atividades de toda uma empresa de serviços. Basta, por exemplo, que um escritório de advocacia perca o prazo em uma ação judicial de alto valor. Ou que uma firma de engenharia incorra em um erro de cálculo ou ainda que uma agencia de turismo não informe a necessidade de vacina para seu cliente. São eventos que podem gerar não apenas prejuízos insuportáveis aos profissionais, mas também danos à reputação por conta da propaganda negativa na mídia e redes sociais.

Tendo em vista que falhas profissionais, de fato, ocorrem, as empresas prestadoras de serviços começaram a perceber que precisam estar preparadas financeiramente para reparar o consumidor de acordo com a nova realidade. Trata-se, contudo, de uma tarefa complexa, pois, entre outros aspectos, os valores de indenização podem variar em mais de 1 mil%, sobretudo em função do que é compreendido como dano moral. Assim, como atender esses novos direitos do consumidor? A resposta para essa importante pergunta foi encontrada no mercado de seguros.

Uma grande missão para corretores e seguradoras

Ao mesmo tempo em que, a partir da segunda metade do século 20, cresceu no ocidente a conscientização acerca dos direitos dos consumidores, seguradoras de vários países se dispuseram a estudar e assumir riscos associados com os prestadores de serviços. Dessa forma, o seguro de Responsabilidade Civil (RC) Profissional, também conhecido como Errors & Omissions (E&O), ganhou força e rapidamente chegou à América Latina.

Com o tempo, essa importante proteção amadureceu. Hoje, entre outros benefícios, a apólice pode cobrir gastos com advogados, efetuar a devida indenização nos eventos de responsabilização, custear ações de comunicação para defender a imagem do profissional prejudicado pelo evento e contribuir com a gestão dos riscos envolvidos.

O corretor de seguros, em particular, tem exercido um papel essencial, ao buscar compreender com profundidade os riscos do segurado para, em seguida, recomendar ações preventivas em conjunto com uma apólice sob medida. Para essa tarefa, muitos têm obtido sucesso ao escolher seguradoras sólidas e experientes a fim de estabelecer parcerias longevas, com base em uma visão global.

A Chubb Seguros, em especial, oferece o RC Profissional na América Latina desde o início dos anos 2000. As soluções apresentadas atendem praticamente todas as profissões por meio de apólices customizadas para advogados, engenheiros, médicos, arquitetos, empresas de mídia, agentes de viagem, operadores de turismo, notários, corretores e várias outras. A companhia também dispõe de um produto denominado Miscellaneous, que se adequa a todas as demais categorias que não demandam uma apólice com clausulado específico.

Assim, por proteger o profissional e, consequentemente, os direitos do consumidor, a contratação desse seguro hoje representa um importante diferencial competitivo para o fornecedor de serviços. Essa é uma oportunidade que pode ser levada ao conhecimento de milhões de profissionais da América Latina. Por isso, uma das maiores missões dos corretores e seguradoras é fazer com que essa mensagem se dissemine em toda a região, onde a expansão do seguro de RC Profissional está apenas no começo.

4 passos para maximizar suas vendas em aplicativos 426

Rafael Martins é CEO da LifeApps / Divulgação

Confira artigo de Rafael Martins, CEO da LifeApps

Os hábitos dos consumidores mudaram drasticamente nos últimos anos. E isso se deve, sobretudo, à tecnologia, que permite um fácil acesso às informações em tempo real e também cria formas eficientes de realizar compras, como o e-commerce e, mais recentemente, os dispositivos móveis. É cada vez maior o número de pessoas que acessa à internet por meio dos seus smartphones e tablets. Isso porque a evolução tecnológica possibilita boas experiências de navegação sem precisar acessar um desktop. Dado este cenário, é preciso investir na maximização das vendas nos aplicativos. A seguir, listo três passos para evoluir essa estratégia.

  1. Crie conteúdo personalizado – os usuários adoram conteúdo personalizado para uma imersão. Quanto maior for a capacidade de proporcionar uma experiência única, maiores são as chances de ter sucesso no mercado. E essa personalização pode se basear no interesse, nos comportamentos, na localização, na cultura, entre outros fatores. O uso de um aplicativo para dispositivos móveis permite que os usuários definam claramente suas preferências desde o início, informando dados que você pode explorar para entregar conteúdo personalizado. O aplicativo observará o envolvimento e o comportamento para oferecer recomendações personalizadas e atualizações de produtos para usuários, dependendo de sua localização e em tempo real.
  1. Recursos dos smartphones e tablets – os aplicativos para dispositivos móveis têm uma vantagem adicional, você pode codificar um app para utilizar vários recursos como a câmera para escanear tipos de códigos de barras e o GPS para se conectar a mapas e a outros serviços que podem ser utilizados para propósitos diferentes. Outra vantagem adicional é que os recursos do dispositivo podem reduzir significativamente o tempo que os usuários levam para iniciar e executar uma ação e, fundamentalmente, mudam a maneira como eles interagem com o dispositivo e seus aplicativos. Além disso, as plataformas de codificação dos sistemas iOS, Android, Xamarin e Hybrid possuem todos os recursos e padrões distintos que os desenvolvedores de apps móveis utilizam para otimizar a experiência do usuário.
  1. Atualizações instantâneas – a capacidade de enviar notificações instantâneas e não intrusivas aos usuários é uma das principais razões pelas quais as empresas devem investir em um aplicativo. Esse é um recurso muito interessante para estimular as vendas da sua loja online. As notificações são recebidas quando um usuário abre um app em seu dispositivo.
  2. Push Notifications – são recebidas nos dispositivos independentemente de um usuário abrir um app ou não. Além disso, você pode enviar atualizações regulares via Play Store, App Store e Windows Store para o seu aplicativo, mantendo-o atualizado em todos os momentos com os recursos mais recentes. Isso permite que você promova produtos e serviços, aumentando regularmente suas vendas e lucros.

Após a consolidação do e-commerce, a migração para os dispositivos móveis é apenas uma consequência da evolução tecnológica somado aos novos hábitos dos consumidores. Em razão destes fatores, vislumbra-se a importância de investir, cada vez mais, nas vendas mobile para fornecer experiências personalizadas aos clientes. Seguindo este passo a passo, a estratégia de vendas nos aplicativos das lojas online é muito mais assertiva e maximizada!

*Rafael Martins é CEO da LifeApps, empresa do Grupo Máxima responsável por plataformas de e-commerce.

Parcerias digitais são capazes de atuar como consultoras para seguradoras em expansão 596

Rossana Costa é diretora da GEO / Divulgação

Confira artigo de Rossana Costa, diretora da GEO

O dicionário Houaiss define o consultor como aquele que “tem a função de aconselhar, emitir parecer técnico sobre determinado assunto de sua especialidade e/ou sugerir soluções”. Apesar dos enormes avanços tecnológicos em automação e inteligência artificial no setor de seguros, o trabalho de consultoria técnica do meio digital aparece entre as prioridades de corretores, seguradoras e da indústria como um todo.

Se antigamente o pensamento vigente era o de desenvolver todos os processos necessários de forma interna, com a atual expansão de mercados securitários essa obrigação ganhou mais complexidade em um mundo cada vez mais imediato e com exigência pela inovação. Nesse sentido, o suporte externo de empresas que oferecem soluções de rápida integração com a estrutura das grandes corporações virou um dos novos pilares da transformação digital.

No mercado de seguros, parte desta transformação veio das chamadas insurtechs, empresas de tecnologia que se propõem a resolver desafios do mercado de seguros com desenvolvimento ágil, geralmente com soluções digitais e baseadas em big data. Por conta destas características, tornou-se comum que seguradores busquem aliar-se a essas empresas para terceirizar ou incorporar serviços que, de outra forma, levariam meses e  dezenas de milhões de reais para serem implementados por conta própria. Até alguns anos atrás, muitas dessas seguradoras ainda apostavam a maior parte das suas fichas simplesmente na força de suas marcas, o que se provou ineficiente diante da explosão do mercado de startups.

A medida que esse tipo de parceria se consolida, é normal que as seguradoras cobrem mais inteligência de negócio e visão estratégica de longo prazo. Assim, o que poderia ser visto apenas como um suporte tecnológico pontual, hoje é encarado como um suporte especializado. Por isso, é importante que as insurtechs entendam também os gargalos nas áreas de legislação e regulação, estudem a demanda da área de atuação e analisem projeções futuras, que são algumas das medidas que qualificam o produto no momento de ser ofertado ao mercado. Infelizmente, não é sempre esse o caso.

Nesse sentido, algumas plataformas passaram a aliar experiência no mercado de seguros com a capacidade tecnológica de big data e análise de dados para entregar insights às seguradoras, e não limitar-se a processamento e entrega de grandes quantidades de dados estruturados. Assim, a visão estratégica compartilhada resulta também em dividendos para ambas as partes, seja para as apólices que já fazem parte do portfólio atual das seguradoras ou para novas adições.

Com esse arcabouço de qualidades desenvolvidas, esses parceiros também ganham destaque no mercado segurador como agentes de impulsionamento na contratação de seguros. Considerando que o Brasil faz parte das dez maiores economias globais, ocupar a 12ª posição no ranking de seguros e apenas a 45ª em arrecadação per capita em seguros demonstra o potencial que o segmento pode atingir nos próximos anos.

Analisando dessa forma, fica claro a necessidade das seguradoras por uma consultoria estratégica em um cenário que elas são desafiadas a investir em todos os segmentos securitários com o mesmo know-how e estrutura, enquanto convivem com demandas mais complexas de infraestrutura tecnológica e de relacionamento com parceiros e clientes. Esse tipo de solução também atrai os corretores de seguros, que teriam à disposição uma ferramenta que permite a entrada em novos segmentos sem ter que passar por um período extenso de especificação, que já teria sido feito pela empresa desenvolvedora e oferecida de forma didática.

Essa é uma estrutura em que todos podem se beneficiar ao expandir suas áreas de atuação e, assim, aumentar a contratação de ofertas de seguros. Seguros para a construção civil e o setor imobiliário, assim como seguros para a oferta de crédito com garantia de imóvel são alguns dos exemplos que podem se beneficiar ao ganhar mais visibilidade já que muitas vezes suas ofertas se concentram nas mãos de poucos players. Um cenário de baixa concorrência que tradicionalmente não estimula inovações como processos 100% digitais e com taxas mais baixas.

É possível vender mais para os mesmos clientes? 456

É possível vender mais para os mesmos clientes?

Confira artigo de Eduardo Tardelli, CEO da upLexis

Ter uma grande carteira de clientes ativa, sendo, a maior parte, fidelizados e recorrentes é o desejo de qualquer empresa e empresário, justificando, muitas vezes, o alto valor na aquisição do lead. Com um LTV (Life Time Value) grande, se tem um gap maior para gastar na aquisição, além de muitas vezes tornar o comprador/usuário um “advogado” da marca.

A aspiração é grande, assim como o desafio de conquistar esse patamar. A pesquisa “Vendo além da ilusão de fidelidade: é hora de investir de forma mais inteligente”, da Accenture Strategy, empresa global de consultoria de gestão, Tecnologia da informação e outsourcing, aponta que 80% dos brasileiros estão diminuindo sua fidelidade em níveis que afetam o lucro das empresas. Junto a isso, a grande maioria dos consumidores (83%) trocaram de fornecedores de um ano para outro e 36% confiam que suas expectativas sobre fidelidade de marca mudaram completamente.

É fato: o consumidor brasileiro é infiel e o adversário (a concorrência) enorme. Ao empresário, cabe buscar, diariamente, alternativas para manter o faturamento de vendas e o time ganhando. O start é ter em mente que nós, seres humanos, temos atitudes e reações distintas diante de uma oferta, com diversas objeções prontas e outras, formatadas conforme o modelo de negociação. Com isso, é preciso que as companhias entendam as linguagens da fidelidade dos seus clientes mais lucrativos e implementem a combinação ideal para garantir que elas ofereçam as experiências que impulsionam defesa, retenção e crescimento.

As estratégias, portanto, devem considerar a dúvida e as necessidades do consumidor – e trabalhar em cima delas. Para uma empresa, por exemplo, que vende produtos físicos em pontos específicos, pode ser muito mais interessante trabalhar estratégias de PDV.

Já para empresas B2B com grandes contas, inbound marketing, venda consultiva e um funil de vendas mais complexo geralmente são caminhos a se considerar. Para as que possuem modelos SAAS, os clientes aceitam bem serviços com diferenciais competitivos, personalizando atendimentos. Portanto, o time em campo – a escolha de cada player deve ter grande atenção, assim como a qualidade do que é oferecido.

Ressalto que vender dentro da base previamente conquistada é sempre mais fácil – a conquista do campo adversário costuma ser mais árdua do que o emplacamento; fora que a interação com clientes ativos para evolução dos serviços/produtos é algo que acaba gerando um ciclo em que se evolui o que é ofertado pensando no usuário, e, em resposta, o usuário vê valor nas novas soluções da empresa, continuando dentro da base, com feedbacks para melhorias. Mantê-la saudável e interessada no seu serviço é sempre benéfico.

Olhar para o cliente e ofertar o que ele precisa é ganho para todos: consumidor e empresa. Tenha isso em mente e trabalhe com o melhor do seu time, em termos de atendimento, e no desenvolvimento de produtos para que o crescimento e o placar estejam sempre a seu favor!

*Eduardo Tardelli é CEO da upLexis, empresa de software que desenvolve soluções de busca e estruturação de informações extraídas de grandes volumes de dados (Big Data) extraídos da internet e outras bases de conhecimento