PEGN destaca Alberto Júnior por faturar R$ 30 milhões com a venda de seguros de vida 2804

PEGN destaca Alberto Júnior por faturar R$ 30 milhões com a venda de seguros de vida

CEO do Grupo Life Brasil chegou a trabalhar 16 horas por dia

A história de Alberto Júnior, que começou a empreender aos 15 anos, foi destaque pela Pequenas Empresas, Grande Negócios. O empresário é dono do Grupo Life Brasil, uma holding de diversas empresas que fatura R$ 30 milhões com seguros e outros serviços do setor.

“Alberto abraçou de vez as vendas porta a porta, função que exerceu até 2007. E não só vendendo seguros: o empresário foi vendedor de itens que foram desde enciclopédias a purificadores de água”, destaca a publicação.

O CEO do Grupo Life Brasil conta que chegou a trabalhar 16 horas por dia. Foram ao todo mais de oito mil visitas a potenciais clientes.

Atualmente todas as empresas da holding utilizam uma metodologia desenvolvida por Alberto, que oferece treinamento para colaboradores e franqueados. A taxa de conversão chegou a 54% em 2017, ante uma média de 21% no mercado segurador.

Lançado por Alberto em 2012, o livro “A Lógica – Como ganhar milhões com seguro de vida na prática”, que virou um best-seller do setor e foi lançado no exterior, foi validado pela Million Dollar Round Table (MDRT). Trata-se de uma associação comercial fundada em 1927, que agrega corretores de seguro de todo o mundo e é reconhecida internacionalmente.

O Grupo Life Brasil também chegou a figurar entre as 0,2% melhores do setor na lista da própria MDRT.

Alberto acredita que, uma das razões para o sucesso é fazer o que “ninguém tem coragem e fugir do óbvio”. Sua própria trajetória dá outro exemplo de como ele aplica essa filosofia: o empresário conta que, “quando não tinha onde vender, chegou até a vender dentro de presídios para os carcereiros, durante a madrugada”.

“Quem consome seguro de vida? Quem está vivo”, Alberto Júnior.

CVG-RJ anuncia nomes do presidente e secretário do Conselho Consultivo 420

Decisão foi tomada em reunião virtual, em 16 de março

O Conselho Consultivo do Clube Vida em Grupo do Rio de Janeiro (CVG-RJ) deliberou, em 16 de março, em reunião virtual dos conselheiros, sobre o cargo de presidente do Conselho, em substituição a Danilo Sobreira, falecido em fevereiro, e o de secretário do mesmo conselho.

Ficou decidido que Lúcio Marques, que até então exercia a função de secretário do Conselho Consultivo, é o novo presidente. E, em seu lugar, Ademir Marins será o secretário do Conselho Consultivo.

Um gigante adormecido desperta: integração direta no mercado global de seguros de vida 425

Um gigante adormecido desperta: integração direta no mercado global de seguros de vida

Confira artigo de Robin Wagner, Vice-Presidente da vertical International de Seguros da TransUnion

Robin Wagner é Vice-Presidente da vertical International de Seguros da TransUnion / Divulgação
Robin Wagner é Vice-Presidente da vertical International de Seguros da TransUnion / Divulgação

Em todo o mundo, o setor de seguros de vida tem demorado a evoluir, colocando-o em desacordo com o setor bancário, o seguro de curto prazo e o setor de varejo. Para avançar e crescer na era digital, o segmento de “vida” deve reinventar a forma como interage com os consumidores. Um processo de aplicação e cotação mais simplificado, que requeira menos intervenções, pode mudar o tempo de resposta de dias para horas – potencialmente minutos, criando uma jornada interessante para que as empresas diferenciem seus serviços e criem fortes vantagens competitivas.

Com aproximadamente US$ 3 trilhões em receita bruta anual, o setor de seguros global oferece uma variedade de políticas e combinações de produtos, vendidas por meio de extensos canais de distribuição: cerca de 52% dos seguros de vida globais são vendidos via bancos, enquanto corretores, consultores financeiros e uma pequena parcela dos vendedores diretos vendem o restante.

O crescimento da indústria é morno, menos de 1% globalmente. Enquanto o tamanho da indústria limita seu ritmo de expansão, o crescimento também é retardado pelos sistemas obsoletos e pelo tempo de resposta demorado, o que deixa esse mercado atrás de FinTechs, serviços bancários, financeiros e de seguros em geral.

Infraestruturas herdadas e uma experiência do cliente ultrapassada

Nos EUA, o tempo médio de resposta entre a solicitação e o recebimento de uma apólice de vida é de aproximadamente 27 dias. Outros países não são muito melhores, com tempos de resposta de 3 a 5 semanas, dependendo do nível de subscrição necessário. O processo de integração simplesmente não corresponde às necessidades dos consumidores modernos e é repleto de incertezas e ansiedade – mesmo preenchendo um formulário, você não tem ideia se vai receber a apólice ou não.

Os formulários de inscrição estão repletos de perguntas onerosas e, em muitos casos, o requerente também exige exames médicos. Em uma era de análises preditivas poderosas e tecnologias inteligentes, a indústria de seguros de vida ainda depende de tabelas atuariais para determinar o risco, bem como de outros pontos de dados tradicionais, incluindo a localização geográfica e o estado civil do requerente. Após isso vem uma análise médica.

E o processo não termina no registro do formulário. Até hoje, algumas seguradoras aceitam formulários de requerimento de óbito (e seus numerosos documentos de suporte) apenas por fax. Toda a experiência do cliente (CX) desse setor não mudou com o tempo e não corresponde ao que eles esperam quando estão comprando um produto ou um conjunto de serviços.

Reinventando a jornada do CX (Customer Experience)

A jornada de integração do setor de seguros de vida está pronta para reinvenção. Para que o setor avance e se modernize digitalmente, ele precisa transformar o onboarding dos clientes, devendo tornar a jornada mais amigável e muito mais curta, se não instantânea.

É por isso que vemos empresas de seguros de vida imitando a experiência do varejo. Elas estão configurando diferentes marcas e franquias nas quais os clientes podem entrar, escolher sua apólice em uma prateleira (por assim dizer) e comprá-la. Elas estão usando a tecnologia para preencher automaticamente formulários de inscrição e extrair dados de terceiros, com o objetivo de executar verificações básicas de risco e acessibilidade.

A fraude é sempre uma questão importante no setor de seguros. À medida que as seguradoras se digitalizam, passam para interações 100% digitais e aceleram seus processos de integração, há uma preocupação de que a facilidade de acesso à compra também facilite a simulação de identidades por fraudadores.

A chave é alavancar novas tecnologias para criar proteções robustas, mantendo uma experiência correta. A próxima era dos serviços digitais, incluindo proteção contra fraudes e gerenciamento de identidades, será definida pela integração de tecnologias inteligentes como AI e ML com Big Data. As soluções integradas representam o próximo passo nesta evolução das melhores práticas, reunindo várias tecnologias disruptivas para oferecer um novo nível de benefícios para os consumidores e os negócios.

Hoje, os bancos que implementaram isso são capazes de coletar e processar todas as informações necessárias, além de tomar uma decisão de crédito em minutos, com apenas alguns toques na tela. Esse tipo de integração e gerenciamento ininterrupto do cliente está ocorrendo em uma ampla gama de setores, incluindo seguros. As empresas que tirarem melhor proveito dessas soluções surgirão como novos líderes e como marca favorita entre os consumidores, da mesma maneira que Amazon e Uber.

O papel dos dados na transformação do CX

Uma abordagem aprimorada e modernizada é que as seguradoras passem a usar dados alternativos e de crédito para avaliar o risco relativo associado ao indivíduo no momento da aplicação, antes mesmo do início do processo de subscrição. Em vez de sujeitar os clientes a uma série de perguntas e testes e causar atrasos, as seguradoras de países como os EUA usam dados alternativos para criar scores iniciais, que fornecem uma visão instantânea dos comportamentos de um consumidor e outros indicadores mensuráveis ao longo do tempo. Com essa iniciativa, somada a parâmetros de risco definidos, são criadas jornadas diretas de subscrição simplificadas, que sinalizam um candidato como de menor risco, eliminando a necessidade de mais dados; ou de maior risco, exigindo mais requisitos antes da aprovação ser concedida.

A modernização dos negócios de seguros de vida está começando a gerar fortes melhorias no CX e no desempenho financeiro. Por exemplo, depois de trabalhar com a TransUnion, uma seguradora na Índia, que implementou avaliações baseadas em dados em seus processos de integração entre 2018 e 2019, vendeu 60% mais apólices e subscreveu 60% mais prêmios que seus concorrentes – o maior crescimento em qualquer portfólio do mercado indiano. Em pouco tempo, eles subiram para o número dois no ranking em termos de tamanho de carteira. Dessa maneira, podemos observar que eliminar processos de integração complicados, melhorar o CX e diminuir as taxas de abandono do consumidor oferece enormes ganhos potenciais ao setor.

A avaliação de risco orientada por dados está permitindo que uma nova gama de aplicações seja processada diretamente e que mais apólices sejam vendidas on-line, no setor de seguros de vida. Isso não significa, necessariamente, substituir canais intermediados de distribuição: a mesma tecnologia pode ser usada pelos corretores para capturar informações digitalmente e informar aos clientes, em tempo real, se eles receberam uma apólice ou não.

Uma perspectiva emocionante

A transformação digital no processo de integração do seguro de vida tem um enorme potencial. As tecnologias baseadas em dados não apenas resolverão as fraudes e os riscos de maneira mais eficiente, mas também melhorarão significativamente o CX, impulsionarão a eficiência e criarão novas oportunidades de crescimento para o setor. As empresas que apostam em tecnologia e inovam se diferenciam das demais e, rapidamente, criam vantagens estratégicas.

TruValidate da TransUnion oferece uma plataforma completa de soluções para empresas, incluindo identificação, transmissão, verificações de fraude, análises/modelos e autenticação aprimorada.

Integração perfeita da TransUnion

A TransUnion conta com um sofisticado portfólio de soluções com foco em transformação digital para a indústria de seguros. Ajudamos as seguradoras a entregar uma jornada de sucesso durante a experiência do cliente, nos diferentes momentos de contato dentro da cadeia de valor de seguros. Fazemos isso reduzindo os pontos de atrito na experiência do consumidor, garantindo fluidez nos processos, sem abrir mão da capacidade de analisar o risco e mitigar riscos de fraude.

Customer Experience, ajudando seguradoras a entregar jornadas fluidas, sem interrupções, com um mínimo de atrito na experiência do consumidor.

*Robin Wagner, Vice-Presidente da vertical International de Seguros da TransUnion atua há mais de 25 anos no segmento de soluções de dados na África do Sul. Alguns destaques são: o desenvolvimento do primeiro sistema automatizado de avaliação de propriedades, a plataforma de decisão espacial que definiu o modelo de distribuição para o primeiro operador de loterias e o modelo de planejamento de rede que inspirou a expansão da rede de agências para Toyota e VW. Sua busca por dados de consumo mais ricos e profundos levou-o ao bureau de crédito da TransUnion em 2006, onde Robin promoveu a especialização por verticais.  Sob sua gestão, a TransUnion alcançou significativo crescimento no setor de seguros, incluindo a penetração do modelo baseado em scores de crédito em todos os processos de subscrição de curto prazo na África do Sul. Ele faz parte do conselho do Comitê de Dados de Seguros da África do Sul, gerenciou o estabelecimento do banco de dados de sinistros e coberturas da África do Sul e é um defensor apaixonado da qualidade dos dados de seguros. Robin agora gerencia todos os mercados de seguros fora dos EUA para a TransUnion, que inclui: Brasil, Índia, África do Sul, Canadá, Colômbia, México, Hong Kong e Reino Unido.

Graduação em Gestão de Seguros da ENS terá turmas no 2º semestre 374

Graduação em Gestão de Seguros da ENS terá turmas no 2º semestre

Indústria seguradora é uma das mais promissoras e resilientes da economia brasileira

O crescimento de 3,6% verificado em janeiro deste ano, de acordo com dados da síntese mensal do mercado divulgada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), mantém a indústria de seguros como uma das mais promissoras e resilientes da economia nacional, mesmo em meio à pandemia do novo coronavírus.

Essa importante expansão apresentada pelo setor revelou como preferência dos consumidores as coberturas nos segmentos de vida, residencial e de transporte de cargas. Para se capacitar para atuar em um mercado com múltiplas possibilidades, um dos programas ofertados pela ENS é a Graduação Tecnológica em Gestão de Seguros.

Com inscrições abertas para formação das turmas do segundo semestre, o curso prepara os alunos para exercer funções de supervisão de equipes comerciais e técnicas na área de seguros, fazer análises de bens a serem segurados e desenvolver planos e contratos de seguros.

O programa tem duração de dois anos e carga de 1.600 horas, divididas entre disciplinas como Gestão Estratégica de Seguros; Direito Aplicado ao Seguro; Economia e Mercado Global; Gestão Comercial de Seguros; Tomada de Decisão em Seguros; e Gestão de Projetos.

A graduação também oferece aos egressos gratuidade para prestar o Exame para Habilitação de Corretores de Seguros, aplicado pela ENS. Caso aprovado, o aluno terá mais uma formação para expandir seu ramo de atuação.

Processo seletivo e descontos progressivos

As aulas do segundo semestre estão previstas para começar em agosto. Há vagas para as modalidades online e presencial, com turmas no Rio de Janeiro (RJ) e em São Paulo (SP). Os processos seletivos serão realizados de forma remota, em decorrência da pandemia da Covid-19.

Matriculados até 31 de maio recebem 40% de bolsa de estudos. Para quem garantir presença até 30 de junho, a bolsa será de 30%; e, para inscrições até 31 de julho, o desconto no valor integral do curso será de 20%. Esses benefícios valem apenas para as turmas presenciais do Rio de Janeiro e de São Paulo, com aulas remotas.

Os interessados devem acessar o site Profissão Segura para mais informações e inscrições.

Corretor de seguros é profissional de destaque no novo cenário 413

Corretor de seguros é profissional de destaque no novo cenário

Mercado está em transformação e os profissionais que souberem se preparar vão estar na primeira fila neste desenvolvimento

Robert Hufnagel é especialista em seguros de Responsabilidade Civil / Divulgação
Robert Hufnagel é especialista em seguros de Responsabilidade Civil / Divulgação

Depois de o setor de seguros ser anunciado na lista de serviços essenciais pelo presidente Jair Bolsonaro, e que, portanto, deveria se manter a todo o vapor durante a pandemia, foi a vez do ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Antonio Saldanha Palheiro, declarar que a profissão do corretor de seguros tem futuro garantido. Analisando, durante o webinar “Seguros: uma reflexão contemporânea” promovido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) no dia 09 de abril, os empregos que irão desaparecer, ele garantiu que o corretor será cada vez mais necessário. No entanto, destacou a evidente necessidade de o corretor de seguros aprimorar a qualificação para complementar o resultado das análises computacionais e da interpretação dos tribunais, investindo no atendimento personalizado, pois será cada vez mais preciso uma assessoria especializada e qualificada para prestar atendimento e esclarecer cláusulas. O ministro analisou que o corretor de seguros deve se configurar como um consultor de seguros.

Em outro debate realizado esta semana pela CâmaraSIN, Câmara de Mediação e Conciliação do Sincor-SP, o secretário Especial de Defesa do Consumidor de São Paulo e diretor Executivo do Procon-SP, Fernando Capez, ressaltou a importância do profissional para atuar na intermediação e defesa dos interesses do consumidor. Destacou que nenhum país desenvolvido de primeiro mundo progrediu sem ter um sistema de seguros garantindo e alavancando o progresso e as relações contratuais e pessoais e, para isso, é fundamental ter uma legislação adequada e corretores profissionais e bem orientados.

O mercado de seguros passa por uma total mudança regulatória, tecnológica, e de conceitos, temos novas normas que mudam totalmente a nossa atuação, como a de grandes riscos e riscos massificados, e novos conceitos sendo aplicados para o mercado de RC. A Susep alterou o sistema de registro, dando novas funcionalidades para os corretores.

O desenvolvimento de produtos sob medida ganhou força no cenário de pandemia, para atender às necessidades individuais do consumidor. Veremos cada vez mais produtos que utilizam índices paramétricos, os seguros de cobertura intermitente devem avançar em várias linhas de negócios, inclusive no seguro de automóvel.

As seguradoras apresentam a cada dia novidades para os corretores e terão cada vez mais sistemas focados na atuação consultiva, o que traz novas oportunidades de visões, para melhorar ainda mais o dia a dia destes profissionais.

Como era previsto anos atrás, o corretor passou a ser um consultor de seguros, devido à necessidade de capacidade técnica. A própria Susep destaca a importância do consultor e a necessidade de qualificação. O cliente final precisa ter a cada instante um atendimento personalizado, de acordo com suas diferentes necessidades.

No cenário pós-pandemia, o corretor ganha ainda mais relevância, pois é ele quem conhece a fundo as necessidades e demandas dos clientes, logo contribui ativamente na adequação dos novos produtos a serem ofertados pelas seguradoras. Pela relação de confiança que mantém com o segurado, seu trabalho se fortalece neste momento, por entender quais combinações de produtos têm potencial de aceitação no mercado. A tecnologia que era um temor, passa a ser aliada, pois o corretor entende o cliente e precisa estar próximo dele, mesmo que de forma online, nenhuma máquina pode exercer este papel.

As mudanças regulatórias devem trazer uma oportunidade muito grande para os corretores se especializarem, pois se não ocorrer isso os clientes finais terão problemas. Por isso, cada vez mais a qualificação profissional e o bom preparo do corretor serão determinantes na relação com clientes e seguradoras. Temos tudo para crescer ainda mais, e com a expertise e o atendimento diferenciado que sempre foram principais diferenciais dos corretores de seguros.

*Robert Hufnagel é especialista em seguros de Responsabilidade Civil, diretor da Casualty Assessoria e Consultoria de Seguros e associado da Alper Consultoria em Seguros

Live do Sincor-SP aborda mudanças no ramo de Responsabilidade Civil 391

Live do Sincor-SP aborda mudanças no ramo de Responsabilidade Civil

Com o tema “Seguro RC – Mudanças e Perspectivas para o Corretor de Seguros”, live da Comissão de RC do Sincor-SP orienta corretores

Por meio de consulta pública, a Susep pretende alterar algumas regras dos seguros de responsabilidade civil, com o objetivo de simplificação regulatória, flexibilização na elaboração de produtos e estímulo à inovação. E, para discutir o assunto, a Comissão de Responsabilidade Civil do Sincor-SP realizou a live “Seguro RC – Mudanças e Perspectivas para o Corretor de Seguros”, nesta quinta-feira (15/04), pelo canal da TV Sincor-SP no YouTube.

O coordenador da Comissão, Felippe Paes Barreto, iniciou a transmissão reforçando que a Circular nº 621 da Susep é que vai dar o caminho para todos os seguros. “O que muda, e para melhor, é a possibilidade de termos apólices mais enxutas. Dentro de um ano, ou pouco mais, acredito que as companhias vão trazer suas soluções. Acredito que a grande diferença será na subscrição, já que as seguradoras terão que ter um corpo técnico muito bom para acompanhar as necessidades do mercado”, completa.

Com as mudanças propostas, o integrante Mauricio Bandeira afirmou que existe um espaço enorme para o corretor de seguros explorar nos seguros de D&O e RC Ambiental. “Esses produtos ainda estão concentrados em grandes empresas e em alguns corretores. Para as seguradoras, seria interessante que mais profissionais comercializassem esses produtos, levando oportunidades de novos negócios”, alerta.

Sobre os seguros de riscos cibernéticos, Claudio Macedo relata as oportunidades no ramo, já que acredita não haver grandes mudanças. “O risco cibernético é democrático, já que todo mundo corre esse risco e está vulnerável. Com as pessoas cada vez mais preocupadas, a procura por esse seguro vai crescer. Não somente em grandes empresas, mas nas pequenas também. Nesse sentido, as seguradoras estão criando facilidades para pequenas e médias empresas, com questionários mais simples, o que vai tornar uma excelente oportunidade para o corretor, pois vai simplificar a contratação”, explica.

Marco Lasalvia comentou sobre o RC profissional, destacando que a procura por esse seguro vem tomando uma velocidade cada vez maior e que aborda diversas profissões. “É de conhecimento geral que o mercado de seguros vem procurando trabalhar com pequenas empresas, já que, na maioria das vezes, nem os seguros obrigatórios elas têm. Por isso, existe um espaço enorme para atuar, o brasileiro está vendo a importância do seguro e o seguro como instrumento de defesa”.

Para a integrante Patricia Silvia Boccardo, as mudanças propostas pela Susep vão ressaltar a parte técnica do seguro, fazendo com que o preço deixe de ser o único diferenciador. “Não há que se ter receio, mas essa abertura vai trazer a parte técnica, por isso terão pontos que temos que ficar atentos. Atenção ao prazo complementar, por exemplo, além da subscrição, que deverá ser mais justa e assertiva”, destaca.

Incentivando os corretores de seguros a empreenderem no ramo, o integrante Lucas Camillo, lembrou que a corretagem de seguros é um campo de atuação maravilhoso. “Não deixe de ir atrás do conhecimento, busque informação sobre o ramo, faça cursos. A nossa Comissão e o Sincor-SP estarão sempre à disposição para agregar no dia a dia dos corretores”.

Na abertura da transmissão, o presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo, parabenizou a audiência dos corretores em busca de conhecimento. “Parabéns por participarem dessa live, que é tão oportuna para que os corretores saibam das oportunidades do ramo e diversifiquem sua carteira”.

A 2ª vice-presidente e diretora executiva responsável pela Assessoria Técnica do Sincor-SP, Simone Fávaro, também participou da abertura e ressaltou: “O ramo de RC está com muitas novidades e mudanças, que, com certeza, vai gerar interesse nos corretores. E, o nosso papel é trazer isso para vocês, aproveitem”, completa.