PEGN destaca Alberto Júnior por faturar R$ 30 milhões com a venda de seguros de vida 1783

PEGN destaca Alberto Júnior por faturar R$ 30 milhões com a venda de seguros de vida

CEO do Grupo Life Brasil chegou a trabalhar 16 horas por dia

A história de Alberto Júnior, que começou a empreender aos 15 anos, foi destaque pela Pequenas Empresas, Grande Negócios. O empresário é dono do Grupo Life Brasil, uma holding de diversas empresas que fatura R$ 30 milhões com seguros e outros serviços do setor.

“Alberto abraçou de vez as vendas porta a porta, função que exerceu até 2007. E não só vendendo seguros: o empresário foi vendedor de itens que foram desde enciclopédias a purificadores de água”, destaca a publicação.

O CEO do Grupo Life Brasil conta que chegou a trabalhar 16 horas por dia. Foram ao todo mais de oito mil visitas a potenciais clientes.

Atualmente todas as empresas da holding utilizam uma metodologia desenvolvida por Alberto, que oferece treinamento para colaboradores e franqueados. A taxa de conversão chegou a 54% em 2017, ante uma média de 21% no mercado segurador.

Lançado por Alberto em 2012, o livro “A Lógica – Como ganhar milhões com seguro de vida na prática”, que virou um best-seller do setor e foi lançado no exterior, foi validado pela Million Dollar Round Table (MDRT). Trata-se de uma associação comercial fundada em 1927, que agrega corretores de seguro de todo o mundo e é reconhecida internacionalmente.

O Grupo Life Brasil também chegou a figurar entre as 0,2% melhores do setor na lista da própria MDRT.

Alberto acredita que, uma das razões para o sucesso é fazer o que “ninguém tem coragem e fugir do óbvio”. Sua própria trajetória dá outro exemplo de como ele aplica essa filosofia: o empresário conta que, “quando não tinha onde vender, chegou até a vender dentro de presídios para os carcereiros, durante a madrugada”.

“Quem consome seguro de vida? Quem está vivo”, Alberto Júnior.

Facilidades em seguros de vida são providenciais na pandemia 905

Descontos em farmácia e orientação médica podem ser grandes aliados neste momento contra o Coronavírus

Quem adquire seguros de vida nem sempre presta atenção a todas as facilidades associadas ao produto. No momento de combate a uma pandemia como o Coronavírus, descontos em farmácias, exames e consultas, por exemplo, são bem-vindos.

Neste cenário, a Sabemi, uma das maiores seguradoras do Brasil, além de adotar medidas de proteção a colaboradores, clientes e parceiros, vem alertando para as assistências contempladas dentro das modalidades de seguro, com descontos em medicamentos e orientações médicas, por exemplo.

Com tecnologia, as equipes da Sabemi seguem comprometidas no atendimento ágil e eficiente e reforçam que, para ajudar na superação dos desafios do momento, vale contar com as assistências de algumas modalidades de seguros:

O Seguro Pleno de Acidentes Pessoais e o AP Premium oferecem como vantagem o “e-Pharma”, que dá descontos em medicamentos. Pelo APP gratuito ePharma ou pelo site www.epharma.com.br é possível tirar dúvidas e encontrar a rede credenciada mais próxima da sua região. Importante consultar também os medicamentos com desconto, de acordo com a sua assistência.

Já as modalidades Viver Bem Seguro de Acidentes Pessoais e AP Bem Estar contam com o programa “TEM Saúde”, que dá no mínimo 20% chegando até 80% de desconto na compra de medicamentos, e até 70% de economia em consultas e exames, além de orientação de saúde 24h (mais informações pelo canal de dúvidas 0800 880 1900)

“Em nossos 46 anos de existência, ainda não havíamos nos deparado com tamanha ameaça à saúde de todos. Estou certo, entretanto, que aprendemos em momentos como este. A criatividade e a vontade de vencer as dificuldades nos farão superá-las. Precisamos nos manter presentes e resilientes, aplicar novas alternativas tecnológicas para continuar nossos negócios e atuação”, destaca Tulio Severo, diretor-presidente da Sabemi.

Serviço

Sabemi Brasil

Para fazer novos negócios:

Televendas 0800 880 7733

Para consultas ou dúvidas:

SAC 0800 880 1900

Se você é nosso parceiro

Representantes e ou corretores credenciados:

0800 940 0599

Prudential do Brasil vai levar corretores para o México 2779

Trata-se da campanha de incentivo para soluções de Vida em Grupo

Recentemente a Prudential do Brasil percorreu diversas regiões com Confraria Prudential – Valorizando a Vida em Grupo. Trata-se da campanha de incentivo da modalidade, que levará os corretores de seguros destaque para uma inesquecível viagem a Playa del Carmen, no México.

Reprodução/Abril
Reprodução/Abril

O Vice-Presidente de Vida em Grupo da Prudential do Brasil, Carlos Guerra, conta que a ação completa o tripé da operação brasileira da companhia – que atua com seguros individuais, parcerias com instituições financeiras e no modelo de vendas para Vida em Grupo. Guerra também destaca o papel dos life planners, que atuam como corretores autônomos. “Nessa operação qualificamos os corretores em alto nível para ampliar este modelo de vendas. Nosso sistema de treinamento é muito eficiente e oferece todo suporte possível para que os profissionais da corretagem possam fazer uma venda qualificada”, comentou o executivo ao destacar que os principais operadores do segmento irão para uma inesquecível viagem para Playa del Carmen, no México, entre os dias 18 e 21 de junho de 202 – com hospedagem no Hilton, em sistema all inclusive.

“Essa é a primeira campanha que a Prudential do Brasil Vida em Grupo desenvolve para o ramo de seguros coletivos, segmento que operamos desde 2017 e já contamos com mais de dois milhões de vidas seguradas, além de R$ 323,3 milhões em prêmios, só no ano passado. A ação é mais uma forma de reconhecer o excelente trabalho realizado pelos corretores de seguros, que acreditam e confiam nos produtos da companhia”, completa Carlos Guerra.

Serão reconhecidos os 21 corretores que mais se destacarem no ano de 2019, de acordo com os critérios de pontuação e ranking elaborados pela companhia. Durante a viagem, haverá no local um evento promovido pela seguradora para celebrar e agradecer aos vencedores da campanha. O primeiro lugar receberá, ainda, um troféu de reconhecimento pelo trabalho realizado.

A ampliação da atuação da seguradora em terras brasileiras foi enfatizada por Paula Bernardoni, responsável pela Distribuição e Planejamento da Prudential do Brasil. “Nossa estratégia visa ampliar os canais de distribuição para atingir novas regiões e sempre, claro, reforçando a parceria com aqueles profissionais que já estão conosco. Todas as nossas ações são voltadas para o canal corretor”, finalizou.

Vídeo: SindSeg PR/MS e Sincor-PR se unem na luta contra o coronavírus 3541

Sindicatos divulgaram conteúdo em conjunto com instruções de prevenção ao novo coronavírus para o mercado segurador

O presidente do Sindicato das Seguradoras do Paraná e do Mato Grosso do Sul (SindSeg PR/MS), Altevir Dias do Prado, e Wilson Pereira, presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros do Paraná (Sincor-PR), divulgaram um vídeo com orientações para todos os integrantes do mercado segurador.

O presidente do Sincor-PR se dirigiu aos corretores de seguros, lembrando que para prevenir a propagação do vírus é preciso evitar contato, e pediu para que os corretores evitem o contato direto com as seguradoras. “Façam tudo que for possível remotamente, para evitar contato. Este é um esforço em conjunto e eu acredito que nós do mercado de seguros devemos colaborar com isso”, afirmou Pereira.

Da mesma forma, o presidente do SindSeg PR/MS, Altevir Dias do Prado, se dirigiu aos seguradores para pedir que não se dirijam fisicamente às corretoras. “Depois que a crise passar, voltaremos com a vida normal, mas por favor, não façam visitas e façam tudo de forma remotamente em home office. Assim, nós do mercado segurador estaremos contribuindo para evitar a propagação do coronavírus”, destacou.

Os presidentes dos seus respectivos sindicatos também alertaram para que todos do mercado segurador sigam as orientações recomendadas para evitar a propagação da Covid-19. “A luta continua, mas o mais importante agora é com a vida”, finalizou Wilsinho Pereira.

Confira o vídeo:

Coronavírus: pandemia tem seguro? 10267

Especialistas esclarecem sobre os impactos da Covid-19 no mercado

Em 29 de janeiro, o corretor de seguros Edson Rodrigues perguntava aos seus colegas de profissão via rede social a opinião deles sobre como seria para as seguradoras caso houvesse um surto de coronavírus. Naquele mês, o Brasil ainda não tinha nenhum caso

Lúcio Bragança é advogado do escritório Agrifoglio Vianna / Arquivo JRS
Lúcio Bragança é advogado do escritório Agrifoglio Vianna / Arquivo JRS

confirmado de Covid-19 e a discussão ainda estava no campo das ideias. Em questão de dias, a situação mudou completamente e muitos são os questionamentos que se tem a respeito da pandemia que acomete não só o país, mas o mundo inteiro, no que diz respeito as suas características, estatísticas, sistema de saúde e, também, às coberturas de seguro.

O advogado Lúcio Roca Bragança, do escritório Agrifoglio Vianna, esclarece que a maioria dos contratos de seguros de vida contam com uma cláusula específica de exclusão em casos de pandemia. “Em um grupo com um grande números de pessoas, nós não sabemos quais delas vão falecer, mas nós podemos estimar, estatisticamente, com razoável precisão, quantas irão. A partir deste número, pode-se mensurar em reais qual será o montante necessário para indenizar os beneficiários dos segurados que provavelmente morrerão em um determinado ano. Esse montante é dividido entre todos os segurados do grupo, que pagarão um valor mensal à seguradora, que o provisionará para fazer jus às futuras indenizações”, explica sobre a necessidade de existência dessa cláusula, uma vez que em casos de enfermidades amplamente disseminadas, se torna impossível mensurar a taxa de sinistralidade.

“Se um grande número de segurados fosse sofrer sinistro, a conta não iria fechar”, comenta o advogado Lúcio Roca Bragança.

A seguradora apenas administra o fundo comum, resultante da contribuição de todos os segurados, e acrescenta o necessário à sua manutenção. “Para esse sistema de contribuição baixa e indenização alta funcionar, é preciso que todos estejam expostos ao risco, mas que apenas alguns sejam acometidos pelo risco – essa é a condição essencial para o seguro de riscos ordinários dar certo. Se um grande número de segurados fosse sofrer sinistro, a conta não iria fechar: seria necessário que a contribuição mensal deles se aproximasse do valor do capital segurado”, afirma.

No entanto, a Fenacor, entidade representativa dos corretores de seguros no Brasil, solicitou às seguradoras que não apliquem nos contratos de seguros, nenhuma cláusula de exclusão relacionadas às epidemias ou pandemias, permitindo, assim, a ampla cobertura

Renato Pedroso é presidente da Previsul Seguradora / Arquivo JRS
Renato Pedroso é presidente da Previsul Seguradora

para eventuais casos de sinistros. A Previsul Seguradora foi a primeira companhia a se posicionar e informar que indenizará segurados que tiverem perdas ocasionadas pela Covid-19, pagando as coberturas de seguro decorrentes de morte de qualquer causa, internações e rendas por incapacidade que contenham cobertura de doença, ocasionadas pelo novo vírus, respeitando as condições dos seguros, os prazos de carência e franquia (se houver), ainda que de acordo com as normas regulatórias o risco de pandemias seja excluído.

Conforme o presidente da Previsul, Renato Pedroso, o que mais influenciou na decisão foi o compromisso da companhia com os mais de um milhão e meio de segurados e mais de cinco mil corretores de seguros. “Clientes e parceiros de negócios que nesses mais de cento e dez anos de existência, escolheram a Previsul para ser a sua seguradora”, acrescenta.

A Previsul tem uma carteira de clientes com idade média relativamente baixa, mas nosso compromisso neste momento é com a sociedade brasileira”, destaca Renato Pedroso, presidente da seguradora.

Embora a taxa de mortalidade em decorrência do coronavírus seja baixa, o que depende de uma série de fatores, como idade, gênero, condições de saúde e o sistema de saúde no qual a pessoa está inserida, ainda é complicado mensurar exatamente os efeitos da pandemia. Na estimativa da Previsul, é muito cedo para se ter alguma previsão da proporção de segurados que possam ser indenizados neste processo. “A companhia tem uma carteira de clientes com idade média relativamente baixa, mas nosso compromisso neste momento é com a sociedade brasileira”, comenta. Além disso, com uma gestão preocupada com o bem-estar das pessoas, o time da Previsul está trabalhando em regime diferenciado para continuar atendendo e ainda sim preservando vidas: “Nossa matriz está em home office desde segunda-feira para preservar a saúde de todos e dar continuidade do atendimento à sociedade”.

Do ponto de vista jurídico, o advogado Lúcio Roca Bragança salienta que como trata-se de um risco que não foi precificado, ou, em palavras mais simples, uma seguradora cobrir um sinistro decorrente de pandemia significa dar cobertura por algo que o segurado não pagou, “somente se pode concluir que o dinheiro com que a Previsul cobrirá estes sinistros sairá do seu próprio patrimônio”. “Trata-se de um ato de generosidade, ou mesmo de auxílio prestado pela companhia aos seus segurados nestes tempos sombrios. Ou seja: todos os contratos da seguradora têm exclusão de pandemia e ela está fazendo isso por um senso de solidariedade”, acrescentou.

Para as outras seguradoras que não se manifestaram, isso não abre precedentes futuros, ainda de acordo com o especialista. “A cobertura de pandemia em seguros comuns é como que um ato de caridade e não se pode, juridicamente, exigir que as pessoas pratiquem a caridade. Por isso, acredito que se trata de um ato isolado de uma seguradora, mas mesmo que venha a se tornar uma prática predominante, não se pode esperar daquela que não o fez, que o faça. Não se pode nem mesmo moralmente condená-la, pois, eventualmente, ela pode não ter lastro econômico para tanto”, destaca.

“Quanto mais adversidades na sociedade, maior a compra de seguro; quanto mais crise, mais necessário se faz e quanto mais dinheiro se possui, mais prevenidos queremos estar”, comenta Alberto Júnior, corretor de seguros e CEO do Grupo Life Brasil.

Alberto Júnior é corretor de seguros e CEO do Grupo Life Brasil

Não há uma regra, mas crises em geral fazem com que os consumidores tenham mais consciência da importância do produto seguro. O corretor de seguros Alberto Júnior salienta que, na sua visão, o mercado terá, sim, um aumento de compra do produto seguro se souber entender o momento do cliente. “Qualquer pessoa só compra por seis motivos, que são baseados em dúvidas, inseguranças e medos ou desejos, interesses e necessidades. Tendo mais de três pontos destes relevantes aos clientes, é natural que consigamos fazer isso com o produto seguro e que tenhamos mais assertividade de compra”, afirma, baseado em método próprio que desenvolveu ao longo de seus 27 anos de experiência na venda porta a porta pelo Grupo Life Brasil. “Quanto mais adversidades na sociedade, maior a compra de seguro; quanto mais crise, mais necessário se faz e quanto mais dinheiro se possui, mais prevenidos queremos estar”, acrescenta.

Jean Figueiró, da KSA Corretora de Seguros

Por outro lado, Jean Figueiró, da KSA Corretora de Seguros, não vê o momento com tanto otimismo num curto prazo: com a economia girando menos, a demanda por seguro será afetada também. “Vai circular menos dinheiro, as pessoas vão ter que se desfazer dos seus bens e, no Brasil, o seguro não é visto como um investimento, ele é visto como uma despesa. É uma das primeiras coisas que as pessoas acabam cortando”, opina. Mas ele concorda com o colega de que num período maior e com um Brasil recuperado, o cenário será bem proveitoso aos corretores: “As crises nos geram oportunidades porque elas geram conhecimento para lidar com elas, com dificuldades”.

É o corretor de seguros sempre o profissional ideal para esclarecer todos detalhes do produto seguro e tirar as dúvidas dos consumidores. E você, seja corretor, segurador ou cliente, qual a sua opinião?

Cleverson Veroneze é o novo superintendente da Sucursal Porto Alegre da Bradesco Seguros 4395

Executivo completará 14 anos de companhia

Os corretores de seguros de Porto Alegre já podem contar com um novo parceiro: Cleverson Veroneze assumiu a superintendência da sucursal da cidade da Bradesco Seguros. Formado em Administração na PUC-PR, com estudos no Programa de Desenvolvimento Gerencial na ISE Business School, Seguros na FGV, e Gestão Empresarial na UniCesumar, o executivo somará, em 2020, 14 anos de contribuição a seguradora. Ele foi apresentado pelo superintendente Regional Sul, Altevir Prado, e equipe durante encontro com cerca de 60 corretores de seguros na quinta-feira, 05.

Veroneze estava a frente da sucursal de Cascavel, no Paraná, e conta como está sendo a transição para a Capital dos gaúchos, que é a maior sucursal da companhia em toda Região Sul: “É uma satisfação imensa retornar para o Rio Grande do Sul, uma das maiores e mais importantes das sucursais do país, o que torna a responsabilidade muito grande”.

A ideia do executivo é a continuidade do trabalho feito pelo antigo gestor, Carlos Rodrigo Dias da Silva, e a aproximação ainda mais intensa dos corretores de seguros parceiros de negócios. “Queremos fazer com que o corretor veja ainda mais valor na Bradesco Seguros, na nossa marca, equipe e sucursal. Melhorar a comunicação e aproveitar a oportunidade de melhoria tecnológica que nós fizemos nos últimos anos, e fazer com que o corretor veja na Bradesco Seguros uma casa de negócios, que ele consiga colocar de forma tranquila os negócios dele e dos seus segurados”, comentou.

Em Cascavel, ele considera que o maior legado deixado foi conseguir fazer com que a equipe e os corretores se transformassem e fechassem ainda mais negócios. “Fizemos muito isso, transformamos pessoas em profissionais que hoje conseguem ter uma carreira no seguro, vimos corretores que não gostavam da gente e hoje gostam muito da Bradesco, eles veem valor nisso”, contou.

Imagens: Filipe Tedesco/JRS