Saúde: Revista JRS aborda artigo inédito sobre respiração 397

Saúde: Revista JRS aborda artigo inédito sobre respiração

Ato pode ser utilizado como uma poderosa ferramenta de autoconhecimento

A última edição da Revista JRS trouxe entre os seus artigos, uma coluna especial voltada para a saúde. A fisioterapeuta, com especialidade em Medicina Tradicional Chinesa, Respiração Oriental e Método Psicomportamental G.D.S, Joana Carvalho abordou o tema respiração como uma poderosa ferramenta de autoconhecimento. Confira:

Você já parou para refletir por onde andam os seus pensamentos? Passado, presente ou futuro?

Nós temos uma enorme tendência em ter pensamentos, na sua maioria, no passado e no futuro. Seja pensando no que já aconteceu, algo que foi bom ou ruim ou pensando no que está por vir, metas e objetivos. O que dificilmente fazemos é ficarmos atentos ao presente momento.

Projeção de pensamentos no passado e futuro geram angústia pelo que passou ou ansiedade pelo futuro que desejam conquistar. Para pensar no presente momento, e ao mesmo tempo ter planejamento para o futuro (de curto, médio e longo prazo) é preciso atenção plena em cada momento no presente.

Imagine qual seria o momento em que você consegue ter consciência de estar realmente no seu presente? Existe uma tendência de acharmos que estamos no nosso presente, mas na verdade estamos em uma pequena porcentagem dele e uma grande porcentagem em outro tempo.

Que momento, então, seria esse para estarmos no presente? Talvez quando respiramos? Depende da forma que você respira!

Se o seu estado emocional domina a sua respiração, então você não está no presente! Mas se a sua respiração administra seu emocional, eis o encontro de si próprio com o seu presente momento!

Quando eu penso e dirijo minha atenção para áreas do meu corpo que eu preciso sentir para realizar a experiência de respirar com atenção plena, ou seja, quando eu estou 100% no presente momento que estou vivenciando, eu estou no presente.

Aprendendo, entendendo e praticando o sentir da respiração, você é capaz de identificar o seu ritmo respiratório e, assim, desenvolve a aptidão de ser administrador(a) do seu ser.

Você se torna capaz de usar técnicas respiratórias para gerenciar as mais diversas situações. Seja uma possível crise de ansiedade, para se energizar num dia que se sinta cansado ou para relaxar a mente. E assim você cria uma atmosfera de equilíbrio em qualquer situação do seu dia, sendo no trabalho, estudo, lazer e diversas outras situações.

Encontrar o ritmo que o seu ser expressa através da sua respiração, melhora a sua qualidade de vida, dos que o cercam e do seu desenvolvimento em todas as áreas.

Você já observou de forma amorosa o ritmo da sua respiração?

@respirecomigo | respirecomigo@gmail.com

Planos de saúde poderiam economizar em torno de R$ 10 milhões evitando fraturas decorrentes de osteoporose 566

Planos de saúde poderiam economizar em torno de R$ 10 milhões evitando fraturas decorrentes de osteoporose

Estudo demonstra que uma boa gestão de informações dos beneficiários possibilita tratamentos preventivos e evita custos, que podem chegar a R$ 650 milhões ao ano na saúde suplementar

No Brasil, segundo o Ministério da Saúde, 10 milhões de pessoas sofrem com a osteoporose, doença que causa enfraquecimento dos ossos e aumenta o risco de fraturas. No universo da saúde suplementar, que contempla cerca de 47 milhões de beneficiários, se considerarmos apenas as pessoas com 50 anos de idade ou mais, 1,4 milhão de pessoas são acometidas pela doença e cerca de 12% delas apresentam alto risco de fraturas, com custos que podem chegar a 60 mil reais –somando um gasto de aproximadamente R$ 650 milhões ao ano. Pesquisa conduzida pela União Nacional das Instituições de Autogestão em Saúde (UNIDAS), identificou que pelo menos 20,7% dos custos com internações cirúrgicas estão relacionadas a Órteses, Próteses e Materiais Especiais (Pesquisa UNIDAS – 2018).

Um estudo realizado pela Caixa de Previdência e Assistência dos Servidores da Fundação Nacional de Saúde (Capesesp), filiada da UNIDAS, comprova que é possível reduzir os custos com fraturas por meio de gestão de informações dos beneficiários e cobertura de tratamentos preventivos. A ferramenta, que identificou pessoas que apresentavam um alto risco de fraturas decorrentes de osteoporose, trabalha com dados que vão além do número de exames e internações do paciente, passando por seu histórico médico, doenças e fatores de risco, informações fundamentais para trabalhar com prevenção e gestão de doenças.

O estudo avaliou mais de 22 mil mulheres na pós-menopausa com 50 anos ou mais – perfil e faixa etária com maior probabilidade de ter osteoporose. Destas, 229 mulheres com média de idade de 73,6 anos apresentaram alto risco de fraturas e baixa Densidade Mineral Óssea (DMO), sendo selecionadas para receberem um tratamento preventivo com objetivo de evitar fraturas. Com o tratamento, a incidência de fratura vertebral (0,43%), quadril (0,87%) e antebraço (0,43%) conseguiu ser abaixo do esperado, evitando 37 fraturas decorrentes de osteoporose e economizando quase R$ 900 mil reais.

Os medicamentos utilizados no tratamento desse grupo tiveram um custo aproximado de R$ 200 mil em um ano. Em contrapartida, uma fratura de quadril com colocação de prótese no fêmur, custa em torno de R$ 40 mil. “Isso significa que com cinco fraturas evitadas é possível cobrir o custo do tratamento do ano inteiro. Mais do que reduzir despesas, o paciente ganha mais saúde e qualidade de vida com as fraturas evitadas”, explica o presidente da Capesesp, João Paulo do Reis Neto.

A Capesesp calcula que se os 500 mil beneficiários (nesse caso com 60 anos de idade ou mais) de planos de saúde no Brasil que apresentam o mesmo alto risco de fraturas fizessem o mesmo tratamento preventivo para evitar as fraturas, seria possível economizar em torno de R$ 10 milhões.

“Com o envelhecimento da população brasileira, doenças relacionadas à idade, como a osteoporose, se tornam cada vez mais comuns. E a maior parte dos idosos que possuem planos de saúde do país estão nas autogestões (25,9%). Levando esse fator em consideração, as autogestões exercem um papel fundamental para a sobrevivência do sistema de saúde como um todo, por ser o único segmento da saúde suplementar acessível para a população idosa fora do Sistema Único de Saúde (SUS)”, finaliza o presidente da UNIDAS, Anderson Mendes.

Saúde suplementar é parte da solução 563

Vera Valente é Diretora-executiva da FenaSaúde (Federação Nacional de Saúde Suplementar) / Divulgação

Oferta segmentada de cobertura ampliará o acesso

O sistema de saúde brasileiro, cuja crise não é nova, sofre ainda mais com a estagnação econômica e o desemprego, que aumentam a demanda sobre o SUS. A saúde suplementar é parte indispensável da solução.

Até 1998, a saúde suplementar não era regulada no Brasil. A lei 9.656/1998 resultou em maior segurança jurídica e definição mais clara de direitos e deveres. No entanto, após duas décadas, como é natural em qualquer setor regulado, a legislação demanda urgente atualização.

As discussões se desenrolam há anos e envolvem diversos agentes e visões. Elas são debatidas abertamente tanto em fóruns setoriais quanto no Congresso, onde tramitam centenas de projetos que atualizam as regras. Operadoras são parte indissociável da discussão, junto com reguladores, legisladores, prestadores, fornecedores e consumidores. Nosso objetivo é comum: ampliar o acesso à saúde.

Isso não é bom apenas para as empresas, é bom para todos. Vale lembrar que, de acordo com diferentes pesquisas, o acesso a plano de saúde é um dos maiores desejos da população. Nos últimos quatro anos, cerca de 3 milhões de pessoas deixaram de contar com planos privados. Na maioria, passaram a dispor apenas do SUS.

As entidades representativas do setor vêm buscando soluções de forma transparente e legítima. Consideramos que um dos principais objetivos deve ser viabilizar a volta da oferta de planos individuais, que hoje representam fatia pequena do mercado —80% do ingresso é feito por meio de planos coletivos.

A experiência internacional demonstra que um arcabouço legal que permita oferecer um leque maior de opções de cobertura é fundamental para ampliar o acesso, na medida em que possibilita segmentar a oferta e, assim, adequar os preços a perfis específicos de usuários. Hoje, infelizmente, isso não é possível.

Há outras iniciativas importantes. A primeira é diminuir custos, combater fraudes e evitar desperdícios que contribuem para o crescimento das despesas em ritmo bem acima dos índices gerais de inflação.

A segunda é criar incentivos à atenção primária, de forma a investir na prevenção e evitar o agravamento das doenças.

Já a terceira é dispor de um órgão regulador, no caso a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), com independência, autonomia e qualificação técnica, que dê mais estabilidade e segurança jurídica a todos os envolvidos.

A consequência, desejável e possível, será a redução dos preços finais.

A pior forma de tentar resolver um problema é fingir que ele não existe. A aprovação da reforma da Previdência permite que, no passo seguinte, avancemos rapidamente nas discussões em torno da atualização do marco legal da saúde suplementar.

Temos plenas condições de caminhar para um modelo de saúde que propicie aos cidadãos mais qualidade de vida, em que se somem os sistemas público e suplementar. A hora é agora.

*Por: Vera Valente, Diretora-executiva da FenaSaúde (Federação Nacional de Saúde Suplementar) e Reinaldo Scheibe, Presidente da Abramge (Associação Brasileira de Planos de Saúde).

BB Seguridade é a empresa mais valiosa do setor 390

Desempenho da BB Seguridade deve ser revisado para cima

Seguradoras e operadoras de saúde foram avaliadas em pesquisa realizada pela consultoria de marketing Dom Strategy Partners

A BB Seguridade, holding voltada para os negócios de seguros do Banco do Brasil, lidera o ranking das seguradoras e operadoras de saúde que mais entregam valor produzido para o público. A companhia foi eleita por um grupo de stakeholders formados por acionistas, clientes, colaboradores e fornecedores. A pesquisa Mais Valor Produzido (MVP) é resultado de um estudo realizado pela consultoria de marketing Dom Strategy Partners.

Além da BB Seguridade, neste ano, a Sulamerica, assume o segundo lugar com a nota 7,99. A Bradesco Seguros, primeira colocada em 2017, hoje ocupa a terceira colocação, conquistando 7,98 pontos. Na quarta faixa no ranking, com 7,96, está a IRB Brasil. A Amil fecha a lista com 7,92 na quinta posição.

O ranking Mais Valor Produzido revela ao mercado a capacidade das empresas do segmento em gerarem e protegerem valor para si e também para seus clientes, consumidores, acionistas, funcionários e sociedade.

O levantamento ouviu as maiores empresas do segmento segundo recortes dos anuários das revistas Exame e Valor 1000, e avaliou atributos como eficácia da estratégia corporativa, resultados gerados, crescimento evolutivo, valor das marcas, qualidade de relacionamento com clientes, governança corporativa, sustentabilidade, gestão de talentos, cultura corporativa, inovação, conhecimento, grau de transformação e uso das tecnologias digitais.

Veja a tabela de classificação

MVP Seguradoras e Operadoras de Saúde 6ª edição

Nota

BB Seguridade 8,01
Sulamerica 7,99
Bradesco Seguros 7,98
IRB Brasil 7,96
Amil/UH 7,92

União Seguradora entrega prêmio de Capitalização 616

Premiação foi no valor de R$ 5 mil reais

União Seguradora entrega prêmio de Capitalização
União Seguradora entrega prêmio de Capitalização

Empresa do Grupo Aspecir, a União Seguradora entregou mais um prêmio de capitalização na Matriz da Coopeder em Belo Horizonte (MG). Ao fazer o seguro de vida, o associado José de Souza da 12ª CRG – Itabira, fez um Plano de Capitalização Vida Flex e concorreu todos os sábados através da extração da Loteria Federal a uma premiação no valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais).

O cheque foi entregue pelas mãos do diretor comercial da União, João Lock, a Dario Rutier, presidente da Coopeder. Presentes na ocasião, estavam Carla Guimarães, da Promisses Corretora, e Cláudio Ramos, da Ramos Assessoria.

Icatu Seguros apresenta show inédito da Rock de Galpão em Florianópolis 508

Icatu Seguros apresenta show inédito da Rock de Galpão em Florianópolis

Show conta com patrocínio master da Icatu Seguros e apoio da Rio Grande Seguros e Previdência

Na próxima quarta-feira, dia 21 de agosto, Florianópolis volta a receber o Rock de Galpão para o show de lançamento do DVD “10 Anos na Estrada”. O espetáculo será no Teatro Álvaro de Carvalho (TAC), às 20h, e promoverá o reencontro do grupo gaúcho com o público da capital catarinense, que foi uma das cidades por onde passou a turnê que deu origem ao seu mais recente trabalho. E desta vez o Rock de Galpão recebe artistas locais para participações especiais.

Formado por Tiago Ferraz (voz e guitarra), Rafa Schuler (guitarra e vocais), Guilherme Gul (bateria), Mestre Kó (teclados e vocais), Gustavo Viegas (contrabaixo) e Guilherme Goulart (acordeon), o Rock de Galpão mescla as sonoridades regionais do cancioneiro gaúcho, brasileiro e latino-americano com as mais contemporâneas e universais formas de fazer música.

A partir dessas sonoridades – como a milonga, o xote e o chamamé – o grupo cria novos arranjos com influências do rock, do reggae, do folk, do blues e de outros ritmos, resgatando a obra de grandes autores como Gildo de Freitas, Cenair Maicá, Mario Barbará, Vitor Ramil, Almir Sater e Atahualpa Yupanqui. “O Rock de Galpão tem a intenção de unir, agregar e divulgar a cultura sulista, tão próxima e tão distante geograficamente. O DVD que marcou os 10 anos do grupo traz músicas que representam a arte de cada estado”, completa Tiago Ferraz.

O DVD “Rock de Galpão – 10 Anos na Estrada” é o registro de diversas apresentações realizadas em turnê pela Argentina e capitais do Sul do Brasil, e contou com as participações especiais de artistas como Humberto Gessinger, Neto Fagundes, Hique Gomez, Hossam Ramzy e Valeria Lynch. O show de Florianópolis apresentará um apanhado dos grandes sucessos que marcaram a trajetória do grupo, e terá as participações do grupo Rédea Solta, do artista plástico Mai Bavoso e das Invernadas Artísticas do CTG Os Praianos, do Grupo de Arte e Cultura Querência Açoriana e do Grupo de Arte e Cultura Ilha Xucra.

Os ingressos para o show no TAC estão à venda na bilheteria do teatro e também no Sympla.

O show conta com o patrocínio master da Icatu Seguros e apoio da Rio Grande Seguros e Previdência, Teatro Álvaro de Carvalho e EXP Transmídia. A realização é da Válvula de Escape Produções Artísticas.