Trajetória inspiradora da tenista Bia Haddad reúne parceiros da Generali 1429

Seguradora promoveu ‘aulão’ com a esportista, na última terça

De origem italiana, a Generali reuniu parceiros de negócios, na última terça-feira (12), em São Paulo (SP). O encontro foi especial, em uma super aula com a tenista profissional Bia Haddad.

Em conversa exclusiva com o JRS, a tenista, dona de uma trajetória inspiradora, revelou ser um grande prazer integrar a família Generali. “São pessoas que, muitas vezes, não estão acostumados a trabalhar dentro da quadra. Ser parceira de uma empresa que apoia o esporte, que propicia a integração e formação de pessoas das mais variadas idades, é especial”, conta.

A tenista Bia Haddad
A tenista Bia Haddad

Quando falamos sobre seguros, falamos sobre prevenção. Nesse sentido a prática de esportes é fundamental e a esportista recomenda cuidar do corpo de forma a propiciar uma maior disposição corporal. “Eu levo um pouco mais à risca, por atuar de forma profissional. A vida de um tenista não é fácil, assim como a de muitas profissões, mas com alegria e amor as coisas acontecem”, completa Bia.

Para Claudia Papa, Diretora de Mass Channels da Generali, a atleta representa os valores que a companhia deseja passar ao público e aos parceiros. “Esse evento marca a importância disso. É um orgulho estar ao lado de uma campeã que efetivamente leva essa mensagem à todos”, diz.

Stefano Convertino, Diretor da Generali Employees Benefits, lembra que a seguradora é entusiasta de práticas esportivas. “A companhia é mundialmente conhecida pelo apoio ao esporte e na busca pela qualidade de vida, para deixar as pessoas mais felizes e saudáveis. Além de outros eventos a ideia também é fazer ações com outros esportes, além do tênis”, afirma.

Michele Cherubini é Diretor de Estratégias e Novos Negócios da Generali
Michele Cherubini é Diretor de Estratégias e Novos Negócios da Generali

Já Michele Cherubini, Diretor de Estratégias e Novos Negócios, lembra que a ação visa estreitar o relacionamento com diversos profissionais. “A companhia também busca a simplificação de processos, de modo a deixar o tempo livre para que o corretor faça seu trabalho ao lado do cliente”, revela.

Capemisa contribui para confecção e doação de máscaras de tecido 708

Acessório será distribuído às famílias do Lar Fabiano de Cristo e garante renda extra a costureiras

A Capemisa Seguradora está contribuindo para que famílias assistidas pela entidade possam produzir 5 mil máscaras caseiras, que estão sendo distribuídas a funcionários das casas de apoio, às pessoas atendidas e seus parentes. Cerca de 45 mães costureiras e dez voluntárias de pelo menos 20 instituições estão trabalhando com retalhos de oficinas de costura que eram realizadas no Lar e também tecidos doados para a produção deste novo item de necessidade básica, por conta dos desdobramentos da pandemia de Covid-19 no país.

A iniciativa, segundo a presidente da entidade, Regina Oliveira, vai ajudar a contribuir com a renda de famílias que deixaram de trabalhar neste período de isolamento social. “Além de ajudar a proteger as pessoas assistidas pelas nossas casas, essas mães estão recebendo material e ajuda de custo, estão trabalhando, estão produzindo, o que é muito importante para elas”, conta.

As doações da Capemisa foram enviadas a casas de assistência nas regiões Sudeste, Sul, Norte e Nordeste.

“A nossa seguradora foi criada com a finalidade de arrecadar recursos para a manutenção de diversas obras sociais, em especial, o Lar Fabiano de Cristo. Esses recursos são destinados para cuidar de mais de 3.800 famílias e aproximadamente 18.500 pessoas em todo o país. Neste momento sem precedentes e tão desafiador, nosso apoio a essas casas se torna ainda mais importante”, afirma o presidente da Capemisa, Jorge Andrade.

Generali apresenta sólida rentabilidade dos negócios 673

Resultados são do 1º trimestre de 2020

O resultado operacional total foi de 1.448 milhões de euros graças à contribuição dos segmentos P&C (“não-vida”) e de Gestão de Ativos, que também inclui recentes aquisições, bem como da Holding e outros negócios.

A lucratividade técnica P&C melhorou, com o índice combinado de 89,5% (-2,0 pps); a lucratividade dos novos negócio de Vida continuou alta em 4,04% (-0,35 pps) e a receita da Gestão de Ativos continuou aumentando.

Já o total dos prêmios emitidos brutos permaneceu em 19,2 milhões de euros (+0,3%), com o desenvolvimento positivo do segmento P&C (+4,0%). No segmento de Vida, entradas líquidas totalizaram 3,1 bilhões de euros (-25,2%) e as provisões técnicas continuaram em 363,4 bilhões de euros (-1,6%), devido ao desempenho atual do mercado financeiro.

A Generali também conquistou uma sólida posição de capital do Grupo com Índice de Solvência Preliminar em 196%.

O lucro líquido do Grupo foi de 113 milhões de euros (744 milhões de euros no primeiro trimestre de 2019) e foi afetado em 655 milhões em net impairments em investimentos, devido ao impacto da Covid-19 no mercado financeiro, além da contribuição de 100 milhões de euros(2) alocados para o Fundo Extraordinário Internacional do Grupo para a emergência da pandemia. Não houve contribuição de alienações em comparação com um ganho de 128 milhões de euros no primeiro trimestre de 2019.

O lucro líquido afetado por redução ao valor recuperável de investimentos (Impairments). Esses são mudanças nos prêmios, as entradas líquidas de Vida e PVNBP (valor presente de novos prêmios de negócios) que foram apresentadas em termos equivalentes (em taxas de câmbio e escopo de consolidação constantes). houve também alterações nos resultados operacionais, investimentos próprios e provisões técnicas de Vida, que excluíram ativos alienados durante o mesmo período de comparação.

O CFO do Grupo Generali, Cristiano Borean, comentou: “Em um dos momentos mais difíceis e incertos das últimas décadas, com a emergência da Covid-19 o consequente forte impacto financeiro e na macroeconomia, nosso modelo de negócios garantiu a continuidade das operações do Grupo e nos permitiu manter nosso papel de Parceiro Vitalício dos nossos clientes. Isso também é resultado da crescente digitalização de nossos processos e produtos, uma rede de distribuição multicanal que aproveita uma rede de agentes e diversidade internacional. Os primeiros três meses do ano mostraram um bom desempenho e confirmaram a sólida posição de capital do Grupo. O lucro líquido foi afetado pelos impedimentos devido ao desempenho do mercado financeiro atual, resultado da pandemia”, disse.

BC diz estar preparado para corrigir distorção no mercado de câmbio 1342

Variações cambiais continuam afetando a inflação

O diretor de Política Econômica do Banco Central, Fábio Kanczuk, disse que o BC está “muito bem preparado” para corrigir distorções no mercado de câmbio, principalmente pelo nível das reservas internacionais.

“O BC tem instrumentos naturais para intervir no mercado de câmbio e corrigir mau funcionamento”, afirmou, em live organizada pelo UBS.

Na transmissão, o diretor disse que, na avaliação do Comitê de Política Monetária (Copom), as variações cambiais continuam podendo afetar a inflação

“A leitura não é que ‘pass-through’ desapareceu”, completou Kanczuk.

CVG RS manifesta sentimentos pelo falecimento de Minas Mardirossian 1749

Executivo foi fundador e primeiro presidente do CVG-RJ 

O Clube de Seguros de Vida e Benefícios do Rio Grande do Sul (CVG RS) manifesta imenso pesar pelo falecimento de Minas Mardirossian, nesta sexta, 22. Ele foi fundador e primeiro presidente do CVG-RJ.

De acordo com nota da entidade carioca, Mardirossian era um profissional dedicado ao mercado de seguros. “[Possuía] notório saber e deixa um vasto legado aos que trilham o segmento de Pessoas e Benefícios no Brasil. Ele foi um ferrenho defensor deste mercado, ao qual se dedicava desde 1957, quando começou a trabalhar na área de produção de seguro de vida em grupo na SulAmérica”, detalha o texto.

“Recebemos com muita tristeza a notícia do falecimento do fundador do CVG-RJ, Minas Mardirossian, uma pessoa querida por todos e que muito contribuiu pra nosso mercado segurador. Registro meus sentimentos a toda família”, expressa a presidente do CVG RS, Andreia Araújo.

 

Prós e contras da prorrogação da LGPD em meio ao cenário de pandemia 5761

Artigo é do advogado Sahil Bhambhani, da Agrifoglio Vianna Advogados Associados

Em abril do presente ano, o Senado Federal aprovou a prorrogação do início da vigência da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) para janeiro de 2021, sendo que a eficácia das disposições que versam sobre as penalidades foi postergada para agosto de 2021.

É de se entender e apoiar que todos os esforços do país, no momento, sejam destinados a mitigar os efeitos nefastos da pandemia, mas a justificativa dada não possui correlação com elemento essencial à vigência efetiva da LGPD: a implementação da Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD), que ainda não ocorreu. Trata-se do órgão regulamentador da Lei, responsável pela elaboração de estudos e diretrizes da proteção de dados, que funcionará como um elo entre a sociedade e o governo.

A instabilidade regulatória constitui grande óbice ao avanço do país no tema, pois pode implicar em tutela difusa por outros órgãos fiscalizadores, causando insegurança jurídica. Importante denotar, também, que diante da necessidade de isolamento domiciliar de grande parte da população, houve crescimento da utilização das plataformas de teletrabalho e vídeo-chamadas, entre outros, o que ensejou no aumento da circulação de dados pessoais nas plataformas digitais. São informações que continuam a circular sem o tratamento necessário, com possíveis consequências nebulosas para seus titulares.

Sob o prisma econômico, acredita-se que a prorrogação ajudará as empresas, inegavelmente afetadas pela crise, a ganharem tempo para se adequar às diretrizes da Lei. Entretanto, analisando-se a questão sob outro ângulo, o atendimento às disposições legais da LGPD pode constituir um diferencial competitivo para as empresas. Outro ponto importante é a necessidade do Brasil possuir legislação vigente acerca do tema para as empresas locais estarem de acordo com as disposições de outros países – a União Europeia, importante parceira econômica do país, através do General Data Protection Regulation (GDPR), exige que para a troca de dados internacionais entre empresas, o parceiro deve possuir legislação de proteção de dados igual ou superior ao seu nível de proteção. Há o temor, portanto, que as empresas locais sejam prejudicadas no cenário internacional, o que dificultaria ainda mais a retomada do crescimento econômico.

Como se sabe, países como Itália e Espanha, entre outros, sofreram gravemente com o Coronavírus nos meses de março e abril – e foi reforçada a necessidade pela União Europeia (UE) de utilização de dados pessoais anonimizados em meio digital para prever o avanço da doença, avaliar a efetividade das políticas de saúde e ajudar os serviços mais importantes naquele momento. Tudo isto com a atuação do órgão fiscalizador, para que os procedimentos estivessem de pleno acordo com a regulamentação da UE acerca do tratamento destes dados.

A partir do momento em que fosse implementada a ANPD, o Brasil poderia trabalhar da mesma forma, aliando as benesses da tecnologia com o tratamento correto de dados pessoais de seus cidadãos, especialmente os relacionados à saúde, ao passo que são considerados dados sensíveis. Este é o ponto central da questão – a vigência plena da LGPD, com órgão fiscalizador atuante, poderia auxiliar, primordialmente, no combate à pandemia, ao mesmo tempo em que, indiretamente, traria um diferencial para as empresas brasileiras no mercado global.

Não se pretende ingressar em uma dicotomia, com a necessidade de escolha entre a proteção dos dados ou a saúde, mas sim garantir que ambos sejam priorizados e se complementem, afim de mitigar todos os danos causados pela pandemia.