ANS tira dúvidas sobre temas como reajuste e portabilidade em oficina no RJ 482

Participaram 155 pessoas no primeiro dia e 95 no segundo dia de oficina no Rio de Janeiro

Agenda será realizada em outras cidades, abordando normas recentes do setor de planos de saúde

O diretor Rogério Scarabel fez a abertura da oficina e prestou orientações aos presentes / Divulgação
O diretor Rogério Scarabel fez a abertura da oficina e prestou orientações aos presentes / Divulgação

Normativas recentemente publicadas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) foram apresentadas e discutidas com atores do setor de planos de saúde e públicos de interesse esta semana, no Rio de Janeiro. A agenda abriu as oficinais regionais que a diretoria de Normas e Habilitação dos Produtos (DIPRO) vai realizar em várias cidades do país, até o fim de março, para esclarecer dúvidas e orientar a correta adequação do mercado.

Foram dois dias de oficina no Rio de Janeiro, realizada nesta terça e quarta-feira (12 e 13/02). No primeiro dia, 155 pessoas participaram e puderam esclarecer dúvidas sobre a nova metodologia de reajuste de planos individuais, monitoramento de rede assistencial e as novas regras para portabilidade de carências. No segundo dia, foram 95 participantes e os temas discutidos foram modelos assistenciais, processos de trabalho e a nova norma de atualização do Rol de Procedimentos. Entre os presentes, representantes de prestadores de serviço e de operadoras de planos de saúde. O evento foi transmitido ao vivo, via Periscope e as apresentações serão disponibilizadas no portal da ANS após a rodada de oficinas.

“O evento é importante para alinharmos o entendimento do setor e trabalharmos em prol do aprimoramento. O formato de oficina foi pensado para incentivar a participação e não deixar nenhuma dúvida de fora”, pontuou o diretor de Normas e Habilitação dos Produtos, Rogério Scarabel. O diretor-adjunto da área, Maurício Nunes, complementou que a Agência está atenta às dúvidas já sinalizadas pelo mercado. “Somente sobre portabilidade, recebemos 80 questionamentos, todos incluídos na apresentação da ANS para serem sanados pela área técnica”, informou.

1º dia

O gerente-geral da Estrutura dos Produtos, Rafael Vinhas, fez a introdução do primeiro tema e lembrou que a nova metodologia de reajuste dos planos individuais foi estudada por anos antes de ser regulamentada. “A normativa passou por todas as etapas do processo regulatório, com ampla participação da sociedade, mas é importante apresentá-la nesse espaço para jogar luz até sobre os pontos mais informais que os presentes queiram destacar”, argumentou.

A pauta foi conduzida pela gerente Econômico-Financeira e Atuarial dos Produtos, Daniele Rodrigues, e pelo coordenador da área, Bruno Morestrello, que apresentaram a linha do tempo da implantação da normativa, a metodologia de cálculo e o processo autorizativo que a operadora de plano de saúde deve realizar antes de aplicar o reajuste aos contratos – que desde 2017 é feito de forma eletrônica. A equipe técnica respondeu a dúvidas sobre o preenchimento das informações pelas empresas, o cálculo das variáveis econômicas, a possibilidade de antecipação do cálculo do reajuste e as simulações de índices por meio da nova fórmula.

O segundo tema do dia foi o sistema de preenchimento de alteração de rede e o monitoramento da rede hospitalar possível a partir da ferramenta. O sistema eletrônico foi implementado há quase um ano e a ANS quer utilizar o aplicativo para monitorar se a prestação de informações de rede credenciada ao beneficiário é fidedigna. A gerente de Acompanhamento Regulatório das Redes Assistenciais, Andreia Abib, explicou que a reguladora está dando o passo inicial ao monitorar a manutenção de rede e que a ferramenta trouxe a celeridade necessária ao processo.

A pauta que concluiu o primeiro dia foi sobre as novas regras de portabilidade de carências. O especialista em regulação Bruno Ipiranga detalhou as novidades da resolução normativa e a coordenadora de Mobilidade entre Produtos, Flávia Tanaka, apresentou todas as dúvidas prévias encaminhadas para a Agência, que foram agrupadas em tópicos para facilitar a explicação. Os temas questionados envolviam, principalmente, preenchimento de documentos pelos beneficiários, extensão das faixas de preço, compatibilidade de cobertura entre planos e rescisão de contrato.

A gerente de Manutenção e Operação dos Produtos, Fabricia Goltara, lembrou aos presentes que a nova normativa não contradiz normas de contratação da Agência e que há regras que prevalecem sobre a legislação do setor. Para facilitar o entendimento das principais mudanças da norma, a ANS está preparando perguntas e respostas para as operadoras e prestadores a partir das dúvidas elencadas e uma cartilha para os beneficiários.

2º dia

O segundo dia do evento contou com a participação de 95 pessoas. Na abertura, o diretor Rogério Scarabel apresentou o cronograma das próximas oficinas que acontecerão em Goiânia, Vitória, Ribeirão Preto, Curitiba e Fortaleza (confira o calendário no final do texto). O diretor-adjunto, Maurício Nunes, reforçou a importância dos temas discutidos, destacando que as operadoras têm demonstrado uma mudança de comportamento, “deixando de ser meramente intermediadoras financeiras e passando a focar no cuidado com o beneficiário”.

Na introdução do primeiro tema da oficina, Carla Soares, gerente-geral de Regulação Assistencial, falou sobre as apresentações. “Vamos fazer um apanhado de todo o caminho e monitoramento assistencial, como a Agência acompanha o olhar e atenção à saúde”. Teófilo Rodrigues, Gerente de Assistência à Saúde, também participou, ao lado da equipe, das apresentações e prestou esclarecimentos aos participantes.

A primeira apresentação, feita por Kátia Audi, gerente de Monitoramento Assistencial, teve como tema central os modelos assistenciais e a coordenação do cuidado: “O atual modelo não estimula o cuidado, e sim a produção”, alertou. O aumento das doenças crônicas (entre elas o câncer e a obesidade), além do envelhecimento populacional são alguns dos principais desafios do setor. Segundo ela, a operadora deve desenvolver práticas de monitoramento e avaliação de qualidade, além da utilização de indicadores. “Hoje, 50,1% das operadoras de planos médico hospitalares que estão ativas com beneficiários têm programas de Promoção e Prevenção”, concluiu.

Wilson Vieira Júnior, gerente de Direção Técnica, falou sobre o Plano de Recuperação Assistencial e de que maneira o aprimoramento dos processos de trabalho está promovendo a melhoria da assistência à saúde do beneficiário. Ele falou sobre a tríade da análise assistencial: atendimento ao beneficiário (comunicação), garantia de acesso (autorização) e gestão da rede (estrutura, comunicação) e apresentou cases de operadoras que apresentaram planos de recuperação eficazes e tiveram experiências bem-sucedidas.

Ana Cristina Martins, coordenadora de Regulação Assistencial, falou sobre o novo processo de atualização do Rol de Procedimentos que está em curso. Ela também mostrou como deve ser o preenchimento do FormRol (formulário eletrônico) e lembrou que as contribuições podem ser enviadas até o dia 04/05. Ana Cristina destacou que há critérios de elegibilidade que devem ser observados para que as propostas sejam consideradas e que essas informações estão disponíveis no site da ANS.

Confira as próximas datas e locais das oficinas DIPRO:

• 20 e 21/fevereiro – Goiânia (GO) – Ministério Público do Estado de Goiás
• 27 e 28/fevereiro – Vitória (ES) – Universidade Federal do Espírito Santo (UFES)
• 12 e 13/março – Ribeirão Preto (SP) – Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto
• 20 e 21/março – Curitiba (PR) – Companhia Paranaense de Energia (Copel)
• 26 e 27/março – Fortaleza (CE) – Universidade de Fortaleza (Unifor)

HDI Seguros apoia a 4ª etapa da Hyundai Copa HB20 772

Rubens Oliboni é Diretor Regional da HDI Seguros no Rio Grande do Sul / Divulgação

Autódromo Internacional de Santa Cruz do Sul, no município gaúcho de mesmo nome, vai sediar as provas da competição

A HDI Seguros, quarta maior seguradora de automóveis e sexta em residências do Brasil, estará na pista do Autódromo Internacional de Santa Cruz do Sul, no município gaúcho de mesmo nome, no próximo final de semana, dias 17 e 18 de agosto. A seguradora é patrocinadora da Hyundai Copa HB20 e endossa o seu apoio à nova categoria do automobilismo brasileiro.

“Temos muito orgulho de receber a competição em nosso estado, especialmente pelo perfil dela, que dá igualdade de condições a todos os competidores”, destaca Rubens Oliboni, Diretor Regional da HDI Seguros no Rio Grande do Sul. “Os pilotos têm a mesma possibilidade de vencer e o conceito por trás disso, que é a prevalência do lado humano sobre a máquina, é algo em que acreditamos”, reforça o executivo.

A primeira prova das categorias HB20 Pro e HB20 Super, que compõem a competição, será realizada no sábado (17), enquanto a segunda, ocorre no dia seguinte. Depois de ter 100% de aproveitamento na última etapa e vencer as duas corridas do final de semana, o piloto Raphael Abbate é o líder da HB20 Pro, com 87 pontos. Na HB20 Super, a primeira posição está com Luciano Viscardi, que acumula 93 pontos.

A competição será transmitida ao vivo pelo canal Band Sports e também pelas redes sociais. O calendário de provas deve acompanhar o da Copa Truck. Confira:

  • 4ª etapa – Santa Cruz do Sul/RS – dia 17 e 18 de agosto
  • 5ª etapa – Cascavel/PR – dia 5 e 6 de outubro
  • 6ª etapa – Velopark/RS – dia 26 e 27 de outubro
  • 7ª etapa – Goiânia/GO – 23 e 24 de novembro
  • 8ª etapa – São Paulo/SP – dia 7 e 8 de dezembro

Novas medidas do INPI para a redução de burocracia no registro de patentes: Protocolo de Madri e Plano de Combate ao Backlog de Patentes 572

Novas medidas do INPI para a redução de burocracia no registro de patentes: Protocolo de Madri e Plano de Combate ao Backlog de Patentes

Acordo conta com 97 países signatários

O PDL 98/2019 formaliza a adesão do Brasil ao Protocolo de Madrid, que busca desburocratizar o registro internacional de marcas. O acordo já conta com 97 países signatários, responsáveis por mais de 80% do comércio mundial. O Protocolo tende a ter impacto econômico considerável, com maior atratividade para investimentos no Brasil e abertura de novos negócios. A previsão de início do protocolo no Brasil é em outubro de 2019 e há a expectativa de que a medida facilitará o depósito de marcas internacionais no País e de marcas brasileiras no exterior.

Já o Plano de Combate ao Backlog de Patentes prevê solucionar a fila de exame de patentes em dois anos. É baseado em mudanças de procedimentos do INPI e tende a ter impacto no desenvolvimento de tecnologias nacionais e também no investimento de empresas estrangeiras, que costumam enxergar o atraso na análise das patentes como um obstáculo ao lançamento de produtos no Brasil

MAPFRE Consórcios registra crescimento de 23% no primeiro semestre de 2019 388

MAPFRE Consórcios registra crescimento de 23% no primeiro semestre de 2019

Área obteve um desempenho médio acima do mercado, que teve aumento de 14,75% no acumulado de vendas de novas cotas

No primeiro semestre de 2019, a MAPFRE Consórcios, empresa associada à BR Consórcios, mais que dobrou a venda de cartas de crédito para o segmento de serviços. Na comparação com o mesmo período no ano passado, os negócios da companhia apresentaram um crescimento de 23% na venda de consórcios nos segmentos de automóveis, imóveis, motocicleta, maquinários e outros serviços como viagens, casamento, entre outros.

Segundo a Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios), o setor encerrou o primeiro semestre do ano com aumento de 14,75% no acumulado de vendas de novas cotas, alcançando 1,40 milhão em comparação ao mesmo período de 2018, quando totalizou 1,22 milhão.

Divulgação
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Durante os seis primeiros meses do ano, a companhia teve um crescimento nas cotas de crédito comercializadas, sendo de 39% para automóveis, 6% em imóveis e 156% para serviços. “O consórcio é uma modalidade de crédito bem abrangente e com valores acessíveis para qualquer faixa salarial”, comenta Patricia Siequeroli, diretora da MAPFRE Consórcios.

A MAPFRE Consórcios atribui o bom desempenho a seu portfólio diversificado, otimização no trabalho de apoio e suporte, e foco aos clientes, especialmente, por meio da inclusão de novos produtos no portfólio da companhia. “Em maio, começamos a comercializar consórcios para aquisição de imóveis no exterior. Com isso, ampliamos nossa expectativa de gerar ainda mais negócios ao longo do ano”, afirma Patricia.

CIST vai debater Lei Geral de Proteção de Dados e Responsabilidade Civil Geral do Operador Portuário 508

CIST vai debater Lei Geral de Proteção de Dados e Responsabilidade Civil Geral do Operador Portuário

Encontro acontece no dia 22 de agosto com duas temáticas

Divulgação
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O próximo workshop do Clube Internacional de Seguros de Transportes (CIST) será realizado no dia 22 de agosto e terá dois temas bem diferentes: “Lei Geral de Proteção de Dados e Responsabilidade Civil Geral Operador Portuário”. O evento – que conta com apoio da Buonny, Guep, Grupo Fox, Grupo Golden Sat e Munich Re – tem como objetivo promover o desenvolvimento da cultura de gestão de riscos e seguros no Brasil, e capacitar trabalhadores desses segmentos.

A primeira palestra será sobre “Lei Geral de Proteção de Dados, os Impactos no Mercado de Seguro e Transporte de Carga”. Quem apresentará esse painel será Márcia Cicarelli, sócia da área de Seguros e Resseguros do Demarest. Mestre em Direito Civil pela Universidade de São Paulo (USP) e pós-graduada em Seguros e Resseguros (FGV), com experiencia em todos os ramos do segmento de seguros, além de atuação docente em Direito Civil, PUC-SP, professora convidada da USP e Direito Securitário Funenseg para seguros e resseguros.

O segundo painel abordará “Responsabilidade Civil Geral Operador Portuário – Riscos Intrínsecos da Operação e Desafios do Setor”. O palestrante será Christian Smera, sócio administrador da Smera-BSI Claims Group, advogado e regulador militante no segmento de avarias marítimas. Ele também é membro correspondente da Associação Mundial dos Reguladores de Avarias Marítimas e parceiros institucionais do escritório jurídico MCLG.

Serviço:

Data: 22 de agosto de 2019
Horário: 08h30 às 12h30
Local: São Paulo Center
Endereço: Av. Lineu de Paula Machado, 1088/1100 – Cidade Jardim
Investimento: R$ 80 para sócios / R$ 100 para não sócios
Mais informações: neste endereço.

SulAmérica integra o índice FTSE4Good da bolsa de valores de Londres pelo terceiro ano consecutivo 508

Tomás Carmona, superintendente de Sustentabilidade da SulAmérica / Divulgação

Seguradora apresentou desempenho acima da média no setor

A SulAmérica foi confirmada novamente no FTSE4Good, reconhecido como um dos mais importantes índices internacionais de sustentabilidade e que tem como base dados domínio público, tais como relatórios financeiros e de sustentabilidade, atendendo aos rígidos critérios de seleção que analisam cerca de 300 indicadores diversos.

O FTSE4Good é aferido pela Financial Times Stock Exchange (FTSE) Russell, uma divisão da bolsa de valores de Londres. Ele é composto por empresas com fortes práticas ASG (ambiental, social e de governança) e norteia uma ampla variedade de participantes do mercado para criar e avaliar fundos de investimento responsáveis e outros produtos.

Com base na pontuação obtida, a companhia apresentou desempenho acima da média comparado ao setor de seguros e do país.

“Nosso desempenho, traduzido em um índice extremamente importante, demonstra que nossas políticas e processos, pautados nos critérios ASG, conduz a SulAmérica para uma solidificação da marca cada vez maior, sendo reconhecida tanto pela sustentabilidade nos negócios quanto no impacto positivo que causa na sociedade”, afirma o superintendente de Sustentabilidade da seguradora, Tomás Carmona.

Tomás, que também é membro do conselho do PSI (Princípios para a Sustentabilidade em Seguros) – programa das Nações Unidas (ONU) que tem como objetivo servir como um framework para analisar riscos e oportunidades ambientais, sociais e de governança corporativa para a indústria de seguros global -, acredita que a integração no índice é um atrativo para investidores.