Alto índice de invalidez amplia debate da ANSP sobre Seguro Responsabilidade Civil Facultativo 567

Academia abordou os desafios dos danos corporais no Seguro de Automóvel

Com mais de 41.151 mortes indenizadas pelo Seguro DPVAT e mais de 284.191 casos de invalidez nos últimos 10 anos fica ressaltada a importância de debate sobre a sinistralidade existente no Seguro de Automóvel. Um dos tipos de coberturas existentes talvez mais incompreendidos do mercado seja o de Responsabilidade Civil Facultativo, de acordo com a apresentação dos painelistas do primeiro Café Com Seguro de 2019, promovido para mais de 100 pessoas no auditório do Sindicato das Seguradoras do Estado de São Paulo (Sindseg-SP), nesta quarta-feira (20).

Para Marcello Brancacci, Coordenador da Cátedra de Seguro de Danos: Propriedade (incluindo Auto), existem vários desafios a serem enfrentados pelo setor. O especialista elenca a especialização, desde a venda a intermediação da comercialização do seguro, como um dos principais pontos. “É preciso reforçar uma condução adequada com a finalidade de algo que seja justo, que evite desperdícios ou impactos indevidos na sociedade, de modo a evitar aspectos prejudiciais ao setor de seguros”, reforça.

No mesmo sentido, Erivaldo Gomes dos Reis, Sócio da Reis Assessoria Médica, pensa que os profissionais precisam obter distintos conhecimentos para o desenvolvimento de práticas e hábitos mais sustentáveis para o setor de seguros. “Existe uma grande confusão entre Seguro de Vida, ou até mesmo o DPVAT, com o Seguro de Responsabilidade Civil. Este nicho de Seguro tem relação com a expectativa de vida, renda, grau de invalidez e, até mesmo, de lucros cessantes”, alerta.

Um embasamento básico em termos técnicos e situações comuns que ocorrem neste tipo de seguro são cruciais para a solidez do setor. É o que reforça a Médica Ortopedista, Dra. Solange Mayumi Ishikawa Nihei. “A avaliação começa muito antes de uma consulta médica com o beneficiário. Toda documentação como boletim de ocorrência, relatório do SAMU ou da equipe médica deve casar. Quando há uma dessintonia é necessário contar com os serviços de perícia médica”, analisa.

Encontros como o da manhã de hoje enchem de orgulho Fernando Silveira Filho, filho de um dos fundadores da Academia Nacional de Seguros e Previdência (ANSP). “Isso só demonstra o quanto a Academia trouxe em contribuição para o mercado e também para a sociedade. São diversos nomes importantes do setor brasileiro de seguros que contribuíram para o desenvolvimento do setor em nível nacional. Agora, 25 anos depois a Academia é uma realidade com importância fundamental para o País”, completa.

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Lojacorr defende rede de corretores empreendedores 1026

Lojacorr defende rede de corretores empreendedores

Convenção Nacional da empresa reúne mais de 1.200 participantes em Curitiba

O CEO da Rede Lojacorr, Diogo Arndt Silva.

A inovação e maneiras de entender o novo consumidor tem sido temas fortemente debatidos no mercado de seguros nos últimos anos. Essa também é uma preocupação constante da Rede Lojacorr, conforme ficou evidenciado na cerimônia de abertura da sua 6ª Convenção Anual, que ocorre 21 e 22 de março em Curitiba (PR) e reúne 1.200 participantes entre corretores de seguros e parceiros.

Desde a última convenção, que aconteceu em 2017, a Lojacorr cresceu quatro vezes mais, segundo o CEO Diogo Arndt Silva. “É tempo de transformação e a Lojacorr supera diariamente as nossas expectativas”, destacou. “Nosso objetivo no início era alcançar 100 corretores em Curitiba e região e hoje temos mais de 1.100 corretores em 21 Estados e em 51 unidades espalhadas pelo Brasil”, detalhou.

De acordo ele, a missão dos corretores de seguros de levar proteção ao brasileiro é nobre. “A transformação não está na tecnologia, está nas pessoas, em suas atitudes, e o nosso maior papel como líderes de mercado é encorajar as pessoas a experimentarem, a verem novas formas de consumo”, comentou. Enxergar a figura do corretor de seguros como empreendedor seria fundamental para essa prática. “A maior parte dos projetos e das pessoas não fracassam, elas desistem. E a persistência tem que estar imbuído nos nossos objetivos”, disse.

Em 2017, a empresa que Diogo preside reuniu uma equipe multidisciplinar para realinhar seu planejamento estratégico tendo em vista que se transformou em uma rede de empreendedores. “Quando percebemos que somos novos líderes e empreendedores, pensamos em como criaríamos um ecossistema de soluções para auxiliar cada vez mais a distribuição de seguros através dos corretores”, explicou.

O momento reforça a crença de grandes líderes de mercado de que somente os corretores podem levar efetivamente as melhores proteções aos clientes. “Por intermédio de relações humanas, seremos capazes de levar proteção à parcela da sociedade que ainda não tem acesso, pois muito mais do que vender apólices, queremos proteger as pessoas”, comentou. Valores como transparência seriam fundamentais. “Sabemos que ainda existe um caminho muito grande a percorrer, mas seguimos caminhando, buscando inovar e crentes nos nossos valores, como transparência, que gera colaboração e, com ela, inovação”, afirmou.

A primeira palestra da Convenção ficou a cargo do administrador Max Gehringer.

Para o administrador Max Gehringer, que comandou a primeira palestra da Convenção, a grande profissão até o século XIX era a de agricultor, do século XX empregado e a do século XXI é empreendedor. “O que nós fazemos em nossa carreira é continuar correndo atrás do que vai nos diferenciar e vejo aqui uma plateia de empreendedores”, disse. “O que precisa para ser empreendedor, primeiramente, é não tomar a decisão de ser empreendedor pelo motivo errado, um bom motivo é enxergar uma oportunidade e um futuro”, defendeu.

Neste sentido, empresas como a Lojacorr estão a frente, uma vez que busca inovar sem perder a essência humana. “Não dá para conseguir confiança através da tecnologia, nós olhamos no olho de outra pessoa e conversamos com ela pessoalmente”, alertou. “O empreendedor brasileiro é um teimoso, pois a lei e a burocracia não ajudam, e mesmo assim ele não só insiste, como persiste com as suas ideias”, frisou.

6ª Convenção Nacional Lojacorr – Imagens do primeiro dia

Segurança foi o grande tema do primeiro almoço mercado segurador gaúcho em 2019 266

Segurança foi o grande tema do primeiro almoço mercado segurador gaúcho em 2019

Encontro foi realizado nesta quinta-feira, em Porto Alegre (RS)

As similaridades entre a segurança pública e o mercado de seguros, no que tange a proteção de vida e patrimônio, dão ênfase à importância de alinhamento entre o Governo do Rio Grande do Sul e o Sindicato das Seguradoras do Estado (Sindseg/RS). Neste sentido, o primeiro almoço das seguradoras de 2019 recebeu Marcelo Gomes Frota, secretário adjunto da pasta, para representar o vice-governador e secretário de segurança, Randolfo Vieira Junior. Tudo aconteceu na quinta-feira, no Clube do Comércio, na Capital gaúcha.

Frota destacou a segurança como prioridade do governo de Eduardo Leite. “A ação reflete em outros setores. Sem investimentos em segurança pública não existe a garantia e confiabilidade necessárias para o setor privado investir”, explicou. “O ciclo da economia fica vinculado à isso e os demais setores são prejudicados no Estado”, comentou o secretário adjunto.

O almoço do Sindseg/RS é promovido há mais de 70 anos e trata-se de uma das tradições mais marcantes do mercado gaúcho de seguros.

Confira todas as imagens – Almoço do Mercado Segurador Gaúcho:

Indra lança solução pioneira para gerenciar o tráfego de drones 297

Indra lança solução pioneira para gerenciar o tráfego de drones

Empresa deve construir espaços altamente digitalizados e automatizados para que os drones voem com segurança nos próximos anos

A Indra apresenta a Air Drones, um conjunto de soluções avançadas para gerenciar o tráfego aéreo de drones em baixa altitude. Trata-se da primeira solução global, capaz de oferecer a flexibilidade e a capacidade de adaptação necessária para gerenciar o tráfego em qualquer nível: local, regional ou de um território completo. A estrutura foi pensada para garantir a segurança das operações aéreas dos aviões não tripulados em regiões urbanas, rurais e de aeroportos, onde as normas de segurança são mais exigentes.

O novo sistema UTM (Unmanned Traffic Management) da Indra será a peça encarregada de organizar todo este tráfego, identificar cada aeronave e controlar seu acesso e movimentações de forma segura. A plataforma foi pensada para integrar soluções de detecção e neutralização de drones, complementando a capacidade de gerenciamento do tráfego aéreo.

Além disso, conta com uma solução UTM Hub, que vai automatizar o fornecimento de serviços centralizados de coordenação para todos os setores, no qual estarão envolvidos: operadores, fornecedores de informação e autoridades.

Por fim, a Indra Air Drones oferecerá um serviço inteligente, altamente digitalizado e automatizado. Dessa forma, será possível facilitar o acesso rápido e simples a qualquer usuário que queira operar seu drone ou sua frota de drones com total garantia de segurança. A liderança da Indra como fornecedora de sistemas de tráfego aéreo torna a companhia capacitada para configurar um espaço UTM deste tipo, com os níveis de segurança necessários.

A solução tem em vista o aumento do fluxo aéreo nos próximos anos, em que a companhia projeta um aumento exponencial no número de aeronaves, com drones de baixo custo junto a outros de caráter profissional muito mais sofisticados, helicópteros, aviões convencionais.

AIG discute os bastidores da regulação de sinistros em Responsabilidade Civil 464

AIG discute os bastidores da regulação de sinistros em Responsabilidade Civil

Dimensão da cobertura da apólice, impacto do sinistro no negócio e sobre terceiros e planejamento em prevenção são os principais pontos que devem ser levantados por corretores

Com casos práticos de diferentes acidentes e imprevistos que exigem a responsabilização de empresários – de acidentes de trabalho a erros na linha de produção e prejuízos a terceiros por graves danos – a AIG promoveu o evento O Sinistro da Vez: Responsabilidade Civil, na última sexta-feira (15), em São Paulo. Na ocasião, mais de 100 corretores acompanharam o painel formado por especialistas da AIG nas áreas de Sinistros, Jurídico e Produto, ao lado do executivo da CooperBrothers, empresa de Regulação de Sinistros.

“A partir de dúvidas e questionamentos dos corretores, organizamos este encontro como mais uma forma de capacitar nossos parceiros nas coberturas e especificidades dos Seguros Responsabilidade Civil Geral (Empregador, Produtos e Operações). A partir de exemplos e da experiência da AIG, buscamos mostrar as principais exposições a riscos, o funcionamento das coberturas e a importância de atividades de gestão e prevenção”, explica Nathália Gallinari, Gerente de Responsabilidade Civil e Ambiental da AIG.

Durante o painel, Daniel Santos, Gerente de Sinistros de RC e Linhas Financeiras da AIG, explicou que “quando negociam a apólice, muitas empresas ficam preocupadas com apenas dois pontos: a cobertura e o limite. Ou seja, acreditam que, no máximo, a seguradora irá arcar com os custos de indenização. Porém, é importante ressaltar que a AIG faz muito mais que isso: toda a investigação do sinistro permite à empresa entender os motivos que levaram ao eventual incidente e ajuda na prevenção. São serviços que, independente da cobertura do sinistro, estarão à disposição do segurado”.

Para Nathália Gallinari, também parte do painel, há inúmeros recursos técnicos utilizados pela seguradora que auxiliam na apuração e regulação de sinistros. “Trabalhos multidisciplinares, que inclusive envolvem perícias, auxiliam na solução de uma série de questões, como, por exemplo, verificar se o produto questionado poderia ou não apresentar um determinado problema, ou causar certo dano”, diz.

A importância dos primeiros passos da apuração

Eduardo Lima, Diretor da Cooper Brother, trouxe para o debate o conhecimento do ‘outro lado do balcão’ e destacou que cada segurado possui particularidades, por isso é importante entender com detalhes as questões técnicas de seu ramo de atuação.

O profissional destacou que “os primeiros passos são fundamentais para avaliar eventuais falhas de segurança. São apuradas quais foram as ações imediatas tomadas pelo segurado para controlar aquela situação, se os equipamentos de proteção individual (EPIs) foram utilizados corretamente, se o programa de manutenção foi cumprido e se o colaborador possuía treinamento e certificados necessários para operar aquela determinada máquina”.

Segurado deve se precaver mesmo quando o sinistro é encerrado

Alguns profissionais acreditam que os problemas se encerram quando o sinistro é finalizado. Porém, Katiuscia Brandão, Especialista de Sinistros de Responsabilidade Civil da AIG, destaca que reclamações podem surgir, em alguns casos, até alguns anos após o encerramento.

“É fundamental manter registros, perícias e documentos que comprovem que o evento não prejudicou, por exemplo, empresas parceiras, fornecedores ou vizinhos do empreendimento”, lembra Katiuscia.

O impacto à cadeia de valor e a terceiros

Entre os exemplos citados pelos especialistas foi o de uma manufatura de pequeno porte, fornecedora de grandes indústrias no setor de bebidas. Com uma apólice de Responsabilidade Civil Produtos, o sinistro teve grande impacto na cadeia produtiva, a ponto de exigir um descarte antes de os materiais chegarem ao varejo. “O corretor deve conhecer o negócio do seu cliente e qual o seu alcance para auxiliá-lo na dimensão do risco”, explicou Katiuscia. Outro ponto é o caso de incêndio ou outros acidentes em estabelecimentos, com danos a terceiros próximos. “Pela extenção dos estragos, um pequeno comércio terá de arcar com os seus prejuízos e com o de terceiros. A falta de planejamento para esses casos pode levar ao fim do negócio”, completa.

Velox Contact Center participa do 1º Expo Alpha B2B 323

Velox Contact Center participa do 1º Expo Alpha B2B

Feira de negócios acontece no dia 4 de abril, em Alphaville

A super palestra motivacional em vendas de Conrado Melhado “Acredite em você e o mundo fará o mesmo” é uma das atrações apresentadas pela Velox Contact Center, na 1ª edição da Expo Alpha B2B. A feira de negócios promoverá soluções corporativas, novidades, tecnologias, palestras e treinamentos em um único espaço, em Alphaville, São Paulo.

“Venha conhecer os nossos serviços e participar deste grande evento”, convoca a empresa em nota enviada à redação.

Momentos de network com investidores, representantes comerciais, startups, empresários, líderes e formadores de opinião do segmento corporativo devem nortear os trabalhos, no próximo dia 4 de abril.

Outra grande surpresa é a primeira apresentação de Issao Imamura no Brasil. O especialista apresenta a palestra “A magia nos negócios”, além de temas como comunicação, vendas, gestão e tecnologia.

Sorteios e premiações para visitantes e expositores dão o toque final a programação, que conta com cobertura especial do JRS.