Allianz entrega o prometido com lucro operacional mais alto da história 526

Allianz entrega o prometido com lucro operacional mais alto da história

Lucro operacional de 11,5 bilhões de euros em 2018 está na faixa superior da meta para o ano

O Grupo Allianz teve um ano muito bem-sucedido em 2018, cumprindo as metas de desempenho em todos os segmentos e mantendo a força de capital em patamar elevado. A concretização dos objetivos da nossa “Agenda de Renovação” preparou o terreno para esse excelente desempenho. Baseado nos números preliminares, o crescimento da receita interna, corrigidos os efeitos da transposição cambial e de consolidação, totalizou 6,1% e teve a contribuição de todos os segmentos operacionais da empresa. A receita total cresceu 3,5% e atingiu a marca de 130,6 bilhões de euros (contra 126,1 bilhões em 2017).

Com aumento de 3,7%, o lucro operacional de 11,5 (contra 11,1) bilhões de euros se situa na porção superior da faixa visada que foi anunciada pelo Grupo, de 10,6 a 11,6 bilhões de euros, e é a mais alta na história da Allianz. O crescimento do lucro operacional pode ser atribuído majoritariamente ao nosso segmento de P&C que registrou forte alta de 13,3% no lucro operacional. Isso se deu por conta de um coeficiente de despesas otimizado, menor sinistralidade por catástrofes naturais e crescimento do prêmio.

O segmento de Gestão de Ativos também registrou alta no lucro operacional devido à elevação da receita referente aos ativos sob gestão (AuM). Como consequência de uma margem de investimento mais baixa em meio à volatilidade do mercado financeiro, o lucro operacional do nosso negócio de Vida/Saúde declinou.

lucro líquido atribuível aos acionistas cresceu 9,7% e ficou em 7,5 (6,8) bilhões de euros. Esse lucro operacional majorado e a menor tributação sobre os rendimentos compensaram com vantagem o declínio no resultado não operacional.

Lucro Básico por Ação (EPS) subiu 14,4%, passando a 17,43 (contra 15,24) euros para o ano de 2018. ORetorno sobre o Patrimônio Líquido (RoE) totalizou 13,2% (contra 11,8%).

Coeficiente de capitalização Solvency II totalizou 229% no final de 2018, permanecendo inalterado em relação ao final de 2017. O Conselho de Administração proporá dividendos de 9 euros por ação em 2018 –  uma alta de 1,5% em relação a 2017.

A Allianz continuou promovendo a experiência do cliente em 2018. No mundo inteiro 74% dos negócios atingiramum Net Promoter Score (NPS) acima da média do mercado, comparado aos 60% no ano anterior. O Índice de meritocracia inclusiva (IMIX), que mede a liderança e a cultura do desempenho, cravou 71% em 2018, muito próximo do nosso nível almejado de 72%. Tais números refletem o esforço da Allianz em atender os clientes e envolver os colaboradores da melhor forma possível. A Allianz concluiu dois programas de buy-back de ações, num volume total de 3 bilhões de euros. Todas as ações recompradas foram canceladas. Um novo programa de buy-back de até 1,5 bilhão de euros foi anunciado em 14 de fevereiro de 2019.

“Tenho muito orgulho da família Allianz ao redor do mundo por entregar um conjunto de resultados tão bom. Nós atingimos o maior lucro líquido dos últimos dez anos, apesar da forte volatilidade do mercado, especialmente no quarto trimestre do ano“, declarou Oliver Bäte, CEO do Grupo Allianz. “Nossos cientes continuam confiando em nós. Tendo isso em mente, nós estamos focando na simplicidade como o próximo passo para reiterar a nossa estratégia”.

No 4º trimestre de 2018, o lucro operacional permaneceu em 2,8 (contra 2,8) bilhões de euros: um lucro operacional maior proveniente do nosso negócio de P&C foi compensado, principalmente, por um declínio dos negócios nos nossos segmentos de Vida e Saúde e na Gestão e Ativos Patrimoniais.  O aumento no lucro operacional do nosso negócio de Property & Casualty (P&C) se deveu, em grande parte, a um resultado mais elevado do investimento. O lucro operacional do nosso negócio de Vida/Saúde declinou devido, principalmente, a uma margem técnica menor na França. O decréscimo no lucro operacional do segmento de Gestão de Ativos foi motivado, sobretudo, por menores taxas de desempenho. O lucro líquido atribuível aos acionistas subiu 18,9% e foi para 1,7 (contra 1,4) bilhão de euros no quarto trimestre de 2018, devido a um melhor resultado não-operacional e à menor tributação sobre os rendimentos.

“A Allianz obteve resultados excelentes em 2018, com lucro operacional de 11,5 bilhões de euros, atingindo o patamar superior da meta visada anunciada pelo Grupo entre 10,6 e 11,6 bilhões de euros”, declarou Giulio Terzariol, diretor Financeiro do Grupo Allianz.  “Nossa atividade sadia e bem diversificada nos deixa confiantes de que iremos continuar entregando um desempenho financeiro robusto novamente este ano. O Grupo almeja gerar um lucro operacional de 11,5 bilhões de euros em 2019, com margem de mais ou menos 500 milhões de euros, salvo imprevistos.”.

Property-Casualty (P&C): forte crescimento interno e boa performance operacional

Os prêmios brutos subscritos chegaram a 53,6 (52,3) bilhões de euros em 2018. Ajustados os efeitos de transposição cambial e de consolidação, o crescimento interno totalizou 5,7%. Os efeitos de preço e volume contribuíram com 4% e 1,7%, respectivamente. Quanto ao crescimento interno, AGCS, Alemanha e AllianzPartners foram seus principais impulsionadores.

  • Lucro operacional aumentou 13,3% e foi a 5,7 bilhões de euros em 2018, comparado ao ano anterior. Tal aumento se deveu, principalmente, a um forte resultado na subscrição, impulsionado por um menor coeficiente de despesa, ausência de perdas de peso decorrentes de catástrofes naturais e em menor grau, devido ao crescimento dos prêmios. Nosso resultado do investimento operacional também contribuiu positivamente.
  • O índice combinado teve aumento de 1,2 ponto percentual e chegou a 94%.

“Estou satisfeito com nosso forte crescimento interno e o bom desempenho operacional do negócio no segmento P&C, ” afirmou Giulio Terzariol. “Atingimos a nossa meta de 94% do índice combinado devido à nossa subscrição sistematicamente disciplinada e, sobretudo, ao coeficiente de despesa substancialmente melhorado. ”

No quarto trimestre de 2018, os prêmios brutos subscritos aumentaram para 11,7 (11,3) bilhões de euros. Corrigidos os efeitos de transposição cambial e de consolidação, o crescimento interno chegou a 5,1%, com efeitos de volume e preço contribuindo com 2,8% e 2,3%, respectivamente. O lucro operacional aumentou14% e foi para 1,5 bilhão de euros comparado ao mesmo período do ano anterior, devido a um maior investimento e ao resultado melhor da subscrição. O índice combinado para o quarto trimestre de 2018 cresceu 0,4 ponto percentual e foi para 94,1%.

Vida e Saúde: crescimento rentável continuado no novo negócio

  • O PVNBP¹, o valor atual dos prêmios dos novos negócios, subiu para 58,5 (55,5) bilhões de euros em 2018. Isso se deveu, principalmente, às vendas maiores de produtos eficientes em termos de capital no ramo alemão de seguro Vida, no negócio de anuidades indexadas fixas nos EUA, bem como na maioria das linhas de negócio na Itália.
  • A margem de novos negócios (NBM) se fortaleceu em 2018 passando a 3,6% (3,4%) com o apoio das condições de mercado favoráveis. O valor dos novos negócios (VNB) cresceu para 2,1 (1,9) bilhões de euros em 2018, impulsionado pelo crescimento nas vendas e pela continuidade da mudança para produtos eficientes em termos de capital.
  • lucro operacional recuou para 4,2 (4,4) bilhões de euros, situando-se no ponto médio da faixa prevista, o que mostra a resiliência dos nossos negócios em meio à volatilidade crescente do mercado financeiro. Esta última provocou um declínio da nossa margem de investimento, por meio de uma combinação de deficiências maiores, realizações menores e um resultado comercial em declínio nos nossos ramos de Vida na Alemanha e EUA.

“O crescimento continuado do novo negócio no segmento Vida e Saúde reflete o sucesso dos nossos produtos concebidos também para o ambiente de baixas taxas de juros”, aponta Giulio Terzariol. “Isso mostra que nossos clientes querem a qualidade e a estabilidade que a Allianz pode oferecer. ”

No quarto trimestre de 2018, o PVNBP saltou para 16,1 (15,2) bilhões de euros, impulsionado pelas vendas ampliadas de anuidades indexadas fixas nos EUA. O lucro operacional caiu para 1,0 (1,1) bilhão de euros devido, principalmente, à margem técnica menor na França. A margem de novos negócios (NBM) se fortaleceu e foi para 3,9 (contra 3,6) % fazendo com que o valor de novos negócios (VNB) crescesse para 631 (550) milhões de euros.

Gestão de Ativos: lucro operacional cresce 4% apesar dos mercados difíceis

  • Os ativos de terceiros sob gestão (AuM) caíram 12 bilhões de euros ficando em 1,436 trilhão de euros,comparado ao final de 2017. Com isso, os efeitos positivos da transposição cambial não puderam compensar os efeitos negativos do mercado atribuíveis sobretudo à retração do mercado no último trimestre do ano.  Saídas líquidas de 3 bilhões de euros também contribuíram para esse declínio. Os ativos totais sob gestão permaneceram estáveis no patamar de 1,961 trilhão de euros.
  • relação custo-rendimento (CIR) subiu 0,5 ponto percentual e foi para 62,4% em 2018. O aumento do coeficiente foi devido à inclusão dos investimentos da Allianz Capital Partners no crescimento do negócio.
  • Lucro operacional aumentou 3,7%, passando a 2,5 (2,4) bilhões de euros. O aumento se deu por conta do crescimento nos rendimentos operacionais, impulsionado, sobretudo, por uma média mais alta de ativos de terceiros sob gestão (AuM) e por um aumento nas margens impulsionadas por AuM de terceiros, tanto na PIMCO como na Allianz Global Investors. Esse avanço positivo só foi parcialmente compensado pelo aumento das despesas.

“Os rendimentos da Gestão de Ativos e o lucro operacional cresceram em um ambiente desafiador no ano de 2019”, sinaliza Terzariol. “A volatilidade nos mercados financeiros, particularmente no 4º trimestre, levou a saídas líquidas. No entanto, a expansão das nossas margens mostra claramente a saúde do nosso negócio”.

No quarto trimestre de 2018, o lucro operacional baixou 9,1% para 633 milhões de euros, devido, principalmente, às menores taxas de performance e despesas mais elevadas. O coeficiente custo-rendimento subiu 3,4 pontos percentuais passando a 63,6%. Os ativos de terceiros sob gestão tiveram redução de 51 bilhões de euros: os efeitos negativos do mercado de 40 bilhões de euros e as saídas líquidas de terceiros de 31 bilhões de euros não puderam ser compensadas pelos efeitos favoráveis da transposição cambial da ordem de 19 bilhões de euros.

Divulgação
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Alta na venda de veículos pesados intensifica procura por consórcio 627

Alta na venda de veículos pesados intensifica procura por consórcio

Produtores e empresas optam por planos para ampliar frota e produção

As perspectivas para o mercado do agronegócio são positivas para este ano e devem bater novos recordes de produção. Acompanhando esse cenário, as vendas de pesados também vêm respondendo no começo de 2019. Entre janeiro e maio, as vendas desses veículos cresceram 12,5%, em comparação com o mesmo período do ano anterior, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

Uma das opções para adesão dos pesados é o consórcio que, no acumulado até abril deste ano, já vendeu 15% a mais (caminhões, ônibus e implementos rodoviários), em comparação com o mesmo período de 2018. Na Porto Seguro Consórcio o cliente pode contratar cotas de R$ 150 mil a R$ 300 mil, para adquirir caminhões, ônibus, tratores, e implementos agrícolas, rodoviários e construção civil.

O diretor da Porto Seguro Consórcio, William Rachid, explica que alguns pilares estão estimulando o crescimento do produto. “O atual momento do agrobusiness e aumento na tabela de frete para transportes de cargas feita recentemente pelo governo, influencia, sem dúvidas, para o crescimento desse tipo de plano”, explica o diretor. De acordo com o diretor, o segundo ponto tem estimulado as pessoas a buscarem alternativas para adquirirem seus próprios caminhões, já que a medida encareceu o serviço de frete que era feito por transportadoras terceirizadas.

Rachid ressalta que o consórcio é uma opção para quem desejar realizar uma compra planejada. “A contratação possibilita uma administração melhor do fluxo de caixa e a programação na troca de trator ou caminhão. Além disso, possibilita a adesão de outros serviços importantes como o seguro para máquinas agrícolas, por exemplo”.

Porto Seguro Consórcio

O consórcio é um grupo de pessoas físicas e jurídicas que têm o objetivo de adquirir um bem. No caso do plano para veículos pesados e máquinas agrícolas, as opções de bens são: caminhões, ônibus, maquinário e implementos agrícolas, implementos rodoviários e linha amarela. Com o grupo, a cada mês é realizada uma assembleia para anunciar os contemplados.

O Porto Seguro Consórcio oferece para pessoas físicas e jurídicas créditos de R$ 150 mil a R$ 300 mil, com prazo de 120 vezes para pagar. Mais informações sobre os planos estão disponíveis neste site.

Baixas temperaturas podem danificar meu carro? 500

Baixas temperaturas podem danificar meu carro?

ComparaOnline lista problemas veiculares ocorridos no inverno, como mal funcionamento da bateria, e explica quando o seguro auto pode ajudar

Os invernos têm sido cada vez mais rigorosos no Brasil, principalmente nas regiões sudeste, centro-oeste e sul. Recentemente massas de ar polar derrubaram as temperaturas e deixaram a sensação térmica em -10º C, com geada e neve em alguns lugares do extremo sul do país.

Com um pouco de roupa conseguimos nos livrar do frio, mas o que acontece com os veículos? Nesta época do ano os acidentes em consequência de pistas escorregadias e os problemas elétricos ao dar a partida do carro aumentam bastante. O que deixa muita gente com dúvidas é sobre a possibilidade de acionar ou não o seguro auto nesses casos. Pensando nisso, a ComparaOnline, marketplace de produtos e serviços financeiros, reuniu algumas informações sobre o assunto.

As baixas temperaturas ocasionam a falta de utilização de alguns equipamentos como o ar-condicionado, causando ressecamento e possíveis vazamentos nas mangueiras. O que também pode ficar ressecada com o frio é a palheta do para-brisa. Porém, esses itens são considerados como serviços de manutenção do carro e não interferem na locomoção do veículo, sendo assim, não há cobertura do seguro.

O inverno também traz outros tipo de problemas, como geada, neblina e granizo. Eventos naturais que podem causar danos ao veículo, seja um amassado ou até mesmo um acidente em decorrência de pista escorregadia. “Nesses casos, é muito importante ficar atento à sinalização. Caso a via transitada tenha avisos sobre a possibilidade de intempéries, deve-se evitar esses trajetos, pois a seguradora poderá entender como um agravamento do risco por parte do segurado e negar o sinistro”, explica Paulo Marchetti, CEO da ComparaOnline no Brasil.

Problemas com a bateria são mais comuns no frio, já que a temperatura diminui e reduz a reação química interna, além de deixar o óleo mais viscoso. Isso pode trazer problemas para dar a partida após uma noite fria, por exemplo. “Desde que seja contratada a cláusula de assistência 24 horas, o segurado terá direito ao serviço de auto socorro nessas situações. Algumas seguradoras enviam, além do guincho, um técnico para avaliar o veículo no próprio local, a fim de resolver o quanto antes o problema do cliente”, finaliza Marchetti.

Pier expande atuação e passa a oferecer seguro para sistema Android 407

Pier expande atuação e passa a oferecer seguro para sistema Android

Startup foca na experiência do cliente, proporcionando opção flexível, transparente e descomplicada

As insurtechs começaram a ganhar força no Brasil e um dos novos players desse mercado é a Pier, uma startup que se propõe a mudar a relação das pessoas com a indústria de seguros. A empresa, que oferece um seguro digital contra furto e roubo para smartphones com base no conceito de comunidade, começou a operar em 2018, com um projeto piloto para Iphones, e acaba de anunciar que dará início à cobertura para modelos Android.
Os primeiros smartphones a serem atendidos serão os da linha S e J da Samsung, mas a empresa pretende ampliar as opções o quanto antes. A entrada de Android representa um aumento de 20 vezes na base de possíveis clientes. “Queremos democratizar o acesso à nossa comunidade, e a entrada no mercado Android nos permite fazer isso. Estamos começando aos poucos para testar o produto e melhorar continuamente. Em breve devemos atender a maior parte dos aparelhos”, explica Igor Mascarenhas, CEO da Pier.

Para contratar a proteção é necessário acessar o site da Pier e solicitar o convite para entrar na comunidade. Também é possível pedir indicação dos membros atuais, ou seja, quem já tem um seguro da startup pode indicar novos usuários.

Diferenciais – A Pier possui uma série de diferenciais para quem quer contratar um seguro para seu smartphone e conta com mais de 5.500 membros, crescendo cerca de 20% ao mês. Além de uma experiência com foco total no cliente, a empresa permite a contratação rápida e transparente pela web; cancelamento a qualquer hora, direto no aplicativo; contrato mensal sem franquia nem carência; reembolso muito mais rápido que a média (mais de 70% pagos em até 3 dias); e três pontos muito importantes que a maior parte do mercado não oferece: aceita celulares usados, não exige nota fiscal e ainda cobre furto simples.

“Em 2018, 55% dos nossos reembolsos foram relacionados a este tipo de furto, que não teriam sido cobertos por mais ninguém no mercado”, explica Mascarenhas.

Os valores para a cobertura de Android começam em R$ 6,10 por mês e variam de acordo com o aparelho e o plano escolhido. Quem tiver outro modelo de smartphone também pode preencher o cadastro e manifestar interesse na proteção. Em breve, a empresa espera entrar em contato com quem ainda não tem o seu aparelho na lista.

Região Sudeste movimenta mais da metade do mercado brasileiro de seguros 645

Região Sudeste movimenta mais da metade do mercado brasileiro de seguros

Força econômica da região é atrativo para Quisto Corretora de Seguros; franquia oferece o maior comissionamento do mercado e é diferencial entre as corretoras

Explorar novos mercados é algo buscado por boa parte das empresas e no mercado de franquias essa é uma fase natural dos negócios. Enquanto algumas marcas preferem arriscar em novas regiões, outras optam por consolidar ainda mais sua presença em áreas que já conhecem.

A Quisto Corretora de Seguros possui 50 unidades na região Sudeste e nutre planos ainda maiores para a região: até o final deste ano a marca espera conseguir 30 novos franqueados. O interesse se dá por conta da alta demanda das principais capitais da região. “É de se esperar que maiores concentrações urbanas necessitem de mais serviços, de todos os tipos, e com o mercado de seguros não é diferente”, explica Henrique Mol, diretor executivo da marca.

Há menos de um ano no franchising, a Quisto já conquistou 70 unidades franqueadas e, segundo o diretor, esse é o momento ideal para dar início ao plano de expansão. “Estamos sempre presentes em feiras em todo o Brasil e, por conta disso, é natural surgirem oportunidades no país inteiro. Analisamos todas as regiões e sabemos que começar a expandir pelo Sudeste é a melhor opção”, explica.

Tudo para dar certo

Os números estão aí para provar: a região Sudeste é a melhor para se fazer negócios no mercado de seguros. Isso porque 62,8% de todas as empresas que trabalham no ramo estão em atividade na região, segundo a Fenacor (Federação Nacional dos Corretores de Seguros Privados e de Resseguros, de Capitalização, de Previdência Privada, das Empresas Corretoras de Seguros e de Resseguros). Os quatro estados que compõem a região abrigam 27.840 corretoras, sendo que 18.957 estão localizadas em São Paulo; 4.361 no Rio de Janeiro; 3.866 em Minas Gerais; e 656 no Espírito Santo.

A quantidade de empresas é proporcional à geração de receita na mesma região que gera mais da metade dos prêmios de seguros, com participação de 60%. “São muitas empresas atuando no mesmo ramo em um mesmo lugar. Para muitos empresários esse seria um motivo para implementar sua marca em outras regiões, mas vejo aí uma oportunidade maior ainda: fazer da Quisto uma referência no meio de todas essas opções”, afirma o diretor.

A marca oferece dois modelos de negócio, home office e loja física, com investimentos iniciais de R$ 11.990 e R$ 25.590, respectivamente, sendo que a taxa de franquia e o capital de giro já estão inclusos no investimento da modalidade home office. Os franqueados da Quisto têm à disposição um portfólio completo com produtos que cobrem toda a demanda do mercado de seguros: soluções de vida, residenciais, empresarias, automóveis, entre outros.

Neste primeiro momento o interesse da Quisto é pelas capitais e principais cidades da região. “Esperamos uma forte concorrência, principalmente em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Também vamos apostar na região metropolitana dessas cidades com uma atenção especial para o interior”, diz.

Com as expectativas em alta, a rede tem o cenário como aliado: em 2018, o mercado de seguros fechou o ano com R$ 245,6 bilhões de arrecadações em prêmios, segundo a Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais (CNseg). Ainda, estima-se que cerca de 6,5% de todo o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro seja gerado por este mercado. “É uma responsabilidade muito grande lidar com os bens das pessoas, materiais ou pessoais. Quem procura nossos serviços está em busca de uma garantia e serviços que não só suprem suas expectativas, mas que também condizem com sua realidade e é isso que oferecemos”, garante Mol.

Empresas do setor integram questões Ambientais, Sociais e de Governança em seus planejamentos estratégicos 506

Empresas do setor integram questões Ambientais, Sociais e de Governança em seus planejamentos estratégicos

Relatório de Sustentabilidade do Setor de Seguros, produzido pela CNseg, acaba de ser lançado

As questões Ambientais, Sociais e de Governança (ASG) estão integradas nos planejamentos estratégicos de 60% das 39 seguradoras que integram o a nova edição do Relatório da CNseg de Sustentabilidade do Setor de Seguros e representam 83% da arrecadação total do setor.

“Como atividade econômica estratégica para o desenvolvimento econômico-social brasileiro, o setor de seguros também deve responder a anseios da sociedade que não são naturalmente incorporados nos tradicionais aspectos econômicos e técnicos do seguro. São preocupações legítimas que devem ser observadas para garantir ao mercado segurador a conexão necessária com seus públicos de interesse, principalmente com o seu consumidor”, afirmou a diretora de Relações de Consumo e Comunicação da CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes.

O Relatório tem como principal referência os Princípios para Sustentabilidade em Seguros (PSI, na sigla em inglês), lançados pela UNEP-FI em 2012, em evento sediado pela CNseg, no Rio de Janeiro. A divulgação do relatório, inclusive, atende  a um desses princípios, que é o da “divulgação pública e regular, de modo a demonstrar responsabilidade e transparência, sobre os avanços na implementação dos Princípios”.

Segundo Fátima Lima, presidente da Comissão de Sustentabilidade e Inovação da CNseg, colegiado responsável pela elaboração do documento, a preocupação com a sustentabilidade e a integração dos fatores ASG no negócio, além de mitigarem os riscos financeiros e reputacionais, antecipa novas demandas de clientes, que cobram cada vez mais as empresas por um comportamento responsável em relação à sociedade e ao meio ambiente.