HDI Seguros é co-fundadora do Distrito Fintech 1232

Hub para empresas de inovação no setor de finanças foi inaugurado hoje, em São Paulo

O Distrito Fintech, um hub de empresas de inovação com espaço para coworking e salas de reunião, foi inaugurado nesta quinta-feira (21), na capital paulistana. A HDI Seguros é uma das empresas co-fundadoras do espaço ao lado da KPMG.

Segundo Gustavo Glerun, Partner do Distrito, “novos produtos e serviços que vão impactar a sociedade no futuro vão nascer aqui”. No mesmo sentido o sócio da KPMG Brasil, André Coutinho, disse que a companhia espera também transformar-se a partir dessa iniciativa. “Acompanhamos a inovação há muito, mas agora damos essa atenção especial ao mercado de capitais e questões regulatórias. Isso é perceptível no cotidiano”, explicou.

Gustavo Araújo, também partner do Distrito, afirmou que tal operação era necessária. “O setor de fintechs é muito importante e o Brasil merecia um hub nesse segmento”, disse ao destacar a vasta programação do evento, que acontece até o final da tarde de hoje.

O presidente da HDI Seguros, Murilo Riedel, compartilhou uma grande expectativa em relação ao ecossistema do espaço. “Estamos muito felizes em estar aqui. Esse é um projeto muito importante para nós e nossos parceiros. Temos um projeto muito específico, de acompanhar a inovação e aplicá-la ao nosso negócio. Estimamos que, ao menos, 20% dos negócios da HDI serão oriundos desse sistema”, analisou em entrevista ao JRS São Paulo.

Além disso, o executivo reforçou que além de inovação, a seguradora também aposta na mobilidade. “As pessoas não vão deixar de se movimentar. A HDI precisa estar presente em uma jornada muito mais ampla que acompanhando o processo de seguro de automóvel. Queremos fazer parte desse processo que é muito rico, além dos destinos aos quais a mobilidade nos leva. Isso faz parte de nossa nova estratégia no Brasil”, informou.

Murilo Riedel ainda cita a parceria com a Icatu Seguros para distribuição de apólices de Vida e Previdência como um dos grandes exemplos de cooperação entre empresas. “Isso explica como duas empresas especialistas em distintos segmentos podem ser complementares”. “Como o seguro irá se inserir nesse processo de mobilidade?”, questiona.

“Essa é uma iniciativa pioneira no mercado, muito interessante, e que irá render em novos projetos e servirá de exemplo ao mercado, que pode criar seu próprio ecossistema para parcerias, novos produtos e mobilidade”, destacou Riedel.

O executivo demonstra entusiasmo com a co-fundação do Distrito Fintech. “Queremos saber como trazer inovação como um diferencial nos negócios da HDI Seguros. Temos um vasto espaço de oportunidades, principalmente com a utilização de grandes dados, seja para seguradores, corretores ou demais operadores do mercado”, finalizou.

Confira algumas imagens da inauguração:

Lideranças da Zurich reúnem-se com corretores locais e internacionais em SP 460

Lideranças da Zurich reúnem-se com corretores locais e internacionais em SP

Encontro de relacionamento acontece na próxima segunda-feira, 27 de maio, com a presença de Edson Franco (CEO Brasil), Claudia Dill (CEO LatAm) e James Shea (CEO Commercial Insurance)

A Zurich Seguros promove na próxima segunda-feira, 27 de maio, evento de relacionamento com a presença dos seus principais líderes, incluindo Edson Franco (CEO Brasil), Claudia Dill (CEO LatAm) e James Shea (CEO Commercial Insurance), além de outros altos executivos. Com objetivo de celebrar as parcerias, o encontro vai acontecer no restaurante Attimo, na Vila Nova Conceição, Zona Sul da capital paulista, e reunir os principais brokers de Commercial Insurance, tanto globais quanto locais.

“Tivemos um 2018 muito bom e os primeiros meses de 2019 foram excelentes. Neste evento, queremos celebrar as parcerias e a confiança que tanto fortalecem nossos negócios. A ideia é estreitar relacionamento com as corretoras e conversar sobre temas de alta relevância para o dia a dia do mercado segurador”, conta Glaucia Smithson, Head de Commercial Insurance para o Brasil. Commercial Insurance é o segmento do grupo Zurich responsável por Seguros Empresariais, Vida em Grupo, Previdência e também pela Zurich Resseguros.

Cofins para corretoras de seguros deve ser 3%, ao invés de 4% 257

Cofins para corretoras de seguros deve ser 3%, ao invés de 4%

Com medida judicial, há como pedir devolução do que foi recolhido a mais nos últimos cinco anos

Andrea Giugliani é sócia-diretora da Giugliani Advogados / Reprodução

O Superior Tribunal de Justiça, em recentíssima decisão, firmou entendimento de que as empresas corretoras de seguro não devem ser equiparadas a sociedades corretoras ou a agentes autônomos de seguros privados e, desse modo, devem recolher a COFINS apenas sob alíquota de 3%, e não de 4% conforme vem sendo praticado por inúmeras instituições.

Para que a empresa possa se beneficiar e volte a contribuir com 3%, torna-se necessário o ajuizamento de uma medida judicial — eis que não se aplica de imediato referida decisão —, podendo até mesmo pedir a devolução do que foi recolhido a mais nos últimos cinco anos.

CSLL das corretoras de seguros deve ser 9%, e não 15%

As corretoras de seguros, meras intermediárias da captação de eventuais segurados, não podem ser equiparadas às sociedades corretoras e distribuidoras de títulos e valores. Foi nesse sentido que o Superior Tribunal de Justiça concluiu decidindo pela impossibilidade da majoração da alíquota da CSLL, ou seja, a cobrança da CSLL das sociedades corretoras de seguro deve ser 9%, e não a alíquota de 15%, porque esta deve ser aplicável somente às instituições financeiras, aos estabelecimentos a elas equiparados e aos agentes autônomos de seguros privados.

Caso a empresa venha recolhendo a CSLL com aplicação da alíquota de 15%, para que possa voltar a recolher com a alíquota de 9%, torna-se necessário o ajuizamento de uma medida judicial — eis que não se aplica de imediato referida decisão —, podendo até mesmo pedir a devolução do que foi recolhido a mais nos últimos cinco anos.

INSS das corretoras de seguros deve ser 20%, e não 22,5%

As corretoras de seguros, meras intermediárias da captação de eventuais segurados, não podem ser equiparadas às sociedades corretoras e distribuidoras de títulos e valores.

Com a decisão judicial pacificada dos tribunais superiores e administrativos a respeito da forma de apuração da COFINS de sociedade corretora de seguros (diminuição da alíquota de 4% para 3%), além do julgamento da matéria em si, também fora analisada a questão da inclusão ou não de corretoras de seguros para fins de outros tratamentos tributários e previdenciários, entre os quais a alíquota adicional de 2,5% destinada ao INSS.

Isso porque as corretoras de seguros possuem uma cota patronal de 22,5%, ao passo que as demais empresas comerciais possuem uma alíquota de 20%, ambos incidentes sobre folha de salários e valores pagos a contribuintes individuais.

Em razão desse julgamento, é importante destacar que não só aos olhos dos tribunais superiores, mas também da própria Procuradoria, as sociedades corretoras de seguros não deveriam ter pago este adicional de 2,5% por não estarem enquadradas no conceito de “sociedades corretoras” — termo válido para corretoras de valores e títulos e instituições financeiras —, tampouco no conceito de “agentes autônomos de seguros”.

Em virtude disso, é possível ingressar com medidas para que as corretoras de seguros tenham a devolução dos valores pagos a esse título (2,5% a mais de cota patronal) nos últimos cinco anos, corrigidos pela taxa SELIC.

*Por Andrea Giugliani, sócia-diretora da Giugliani Advogados

Indicadores econômicos não estão favoráveis e travam os investimentos 947

Indicadores econômicos não estão favoráveis e travam os investimentos

Diagnóstico é de Patricia Krause, economista da Coface na América Latina

A capital paulista foi palco do evento Country Risk Conference, onde a Coface, empresa líder em seguros de crédito, gestão de risco e economia global, apresentou as perspectivas econômicas em nível mundial e na América Latina. A CEO da companhia, Marcele Lemos, participou do momento, que contou com apresentação do economista Ricardo Amorim. Amorim abordou as oportunidades que podem ser aproveitadas com um maior crescimento da economia. A programação ainda contou com as perspectivas econômicas mundiais, na visão de Julien Marcilly, economista-chefe da Coface. Já o economista e doutor em ciência política, diretor da consultoria Prospectiva e fellow do Atlantic Council em Washington, Ricardo Sennes, comentou sobre as tendências sócio-políticas e previsões para o biênio 2019/2020. Os trabalhos foram complementados por uma mesa redonda, mediada pelo jornalista Márcio Kroehn.

A economista da Coface, Patricia Krause, também apresentou suas projeções para a América Latina. Em entrevista ao JRS, a especialista demonstrou preocupação com as expectativas de crescimento dos países da região, sobretudo México e Brasil, que enfrentam mudanças políticas e profundas reformas, respectivamente. “O crescimento desses países é muito baixo e deve ser revisado para baixo. É possível, até mesmo, que o Brasil cresça abaixo de 1%, dada a atividade econômica muito fraca do primeiro trimestre. O segundo semestre tende a ser um pouco melhor, os investimentos estão paralisados e impactam nos indicadores de confiança na economia, que ainda não são otimistas, apesar de melhores do que no auge da crise, entre 2015 e 2016”, revela. “No caso do México a produção está em queda e os riscos aumentam a cada dia, com as agências de risco rebaixando diversas empresas daquele país. A nota soberana do México está em perspectiva negativa e ainda precisamos ver o que acontecerá com o novo acordo do NAFTA, agora denominado USMCA”, considera.

As perspectivas de uma aprovação rápida da reforma da previdência não se concretizaram e afetam os índicas de confiança, o que, segundo Patrícia, “ocasiona em um tempo um pouco maior para recuperação da economia. Vários setores estão com desempenho fraco”. “Como seguradora de crédito vemos que a questão da inadimplência já melhorou muito, em relação a 2016, o que possibilita uma Selic estável a 6,5%. Isso ajuda muito na recuperação do crédito”, reitera ao dizer que “tudo passa pela reforma da previdência, mas ela não é o único fator importante. Ela ajudará na confiança e isso vai impactar no aumento da produção. O retorno de investimentos mais fortes no País passa muito pela questão tributária e regras mais claras nas regulações. É importante reforçar a segurança para atração de novas aplicações financeiras”.

Patricia Krause demonstra preocupação principalmente em relação ao que pode acontecer na Argentina e aos conflitos que jogaram a Venezuela na atual situação de colapso financeiro. “Pensou-se que o regime de Maduro poderia chegar ao fim, mas ele é bem mais forte do que se pensava. Ainda não está claro o que vai acontecer, mas os EUA continuam avançando em sanções. Companhias aéreas foram proibidas de voar para lá e essas restrições afetam outros países, como Cuba, que está na mesma linha. A ação militar não é a melhor solução, mas é uma das possibilidades”, justifica. “No caso da Argentina trata-se do terceiro maior parceiro comercial do Brasil. As eleições podem colocar o País em um cenário de risco, até mesmo em função do acordo com o FMI, que poderia ficar mais complicado”, completa.

Já a guerra comercial entre China e Estados Unidos pode resultar em algo positivo para o Brasil e até resultar em um vencedor a curto prazo. “No geral esse movimento não é nada positivo, pois impacta em todas as indústrias na cadeia de produção, demanda e até mesmo a balança comercial. Não é uma grande possibilidade, mas este movimento pode até mesmo impactar na inflação brasileira”, traça.

Na Europa as atenções são voltadas ao acordo do Brexit, que será apreciado pelo parlamento. “Na Inglaterra os principais setores impactados foram o de construção e o de alimentos. É um momento de incertezas e retração de investimentos também por lá”, finaliza.

Icatu Seguros reforça posição de liderança em previdência 1857

Icatu Seguros reforça posição de liderança em previdência

César Saut agradeceu confiança dos mais de 6,5 milhões de clientes

A Icatu Seguros reforça, mais uma vez, sua posição de liderança em portabilidade líquida de Previdência. O resultado, segundo o Vice-Presidente Corporativo do Grupo Icatu, César Saut, “mostra que cada vez mais clientes de Previdência escolhem trazer seus recursos para a Icatu e decidem manter seus investimentos na companhia. Os ativos sob gestão já superaram os R$ 28 bilhões, o que representa mais que a soma de todas as seguradoras independentes do mercado”, explica.

Reprodução
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A seguradora cresce em todos os segmentos em que atua. “Este resultado só é possível pela oferta de um conjunto único de soluções, que envolve a performance dos produtos, a qualidade técnica e operacional dos processos e o investimento na transformação digital”, analisa Saut. “Acima de tudo, o que mais contribuiu para este desempenho é a confiança de mais de 6,5 milhões de pessoas que acreditam no nosso trabalho. Muito obrigado por acreditar na gente. Conte com nosso esforço e dedicação sempre”, completou em uma publicação em rede social.

A Icatu Seguros é uma empresa especialista em oferecer as melhores soluções o planejamento do futuro, proteção do presente e realização de projetos em cada fase da vida. Saiba mais neste endereço.

AIG Seguros é destaque pelo 2º ano consecutivo em lista mundial de empresas com diversidade 759

AIG Seguros é destaque pelo 2º ano consecutivo em lista de empresas com diversidade

Companhia, que tem a diversidade e a inclusão como pilares de seus valores empresariais, também garantiu posição de destaque na lista de Melhores Empresas para Mulheres Executivas

A AIG Seguros, uma das organizações líderes no mercado securitário internacional e com forte presença no Brasil, é destaque pelo 2º ano consecutivo na lista das Melhores Empresas para a Diversidade da DiversityInc, que publica anualmente a lista das 50 melhores empresas em práticas de diversidade e inclusão.

A companhia possui 136 grupos (Employee Resource Groups) formados voluntariamente por funcionários com o objetivo de promover um ambiente de trabalho mais inclusivo. Ao todo, reúnem cerca de 10 mil membros em 36 países e representam 13 dimensões de diversidade, como por exemplo, profissionais negros, veteranos, LGBTI, mulheres, jovens, orientais, entre outros. Os grupos promovem programas voltados para o desenvolvimento profissional, conscientização de funcionários e respeito às diferenças. Um dos focos dos grupos é trabalhar com o apoio de aliados, pessoas da empresa que não necessariamente façam parte de uma das dimensões de diversidade abordadas, mas que se identifiquem com a causa e contribuam com seu tempo e conhecimento.

Durante a cerimônia de premiação, ocorrida em Nova York (EUA), a AIG também foi incluída na lista de Melhores Empresas para Mulheres Executivas, ocupando a 9ª posição. O levantamento contou com mais de 1.800 empresas.

“Para nós da AIG Seguros, é um grande reconhecimento estar na lista das melhores empresas para a diversidade. Sabemos da relevância deste tema para uma sociedade mais igualitária, por isso acreditamos que, como companhia, podemos contribuir apoiando o desenvolvimento de ações que permitam a discussão franca do assunto. A diversidade faz parte  do nosso DNA”, explica Fabio Protásio Oliveira, CEO da AIG Seguros no Brasil.