Prevenção é a chave para lidar com as chuvas de verão 609

Prevenção é a chave para lidar com as chuvas de verão

Confira artigo de Luciana Olivo, VP de Sinistros da JLT Brasil

Luciana Olivo é VP de Sinistros da JLT Brasil
Luciana Olivo é VP de Sinistros da JLT Brasil

As consequências da falta de prevenção e gerenciamento de risco ficam evidentes a cada verão. Com altas temperaturas e chuvas volumosas, a estação é o período do ano mais propício a problemas como alagamentos, enchentes, vendavais e deslizamentos. No entanto, governos e empresas ainda não atuam de forma a prevenir ocorrências desse tipo, preservando vidas humanas, reduzindo prejuízos e minimizando os impactos no dia a dia.

Nos dois primeiros meses de 2019, as fortes chuvas e ventos de mais de 100 Km/h causaram uma série de danos nas duas maiores capitais do Brasil. Em São Paulo, vendavais danificaram, por exemplo, a cobertura de um hangar no aeroporto Campo de Marte, interrompendo pousos e decolagens. No Rio de Janeiro, o grande temporal do dia 6 de fevereiro causou um prejuízo de R$ 76,6 milhões ao comércio dos bairros mais afetados, de acordo com pesquisa da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Rio de Janeiro (Fecomércio).

Só a corretora JLT Brasil, por exemplo, registrou 89 sinistros típicos de verão desde dezembro do ano passado até o início de fevereiro. De 2017 para 2018, foram reclamados R$ 70 milhões em indenizações relacionados a 40 sinistros ocorridos durante o verão. Além das perdas financeiras, os temporais de verão podem provocar impactos em cadeia. As consequências, diretas e indiretas, vão desde a interrupção até a paralisação total de uma atividade ou serviço, afetando significativamente diversos setores da economia.

Por isso, é preciso estar preparado para evitar grandes perdas. Uma das maneiras de se prevenir é fazer uma avaliação de riscos e verificar quais são as ações necessárias para manter seguros tanto o patrimônio quanto a operação de um negócio. Como uma das maiores empresas especializadas em gestão de riscos, a JLT conta com um time experiente e capacitado para auxiliar no gerenciamento e na prevenção. Em muitos casos, é preciso cobertura para prejuízos estruturais e para responsabilidades civis. Uma consultoria especializada em seguros é fundamental para orientar sobre a cobertura adequada para cada negócio em diferentes situações de risco.

Saúde suplementar é parte da solução 564

Vera Valente é Diretora-executiva da FenaSaúde (Federação Nacional de Saúde Suplementar) / Divulgação

Oferta segmentada de cobertura ampliará o acesso

O sistema de saúde brasileiro, cuja crise não é nova, sofre ainda mais com a estagnação econômica e o desemprego, que aumentam a demanda sobre o SUS. A saúde suplementar é parte indispensável da solução.

Até 1998, a saúde suplementar não era regulada no Brasil. A lei 9.656/1998 resultou em maior segurança jurídica e definição mais clara de direitos e deveres. No entanto, após duas décadas, como é natural em qualquer setor regulado, a legislação demanda urgente atualização.

As discussões se desenrolam há anos e envolvem diversos agentes e visões. Elas são debatidas abertamente tanto em fóruns setoriais quanto no Congresso, onde tramitam centenas de projetos que atualizam as regras. Operadoras são parte indissociável da discussão, junto com reguladores, legisladores, prestadores, fornecedores e consumidores. Nosso objetivo é comum: ampliar o acesso à saúde.

Isso não é bom apenas para as empresas, é bom para todos. Vale lembrar que, de acordo com diferentes pesquisas, o acesso a plano de saúde é um dos maiores desejos da população. Nos últimos quatro anos, cerca de 3 milhões de pessoas deixaram de contar com planos privados. Na maioria, passaram a dispor apenas do SUS.

As entidades representativas do setor vêm buscando soluções de forma transparente e legítima. Consideramos que um dos principais objetivos deve ser viabilizar a volta da oferta de planos individuais, que hoje representam fatia pequena do mercado —80% do ingresso é feito por meio de planos coletivos.

A experiência internacional demonstra que um arcabouço legal que permita oferecer um leque maior de opções de cobertura é fundamental para ampliar o acesso, na medida em que possibilita segmentar a oferta e, assim, adequar os preços a perfis específicos de usuários. Hoje, infelizmente, isso não é possível.

Há outras iniciativas importantes. A primeira é diminuir custos, combater fraudes e evitar desperdícios que contribuem para o crescimento das despesas em ritmo bem acima dos índices gerais de inflação.

A segunda é criar incentivos à atenção primária, de forma a investir na prevenção e evitar o agravamento das doenças.

Já a terceira é dispor de um órgão regulador, no caso a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), com independência, autonomia e qualificação técnica, que dê mais estabilidade e segurança jurídica a todos os envolvidos.

A consequência, desejável e possível, será a redução dos preços finais.

A pior forma de tentar resolver um problema é fingir que ele não existe. A aprovação da reforma da Previdência permite que, no passo seguinte, avancemos rapidamente nas discussões em torno da atualização do marco legal da saúde suplementar.

Temos plenas condições de caminhar para um modelo de saúde que propicie aos cidadãos mais qualidade de vida, em que se somem os sistemas público e suplementar. A hora é agora.

*Por: Vera Valente, Diretora-executiva da FenaSaúde (Federação Nacional de Saúde Suplementar) e Reinaldo Scheibe, Presidente da Abramge (Associação Brasileira de Planos de Saúde).

Deputado Jerônimo Goergen comenta como MP da Liberdade Econômica pode afetar mercado de seguros 999

Ele também falou sobre a retirada das associações de proteção veicular do texto

A Medida Provisória 881/2019, que dispõe sobre a liberdade econômica, visa garantir livre mercado. O relatório final ficou a cargo do deputado Jerônimo Goergen (PP/RS), que recebeu convidados nesta segunda-feira (19) na sede da Câmara de Indústria e Comércio e Serviços de Canoas (CICS) para abordar o assunto.

Ele falou com exclusividade ao programa Seguro Sem Mistério e Revista JRS como esse texto impacta pequenos e médios negócios e pode afetar o setor de seguros. “A vantagem que o mercado terá é justamente o desaparecimento da burocracia para a abertura de empresa. Claro que cumprindo todas as regras e leis, mas para abrir efetivamente terá toda a flexibilização”, comentou.

Além disso, o relator retirou as associações de proteção veicular do Projeto. “Tivemos uma discussão importante que envolvia a possibilidade de outros segmentos que não tivessem a regulamentação que as segurados tem de comercializar o seguro. Tinham emendas de deputados e senadores que possibilitavam essa atividade em outros segmentos. Eu como relator pude interpretar a insegurança que isso ia gerar ao consumidor do seguro e obviamente mantivemos o sistema como ele está”, explicou. “O debate foi importante e fortaleceu os corretores e as seguradoras. Eu espero que tenhamos cada vez mais condições de oferecer os produtos de seguro com segurança jurídica, que foi exatamente o que mantivemos na lei”, acrescentou.

As lideranças do mercado de seguros foram os responsáveis por fornecer as informações necessárias a Goergen neste sentido. “Eu preciso reconhecer o papel dos líderes do mercado nessa operação, pois eles nos trouxeram todas as informações da maneira mais adequada para que tomássemos a decisão mais acertada e não trouxesse prejuízos ao final ao consumidor de seguro”, disse.

A importância dessa matéria para os corretores de seguros ficou evidenciada pelo vice-presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros do Rio Grande do Sul (Sincor-RS), André Thozeski. “É fundamental, pois havia uma expectativa das associações de proteção veicular que com essa medida provisória de facilitação da atividade empresarial de que eles iriam aproveitar essa oportunidade para colocar a proteção veicular dentro desse Projeto de Lei. O deputado se deu conta do erro que seria isso e tirou isso”, destacou. “Precisamos entender que há uma diferença fundamental entre seguro e proteção veicular. Quando se contrata uma apólice de seguro, se paga o seguro e passa o risco do negócio para a seguradora. Quando é uma associação de proteção veicular, quem paga o risco são os próprios associados, como se fosse num condomínio. As pessoas compram proteção veicular pensando que estão comprando seguro, mas na verdade não é seguro”, complementou.

Global Tintas surge como a solução compartilhada dos insumos para reparos automotivos 1490

Nova loja está localizada em Canoas, RS

O Uber dos insumos voltados para reparação automotiva já existe. A Global Tintas inaugurou sua loja na cidade de Canoas/RS. Agora, as oficinas poderão contar com produtos de qualidade e com valores atrativos. “As oficinas automotivas dependem muito desses materiais. Assim, nós procuramos empresas da indústria para que fosse possível nos oferecer qualidade e bons preços”, comenta o executivo da Global Tintas, Sérgio Machado.

A loja, localizada na Rua Protásio Alves nº 205 – bairro Niterói, representa com exclusividade os produtos da marca Axalta. “Em seis meses de negociação já temos bons frutos dessa marca mundialmente conhecida, que conta com altíssima procura e um produto que tem um rendimento e qualidade ótimos”, destaca.

Machado conta que a projeção da empresa é de, nos próximos seis meses, abrir outras unidades em Novo Hamburgo e em Porto Alegre. “Primeiramente nós escolhemos Canoas porque temos um tomador de serviços muito forte na região e assim ficamos há cinco minutos dele. E, fora isso, é uma região estratégica, pois aqui conta com 95 oficinas num raio de 5 quilômetros”, menciona.

Além disso, o executivo, que também é gestor da BL Car Automotive Repair, explica que é necessário um grande investimento em gestão, tecnologia, sistemas e produtos que gerem produtividade quando o assunto é oficina automotivo. “Em função da experiência que adquirimos, já melhoramos muito volume de produção”, diz. Ele também lembra que estão sempre alinhados com as seguradoras, através de um atendimento ao cliente e serviço diferenciado. “Eu costumo dizer que o serviço está na ponta da linha da apólice, então se a oficina não presta um serviço de qualidade para o segurado, ele está jogando a credibilidade da seguradora fora. Por isso, nós prezamos muito por isso”, acrescenta.

A nova loja foi inaugurada este mês e contou com a presença do gerente nacional da Axalta, Eduardo Freitas, do gerente RS da Norton, Robert Dienstmann, e de colaboradores e parceiros da Global Tintas.

Longevidade apresenta desafios e oportunidades à sociedade brasileira 552

Longevidade apresenta desafios e oportunidades à sociedade brasileira

Mongeral Aegon debateu como inovação pode fomentar ações ao público que mais cresce na pirâmide etária

O aumento na expectativa de vida e a redução na taxa de natalidade da população brasileira são verdadeiros desafios para a sustentabilidade do Brasil nos próximos anos. Pensando nisso, a Mongeral Aegon reuniu diversos parceiros de negócios na sede da companhia, no Rio de Janeiro. A seguradora conta com o Instituto de Longevidade Mongeral Aegon, um dos mais completos sobre o assunto disponíveis em nível mundial.

O diretor executivo da instituição, Henrique Noya, observa que este é um fenômeno mundial que começa a ser observado no País. “Há pouco tempo a média de vida dos brasileiros era de 40 ou 50 anos. Hoje temos a conquista social de identificar pessoas que sentem-se plenas com mais de 60 anos”, analisa o especialista ao demonstrar o intuito de demonstrar uma vasta gama de oportunidades existentes para o fomento de políticas públicas e iniciativas do setor privado neste segmento.

Os participantes do evento ainda puderam apreciar a exposição “Longevidade: os caminhos para viver mais e melhor”, realizada no Centro Cultural dos Correios. “É preciso pensar em como serão tratadas questões como saúde, mobilidade urbana, trabalho, adaptação de ambientes e como as nossas escolas irão preparar a população para uma demografia completamente diferente da atual. Atualmente 45% da população tem mais de 45 anos, em um curto espaço de tempo este índice já será mais de 50%”, afirmou Noya ao anunciar o lançamento da nova edição do Índice de Desenvolvimento Urbano para Longevidade nos próximos meses.

O ambiente de negócios também foi tema do painel. A analista do Sebrae, Clarissa Perna Filgueiras, situou o ecossistema do Rio de Janeiro e ressaltou a importância da longevidade como questão de empoderamento. “Estamos falando de muitas pessoas. O Brasil tem potencial para ser a terceira maior economia do mundo neste público. Estamos falando de muita gente, dinheiro e oportunidade de negócios”, disse ao abordar o conceito da “economia prateada”.

Em sintonia com Clarissa, a empreendedora Patrícia Braga apresentou os desafios da recolocação profissional quando alguém ultrapassa os 50 anos. Aos 53, Patrícia venceu a depressão e as adversidades para manter o padrão de vida da família e junto com uma sócia fundou a Mavi Delícias. “É preciso trabalhar a cabeça e entender que é o momento de combater o estresse, compreender aquilo que traz prazer e benefícios. Nossa geração foi educada para ter carteira assinada ou aderir ao funcionalismo público”, contou a empreendedora da Mavi Delícias, que produz deliciosos pães de mel e alfajores. “Temos um mundo pela frente e uma necessidade absurda de produtos para a terceira idade”, completou.

O profissional do setor de finanças, Sergio Duque Estrada, apresentou aos presentes a experiência como embaixador da Aging 2.0. “Iniciei meu envolvimento com projetos sobre longevidade como analista e enxerguei cenários incríveis para este longo momento que estamos começando a experimentar”, enfatizou. A instituição é do Vale do Silício e há 7 anos busca identificar soluções em tecnologia para atender as necessidades e desejos da população com mais de 60 anos em nível mundial. “Também é preciso trabalhar em projetos de integração e a universalização da informatização”, finalizou ao ressaltar que em 2050 o Brasil deve ser o 4º País mais idoso do planeta.

Confira as imagens – Encontro sobre Longevidade e Inovação da Mongeral Aegon:

Chevrolet Onix tem o seguro com o melhor custo benefício do país 549

Chevrolet Onix tem o seguro com o melhor custo benefício do país

De acordo com relatório Bidu, veículo apresentou o seguro com melhor condição em relação ao seu preço de mercado

A Bidu, plataforma online de recomendação, comparação e contratação de seguros e produtos financeiros, que faz parte do Grupo Thinkseg, divulga levantamento com valores dos seguros para as versões de entrada dos dez veículos mais vendidos em julho de 2019, de acordo com os dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O relatório analisa o preço mediano do seguro auto de cinco capitais brasileiras (Brasília, Fortaleza, Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo) e compara o perfil de homens e mulheres com 35 anos, casados, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho e que estão contratando o seguro pela primeira vez.

Entre os modelos analisados, o Renault Kwid se destaca novamente como o seguro mais econômico dos compactos de entrada – custando R$ 1.584, para condutoras do sexo feminino e R$ 1.925 para os condutores masculinos – seguido do Ford Ka que para as mulheres fica em R$ 1.824, e, para os homens, R$ 1.873.

Seguindo a análise, o Jeep Compass figura como o carro com maior preço mediano de seguro entre os dez carros analisados, o equivalente a R$ 4.339,00 para mulheres e R$ 5.078,00 para os homens.

*Preço do seguro por modelo, mediana agosto. (vermelho: mulheres; azul: homens)
*Preço do seguro por modelo, mediana agosto. (vermelho: mulheres; azul: homens)

Variação de seguro por modelo

Na comparação entre junho e julho, o HB20 aparece em evidência como o veículo que apresentou maior variação de preço de seguro, tanto no perfil masculino (81,4%) quanto no feminino (28,2%).

Já o Onix, o carro mais emplacado no período, teve uma redução no preço mediano de 12,8% no perfil masculino e subiu 15,8% para as condutoras femininas.

*Variação de modelo, média agosto. (vermelho: mulheres; azul: homens)
*Variação de modelo, média agosto. (vermelho: mulheres; azul: homens)

O melhor custo-benefício

No Relatório Bidu deste mês, o Chevrolet Onix aparece como o veículo que apresenta melhor custo-benefício, ou seja, a melhor relação entre o preço mediano do seguro e o valor de mercado do veículo (price ratio). Para as mulheres, o price ratio do Onix é de 4,3% e para os homens é de 5,2%.

Já a relação de menor custo-benefício para ambos perfis, fica para o Volkswagen Gol, que registra price-ratio de 7,6% para o sexo masculino e 5,9% para o feminino.

*Variação por preço de seguro (price ratio) (vermelho: mulheres; azul: homens)
*Variação por preço de seguro (price ratio) (vermelho: mulheres; azul: homens)

Variação entre as cidades:

Dentre as cinco capitais analisadas no Relatório Bidu, Brasília segue como a metrópole com o seguro mediano mais barato. A cidade teve a menor elevação de preço para ambos perfis, sendo 0,7% para as mulheres e 4,8% para homens. Na contramão, capital fluminense apresenta o maior aumento do período, com 36,8% para o sexo masculino e 29,6% para o feminino.

*Variação do preço médio do seguro por cidade (azul: mulheres; cinza: homens)
*Variação do preço médio do seguro por cidade (azul: mulheres; cinza: homens)

De acordo com o relatório da Fenabrave, em julho foram emplacados 195.854 automóveis, no Brasil.

*Ranking dos 10 veículos mais emplacados em julho, de acordo com a Fenabrave
*Ranking dos 10 veículos mais emplacados em julho, de acordo com a Fenabrave

*Perfil F (feminino) e Perfil M (masculino): ambos de 35 anos, casados, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que está contratando o seguro pela primeira vez.

Divulgação
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