Nilton Molina: Reforma da Previdência é um dos debates mais atrasados da história 834

Nilton Molina: Reforma da Previdência é um dos debates mais atrasados da história

Sustentabilidade do sistema é discutida há mais de 20 anos no Brasil

O Brasil discute, há mais de vinte anos, os caminhos para garantir a sustentabilidade do sistema de Previdência Social. Nesses anos passaram pelo Congresso Nacional propostas de todos os tipos que visavam a reforma da Previdência. Não obstante todos estes anos passados, o nível de urgência continua com sinal vermelho.

A principal razão para o nível de urgência é de natureza econômica. O Brasil destina incríveis 16% do seu Produto Interno Bruto, isto é, da soma de todas as riquezas que produz, para cobrir gastos de natureza previdenciária.

Visto de uma maneira mais objetiva, da receita de R$ 1 trilhão e trezentos bilhões de reais provenientes do recolhimento de impostos, taxas e contribuições federais, estaduais e municipais em 2018, aproximadamente R$ 600 bilhões foram destinados para pagamento de benefícios previdenciários. Algo como extraordinários 50% da totalidade dos impostos, taxas e contribuições referidos.

Para trazer ao debate questões de ordem demográfica e social, é simples verificar que nos anos 60, a razão de trabalhadores da ativa versus aposentados era 12 para 1. Em 2000, esta proporção caiu para aproximadamente 4 para 1. Hoje, caminhamos para uma razão de quase 2 contribuintes para cada um pensionista ou aposentado. Esta realidade ainda não contempla o futuro de curto prazo do fenômeno da longevidade que é muito positivo sobre o aspecto social, mas representa grande impacto econômico. Os cálculos atuariais ainda não conseguem capturar o grande salto de expectativa dos anos de sobrevida depois da aposentadoria dos brasileiros. Está claro, no entanto, que teremos cada vez mais pessoas aposentadas gozando dos benefícios por mais tempo sem que suas contribuições tenham sido calibradas para isso.

Inversamente proporcional é a questão da taxa de fecundidade. Ou seja, os casais estão tendo menos filhos. Em um sistema financeiro de repartição simples, que corresponde a um pacto intergeracional, a queda da natalidade exerce significativo impacto, pois haverá, no futuro próximo, menos adultos para retroalimentar o modelo. Todo este cenário leva à constatação que, com toda certeza, o Brasil está há pelo menos trinta anos atrasado na reforma da Previdência.

Temos notícias que o Ministério da Economia trabalha com algumas propostas de reforma previdenciária. Vou me ater apenas a dois pontos principais do documento da Fundação Instituto de Pesquisa Econômicas (Fipe), o qual apoio. O primeiro deles é a necessidade de instituir uma idade mínima para a aposentadoria. O projeto propõe que em 2020, os homens aposentem-se a partir dos 57 anos e as mulheres, aos 52. A partir daí, a cada dois anos transcorridos, aumentaria um ano a essa idade mínima, chegando-se aos 65 anos, por volta de 2038.

O segundo ponto que quero considerar e que consta da proposta da FIPE é a criação de um novo sistema para cerca de 40 milhões de jovens nascidos a partir de 2005, e que ainda estão fora do mercado de trabalho. O sistema proposto tem como foco a desoneração da folha de pagamento e não distingue os benefícios de celetistas, servidores públicos civis ou militares. Um sistema, portanto, equilibrado e universal.

Para o Brasil ser considerado de verdade o país do futuro, precisa resolver, ao mesmo tempo, os problemas do passado e considerar um programa de Previdência Social sustentável para o futuro. No curto prazo, 10 anos, a proposta de reforma apresentada pela FIPE estima uma economia de cerca de 1 trilhão de reais.

É fundamental que o estado brasileiro sinalize para o mercado e, especialmente, para os investidores internacionais que o Brasil tem jeito, mesmo considerando os impactos de médio e longo prazo que a esperada reforma da Previdência produzirá.

Tenho confiança que o Congresso Nacional saberá honrar seus compromissos com o povo brasileiro.

Por: Nilton Molina, presidente do Instituto de Longevidade Mongeral Aegon

Últimos convites para a 3ª Feijoada do CVG/RS com desconto especial 798

Evento de integração do mercado gaúcho está marcado para o sábado, 25

Quem deixou para última hora para adquirir convites para a 3ª Feijoada do CVG/RS ainda tem tempo. O Clube de Seguros de Vida e Benefícios do Rio Grande do Sul disponibilizou um lote extra com desconto especial de 50% no valor do ingresso.

O evento, alusivo ao Dia Continental do Seguro, acontecerá no salão social do Grêmio Náutico Gaúcho, em Porto Alegre, no sábado (25 de maio). “Ampliamos ainda mais o espaço do nosso evento para que ele conte com a presença de ainda mais profissionais de mercado, pois este se trata de um momento especial de integração para todos”, destaca o diretor financeiro e de planejamento do CVG/RS, Fábio Souza.

Este ano, o momento contará com camisetas especiais, música sob a responsabilidade da Roda de Samba do CVG/RS,  culinária especial e muitas surpresas. Além disso, conceituadas marcas apostam na ação. Agrifoglio Vianna Advogados Associados, CJosias e Ferrer Advogados Associados, Icatu Seguros, KSA Corretora de Seguros e Previsul Seguradora patrocinam o grande dia.

Grandes marcas patrocinam a 3ª Feijoada do CVG/RS
Grandes marcas patrocinam a 3ª Feijoada do CVG/RS

Feijoada do CVG/RS

25 de maio às 12h
Grêmio Náutico Gaúcho (Avenida Praia de Belas, 1948) – Porto Alegre/RS
Estacionamento pela Rua Barbedo, 250
Traje: Esporte
Valor especial do convite (já com 50% de desconto): R$ 50
Para adquirir: (51) 3286-3104 com a secretária Bruna Baptista

84% dos porto-alegrenses deixaram de beber e dirigir para usar aplicativos de mobilidade 720

84% dos porto-alegrenses deixaram de beber e dirigir para usar aplicativos de mobilidade

Levantamento realizado pelo Datafolha revela que aplicativos se tornaram o transporte favorito dos gaúchos na hora de sair para beber

Pesquisa do Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV) mostra que 84% da população de Porto Alegre que consome bebida alcoólica passou a usar apps de mobilidade ao invés de dirigir. O índice é maior do que a média nacional, de 68%, também identificada pelo levantamento realizado pelo Datafolha com o apoio da Uber. O objetivo da pesquisa é chamar a atenção para a campanha do Maio Amarelo, iniciativa global que tem como objetivo a sensibilização em relação à segurança no trânsito e redução de acidentes.

Dados da EPTC divulgados neste ano apontam que o número de mortos em acidentes de trânsito caiu 42% em Porto Alegre de 2013 para 2018. O levantamento do Datafolha na região metropolitana identificou que 92% das pessoas acreditam que aplicativos de mobilidade ajudaram na diminuição de mortes no tr! ânsito e 84% entendem que muitas pessoas deixaram de beber e dirigir porque agora podem utilizar os apps.

A pesquisa mostrou que os aplicativos já são a opção preferida dos moradores da região metropolitana de Porto Alegre quando saem para consumir bebida alcoólica, presentes na respostas de metade dos entrevistados. Carro ou motocicleta própria aparece com 19% de preferência e o transporte público surge em terceiro lugar, com 10%.

Segundo o Datafolha, para 72% da população da região, no passado as pessoas bebiam e dirigiam por falta de opção de transporte. Atualmente, segurança é o motivo pelo qual 62% dos moradores de Porto Alegre escolhem os aplicativos, seja por medo de assaltos ou acidentes envolvendo bebida e direção. A média nacional para esse dado é de 50%.

De acordo com o levantamento, 85% dos moradores da região metropolitana de Porto Alegre acreditam que os aplicativos de transporte deixaram o trânsito mais seguro.

Segundo a pesquisa, em Porto Alegre 54% da população afirma consumir bebida alcoólica mesmo que de vez em quando – índice acima da média nacional apurada pelo Datafolha, de 45%. As estatísticas da EPTC apontam que a maioria dos acidentes fatais na cidade ocorrem aos sábados, dia em que é o consumo de bebida tende a ser maior.

Dados da pesquisa Datafolha*:

  • Entre os porto-alegrenses que consomem bebida alcoólica, 84% deixaram de utilizar carro próprio para utilizar apps de transporte quando bebem. A média nacional é de 68%.

  • 92% dos porto-alegrenses concordam que aplicativos de mobilidade ajudaram na diminuição de mortes no trânsito.

  • O meio de transporte preferido para ir a festas, bares e comemorações são os apps de transporte com 50% da preferência, seguido por carro ou motocicleta própria com 19% e o transporte público com 10%.

  • 85% dos moradores da região metropolitana de Porto Alegre acreditam que os aplicativos de transporte deixaram o trânsito mais seguro

  • 84% dos porto alegrenses concordam que muitas pessoas pararam de beber e dirigir para usar os aplicativos de mobilidade

  • Para 72% da população da região, no passado, as pessoas bebiam e dirigiam por falta de opção de transporte

  • Segurança é o motivo pelo qual 62% dos moradores de Porto Alegre escolhem os aplicativos, seja por medo de assaltos ou acidentes envolvendo bebida e direção. A média nacional para esse dado é de 50%.

*Resposta múltipla

  • Entre a população metropolitana de Porto Alegre, 54% afirma que consome bebida alcoólica mesmo que de vez em quando. A média nacional é de 45%.

Confira mais detalhes da pesquisa nacional do Datafolha na página do Observatório

*A pesquisa Datafolha entrevistou 3.531 pessoas entre os dias 2 e 10 de abril de 2019 e tem margem de erro de 2 pontos percentuais. Além de Porto Alegre, o levantamento teve abrangência nacional, incluindo capitais, cidades de outras regiões metropolitanas e cidades do interior, de diferentes portes, em todas as Regiões do Brasil.

Novo Global Flex chega ao RS: Capemisa oferece facilidades para corretor e cliente 400

Companhia lançou novo produto na quinta-feira (23) em Porto Alegre (RS)

O Novo Global Flex da Capemisa Seguradora promete vir ao mercado para ficar. “É um produto que acreditamos que terá uma boa participação de mercado, pois é fácil de comercializar, de fácil acesso ao corretor e ao cliente”, destacou o Superintendente Regional Sul da companhia, Daniel Arena, durante o lançamento do produto na sede da Federação Gaúcha de Futebol, em Porto Alegre (RS), nesta quinta-feira (23). Outras cidades do Brasil também recebem o lançamento ao longo da semana.

Voltado para pequenas e médias empresas, a ferramenta foi atualizada com melhorias tanto para o corretor quanto para o cliente final. “Estamos com uma plataforma de tecnologia bem montada, em que o corretor emite, calcula e faz tudo do seu escritório, ele tem total autonomia no produto”, detalha.

Entre as principais mudanças, o produto agora conta com a inclusão de cinco novas garantias – 24 no total – como invalidez laborativa permanente total por doença, diária por internação hospitalar por acidente ou doença, diária por internação hospitalar em UTI por acidente ou doença, despesas com natalidade e afastamento por acidente de trabalho. Além disso, foi implementada uma maior flexibilidade na escolha do capital segurado, com mais liberdade ao cliente. “Nosso produto está moderno e facilitado, estando na mão do corretor, com uma entrega de apólice girando em torno de um ou no máximo dois dias”, comenta a gerente da sucursal Porto Alegre, Raquel Tólio.

A Capemisa e a Federação Gaúcha de Futebol mantém parceria através da concessão de direitos de nome da seguradora à sede da FGF, por exemplo. “A parceria entre a Capemisa e a Federação já tem quase uma década e essa ideia surgiu quando a companhia resolveu investir um pouco mais aqui no mercado gaúcho, expondo a sua marca em tudo que aparece na Federação. É uma parceria de sucesso”, conta o consultor Luciano Davi.

A vida é cheia de previstos. Você sabe o que isso quer dizer? 238

A vida é cheia de previstos. Você sabe o que isso quer dizer?

Confira artigo de Alexandre Nogueira, Diretor de Marketing da Bradesco Seguros

A vida é uma jornada com várias fases que se apresentam com necessidades bem distintas entre si, mas que são convergentes quando falamos sobre “proteção”.

Todos nós já fomos ou conhecemos alguém que se tornou um personagem principal de uma história na qual o carro quebrou, o dente doeu, o encanamento entupiu ou que precisou fazer um exame ou procedimento de emergência. Esses “previstos” fazem parte do dia a dia das famílias. Nós não estamos no controle de todas as variáveis e isso não é uma novidade.

Você sabe o que isso quer dizer? Que é fundamental nos prepararmos para enfrentarmos esses e tantos outros momentos desafiadores que ocorrem em nossas vidas. E quem se planeja protege “o dia seguinte” de tudo que realmente é importante.

Fazer um seguro é essencialmente se planejar. O seguro permite que as pessoas e as empresas possam fazer planos, constituir famílias, adquirir bens e desenvolver negócios com mais confiança. Com a certeza de que estarão sempre amparados para prosseguir com o seu dia a dia, seus sonhos e seus projetos.

Alexandre Nogueira é Diretor de Marketing da Bradesco Seguros / Reprodução
Alexandre Nogueira é Diretor de Marketing da Bradesco Seguros / Reprodução

Neste mês de maio comemoramos uma data que já se tornou um marco para o segmento de seguros: 14 de maio, o Dia do Seguro. A Bradesco Seguros, pelo segundo ano consecutivo, busca estimular o setor e celebra a data, como uma oportunidade de popularização e estímulo ao desenvolvimento da cultura do Seguro no Brasil por meio da campanha “Quinzena do Seguro”.

O Setor ainda possui um significativo potencial de crescimento, principalmente considerando o aumento na expectativa de vida dos brasileiros, que demandarão ainda mais os produtos e serviços das Seguradoras. Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), atualmente já está acima dos 76 anos e deve superar os 81 anos em 2050, considerando que o Brasil é um dos países que envelhece com maior rapidez dentre as principais nações mundiais.

Mesmo com expectativas tão favoráveis, a conjuntura do setor é extremamente desafiadora. Isso porque, embora o mercado no Brasil ainda tenha um grande potencial de expansão, por ser um produto de fácil aquisição e de bom custo-benefício, ainda há uma questão cultural que instiga o setor a atingir mais pessoas: pouco se fala em prevenção. Nesse contexto, temos diante de nós a chance de não só atrair a atenção de futuros consumidores, como também despertar o interesse desse público que “precisa ou vai precisar” de proteção.

Vivendo diariamente esse desafio, estou certo de que os profissionais de marketing são vetores fundamentais para que o mercado de seguros adquira cada vez mais relevância na vida da população brasileira e contribua para a educação financeira no Brasil. Acreditamos que o seguro precisa estar inserido naturalmente no orçamento das famílias brasileiras por ser um item de primordial importância que garante tranquilidade no presente e para o futuro de todas as pessoas. Nós, profissionais de comunicação, temos a oportunidade e a responsabilidade de intensificarmos esse movimento por proteção.

E você, já está protegido?

Daniela Dall’Acqua assume a diretoria de RH da MetLife Brasil 515

Daniela Dall'Acqua é a nova Diretora de RH da MetLife Brasil / Divulgação

Executiva possui sólida experiência no mercado, adquirida em grandes empresas de diferentes setores

Daniela Dall’Acqua é a nova Diretora de RH da MetLife Brasil, posto recém deixado por Andrea Barradas, que foi promovida para uma posição-chave na área de desenvolvimento de talentos para a América Latina.
 
Daniela chega com a missão de continuar a evolução da companhia no setor, contribuindo com sua sólida formação e experiência obtida ao longo dos 20 anos em diferentes funções em Recursos Humanos. A profissional tem também uma história de liderança de diversos projetos de transformação cultural, incorporando metodologias de inovação e agilidade organizacional.
 
Antes de se juntar à MetLife, construiu uma carreira de sucesso em empresas como: Microsoft, Pfizer e Korn / Ferry.