SulAmérica registra lucro líquido recorde de R$ 905 milhões em 2018 570

SulAmérica registra lucro líquido recorde de R$ 905 milhões em 2018

Receitas operacionais atingiram R$ 20,5 bilhões, aumento de 12,5%

A SulAmérica (B3: SULA11), maior seguradora independente do País, registrou lucro líquido recorde de R$ 905 milhões em 2018, 17% superior ao ano anterior, marcando o melhor ano da história da companhia. O resultado mantém a trajetória de crescimento da empresa, que tem registrado consecutivos aumentos de receita, margens e lucro nos últimos anos.

Nas receitas operacionais foi alcançado um crescimento de 12,5%, resultando em R$ 20,5 bilhões em 2018. Crescemos 12,8% nas receitas de Seguros, 11,2% nas receitas de Previdência, 3,3% nas receitas de Capitalização e 21,3% nas receitas decorrentes de Gestão e Administração de Ativos. A margem bruta melhorou em 23,8%, totalizando R$ 2,5 bilhões, que conjuntamente com a evolução da receita, denota a execução adequada da nossa estratégia de buscar o crescimento com rentabilidade.

O índice combinado foi de 97% em 2018, o melhor em uma série de pelo menos cinco anos. O índice combinado ampliado (considerando o resultado financeiro que, em virtude da queda da Selic, foi inferior em 24,6%), também apresentou importante avanço, chegando em 93,9% contra 94,1%, em 2017. O retorno sobre patrimônio líquido médio (ROAE) mostrou rentabilidade superior, alcançando 15,2% em 2018 frente aos 14,5% de 2017.

“O ano de 2018 ficou marcado como mais um ciclo de excelente desempenho da companhia. Os índices de satisfação de nossos clientes, a força de nossa operação, o crescimento robusto apresentado no ano e o retorno consistente para acionistas evidenciaram nossa capacidade de gerar resultados em um ambiente ainda desafiador, sempre observando a disciplina na gestão de riscos e o equilíbrio na alocação de capital”, explica Gabriel Portella, presidente da SulAmérica.

As operações de seguros saúde e odontológico seguiram apresentando resultados sólidos, efeito da expansão das localidades atendidas, formatação de produtos e inovações que oferecem facilidade e conveniência aos segurados. No acumulado do ano, as receitas operacionais de seguros saltaram para R$ 15,8 bilhões, aumento de 13,4%. A margem bruta teve melhora de 16,1%, refletindo o aumento de receitas e a consistente redução de sinistralidade, que terminou 2018 em 79,2%, o menor índice desde 2010, além de consistente redução pelo 4º ano consecutivo. Os planos coletivos apresentaram um aumento líquido de 268 mil vidas, totalizando 3,3 milhões de segurados.

A operação de seguros de automóveis alcançou uma receita operacional de R$ 3,4 bilhões em 2018, crescimento de 9,7% sobre o ano anterior. A sinistralidade da operação ficou em 60,2% no ano, uma relevante melhora de 5,3 p.p. frente a 2017, consolidando a força dessa carteira. A margem bruta teve crescimento de 66,5%, saltando para R$ 555,9 milhões. A frota segurada chegou a 1,641 milhão de veículos no fim de dezembro, 8,6% acima do número registrado no fim de 2017. Os resultados são reflexo do aprimoramento de ferramentas e processos de precificação e subscrição, além dos esforços comerciais junto aos corretores de seguros, assessorias e demais parceiros de negócios, somados à melhoria no ambiente concorrencial e de riscos.

As receitas operacionais do segmento de vida e acidentes pessoais alcançaram R$ 481,6 milhões, aumento de 14,1% em relação ao ano anterior, contribuindo para uma margem bruta 95,2% superior à de 2017. Além disso, um dos destaques do segmento foi o crescimento de 84,4% das receitas do seguro viagem em 2018.

As reservas de previdência privada tiveram um crescimento de 14,7% na comparação com o final de 2017, alcançando R$ 7,2 bilhões. Já as receitas operacionais tiveram aumento de 11,2% no acumulado de 2018 impulsionadas, principalmente, pelo crescimento no produto VGBL.

No segmento de gestão de ativos, o volume total de ativos atingiu o saldo recorde de R$ 41,6 bilhões no fim do ano. O crescimento foi de 8,7% no comparativo com o saldo de 2017, mantendo nossa posição de destaque e liderança entre as gestoras e administradoras independentes no Brasil. As receitas operacionais no acumulado do ano apresentaram um aumento de 21,3%, levando a um ganho de 26,6% na margem bruta.

Capitalização registrou receitas de R$ 54 milhões, um crescimento de 3,3% em relação a 2017, com foco no principal produto dessa linha de negócios, o Garantia de Aluguel. Em massificados, que inclui seguros residenciais, empresariais e para condomínios, as receitas operacionais de 2018 foram de R$ 184,6 milhões, crescimento de 2,3%.

“Além dos sólidos resultados operacionais, 2018 foi um ano de intensificação de investimentos no capital humano e em inovação, pilares fundamentais para a sustentabilidade de nossas operações”, explica o presidente da SulAmérica.

Durante o ano passado, houve aperfeiçoamento do aplicativo de telemetria para seguro de automóveis; no desenvolvimento da plataforma virtual de cuidado coordenado; das funcionalidades que melhoram a experiência de nossos clientes, como o reembolso digital para saúde e agora para odontologia, além da ampliação da funcionalidade do serviço Médico em Casa para segurados de saúde. Os aplicativos da companhia já possuem mais de dois milhões de downloads e iremos continuar investindo em iniciativas que possam acelerar nosso desenvolvimento e a satisfação de nossos clientes.

“Com as perspectivas de melhora da economia brasileira, em particular com a esperada recuperação dos níveis de emprego e renda, aliadas ao nosso modelo de negócios e seguindo com investimentos em inovação e na busca da melhor experiência para os nossos segurados, acreditamos que podemos nos beneficiar desse cenário doméstico mais favorável”, conclui Portella.

HDI Seguros apoia a 4ª etapa da Hyundai Copa HB20 771

Rubens Oliboni é Diretor Regional da HDI Seguros no Rio Grande do Sul / Divulgação

Autódromo Internacional de Santa Cruz do Sul, no município gaúcho de mesmo nome, vai sediar as provas da competição

A HDI Seguros, quarta maior seguradora de automóveis e sexta em residências do Brasil, estará na pista do Autódromo Internacional de Santa Cruz do Sul, no município gaúcho de mesmo nome, no próximo final de semana, dias 17 e 18 de agosto. A seguradora é patrocinadora da Hyundai Copa HB20 e endossa o seu apoio à nova categoria do automobilismo brasileiro.

“Temos muito orgulho de receber a competição em nosso estado, especialmente pelo perfil dela, que dá igualdade de condições a todos os competidores”, destaca Rubens Oliboni, Diretor Regional da HDI Seguros no Rio Grande do Sul. “Os pilotos têm a mesma possibilidade de vencer e o conceito por trás disso, que é a prevalência do lado humano sobre a máquina, é algo em que acreditamos”, reforça o executivo.

A primeira prova das categorias HB20 Pro e HB20 Super, que compõem a competição, será realizada no sábado (17), enquanto a segunda, ocorre no dia seguinte. Depois de ter 100% de aproveitamento na última etapa e vencer as duas corridas do final de semana, o piloto Raphael Abbate é o líder da HB20 Pro, com 87 pontos. Na HB20 Super, a primeira posição está com Luciano Viscardi, que acumula 93 pontos.

A competição será transmitida ao vivo pelo canal Band Sports e também pelas redes sociais. O calendário de provas deve acompanhar o da Copa Truck. Confira:

  • 4ª etapa – Santa Cruz do Sul/RS – dia 17 e 18 de agosto
  • 5ª etapa – Cascavel/PR – dia 5 e 6 de outubro
  • 6ª etapa – Velopark/RS – dia 26 e 27 de outubro
  • 7ª etapa – Goiânia/GO – 23 e 24 de novembro
  • 8ª etapa – São Paulo/SP – dia 7 e 8 de dezembro

Novas medidas do INPI para a redução de burocracia no registro de patentes: Protocolo de Madri e Plano de Combate ao Backlog de Patentes 571

Novas medidas do INPI para a redução de burocracia no registro de patentes: Protocolo de Madri e Plano de Combate ao Backlog de Patentes

Acordo conta com 97 países signatários

O PDL 98/2019 formaliza a adesão do Brasil ao Protocolo de Madrid, que busca desburocratizar o registro internacional de marcas. O acordo já conta com 97 países signatários, responsáveis por mais de 80% do comércio mundial. O Protocolo tende a ter impacto econômico considerável, com maior atratividade para investimentos no Brasil e abertura de novos negócios. A previsão de início do protocolo no Brasil é em outubro de 2019 e há a expectativa de que a medida facilitará o depósito de marcas internacionais no País e de marcas brasileiras no exterior.

Já o Plano de Combate ao Backlog de Patentes prevê solucionar a fila de exame de patentes em dois anos. É baseado em mudanças de procedimentos do INPI e tende a ter impacto no desenvolvimento de tecnologias nacionais e também no investimento de empresas estrangeiras, que costumam enxergar o atraso na análise das patentes como um obstáculo ao lançamento de produtos no Brasil

MAPFRE Consórcios registra crescimento de 23% no primeiro semestre de 2019 387

MAPFRE Consórcios registra crescimento de 23% no primeiro semestre de 2019

Área obteve um desempenho médio acima do mercado, que teve aumento de 14,75% no acumulado de vendas de novas cotas

No primeiro semestre de 2019, a MAPFRE Consórcios, empresa associada à BR Consórcios, mais que dobrou a venda de cartas de crédito para o segmento de serviços. Na comparação com o mesmo período no ano passado, os negócios da companhia apresentaram um crescimento de 23% na venda de consórcios nos segmentos de automóveis, imóveis, motocicleta, maquinários e outros serviços como viagens, casamento, entre outros.

Segundo a Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios), o setor encerrou o primeiro semestre do ano com aumento de 14,75% no acumulado de vendas de novas cotas, alcançando 1,40 milhão em comparação ao mesmo período de 2018, quando totalizou 1,22 milhão.

Divulgação
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Durante os seis primeiros meses do ano, a companhia teve um crescimento nas cotas de crédito comercializadas, sendo de 39% para automóveis, 6% em imóveis e 156% para serviços. “O consórcio é uma modalidade de crédito bem abrangente e com valores acessíveis para qualquer faixa salarial”, comenta Patricia Siequeroli, diretora da MAPFRE Consórcios.

A MAPFRE Consórcios atribui o bom desempenho a seu portfólio diversificado, otimização no trabalho de apoio e suporte, e foco aos clientes, especialmente, por meio da inclusão de novos produtos no portfólio da companhia. “Em maio, começamos a comercializar consórcios para aquisição de imóveis no exterior. Com isso, ampliamos nossa expectativa de gerar ainda mais negócios ao longo do ano”, afirma Patricia.

CIST vai debater Lei Geral de Proteção de Dados e Responsabilidade Civil Geral do Operador Portuário 507

CIST vai debater Lei Geral de Proteção de Dados e Responsabilidade Civil Geral do Operador Portuário

Encontro acontece no dia 22 de agosto com duas temáticas

Divulgação
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O próximo workshop do Clube Internacional de Seguros de Transportes (CIST) será realizado no dia 22 de agosto e terá dois temas bem diferentes: “Lei Geral de Proteção de Dados e Responsabilidade Civil Geral Operador Portuário”. O evento – que conta com apoio da Buonny, Guep, Grupo Fox, Grupo Golden Sat e Munich Re – tem como objetivo promover o desenvolvimento da cultura de gestão de riscos e seguros no Brasil, e capacitar trabalhadores desses segmentos.

A primeira palestra será sobre “Lei Geral de Proteção de Dados, os Impactos no Mercado de Seguro e Transporte de Carga”. Quem apresentará esse painel será Márcia Cicarelli, sócia da área de Seguros e Resseguros do Demarest. Mestre em Direito Civil pela Universidade de São Paulo (USP) e pós-graduada em Seguros e Resseguros (FGV), com experiencia em todos os ramos do segmento de seguros, além de atuação docente em Direito Civil, PUC-SP, professora convidada da USP e Direito Securitário Funenseg para seguros e resseguros.

O segundo painel abordará “Responsabilidade Civil Geral Operador Portuário – Riscos Intrínsecos da Operação e Desafios do Setor”. O palestrante será Christian Smera, sócio administrador da Smera-BSI Claims Group, advogado e regulador militante no segmento de avarias marítimas. Ele também é membro correspondente da Associação Mundial dos Reguladores de Avarias Marítimas e parceiros institucionais do escritório jurídico MCLG.

Serviço:

Data: 22 de agosto de 2019
Horário: 08h30 às 12h30
Local: São Paulo Center
Endereço: Av. Lineu de Paula Machado, 1088/1100 – Cidade Jardim
Investimento: R$ 80 para sócios / R$ 100 para não sócios
Mais informações: neste endereço.

SulAmérica integra o índice FTSE4Good da bolsa de valores de Londres pelo terceiro ano consecutivo 507

Tomás Carmona, superintendente de Sustentabilidade da SulAmérica / Divulgação

Seguradora apresentou desempenho acima da média no setor

A SulAmérica foi confirmada novamente no FTSE4Good, reconhecido como um dos mais importantes índices internacionais de sustentabilidade e que tem como base dados domínio público, tais como relatórios financeiros e de sustentabilidade, atendendo aos rígidos critérios de seleção que analisam cerca de 300 indicadores diversos.

O FTSE4Good é aferido pela Financial Times Stock Exchange (FTSE) Russell, uma divisão da bolsa de valores de Londres. Ele é composto por empresas com fortes práticas ASG (ambiental, social e de governança) e norteia uma ampla variedade de participantes do mercado para criar e avaliar fundos de investimento responsáveis e outros produtos.

Com base na pontuação obtida, a companhia apresentou desempenho acima da média comparado ao setor de seguros e do país.

“Nosso desempenho, traduzido em um índice extremamente importante, demonstra que nossas políticas e processos, pautados nos critérios ASG, conduz a SulAmérica para uma solidificação da marca cada vez maior, sendo reconhecida tanto pela sustentabilidade nos negócios quanto no impacto positivo que causa na sociedade”, afirma o superintendente de Sustentabilidade da seguradora, Tomás Carmona.

Tomás, que também é membro do conselho do PSI (Princípios para a Sustentabilidade em Seguros) – programa das Nações Unidas (ONU) que tem como objetivo servir como um framework para analisar riscos e oportunidades ambientais, sociais e de governança corporativa para a indústria de seguros global -, acredita que a integração no índice é um atrativo para investidores.