Empresas brasileiras precisam melhorar gestão de risco contra catástrofes 556

Empresas brasileiras precisam melhorar gestão de risco contra catástrofes

Segundo dados da Susep, em 2018 o número de apólices de seguros D&O aumentaram 12% contra um aumento de 57% de sinistros

Infelizmente, o ano de 2019 começou repleto de catástrofes. Eventos como o de Brumadinho, chuvas e enchentes em diversas partes do País, incêndio no Alojamento do Flamengo, entre outros, suscitam a dúvida de como as empresas brasileiras planejam sua gestão de risco contra grandes catástrofes.

De acordo com o diretor de riscos corporativos da Alper, Adriano C. Muraki de Souza, cerca de 95% do total de empresas no Brasil são pequenas e médias. Desse total, em torno de 90% não têm seguro. “Diferente de alguns países europeus ou mesmo o Estados Unidos, no Brasil não há a cultura de seguros devidamente amadurecida. O seguro é muito importante em situações de grandes catástrofes como as ocorridas recentemente, pois reduz a exposição e minimiza os danos causados à sociedade. Um seguro contratado adequadamente pode significar a sobrevivência do negócio depois de um desastre”, afirma Adriano.

O diretor usa como exemplo o caso do rompimento da barragem da Vale do Rio Doce em Brumadinho, Minas Gerais: “Pense não somente na Vale, mas também em pequenos estabelecimentos. Uma padaria, por exemplo que, mesmo não atingida diretamente, teve que interromper o funcionamento, ou outras empresas que foram diretamente afetadas pelo desastre. Em uma situação como essa, terão que entrar na fila e brigar por alguma indenização vinda da Vale. Entretanto, aquelas que contam com o seguro de danos poderão acionar suas apólices para ressarcir parte dos prejuízos e, depois essas seguradoras vão acionar a Vale. Isso certamente vai significar a continuidade do negócio”, diz ele.

Já o  Diretor Comercial de Seguros Corporativos da Alper, Robert Hufnagel, analisa que o hoje o seguro ainda é visto como despesa no Brasil e não como investimento e, é necessário mudar essa cultura. “Eventos de grande soma podem causar grandes prejuízos. Mas, pequenos seguros podem garantir o patrimônio. As recentes enchentes no Rio de Janeiro, por exemplo, é um evento que pode causar grandes prejuízos ao Estado e, principalmente ao cidadão. Mas, os seguros existem para reduzir essa exposição. Seguro de carros, seguro garantia, seguro de casa, seguro de vida, entre outros. Pensar nisso é investimento”, lembra Robert.

Os últimos números divulgados pela SUSEP (Superintendência de Seguros Privados) apontam que o crescimento no número de apólices de seguros para responsabilidade civil, conhecido como D&O, muito importantes em casos de eventos como a ocorrido em Brumadinho ou no centro de treinamento do Flamengo, não tem crescido na velocidade em que crescem os sinistros. Em 2018, o D&O teve um crescimento de 12% se comparado com 2017, contra um aumento na ordem de 57% no número de sinistros.

Robert lembra que é fundamental que as empresas analisem com cuidado e contem com a ajuda de um especialista, em geral, um corretor de seguros, na hora de colocar em prática sua política de gestão de riscos. “É crucial que os seguros sejam feitos de acordo com uma análise aos principais riscos que cada empresa está submetida. Na hora de uma catástrofe, vai ser analisado qual o fato gerador daquela catástrofe. O corretor de seguros é a pessoa indicada para ajudar nesse processo”, aconselha.

Executiva da SulAmérica é eleita a Mulher de Seguros do ano pelo CVG-RJ 547

Destaques do Ano do CVG-RJ – 2019-2020 acontece hoje

Solange Zaquem, diretora comercial, recebeu a homenagem durante o evento Destaques 2019-2020

Solange Zaquem, diretora comercial da SulAmérica, foi reconhecida nesta quinta-feira (03) como a Mulher de Seguros do ano pelo Clube Vida em Grupo do Rio de Janeiro (CVG-RJ). O prêmio foi concedido durante a cerimônia online Destaques 2019-2020, que homenageia profissionais e empresas que se destacaram nos segmentos de Vida, Saúde, Previdência e Capitalização durante o último ano.

Solange ressalta a importância da premiação como uma forma de incentivar a diversidade no setor de seguros. “Ser homenageada junto a esse time de profissionais é um motivo de grande orgulho para mim. E ter esse reconhecimento às mulheres dentro do mercado segurador é extremamente importante para reforçarmos a relevância das profissionais no desenvolvimento tanto do setor quanto da sociedade”, afirma.

Com 30 anos de experiência no mercado segurador, a executiva é graduada e pós-graduada em Administração de Empresas pelo Centro Universitário Serra dos Órgãos em Teresópolis (Unifeso) e especializada em liderança e gestão de pessoas por instituições como Fundação Getúlio Vargas (FGV) e Fundação Dom Cabral.

Segundo a diretora, a homenagem vem em um momento especial na carreira à frente da SulAmérica. Neste sábado (05), a companhia completa 125 anos e, ao longo de 2020, passa por um processo de reposicionamento de marca, reforçando o foco no cuidado de pessoas sob o conceito de Saúde Integral.

“Entendemos que as saúdes física, emocional e financeira devem estar em equilíbrio. Com essa visão, estamos focados em oferecer soluções cada vez mais integradas que ajudem nossos clientes a fazer melhores escolhas, em qualquer momento da vida, por meio da consultoria dos nossos parceiros corretores de seguros. Isso nos deixa ainda mais conectados às necessidades do nosso público, inaugurando uma nova fase e pavimentando um ciclo de crescimento e oportunidades” afirma Solange.

Next lança nova temporada de websérie sobre educação financeira 477

Episódios foram criados a partir de dúvidas da audiência e apresentados de forma descontraída

O next lança a nova temporada de sua websérie “Me ajuda, next!” voltada para quem quer começar a investir. Pensados para democratizar questões financeiras, os novos episódios abordam temas como “dá pra começar a poupar com pouco dinheiro?” e “como funciona a rentabilidade de cada investimento?”, entre outros. Criada em parceria com a Ágora Investimentos e com a Unibrad (Universidade Corporativa do Bradesco), a websérie é apresentada por Nataly Neri e conta com a participação de especialistas financeiros.

“Me ajuda, next!” foi lançada em abril, início do cenário de pandemia no Brasil, com o objetivo de auxiliar as pessoas a lidarem com o dinheiro em um momento desafiador. Os episódios da primeira temporada somam mais de 7 milhões de visualizações. A websérie é produzida por uma equipe multidisciplinar trabalhando em conjunto, cada um de sua casa, respeitando as orientações das organizações de saúde.

SP: Veículos com placas terminadas em 0 devem ser licenciados neste mês 473

SP: Veículos com placas terminadas em 0 devem ser licenciados neste mês

Donos de caminhões com placas finais 0 e 9 também precisam obter o documento até o final do mês; custo do licenciamento é de R$ 93,87

O Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran.SP) alerta que o calendário de licenciamento do ano de 2020 chega ao último mês. Dezembro é a vez dos proprietários de veículos com placa terminada em zero realizarem o licenciamento anual obrigatório, além dos caminhões com placas terminadas em 0 e 9. O valor da taxa do serviço é o mesmo para todos os tipos de veículo: R$ 93,87.

No Estado de São Paulo, o licenciamento anual é feito de forma 100% digital. Portanto, o motorista não precisa ir mais a uma unidade de atendimento Detran.SP ou Poupatempo para emissão anual do Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV), documento de porte obrigatório que permite a circulação do veículo.

Como Licenciar:

Em um banco conveniado ao Detran.SP, caixa eletrônico ou internet banking, o motorista informa o número do Renavam do veículo para pagar a taxa do licenciamento e outros débitos, se houver. Um dia após o recebimento da taxa, o CRLV ficará disponível para download e impressão no item ‘Licenciamento Digital’ nos portais do Poupatempo, Detran.SP e Denatran, além dos aplicativos Poupatempo Digital, Detran.SP e Carteira Digital de Trânsito – CDT. O documento poderá ser salvo no próprio celular e impresso, em papel sulfite comum.

Para o licenciamento digital ser emitido, o veículo precisa estar com todos os débitos vinculados quitados, além do pagamento em dia do Seguro Obrigatório de Danos Pessoais causados por Veículos Automotores de Via Terrestres (DPVAT). Deixar de licenciar um veículo é uma infração de trânsito gravíssima prevista no Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

Divulgação
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Dicas para viajar com os pets de carro 1460

Dicas para viajar com os pets de carro / Divulgação

Especialista da DogHero explica como transportar seu animal de estimação com bem-estar, segurança e proteção

Ao longo de 2020, uma das mudanças no comportamento das pessoas está relacionada tanto com a frequência como a maneira que escolhem para se locomover. Certamente, em meio aos riscos decorrentes da pandemia do novo coronavírus, muitas viagens passaram a ser realizadas de carro.

Essa postura é reflexo de que a maioria preza pelo sentimento de segurança e proteção de seus familiares. Em julho deste ano, uma pesquisa realizada pelo Ibope Inteligência revelou que as pessoas (30%) pretendiam usar mais o carro particular. E, segundo a Associação Brasileira das Agências de Viagens (Abav), o hábito de realizar viagens de carro com a família vai se tornar mais recorrente.

Diante deste cenário, é comum que os pais e mães de pets optem por levá-los em viagens e passeios de carro. Sem dúvida, é uma das maneiras que encontramos de aproveitar todo o tempo com eles, pois muitos são tratados como membros da família e merecem todo o carinho.

A médica veterinária Thaís Matos, que atua na área de Confiança e Segurança da DogHero, maior empresa de serviços para pets da América Latina, explica que ao levar seu pet em um automóvel é importante estar atento a vários detalhes. “A segurança de todos é o ponto em questão. O bem-estar do animalzinho também deve ser levado em conta. É preciso garantir que o seu pet tenha os devidos cuidados durante uma viagem de carro” .

Confira algumas dicas da especialista para viajar com seu pet de carro:

Use o cinto de segurança – Sim! Essa regra também se aplica aos pets. Nada de deixar seu bichinho solto durante a viagem, mesmo que ele seja super obediente. Pode ser perigoso, tirar a atenção de quem dirige e o condutor pode ainda ser multado. Portanto, use o cinto de segurança para cães, que foi desenvolvido especialmente para isso. O equipamento funciona como um extensor, pois é fixado no fecho do cinto do carro e ao peitoral do seu animal de estimação (ao mesmo tempo). Para os gatos, as caixas transportadoras, promovem conforto e segurança e também precisa ficar presa no cinto de segurança. Uma dica para que o felino se sinta confortável com o “novo lar”, é adquirir a caixa transportadora para gatos um pouco antes da viagem e colocar o cobertor e os brinquedos dele dentro, com isso, ele sente que a caixa transportadora é um local seguro e agradável, dessa maneira, evita-se qualquer agressividade ou outra reação do seu animalzinho.

Sempre no banco de trás – Sem dúvida! No banco traseiro do carro seu animal de estimação estará muito mais seguro. Outra coisa que vai deixar o cãozinho mais tranquilo e confortável durante o trajeto, é colocar a caminha dele no banco do carro.

Temperatura nem quente nem fria – Muito cuidado, pois seu pet pode ficar incomodado e espirrando se a temperatura no interior do veículo estiver muito fria. Portanto, ao viajar de carro, esse item precisa ser verificado para que ele se sinta bem durante o trajeto. Desta maneira, caso possua ar condicionado no carro, procure deixar a temperatura neutra, ou seja, nem quente nem fria.

Janela do carro sempre fechada – Sabemos que os cachorros amam ficam espiando e tomando aquele vento durante o passeio de carro, mas isso pode trazer consequências tanto em relação à segurança como a saúde do seu animal de estimação. Pode dar dor de ouvido no seu cãozinho e prejudicar a audição, além de causar irritação nos olhos dele. Além disso, não é nada seguro para você o seu pet, pois ele pode se machucar. Ainda tem o risco de acidentes se o condutor do veículo não estiver concentrado no trânsito.

Capas protetoras pet para carro – Isso pode ser uma dica para tornar o passeio de carro com seu animal de estimação muito mais agradável. São confeccionadas em tecido, para deixar seu pet todo confortável e os modelos impermeáveis conferem segurança, além de não deixar o cãozinho escorregando no banco, também protegem as portas do carro.

Consulta ao veterinário – Para garantir ainda mais a segurança do seu pet na viagem de carro é fundamental que um profissional veterinário seja procurado. O especialista irá verificar se está tudo bem com o seu animalzinho, irá indicar a melhor maneira de transporte para garantir o máximo de suavidade para o pet durante o percurso. Na consulta é importante levar a carteira de vacinação (mesmo que esteja em dia) e informar alguns fatores, como a distância que será percorrida. Alguns pets costumam enjoar durante viagens de carro, portanto, o veterinário poderá recomendar o medicamento e a dosagem correta. Nenhum tipo de remédio deve ver recomendado ao seu animalzinho sem a prescrição de um médico veterinário. Somente o profissional está habilitado para indicar o remédio correto que irá amenizar o desconforto do seu pet durante a viagem. Existe hoje, em algumas localidades, a opção de contratar veterinários sem precisar sair de casa. Os pets exigem cuidados como, vacinas, visitas regulares ao veterinário, coleira, alimentação, entre várias outras coisas. O animalzinho pode ainda ter necessidades especiais (não enxergar, por exemplo, ser idoso) ou sofrer de uma doença e necessitar de tratamento, por isso é importante e seguro para todos a consulta antes da viagem.

Mudanças no DPVAT podem impactar a economia 891

Yuri Utida é gestor de riscos e especialista em planejamento financeiro / Divulgação

90% dos brasileiros consideram o Seguro do Trânsito como um benefício importante

Estatísticas e estudos de diversas entidades sérias apontam que o brasileiro tem sérias dificuldades para manter o controle do orçamento e mais dificuldade ainda para economizar. Fazer um planejamento financeiro com seguros é algo inimaginável para cerca de 4,6 milhões de brasileiros que devem a instituições financeiras mais do que podem pagar. E, apesar de 81% dos brasileiros não conseguirem economizar, uma pesquisa recente feita pelo Ibope revelou que 90% classificam o DPVAT como um benefício importante ou muito importante para a sociedade. Entre os entrevistados, mais de 70% pertencem às classes C, D e E.

O seguro atendeu mais de 4,5 milhões de brasileiros que sofreram acidentes de trânsito. É a opção mais democrática existente no mercado, na opinião de Yuri Utida, gestor de riscos e especialista em planejamento financeiro. “Hoje apenas 30% dos veículos têm um seguro particular, que também protege contra roubo e furto. E somente 19% têm algum tipo de seguro de vida, um dos menores índices do mundo. Sem o DPVAT, milhões de brasileiros que ficaram feridos ou inválidos em decorrência de acidentes estariam completamente desassistidos”, comenta.

Em países desenvolvidos, o seguro obrigatório é uma importante ferramenta de inclusão social. Mais que isso, o benefício tem impacto direto na economia. A maior parte dos atendidos pelo DPVAT, segundo dados da Seguradora Líder que o administra, é composta por pessoas economicamente ativas. “Neste ano, os dados mostram que mais de 180 mil beneficiados têm entre 18 e 44 anos. Deste total, 70% das indenizações foram para apoiar casos de invalidez permanente. O impacto disso para uma economia em crise e para os cofres públicos é enorme. Sem o seguro, os custos sociais que recaem sobre o Estado seriam ainda maiores”, acrescenta Utida.

Em um momento em que é preciso reduzir gastos, cortar a obrigatoriedade deste seguro social é uma decisão que pode trazer consequências desastrosas não só para a economia, como também para a Previdência Social e a Saúde. “Com desemprego recorde, milhões de brasileiros enfrentam dificuldades para alimentar a família. Em caso de acidente, o que, convenhamos, não é raro de acontecer em um país que está entre os 5 com mais altos índices de violência no trânsito, milhares de famílias não teriam renda sequer para enterrar os mortos ou atender às necessidades de algum parente que tenha ficado inválido”, finaliza Utida.

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