Experiência do cliente e tecnologias serão fundamentais para seguradoras 488

Experiência do cliente e tecnologias serão fundamentais para seguradoras

É o que revela um estudo focado em facilitar os processos de negócios desse nicho de mercado

A everis, multinacional de consultoria que oferece soluções de estratégia e de negócios, integrante do Grupo NTT DATA, e uma das dez maiores empresas mundiais de serviços de TI, anuncia os principais fatores que determinarão o futuro do setor de Seguros no Brasil e em outras economias da região. Neste sentido, o relatório intitulado “Tendências e oportunidades do setor de Seguros. Seguros em 2020 e mais adiante”, apresenta um panorama focado nas necessidades do cliente frente ao desenvolvimento de novas tecnologias, a fim de facilitar os processos de negócio para o funcionamento da indústria seguradora.

Desde o início, é importante levar em conta que existem diferentes tipos de clientes que se manifestam dependendo de seus interesses. O cliente conservador, por exemplo, tem um conhecimento médio-baixo de seguros e confia em sua corretora e em seu agente para a tomada de decisões. O analítico desenvolve um conhecimento mais profundo dos produtos de seguros e as regras de funcionamento das seguradoras. O cliente effortless, por sua vez, se concentra em simplificar os seguros de acordo com suas necessidades básicas, sem se aprofundar em funções mais complexas.

É importante levar em conta também que o diretor da seguradora adquire um papel crucial no momento de definir o portfólio que será oferecido, levando em consideração a concordância que deve existir com os elementos da tecnologia, a expansão para novos negócios, os formatos de consumo e a evolução dos serviços para atender às necessidades específicas de cada cliente.

“A tecnologia está revolucionando os negócios do setor de Seguros, abrindo novas fronteiras para melhor entendimento das características e demandas específicas dos consumidores, que estão cada vez mais conectados e exigentes. Com sua maior adoção será possível criar novos modelos de negócio, novos produtos e serviços. O objetivo é oferecer proteção abrangente e customizada ao perfil e momento de vida, que facilitará a redução de riscos”, afirma Roberto Ciccone, sócio da everis responsável pela Prática de Seguros na região Américas.

Isto porque ao analisar as preferências da população, conhecer as particularidades do setor e refletir sobre a relação existente entre ambos é possível ajudar as organizações a se prepararem para os próximos anos e para compreender melhor o perfil dos novos segurados, que são nativos digitais e buscam por experiências de interação e consumo mais satisfatórias. Afinal, em 2020, os millennials representarão aproximadamente 50% da população ativa, passando a 75% em 2025, quando terão entre 25 e 40 anos e eles priorizam autonomia, liberdade e flexibilidade, pois caracterizam-se pela capacidade de adaptação rápida e fácil às mudanças de um mercado mais digital e globalizado.

A transformação digital encontra nas novas tecnologias disruptivas uma alavanca exponencial, que indica que as mudanças serão ainda mais rápidas e intensas, portanto, as organizações e as instituições terão um grande desafio pela frente, um obstáculo crucial: a rapidez e a eficiência para apresentar soluções completas, flexíveis e adequadas aos interesses do usuário.

Assim, levando em consideração as necessidades do negócio e as perspectivas da população em relação aos seguros dentro de um mercado competitivo, será possível especificar uma linha operacional capaz de atender as demandas das gerações futuras e aquelas que conseguiram se estabelecer dentro do panorama social. Da mesma forma, é necessário harmonizar o desenvolvimento tecnológico, sob as medidas regulatórias que pretendem condicionar seguros melhor adaptados aos riscos comuns e aos riscos emergentes.

Para ler a íntegra da pesquisa sobre o setor de seguros, acesse este endereço.

CVG-SP celebra trajetória ao comemorar 38 anos de fundação 608

Encontro também contou com a apresentação de oito novas empresas associadas

O Terraço Itália foi palco da comemoração especial referente aos 38 anos do Clube Vida em Grupo São Paulo (CVG-SP). O encontro, realizado no dia 12 de julho, contou com a presença de diversos personagens que marcaram a história da entidade.

Aproximadamente 5 mil pessoas foram impactadas pelos mais de 40 eventos promovidos nos últimos cinco anos pelo CVG-SP, conforme explicou o presidente Silas Kasahaya. O encontro também contou com a presença de fundadores e ex-presidentes. Diversos nomes, como o da gestora Lucia Gomes, foram enaltecidos durante o almoço. A parceria com o Sindicato das Seguradoras do Estado de São Paulo também foi destaque.

Divulgação/Antranik Photos
Divulgação/Antranik Photos

Além disso, oito novas empresas associadas foram recepcionadas pelo grupo: Alper Seguros, CRD Seguros, Campos e Associados, Previsul Seguradora, Primo Seguros, Selletiva Assessoria em Seguros, 77Seg e TGL Consultoria em Seguros.

Nova Lei de Licitações aprofunda análise de riscos e deve diversificar seguros de garantia 1968

Rodrigo Chunques é gerente de operações e garantias estruturadas da Aon / Divulgação

Projeto mantém e cria novas modalidades para execução de demandas da administração pública

A nova Lei de Licitações (PL 1292/95) cria novas modalidades para contratação de empresas para execução de demandas da administração pública. A proposta aprovada pelo plenário da Câmara dos Deputados mantém o pregão, concorrência, concurso e os leilões. O texto também cria o diálogo competitivo, que diz respeito a compra de novas tecnologias. Entre as exigências está a contratação de seguro garantia para grandes obras. Outra tipificação do Projeto de Lei diz respeito aos crimes relacionados ao assunto, além de aspectos da proposição para União, estados e municípios.

O projeto ainda deve ser apreciado no Senado até passar pela sanção do presidente Jair Bolsonaro. A lei que ainda vigora sobre o tema permite que o seguro cubra até 5% do valor da obra. Com as mudanças, o limite passa para 30% nos casos de obras de maior valor. 

O gerente de operações e garantias estruturadas da Aon, Rodrigo Chunques, acredita que com as mudanças as seguradoras podem ser obrigadas a executar e concluir o objeto contratual em caso de inadimplência do tomador (quem contratou o seguro). “Caso as seguradoras não executem ou concluam o objeto contratual podem ser aplicadas multas que podem chegar ao valor total da garantia”, alerta. Considerando isso, o especialista acredita que pode haver uma seleção mais criteriosa de riscos. “Isso pode acontecer até que haja melhor entendimento de como todos os envolvidos irão se comportar neste novo ambiente”, completa.

Com a lei em vigor o mercado deve mudar completamente no ramo de seguros – desde resseguradoras até os segurados. “Não temos dúvida que será necessário um tempo para adaptação. Seguradoras precisarão incrementar a estrutura, reforçando análise de crédito, underwriting e a criação de uma área específica para o acompanhamento de obras”, acrescenta Chunques. O executivo acompanha as novas medidas com bons olhos. “Trará mais segurança ao processo licitatório, bem como um maior conforto ao poder público de que as obras contratadas serão finalizadas. Como consequência a eficácia do desenvolvimento do Brasil será notavelmente maior, mesmo acreditando que ainda acontecerão alguns ajustes para trazer um cenário mais equilibrado e aceitável para todos os envolvidos”, justifica.

O mercado de seguro para garantias judiciais atingiu a marca histórica de R$ 2,5 bilhões em prêmios emitidos em 2018. “Podemos destacar que foi este o segmento que fez o seguro garantia sobreviver à crise geral que assolou o País nos últimos 5 anos. Acreditamos que a partir das reformas, incentivos para liberação de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e com as privatizações, o cenário será mais otimista para o reaquecimento da economia”, comenta Rodrigo Chunques ao lembrar que existe uma grande quantidade de obras represadas nos mais diversos segmentos, como infraestrutura, saneamento, rodovias, portos e outros grandes projetos. “Com isso é natural que a demanda por garantias de performance aumente, de forma que as seguradoras consigam balancear suas carteiras hoje predominadas pelas garantias judiciais e o consequente crescimento sustentável deste mercado”, analisa. “Este tipo de apólice visa trazer conforto ao contratante. Se por algum motivo o contratado não executar o objeto contratual haverá um terceiro, neste caso a seguradora, que executará ou pagará o limite máximo indenizável pela apólice”, acrescenta.

Como maior corretora de seguros do mundo a Aon acredita que, quanto maior o dinamismo entre a administração pública e o mercado securitário, melhor. “Temos convicção que as soluções inovadoras apresentadas pelo mercado são grandes aliadas para mitigação e transferência de riscos, o que traz maior segurança administrativa aos processos”, segue o também pós-graduado em Gestão Financeira.

Outro destaque de Rodrigo Chunques é a mudança no perfil dos investidores. “Em um passado não muito distante os grandes investidores eram os poderosos conglomerados brasileiros, envolvidos na Operação Lava Jato, que sofreram degradação financeira e restrição de crédito junto aos bancos públicos e privados. Os novos investidores serão, na sua grande maioria, oriundos de fundos internacionais, que tendem a ter a estrutura de contragarantias diferenciadas do modelo tradicional. Isso deve forçar as mudanças metodológicas para análise do risco”, explica. Na visão do expert, as seguradoras deverão encontrar equilíbrio para analisar a capacidade financeira destes investidores. “É preciso verificar a performance das EPCs e, principalmente, em o projeto gerar as riquezas previstas. Isso levará conforto aos underwriters (intermediários financeiros) das seguradoras, aumentando a probabilidade de suporte a novos projetos pelo mercado segurador”, finaliza.

Kuantta Consultoria anuncia novo coordenador de cursos 59

Kuantta Consultoria anuncia novo coordenador de cursos

Marco Aurélio Fonseca também é professor e consultor de concursos da Escola Nacional de Seguros

A Kuantta Consultoria, empresa especializada em gestão e treinamento para corretores, funcionários das corretoras, seguradoras e empresas prestadoras de serviços, reforça sua equipe com um novo coordenador dos cursos. Marco Aurélio Fonseca assume o cargo, com objetivo de ampliar as atividades no setor.

Ele é professor e consultor de concursos da Escola Nacional de Seguros. É sócio da FL Administradora, Consultoria e Corretagem de Seguros, possui Certificação Profissional CNseg – Certificado CPC1, do primeiro exame realizado em 2015, conhecimento técnico dos ramos e planos de seguros, legislação e práticas e processos operacionais com seguros, experiência em elaboração, administração e desenvolvimento do programa de seguros diversos.

O novo coordenador vai se reportar ao idealizador da Kuantta Consultoria, Arley Boullosa e vai interagir também com os professores e palestrantes que já fazem parte do staff de ensino da empresa. Para Boullosa, a vinda do Marco Aurélio para o projeto vai acelerar as atividades relacionadas aos cursos que serão ministrados. “Com a chegada do Marco Aurélio, teremos um cronograma de cursos para o segundo semestre e eu fico liberado para cuidar da parte comercial da Kuantta Centro de Ensino. Nosso foco serão os cursos que mostram oportunidades e negócios para os corretores, de maneira prática, com professores que estão no dia a dia, além da troca de experiências entre os alunos. Vou interagir com frequência na definição de cursos e dos professores, mas o Marco agora tem a gestão do ensino na Kuantta e com isso tenho certeza que ganharemos velocidade e nos tornaremos referência em ensino e qualificação para o mercado de seguros”, explica.

Em agosto inicia uma nova etapa e todos os cursos e palestras poderão ser encontradas neste site, que também está sendo reformulado.

Ex-funcionários da União de Seguros Gerais promovem 15º encontro em agosto 808

Alguns dos ex-funcionários da Cia. União de Seguros Gerais em um dos últimos encontros / Reprodução

Confraternização acontece no dia 24 de agosto, em Porto Alegre (RS)

“Que a tristeza te convença que a saudade não compensa”, diria a poesia de Vinicius de Moares. Para acabar com essa saudade os ex-funcionários da Cia União de Seguros Gerais promovem há 15 anos um encontro anual que já é tradicional. A confraternização acontece em Porto Alegre (RS), no dia 24 de agosto de 2019, data em que a seguradora completaria mais um aniversário.

“Mais de 800 funcionários em um prédio só em uma companhia de seguros, você já ouviu falar?”, comentou o presidente do JRS, Jota Carvalho, em entrevista sobre o assunto. “A seguradora funcionava na Avenida Borges de Medeiros, onde ocorreram muitos encontros fraternos, de grande aprendizado sobre seguridade”, completou Luis Carlos Borges, que permaneceu por 34 anos na seguradora, em um dos encontros anteriores.

O Garcias Grill, localizado na Avenida Praia de Belas – 618, será o palco deste momento especial. O almoço terá valor de R$ 30, cervejas custam entre R$ 9 e R$ 12, já refrigerantes e águas custam R$ 5.

Baixas temperaturas podem danificar meu carro? 635

Baixas temperaturas podem danificar meu carro?

ComparaOnline lista problemas veiculares ocorridos no inverno, como mal funcionamento da bateria, e explica quando o seguro auto pode ajudar

Os invernos têm sido cada vez mais rigorosos no Brasil, principalmente nas regiões sudeste, centro-oeste e sul. Recentemente massas de ar polar derrubaram as temperaturas e deixaram a sensação térmica em -10º C, com geada e neve em alguns lugares do extremo sul do país.

Com um pouco de roupa conseguimos nos livrar do frio, mas o que acontece com os veículos? Nesta época do ano os acidentes em consequência de pistas escorregadias e os problemas elétricos ao dar a partida do carro aumentam bastante. O que deixa muita gente com dúvidas é sobre a possibilidade de acionar ou não o seguro auto nesses casos. Pensando nisso, a ComparaOnline, marketplace de produtos e serviços financeiros, reuniu algumas informações sobre o assunto.

As baixas temperaturas ocasionam a falta de utilização de alguns equipamentos como o ar-condicionado, causando ressecamento e possíveis vazamentos nas mangueiras. O que também pode ficar ressecada com o frio é a palheta do para-brisa. Porém, esses itens são considerados como serviços de manutenção do carro e não interferem na locomoção do veículo, sendo assim, não há cobertura do seguro.

O inverno também traz outros tipo de problemas, como geada, neblina e granizo. Eventos naturais que podem causar danos ao veículo, seja um amassado ou até mesmo um acidente em decorrência de pista escorregadia. “Nesses casos, é muito importante ficar atento à sinalização. Caso a via transitada tenha avisos sobre a possibilidade de intempéries, deve-se evitar esses trajetos, pois a seguradora poderá entender como um agravamento do risco por parte do segurado e negar o sinistro”, explica Paulo Marchetti, CEO da ComparaOnline no Brasil.

Problemas com a bateria são mais comuns no frio, já que a temperatura diminui e reduz a reação química interna, além de deixar o óleo mais viscoso. Isso pode trazer problemas para dar a partida após uma noite fria, por exemplo. “Desde que seja contratada a cláusula de assistência 24 horas, o segurado terá direito ao serviço de auto socorro nessas situações. Algumas seguradoras enviam, além do guincho, um técnico para avaliar o veículo no próprio local, a fim de resolver o quanto antes o problema do cliente”, finaliza Marchetti.