Previdência: alívio das contas públicas e a garantia de um futuro tranquilo 970

Confira a edição 222 da Revista JRS

Considerada como a “prova de fogo” para o governo do presidente Jair Bolsonaro, a Reforma da Previdência finalmente foi apresentada e será apreciada de acordo com o processo regimental do Congresso Nacional. A proposta tem o objetivo de reequilibrar as contas públicas, manter a saúde do regime previdenciário e diminuir as distorções existentes na aposentadoria de distintas categorias. Especialistas afirmam que a série de medidas pode promover impactos em todo o ciclo econômico e finalmente acelerar a retomada da economia brasileira, que enfrentou uma dura recessão nos últimos anos.

Veja também: Os principais pontos da Previdência de Bolsonaro.

A edição 222 da Revista JRS ainda traz os principais destaques do noticiário econômico e securitário em nível regional e nacional.

Tenha uma excelente leitura!

Setor de seguros cresce dois dígitos pelo terceiro mês seguido 526

Marcio Coriolano é presidente da Confederação Nacional de Seguros Gerais (CNseg)

Seguros de pessoas e planos de previdência puxam crescimento no ano

No acumulado do ano até setembro, o setor segurador repetiu a alta de dois dígitos pelo terceiro mês consecutivo, atingindo desta vez a marca histórica de 12,3%, informa o presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Marcio Coriolano, em editorial da Conjuntura CNseg nº 13. No comparativo de setembro sobre o mês do ano passado, a evolução de prêmios foi ainda maior: 18,6%.  Em valores, os prêmios do setor alcançaram R$ 196,6 bilhões nos nove primeiros meses do ano (sem saúde e DPVAT). No resultado dos 12 meses encerrados em setembro, a expansão foi de 8,9%, bem perto da projeção otimista de crescimento elaborada pela CNseg.

Os planos de risco avançaram 15,6% (R$ 32,2 bi), ao passo que os planos de acumulação (VGBL e PGBL ) registraram alta de 16,9% (R$ 89,2 bi) e capitalização, 12,1% (R$  17,4 bilhões). A expansão do setor só não foi maior porque o segmento de danos e responsabilidades manteve uma taxa de crescimento mais reduzida. Nos nove primeiros meses, sua alta foi de 5,3%. Esse comportamento tem relação direta com o desempenho fraco das vendas do seguro de automóvel, a principal carteira do segmento de danos e responsabilidades.

“No caso dos planos de riscos, a expansão confirma a procura de proteção de vida, contra acidentes e doenças. No caso da previdência, já pode ser efeito da aprovação da reforma da previdência no Congresso e a percepção de que as pessoas terão de constituir fundos para a aposentadoria com recursos próprios, pensando na manutenção da qualidade de vida e padrão de renda na aposentadoria”, explicou o presidente da CNseg, Marcio Coriolano.

Fenacor lança comunicado sobre Medida Provisória que desregulamenta corretores 3361

Fenacor lança comunicado sobre Medida Provisória que desregulamenta corretores

Representantes da Federação foram recebidos pela superintendente da Susep

O Presidente e os Vice-Presidentes da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor), Armando Vergílio dos Santos Júnior, Alexandre Milanese Camillo e Robert Bittar, acompanhados do Consultor Jurídico, Marcelo Augusto Camacho Rocha, estiveram reunidos nesta terça-feira (12), na sede da Superintendência de Seguros Privados (Susep), com o propósito específico de tratar das preocupantes e surpreendentes questões contidas na Medida Provisória nº 905/2019, publicada no Diário Oficial da União desta data.

Recebidos pela superintendente da Susep, Solange Paiva Vieira, o Diretor Rafael Pereira Scherre, o Procurador-Chefe Substituto Jezihel Pena Lima e o Coordenador-Geral Substituto de Regime Especiais e Autorizações Carlos Augusto Pinto Filho, os representantes da Fenacor demonstraram inconformismo com a revogação da Lei nº 4.594/64, um verdadeiro marco para a categoria, após tanta luta pela sua aprovação, por entenderem que ela poderia ser alterada e atualizada para os tempos atuais. Mas, diante do ocorrido, torna-se premente a retomada da sua eficácia, bem como com a revogação de dispositivos do Decreto-Lei nº 73/66, que alcançam a corretagem de seguros, em especial aquele previsto na alínea “e”, do art. 8º, por discordarem, frontalmente, da exclusão dos Corretores de Seguros do Sistema Nacional de Seguros Privados – SNSP.

Confira o posicionamento da Fenacor:

A Fenacor esclarece, ainda, que não irá se afastar dessas necessárias e importantes questões, consideradas pétreas, e atuará firmemente para a retomada da eficácia da Lei nº 4.594/64, que regulamenta atividade de corretor de seguros, e da condição dos corretores habilitados de integrantes do referido Sistema.

Quanto à autorregulação da categoria econômica, trata-se de consenso que a matéria necessita e deve avançar, o mais rapidamente possível.

A Fenacor irá participar, junto com a SUSEP e as Secretarias de Política Econômica e Especial de Trabalho e Previdência da discussão acerca das novas regras que atendam os parâmetros necessários, oportunos e efetivos para a instituição e implementação da autorregulação no mercado da corretagem de seguros.

Inclusive, de pronto, foi feito o agendamento prévio de novas reuniões entre a Fenacor e a SUSEP, para discutirem e consensuarem uma minuta de texto, que deverá ser apreciada, brevemente, pelo Conselho Nacional de Seguros Privados – CNSP.

A Fenacor entende que a autorregulação do mercado da corretagem de seguros é de extrema importância para a categoria, além de estarmos diante de um mecanismo ágil, moderno, e que muito poderá agregar para o Mercado de Seguros e para os consumidores de produtos securitários.

Corretor, você está preparado para o futuro? 4721

Corretor, você está preparado para o futuro?

Evento no RJ aborda novas tendências e mudanças no mercado da corretagem de seguros

O profissional da corretagem de seguros precisa estar atento aos movimentos do setor como um todo. O profissional que não atualizar-se certamente enfrentará grandes obstáculos diante do novo cenário econômico do Brasil e com o aumento na disputa entre os diversos players existentes no segmento. Pensando nisso, a Kuantta Consultoria promove nesta terça-feira (12), o 3º Workshop Corretor do Futuro. Com o tema “A Fórmula do Sucesso”, o encontro acontece no Clube de Engenharia, na capital do Rio de Janeiro.

O evento conta com apoio de diversas companhias, como as patrocinadoras ouro: Allianz, Porto Seguro, Liberty Seguros, Bradesco Seguros, HDI, MAPFRE, Tokio Marine e AXA. O patrocínio prata conta com a Megaluzz, Dino Marketing Digital e Resolve Sinistros. O bronze tem o Portal Panorama Seguro, a Rede Parcerias e a Peq Contábil. O encontro também conta com apoio do Sindicato dos Corretores do Rio de Janeiro (Sincor-RJ), Cliente Agente, Segurolink, Setup Solutions, Affinity Seguro Viagens e da VitalCard Assistência em Viagens.

Você acredita que está pronto para 2020? Está atento às tendências do setor? Qual será o impacto da transformação digital? Essas e outras perguntas serão o norte dos debates que permeiam um dia inteiro de programação de altíssimo nível. A expectativa, segundo o idealizador da Kuantta Consultoria e também Diretor de Ensino Técnico do Rio de Janeiro, Arley Boullousa, é de que mais de 400 corretores de seguros participem da congregação. Boullosa acredita que, sem investimento em qualificação, o corretor de seguros não vai conseguir acompanhar as estratégias que serão implantadas no futuro.

Arley Boullosa é Diretor da Kuantta Consultoria e de Ensino Técnico do Sincor-RJ
Arley Boullosa é Diretor da Kuantta Consultoria e de Ensino Técnico do Sincor-RJ

Confira a programação – Evento Corretor do Futuro:

8:30 – Coffee
9h – Abertura – Arley Boullosa – Kuantta
9:10 – Kleber de Paula – Cliente Agente
9:50 – Jesse Teixeira – Globus Corretora
10:30 – Painel 1 – Inovação e Tecnologia: Participantes: André Lewkovicht (Liberty), Karine Brandão (AXA), Flavio Rewa (Allianz)
11:10 – Gustavo Mello – Correcta Corretora
11:50 – Jader Bastos – Projacseg Corretora
12:30h – Painel 2 – Economia e Seguros: Participantes: Pablo Guimarães (Bradesco Seguros), William Anthony (JRS), Thiago Rosina (Icatu)
13:00h – Almoço
14:00h – Retorno
14:10h – Marcio Raggi – Tatu do Seguro Corretora
14:50h – Arley Boullosa – Moby Corretora
15:20 – Painel – Gestão de Pessoas; Participantes: Bruna Garcia (Megaluzz), Marcelo Gonzalez (Porto Seguro), Paulo Ricardo (HDI)
16:00 – Henrique Volpi – Kakau Seguros
16:40 – Painel 4 – A nova SUSEP: Participantes: Randolpho Souza (Monitor Mercantil), Henrique Brandão (Sincor RJ), Fernando Vieira (Vieira Corretora), Gustavo Mello (Correcta Corretora)
17:20 – Marcus Vinícius – CEO Iconeseg

Henrique Brandão, presidente do Sincor-RJ, ressalta a influência da economia brasileira ao analisar a conjuntura do setor de seguros. “Todo empresário, independente de ser de pequeno ou grande porte, precisa ficar atento às mudanças econômicas do país, pois esse acompanhamento é vital na tomada de decisões. Nesse painel, vou atuar como mediador, dando suporte em relação às particularidades do tema abordado, no que diz respeito a como conduzir todo processo administrativo de uma corretora de seguros com as tendências da economia brasileira”, afirma.

Henrique Brandão é presidente do Sincor-RJ / Divulgação
Henrique Brandão é presidente do Sincor-RJ / Divulgação
Bruna Garcia é fundadora da Megaluzz / Divulgação
Bruna Garcia é fundadora da Megaluzz / Divulgação

Mediadora de um dos painéis, a fundadora da Megaluzz, Bruna Garcia, deve compartilhar experiências em inteligência comportamental. “Participei do evento Corretor do Futuro no mês de maio e percebi o quanto o corretor de seguros do Rio de Janeiro deseja se atualizar e desenvolver. O mercado está em transformação digital e muitos querem mudar, mas poucos sabem por onde começar. Esse tipo de ação é importante para que o profissional fique por dentro e tenha acesso a informações e ferramentas que apoiem o alcance dos seus objetivos. E quando falamos de alcance de objetivos e desenvolvimento do Corretor de Seguros a Megaluzz está por perto, esse é o meu assunto preferido e a razão da existência da empresa. Não é à toa que temos participado dos principais eventos do mercado aqui em São Paulo e estaremos pela 2° vez no Corretor do Futuro. Os temas abordam necessidades reais, além de unir pessoas diferentes com o mesmo propósito e que falam a mesma língua do corretor”, explicou.

Já Kleber de Paula, fundador da startup Cliente Agente, vai detalhar toda operação e particularidades de uma ferramenta que promete engajar a carteira de clientes e ampliar a divulgação no pós-venda. “O momento é propicio para debates como este proposto pela Kuantta no evento Corretor do Futuro. Como corretor, pretendo levar aos colegas a minha visão de construção de comunidades em favor da nossa profissão, através do engajamento dos clientes satisfeitos e portanto, promotores. Nosso grande desafio é estabelecer conexão”, completou.

Os detalhes completos da terceira edição do Corretor do Futuro estarão em cobertura especial realizada pelo JRS.

Susep desregulamenta corretores de seguros 11327

Solange Vieira é superintendente da Superintendência de Seguros Privados (Susep)

Decisão foi publicada nesta segunda-feira (11)

Após expedição de uma Medida Provisória pela Presidência da República, a Superintendência de Seguros Privados (Susep) deixa de regular os profissionais da corretagem de seguros. Durante o 21º Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros, a superintendente Solange Vieira havia comunicado que a categoria “está madura o suficiente para atuar em um ambiente mais flexível, sem a presença do regulador”.

Agora, os corretores não estão mais sujeitos à habilitação e ao recadastramento, antes feitos pela autarquia. O Brasil conta com quase 100 mil profissionais que atuam na corretagem de seguros. A partir de agora, o nicho parte para a autorregulação.

Confira nota emitida pela Susep, na íntegra:

Com o objetivo de gerar mais eficiência à gestão pública e concentrar esforços em atividades que demandem regulação específica, a Superintendência de Seguros Privados (Susep), por meio de Medida Provisória expedida pela Presidência da República, deixa de regular a categoria de corretores de seguros.

A iniciativa vem com o entendimento que a categoria está madura para atuar em um ambiente mais flexível, sem a presença do regulador, assim como acontece em diversos outros setores da economia. A autorregulação trará mais eficiência e mais liberdade ao setor de seguros.

Os corretores de seguros não estão mais sujeitos à habilitação e ao recadastramento, antes realizados pela Susep, o que representa menos custos para as duas partes.

Nos últimos anos, com a limitação nos gastos públicos e cortes orçamentários frequentes, a Susep tem buscado aumentar a sua eficiência regulatória. A autorregulação dos corretores aparece como uma opção viável dentro deste processo.

Hoje, os corretores representam cerca de cem mil registros, entre pessoas físicas e jurídicas. Entende-se que o desenvolvimento do setor será mais promissor se for permitido que a própria categoria se organize em torno da atividade de autorregulação, estabelecendo procedimentos próprios.

A autorregulação é um pleito antigo da categoria de corretores e a medida trará benefícios aos próprios profissionais e ao mercado de forma geral, beneficiando, em última instância, os consumidores de seguros.

Evo Morales renuncia à presidência da Bolívia 5196

Reprodução

Pressionado pela oposição e pelas forças armadas, o agora ex-presidente não resistiu

Após a Organização dos Estados Americanos ter apontado que houve fraude no processo eleitoral da Bolívia, o agora ex-presidente Evo Morales anunciou sua renúncia neste domingo (10). Morales, mais cedo, havia anunciado um novo pleito, mas, pressionado pela oposição e forças armadas, não resistiu.

O anúncio foi realizado em cadeia nacional de rádio e televisão. Três ministros também já entregaram seus cargos. As forças armadas solicitaram a iniciativa por parte de Evo Morales para que fosse iniciado um processo de pacificação do país.

O governo brasileiro apura as informações de que também teriam renunciado o vice-presidente, Alvaro García Linera, o presidente da Câmara, Victor Borda, e a presidente do Senado boliviano, Adriana Salvatierra.

Quem assumiria o cargo para convocar novas eleições, de acordo com a linha de sucessão, seria Petronio Flores, presidente do Tribunal Constitucional – que funciona como o Supremo Tribunal Federal do país.

*Atualizado ás 18h44min com informações do jornal Folha de São Paulo.