Previdência: alívio das contas públicas e a garantia de um futuro tranquilo 856

Confira a edição 222 da Revista JRS

Considerada como a “prova de fogo” para o governo do presidente Jair Bolsonaro, a Reforma da Previdência finalmente foi apresentada e será apreciada de acordo com o processo regimental do Congresso Nacional. A proposta tem o objetivo de reequilibrar as contas públicas, manter a saúde do regime previdenciário e diminuir as distorções existentes na aposentadoria de distintas categorias. Especialistas afirmam que a série de medidas pode promover impactos em todo o ciclo econômico e finalmente acelerar a retomada da economia brasileira, que enfrentou uma dura recessão nos últimos anos.

Veja também: Os principais pontos da Previdência de Bolsonaro.

A edição 222 da Revista JRS ainda traz os principais destaques do noticiário econômico e securitário em nível regional e nacional.

Tenha uma excelente leitura!

Corretores do Vale do Sinos recebem Superintendente da Regional Sul da Bradesco Seguros 1015

Corretores do Vale do Sinos recebem Superintendente da Regional Sul da Bradesco Seguros

Sucursal NH cresce 158% em saúde e odontológico

O superintendente executivo da Bradesco Seguros na Região Sul, Altevir Prado, recebeu os corretores do Vale do Sinos nesta quinta-feira (18) durante almoço na cidade de Novo Hamburgo/RS. O momento foi importante para aproximar e estreitar negócios com os parceiros da seguradora na localidade.

Para o executivo, essa premissa de fortalecer os laços existentes e reatar com os que por ventura não estejam tão próximos é fundamental na sua gestão. “A companhia tem um papel no mercado de fazer o convite aos corretores a pensarem numa visão única e diferenciada de oferecer multiprodutos seus clientes segurados”, destacou. Ainda de acordo com ele, é preciso que a empresa e seus parceiros estejam atentos às revoluções tecnológica e de costumes de consumo. “Não estamos com o passaporte carimbado para o futuro e isso é uma preocupação que todos nós precisamos precisamos prestar atenção, focando no segurado e não no produto, para, assim, entendermos que um ser humano tem amplas necessidades de proteção”, disse.

O superintendente da companhia em Novo Hamburgo, Josemar Ballejo, reforçou a atenção especial que a companhia tem para com os corretores de seguros. Desde que assumiu a sucursal NH, através da implantação de algumas ações na área de benefícios, a equipe apresentou crescimento de 158% nos produtos de saúde e odontológico. “Estamos trabalhando forte com os corretores o cross selling de ramos dentro das suas carteiras, e através dos números mostramos o quanto já dobramos a produção na parte de benefícios e sem seguida implantaremos outras novidades na parte de automóvel e ramos elementares”, afirmou.

O encontro também contou com a presença do vice-presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros do Rio Grande do Sul (Sincor-RS) Andre Thozeski, do delegado da Região do Vale do Sinos do Sincor-RS César Luis Blauth e da delegada da Região Metropolitana Cleonice Pereira. “A Bradesco é uma das seguradoras que mais prestigiam os corretores de seguros e com este evento em que recebe mais de 80 profissionais está agregando mais valor ainda a essa parceria”, comentou.

Corretores do Vale do Sinos recebem Superintendente da Regional Sul da Bradesco Seguros – Imagens

Turnê dos Rolling Stones é patrocinada por plano de aposentadoria 844

Turnê dos Rolling Stones é patrocinada por plano de aposentadoria

Expectativa é que 1,5 milhão de pessoas acompanhe as apresentações

A Revista Veja destacou na última semana o patrocínio que a The Alliance for Lifetime Income (Aliança para Renda Vitalícia, na tradução literal) anunciou a nova turnê dos Rolling Stones. A parte americana da No Filter Tour começou em Chicago, no dia 21 de junho. A expectativa é que mais de 1,5 milhão de pessoas acompanhe as apresentações.

“Hoje as pessoas envelhecem e continuam a viver intensamente, mas não pensam nesse tipo de benefício”, disse Jean Statler, diretor da empresa. O executivo ainda confessou que os Rolling Stones eram um sonho antigo. “Estamos conversando desde 2018. É um sonho que se tornou realidade”, completou.

A turnê, que começou em setembro de 2017, na Alemanha, já contou ao todo com 28 shows. O faturamento dos espetáculos lotados é de US$ 238 milhões.

Mercado impulsiona expectativas com a retomada econômica 4036

Mercado impulsiona expectativas com a retomada econômica

Concorrência e mudança nas preferências do consumidor evidenciam importância da diferenciação

As vendas no varejo cresceram pela primeira vez em 2018 após quatro anos de decréscimo, segundo a empresa de pagamentos Cielo. A expectativa com a mudança na condução econômica do Brasil e a aplicação de importantes reformas estruturantes impulsionam a confiança na retomada do crescimento. Quando o assunto é o e-commerce o entusiasmo é ainda maior. No ano passado o segmento cresceu 12% e registrou um faturamento de R$ 53,2 bilhões, de acordo com a Ebit/Nielsen.

Entretanto apenas boas expectativas não trazem destaque aos negócios. Em um cenário de concorrência acirrada e de mudanças nas preferências do consumidor é preciso diferenciar-se. Pensando nisso, o maior evento de vendas, negociação e persuasão do Brasil conta com mais de 24h de conteúdo em um evento que reúne 26 palestrantes bem sucedidos. De acordo com os organizadores do encontro, o time de painelistas concentra mais de 9 milhões de seguidores nas redes sociais.

O GOOOUP Experience 2019 acontece nos dias 27 e 28 de julho, no Centro de Eventos do Barra Shopping Sul, em Porto Alegre (RS). Além de conteúdos profundos, o encontro propicia uma oportunidade ímpar para startups, que poderão participar de um pich com o líder da equipe de analistas do Shark Tank Brasil, do Canal Sony.

Leitores do JRS tem um desconto especial com o código GOOOUP. A programação completa e os ingressos estão disponíveis neste site. Além disso, estamos sorteando dois ingressos para este verdadeiro marco do empreendedorismo brasileiro. Preencha o formulário e participe!

Participe e concorra. Resultado dia 23 de julho!
Participe e concorra. Resultado dia 23 de julho!

Reservas dos planos de previdência privada batem a marca de R$ 873,1 bilhões em maio 794

Reservas dos planos de previdência privada batem a marca de R$ 873,1 bilhões em maio

Valor é 11,0% maior que registrado no mesmo período do ano anterior, aponta FenaPrevi

Os planos de previdência privada aberta fecharam o mês de maio com R$ 873,1 bilhões em reservas, volume 11,0% superior registrado no mesmo período do ano anterior, segundo dados da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), entidade que representa 67 seguradoras e entidades abertas de previdência complementar no país.

De janeiro a maio, as contribuições somaram R$ 45,7 bilhões, resultado 3,7% superior aos cinco primeiros meses de 2018, quando totalizaram R$ 44,0 bilhões. A captação líquida seguiu com saldo positivo de R$ 15,5 bilhões.

Na análise por tipo de contratação de planos, a modalidade individual respondeu por R$ 40,1 bilhões das novas contribuições, os planos para menores por R$ 740 milhões, e os planos coletivos registram R$ 4,8 bilhões em novas contribuições. Em relação às famílias de produtos, segundo a FenaPrevi, o VGBL recebeu R$ 41,6 bilhões e o PGBL R$ 3,7 bilhões dos aportes. Já nos planos tradicionais, as contribuições foram de R$ 300 milhões.

Diversificação de portfólio

Segundo a FenaPrevi, os participantes estão se deslocando gradativamente para fundos multimercado em busca de maior rentabilidade. Até maio deste ano, 11,6% dos recursos foram alocados nesta modalidade. O índice era de 10,2% em 2018; 8,1% em 2017; e 5,7% em 2016. “A trajetória de juros baixos tem exercido forte influência na estratégia de alocação das reservas dos planos de previdência privada pelos participantes, que estão buscando fundos de maior risco e rentabilidade”, avalia Jorge Nasser, presidente da FenaPrevi.

Os dados da federação mostram que de janeiro a maio foram contabilizados 13,2 milhões de pessoas com planos de previdência, sendo 10,1 milhões de participantes com planos individuais e 3,1 milhões com planos coletivos (oferecidos em forma de benefícios aos colaboradores, e planos contratados por sindicatos e associações de classes para adesão de seus associados). O total de 13,1 milhões de participantes representa hoje 6,27% da população.

Nova Lei de Licitações aprofunda análise de riscos e deve diversificar seguros de garantia 2681

Rodrigo Chunques é gerente de operações e garantias estruturadas da Aon / Divulgação

Projeto mantém e cria novas modalidades para execução de demandas da administração pública

A nova Lei de Licitações (PL 1292/95) cria novas modalidades para contratação de empresas para execução de demandas da administração pública. A proposta aprovada pelo plenário da Câmara dos Deputados mantém o pregão, concorrência, concurso e os leilões. O texto também cria o diálogo competitivo, que diz respeito a compra de novas tecnologias. Entre as exigências está a contratação de seguro garantia para grandes obras. Outra tipificação do Projeto de Lei diz respeito aos crimes relacionados ao assunto, além de aspectos da proposição para União, estados e municípios.

O projeto ainda deve ser apreciado no Senado até passar pela sanção do presidente Jair Bolsonaro. A lei que ainda vigora sobre o tema permite que o seguro cubra até 5% do valor da obra. Com as mudanças, o limite passa para 30% nos casos de obras de maior valor. 

O gerente de operações e garantias estruturadas da Aon, Rodrigo Chunques, acredita que com as mudanças as seguradoras podem ser obrigadas a executar e concluir o objeto contratual em caso de inadimplência do tomador (quem contratou o seguro). “Caso as seguradoras não executem ou concluam o objeto contratual podem ser aplicadas multas que podem chegar ao valor total da garantia”, alerta. Considerando isso, o especialista acredita que pode haver uma seleção mais criteriosa de riscos. “Isso pode acontecer até que haja melhor entendimento de como todos os envolvidos irão se comportar neste novo ambiente”, completa.

Com a lei em vigor o mercado deve mudar completamente no ramo de seguros – desde resseguradoras até os segurados. “Não temos dúvida que será necessário um tempo para adaptação. Seguradoras precisarão incrementar a estrutura, reforçando análise de crédito, underwriting e a criação de uma área específica para o acompanhamento de obras”, acrescenta Chunques. O executivo acompanha as novas medidas com bons olhos. “Trará mais segurança ao processo licitatório, bem como um maior conforto ao poder público de que as obras contratadas serão finalizadas. Como consequência a eficácia do desenvolvimento do Brasil será notavelmente maior, mesmo acreditando que ainda acontecerão alguns ajustes para trazer um cenário mais equilibrado e aceitável para todos os envolvidos”, justifica.

O mercado de seguro para garantias judiciais atingiu a marca histórica de R$ 2,5 bilhões em prêmios emitidos em 2018. “Podemos destacar que foi este o segmento que fez o seguro garantia sobreviver à crise geral que assolou o País nos últimos 5 anos. Acreditamos que a partir das reformas, incentivos para liberação de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e com as privatizações, o cenário será mais otimista para o reaquecimento da economia”, comenta Rodrigo Chunques ao lembrar que existe uma grande quantidade de obras represadas nos mais diversos segmentos, como infraestrutura, saneamento, rodovias, portos e outros grandes projetos. “Com isso é natural que a demanda por garantias de performance aumente, de forma que as seguradoras consigam balancear suas carteiras hoje predominadas pelas garantias judiciais e o consequente crescimento sustentável deste mercado”, analisa. “Este tipo de apólice visa trazer conforto ao contratante. Se por algum motivo o contratado não executar o objeto contratual haverá um terceiro, neste caso a seguradora, que executará ou pagará o limite máximo indenizável pela apólice”, acrescenta.

Como maior corretora de seguros do mundo a Aon acredita que, quanto maior o dinamismo entre a administração pública e o mercado securitário, melhor. “Temos convicção que as soluções inovadoras apresentadas pelo mercado são grandes aliadas para mitigação e transferência de riscos, o que traz maior segurança administrativa aos processos”, segue o também pós-graduado em Gestão Financeira.

Outro destaque de Rodrigo Chunques é a mudança no perfil dos investidores. “Em um passado não muito distante os grandes investidores eram os poderosos conglomerados brasileiros, envolvidos na Operação Lava Jato, que sofreram degradação financeira e restrição de crédito junto aos bancos públicos e privados. Os novos investidores serão, na sua grande maioria, oriundos de fundos internacionais, que tendem a ter a estrutura de contragarantias diferenciadas do modelo tradicional. Isso deve forçar as mudanças metodológicas para análise do risco”, explica. Na visão do expert, as seguradoras deverão encontrar equilíbrio para analisar a capacidade financeira destes investidores. “É preciso verificar a performance das EPCs e, principalmente, em o projeto gerar as riquezas previstas. Isso levará conforto aos underwriters (intermediários financeiros) das seguradoras, aumentando a probabilidade de suporte a novos projetos pelo mercado segurador”, finaliza.