O compliance como aliado da mulher na atuação profissional 405

O compliance como aliado da mulher na atuação profissional

Confira no artigo de Késsya Curvo, gerente do departamento na Sonda

Késsya Curvo é gerente de Compliance da Sonda, maior companhia latino-americana de soluções e serviços de tecnologia
Késsya Curvo é gerente de Compliance da Sonda, maior companhia latino-americana de soluções e serviços de tecnologia

Ainda que o Dia Internacional da Mulher seja uma data de celebração, uma vez que a cada dia as mulheres conquistam mais espaços e ganham mais voz em ambientes corporativos, políticos, econômicos, esportivos, familiares e educacionais, essa também é uma data de reflexão, planejamento e engajamento de toda a sociedade.

Não se trata da busca pelo trabalho fácil ou por um ambiente que não tenha cobranças ou pressões, mas sim a busca da mulher por um ambiente de trabalho igualitário e com as mesmas oportunidades para homens e mulheres, sem discriminação pelo simples fato da mulher ser mulher ou em razão de dogmas, paradigmas diferentes ou até mesmo por sua aparência ou personalidade. O que a mulher busca é reconhecimento pela sua competência e capacidade, sem qualquer rótulo, mas com o respeito que deve prevalecer em qualquer ambiente.

Neste cenário, a estrutura e um programa de compliance são determinantes para garantir um ambiente propício e efetivo nas conquistas das mulheres dentro do ambiente corporativo. A área tem a missão de adequar as políticas da companhia aos seus princípios e valores, visando sempre combater a discriminação, os abusos e a violência, estimulando, sobretudo, a igualdade de gênero.

A realidade do compliance nas empresas e no cotidiano das mulheres traz reflexos sólidos e eficazes no exercício das atividades profissionais, principalmente por permitir e garantir que elas possam atuar com mais segurança, confiança e igualdade de oportunidades, sem que tenham que renunciar às suas carreiras em virtude das dificuldades e barreiras encontradas em ambientes nocivos e não aderentes à nova realidade e às normas de trato social.

Não à toa, programas efetivos nas companhias mundo à fora tem protegido e estimulado cada vez mais a participação feminina em posições e carreiras que, até então, eram exercidas quase que integralmente por homens. E tudo isso feito com integridade e ações sérias voltadas primordialmente para a disseminação da informação e mecanismos de transparência na apuração de desvios.

A área de compliance dá o suporte à organização com treinamentos que reforçam os conceitos de igualdade e melhores práticas de mercado, fortalecendo, assim, a companhia com a adoção de medidas igualitárias, que ampliam o rol de ações cotidianas de combate às distorções de conduta e ao assédio, de forma a tornar o ambiente mais competitivo e equiparado. A mudança de cultura é a chave necessária para a transformação e a forma mais adequada para alcança-la é com informações claras sobre os objetivos, valores e visões da companhia.

O que antes se conversava de forma restritiva, hoje passa a ser discutido abertamente em busca de soluções e alternativas para garantir a igualdade no ambiente de trabalho. Grande parte dessa conquista se deve ao fato de a mulher ter encontrado sua voz e o apoio necessário dentro dos muros e estrutura das empresas.

Além de ajudar a esclarecer dúvidas sobre condutas a serem adotadas, o compliance garante o anonimato e a segurança jurídica necessária para apurações de eventuais desvios de conduta e que vão contra os princípios da empresa. Contudo, é importante reforçar que essa prática não tem o objetivo de restringir a atuação dos profissionais. Ao contrário, tem a missão de prover informações e instruções, além de buscar a correção de comportamentos inadequados que, por vezes, é confundida com limitação de liberdades. A bem da verdade, a missão da estrutura de compliance é proteger as liberdades, provendo informações e treinamentos que visam coibir condutas discriminatórias, assediadoras e que vão de encontro com a ética da companhia.

Além dos treinamentos executados pelas companhias, há o Canal de Denúncia, que se traduz em uma ferramenta de grande valia para as mulheres, já que garante a confidencialidade e retira a sensação de que a parte mais fraca será prejudicada, pois resguarda a identidade do denunciante e garante a devida apuração das denúncias sobre comportamentos que estejam em desconformidade com o Código de Conduta e Ética, bem como de práticas socialmente toleráveis, como elogios e brincadeiras, que acabam denegrindo, diminuindo ou constrangendo a mulher em seu ambiente de trabalho.

As denúncias apuradas devem ser analisadas por um Comitê de Integridade multidisciplinar no qual a participação de conselheiras em sua composição traz um olhar diferenciado e enriquecedor, contribuindo para as discussões dos temas com paradigmas complementares às análises das denúncias e às melhorias ao seu programa de compliance.

Importante reforçar que a influência do programa de compliance, nas atividades desempenhadas pela mulher dentro do ambiente corporativo, traz resultados não só para a companhia, que terá um ambiente mais integrado, respeitoso, produtivo, com mais resultados, com colaboradores mais felizes e satisfeitos, reduzindo assim a rotatividade de pessoas e a perda de informações, mas também traz impactos no ambiente familiar e econômico, já que as companhias terão mais mulheres contribuindo para a renda familiar e consequentemente, para a economia do país, gerando assim mais demanda em produtos e serviços.

Convidamos a todos a refletir em como podemos melhorar o nosso ambiente de trabalho sem privar a atuação na relação cotidiana, buscando ainda um ambiente transformador com mais igualdade de oportunidades, respeito nas relações e atenção ao valor feminino nas corporações, já que a cada dia as mulheres vêm ocupando o seu espaço e evidenciando as suas qualidades e competências.

Indicadores econômicos não estão favoráveis e travam os investimentos 924

Indicadores econômicos não estão favoráveis e travam os investimentos

Diagnóstico é de Patricia Krause, economista da Coface na América Latina

A capital paulista foi palco do evento Country Risk Conference, onde a Coface, empresa líder em seguros de crédito, gestão de risco e economia global, apresentou as perspectivas econômicas em nível mundial e na América Latina. A CEO da companhia, Marcele Lemos, participou do momento, que contou com apresentação do economista Ricardo Amorim. Amorim abordou as oportunidades que podem ser aproveitadas com um maior crescimento da economia. A programação ainda contou com as perspectivas econômicas mundiais, na visão de Julien Marcilly, economista-chefe da Coface. Já o economista e doutor em ciência política, diretor da consultoria Prospectiva e fellow do Atlantic Council em Washington, Ricardo Sennes, comentou sobre as tendências sócio-políticas e previsões para o biênio 2019/2020. Os trabalhos foram complementados por uma mesa redonda, mediada pelo jornalista Márcio Kroehn.

A economista da Coface, Patricia Krause, também apresentou suas projeções para a América Latina. Em entrevista ao JRS, a especialista demonstrou preocupação com as expectativas de crescimento dos países da região, sobretudo México e Brasil, que enfrentam mudanças políticas e profundas reformas, respectivamente. “O crescimento desses países é muito baixo e deve ser revisado para baixo. É possível, até mesmo, que o Brasil cresça abaixo de 1%, dada a atividade econômica muito fraca do primeiro trimestre. O segundo semestre tende a ser um pouco melhor, os investimentos estão paralisados e impactam nos indicadores de confiança na economia, que ainda não são otimistas, apesar de melhores do que no auge da crise, entre 2015 e 2016”, revela. “No caso do México a produção está em queda e os riscos aumentam a cada dia, com as agências de risco rebaixando diversas empresas daquele país. A nota soberana do México está em perspectiva negativa e ainda precisamos ver o que acontecerá com o novo acordo do NAFTA, agora denominado USMCA”, considera.

As perspectivas de uma aprovação rápida da reforma da previdência não se concretizaram e afetam os índicas de confiança, o que, segundo Patrícia, “ocasiona em um tempo um pouco maior para recuperação da economia. Vários setores estão com desempenho fraco”. “Como seguradora de crédito vemos que a questão da inadimplência já melhorou muito, em relação a 2016, o que possibilita uma Selic estável a 6,5%. Isso ajuda muito na recuperação do crédito”, reitera ao dizer que “tudo passa pela reforma da previdência, mas ela não é o único fator importante. Ela ajudará na confiança e isso vai impactar no aumento da produção. O retorno de investimentos mais fortes no País passa muito pela questão tributária e regras mais claras nas regulações. É importante reforçar a segurança para atração de novas aplicações financeiras”.

Patricia Krause demonstra preocupação principalmente em relação ao que pode acontecer na Argentina e aos conflitos que jogaram a Venezuela na atual situação de colapso financeiro. “Pensou-se que o regime de Maduro poderia chegar ao fim, mas ele é bem mais forte do que se pensava. Ainda não está claro o que vai acontecer, mas os EUA continuam avançando em sanções. Companhias aéreas foram proibidas de voar para lá e essas restrições afetam outros países, como Cuba, que está na mesma linha. A ação militar não é a melhor solução, mas é uma das possibilidades”, justifica. “No caso da Argentina trata-se do terceiro maior parceiro comercial do Brasil. As eleições podem colocar o País em um cenário de risco, até mesmo em função do acordo com o FMI, que poderia ficar mais complicado”, completa.

Já a guerra comercial entre China e Estados Unidos pode resultar em algo positivo para o Brasil e até resultar em um vencedor a curto prazo. “No geral esse movimento não é nada positivo, pois impacta em todas as indústrias na cadeia de produção, demanda e até mesmo a balança comercial. Não é uma grande possibilidade, mas este movimento pode até mesmo impactar na inflação brasileira”, traça.

Na Europa as atenções são voltadas ao acordo do Brexit, que será apreciado pelo parlamento. “Na Inglaterra os principais setores impactados foram o de construção e o de alimentos. É um momento de incertezas e retração de investimentos também por lá”, finaliza.

Seguradores comentam a participação no 11º Encontro Regional Feminino de Corretoras de Seguros 83

Evento acontecerá no dia 31 de maio

O maior evento da Região Sul do Brasil dedicado única e exclusivamente às mulheres, que acontecerá no próximo dia 31 em Porto Alegre, ganhou o apoio das mais importantes seguradoras do país. Os executivos compreendem a importância de um Encontro Feminino de Corretoras de Seguros e incentivam a promoção com seus importantes patrocínios. “A realização de encontros dessa grandeza, fortalecem e valorizam a participação feminina no mercado de seguros. Os temas abordados durante o evento proporcionam aprendizagens e reflexões importantes para o dia a dia da mulher, seja na vida pessoal quanto no trabalho”, destaca Ana Maria Pinto, Assessoria de Marketing e comunicação do GBOEX.

“Ninguém tem mais competência para proteger o patrimônio, a vida e a saúde dos clientes do que o Corretor de Seguros. E entre esses profissionais, nenhum outro tem a sensibilidade e o senso natural de proteção do que a mulher. Não por outra razão as mulheres, corretoras de seguros, têm tanto sucesso e têm cada vez mais ocupado esse mercado. A HDI está sempre ao lado dos Corretores de Seguros e faz absoluta questão de apoiar e participar do 11º Encontro Estadual Feminino de Corretoras. Agradecemos a todas as mulheres que fazem do nosso mercado um lugar melhor para praticarmos a arte de servir e proteger”, destaca Rubens Oliboni, Diretor Regional RS da HDI Seguros. “Participar do Encontro Estadual Feminino de Corretoras de Seguros alia duas premissas da Sompo. A primeira é atuar sempre próximo das empresas e profissionais da área de corretagem de seguros, que é uma das características mais marcantes pela qual a companhia é reconhecida no mercado hoje. A segunda é a de incentivar e promover a diversidade. Na Sompo, as mulheres já representam a maior parte de nosso quadro de colaboradores e, no Rio Grande do Sul, contamos com mulheres que empregam alto gabarito profissional em negociações complexas e no suporte a corretoras e segurados no dia a dia. Com isso, contribuem com desenvolvimento do mercado de seguros no nosso Estado”, corrobora Alberto Mullher, Diretor Comercial da Sompo Seguros para a Região Sul.

“É uma honra para a SulAmérica contribuir em diálogos tão importantes como os que teremos no encontro. Vivemos em um contexto social de mulheres cada vez mais empoderadas e com presença forte em diferentes segmentos, sendo um cenário que tende a avançar em escala mundial, mas que ainda necessita de debate e construção de pensamento. Na SulAmérica temos hoje um quadro importante de corretoras parceiras que, por meio de um relacionamento sólido com os clientes, contribuem para a segurança e a tranquilidade da população e para o desenvolvimento do mercado segurador”, finaliza Gilson Bochernitsan, Diretor Comercial da SulAmérica para a Região Sul.

Graduação Tecnológica oferece quatro formas de ingresso 77

Em apenas dois anos, aprovados garantem diploma de nível superior e certificações profissionais

No dia 25 de maio (sábado), será realizado mais um processo seletivo para formação das turmas do segundo semestre da Graduação Tecnológica em Gestão de Seguros, ministrada pela Escola Nacional de Seguros (ENS). As aulas terão início no dia 5 de agosto, no Rio de Janeiro (RJ) e em São Paulo (SP).

Além do vestibular, a ENS oferece outras três formas de ingresso: aproveitamento da nota do ENEM, transferência externa e apresentação de diploma de nível superior. Alunos oriundos das duas últimas condições têm direito a bolsa de estudos de 30% e aqueles que utilizarem a nota do ENEM poderão receber bolsa de até 40%, desde que comprovem desempenho mínimo de 700 pontos.

A graduação garante aos aprovados diploma de nível superior em apenas dois anos, além de certificações profissionais ao final de cada semestre. Os egressos que desejarem dar prosseguimento aos estudos na ENS poderão fazer o Bacharelado em Administração com Linha de Formação em Seguros e Previdência ou cursos de pós-graduação e MBA.

Outro benefício reservado a quem concluir o curso é a gratuidade para prestar o Exame para Habilitação de Corretores de Seguros, aplicado pela ENS. Assim, fica facilitado o acesso a mais uma formação profissional.

Nas duas cidades, as aulas acontecerão à noite, sendo que, em São Paulo, também há oferta de turma matinal. Investimento, edital, disciplinas, corpo docente e demais detalhes da graduação estão disponíveis no endereço profissaosegura.com.br, onde também é possível efetuar inscrição.

Último dia para participar de curso sobre Inovação, em Portugal 77

Participantes terão a oportunidade de aprender sobre Inovação no país considerado berço das start-ups

Termina hoje (20) o prazo para inscrições no Programa de Treinamento no Exterior que será realizado em Lisboa, em Portugal, entre 24 e 28 de junho. Lançado neste ano, o curso inédito irá abordar o tema “Inovação em Seguros – A Indústria em Transição”.

Resultado de parceria entre a Escola Nacional de Seguros (ENS) e a Universidade NOVA de Lisboa (Jurisnova), o programa irá proporcionar aos participantes uma formação de extensão e atualização acadêmica em um tema que domina as atenções no mundo corporativo.

Não por acaso, Portugal foi o país escolhido para sediar o treinamento, já que é considerado o berço das start-ups e desfruta de grande prestígio e credibilidade quando os assuntos são modernidade e inovação. O investimento é de seis parcelas de U$ 325,00, pagas no cartão de crédito. Alunos e ex-alunos dos MBAs da ENS têm valor diferenciado, de seis parcelas de U$ 260,00.

Interessados em concorrer às vagas remanescentes devem enviar currículo para análise, para o e-mail parcerias@ens.edu.br. Curso superior completo e experiência de dois anos no mercado de seguros são pré-requisitos. Todos os detalhes do curso estão disponíveis no site ens.edu.br.

Velox Contact Center participa do maior evento internacional de segurança 116

Em São Paulo, empresa também promoverá workshop sobre inovação e tecnologia em rastreamento

A próxima semana promete muito network para a Velox Contact Center, que participará de grandes eventos. Nos dias 21 a 23, a empresa estará presente no maior evento internacional de segurança, o EXPOSEC, que acontecerá no São Paulo Expo, com o seu Stand localizado a rua 400, nº: 429/431.

“[Os executivos] pretendem surpreender os visitantes da feira de negócios com algumas novidades, como pré-lançamentos
de serviços que em breve estarão disponíveis para comercialização e melhoria nos processos de seus clientes e Prospets”, lembra a empresa. O gerente comercial Gilson Silva também fará uma palestra no dia 22 às 14h, com a temática “A importância de um atendimento de qualidade”.

Além disso, a Velox também realizará um workshop sobre inovação e tecnologia em rastreamento em São Paulo. O Hotel Mercure (Rua São Carlos de Pinhal, 87) receberá a ação que acontecerá às 8h, com palestra da consultora comercial Gabriela Ferreira, que falará sobre como estabelecer alvos no meio corporativo para se obter sucesso no mercado.