Diferenças entre Proteção Veicular e Seguro de Automóvel 316

Diferenças entre Proteção Veicular e Seguro de Automóvel

Confira artigo de Bernard Biolchini, CEO do Grupo Pentagonal

Primeiro ponto a deixar claro que não sou especialista em Direito e não irei entrar nos méritos legais da questão, me atento somente a questões práticas e em alguns aspectos emitindo a minha opinião. Talvez nem a Própria Susep tenha tentado entrar neste mérito tendo em vista a sua, se não inércia quanto ao assunto, sua ineficiência em reprimir essa prática.

Para iniciar – Como surgiram as Cooperativas de Proteção Veicular? O mercado se adapta, de acordo com as necessidades do cliente. E quando há demanda, atender é fundamental. Seguindo esta linha de raciocínio, podemos dizer que existe uma fatia enorme de consumidores que não eram vistos pelas seguradoras como interessantes. As companhias de seguros com seus gênios atuariais, ao longo dos anos, alegam o seguinte motivo para recusar a apólice para a classe média baixa: “não tenho interesse em te ter como segurado, por morar em locais com alto índice de criminalidade, por possuírem veículos mais antigos, o que me dificulta a achar peças de reposição, além de terem o crédito negativado, o que significa que eu já entendo que vocês possam fraudar um sinistro para conseguirem pagar as suas dívidas e “limparem” os seus nomes na Praça. E o consumidor com esse perfil, questiona: então eu não posso proteger o meu patrimônio que demorei tanto para conseguir auferir? Para as seguradoras até podem segurar o bem, desde que paguem entre 30% a 50% do valor do veículo a ser segurado. E mesmo assim, pode ser que a resposta ainda seja não!

O Mercado se adaptou e  o público que a seguradora ignora, resolveu se unir em torno de um CNPJ de cooperativa, para que todos paguem mensalmente um valor que possa Proteger o seu patrimônio. As cooperativas de Proteção Veicular foram simplesmente uma adaptação de mercado como muitas que vemos hoje em dia.

Quais são as diferenças entre cooperativas de Proteção Veicular e Seguradoras? As Cooperativas não têm um órgão regulador que fiscalize seu caixa ou balanços, para saber se possuem reserva técnica que garanta uma Indenização. Há também o risco de que uma cooperativa vá à falência, tenha desvios internos e que o seu cooperado em caso de necessidade fique a ver navios. Em Seguradoras não há o Risco de que isto aconteça, ou os riscos são mínimos. O cooperado obviamente pode pleitear seus direitos na Justiça, mas como cooperado, ele também não deixa de ser um cotista. È importante lembrar que a relação de consumidor já fica abalada em caso de processo. Obviamente, muitas coisas poderão ser alegadas pelos advogados e operadores do direito, mas os riscos são muito mais altos. Fazer uma Proteção Veicular é algo que vai muito mais da confiança que a Cooperativa passa do que qualquer outro aspecto. O Famoso jargão: “é o que temos para Hoje. Se não quiser, fique sem nada!”

Proteção Veicular pode ser vendida por qualquer vendedor.  Não há a necessidade legal de especialização para ser comercializada. Eu vejo hoje corretores espumando pela boca quando se fala na tal Proteção Veicular, mas não vejo Seguradoras preocupadas, ou se estão, não deveriam estar, pois as proteções foram uma resposta do mercado dada através dos clientes que ela mesma não aceita. Não acredito realmente que os clientes que possam ter seguros em Seguradoras a preços que caibam nos seus orçamentos fariam Proteção Veicular ao invés do Seguro Tradicional.

Finalizo então para não me alongar mais, a Proteção Veicular se agigantou juntamente com a crise. De acordo com a minha opinião, não há nada que se possa fazer para mudar esse quadro. Essa modalidade de proteção nós sabemos que não é seguro e a sua regulamentação já foi aprovada em primeira votação no Congresso. Corretores, a realidade é única: não adianta reclamar dos peixinhos, se os tubarões estão satisfeitos com as suas refeições. Tenham sempre em mente que é preciso não só fazer o planejamento estratégico financeiro e de vendas, mas atuar num cenário onde não existem mocinhos e bandidos, mas sim, profissionais que sabem o que, quando e onde atuar para oferecer o melhor para seus segurados.

Marcio Coriolano, presidente da CNseg, é destaque em matéria do anuário “Valor 1000” 402

Coriolano é o convidado do próximo Almoço do Mercado Segurador Gaúcho

“Revolução silenciosa vem mudando o setor”, afirmou o líder da Confederação

Marcio Coriolano, presidente da CNseg, é um dos entrevistados da matéria “O pior da crise já passou – Avanço tecnológico produz mudanças no setor e garante evolução mesmo na crise”, do anuário Valor 1000. Essa edição destaca as 25 empresas campeãs em maior crescimento da receita líquida em seus setores em cinco regiões do Brasil.

O presidente da CNseg comenta que “uma revolução silenciosa vem mudando o setor”, referindo-se a questões como “o avanço tecnológico, que leva as empresas a investir mais em tecnologia para competir dentro de uma nova realidade em que despontam as insurtechs, as novas parcerias, criadas para facilitar e popularizar a distribuição de produtos, e a presença crescente de seguradoras estrangeiras, trazendo inovação ao mercado nacional.”

Marcelo Farinha, presidente da FenaCap, na mesma matéria, comenta que “o novo marco regulatório coíbe distorções e traz mais segurança jurídica para as duas partes.” Além dos presidentes da CNseg e da FenaCap, gestores de seguradoras e do IRB também foram entrevistados.

Saúde suplementar é parte da solução 563

Vera Valente é Diretora-executiva da FenaSaúde (Federação Nacional de Saúde Suplementar) / Divulgação

Oferta segmentada de cobertura ampliará o acesso

O sistema de saúde brasileiro, cuja crise não é nova, sofre ainda mais com a estagnação econômica e o desemprego, que aumentam a demanda sobre o SUS. A saúde suplementar é parte indispensável da solução.

Até 1998, a saúde suplementar não era regulada no Brasil. A lei 9.656/1998 resultou em maior segurança jurídica e definição mais clara de direitos e deveres. No entanto, após duas décadas, como é natural em qualquer setor regulado, a legislação demanda urgente atualização.

As discussões se desenrolam há anos e envolvem diversos agentes e visões. Elas são debatidas abertamente tanto em fóruns setoriais quanto no Congresso, onde tramitam centenas de projetos que atualizam as regras. Operadoras são parte indissociável da discussão, junto com reguladores, legisladores, prestadores, fornecedores e consumidores. Nosso objetivo é comum: ampliar o acesso à saúde.

Isso não é bom apenas para as empresas, é bom para todos. Vale lembrar que, de acordo com diferentes pesquisas, o acesso a plano de saúde é um dos maiores desejos da população. Nos últimos quatro anos, cerca de 3 milhões de pessoas deixaram de contar com planos privados. Na maioria, passaram a dispor apenas do SUS.

As entidades representativas do setor vêm buscando soluções de forma transparente e legítima. Consideramos que um dos principais objetivos deve ser viabilizar a volta da oferta de planos individuais, que hoje representam fatia pequena do mercado —80% do ingresso é feito por meio de planos coletivos.

A experiência internacional demonstra que um arcabouço legal que permita oferecer um leque maior de opções de cobertura é fundamental para ampliar o acesso, na medida em que possibilita segmentar a oferta e, assim, adequar os preços a perfis específicos de usuários. Hoje, infelizmente, isso não é possível.

Há outras iniciativas importantes. A primeira é diminuir custos, combater fraudes e evitar desperdícios que contribuem para o crescimento das despesas em ritmo bem acima dos índices gerais de inflação.

A segunda é criar incentivos à atenção primária, de forma a investir na prevenção e evitar o agravamento das doenças.

Já a terceira é dispor de um órgão regulador, no caso a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), com independência, autonomia e qualificação técnica, que dê mais estabilidade e segurança jurídica a todos os envolvidos.

A consequência, desejável e possível, será a redução dos preços finais.

A pior forma de tentar resolver um problema é fingir que ele não existe. A aprovação da reforma da Previdência permite que, no passo seguinte, avancemos rapidamente nas discussões em torno da atualização do marco legal da saúde suplementar.

Temos plenas condições de caminhar para um modelo de saúde que propicie aos cidadãos mais qualidade de vida, em que se somem os sistemas público e suplementar. A hora é agora.

*Por: Vera Valente, Diretora-executiva da FenaSaúde (Federação Nacional de Saúde Suplementar) e Reinaldo Scheibe, Presidente da Abramge (Associação Brasileira de Planos de Saúde).

Campanha da Porto Seguro para corretores entra na reta final e apresenta novidade 434

Campanha da Porto Seguro para corretores entra na reta final e apresenta novidade

Através de leilão de menor lance único, profissionais podem faturar prêmios independente da pontuação acumulada

Fernanda Pasquarelli, diretora de Vida, Previdência e Investimentos da Porto Seguro / Divulgação
Fernanda Pasquarelli, diretora de Vida, Previdência e Investimentos da Porto Seguro / Divulgação

A Campanha Conquistadores 2019, do Porto Seguro Vida e Previdência, entra na reta final com uma novidade: durante o segundo semestre, através de um leilão de menor lance único, os Corretores podem faturar prêmios como smartphones, TV’s, tablets e ingressos, independente da pontuação acumulada.

“Com mais essa mudança, buscamos reforçar que todas as conquistas são, de fato, importantes para nós”, destaca Fernanda Pasquarelli, diretora de Vida, Previdência e Investimentos da Porto Seguro.

A Campanha, que segue até dezembro, já concedeu mais de R$ 500 mil em prêmios para Corretores de todo o país apenas nas duas primeiras etapas do ano, realizadas de janeiro a março e abril a junho. Os profissionais podem escolher entre mais de um milhão de opções de prêmios como eletroportáteis, cursos, viagens, carros e motos, além de vouchers de restaurantes, jóias e experiências. Trimestralmente, o participante que somar no mínimo 2 mil CQ’s poderá resgatar seus pontos por prêmios dentro do Portal Interativo da Campanha, independente de sua classificação no ranking. Isso sem precisar competir dentro da sucursal.

Desempenho e pontos extras

No Portal da Campanha, os profissionais cadastrados podem acompanhar seu desempenho de acordo com cada produto, extrair relatórios de produção, participar de treinamentos de capacitação e interagir com outros profissionais participantes e com a sucursal, além de receber informações sobre o mercado segurador e novidades do produto. Este ano, o Portal oferece ainda uma nova vitrine de prêmios.

Os Corretores que acompanham o site da Campanha Conquistadores 2019 também têm mais chances para alavancar sua pontuação através da interação no portal. Curtidas, comentários, participação em quizz e treinamentos gerarão pontos extras. Quanto mais o Corretor interagir, mais chances de aumentar seus pontos.

Como participar

Podem participar da campanha Corretores ativos, cadastrados na Porto Seguro com registro na SUSEP – pessoa física ou jurídica. Contam pontos os novos negócios de Vida e Previdência fechados de 1 de janeiro de 2019 a 31 de dezembro de 2019.

Corretores cadastrados na Campanha Conquistadores 2018 não precisam realizar um novo cadastro, apenas acessar o endereço www.campanhaconquistadores.com.br e dar aceite no regulamento.

Chubb foi a seguradora oficial do Mice² Meeting 478

Chubb foi a seguradora oficial do Mice² Meeting

Reunião aconteceu em 19 de agosto, no WTC Events Centes

A Chubb foi a seguradora oficial do Mice² Meeting, que ofereceu 8 horas de palestras voltadas exclusivamente a profissionais que promovem eventos no Brasil. O encontro teve o objetivo de promover o aprendizado e a reciclagem dos participantes em 5 diferentes áreas de eventos: corporativos, médicos e promocionais; motivadores; técnicos, científicos e educacionais; feiras de negócios; e geração de negócios. A reunião aconteceu no dia 19 de agosto, em São Paulo, no WTC Events Center.

“Os próprios profissionais do setor de eventos se sentiram mais seguros em contar com a Chubb para proteger o encontro do qual participariam”, observa Juliana Santos, responsável pela área de seguros de Entretenimento da Chubb. Na ocasião, as apresentações transcorreram em 5 diferentes arenas de debates, onde diversos especialistas abordaram cases e, em seguida, responderam as questões do público. A conferência também estimulou a interação e a troca de ideias entre os presentes.

A apólice da Chubb garantiu aos promotores do encontro a possibilidade de indenização em caso de danos corporais e morais aos participantes, além de proteção aos profissionais envolvidos diretamente com a organização do evento, da montagem à desmontagem.

Juliana Santos lembra que, no Brasil, a Chubb é pioneira no setor de seguros de Entretenimento, que oferece coberturas para eventos, audiovisuais, proteções fotográficas e outros nichos. No mundo, a seguradora possui mais de 50 anos de experiência no segmento.

Deputado Jerônimo Goergen comenta como MP da Liberdade Econômica pode afetar mercado de seguros 999

Ele também falou sobre a retirada das associações de proteção veicular do texto

A Medida Provisória 881/2019, que dispõe sobre a liberdade econômica, visa garantir livre mercado. O relatório final ficou a cargo do deputado Jerônimo Goergen (PP/RS), que recebeu convidados nesta segunda-feira (19) na sede da Câmara de Indústria e Comércio e Serviços de Canoas (CICS) para abordar o assunto.

Ele falou com exclusividade ao programa Seguro Sem Mistério e Revista JRS como esse texto impacta pequenos e médios negócios e pode afetar o setor de seguros. “A vantagem que o mercado terá é justamente o desaparecimento da burocracia para a abertura de empresa. Claro que cumprindo todas as regras e leis, mas para abrir efetivamente terá toda a flexibilização”, comentou.

Além disso, o relator retirou as associações de proteção veicular do Projeto. “Tivemos uma discussão importante que envolvia a possibilidade de outros segmentos que não tivessem a regulamentação que as segurados tem de comercializar o seguro. Tinham emendas de deputados e senadores que possibilitavam essa atividade em outros segmentos. Eu como relator pude interpretar a insegurança que isso ia gerar ao consumidor do seguro e obviamente mantivemos o sistema como ele está”, explicou. “O debate foi importante e fortaleceu os corretores e as seguradoras. Eu espero que tenhamos cada vez mais condições de oferecer os produtos de seguro com segurança jurídica, que foi exatamente o que mantivemos na lei”, acrescentou.

As lideranças do mercado de seguros foram os responsáveis por fornecer as informações necessárias a Goergen neste sentido. “Eu preciso reconhecer o papel dos líderes do mercado nessa operação, pois eles nos trouxeram todas as informações da maneira mais adequada para que tomássemos a decisão mais acertada e não trouxesse prejuízos ao final ao consumidor de seguro”, disse.

A importância dessa matéria para os corretores de seguros ficou evidenciada pelo vice-presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros do Rio Grande do Sul (Sincor-RS), André Thozeski. “É fundamental, pois havia uma expectativa das associações de proteção veicular que com essa medida provisória de facilitação da atividade empresarial de que eles iriam aproveitar essa oportunidade para colocar a proteção veicular dentro desse Projeto de Lei. O deputado se deu conta do erro que seria isso e tirou isso”, destacou. “Precisamos entender que há uma diferença fundamental entre seguro e proteção veicular. Quando se contrata uma apólice de seguro, se paga o seguro e passa o risco do negócio para a seguradora. Quando é uma associação de proteção veicular, quem paga o risco são os próprios associados, como se fosse num condomínio. As pessoas compram proteção veicular pensando que estão comprando seguro, mas na verdade não é seguro”, complementou.