Diferenças entre Proteção Veicular e Seguro de Automóvel 352

Diferenças entre Proteção Veicular e Seguro de Automóvel

Confira artigo de Bernard Biolchini, CEO do Grupo Pentagonal

Primeiro ponto a deixar claro que não sou especialista em Direito e não irei entrar nos méritos legais da questão, me atento somente a questões práticas e em alguns aspectos emitindo a minha opinião. Talvez nem a Própria Susep tenha tentado entrar neste mérito tendo em vista a sua, se não inércia quanto ao assunto, sua ineficiência em reprimir essa prática.

Para iniciar – Como surgiram as Cooperativas de Proteção Veicular? O mercado se adapta, de acordo com as necessidades do cliente. E quando há demanda, atender é fundamental. Seguindo esta linha de raciocínio, podemos dizer que existe uma fatia enorme de consumidores que não eram vistos pelas seguradoras como interessantes. As companhias de seguros com seus gênios atuariais, ao longo dos anos, alegam o seguinte motivo para recusar a apólice para a classe média baixa: “não tenho interesse em te ter como segurado, por morar em locais com alto índice de criminalidade, por possuírem veículos mais antigos, o que me dificulta a achar peças de reposição, além de terem o crédito negativado, o que significa que eu já entendo que vocês possam fraudar um sinistro para conseguirem pagar as suas dívidas e “limparem” os seus nomes na Praça. E o consumidor com esse perfil, questiona: então eu não posso proteger o meu patrimônio que demorei tanto para conseguir auferir? Para as seguradoras até podem segurar o bem, desde que paguem entre 30% a 50% do valor do veículo a ser segurado. E mesmo assim, pode ser que a resposta ainda seja não!

O Mercado se adaptou e  o público que a seguradora ignora, resolveu se unir em torno de um CNPJ de cooperativa, para que todos paguem mensalmente um valor que possa Proteger o seu patrimônio. As cooperativas de Proteção Veicular foram simplesmente uma adaptação de mercado como muitas que vemos hoje em dia.

Quais são as diferenças entre cooperativas de Proteção Veicular e Seguradoras? As Cooperativas não têm um órgão regulador que fiscalize seu caixa ou balanços, para saber se possuem reserva técnica que garanta uma Indenização. Há também o risco de que uma cooperativa vá à falência, tenha desvios internos e que o seu cooperado em caso de necessidade fique a ver navios. Em Seguradoras não há o Risco de que isto aconteça, ou os riscos são mínimos. O cooperado obviamente pode pleitear seus direitos na Justiça, mas como cooperado, ele também não deixa de ser um cotista. È importante lembrar que a relação de consumidor já fica abalada em caso de processo. Obviamente, muitas coisas poderão ser alegadas pelos advogados e operadores do direito, mas os riscos são muito mais altos. Fazer uma Proteção Veicular é algo que vai muito mais da confiança que a Cooperativa passa do que qualquer outro aspecto. O Famoso jargão: “é o que temos para Hoje. Se não quiser, fique sem nada!”

Proteção Veicular pode ser vendida por qualquer vendedor.  Não há a necessidade legal de especialização para ser comercializada. Eu vejo hoje corretores espumando pela boca quando se fala na tal Proteção Veicular, mas não vejo Seguradoras preocupadas, ou se estão, não deveriam estar, pois as proteções foram uma resposta do mercado dada através dos clientes que ela mesma não aceita. Não acredito realmente que os clientes que possam ter seguros em Seguradoras a preços que caibam nos seus orçamentos fariam Proteção Veicular ao invés do Seguro Tradicional.

Finalizo então para não me alongar mais, a Proteção Veicular se agigantou juntamente com a crise. De acordo com a minha opinião, não há nada que se possa fazer para mudar esse quadro. Essa modalidade de proteção nós sabemos que não é seguro e a sua regulamentação já foi aprovada em primeira votação no Congresso. Corretores, a realidade é única: não adianta reclamar dos peixinhos, se os tubarões estão satisfeitos com as suas refeições. Tenham sempre em mente que é preciso não só fazer o planejamento estratégico financeiro e de vendas, mas atuar num cenário onde não existem mocinhos e bandidos, mas sim, profissionais que sabem o que, quando e onde atuar para oferecer o melhor para seus segurados.

Comércio ilegal de peças e segurança no trânsito são temas de seminário no RS 1060

Comércio ilegal de peças e segurança no trânsito são temas de seminário no RS

Encontro foi promovido pela Fenacor, Sincor-RS e Escola de Negócios e Seguros (ENS)

Na última terça-feira (12), o mercado gaúcho de seguros foi contemplado com um amplo debate sobre o comércio clandestino de autopeças, acidentologia e vitimização no trânsito. O encontro foi promovido pela Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor), Sindicato dos Corretores do Rio Grande do Sul (Sincor-RS) e Escola de Negócios e Seguros (ENS) e foi realizado no Salão Nobre da Federasul, em Porto Alegre (RS).

Um dos pontos centrais do evento foi a discussão sobre a efetiva implementação da Lei Federal 12.977/2014 – que regula e disciplina a atividade de desmontagem de veículos automotores no Brasil. Segundo Carlos Alberto Valle, vice-presidente de Relações com o Mercado da Fenacor, o encontro foi importante para dimensionar as diversas questões relacionadas à segurança viária e de veículos automotores. “Sem o DPVAT, por exemplo, vamos precisar, cada vez mais, de laudos bem feitos. As pessoas precisarão ter muito mais responsabilidade, pois é preciso acordar que ninguém acionará um causador de acidente com o valor de R$ 13,500 – como previa o Seguro Obrigatório. A conta vai sair cara e só através de um seguro particular é que isso pode ser coberto”, explicou ao enfatizar que a introdução da Lei Seca foi de extrema importância para inibir uma série de delitos.

Segundo a Promotora de Justiça, Ana Cristina Petrucci, é muito importante incluir a sociedade na discussão deste tema. “Isso é necessário para que possamos melhorar esse panorama. As pessoas precisam voltar os olhos para a questão do trânsito e enxergar a relevância da segurança dele para cada um de nós”, enfatizou ao demonstrar que diariamente depara-se com a realidade dos acidentes de trânsito.

O combate ao comércio de peças irregulares é uma das prioridades do Departamento de Trânsito do Rio Grande do Sul (Detran-RS), segundo a Diretora Institucional, Diza Gonzaga, isso também auxilia na redução do número de sinistros. “O Detran-RS tem feito uma força-tarefa para que possamos tirar do mercado os antigos ‘ferros-velhos’. A educação, no entanto, é o pilar mais importante – pois é o que garantirá que em um futuro próximo nós teremos números bem menores de vítimas do trânsito. Através da conscientização nós vamos garantir em médio e longo prazo que nosso País vai sair do ranking da morte”, comenta.

Outro painel abordou a Lei do Desmonte. Participaram representantes dos órgãos de Segurança Pública do Rio Grande do Sul, do Comando do Policiamento Rodoviário da Brigada Militar, da Policia Rodoviária Federal, e outros.

Seminário sobre comércio ilegal de peças e segurança no trânsito no RS

Mercado de saúde encolheu em setembro, aponta IESS 451

Mercado de saúde encolheu em setembro, aponta IESS

Instituto destaca que apesar de haver menos beneficiários, tem crescido a utilização de serviços de saúde e não por bons motivos

Em setembro de 2019, 51,2 mil pessoas realizaram o sonho de passar a contar com um plano de saúde médico hospitalar – o 3° maior desejo do brasileiro, de acordo com pesquisa do Ibope Inteligência. Apesar do crescimento ante agosto, o total de beneficiários no País diminuiu 0,2% na comparação com o mesmo mês do ano anterior, o que representa 106,4 mil vínculos rompidos de acordo com a Nota de Acompanhamento de Beneficiários, publicada pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS). No total, o setor soma 47,1 milhões de beneficiários.

A publicação destaca que a busca pelos planos tem variado bastante de um estado para outro. “Apesar de a maior parte dos estados brasileiros ter registrado recuo no total de vínculos com planos médico-hospitalares, há alguns centros que têm contratado planos”, comenta José Cechin, superintendente executivo do IESS. “São Paulo, por exemplo, está liderando a redução de contratos, enquanto Minas Gerais é o Estado com o maior número de novos planos”, completa.

Minas Gerais registrou 43,8 mil novos vínculos nos 12 meses encerrados em setembro deste ano. Já São Paulo teve 87,1 mil beneficiários deixando de contar com os planos que possuíam. Somando o resultado negativo do Rio de Janeiro (-7,8 mil) e o positivo do Espírito Santo (+14,7 mil), houve um total de 36,4 mil vínculos rompidos na região Sudeste.

A região que mais perdeu beneficiários, contudo, foi a Sul: 86,4 mil contratos foram desfeitos no período analisado (menos do que o total registrado em São Paulo). Diferentemente do que houve no Sudeste, todos os estados da região tiveram queda no total de vínculos. Entre eles, merece destaque o Rio Grande do Sul, com 58,4 mil beneficiários deixando os planos médico-hospitalares.

A única região que teve alta no total de vínculos foi a Centro-Oeste. O aumento de 30,5 mil contratos aconteceu quase todo em Goiás, que teve 27,1 mil vínculos firmados entre setembro de 2019 e o mesmo mês do ano passado. Mato Grosso e Mato Grosso do Sul registraram 3,1 mil e 3,5 mil novos beneficiários, respectivamente. Já o Distrito Federal teve 3,2 mil beneficiários deixando seus planos de saúde.

“A retração de 0,2% no total de beneficiários no Brasil é um sintoma da falta de ritmo no processo de recuperação da economia nacional”, avalia Cechin. “Enquanto o País não iniciar um processo consistente de crescimento, especialmente com a geração de postos de trabalhos formais nos grandes centros urbanos, o mercado de saúde suplementar vai continuar apresentando resultados incipientes, sem variações expressivas nem para cima nem para baixo”, concluí.

O executivo ainda destaca que a aparente estabilidade não é boa para o setor. Especialmente porque a utilização dos serviços de saúde está avançando, ainda que o total de beneficiários não esteja. “Estamos vendo um envelhecimento da população e o aumento do uso de serviços de saúde. Um movimento que poderia ser positivo, caso o comportamento fosse motivado por programas de promoção da saúde. Infelizmente, ainda precisamos romper uma barreira cultural e colocar o paciente no centro do tratamento, ao invés da doença”, alerta.

Maior evento do mercado de seguros de transporte, Expo CIST reunirá mais de mil pessoas 800

Maior evento do mercado de seguros de transporte, Expo CIST reunirá mais de mil pessoas

Encontro anual tem como objetivo o desenvolvimento dos profissionais e mercado de riscos, seguros e transportes de carga

O Expo CIST, o maior evento do mercado de seguros de transporte brasileiro e latino-americano, acontecerá no dia 27 de novembro, no Hotel Sheraton WTC, em São Paulo. Promovido pelo Clube Internacional de Seguros de Transportes (CIST), o encontro anual tem como objetivo o desenvolvimento dos profissionais e mercado de riscos, seguros e transportes de carga.

Em sua 7ª edição, o encontro deve reunir mais de mil visitantes, entre representantes de corretoras, seguradoras, resseguradoras, embarcadores, transportadores, operadores logísticos, além de prestadores de serviços relacionados ao setor, como consultorias em gestão de riscos, agentes de carga, consultoria jurídica, gerenciamento de carga, regulação de sinistros, entre outros.

Entre os palestrantes desta edição estarão Marcio Coriolano, presidente da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNSeg); Luiz Rabi, economista-chefe da Serasa Experian; Acácio Queiroz, ex-presidente, CEO e COO de várias companhias de seguros no Brasil e na América Latina; Mauro Arcucci, diretor Geral da Barbuss Global; e o futurista, empreendedor, educador e autor, Tiago Mattos.

O primeiro painel do dia abordará o tema “Economia – Cenário Nacional e Internacional e Internacional e perspectivas para o mercado de seguros” e terá como palestrantes Luiz Rabi e Marcio Coriolano. “Fábrica de Líderes Resumo” será o tema do segundo painel, ministrado por Acácio Queiroz. Ele debaterá temas relacionados à liderança e a importância da motivação em nossas vidas e profissões, por meio de práticas imersivas junto aos convidados e participantes.

O terceiro painel será sobre “Avaria Grossa, perspectivas na América Latina” e terá como palestrante Mauro Arcucci, da Barbuss Global. Encerrando o dia, o futurista Tiago Mattos abordará “O Futuro do Trabalho, Impacto nas Novas Tecnologias e Pensamento Digital”, trazendo temas voltados às relações de trabalho e o futuro, fazendo uso da inovação e de práticas de aprendizado imersivo.

O evento também contará com quatro oficinas. Na Sala I haverá apresentações da Associação Latino Americana de Subscrição de Transportes (Alsum); enquanto a Sala II abrigará a Associação das Mulheres do Mercado de Seguros / WISTA (AMMS).

A 7ª edição do Expo CIST conta com patrocinio da Associação Brasileira de Gerenciamento de Risco (ABGR); Argo Seguros; AXA XL; Buonny; Gertran; Golden Sat; Grupo Apisul; Grupo Fox; Guep Technology; IRB Brasil RE; Moraes Velleda; Munich Re; Opetench; Porto Seguro; RTS; Sascar; Seguros Sura; Servis; Sompo Seguros; Tokio Marine; Trade Vale; Trucks Control; e Where Is My Cargo.

Serviço: 7º Congresso Expo CIST

Data: 27 novembro de 2019
Horário: das 8h às 18h
Local: Hotel Sheraton WTC
Endereço: Av. das Nações Unidas nº 12.551 – São Paulo/SP
Inscrições: para sócios – R$ 500, com 30% de desconto até o dia 15/11
Para não-sócios – R$ 600, com 20% de desconto até o dia 15/11
Mais informações: neste endereço.

Prudential do Brasil lança websérie “Papo com Especialista” sobre Seguro de Vida 815

Prudential do Brasil lança websérie "Papo com Especialista" sobre Seguro de Vida

Com linguagem simples e transparente, os 12 episódios reforçam a importância do produto

A Prudential do Brasil, a maior seguradora independente do país no ramo de vida, acaba de lançar a websérie “Papo com Especialista”. O objetivo é despertar no público a importância da proteção do seguro de vida, além de esclarecer as principais dúvidas sobre o seu funcionamento. Dividida em 12 episódios que serão divulgados semanalmente durante os meses de novembro e dezembro nas plataformas digitais da companhia, a websérie abordará temas como diferença entre seguro de vida, previdência e investimento, o que é resgate, cancelamento, subscrição de riscos, tipos de coberturas, entre outros assuntos.

“O objetivo da websérie é abrir uma conversa com o público, esclarecendo e desmistificando informações que fazem toda a diferença no momento da contratação de uma apólice de seguro de vida”, destaca a gerente de Marketing Institucional da companhia, Fernanda Riezemberg. A executiva complementa: “Queremos trazer o assunto para o dia a dia das pessoas de forma muito transparente, com uma linguagem simples e descomplicando termos técnicos”, reforça.

O primeiro episódio da websérie vai ao ar nesta terça-feira, dia 12. Toda programação será apresentada pelos funcionários da Prudential do Brasil, Fernando Barbosa e Beatriz Azevedo, respectivamente, gerente de Treinamento e gerente de Contas de Parcerias Comerciais. Confira todos os vídeos neste endereço.

Alexandre Camillo: O Brasil em 1ª instância 3219

Alexandre Camillo: O Brasil em 1ª instância

Confira artigo do presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo

Ao entendermos o significado do substantivo feminino instância, compreendemos a razão de termos hoje um Brasil em 1ª instância. Então, vejamos:

“Instância é a qualidade do que é inevitável e iminente, ou seja, que está propício a acontecer a qualquer momento ou algo que está próximo de ocorrer.

O substantivo instância ainda pode ser referente ao que é feito de modo perseverante e persistente, como a solicitação de algo com veemência, firmeza e empenho.”

Grande parte da sociedade está indignada com a última decisão do STF (Superior Tribunal Federal) com relação ao fim do cumprimento da pena já em “2ª instância”.

Os debates estão acalorados e, mais uma vez, polarizando a maioria lúcida e cumpridora de seus deveres, contra aqueles cujas condutas e hábitos de vida são exatamente o oposto.

Portanto, pretendo me dirigir àqueles que, feito eu, têm valores e princípios enraizados em seus “eus”, que não se abalam, nem muito menos se deixam levar ou mudar por aqueles que buscam, por meio de atos que afrontam as leis e a moral, e sua pretensão de demonstrar que estes atos são o “atalho” para a conquista de riquezas e poder.

Felizmente, a sociedade, de forma geral, é suficientemente bem formada por orientações trazidas do seio de suas famílias, da educação recebida por pais, avós, que durante nossas infâncias nos transmitiram exemplos de vitórias e progressos pautados em lutas limpas e dignas, que se transformaram em histórias das quais nos orgulhamos de contar às gerações sucessoras em cada encontro, reuniões de família e amigos.

É por isso que acredito que o Brasil está em “1ª instância”. Como vimos, instância é “a qualidade do que é inevitável e iminente, aquilo está propício a acontecer a qualquer momento ou algo que está próximo de ocorrer.”

Ou seja, se não desanimarmos, não desistirmos, muito menos nos afastarmos dos princípios éticos, é inevitável, iminente e próximo de acontecer o reencontro do Brasil com o que é certo, justo, perfeito a toda a sociedade e a todos nós, brasileiros.

Há pouco mais de um ano, de forma cívica e democrática, tivemos a oportunidade de escolher qual caminho queremos trilhar. Escolhemos quem seriam aqueles que, com suas intenções, caráteres e valores pessoais, desejávamos que conduzissem os rumos da nação, e assim está sendo.

Os resultados não têm como ser imediatos e nem podemos exigir isso, ainda mais com tantas situações a serem acertadas, tais como reformas, orçamentos etc. Aliás, imediatismo é a porta ao populismo, à mentira, àqueles que pregam o que vão fazer e nada fazem de fato.

Não desistamos, o Brasil pede passagem para trilhar o seu futuro de desenvolvimento pautado no respeito a este nosso povo, com tantas histórias de lutas e dignidade transmitidas de geração a geração entre nossas famílias.

Não é hora para polarizar, isto é tolice. É hora de nos mantermos fiéis aos nossos costumes de correção, honestidade e respeito ao próximo, esta é a melhor e verdadeira resposta a tudo e a todos.

Sejamos fortes, que o Brasil da 1ª instância irá prevalecer, porque é isso o que nós, a sociedade do bem, queremos e buscamos!

*Por Alexandre Camillo, cidadão que, como muitos, não quer desistir do orgulho de ser brasileiro!