Diferenças entre Proteção Veicular e Seguro de Automóvel 387

Diferenças entre Proteção Veicular e Seguro de Automóvel

Confira artigo de Bernard Biolchini, CEO do Grupo Pentagonal

Primeiro ponto a deixar claro que não sou especialista em Direito e não irei entrar nos méritos legais da questão, me atento somente a questões práticas e em alguns aspectos emitindo a minha opinião. Talvez nem a Própria Susep tenha tentado entrar neste mérito tendo em vista a sua, se não inércia quanto ao assunto, sua ineficiência em reprimir essa prática.

Para iniciar – Como surgiram as Cooperativas de Proteção Veicular? O mercado se adapta, de acordo com as necessidades do cliente. E quando há demanda, atender é fundamental. Seguindo esta linha de raciocínio, podemos dizer que existe uma fatia enorme de consumidores que não eram vistos pelas seguradoras como interessantes. As companhias de seguros com seus gênios atuariais, ao longo dos anos, alegam o seguinte motivo para recusar a apólice para a classe média baixa: “não tenho interesse em te ter como segurado, por morar em locais com alto índice de criminalidade, por possuírem veículos mais antigos, o que me dificulta a achar peças de reposição, além de terem o crédito negativado, o que significa que eu já entendo que vocês possam fraudar um sinistro para conseguirem pagar as suas dívidas e “limparem” os seus nomes na Praça. E o consumidor com esse perfil, questiona: então eu não posso proteger o meu patrimônio que demorei tanto para conseguir auferir? Para as seguradoras até podem segurar o bem, desde que paguem entre 30% a 50% do valor do veículo a ser segurado. E mesmo assim, pode ser que a resposta ainda seja não!

O Mercado se adaptou e  o público que a seguradora ignora, resolveu se unir em torno de um CNPJ de cooperativa, para que todos paguem mensalmente um valor que possa Proteger o seu patrimônio. As cooperativas de Proteção Veicular foram simplesmente uma adaptação de mercado como muitas que vemos hoje em dia.

Quais são as diferenças entre cooperativas de Proteção Veicular e Seguradoras? As Cooperativas não têm um órgão regulador que fiscalize seu caixa ou balanços, para saber se possuem reserva técnica que garanta uma Indenização. Há também o risco de que uma cooperativa vá à falência, tenha desvios internos e que o seu cooperado em caso de necessidade fique a ver navios. Em Seguradoras não há o Risco de que isto aconteça, ou os riscos são mínimos. O cooperado obviamente pode pleitear seus direitos na Justiça, mas como cooperado, ele também não deixa de ser um cotista. È importante lembrar que a relação de consumidor já fica abalada em caso de processo. Obviamente, muitas coisas poderão ser alegadas pelos advogados e operadores do direito, mas os riscos são muito mais altos. Fazer uma Proteção Veicular é algo que vai muito mais da confiança que a Cooperativa passa do que qualquer outro aspecto. O Famoso jargão: “é o que temos para Hoje. Se não quiser, fique sem nada!”

Proteção Veicular pode ser vendida por qualquer vendedor.  Não há a necessidade legal de especialização para ser comercializada. Eu vejo hoje corretores espumando pela boca quando se fala na tal Proteção Veicular, mas não vejo Seguradoras preocupadas, ou se estão, não deveriam estar, pois as proteções foram uma resposta do mercado dada através dos clientes que ela mesma não aceita. Não acredito realmente que os clientes que possam ter seguros em Seguradoras a preços que caibam nos seus orçamentos fariam Proteção Veicular ao invés do Seguro Tradicional.

Finalizo então para não me alongar mais, a Proteção Veicular se agigantou juntamente com a crise. De acordo com a minha opinião, não há nada que se possa fazer para mudar esse quadro. Essa modalidade de proteção nós sabemos que não é seguro e a sua regulamentação já foi aprovada em primeira votação no Congresso. Corretores, a realidade é única: não adianta reclamar dos peixinhos, se os tubarões estão satisfeitos com as suas refeições. Tenham sempre em mente que é preciso não só fazer o planejamento estratégico financeiro e de vendas, mas atuar num cenário onde não existem mocinhos e bandidos, mas sim, profissionais que sabem o que, quando e onde atuar para oferecer o melhor para seus segurados.

AppGroove lança ranking com os melhores aplicativos do ramo de segurança 617

Critérios usados para a seleção vão desde a quantidade de avaliações positivas, até critérios técnicos, como velocidade de processamento

Atualmente existem mais de 7 milhões de aplicativos no mercado e pensando nisso, a empresa AppGroove desenvolveu um ranking dos melhores produtos nos diversos tipos de segmentos.

Os critérios usados na seleção são variados, como a quantidade de avaliações positivas, o volume de utilização, a velocidade de processamento, etc. Na seleção, todos os posicionamentos são calculados em termos de algoritmos.

A empresa dividiu a análise em 600 temas de interesse.

No segmento de seguros, foram observados 544 produtos. Na lista dos 10 melhores, encontramos o aplicativo Liberty Mutual Mobile em primeiro lugar, Farmers Insurance Inc., em segundo e o Progressive logo após. Para ambos os aplicativos, foram encontrados comentários positivos de usuários que elogiaram a praticidade e a funcionalidade dos serviços ofertados.

Para alcançar o resultado, a empresa realizou o seguinte passo a passo:

1- Ampla Pesquisa: através do algoritmo que procurou por seguro de automóvel, seguro de vida e seguro facilitado. Dessa forma foi encontrado um total de 1.123 aplicativos exclusivos como potenciais candidatos (544 Android apps e 579 iOS apps).

2- Filtrar apenas aplicativos de alta qualidade: Dos 1.123 aplicativos encontrados foi comparado o número de estrelas, downloads e comentários

3- Revisão adicional pela equipe editorial: a empresa testou cada aplicativo para ter certeza da qualidade do serviço oferecido.

Para ter acesso a lista completa de aplicativos de seguro, acesse o link
https://appgrooves.com/rank/finance/insurance/best-apps-for-insurance

Modelos de seguros para quem quer se prevenir no Carnaval 608

Contrate um seguro e se preocupe somente em se divertir

O Carnaval é uma das datas mais esperadas pelos brasileiros, por conta da festa e de toda a alegria e diversão que ela engloba. Nos últimos anos, as prefeituras das grandes cidades, organizaram blocos de ruas. Assim, a população e os turistas podem aproveitar ao máximo os dias de festa. Mas, nesses momentos, um dos maiores medos dos foliões é a presença dos infratores.

Só na cidade de São Paulo, foram contabilizados mais 5 milhões de pessoas presentes nos bloquinhos em 2019, infelizmente também foram contabilizados mais de 5 mil boletins de ocorrência contra furto e roubo de celulares. O número de participantes e de vítimas do ano passado foi maior que do ano anterior, o que significa que os dados desse ano tendem a piorar.

Para aproveitar a festa de cabeça mais tranquila, os foliões podem aderir aos seguros oferecidos no mercado, que vão de aparelhos celulares, viagens, até os automóveis.
Com os seguros oferecidos pela Seguralta você pode aproveitar a festa livre de preocupações, são mais de 30 seguradoras parceiras.

SUSEP coloca em consulta pública normas e procedimentos para certificação de intermediários nas operações de compra de seguro 816

Certificação será obrigatória. A consulta pública ficará disponível até o dia 13 de março

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) colocou em consulta pública medidas que avançam no processo de desburocratização da atuação de corretores e outros intermediários das operações seguro no Brasil. As propostas ficarão disponíveis no site da Susep, até 13 de março.

A consulta estabelece as normas para a certificação, perfil e papel das instituições certificadoras, prazos e outras exigências que a Susep poderá fazer para manutenção da qualidade nos serviços de intermediação da compra de produtos de seguros, capitalização ou de previdência complementar aberta nesta nova fase do setor.

As minutas em consulta pública podem ser acessadas nos links a seguir.

Certificação técnica de intermediários: http://www.susep.gov.br/setores-susep/seger/consulta-publica/MINUTA%20DE%20RESOLUCAO%20SUSEP.pdf

Entidades certificadoras: http://www.susep.gov.br/setores-susep/seger/consulta-publica/MINUTA%20DE%20CIRCULAR%20SUSEP.pdf

Superintendência de Seguros Privados

Educação financeira em qualquer idade contribui para garantir um futuro seguro e mais tranquilo 997

Executivo da MAPFRE responde a perguntas sobre as diversas formas de construção de uma base financeira mais saudável

Não existe tempo certo para se preparar para o futuro financeiramente. O importante é começar a poupar e, se possível, o quanto antes, para ter o mínimo de segurança e tranquilidade quando a idade já estiver avançada, a pessoa não tiver condições de trabalhar ou o orçamento ficar mais apertado.

Segundo o diretor de Vida, Previdência, Capitalização e Odonto da MAPFRE, André Serebrinic, existem muitas formas de se organizar e que o grande desafio está na educação financeira.

Na entrevista abaixo, o especialista dá orientações sobre diferentes tipos de investimentos, seguros e como as pessoas podem se proteger diante de situações adversas.

– Na sua opinião, qual é a melhor idade para ter um planejamento financeiro, pensando na previdência privada?

Não existe idade certa, mas sempre digo que quanto antes melhor para ter uma base financeira que possa dar segurança futuramente.

No caso da Previdência Privada, os pais ou responsáveis podem investir em planos para seus filhos, quando ainda crianças. As parcelas podem ser menores no início e aumentar gradativamente à medida que eles adquirem autonomia e independência. O montante também pode ser usado na fase de faculdade, por exemplo, dando mais equilíbrio ao orçamento familiar.

Para jovens que estão ingressando no mercado de trabalho, a dica é estabelecer um percentual da remuneração a ser destinada ao plano de previdência e não deixar de atualizar o valor das contribuições ao longo dos anos.

Existem duas modalidades de previdência, o PGBL (Plano Geral de Benefícios Livres) e o VGBL (Vida Gerador de Benefícios Livres), e não há reajuste automático pela inflação. Portanto, o participante do plano deve prever um ajuste.

Para escolher entre o PGBL e o VGBL, o jovem deve levar em consideração o modelo de declaração de imposto de renda. De forma geral, a primeira opção é indicada para quem faz a declaração completa; e o segundo, para os que optam pela simplificada.

Mesmo quando a pessoa já estiver usufruindo da aposentadoria, é preciso cuidar do orçamento e adequá-lo aos gastos mensais.

– E para poupar em fundos de investimentos? Qual é sua orientação?

Primeiramente, é necessário conhecer seus objetivos e estabelecer estratégias para cada um deles. Existem fundos de investimento para diversos perfis e, além disso, com valores iniciais bastante acessíveis para quem está começando a trabalhar ou adequados ao pequeno poupador.

Quem quer estabelecer um colchão de liquidez, ou seja, ter resultados no curto prazo, a dica é investir em fundos mais conservadores, com renda fixa pós-fixada, como os DI, que têm rentabilidade esperada próxima à taxa de juros CDI (média dos juros praticados pelos Certificados de Depósitos Interbancários).

Os que visam rentabilidade no médio prazo, a indicação é seguir com fundos com um pouco mais de risco. Esse perfil de investidor, normalmente, já conta com liquidez adequada às suas necessidades por meio dos fundos conservadores. Assim, os fundos multimercados alocam os ativos de suas carteiras em diversos mercados, como renda variável (ações em bolsa), renda fixa (ativos pré e pós-fixados), moedas, inflação, commodities, ativos no exterior, entre outros.

Já as pessoas que almejam retornos maiores – e contam um horizonte de tempo mais elevado e aguentam as oscilações do mercado -, podem buscar investimentos em Renda Variável e/ou Previdência Privada.

– E no caso dos seguros, como o de Vida, por exemplo, como eles entram no planejamento financeiro?

É importante que haja entendimento de que o aporte em seguros significa proteção contra imprevistos que podem ocorrer. Além disso, é preciso entender também que cada solução financeira tem uma finalidade específica, que não pode ser confundida. Contudo, assim como os Investimentos e a Previdência Privada, o seguro de Vida deve fazer parte de um bom planejamento financeiro.

Os seguros de Vida têm a finalidade de garantir a tranquilidade de um cliente que tenha pessoas dependentes financeiramente contra imprevistos como morte, invalidez e doenças. Para jovens que ainda não têm dependentes, a cobertura por invalidez ajuda a cobrir custos inesperados devido a um acidente grave ou, até mesmo, por uma doença. Para os que têm filhos e cônjuge, a cobertura beneficia os dependentes em caso de morte do contratante. Existem também apólices com cobertura para quem adquire doenças graves, podendo ser utilizado em qualquer fase da vida.

Hoje, o consumidor também pode optar pelo Seguro de Vida Resgatável e reaver parte do que pagou em vida. Nessa linha, a MAPFRE oferece o Bien Vivír, que tem o prêmio nivelado. Ou seja, o preço não aumenta com a idade e ainda uma parte das reservas acumuladas podem ser resgatadas.

Como investir em registro de marca e não cair em armadilhas 590

Startup Consolide listou oito dicas para você não cair em roubada no momento de proteger a marca da sua empresa

Para que uma empresa se mantenha ativa no mercado e não sofra com prejuízos que impactam na sua credibilidade e resultado, é fundamental proteger o nome, a marca do estabelecimento. Isso só é possível através do registro da marca no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial). Apenas quem detém uma marca registrada está protegido legalmente de cópias e tem o direito de utilizá-la com exclusividade no seu segmento, em todo o país.

Por ser muito importante e um processo complexo, muitos empreendedores buscam informações na internet e se deparam com a possibilidade de contratar uma empresa especializada no Registro de Marca de forma totalmente online. A verdade é que o serviço de registro de marca online oferece grandes vantagens como a agilidade, segurança e valores acessíveis, o que torna esta uma excelente opção.

Atualmente existem excelentes empresas que prestam o serviço de registro de marca online, porém, para evitar cair em armadilhas ou contratar maus prestadores deste serviço é importante estar atento. Por isso, antes de contratar uma empresa especializada em registro de marca, verifique se ela tem:

• Contrato Digital: ter um contrato digital é um grande diferencial. Ele protege o cliente, especificando o escopo do trabalho; além de ser um processo do qual somente empresas que prezam pelo cliente apostarão. Como é uma ferramenta que necessita de alto investimento, poucas empresas disponibilizam esta possibilidade aos clientes. Empresas pouco sérias dificilmente colocarão à disposição do cliente esta opção. Portanto, verifique se a empresa que você pensa em contratar oferece a assinatura de contrato digital e proteja o seu investimento;

• Transparência e acompanhamento do início ao fim do processo: empreendedores precisam contar com parceiros que expliquem com transparência e propriedade todo o processo do registro de marca, bem como ofereça um serviço completo, que vá desde a pesquisa de viabilidade do pedido (identificação se já não existe uma marca igual ou semelhante com registro), passando pela abertura e acompanhamento do processo, culminando no parecer técnico e entrega do certificado de registro de marca. Tudo isso dentro de um mesmo investimento. Isso deixa o empresário seguro do que está contratando, bem como evita cair em armadilhas que, no início, parecem ter custo menor, mas ao fim de todo o processo, pode levar a um gasto de 5 vezes ou mais do valor investido inicialmente. Atenção: ligue o sinal de alerta se a consultoria não tirou todas as suas dúvidas. E sempre questione o valor total do registro.

Atendimento personalizado e pagamento depois do serviço iniciado: um bom parceiro vai dar o primeiro passo antes de você. Aposte em empresas que enviam o protocolo do pedido de registro de marca emitido pelo INPI antes do seu pagamento, afinal, só um parceiro sério consegue dar esta segurança para o empreendedor. Além disso, conte com uma consultoria que entende você, que se preocupa com a sua marca, seja ágil e flexível, ajudando-o a chegar na melhor negociação. “Na Consolide, nossa missão é ajudar o empreendedor a proteger o próprio negócio. Para tanto, investimos em um atendimento humanizado, mesmo que online, e com flexibilização no pagamento do serviço. Ainda protocolamos o pedido do registro da marca em até 24h e o pagamento pelo cliente é feito só depois do serviço iniciado”, afirma Alan Marcos, CEO da Consolide.

• Verifique as avaliações no Reclame Aqui, no Google e nas Redes Sociais: investigue o website da empresa e suas redes sociais, os comentários no Google e no Reclame aqui. Assim você terá bons indícios sobre a qualidade do atendimento da empresa e, inclusive, foge de pegadinhas. Avaliações positivas e recentes demonstram que a empresa é ativa, e que os clientes ficam satisfeitos com o serviço. Ainda acompanhe a frequência de posts nas redes sociais das empresas. Estes pontos dão indícios de que a empresa está ativa e poderá ser uma excelente parceira.

• Tecnologia à favor do cliente: a transparência tem que estar presente em todo o processo – da contratação até o recebimento do certificado. Hoje existem empresas que possibilitam isso aos clientes por meio de um dashboard ou área do cliente, que seja alimentado em tempo real com os dados do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). Assim, você acompanha todo o processo de onde estiver, pelo celular ou computador, e sabe exatamente o status do seu pedido de registro. “Nós investimos na transparência com nossos clientes, por isso, desenvolvemos um sistema totalmente online que permite o acompanhamento do processo atualizado em tempo real”, afirma Alan.

• Garantia de um novo registro: ao fim do processo, existe a possibilidade do pedido de registro de marca não ser aprovado. Isso porque o INPI leva em consideração fatores subjetivos no momento da análise dos processos e não tem como prever que será concedido o registro. Por isso, fuja de empresas que dão certeza do registro da marca. Então, se tiver o pedido negado, o empresário pode ter que dar entrada a um novo processo. Hoje poucas empresas de registro de marcas oferecem a garantia da abertura de um novo processo de pedido de registro, sem custo ao cliente, caso o pedido seja indeferido, reduzindo o investimento feito.

• Busque empresas que possuam advogados especialistas em registro de marca: conte com um parceiro que tenha um corpo de advogados que possam te oferecer o melhor serviço e a segurança de ser atendido por profissionais altamente qualificados para analisar o seu processo e orientar você com propriedade em todas as etapas. Isso pode fazer toda a diferença.

• Ações que aumentam a confiança e segurança no serviço: contratar um serviço pelo telefone ou pela internet sempre gera aquela dúvida, certo? Para maior segurança, peça para conhecer a estrutura da empresa e não aceite vídeos gravados – vídeos ao vivo do ambiente da empresa são a melhor opção. Se o vendedor for resistente, este é um grande ponto de atenção! Uma empresa idônea, correta e honesta não tem problema nenhum em mostrar o ambiente de trabalho para você.