MBM Seguros marca presença no QG do JRS no litoral gaúcho 435

MBM Seguros marca presença no QG do JRS no litoral gaúcho

Chuva não espantou parceiros da ação #VerãoSuperSeguro

Arquivo JRSAs tempestades intensas que atingiram o Rio Grande do Sul no último final de semana não afastaram os parceiros do MBM Seguros do QG do JRS no litoral gaúcho. “A chuva é para os fortes”, descreveu a executiva Jaqueline Pacheco.

Daniela Dutra, nova contratada da seguradora, e Alexsander Kauffmann, superintendente nacional, além dos demais colaboradores da empresa usufruíram de agradáveis momentos onde ficaram ressaltadas as ações de seguridade no veraneio 2019. Segundo estimativas dos principais órgãos de trânsito, mais de 3,8 milhões de pessoas utilizaram as estradas do litoral gaúcho, onde situam-se outdoors do Grupo JRS e da campanha #VerãoSuperSeguro.

Arquivo JRSEm entrevista ao programa Seguro Sem Mistério, apresentado para todo o Rio Grande do Sul através do Canal BahTV!, os executivos do MBM deram ênfase às novidades da companhia para 2019. Na sequência, após um belo churrasco preparado por Bruno Carvalho, todos apreciaram as deliciosas espumantes da Cave di Pozza.

Há quase 15 anos, o Grupo JRS reúne seus parceiros para divulgar produtos e soluções aos consumidores ofertadas pelo setor de seguros. Com maestria de divulgação, o Grupo MBM não deixou de participar.

HDI Seguros reforça time campeão de patrocinadores do Troféu JRS 2019 995

Murilo Riedel é presidente da HDI Seguros no Brasil / Divulgação

Grande noite do seguro acontece no dia 25 de outubro, em Porto Alegre (RS)

O dia 25 de outubro de 2019 vai consagrar Porto Alegre como a capital brasileira do seguro. Uma noite mágica aguarda mais de 1 mil pessoas, no Centro de Eventos Casa do Gaúcho, e a HDI Seguros é um reforço de peso ao time de patrocinadores da grande festa.

No Brasil há quase 4 décadas, a HDI possui mais de 60 filiais e escritórios em várias cidades do País. Humana, Digital e Inovadora, a companhia entende que as mudanças que visam uma melhor mobilidade urbana estão em pleno vigor. O HDI Auto Perfil é o principal produto da companhia, que possui o HDI Bate-Pronto como sua marca registrada, um sistema de atendimento de sinistros extremamente ágil e focado na eficiência.

Com isso, o Troféu JRS conta com os seguintes apoiadores: Icatu Seguros, Neo Executiva Corretora de Seguros, Gente Seguradora, HDI Seguros, Ramos Assessoria, Velox Contact Center, MAPFRE, Omint Seguros, Grupo MBM, Ikê Assistência, Somar Clube de Seguros, ExperMed Perícias Médicas, GBOEX e Grupo Life Brasil.

Outras informações estão disponíveis no hotsite especial. A 4º edição do Troféu Seguros e Corretagem, onde o público escolhe os destaques de corretagem e seguradora do ano, terá inscrições abertas a partir do mês de junho.

Grupo MBM inaugura nova filial no Mato Grosso do Sul 504

Grupo MBM inaugura nova filial no Mato Grosso do Sul

Nova localização visa melhor atendimento a corretores e parceiros na região

Localizada em Campo Grande, a nova filial do Grupo MBM no Mato Grosso do sul mudou de endereço para oferecer melhor atendimento aos corretores e parceiros do Estado.

O diretor comercial do MBM, Luiz Eduardo Dilli Gonçalves e o superintendente comercial, Alexsander Kaufmann, juntamente com a equipe da filial estiveram presentes no evento de inauguração. Tudo aconteceu no dia 16 de maio, com a presença de corretores e parceiros da região.

“A mudança de endereço da filial está consolidando nossa presença no estado de Mato Grosso do Sul, considerando os três anos de atuação na região. O novo endereço no Estado apenas reforça o interesse do Grupo MBM em proporcionar uma melhor estrutura de atendimento para o corretor de seguros e clientes da região”, comenta Joyce Souza Palácio, executiva de contas da filial MS.

A filial do Grupo MBM Mato Grosso do Sul está localizada Avenida Afonso Pena, 4496, 5° andar, sala 504 – Edifício Class Tower Business, no Bairro Jardim dos Estados. Os telefones são (67) 3023-5828 e (67) 98116-2246.

Cofins para corretoras de seguros deve ser 3%, ao invés de 4% 304

Cofins para corretoras de seguros deve ser 3%, ao invés de 4%

Com medida judicial, há como pedir devolução do que foi recolhido a mais nos últimos cinco anos

Andrea Giugliani é sócia-diretora da Giugliani Advogados / Reprodução

O Superior Tribunal de Justiça, em recentíssima decisão, firmou entendimento de que as empresas corretoras de seguro não devem ser equiparadas a sociedades corretoras ou a agentes autônomos de seguros privados e, desse modo, devem recolher a COFINS apenas sob alíquota de 3%, e não de 4% conforme vem sendo praticado por inúmeras instituições.

Para que a empresa possa se beneficiar e volte a contribuir com 3%, torna-se necessário o ajuizamento de uma medida judicial — eis que não se aplica de imediato referida decisão —, podendo até mesmo pedir a devolução do que foi recolhido a mais nos últimos cinco anos.

CSLL das corretoras de seguros deve ser 9%, e não 15%

As corretoras de seguros, meras intermediárias da captação de eventuais segurados, não podem ser equiparadas às sociedades corretoras e distribuidoras de títulos e valores. Foi nesse sentido que o Superior Tribunal de Justiça concluiu decidindo pela impossibilidade da majoração da alíquota da CSLL, ou seja, a cobrança da CSLL das sociedades corretoras de seguro deve ser 9%, e não a alíquota de 15%, porque esta deve ser aplicável somente às instituições financeiras, aos estabelecimentos a elas equiparados e aos agentes autônomos de seguros privados.

Caso a empresa venha recolhendo a CSLL com aplicação da alíquota de 15%, para que possa voltar a recolher com a alíquota de 9%, torna-se necessário o ajuizamento de uma medida judicial — eis que não se aplica de imediato referida decisão —, podendo até mesmo pedir a devolução do que foi recolhido a mais nos últimos cinco anos.

INSS das corretoras de seguros deve ser 20%, e não 22,5%

As corretoras de seguros, meras intermediárias da captação de eventuais segurados, não podem ser equiparadas às sociedades corretoras e distribuidoras de títulos e valores.

Com a decisão judicial pacificada dos tribunais superiores e administrativos a respeito da forma de apuração da COFINS de sociedade corretora de seguros (diminuição da alíquota de 4% para 3%), além do julgamento da matéria em si, também fora analisada a questão da inclusão ou não de corretoras de seguros para fins de outros tratamentos tributários e previdenciários, entre os quais a alíquota adicional de 2,5% destinada ao INSS.

Isso porque as corretoras de seguros possuem uma cota patronal de 22,5%, ao passo que as demais empresas comerciais possuem uma alíquota de 20%, ambos incidentes sobre folha de salários e valores pagos a contribuintes individuais.

Em razão desse julgamento, é importante destacar que não só aos olhos dos tribunais superiores, mas também da própria Procuradoria, as sociedades corretoras de seguros não deveriam ter pago este adicional de 2,5% por não estarem enquadradas no conceito de “sociedades corretoras” — termo válido para corretoras de valores e títulos e instituições financeiras —, tampouco no conceito de “agentes autônomos de seguros”.

Em virtude disso, é possível ingressar com medidas para que as corretoras de seguros tenham a devolução dos valores pagos a esse título (2,5% a mais de cota patronal) nos últimos cinco anos, corrigidos pela taxa SELIC.

*Por Andrea Giugliani, sócia-diretora da Giugliani Advogados

Indicadores econômicos não estão favoráveis e travam os investimentos 953

Indicadores econômicos não estão favoráveis e travam os investimentos

Diagnóstico é de Patricia Krause, economista da Coface na América Latina

A capital paulista foi palco do evento Country Risk Conference, onde a Coface, empresa líder em seguros de crédito, gestão de risco e economia global, apresentou as perspectivas econômicas em nível mundial e na América Latina. A CEO da companhia, Marcele Lemos, participou do momento, que contou com apresentação do economista Ricardo Amorim. Amorim abordou as oportunidades que podem ser aproveitadas com um maior crescimento da economia. A programação ainda contou com as perspectivas econômicas mundiais, na visão de Julien Marcilly, economista-chefe da Coface. Já o economista e doutor em ciência política, diretor da consultoria Prospectiva e fellow do Atlantic Council em Washington, Ricardo Sennes, comentou sobre as tendências sócio-políticas e previsões para o biênio 2019/2020. Os trabalhos foram complementados por uma mesa redonda, mediada pelo jornalista Márcio Kroehn.

A economista da Coface, Patricia Krause, também apresentou suas projeções para a América Latina. Em entrevista ao JRS, a especialista demonstrou preocupação com as expectativas de crescimento dos países da região, sobretudo México e Brasil, que enfrentam mudanças políticas e profundas reformas, respectivamente. “O crescimento desses países é muito baixo e deve ser revisado para baixo. É possível, até mesmo, que o Brasil cresça abaixo de 1%, dada a atividade econômica muito fraca do primeiro trimestre. O segundo semestre tende a ser um pouco melhor, os investimentos estão paralisados e impactam nos indicadores de confiança na economia, que ainda não são otimistas, apesar de melhores do que no auge da crise, entre 2015 e 2016”, revela. “No caso do México a produção está em queda e os riscos aumentam a cada dia, com as agências de risco rebaixando diversas empresas daquele país. A nota soberana do México está em perspectiva negativa e ainda precisamos ver o que acontecerá com o novo acordo do NAFTA, agora denominado USMCA”, considera.

As perspectivas de uma aprovação rápida da reforma da previdência não se concretizaram e afetam os índicas de confiança, o que, segundo Patrícia, “ocasiona em um tempo um pouco maior para recuperação da economia. Vários setores estão com desempenho fraco”. “Como seguradora de crédito vemos que a questão da inadimplência já melhorou muito, em relação a 2016, o que possibilita uma Selic estável a 6,5%. Isso ajuda muito na recuperação do crédito”, reitera ao dizer que “tudo passa pela reforma da previdência, mas ela não é o único fator importante. Ela ajudará na confiança e isso vai impactar no aumento da produção. O retorno de investimentos mais fortes no País passa muito pela questão tributária e regras mais claras nas regulações. É importante reforçar a segurança para atração de novas aplicações financeiras”.

Patricia Krause demonstra preocupação principalmente em relação ao que pode acontecer na Argentina e aos conflitos que jogaram a Venezuela na atual situação de colapso financeiro. “Pensou-se que o regime de Maduro poderia chegar ao fim, mas ele é bem mais forte do que se pensava. Ainda não está claro o que vai acontecer, mas os EUA continuam avançando em sanções. Companhias aéreas foram proibidas de voar para lá e essas restrições afetam outros países, como Cuba, que está na mesma linha. A ação militar não é a melhor solução, mas é uma das possibilidades”, justifica. “No caso da Argentina trata-se do terceiro maior parceiro comercial do Brasil. As eleições podem colocar o País em um cenário de risco, até mesmo em função do acordo com o FMI, que poderia ficar mais complicado”, completa.

Já a guerra comercial entre China e Estados Unidos pode resultar em algo positivo para o Brasil e até resultar em um vencedor a curto prazo. “No geral esse movimento não é nada positivo, pois impacta em todas as indústrias na cadeia de produção, demanda e até mesmo a balança comercial. Não é uma grande possibilidade, mas este movimento pode até mesmo impactar na inflação brasileira”, traça.

Na Europa as atenções são voltadas ao acordo do Brexit, que será apreciado pelo parlamento. “Na Inglaterra os principais setores impactados foram o de construção e o de alimentos. É um momento de incertezas e retração de investimentos também por lá”, finaliza.

Icatu Seguros reforça posição de liderança em previdência 1870

Icatu Seguros reforça posição de liderança em previdência

César Saut agradeceu confiança dos mais de 6,5 milhões de clientes

A Icatu Seguros reforça, mais uma vez, sua posição de liderança em portabilidade líquida de Previdência. O resultado, segundo o Vice-Presidente Corporativo do Grupo Icatu, César Saut, “mostra que cada vez mais clientes de Previdência escolhem trazer seus recursos para a Icatu e decidem manter seus investimentos na companhia. Os ativos sob gestão já superaram os R$ 28 bilhões, o que representa mais que a soma de todas as seguradoras independentes do mercado”, explica.

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A seguradora cresce em todos os segmentos em que atua. “Este resultado só é possível pela oferta de um conjunto único de soluções, que envolve a performance dos produtos, a qualidade técnica e operacional dos processos e o investimento na transformação digital”, analisa Saut. “Acima de tudo, o que mais contribuiu para este desempenho é a confiança de mais de 6,5 milhões de pessoas que acreditam no nosso trabalho. Muito obrigado por acreditar na gente. Conte com nosso esforço e dedicação sempre”, completou em uma publicação em rede social.

A Icatu Seguros é uma empresa especialista em oferecer as melhores soluções o planejamento do futuro, proteção do presente e realização de projetos em cada fase da vida. Saiba mais neste endereço.