A tão necessária e esperada reforma da Previdência 423

A tão necessária e esperada reforma da Previdência

Confira artigo do estrategista Rodrigo Franchini

Muito se questiona a respeito da reforma previdenciária do novo governo. Ela é realmente necessária? E se for, em qual medida precisa ser feita? Existe essa urgência toda? Todas essas dúvidas são pertinentes e reais e as respostas vão impactar o futuro de milhares de contribuintes brasileiros.

O fato é que os números são preocupantes: o Brasil atualmente possui um gasto astronômico considerando que ainda é um país jovem, e esses custos só tendem a crescer com o passar dos anos. Hoje, a dívida pública representa 77% do PIB e ela aumenta a cada resultado ruim, o que faz com que, literalmente, a conta não feche. Sem a reforma, o déficit da Previdência deve chegar a 300 bilhões de reais em 2019.

Esse panorama demonstra a dimensão do nosso atual problema fiscal. Por isso, é natural vermos a saída de capital estrangeiro do País, seja ele especulativo e/ou real. O grande investidor se preocupa com as contas públicas e os ajustes fiscais que o Brasil precisa fazer ao longo dos próximos anos e, desta forma, a reforma da Previdência promete colocar as contas públicas se não em perfeito estado, pelo menos no caminho para tal.

A reforma proposta pelo governo Temer anunciava que poderia gerar uma economia de 400 bilhões de reais, já a nova promete uma economia R$ 1,1 trilhão de reais para os próximos 10 anos e 4 trilhões de reais para os próximos 20 anos, além de também ser mais abrangente no que tange as classes atingidas.

Pois bem, se ela é tão benéfica para o País, porque existe um temor em relação a sua aprovação, assim como o prazo da tramitação dessa proposta, seja no Congresso ou na Câmara? A resposta é simples: o jogo político precisa ser jogado, e essa será a primeira grande batalha do governo Bolsonaro. Podemos dizer, inclusive, que essa aprovação deve nortear o caminho para os seus próximos quase quatro anos de mandato.

Existe ainda uma resistência por parte de alguns partidos, e políticos, em relação a aprovação, além de alguns pontos que precisam ser negociados, e é justamente nesse cenário que o novo governo precisará contar com muita manobra política e políticos experientes nas famosas negociações de bastidores para que consiga a aprovação.

Rodrigo Maia declarou recentemente que a aprovação da reforma deve ficar para junho e ressaltou, em uma indireta para o atual governo, que a solução vai depender da capacidade de diálogo entre as partes, ou seja, as negociações deverão e precisarão ser mais intensas e assertivas, seja em relação aos ajustes do texto ou nas concessões de benefícios.

O próprio governo já admite fazer alguns ajustes, tanto que o próprio presidente avisou que pode sim rever a idade de aposentadoria para as mulheres, podendo ser alterada de 62 para 60 anos. Isso indica que o governo trabalha com uma aprovação que não vai englobar a totalidade do texto atual e, consequentemente, a economia total que essa proposta inicialmente poderia gerar.

Alguns analistas de mercado já dizem que o “corte” aceitável seria de até 30% do atual pacote de medidas e, portanto, sairíamos de um valor 1,1 trilhão de reais em 10 anos para 700 bilhões de reais no mesmo período. Vale ressaltar que o valor já é maior do que o da antiga proposta do ex-presidente Temer, e já geraria um alívio nas contas públicas, ainda mais ao longo dos anos. Porém, ficamos com o sentimento de que poderia ser melhor.

Todos esses detalhes acabaram por prejudicar um pouco o mercado interno, tanto que o saldo acumulado de investimento estrangeiro em nossa bolsa em fevereiro foi negativo 2,6 bilhões de reais, somando-se a uma saída de capital em 2019 de 1.094 bilhão de reais. Outro ponto que demonstra o impacto e a volatilidade que toda essa demora provoca é o índice acionário. O Ibovespa, em fevereiro, fechou com uma queda de 1,86%, com 95.584 pontos, e isso sem falar da curva de juros futuros e sua abertura em todos os vértices, precificando essa demora e, claro, um cenário mais difícil e volátil para os próximos meses.

Esses juros apontam para um claro sinal da necessidade de ajuste fiscal. Assim, o recado está dado: caso a reforma não passe, o Brasil terá sérios problemas de desenvolvimento ao longo dos próximos anos, que permearão crescimento econômico (PIB), controle inflacionário, medidas fiscais e monetárias, manutenção do patamar de juros e devolução do grau de investidor.

O senso de urgência sobre a aprovação da reforma é verdadeiro e está presente nas discussões da população, bem como na opinião pública. Nunca estivemos em um cenário tão favorável para esses ajustes como agora, e devemos acompanhar o quão hábil o governo conseguirá ser para que atenda os anseios da sociedade, dos políticos e partidos e, principalmente, do nosso país. Charles Chaplin já dizia que “a persistência é o caminho do êxito”, portanto, esperamos que o atual governo tenha essa persistência.

*Rodrigo Franchini é estrategista de produtos da Monte Bravo, empresa de assessoria de investimentos que figura entre as três principais do país.

Icatu Seguros reforça posição de liderança em previdência 1871

Icatu Seguros reforça posição de liderança em previdência

César Saut agradeceu confiança dos mais de 6,5 milhões de clientes

A Icatu Seguros reforça, mais uma vez, sua posição de liderança em portabilidade líquida de Previdência. O resultado, segundo o Vice-Presidente Corporativo do Grupo Icatu, César Saut, “mostra que cada vez mais clientes de Previdência escolhem trazer seus recursos para a Icatu e decidem manter seus investimentos na companhia. Os ativos sob gestão já superaram os R$ 28 bilhões, o que representa mais que a soma de todas as seguradoras independentes do mercado”, explica.

Reprodução
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A seguradora cresce em todos os segmentos em que atua. “Este resultado só é possível pela oferta de um conjunto único de soluções, que envolve a performance dos produtos, a qualidade técnica e operacional dos processos e o investimento na transformação digital”, analisa Saut. “Acima de tudo, o que mais contribuiu para este desempenho é a confiança de mais de 6,5 milhões de pessoas que acreditam no nosso trabalho. Muito obrigado por acreditar na gente. Conte com nosso esforço e dedicação sempre”, completou em uma publicação em rede social.

A Icatu Seguros é uma empresa especialista em oferecer as melhores soluções o planejamento do futuro, proteção do presente e realização de projetos em cada fase da vida. Saiba mais neste endereço.

Grupo MBM é a seguradora oficial da Fenamilho pelo 2º ano consecutivo 451

Grupo MBM é a seguradora oficial da Fenamilho pelo 2º ano consecutivo

Evento acontece de 17 a 26 de maio, no Parque de Exposições de Patos de Minas

A Fenamilho é uma das festas agropecuárias mais famosas de Minas Gerais e reunirá públicos de diferentes Estados. “Concretizamos a parceria da cobertura do Seguro AP Eventos do MBM pela segunda vez consecutiva. Isso afirma nossa expertise e vasta experiencia no ramo de seguros de acidentes pessoais”, comenta Marinalda dos Santos Dias, gerente da filial MBM de Minas Gerais.

“A consolidação da cobertura do AP para a festa se deu através de um trabalho em conjunto entre o Grupo MBM, o Sindicato dos Produtores Rurais, juntamente com a Cooptrade Corretora de Seguros. Agradeço, mais uma vez, a parceria de longa data”, complementa Marinalda.

A Festa Nacional do Milho é a maior festa agropecuária do estado de Minas Gerais, realizada na cidade de Patos de Minas, desde 1959. São 60 anos de história e muita tradição de uma festa que tem encantado e embalado as emoções de gerações de patenses, mineiros e brasileiros.

“É importante destacar que nosso conhecimento se aplica em eventos dos mais variados portes, como shows, feiras, workshops e palestras”, completa Alexsander Kaufmann, superintendente comercial do MBM.

A cada ano, o Parque de Exposições Sebastião Alves do Nascimento – a casa da Fenamilho, recebe milhares de visitantes, entre conterrâneos e turistas das mais diversas regiões do país, que vêm prestigiar as inúmeras atrações e desfrutar de momentos inesquecíveis e mais que especiais desta grande festa. Um clima de descontração e alegria contagia a cidade de Patos de Minas, que acolhe a todos com carinho e a generosa hospitalidade mineira.

Mais informações sobre o evento estão disponíveis neste endereço.

Alberto Souza Jr. conquista Top of Table do MDRT em 2019 320

Foto: Matheus Pé/JRS

CEO & Founder do Grupo Life Brasil tem trabalho referendado pela maior instituição do setor em nível mundial

Certificado emitido pelo MDRT / Divulgação
Certificado emitido pelo MDRT / Divulgação

CEO & Founder do Grupo Life Brasil, Alberto Souza Jr. conquistou também em 2019 a posição de Top of The Table, concedido pela Million Dollar Round Table (MDRT). O executivo é MCC State responsável por toda a Região Sul do Brasil, pela instituição.

O certificado referenda por mais uma oportunidade todo o trabalho desenvolvido por Alberto Souza Jr. no setor de seguros. Alberto é autor de obras como “A Lógica – Como faturar milhões com Seguro de Vida” e “Vendedor C.O.U.G.A.T.I.”, ambas com repercussão e destaque internacional.

As leituras enriquecedoras e que agregam valor aos profissionais do seguro no Brasil estão disponíveis para envio imediato e por um valor promocional. Para adquirir “Vendedor C.O.U.G.A.T.I.”, clique aqui. Já para adquirir “A Lógica – Como faturar milhões com Seguro de Vida”, clique aqui.

Omnichannel: empodere o seu cliente e aumente as vendas 314

Omnichannel: empodere o seu cliente e aumente as vendas

Confira artigo de Rafael Reolon, diretor de expansão da SetaDigital

No final de abril, o Magazine Luiza, conhecido também por Magalu, anunciou a compra da Netshoes em uma negociação estimada em 62 milhões de dólares. É fato que a gigante do comércio eletrônico de esportes e moda acumula anos de prejuízos, dificuldades para controlar seus custos e nenhum sinal de reação a partir do seu único canal de vendas, o site de suas marcas. Em contrapartida, nos últimos três anos, o Magazine Luiza apresentou uma valorização de quase 17.000% no valor de suas ações, crescimento esse que pode ser creditado ao sucesso obtido em sua missão de criar um varejo no modelo omnichannel, com uma forte presença por meio de sua rede de 900 lojas aliada à eficiência logística e uma estratégia digital inovadora, que é aplicada a partir de seu e-commerce e de outros canais tecnológicos.

Há alguns anos, muito especula-se sobre o fim do varejo tradicional como conhecíamos antes do advento das conexões de internet velozes e dos smartphones. Gurus mais apocalípticos arriscaram até um palpite sobre o fim das lojas físicas. Porém, esse movimento da Magalu acaba por decretar, de uma vez por todas, que presença local e relacionamento continuam sendo fatores de sucesso, inclusive, passamos por um momento em que se coloca em xeque a viabilidade de varejos exclusivamente digitais, que dificultam o contato e a experiência do cliente.

O cliente já é omnichannel. Esta frase tem sido repetida como um mantra nas reuniões estratégicas de todas as empresas que discutem o futuro dos seus negócios. Para simplificar, o termo em inglês poderia ser facilmente substituído, resumindo a sentença em: o cliente quer ter o poder de decidir o que é melhor para ele.

Nos últimos anos, o varejo vem enfrentando uma série de mudanças significativas, entre elas, a redução de fluxo de clientes nas lojas, o maior acesso à informação pelo consumidor para tomada de decisão da compra, o aumento da exigência de nível de serviço, o crescimento da disponibilidade de marcas e produtos e a competição entre canais de venda físicos e digitais.

Tudo indica que a melhor solução para as empresas enfrentarem este cenário é otimizar o aproveitamento dos seus canais, utilizando o que cada um oferece de melhor. O acesso à informação e a disponibilidade entregues pelos canais digitais podem caminhar de mãos dadas com o relacionamento e experiência presencial proporcionados pelos canais físicos.

Dentro deste contexto, as lojas físicas deixam de cumprir apenas com o papel de ser um ponto de venda, mas recebem as atribuições de ponto de logística, compartilhando seus estoques com a rede e disponibilizando espaços para troca e retirada de produtos. Tornam-se também o ponto de relacionamento, onde o cliente pode tirar dúvidas, experimentar e ter contato com produtos e serviços que poderão ser entregues pelo e-commerce ou, até mesmo, por outras lojas.

Além dos benefícios relacionados à melhoria da experiência do cliente, as empresas que obtiverem sucesso ao desenvolver uma sinergia entre seus canais, consequentemente se beneficiarão também de uma melhoria no giro de seus estoques, assim como do aumento nas vendas e da otimização da utilização dos recursos de marketing e logística.

Para obter sucesso nesse desafio, é importante observar cuidadosamente as peculiaridades relacionadas aos pilares que envolvem pessoas, processos e tecnologias existentes em cada um dos canais. As lojas físicas, provavelmente, terão dificuldades ao encarar os desafios de marketing digital e termos como SEO, inbound marketing, rede de display, SAC, entre outros. Em contrapartida, para as lojas virtuais, gerenciar PDV, TEF, visual merchandising, aluguel percentual de shopping e metas de vendas poderão ser novidades difíceis de digerir inicialmente.

Além disso, ainda existe a dificuldade tecnológica de integrar os diversos sistemas que as empresas utilizam com a finalidade de automatizar os processos entre os canais e promover consistência na experiência do consumidor.

O futuro do varejo está nas mãos das empresas que conseguirem encontrar o equilíbrio e serem mais eficientes com os seus canais, pois nesta nova realidade de mercado, o cliente ganha, e muito. E com o leque de possibilidades que se abre, as lojas também ganham.

*Rafael Reolon é diretor de expansão da SetaDigital, empresa desenvolvedora de sistemas especialistas em lojas de calçados. O executivo apresenta, no dia 22 de maio, a partir das 13h, uma palestra sobre o tema durante a SICC (Salão Internacional do Couro e do Calçado), evento do setor de calçados que acontece em Gramado, no Rio Grande do Sul.

Salão Internacional do Couro e do Calçado (SICC)

Quando: De 20 a 22 de maio de 2018.
Horário: das 9h às 19h.
Local: Serra Park.
Endereço: Rua Viação Férrea, 100 – Três Pinheiros, Gramado – RS.
Mais informações: neste endereço.

Diretor comercial do Grupo MBM assume mandato na FenaPrevi 253

Diretor comercial do Grupo MBM assume mandato na FenaPrevi

Luiz Eduardo Dilli Gonçalves integra o Conselho Fiscal até 2022

O diretor comercial do Grupo MBM, Luiz Eduardo Dilli Gonçalves, integra o Conselho Fiscal da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), entidade que reúne 67 seguradoras e entidades abertas de previdência complementar no País.

O evento de posse da CNseg e Federações (Fenseg, FenaPrevi, FenaSaúde e FenaCap) para o triênio 2019-2022 reuniu cerca de 400 participantes em confraternização do setor, em São Paulo, no dia 09 de maio. “Posso afirmar que estou muito feliz com essa oportunidade e garanto que eu, juntamente com o MBM, contribuirei para que o setor se fortaleça ainda nos próximos anos”, comenta Dilli.

A FenaPrevi é uma associação civil sem fins lucrativos, afiliada à Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg).