A tão necessária e esperada reforma da Previdência 486

A tão necessária e esperada reforma da Previdência

Confira artigo do estrategista Rodrigo Franchini

Muito se questiona a respeito da reforma previdenciária do novo governo. Ela é realmente necessária? E se for, em qual medida precisa ser feita? Existe essa urgência toda? Todas essas dúvidas são pertinentes e reais e as respostas vão impactar o futuro de milhares de contribuintes brasileiros.

O fato é que os números são preocupantes: o Brasil atualmente possui um gasto astronômico considerando que ainda é um país jovem, e esses custos só tendem a crescer com o passar dos anos. Hoje, a dívida pública representa 77% do PIB e ela aumenta a cada resultado ruim, o que faz com que, literalmente, a conta não feche. Sem a reforma, o déficit da Previdência deve chegar a 300 bilhões de reais em 2019.

Esse panorama demonstra a dimensão do nosso atual problema fiscal. Por isso, é natural vermos a saída de capital estrangeiro do País, seja ele especulativo e/ou real. O grande investidor se preocupa com as contas públicas e os ajustes fiscais que o Brasil precisa fazer ao longo dos próximos anos e, desta forma, a reforma da Previdência promete colocar as contas públicas se não em perfeito estado, pelo menos no caminho para tal.

A reforma proposta pelo governo Temer anunciava que poderia gerar uma economia de 400 bilhões de reais, já a nova promete uma economia R$ 1,1 trilhão de reais para os próximos 10 anos e 4 trilhões de reais para os próximos 20 anos, além de também ser mais abrangente no que tange as classes atingidas.

Pois bem, se ela é tão benéfica para o País, porque existe um temor em relação a sua aprovação, assim como o prazo da tramitação dessa proposta, seja no Congresso ou na Câmara? A resposta é simples: o jogo político precisa ser jogado, e essa será a primeira grande batalha do governo Bolsonaro. Podemos dizer, inclusive, que essa aprovação deve nortear o caminho para os seus próximos quase quatro anos de mandato.

Existe ainda uma resistência por parte de alguns partidos, e políticos, em relação a aprovação, além de alguns pontos que precisam ser negociados, e é justamente nesse cenário que o novo governo precisará contar com muita manobra política e políticos experientes nas famosas negociações de bastidores para que consiga a aprovação.

Rodrigo Maia declarou recentemente que a aprovação da reforma deve ficar para junho e ressaltou, em uma indireta para o atual governo, que a solução vai depender da capacidade de diálogo entre as partes, ou seja, as negociações deverão e precisarão ser mais intensas e assertivas, seja em relação aos ajustes do texto ou nas concessões de benefícios.

O próprio governo já admite fazer alguns ajustes, tanto que o próprio presidente avisou que pode sim rever a idade de aposentadoria para as mulheres, podendo ser alterada de 62 para 60 anos. Isso indica que o governo trabalha com uma aprovação que não vai englobar a totalidade do texto atual e, consequentemente, a economia total que essa proposta inicialmente poderia gerar.

Alguns analistas de mercado já dizem que o “corte” aceitável seria de até 30% do atual pacote de medidas e, portanto, sairíamos de um valor 1,1 trilhão de reais em 10 anos para 700 bilhões de reais no mesmo período. Vale ressaltar que o valor já é maior do que o da antiga proposta do ex-presidente Temer, e já geraria um alívio nas contas públicas, ainda mais ao longo dos anos. Porém, ficamos com o sentimento de que poderia ser melhor.

Todos esses detalhes acabaram por prejudicar um pouco o mercado interno, tanto que o saldo acumulado de investimento estrangeiro em nossa bolsa em fevereiro foi negativo 2,6 bilhões de reais, somando-se a uma saída de capital em 2019 de 1.094 bilhão de reais. Outro ponto que demonstra o impacto e a volatilidade que toda essa demora provoca é o índice acionário. O Ibovespa, em fevereiro, fechou com uma queda de 1,86%, com 95.584 pontos, e isso sem falar da curva de juros futuros e sua abertura em todos os vértices, precificando essa demora e, claro, um cenário mais difícil e volátil para os próximos meses.

Esses juros apontam para um claro sinal da necessidade de ajuste fiscal. Assim, o recado está dado: caso a reforma não passe, o Brasil terá sérios problemas de desenvolvimento ao longo dos próximos anos, que permearão crescimento econômico (PIB), controle inflacionário, medidas fiscais e monetárias, manutenção do patamar de juros e devolução do grau de investidor.

O senso de urgência sobre a aprovação da reforma é verdadeiro e está presente nas discussões da população, bem como na opinião pública. Nunca estivemos em um cenário tão favorável para esses ajustes como agora, e devemos acompanhar o quão hábil o governo conseguirá ser para que atenda os anseios da sociedade, dos políticos e partidos e, principalmente, do nosso país. Charles Chaplin já dizia que “a persistência é o caminho do êxito”, portanto, esperamos que o atual governo tenha essa persistência.

*Rodrigo Franchini é estrategista de produtos da Monte Bravo, empresa de assessoria de investimentos que figura entre as três principais do país.

Participação da Argo Seguros em Santa Catarina dobra de tamanho em doze meses 634

Ivor Moreno é Gerente de Transportes da Argo Seguros / Divulgação

Multinacional americana atingiu R$ 8 mi em prêmios emitidos na região

Nos últimos doze meses, os negócios da Argo Seguros dobraram de tamanho no estado de Santa Catarina. Nesse período, a operação da multinacional americana – especializada em Transportes e outros nichos – passou de R$ 4 milhões de prêmio emitido para R$ 8 milhões na região.

A companhia tem focado em parcerias locais, principalmente pelo bom momento em que vive o estado, para expandir os seus negócios. Em conjunto com a Fetransporte Brasil – uma assessoria de seguros especializada em transporte de cargas – a seguradora segue ampliando seu portfólio numa região considerada estratégica.

José Vidal Maciel (sócio da Átima Corretora de Seguros); Mauro Almeida (gerente de Prevenção de Perdas da Multilog); Rogério Bruch (diretor Comercial Fetransporte Brasil); Ivor Moreno (gerente de Transportes da Argo Seguros); e Renato Benatti (gerente Administrativo da Multilog) / Divulgação
José Vidal Maciel (sócio da Átima Corretora de Seguros); Mauro Almeida (gerente de Prevenção de Perdas da Multilog); Rogério Bruch (diretor Comercial Fetransporte Brasil); Ivor Moreno (gerente de Transportes da Argo Seguros); e Renato Benatti (gerente Administrativo da Multilog) / Divulgação

Com quatro portos importantes – Imbituba, Itajaí, Navegantes e São Francisco do Sul – e rota obrigatória entre a região sul e outros mercados, como São Paulo e Rio de Janeiro, a expansão em Santa Catarina é motivo de muita comemoração.

“Esse Estado é de fundamental importância para o comércio exterior e para o segmento de transporte rodoviário, dois setores em que nos destacamos muito. Tanto que estamos entre as cinco seguradoras do país, mesmo com apenas sete anos de operação no Brasil”, afirma Ivor Moreno, gerente de Transportes da Argo Seguros.

O aumento na demanda tem levado diversas empresas da região a expandirem seus negócios e buscarem proteção para suas operações. Um bom exemplo é contrato firmado recentemente com a Multilog, um dos maiores operadores logísticos do Brasil, com R$ 525 milhões de faturamento.

Salvatore Lombardi Jr é diretor de Transportes da Argo Seguros e Head of Latin America Marine do Grupo Argo / Divulgação
Salvatore Lombardi Jr é diretor de Transportes da Argo Seguros e Head of Latin America Marine do Grupo Argo / Divulgação

Com mais de 300 empresas seguradas somente em Santa Catarina, parte desse sucesso se deve ao gerenciamento de risco que a Argo Seguros oferece aos seus clientes, inclusive desenvolvendo materiais de orientação e segurança, além de treinamentos periódicos realizados com empresas especializadas, interna e externamente.

“Mais do que um excelente desempenho, os números revelam nossa capacidade em atender demandas específicas e a qualidade de atendimento que oferecemos aos nossos parceiros, corretores e segurados”, acredita Salvatore Lombardi Jr, diretor de Transportes da Argo Seguros e Head of Latin America Marine do Grupo Argo.

Vale lembrar que em todo o Brasil, a Argo Seguros cresceu 18% no primeiro semestre, em comparação ao mesmo período do ano passado, com atingimento de mais de 109% das metas estabelecidas. A seguradora registrou R$ 131,5 milhões de prêmio emitido, bem acima dos R$ 111,5 milhões alcançados em 2018, gerando um lucro operacional recorde desde que a multinacional se estabeleceu no país, em 2012.

Mongeral Aegon promove encontro com Sincor-SP 774

Encontro Mongeral Aegon e Sincor-SP / Divulgação

Companhia completa 185 anos em janeiro

A seguradora multinacional Mongeral Aegon recebeu na sua sede, na cidade do Rio de Janeiro, as diretorias executiva e regional do Sincor-SP. O encontro aconteceu nos últimos dias 8 e 9 de agosto. Na ocasião, os participantes puderam conhecer um pouco das instalações da companhia, que completa 185 anos em janeiro, além de participar de reuniões e palestras com a diretoria e lideranças da seguradora. Foram apresentados temas como as oportunidades do mercado de vida e previdência e as ações de valorização realizadas pela companhia para os corretores.

“Este encontro foi muito importante para, além de conhecer as instalações da Mongeral Aegon no Rio de Janeiro, estreitarmos ainda mais os laços enquanto distribuidores deste mercado. O convite certamente é uma demonstração de prestígio que será recompensada com muita parceria e produção”, comentou Alexandre Camillo, presidente do Sincor-SP.

Para Marco Antônio Gonçalves, vice-presidente do Conselho Consultivo da Mongeral Aegon, é fundamental realizar estas ações juntamente com o mercado. “Neste ano, já realizamos um encontro nacional com os presidentes dos sindicatos e com a diretoria da Fenacor, que foi muito proveitoso. Agora, estamos nos aproximando cada vez mais das iniciativas locais, e o encontro com o Sincor-SP foi o que deu início a estas iniciativas da companhia. Tenho certeza de que todos saíram do encontro com ideias para estreitar ainda mais a aliança com a seguradora e com o mercado de vida”, comentou o executivo.

Previsul Seguradora apoia o Risorama 2019 617

Previsul Seguradora apoia o Risorama 2019

Até novembro, serão 16 apresentações em oito diferentes cidades

A Previsul e a Caixa Seguradora são apoiadoras do Risorama 2019, pioneiro e um dos maiores festivais de humor do Brasil. Até novembro, serão 16 apresentações em oito diferentes cidades como Londrina, Maringá, Joinville, Porto Alegre, Campinas, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Chapecó. O apoio se dá via Lei de Incentivo Fiscal.

“A expertise da Previsul é cuidar das pessoas. Somos uma seguradora que tem como carro-chefe a comercialização de seguros de pessoas, garantindo tranquilidade e bem-estar aos segurados. Acreditamos que sorrir, dar risada e estar alegre é algo muito importante para o bem-estar de todos. E o Risorama proporciona exatamente isso: momentos de descontração que trazem bem-estar às pessoas”, afirma o presidente Renato Pedroso.

“O corretor de seguros, principal parceiro da Previsul, não poderia ficar fora disso. Por isso, estamos realizando ações, conforme as praças das apresentações, para presenteá-lo com pares de ingresso, proporcionando momentos de bem-estar”, diz Andréia Araújo, diretora de Negócios e Marketing.

Nomes como Hallorino Jr, Marcus Cirillo, Patrick Maia, Criss Paiva, Giovanna Fagundes, Guri de Uruguaiana, Diogo Portugal e Rafael Cortez se apresentarão no Risorama, que tem como principal diferencial o seu formato. Considerada a “balada do humor”, o evento é produzido em espaços que se transformam em um grande bar, como um verdadeiro e amplo comedy club itinerante, com cadeiras e mesas compartilhadas, serviço de garçom e venda de bebidas e comidas de boteco. “O Risorama foi pioneiro em seu formato no Brasil. O público pode dar boas risadas, comer umas comidinhas de boteco, tomar uma boa cerveja com os amigos e aproveitar o show dentro desse clima”, completa Diogo Portugal, humorista paranaense que faz a curadoria do evento. A programação e venda de ingressos está disponível neste site,

Com 113 anos de atuação, a Previsul Seguradora é referência em seguro de pessoas no Brasil. Está presente em 12 estados brasileiros, com aproximadamente 30 pontos de atendimento em todo o país, que oferecem todo o suporte para o corretor, principal parceiro da Previsul.

Grande maioria dos beneficiários de planos de saúde está satisfeita com serviços 660

Grande maioria dos beneficiários de planos de saúde está satisfeita com serviços

Pesquisa do Ibope realizada em parceria com o IESS mostra ainda que a oferta do benefício influencia a escolha do emprego

Cerca de 80% dos beneficiários estão satisfeitos com os serviços oferecidos pelos planos de saúde no País. Esse é um dos principais resultados de pesquisa realizada pelo IBOPE em parceria com o Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), divulgada esta semana. O levantamento ouviu 3,2 mil pessoas entre os dias 29 de abril e 17 de maio de 2019. Essa é a terceira edição do estudo, realizado desde 2015. O índice de satisfação com os serviços é o mesmo registrado no levantamento de 2017 e superior ao de quatro anos atrás.

A diretora-executiva da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), Vera Valente, destacou a importância dos planos de saúde para a população brasileira. “A pesquisa mostra, mais uma vez, que quem tem plano de saúde privado se sente satisfeito e bem atendido. O desafio é criar mecanismos, baseados na lei, que permitam que muito mais pessoas possam ter seu plano, seja individual, seja coletivo, com maior acesso à saúde de qualidade”, afirmou.

A aprovação aos serviços aumenta à medida em que são utilizados. Do total de beneficiários que precisaram de internação nos últimos 12 meses, 83% se sentiram muito satisfeitos ou satisfeitos.

A taxa de recomendação é também bastante alta, chegando a 80%. E o desejo de continuar com a contratação do serviço aumenta de acordo com a idade, saltando de 60%, para aqueles com menos de 35 anos, para 74% entre os que têm mais de 65 anos.

A percepção de qualidade do serviço vem crescendo. O atendimento é o principal motivo de satisfação com os planos de saúde para 55% dos entrevistados, ante 24% registrados na pesquisa de 2015. Em relação aos canais de atendimento, 75% consideraram que as informações obtidas foram suficientes.

A pesquisa também mostra como a oferta do benefício de um plano de saúde influencia a decisão de aceitar ou não uma nova oportunidade de trabalho. A quase totalidade dos entrevistados (97%) indicou que é muito importante que as empresas ofereçam planos de saúde aos seus colaboradores.

O desemprego é a principal razão alegada pelos entrevistados para deixar de utilizar os serviços dos planos de saúde. “O acesso a um plano de saúde privado está diretamente relacionado a emprego e renda”, disse Valente. “Como não temos perspectivas de geração expressiva de novos empregos no curto e médio prazo, é importante buscarmos caminhos de viabilidade para a volta da oferta de planos individuais”, alertou. Segundo a pesquisa, essas novas alternativas poderiam atender a 73% dos entrevistados que hoje não contam com um plano de saúde, mas gostariam de contratar o serviço.

Governo vai enviar à Câmara PEC com sistema de capitalização 586

Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Confirmação foi realizada pelo ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni

O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, disse no sábado (10) que o governo vai enviar “nas próximas semanas” à Câmara dos Deputados proposta de emenda à Constituição (PEC) que institui o modelo de capitalização no sistema previdenciário. A capitalização é um sistema em que cada trabalhador tem uma conta individual de Previdência.

Onyx afirmou que a equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes, está finalizando a proposta. “Ali está o grande futuro do Brasil. Não apenas na questão previdenciária, mas preponderantemente como instrumento e alavanca de ampliar a poupança interna e trazer, assim, a libertação do Brasil do capital externo” disse Onyx, antes de participar do evento Marcha para Jesus, que teve a presença do presidente Jair Bolsonaro.

O ministro afirmou ainda que defende a contribuição patronal na capitalização, mas destacou que a equipe econômica ainda está trabalhando na proposta. “Eu defendo, por exemplo, que tenhamos optativamente ou fundo de capitalização ou poupança individual para a aposentadoria”, acrescentou. “É a Lei Áurea para o Brasil, na minha visão, do Brasil econômico a PEC da capitalização”.

O sistema de capitalização integrava a proposta de reforma da Previdência enviada pelo governo federal em fevereiro, mas o relator da PEC na Comissão Especial da Câmara, deputado Samuel Moreira (PMDB-SP), retirou esse item do seu parecer.