Avanço Tecnológico: passado, presente e futuro 324

Avanço Tecnológico: passado, presente e futuro

Confira o artigo de Lucas Cordeiro, Head de Vendas da Pipefy

Os seres humanos estão no planeta Terra há aproximadamente 300 mil anos. Em todo esse tempo neste planeta maravilhoso e cheio de recursos, os humanos nunca viveram esse boom de avanço tecnológico que está sendo vivenciado hoje. Existem várias razões do motivo disso estar acontecendo, mas eu sempre gosto de reforçar duas: conforme o tempo passa, o conhecimento está cada vez mais acessível, e evolução e avanço geram mais evolução e avanço.

Em eras passadas, era extremamente difícil passar conhecimento de geração para geração, muito porque não haviam línguas evoluídas, apenas sinais e gestos. A primeira língua foi criada pelos Sumérios, por volta de 3 mil a.C. Se colocarmos isso em um gráfico de linha do tempo, vai lhe causar a seguinte reação: “Uau, isso é muito novo!”.

Sim, é muito novo e o seu desenvolvimento é empolgante. É muito mais fácil fazer-se entender quando você fala com alguém que fala sua língua nativa, certo? Mas o que realmente mudou o jogo foi a invenção da imprensa, pelo alemão Gutenberg, em 1.440 d.C. Antes disso, impressões eram feitas praticamente apenas em madeira, o que não era nada escalável. A imprensa fez com que o conhecimento se espalhasse muito mais rápido por meio de livros e, como você bem sabe, ler faz as pessoas ficarem mais espertas. E se você pensa que a língua era relativamente nova, a imprensa foi inventada praticamente “ontem”.

Com o boom do conhecimento, veio a Revolução Industrial, e a imprensa, que era operada manualmente, foi substituída por uma prensa mais automatizada, permitindo a impressão em escala industrial. As pessoas poderiam pensar que a evolução humana estava quase no seu pico neste momento, mas foi no século XX que as coisas realmente decolaram. Carros por todos os lados, aviões voando nos céus, os computadores começaram a mostrar suas supremas capacidades de cálculo, o homem pisa na Lua e, no meio dos anos 90, a internet popularizou-se…

Livros impressos eram rápidos de se passar conhecimento. Mas a internet? Ah, a internet é muito mais rápida. Na verdade, com a internet é possível passar conhecimento, ao vivo, para uma pessoa fisicamente localizada do outro lado do mundo. Nesse momento, por exemplo, você está adquirindo conhecimento de um artigo que está lendo na internet. As coisas evoluíram muito rapidamente!

Por exemplo, imagine levar um homem do ano 1.700 d.C. para os dias de hoje. Ele realmente ficaria em choque com o que veria. O mundo que ele estava acostumado a viver teria mudado insanamente: carros, aviões, celulares, internet. Mas aqui vai o fun fact: para esse cara de 1.700 d.C. causar em outro ser humano o mesmo nível de choque, ele teria que trazer uma pessoa do ano 12.000 a.C. para o ano de 1.700 d.C. Sim, você leu corretamente. E para uma pessoa do ano 12.000 a.C. chocar alguém da mesma forma, ele teria que trazer alguém do ano 120.000 a.C.

Isso tudo ocorre por conta de uma regra simples: se aprendermos e passarmos o conhecimento rapidamente, a evolução é impulsionada. E, conforme o tempo passa, isso parece acontecer cada vez mais rápido. Então, o que nos espera? Eu imagino algo como isso:

É bem importante que você entenda a exponencialidade da evolução. Se você entender isso, vai ficar impressionado com o que as mentes mais brilhantes do mundo estão trabalhando em relação à Inteligência Artificial, que, na minha opinião, pode ser a nova grande revolução da humanidade.

Vou me usar como exemplo. Se eu pudesse voltar no tempo e falar para o meu “eu do passado” como o mundo é hoje, eu provavelmente não acreditaria em mim mesmo. Quando eu nasci, em 1988, computadores estavam começando a ser “algo”, assim como a Internet. Não haviam smartphones. O conhecimento era basicamente compartilhado por meio de livros e enciclopédias. Hoje eu posso perguntar ao Google “quem inventou a escrita?” e receber uma resposta instantânea. Eu posso ouvir as músicas que eu gosto sem ter que comprar CDs ou vinis.

Agora vamos usar nossa máquina do tempo de novo: se você pudesse trazer o seu “eu do futuro” para os dias de hoje, o que você acha que ele diria? Quem pode adivinhar o que os próximos 30, 50, 70 anos vão parecer? Eu realmente acredito que tem muito a ver com Inteligência Artificial.

Existem três tipos de AI (artificial intelligence):

  • Artificial Narrow Intelligence (ANI), traduzido como Inteligência Artificial Específica, que é uma forma de AI especializada em algo (Pôquer, por exemplo; ela sabe tudo sobre Pôquer, é genial jogando Pôquer, mas não faz nada além disso);
  • Artificial General Intelligence (AGI), traduzido como Inteligência Artificial Geral, muito referenciada como Inteligência de Nível Humano. AGI poderia performar qualquer coisa que um humano seria capaz de fazer. AGI ainda não existe.
  • Artificial SuperIntelligence (ASI) é, como definida pelo professor de Oxford e uma das mentes mais brilhantes relacionadas a AI, Nick Bostrom, “um intelecto muito mais inteligente que os melhores cérebros humanos em praticamente todos os campos, incluindo ciência criativa, conhecimentos gerais e técnicas sociais”.

Hoje, o mundo está cheio de ANI. Você encontra ANI em carros autônomos, quando está comprando algo online e a AI te oferece produtos similares, Siri, Google Tradutor, entre outros. Estamos perto de alcançar AGI. Os especialistas mais pessimistas acreditam que é mais provável que tenhamos AGI do que não tenhamos no ano de 2075. Os mais otimistas visualizam um mundo com AGI em 2040. Volte aos gráficos deste artigo e veja o quão perto estamos.

AGI pode mudar o jeito como vivemos hoje. Ela vai substituir muitos trabalhos humanos, então algumas mentes já estão, inclusive, pensando em distribuição global de renda, o que provavelmente será um problema no futuro. Além do mais, AGI irá ajudar vários setores, como a medicina, tecnologia, indústria e outros. Pense nas coisas incríveis que a AGI poderia trazer.

Ok, isso é legal. Mas ASI é bem mais legal. E o caminho para chegar lá é extremamente difícil, excitante e também preocupante, de algumas formas.

Como atesta Nick Bostrom, “ASI seria um intelecto muito mais inteligente que os melhores cérebros humanos”. Para um melhor entendimento deste conceito, eu gosto de usar a imagem da Escada da Inteligência, que coloca os seres humanos como criaturas superiores a formigas, galinhas e macacos. E, claro, nosso cérebro é realmente muito mais evoluído que o desses animais, então a escada se parece com isso:

O mais incrível sobre ASI, é que quanto mais esperta ela fica, mais rápido o poder dela aumenta a sua própria inteligência. Essa é a parte em que se torna excitante e preocupante ao mesmo tempo. Você consegue imaginar uma AI autoevoluindo? Ela pode encontrar conhecimento de uma maneira fora de nossa compreensão. Mesmo que a ASI quisesse tentar nos ensinar algo, seria difícil, porque provavelmente ela falaria de coisas que nós nem ao menos entendemos. Imagine esta situação como se você tentasse ensinar física quântica ao seu cachorro. Ele não entenderia e as pessoas ririam de você ao vê-lo tentar fazer isso.

Especialistas estão convencidos de que chegaremos lá. A principal preocupação e desafio que eles enxergam é como criar uma ASI que pudesse ser controlada, algo gerenciável. Uma das mentes mais brilhantes que já passou pela Terra, Stephen Hawking disse: “O desenvolvimento de uma inteligência artificial completa poderia desencadear na extinção humana”. O Professor Hawking disse que a inteligência artificial básica que já desenvolvemos mostrou-se muito útil, mas ele teme as consequências da criação de algo que poderia igualar ou até passar os humanos.

Por outro lado, Ray Kurzweil, autor norte-americano, cientista da computação, inventor, futurista e Diretor de Engenharia do Google diz para que não temamos a inteligência artificial: “AI não está em uma ou duas mãos; está em 1 ou 2 bilhões. Uma criança na África com um smartphone tem mais inteligência ao acesso de informações do que o presidente dos Estados Unidos tinha 20 anos atrás. Conforme AI continua a ficar esperta, seu uso também crescerá. Virtualmente a capacidade mental de todos será aumentada em uma década”. Basicamente o que ele diz é que, com o crescimento exponencial da AI, os humanos crescerão na mesma proporção.

Kurzweil complementa: “AI hoje está avançando nos diagnósticos de câncer, encontrando curas, desenvolvendo energias renováveis, ajudando a limpar o ambiente, provendo educação de alta qualidade para pessoas do mundo todo, ajudando os deficientes e contribuindo em uma série de outras forma. Temos a oportunidade nas próximas décadas de dar grandes passos para enfrentar os grandes desafios da humanidade. AI vai ser a tecnologia pivô em alcançar esse progresso. Temos um imperativo moral para realizar essa promessa enquanto controlamos o perigo. Não será a primeira vez que conseguimos fazer isso”.

Eu concordo com o Ray. E estou ansioso para viver este futuro.

Bons tempos estão chegando!

Alberto Souza Jr. conquista Top of Table do MDRT em 2019 320

Foto: Matheus Pé/JRS

CEO & Founder do Grupo Life Brasil tem trabalho referendado pela maior instituição do setor em nível mundial

Certificado emitido pelo MDRT / Divulgação
Certificado emitido pelo MDRT / Divulgação

CEO & Founder do Grupo Life Brasil, Alberto Souza Jr. conquistou também em 2019 a posição de Top of The Table, concedido pela Million Dollar Round Table (MDRT). O executivo é MCC State responsável por toda a Região Sul do Brasil, pela instituição.

O certificado referenda por mais uma oportunidade todo o trabalho desenvolvido por Alberto Souza Jr. no setor de seguros. Alberto é autor de obras como “A Lógica – Como faturar milhões com Seguro de Vida” e “Vendedor C.O.U.G.A.T.I.”, ambas com repercussão e destaque internacional.

As leituras enriquecedoras e que agregam valor aos profissionais do seguro no Brasil estão disponíveis para envio imediato e por um valor promocional. Para adquirir “Vendedor C.O.U.G.A.T.I.”, clique aqui. Já para adquirir “A Lógica – Como faturar milhões com Seguro de Vida”, clique aqui.

Omnichannel: empodere o seu cliente e aumente as vendas 314

Omnichannel: empodere o seu cliente e aumente as vendas

Confira artigo de Rafael Reolon, diretor de expansão da SetaDigital

No final de abril, o Magazine Luiza, conhecido também por Magalu, anunciou a compra da Netshoes em uma negociação estimada em 62 milhões de dólares. É fato que a gigante do comércio eletrônico de esportes e moda acumula anos de prejuízos, dificuldades para controlar seus custos e nenhum sinal de reação a partir do seu único canal de vendas, o site de suas marcas. Em contrapartida, nos últimos três anos, o Magazine Luiza apresentou uma valorização de quase 17.000% no valor de suas ações, crescimento esse que pode ser creditado ao sucesso obtido em sua missão de criar um varejo no modelo omnichannel, com uma forte presença por meio de sua rede de 900 lojas aliada à eficiência logística e uma estratégia digital inovadora, que é aplicada a partir de seu e-commerce e de outros canais tecnológicos.

Há alguns anos, muito especula-se sobre o fim do varejo tradicional como conhecíamos antes do advento das conexões de internet velozes e dos smartphones. Gurus mais apocalípticos arriscaram até um palpite sobre o fim das lojas físicas. Porém, esse movimento da Magalu acaba por decretar, de uma vez por todas, que presença local e relacionamento continuam sendo fatores de sucesso, inclusive, passamos por um momento em que se coloca em xeque a viabilidade de varejos exclusivamente digitais, que dificultam o contato e a experiência do cliente.

O cliente já é omnichannel. Esta frase tem sido repetida como um mantra nas reuniões estratégicas de todas as empresas que discutem o futuro dos seus negócios. Para simplificar, o termo em inglês poderia ser facilmente substituído, resumindo a sentença em: o cliente quer ter o poder de decidir o que é melhor para ele.

Nos últimos anos, o varejo vem enfrentando uma série de mudanças significativas, entre elas, a redução de fluxo de clientes nas lojas, o maior acesso à informação pelo consumidor para tomada de decisão da compra, o aumento da exigência de nível de serviço, o crescimento da disponibilidade de marcas e produtos e a competição entre canais de venda físicos e digitais.

Tudo indica que a melhor solução para as empresas enfrentarem este cenário é otimizar o aproveitamento dos seus canais, utilizando o que cada um oferece de melhor. O acesso à informação e a disponibilidade entregues pelos canais digitais podem caminhar de mãos dadas com o relacionamento e experiência presencial proporcionados pelos canais físicos.

Dentro deste contexto, as lojas físicas deixam de cumprir apenas com o papel de ser um ponto de venda, mas recebem as atribuições de ponto de logística, compartilhando seus estoques com a rede e disponibilizando espaços para troca e retirada de produtos. Tornam-se também o ponto de relacionamento, onde o cliente pode tirar dúvidas, experimentar e ter contato com produtos e serviços que poderão ser entregues pelo e-commerce ou, até mesmo, por outras lojas.

Além dos benefícios relacionados à melhoria da experiência do cliente, as empresas que obtiverem sucesso ao desenvolver uma sinergia entre seus canais, consequentemente se beneficiarão também de uma melhoria no giro de seus estoques, assim como do aumento nas vendas e da otimização da utilização dos recursos de marketing e logística.

Para obter sucesso nesse desafio, é importante observar cuidadosamente as peculiaridades relacionadas aos pilares que envolvem pessoas, processos e tecnologias existentes em cada um dos canais. As lojas físicas, provavelmente, terão dificuldades ao encarar os desafios de marketing digital e termos como SEO, inbound marketing, rede de display, SAC, entre outros. Em contrapartida, para as lojas virtuais, gerenciar PDV, TEF, visual merchandising, aluguel percentual de shopping e metas de vendas poderão ser novidades difíceis de digerir inicialmente.

Além disso, ainda existe a dificuldade tecnológica de integrar os diversos sistemas que as empresas utilizam com a finalidade de automatizar os processos entre os canais e promover consistência na experiência do consumidor.

O futuro do varejo está nas mãos das empresas que conseguirem encontrar o equilíbrio e serem mais eficientes com os seus canais, pois nesta nova realidade de mercado, o cliente ganha, e muito. E com o leque de possibilidades que se abre, as lojas também ganham.

*Rafael Reolon é diretor de expansão da SetaDigital, empresa desenvolvedora de sistemas especialistas em lojas de calçados. O executivo apresenta, no dia 22 de maio, a partir das 13h, uma palestra sobre o tema durante a SICC (Salão Internacional do Couro e do Calçado), evento do setor de calçados que acontece em Gramado, no Rio Grande do Sul.

Salão Internacional do Couro e do Calçado (SICC)

Quando: De 20 a 22 de maio de 2018.
Horário: das 9h às 19h.
Local: Serra Park.
Endereço: Rua Viação Férrea, 100 – Três Pinheiros, Gramado – RS.
Mais informações: neste endereço.

Clubcor-MG promove workshop sobre neurofinanças 300

Palestra foi ministrada por André Duarte, CFO da Rede Lojacorr

Presidente Carmem Ribeiro faz abertura do evento: “nosso objetivo é levar informações de qualidade para os corretores” / Divulgação
Presidente Carmem Ribeiro faz abertura do evento: “nosso objetivo é levar informações de qualidade para os corretores” / Divulgação

O Clube dos Corretores de Seguros de Minas Gerais (Clubcor-MG) promoveu nesta terça-feira, dia 14/05, em Belo Horizonte, o workshop “Neurofinanças: como as decisões automáticas afetam nosso resultado pessoal e profissional”. O palestrante foi o sócio-fundador e Chief Financial Officer (CFO)da Rede Lojacorr, André Ogliari Duarte.

“Na correria do dia a dia muitas vezes não temos tempo de falar sobre temas que são fundamentais para o desenvolvimento pessoal e profissional. Nosso objetivo é levar informações de qualidade aos corretores de modo que os auxiliem na tomada de decisões e nos negócios”, ressaltou a presidente do Clubcor-MG, Carmem Ribeiro.

Segundo André Duarte, agir de forma assertiva no campo das finanças é um desafio para muitas pessoas. “Cerca de 95% das nossas decisões de consumo são irracionais. O cérebro procura justificar o que decidimos inconscientemente. Alguma vez você já comprou algo e logo após ficou numa conversa interna explicando a você mesmo porque comprou isso, onde vai usar e porque merecia essa aquisição? Só por isso já começamos a entender que realmente há algo de irracional em nossas decisões de consumo”, explica.

Carmem Ribeiro (presidente do Clubcor-MG), palestrante André Duarte (CFO da Rede Lojacorr) e Janaina Luz (diretora Social do Clube) / Divulgação
Carmem Ribeiro (presidente do Clubcor-MG), palestrante André Duarte (CFO da Rede Lojacorr) e Janaina Luz (diretora Social do Clube) / Divulgação

Para alcançar o equilíbrio financeiro, o primeiro passo é entender a origem comportamento financeiro que está cristalizado em cada um de nós. “A nossa história de vida, estrutura familiar, a imposição da sociedade e as crenças podem influenciar em nossas decisões de consumo hoje”, afirma.

 

De acordo com o executivo, não há “receita de bolo” quando se trata de finanças pessoais. “É necessário mudar os hábitos, ter força de vontade, tomar decisões mais conscientes. Quem não constrói o futuro que deseja terá que aceitar o futuro que vier”, ensina.

Novos associados ao Clubcor-MG

Após a palestra, os diretores do Clubcor-MG entregaram os certificados aos novos associados da entidade. “Vocês são a razão de existir do Clube. Agradecemos a confiança depositada nesta gestão. Sejam muito bem-vindos!”, saudou a diretora social, Janaina Luz.

Novos associados do Clubcor-MG recebem as boas-vindas da diretoria / Divulgação
Novos associados do Clubcor-MG recebem as boas-vindas da diretoria / Divulgação

Grupo Icatu Seguros compra carteira de capitalização da SulAmérica 1250

Grupo Icatu Seguros compra carteira de capitalização da SulAmérica

Negócio inclui compra das ações da SulAmérica na CaixaCap

O Grupo Icatu Seguros, líder entre as seguradoras independentes de Vida, Previdência e Capitalização, assinou nesta segunda-feira, 13, acordo para a aquisição da carteira de capitalização da SulAmérica. O negócio inclui ainda a compra das ações da SulAmérica na CaixaCap, na qual a Icatu aumenta a sua participação de 24,5% para 49%, o que reforça o compromisso da companhia com a Caixa Econômica Federal.

A efetivação da operação está sujeita à aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) e da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP).

No segmento de capitalização, a SulAmérica atua nas modalidades incentivo e instrumento de garantia e, em 2018, somou R$ 737 milhões em arrecadação. O acordo preserva as condições contratadas pelos atuais clientes da SulAmérica.

O negócio consolida a participação da Icatu neste segmento com a 4ª posição no ranking de faturamento de empresas de capitalização no país e uma arrecadação de aproximadamente R$ 2 bilhões, com base no faturamento de 2018.

O movimento segue em linha com a estratégia da Icatu de expandir sua participação em todas as linhas de negócio em que atua. Para Luciano Snel, presidente da Icatu Seguros, “a aquisição amplia nossa posição no mercado de capitalização e na oferta de produtos e soluções sob medida. Seguimos interessados em avaliar oportunidades de crescimento e que gerem valor para nossos clientes, seja com novas empresas ou parceiros atuais”.

Entre as movimentações recentes neste segmento, a Icatu, que já é sócia do Banco do Brasil e da Caixa Econômica em capitalização, se uniu ao Banrisul na criação da Rio Grande Capitalização para a venda de seus produtos nos canais de distribuição do banco. Em 2018, a Icatu comprou a totalidade dos ativos e as operações da Cardif Capitalização no Brasil.

“O grande foco da carteira da SulAmérica é o instrumento de garantia para o mercado imobiliário, modalidade com a qual estamos muito otimistas para os próximos anos, principalmente com as mudanças trazidas pelo novo marco regulatório”, destaca Marcelo Oliveira, diretor de Capitalização da Icatu Seguros. “Tivemos um crescimento de 14% em faturamento no último ano e nossas expectativas são muito positivas para 2019. Estamos encerrando o 1º trimestre com um avanço de 18% em relação ao mesmo período do ano passado”, conclui.

Porto Seguro Consórcio cresce 36% no Rio de Janeiro 292

Porto Seguro Consórcio cresce 36% no Rio de Janeiro

Número de clientes ativos e de cotas comercializadas pela empresa foi superior ao aumento total observado no segmento consorcial da região

Planejar a compra de um bem por meio de planos de consórcio é uma realidade para muitos brasileiros. Cada vez mais pessoas estão buscando esse recurso para aplicar o próprio dinheiro e garantir a aquisição de um imóvel ou de um carro. Seguindo essa tendência de mercado, a Porto Seguro Consórcio registrou um crescimento, no Rio de Janeiro, de 36% na quantidade de cotas comercializadas no final de 2018, em comparação com o ano anterior.

Esse aumento foi bastante superior ao registrado nas cotas comercializadas do segmento consorcial no Estado, que ficou em 4,2%. A empresa também cresceu a um ritmo maior que o do mercado no quesito clientes ativos: a Porto Seguro Consórcio terminou 2018 com um aumento de 8,9%, em comparação a 2017. Já em relação ao desempenho do segmento no Estado do Rio de Janeiro, esse número subiu para 1,6% no mesmo período avaliado.

“Esse resultado mostra que estamos no caminho certo ao direcionarmos nossos esforços para as necessidades do cliente. O consórcio de imóveis e veículos da Porto Seguro possui planos que se adequam ao perfil de cada um e isso é um importante diferencial na hora da contratação. Por isso, a adesão vem crescendo ao longo dos últimos anos, especialmente no Estado do Rio de Janeiro, onde as pessoas estão percebendo cada vez mais que o consórcio é uma maneira inteligente de aplicar o seu dinheiro e garantir o tão sonhado patrimônio”, afirma o diretor comercial Rio de Janeiro Porto Seguro, Marcos Silva.

Com o consórcio de imóveis da Porto Seguro o cliente pode comprar uma casa ou um apartamento, construir, reformar ou comprar um terreno com parcelas a partir de R$ 349,00 e até 200 meses para pagar. Além do sorteio mensal, é possível dar lances, inclusive usando o FGTS, de acordo com as regras da Caixa Econômica Federal, para ampliar as chances de ser contemplado. Já o consórcio de veículos da Porto Seguro oferece parcelas mensais a partir de R$ 534,59, planos com até 80 meses para pagar e taxas diferenciadas, além de diferentes opções de marcas e modelos de veículos novos e usados. Os produtos podem ser contratados por meio de um corretor de seguros ou no site da Porto Seguro.