QG do JRS no litoral gaúcho é palco de grandes reflexões sobre o setor de seguros 1174

Executivos abordam produtos, inovação e desafios do mercado para 2019

O ano começou com grandes reflexões sobre o setor de seguros, previdência e capitalização no QG do JRS no litoral gaúcho. Localizada na Praia de Rainha do Mar, em Xangri-lá (RS), a casa de verão recebe diversos ícones do mercado todos os finais de semana. Os encontros são realizados há quase 15 anos.

“As coisas ruins sempre nos fazem mais fortes, resistentes e resilientes”, declarou Guacir Bueno, presidente do Sindicato das Seguradoras do Rio Grande do Sul (Sindseg/RS). Neste sentido, diversos operadores analisaram dados, informações e expectativas para um ano de grandes desafios como 2019.

“Que nós consigamos operar ainda melhor todas as nossas operações, com comprometimento ainda maior com a essência do nosso trabalho que é o consumidor”, deseja Bueno. “As pessoas que consomem seguro merecem e tem de ter todo o nosso cuidado e preocupação com a qualidade em tudo que nós oferecemos”, completou.

Divulgação/JRS
Divulgação/JRS

A função social do seguro foi enaltecida por Alberto Müller, diretor comercial da Sompo Seguros na Região Sul. “Para o futuro, o mercado de seguros está se preparando muito com novas tecnologias, produtos e serviços muito diferenciados. O setor, de uma forma geral, está se abrindo e tem uma prateleira de produtos muito interessante, não só no Seguro Automóvel, que sempre foi importante, mas o Seguro de Responsabilidades, que tem crescido muito no Brasil”, explicou. “Esse é um seguro que em países de fora do Brasil tem uma procura muito grande e as seguradoras estão preparadas para oferecer este tipo de produto também”, analisa.

Já Rubens Oliboni, diretor regional da HDI Seguros no Rio Grande do Sul, comentou a nova formatação da seguradora, agora com foco total em mobilidade. “Queremos ser a seguradora daquilo que você precisa para se locomover, seja fisicamente ou através de informações, Nos associar com a Grin, que é a empresa que fornece patinetes e virou moda em São Paulo, foi um primeiro passo para subir a escada que é longa e bastante extensa no sentido de nos tornarmos realmente a seguradora da mobilidade. É um começo muito legal em termos de proteção ao meio ambiente, de não poluição e nessa linha que vamos trabalhar nossos produtos, de atender basicamente tudo que tenha a ver com mobilidade para as pessoas”, disse.

Por fim, Gilson Bochernitsan, diretor Região Sul da SulAmérica Seguros, lembrou da importância de se contratar um Seguro Viagem para o período de veraneio. “Na Região Sul e basicamente no Rio Grande do Sul, janeiro, fevereiro e até o fim do carnaval é uma época que as pessoas realmente procuram o Litoral, o gaúcho procura seu descanso e férias por aqui. Para nós da SulAmérica é muito importante estar próximo do consumidor, inclusive contamos com produtos que contemplam esse desejo de viajar, como o SulAmérica Viagem”, finalizou.

Os encontros no QG do JRS no litoral continuam durante o mês de março. Diversas promoções e ações visam impactar um número cada vez maior de pessoas em todas as estações do ano.

O vírus da fraude 898

Artigo é do sócio da C. Josias & Ferrer, Juliano Ferrer

A fraude e a corrupção vêm infectando como um vírus nosso corpo social. Sem remédio eficiente e sem vacina cientificamente estudada, nos adaptamos aos indesejáveis sintomas da doença, atuando, nós pessoas de bem, com resiliência ante a impotência. O que não significa aceitação. E não pode significar!

As dificuldades estruturais enfrentadas pela nossa Polícia, somadas a uma legislação leniente e um Judiciário abarrotado de trabalho, surgem como agravantes desta moléstia. A febre traz a insegurança em calafrios, a inapetência de investimentos estrangeiros e a perda de forças para reagir. Mas é preciso reagir!

Os exemplos rumorosos de operações que desbaratam esquemas de corrupção, quadrilhas e ‘negócios do crime’, mesmo que ainda não na medida ideal, devem servir de alento ao doente. Incentivo!

O mercado de seguros também sofre com esta enfermidade. E o fraudador espalha o vírus com a falsa ideia de ‘crime sem vítima’ – fraude oportunista ou fraude premeditada – se gabando de dizer que ‘quem paga o prejuízo é apenas a seguradora’. Ledo engano! Demais a mais, o segurador não merece ser a vítima. Ninguém merece esta doença!

As seguradoras, como agentes essenciais em qualquer sociedade civilizada, são administradoras de fundos mutuais. Conquistam a confiança do segurado, recebendo um pouco de cada um para gerir a condição de pagamento daqueles que tiverem o dano. A fraude é o falso dano. Extrapola o risco, ainda que em esforço hercúleo se tente quantificá-lo.

Os números desta doença são estimados pela CNSeg em seu Sistema de Quantificação de Fraude, desde 2004, apurando que, no 1º Semestre de 2019, 2,1 bilhões reais em sinistros suspeitos foram pagos. É de se observar o número de vítimas!

É de se fazer algo. É de se combater! É de se atuar com técnica, bom direito e inteligência. É de se tirar esta doença do nosso meio. Seremos, certamente, mais felizes!

· Juliano Rodrigues Ferrer é advogado e sócio do escritório C. Josias & Ferrer Advogados Associados. Atualmente é 1º Vice-Presidente da
AIDA Brasil, integrante da Comissão de Seguros e Previdência Complementar da OAB-RS, Membro da Academia Nacional de Seguros e Previdência, ANSP e coordenador da Cátedra de Agronegócio da mesma instituição.

Ação da Chubb prestigia corretores que apresentarem novas propostas 4285

Promoção é voltada para os produtos PME e Residencial 

A Chubb está prestigiando os seus corretores parceiros e promete levá-los à Itália sem sair de casa. Para cada R$ 3 mil em novas propostas dos produtos PME ou Residencial, o presente será um Kit Moka, com cafeteira italiana e um par de xícaras exclusivas.

A ação especial será válida de 04 a 06 de agosto. O super presente é limitado a três unidades por corretora. Clique na imagem ao lado e confira mais detalhes.

Troféu JRS Drive In acontecerá no dia 27 de setembro 3498

Ação marca o primeiro evento drive in do mercado de seguros brasileiro

A pandemia nos distanciou fisicamente, mas o JRS buscou especialistas na promoção de eventos no estilo drive in para que um dos momentos mais aguardados pelo mercado de seguros acontecesse ainda em 2020. Respeitando todas as normas de saúde e distanciamento, o Troféu JRS Drive In reunirá mais de mil convidados, que curtirão a noite de premiações e atrações de dentro do seu próprio carro no dia 27 de setembro.

Organizado pelo JRS, que proporciona vez e voz ao setor há 20 anos, o evento será o momento perfeito para aproximar os profissionais do segmento que tem cumprido o seu papel social junto à sociedade. Além de pesquisas de mercado, o Troféu JRS conta com categorias de votação online pelo quinto ano consecutivo. 

Tudo isso acontecerá no maior Drive In do Rio Grande do Sul. Localizado junto ao Aeroporto Internacional de Porto Alegre, o espaço comporta até 300 carros. “Essa é uma das maiores capacidades do Brasil. O momento será perfeito para, dentro das normas de segurança e saúde, promovermos uma ação a altura do mercado de seguros”, destaca a editora-chefe do JRS, Júlia Senna Carvalho.

O Troféu JRS Drive In já é um sucesso entre os seus patrocinadores. O primeiro drive in do mercado de seguros brasileiro conta com o apoio de Icatu Seguros, Rio Grande Seguros e Previdência, HDI Seguros, Mapfre, Omint Saúde e Seguros, Fracel Corrretora de Seguros, Porto Seguro, GBOEX, MBM Seguro de Pessoas, União Seguradora, Grupo Aspecir, SINDSEG RS, KSA Corretora de Seguros, Neo Executiva Corretora de Seguros, ZL Brasil Corretora de Seguros, Expermed e Solaris Corretora de Seguros.

Setor de seguros cresceu 32,9% em junho 2325

Comparação é com o mês de maio; Dados são da Susep

Em comparação ao mês de maio, o setor de seguros fechou junho registrando crescimento de 32,9%, com uma receita total de R$ 23,35 bilhões no período. A Superintendência de Seguros Privados (Susep) divulgou a síntese dos principais dados relativos ao desempenho do mercado na terça-feira, 04.

“Apesar de ainda haver uma queda de 4,3% no acumulado do ano, em relação ao mesmo período de 2019, já se verifica uma recuperação, principalmente nos segmentos de seguros de danos e pessoas”, destaca a nota oficial da autarquia.

Além disso, ressalta que a síntese mensal dos principais dados do mercado é produzida com base nas estatísticas geradas pela Assessoria de Estudos e Relações Institucionais da Susep, a partir dos dados encaminhados pelas companhias supervisionadas, o que acontece através do sistema FIPSUSEP. Os dados podem ser visualizados no site da Superintendência, através deste endereço.

Pós-pandemia trará impactos no mercado de seguros 2494

Executiva da Smartia Seguros aponta o desenvolvimento de novos produtos como uma das repercussões do período de pandemia

O pós-pandemia pode impactar no mercado de seguros, assim como em muitos outros segmentos, que terão que se adaptar à nova realidade financeira dos trabalhadores, pois muitos destes passaram meses sem salário ou com os vencimentos reduzidos. Porém, há pessoas otimistas quanto à recuperação das finanças, conforme. Em pesquisa realizada pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), em junho, 49% dos entrevistados acreditam que as finanças voltarão ao normal em até um ano. Os mais otimistas (21%) acreditam que isso acontecerá em apenas seis meses.

Em outro levantamento, entende-se que, num primeiro momento, os gastos principais serão relacionados com a moradia, pagamento de aluguel e contas de água e luz. Os serviços ficarão em segundo plano, mas eles serão consumidos.

O cenário esperado deixa claro que, em pouco tempo, deve haver uma retomada das atividades e que as pessoas conseguirão voltar a ter renda para utilizar não apenas em contas essenciais, mas em despesas diversas. As dívidas devem ser postergadas para quem deseja se recuperar financeiramente mais rápido, porém, algumas despesas podem ser vistas como investimentos ou uma maneira de se proteger em uma nova crise, como é o caso dos seguros.

O mercado de seguros foi bastante impactado pela pandemia. Enquanto o seguro Auto registrou quedas no período de isolamento, o seguro de Vida teve grande aumento na procura. Essa mudança de cenário reflete a necessidade das pessoas de acordo com o momento. E elas entenderam que ter um seguro de vida em um momento que em as pessoas estão correndo risco é necessário para amparar os familiares caso venha a ocorrer algo.

Quem desejou um seguro durante a pandemia não teve dificuldade em contratar, pois os corretores passaram a exercer as suas atividades em home office, o que impediu que houvesse uma queda maior no setor. A pandemia pode impactar mercado de seguros principalmente em 2020, mas já é esperado que em janeiro de 2021 o setor comece a se recuperar.

Demandas pouco conhecidas

Na retomada das atividades deveremos notar que algumas práticas que foram intensificadas ou iniciadas na pandemia estarão presentes no cotidiano das seguradoras. Com a normalidade voltando, o mercado segurador deve estar preparado para atender a demandas antes pouco conhecidas ou procuradas, pois as necessidades da pandemia fizeram com que se descobrissem novos seguros.

Um exemplo claro é o seguro de Vida, posto que as pessoas se viram expostas a um risco e sabiam que poderiam serem afetadas por um vírus. Outra preocupação que surgiu é com relação aos perigos cibernéticos. Com mais tempo conectadas e realizando todas as atividades online, isso ficou bastante evidente. As empresas precisaram deslocar seus colaboradores para suas casas e as informações corporativas ficaram mais expostas.

O seguro cibernético, antes pouco conhecido, passou a ganhar notoriedade e deve ser consumido ainda mais, principalmente pelas empresas, assim que a economia começar a se estabilizar.

Seguros intermitentes
Revendo as contas, é possível perceber que não há necessidade de pagar por algo que não está sendo utilizado. O seguro Auto foi um exemplo claro para aqueles que deixaram seus carros na garagem por um longo período. Os seguros intermitentes, ou seguro auto pay per use, que até então eram desconhecidos, geraram interesse. Com eles é possível pagar apenas pelo tempo em que se precisa do produto. Exemplo: o seguro do carro será cobrado apenas enquanto o veículo estiver sendo utilizado. Apesar de ainda não haver essa modalidade de seguro para todas as coberturas, é possível que em um futuro próximo a demanda alta faça com que surjam novidades.

Negociações online
Vendas, informações e outras operações do setor de seguros estão sendo cada vez mais digitalizadas. Contudo, o corretor ainda terá um papel essencial. Ele deverá prestar um serviço mais consultivo, mesmo que remotamente. A internet deve ser o local em que consumidores e corretoras se encontrarão para fechar as negociações. Os corretores deverão estar atentos às necessidades dos consumidores e as seguradoras dispostas a criar novos produtos com rapidez para atender as demandas que venham a surgir.​