QG do JRS no litoral gaúcho é palco de grandes reflexões sobre o setor de seguros 437

Executivos abordam produtos, inovação e desafios do mercado para 2019

O ano começou com grandes reflexões sobre o setor de seguros, previdência e capitalização no QG do JRS no litoral gaúcho. Localizada na Praia de Rainha do Mar, em Xangri-lá (RS), a casa de verão recebe diversos ícones do mercado todos os finais de semana. Os encontros são realizados há quase 15 anos.

“As coisas ruins sempre nos fazem mais fortes, resistentes e resilientes”, declarou Guacir Bueno, presidente do Sindicato das Seguradoras do Rio Grande do Sul (Sindseg/RS). Neste sentido, diversos operadores analisaram dados, informações e expectativas para um ano de grandes desafios como 2019.

“Que nós consigamos operar ainda melhor todas as nossas operações, com comprometimento ainda maior com a essência do nosso trabalho que é o consumidor”, deseja Bueno. “As pessoas que consomem seguro merecem e tem de ter todo o nosso cuidado e preocupação com a qualidade em tudo que nós oferecemos”, completou.

Divulgação/JRS
Divulgação/JRS

A função social do seguro foi enaltecida por Alberto Müller, diretor comercial da Sompo Seguros na Região Sul. “Para o futuro, o mercado de seguros está se preparando muito com novas tecnologias, produtos e serviços muito diferenciados. O setor, de uma forma geral, está se abrindo e tem uma prateleira de produtos muito interessante, não só no Seguro Automóvel, que sempre foi importante, mas o Seguro de Responsabilidades, que tem crescido muito no Brasil”, explicou. “Esse é um seguro que em países de fora do Brasil tem uma procura muito grande e as seguradoras estão preparadas para oferecer este tipo de produto também”, analisa.

Já Rubens Oliboni, diretor regional da HDI Seguros no Rio Grande do Sul, comentou a nova formatação da seguradora, agora com foco total em mobilidade. “Queremos ser a seguradora daquilo que você precisa para se locomover, seja fisicamente ou através de informações, Nos associar com a Grin, que é a empresa que fornece patinetes e virou moda em São Paulo, foi um primeiro passo para subir a escada que é longa e bastante extensa no sentido de nos tornarmos realmente a seguradora da mobilidade. É um começo muito legal em termos de proteção ao meio ambiente, de não poluição e nessa linha que vamos trabalhar nossos produtos, de atender basicamente tudo que tenha a ver com mobilidade para as pessoas”, disse.

Por fim, Gilson Bochernitsan, diretor Região Sul da SulAmérica Seguros, lembrou da importância de se contratar um Seguro Viagem para o período de veraneio. “Na Região Sul e basicamente no Rio Grande do Sul, janeiro, fevereiro e até o fim do carnaval é uma época que as pessoas realmente procuram o Litoral, o gaúcho procura seu descanso e férias por aqui. Para nós da SulAmérica é muito importante estar próximo do consumidor, inclusive contamos com produtos que contemplam esse desejo de viajar, como o SulAmérica Viagem”, finalizou.

Os encontros no QG do JRS no litoral continuam durante o mês de março. Diversas promoções e ações visam impactar um número cada vez maior de pessoas em todas as estações do ano.

HDI Seguros reforça time campeão de patrocinadores do Troféu JRS 2019 995

Murilo Riedel é presidente da HDI Seguros no Brasil / Divulgação

Grande noite do seguro acontece no dia 25 de outubro, em Porto Alegre (RS)

O dia 25 de outubro de 2019 vai consagrar Porto Alegre como a capital brasileira do seguro. Uma noite mágica aguarda mais de 1 mil pessoas, no Centro de Eventos Casa do Gaúcho, e a HDI Seguros é um reforço de peso ao time de patrocinadores da grande festa.

No Brasil há quase 4 décadas, a HDI possui mais de 60 filiais e escritórios em várias cidades do País. Humana, Digital e Inovadora, a companhia entende que as mudanças que visam uma melhor mobilidade urbana estão em pleno vigor. O HDI Auto Perfil é o principal produto da companhia, que possui o HDI Bate-Pronto como sua marca registrada, um sistema de atendimento de sinistros extremamente ágil e focado na eficiência.

Com isso, o Troféu JRS conta com os seguintes apoiadores: Icatu Seguros, Neo Executiva Corretora de Seguros, Gente Seguradora, HDI Seguros, Ramos Assessoria, Velox Contact Center, MAPFRE, Omint Seguros, Grupo MBM, Ikê Assistência, Somar Clube de Seguros, ExperMed Perícias Médicas, GBOEX e Grupo Life Brasil.

Outras informações estão disponíveis no hotsite especial. A 4º edição do Troféu Seguros e Corretagem, onde o público escolhe os destaques de corretagem e seguradora do ano, terá inscrições abertas a partir do mês de junho.

Grupo MBM inaugura nova filial no Mato Grosso do Sul 504

Grupo MBM inaugura nova filial no Mato Grosso do Sul

Nova localização visa melhor atendimento a corretores e parceiros na região

Localizada em Campo Grande, a nova filial do Grupo MBM no Mato Grosso do sul mudou de endereço para oferecer melhor atendimento aos corretores e parceiros do Estado.

O diretor comercial do MBM, Luiz Eduardo Dilli Gonçalves e o superintendente comercial, Alexsander Kaufmann, juntamente com a equipe da filial estiveram presentes no evento de inauguração. Tudo aconteceu no dia 16 de maio, com a presença de corretores e parceiros da região.

“A mudança de endereço da filial está consolidando nossa presença no estado de Mato Grosso do Sul, considerando os três anos de atuação na região. O novo endereço no Estado apenas reforça o interesse do Grupo MBM em proporcionar uma melhor estrutura de atendimento para o corretor de seguros e clientes da região”, comenta Joyce Souza Palácio, executiva de contas da filial MS.

A filial do Grupo MBM Mato Grosso do Sul está localizada Avenida Afonso Pena, 4496, 5° andar, sala 504 – Edifício Class Tower Business, no Bairro Jardim dos Estados. Os telefones são (67) 3023-5828 e (67) 98116-2246.

Cofins para corretoras de seguros deve ser 3%, ao invés de 4% 304

Cofins para corretoras de seguros deve ser 3%, ao invés de 4%

Com medida judicial, há como pedir devolução do que foi recolhido a mais nos últimos cinco anos

Andrea Giugliani é sócia-diretora da Giugliani Advogados / Reprodução

O Superior Tribunal de Justiça, em recentíssima decisão, firmou entendimento de que as empresas corretoras de seguro não devem ser equiparadas a sociedades corretoras ou a agentes autônomos de seguros privados e, desse modo, devem recolher a COFINS apenas sob alíquota de 3%, e não de 4% conforme vem sendo praticado por inúmeras instituições.

Para que a empresa possa se beneficiar e volte a contribuir com 3%, torna-se necessário o ajuizamento de uma medida judicial — eis que não se aplica de imediato referida decisão —, podendo até mesmo pedir a devolução do que foi recolhido a mais nos últimos cinco anos.

CSLL das corretoras de seguros deve ser 9%, e não 15%

As corretoras de seguros, meras intermediárias da captação de eventuais segurados, não podem ser equiparadas às sociedades corretoras e distribuidoras de títulos e valores. Foi nesse sentido que o Superior Tribunal de Justiça concluiu decidindo pela impossibilidade da majoração da alíquota da CSLL, ou seja, a cobrança da CSLL das sociedades corretoras de seguro deve ser 9%, e não a alíquota de 15%, porque esta deve ser aplicável somente às instituições financeiras, aos estabelecimentos a elas equiparados e aos agentes autônomos de seguros privados.

Caso a empresa venha recolhendo a CSLL com aplicação da alíquota de 15%, para que possa voltar a recolher com a alíquota de 9%, torna-se necessário o ajuizamento de uma medida judicial — eis que não se aplica de imediato referida decisão —, podendo até mesmo pedir a devolução do que foi recolhido a mais nos últimos cinco anos.

INSS das corretoras de seguros deve ser 20%, e não 22,5%

As corretoras de seguros, meras intermediárias da captação de eventuais segurados, não podem ser equiparadas às sociedades corretoras e distribuidoras de títulos e valores.

Com a decisão judicial pacificada dos tribunais superiores e administrativos a respeito da forma de apuração da COFINS de sociedade corretora de seguros (diminuição da alíquota de 4% para 3%), além do julgamento da matéria em si, também fora analisada a questão da inclusão ou não de corretoras de seguros para fins de outros tratamentos tributários e previdenciários, entre os quais a alíquota adicional de 2,5% destinada ao INSS.

Isso porque as corretoras de seguros possuem uma cota patronal de 22,5%, ao passo que as demais empresas comerciais possuem uma alíquota de 20%, ambos incidentes sobre folha de salários e valores pagos a contribuintes individuais.

Em razão desse julgamento, é importante destacar que não só aos olhos dos tribunais superiores, mas também da própria Procuradoria, as sociedades corretoras de seguros não deveriam ter pago este adicional de 2,5% por não estarem enquadradas no conceito de “sociedades corretoras” — termo válido para corretoras de valores e títulos e instituições financeiras —, tampouco no conceito de “agentes autônomos de seguros”.

Em virtude disso, é possível ingressar com medidas para que as corretoras de seguros tenham a devolução dos valores pagos a esse título (2,5% a mais de cota patronal) nos últimos cinco anos, corrigidos pela taxa SELIC.

*Por Andrea Giugliani, sócia-diretora da Giugliani Advogados

Tokio Marine apresenta soluções inovadoras para proteção do setor de energia 226

Sidney Cezarino, Diretor de Property, Riscos de Engenharia, Riscos Diversos e Energy da Tokio Marine

Novas coberturas de Soluções Integradas e Riscos Paramétricos serão oficialmente lançadas durante eventos do setor este mês

Atualmente, o setor de energia representa cerca de 25% da carteira de Produtos Pessoa Jurídica da Tokio Marine. Para atender as demandas específicas destes Clientes, a Seguradora desenvolveu duas novas coberturas, de Soluções Integradas e Riscos Paramétricos, que serão oficialmente apresentadas ao mercado este mês em três grandes eventos: Ecoenergy, Brazil Windpower 2019 e XVIII Encontro Anual do Comitê do Setor Elétrico da ABGR. O portfólio da Companhia para o segmento inclui produtos que protegem toda a cadeia, desde a geração até a distribuição de energia, incluindo seguros de Riscos de Engenharia, Transportes, Garantia, Responsabilidade Civil Geral, Riscos Nomeados e Riscos Operacionais.

“Somos uma Seguradora genuinamente preocupada em oferecer soluções inovadoras para os mais diversos setores da Economia. No caso de Energia Renovável, mantemos uma célula específica para tratar desse negócio nos ramos de eólica, térmica, solar e hidrelétrica. Estamos bastante otimistas quanto à aceitação dessas duas novas coberturas que desenvolvemos especialmente para proteger os projetos de energia”, afirma o Diretor de Property, Riscos de Engenharia, Riscos Diversos e Energy da Tokio Marine, Sidney Cezarino.

Inédita no Brasil, a Tokio Marine Soluções Integradas é uma iniciativa exclusiva da Companhia que agrupa em uma única apólice a cobertura para as fases de construção, teste, transferência ao proprietário e o primeiro ano de operação de parques eólicos e usinas fotovoltaicas. “Esta é uma novidade que cobre uma lacuna que havia no mercado brasileiro. Unimos em uma só apólice os seguros de Riscos de Engenharia, RC Obras e Risco Operacional, além das coberturas de ALOP, Manutenção Ampla/Garantia e ITSELF. Desta forma, não existe quebra de vigência em nenhuma das fases do projeto. Fazemos o acompanhamento do risco desde o início da obra até o final do primeiro ano de operação”, explica Cezarino.

A outra novidade exclusiva da Tokio Marine para o setor de energia é a oferta da cobertura de Riscos Paramétricos dentro da apólice de Riscos Operacionais. Feito sob medida a partir das demanda do Cliente, o produto garante indenização em caso de queda de receita devido à condições climáticas. De acordo com o Diretor da Tokio Marine, “esta é uma forma mais simplificada e eficiente de garantir a proteção se há falta ou excesso de ventos em um projeto eólico”.

Entre os dias 21 e 23, a Tokio Marine participará da 8ª Edição da Ecoenergy – Feira e Congresso Internacional de Tecnologias Limpas e Renováveis para Geração de Energia. Além de estande, a Companhia apresentará uma palestra do Gerente de Riscos Nomeados e Operacionais, Diego Martins. Já entre os dias 28 e 30 de maio, também na capital paulista, a Companhia estará pela sexta vez na Brazil Windpower. Por fim, a Tokio Marine será a Seguradora oficial do XVIII Encontro Anual do Comitê do Setor Elétrico da ABGR, de 29 a 31 de maio, em Campinas.

Serviço:

Ecoenergy 2019 – Feira e Congresso Internacional de Tecnologias Limpas e Renováveis para Geração de Energia
Data21 a 23 de maio
Horário: 13h às 20h
Local: São Paulo Expo Exhibition & Convention Center
Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5

Brazil Windpower 2019
Data: 28 a 30 de maio
Horário: 8h30 às 16h
Local: Transamérica Expo Center
Av. Dr. Mário Vilas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro

XVIII Encontro Anual do Comitê do Setor Elétrico da ABGR
Data: 29 a 31 de maio
Local: Campinas, SP

Indicadores econômicos não estão favoráveis e travam os investimentos 953

Indicadores econômicos não estão favoráveis e travam os investimentos

Diagnóstico é de Patricia Krause, economista da Coface na América Latina

A capital paulista foi palco do evento Country Risk Conference, onde a Coface, empresa líder em seguros de crédito, gestão de risco e economia global, apresentou as perspectivas econômicas em nível mundial e na América Latina. A CEO da companhia, Marcele Lemos, participou do momento, que contou com apresentação do economista Ricardo Amorim. Amorim abordou as oportunidades que podem ser aproveitadas com um maior crescimento da economia. A programação ainda contou com as perspectivas econômicas mundiais, na visão de Julien Marcilly, economista-chefe da Coface. Já o economista e doutor em ciência política, diretor da consultoria Prospectiva e fellow do Atlantic Council em Washington, Ricardo Sennes, comentou sobre as tendências sócio-políticas e previsões para o biênio 2019/2020. Os trabalhos foram complementados por uma mesa redonda, mediada pelo jornalista Márcio Kroehn.

A economista da Coface, Patricia Krause, também apresentou suas projeções para a América Latina. Em entrevista ao JRS, a especialista demonstrou preocupação com as expectativas de crescimento dos países da região, sobretudo México e Brasil, que enfrentam mudanças políticas e profundas reformas, respectivamente. “O crescimento desses países é muito baixo e deve ser revisado para baixo. É possível, até mesmo, que o Brasil cresça abaixo de 1%, dada a atividade econômica muito fraca do primeiro trimestre. O segundo semestre tende a ser um pouco melhor, os investimentos estão paralisados e impactam nos indicadores de confiança na economia, que ainda não são otimistas, apesar de melhores do que no auge da crise, entre 2015 e 2016”, revela. “No caso do México a produção está em queda e os riscos aumentam a cada dia, com as agências de risco rebaixando diversas empresas daquele país. A nota soberana do México está em perspectiva negativa e ainda precisamos ver o que acontecerá com o novo acordo do NAFTA, agora denominado USMCA”, considera.

As perspectivas de uma aprovação rápida da reforma da previdência não se concretizaram e afetam os índicas de confiança, o que, segundo Patrícia, “ocasiona em um tempo um pouco maior para recuperação da economia. Vários setores estão com desempenho fraco”. “Como seguradora de crédito vemos que a questão da inadimplência já melhorou muito, em relação a 2016, o que possibilita uma Selic estável a 6,5%. Isso ajuda muito na recuperação do crédito”, reitera ao dizer que “tudo passa pela reforma da previdência, mas ela não é o único fator importante. Ela ajudará na confiança e isso vai impactar no aumento da produção. O retorno de investimentos mais fortes no País passa muito pela questão tributária e regras mais claras nas regulações. É importante reforçar a segurança para atração de novas aplicações financeiras”.

Patricia Krause demonstra preocupação principalmente em relação ao que pode acontecer na Argentina e aos conflitos que jogaram a Venezuela na atual situação de colapso financeiro. “Pensou-se que o regime de Maduro poderia chegar ao fim, mas ele é bem mais forte do que se pensava. Ainda não está claro o que vai acontecer, mas os EUA continuam avançando em sanções. Companhias aéreas foram proibidas de voar para lá e essas restrições afetam outros países, como Cuba, que está na mesma linha. A ação militar não é a melhor solução, mas é uma das possibilidades”, justifica. “No caso da Argentina trata-se do terceiro maior parceiro comercial do Brasil. As eleições podem colocar o País em um cenário de risco, até mesmo em função do acordo com o FMI, que poderia ficar mais complicado”, completa.

Já a guerra comercial entre China e Estados Unidos pode resultar em algo positivo para o Brasil e até resultar em um vencedor a curto prazo. “No geral esse movimento não é nada positivo, pois impacta em todas as indústrias na cadeia de produção, demanda e até mesmo a balança comercial. Não é uma grande possibilidade, mas este movimento pode até mesmo impactar na inflação brasileira”, traça.

Na Europa as atenções são voltadas ao acordo do Brexit, que será apreciado pelo parlamento. “Na Inglaterra os principais setores impactados foram o de construção e o de alimentos. É um momento de incertezas e retração de investimentos também por lá”, finaliza.