Café do CVG/RS: Simone Leite defende participação efetiva nas questões públicas 1034

Presidente da Federasul palestrou na última sexta-feira

O primeiro Café do CVG/RS teve a presidente da Federação das Entidades Empresariais do Rio Grande do Sul, Simone Leite, como palestrante. A oportunidade aconteceu nesta sexta-feira (15) em Porto Alegre (RS) e contou com 150 participantes, entre sócios e não-sócios. Sob o tema “Um olhar sobre o novo tempo”, a empresária abordou perspectivas econômicas e políticas em 2019 e a relação disso com o mercado de seguros.

Ponto destacado por Simone foi a participação dos cidadãos junto aos projetos públicos que são necessários para o avanço da sociedade. “É importante que cada um de nós façamos a nossa parte, seja cobrando os políticos que elegemos ou participando efetivamente”, comentou. Ela também comentou o fato de ser a primeira mulher presidente eleita da Federasul. “Se há poucos anos atrás não tínhamos espaço, agora temos qualificação e estamos ocupando. Foi isso que aconteceu na Federasul, sendo a primeira vez que tivemos uma disputa entre duas chapas e a eleição de uma mulher ao cargo”, disse. “Por ser mulher, nos precisamos todos os dias mostrar que somos capazes”, acrescentou.

O seu nome foi escolhido pela diretoria do Clube de Seguros de Vida e Benefícios do RS em função de sua proatividade nas pautas em que atua. A participação da mulher, segundo ela, é uma questão de evolução. “Há poucos anos atrás não podíamos votar ou fazer parte da política, e agora as mulheres estão de forma gradativa ocupando esses lugares”, afirmou.

“A Simone atua fortemente e sempre tem um conteúdo para nos apresentar. Contamos com casa cheia, foi uma palestra muito bem recebida pelo nosso mercado e dá início ao calendário do CVG/RS para 2019, em que teremos um evento todo mês com conteúdos interessantes e fazendo com que movimente e acrescente sempre ao nosso mercado”, defendeu a presidente do CVG/RS, Andreia Araújo, lembrando que o próximo encontro está marcado para o dia 12 de abril.

Durante o primeiro Café do CVG/RS de 2019, as primeiras 100 participantes receberam camisetas da campanha #SeguradeMim. A ação é uma gentileza da Previsul Seguradora, que convida as mulheres a reafirmarem sua autoestima, autoafirmação e autonomia nas redes sociais em comemoração ao Dia Internacional da Mulher.

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Longevidade apresenta desafios e oportunidades à sociedade brasileira 369

Longevidade apresenta desafios e oportunidades à sociedade brasileira

Mongeral Aegon debateu como inovação pode fomentar ações ao público que mais cresce na pirâmide etária

O aumento na expectativa de vida e a redução na taxa de natalidade da população brasileira são verdadeiros desafios para a sustentabilidade do Brasil nos próximos anos. Pensando nisso, a Mongeral Aegon reuniu diversos parceiros de negócios na sede da companhia, no Rio de Janeiro. A seguradora conta com o Instituto de Longevidade Mongeral Aegon, um dos mais completos sobre o assunto disponíveis em nível mundial.

O diretor executivo da instituição, Henrique Noya, observa que este é um fenômeno mundial que começa a ser observado no País. “Há pouco tempo a média de vida dos brasileiros era de 40 ou 50 anos. Hoje temos a conquista social de identificar pessoas que sentem-se plenas com mais de 60 anos”, analisa o especialista ao demonstrar o intuito de demonstrar uma vasta gama de oportunidades existentes para o fomento de políticas públicas e iniciativas do setor privado neste segmento.

Os participantes do evento ainda puderam apreciar a exposição “Longevidade: os caminhos para viver mais e melhor”, realizada no Centro Cultural dos Correios. “É preciso pensar em como serão tratadas questões como saúde, mobilidade urbana, trabalho, adaptação de ambientes e como as nossas escolas irão preparar a população para uma demografia completamente diferente da atual. Atualmente 45% da população tem mais de 45 anos, em um curto espaço de tempo este índice já será mais de 50%”, afirmou Noya ao anunciar o lançamento da nova edição do Índice de Desenvolvimento Urbano para Longevidade nos próximos meses.

O ambiente de negócios também foi tema do painel. A analista do Sebrae, Clarissa Perna Filgueiras, situou o ecossistema do Rio de Janeiro e ressaltou a importância da longevidade como questão de empoderamento. “Estamos falando de muitas pessoas. O Brasil tem potencial para ser a terceira maior economia do mundo neste público. Estamos falando de muita gente, dinheiro e oportunidade de negócios”, disse ao abordar o conceito da “economia prateada”.

Em sintonia com Clarissa, a empreendedora Patrícia Braga apresentou os desafios da recolocação profissional quando alguém ultrapassa os 50 anos. Aos 53, Patrícia venceu a depressão e as adversidades para manter o padrão de vida da família e junto com uma sócia fundou a Mavi Delícias. “É preciso trabalhar a cabeça e entender que é o momento de combater o estresse, compreender aquilo que traz prazer e benefícios. Nossa geração foi educada para ter carteira assinada ou aderir ao funcionalismo público”, contou a empreendedora da Mavi Delícias, que produz deliciosos pães de mel e alfajores. “Temos um mundo pela frente e uma necessidade absurda de produtos para a terceira idade”, completou.

O profissional do setor de finanças, Sergio Duque Estrada, apresentou aos presentes a experiência como embaixador da Aging 2.0. “Iniciei meu envolvimento com projetos sobre longevidade como analista e enxerguei cenários incríveis para este longo momento que estamos começando a experimentar”, enfatizou. A instituição é do Vale do Silício e há 7 anos busca identificar soluções em tecnologia para atender as necessidades e desejos da população com mais de 60 anos em nível mundial. “Também é preciso trabalhar em projetos de integração e a universalização da informatização”, finalizou ao ressaltar que em 2050 o Brasil deve ser o 4º País mais idoso do planeta.

Confira as imagens – Encontro sobre Longevidade e Inovação da Mongeral Aegon:

Chevrolet Onix tem o seguro com o melhor custo benefício do país 437

Chevrolet Onix tem o seguro com o melhor custo benefício do país

De acordo com relatório Bidu, veículo apresentou o seguro com melhor condição em relação ao seu preço de mercado

A Bidu, plataforma online de recomendação, comparação e contratação de seguros e produtos financeiros, que faz parte do Grupo Thinkseg, divulga levantamento com valores dos seguros para as versões de entrada dos dez veículos mais vendidos em julho de 2019, de acordo com os dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O relatório analisa o preço mediano do seguro auto de cinco capitais brasileiras (Brasília, Fortaleza, Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo) e compara o perfil de homens e mulheres com 35 anos, casados, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho e que estão contratando o seguro pela primeira vez.

Entre os modelos analisados, o Renault Kwid se destaca novamente como o seguro mais econômico dos compactos de entrada – custando R$ 1.584, para condutoras do sexo feminino e R$ 1.925 para os condutores masculinos – seguido do Ford Ka que para as mulheres fica em R$ 1.824, e, para os homens, R$ 1.873.

Seguindo a análise, o Jeep Compass figura como o carro com maior preço mediano de seguro entre os dez carros analisados, o equivalente a R$ 4.339,00 para mulheres e R$ 5.078,00 para os homens.

*Preço do seguro por modelo, mediana agosto. (vermelho: mulheres; azul: homens)
*Preço do seguro por modelo, mediana agosto. (vermelho: mulheres; azul: homens)

Variação de seguro por modelo

Na comparação entre junho e julho, o HB20 aparece em evidência como o veículo que apresentou maior variação de preço de seguro, tanto no perfil masculino (81,4%) quanto no feminino (28,2%).

Já o Onix, o carro mais emplacado no período, teve uma redução no preço mediano de 12,8% no perfil masculino e subiu 15,8% para as condutoras femininas.

*Variação de modelo, média agosto. (vermelho: mulheres; azul: homens)
*Variação de modelo, média agosto. (vermelho: mulheres; azul: homens)

O melhor custo-benefício

No Relatório Bidu deste mês, o Chevrolet Onix aparece como o veículo que apresenta melhor custo-benefício, ou seja, a melhor relação entre o preço mediano do seguro e o valor de mercado do veículo (price ratio). Para as mulheres, o price ratio do Onix é de 4,3% e para os homens é de 5,2%.

Já a relação de menor custo-benefício para ambos perfis, fica para o Volkswagen Gol, que registra price-ratio de 7,6% para o sexo masculino e 5,9% para o feminino.

*Variação por preço de seguro (price ratio) (vermelho: mulheres; azul: homens)
*Variação por preço de seguro (price ratio) (vermelho: mulheres; azul: homens)

Variação entre as cidades:

Dentre as cinco capitais analisadas no Relatório Bidu, Brasília segue como a metrópole com o seguro mediano mais barato. A cidade teve a menor elevação de preço para ambos perfis, sendo 0,7% para as mulheres e 4,8% para homens. Na contramão, capital fluminense apresenta o maior aumento do período, com 36,8% para o sexo masculino e 29,6% para o feminino.

*Variação do preço médio do seguro por cidade (azul: mulheres; cinza: homens)
*Variação do preço médio do seguro por cidade (azul: mulheres; cinza: homens)

De acordo com o relatório da Fenabrave, em julho foram emplacados 195.854 automóveis, no Brasil.

*Ranking dos 10 veículos mais emplacados em julho, de acordo com a Fenabrave
*Ranking dos 10 veículos mais emplacados em julho, de acordo com a Fenabrave

*Perfil F (feminino) e Perfil M (masculino): ambos de 35 anos, casados, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que está contratando o seguro pela primeira vez.

Divulgação
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CVG-SP Limra Day apresenta as tendências globais no seguro de vida 679

Palestrante e debatedores do painel 1: Gustavo Toledo, Silas Kasahaya, Thad Burr, Alexandre Camillo e Ronald Kaufmann / Divulgação

As inovações e transformações da indústria de seguro de vida global e a mudança de comportamento de consumo das novas gerações foram temas debatidos no evento

Thad Burr / DIvulgação
Thad Burr / Fotos: Antranuk Photos/Divulgação

O inédito evento CVG-SP Limra Day aconteceu hoje, 16 de agosto, no Teatro Renaissance, em São Paulo. Promovido pelo CVG-SP em parceria com a Limra e patrocínio do IRB Brasil Re, o evento apresentou as principais inovações da indústria de seguro global para se adequar à mudança de comportamento de consumo dos segurados.

“O seguro de vida em um mundo em transformação” foi o tema da palestra apresentada por Thad Burr, Managing Director da LL Global, no primeiro painel do evento, que contou com a mediação do diretor de Relações com o Mercado do CVG-SP, Gustavo Toledo.

Thad elencou cinco megatendências para o seguro de vida: internet e robótica; tecnologia combinada com mobilidade; pobreza e riqueza da população mundial; demografia e saúde; segurança, serviços financeiros e seguros. Em relação às mudanças provocadas pelas novas tecnologias, o especialista da Limra afirmou que o principal resultado será a redução de custos.

“Significa que os negócios existentes serão alterados de maneira severa, incluindo o seguro de vida e a previdência”, disse. Ele citou o blockchain e a IoT (Internet das Coisas) como as tecnologias mais disruptivas para o seguro no futuro. Sobre pobreza e riqueza, condições que impactam a indústria de seguros, o especialista deu uma boa notícia: a pobreza está diminuindo em todo o mundo.

Com mais de cem anos de existência, a Limra produziu estudo que demonstra a redução da pobreza mundial. Em 1820, 94% da população mundial viviam na extrema pobreza; em 1900, 84%; em 1950 o percentual se manteve em queda constante, passando de 72% para 26% em 2000, até chegar a 10% em 2015. “Para nossa indústria é importante que o mundo se torne rico”, disse.

Em relação à distribuição de seguros, Thad mencionou que uma das tendências é a fusão entre este serviço e as instituições financeiras. Outra tendência é o uso das redes sociais para a oferta de seguros. Alexandre Camillo, presidente do Sincor-SP e debatedor no painel, prevê a convergência entre a distribuição de seguros e as novas tecnologias. “A mudança é inexorável e o corretor precisa se adequar”, disse.

Ronald Kaufmann, Country Manager da Limra Brasil, acredita que o futuro será de muitas mudanças para o seguro. “O comportamento de consumo está mudando, mas o ser humano nunca perderá a necessidade de proteção do seguro”, disse.

Palestrante e debatedores do painel 2: Silas Kasahaya, Carlos Islas Murguía, Alessandra Monteiro e Bernardo Castello / Divulgação
Palestrante e debatedores do painel 2: Silas Kasahaya, Carlos Islas Murguía, Alessandra Monteiro e Bernardo Castello / Fotos: Antranuk Photos/Divulgação

Importância do relacionamento

No segundo painel, Carlos Islas Murguía, representante da Limra/Loma no México e América Latina, analisou “Como as seguradoras e seus profissionais estão se preparando para atuar neste novo

Carlos Islas Murguía / Fotos: Antranuk Photos/Divulgação
Carlos Islas Murguía / Fotos: Antranuk Photos/Divulgação

horizonte de Seguro de Vida”. A partir do exemplo do México, onde a venda consultiva prevalece, ele acredita que no Brasil ocorra o mesmo.

Porém, o especialista advertiu que o papel do corretor de seguros está mudando e que, por isso, o mais importante não é a quantidade de apólices vendidas, mas a relação de confiança estabelecida com o cliente. Segundo Murguía, o corretor deve se transformar em um consultor financeiro, oferecendo outros produtos, além do seguro de vida, que supram as necessidades do cliente.

Murguía elencou os drivers de mudança para o seguro de vida: tecnologia, regulatório, econômico, demográfico e consumo. Em relação aos avanços da tecnologia, ele também aposta no crescimento do uso de inteligência artificial, blockchain e telemática. O especialista expôs alguns exemplos, como o do aplicativo que prevê a expectativa de vida da pessoa apenas com base na foto do rosto.

Uma pesquisa da Limra com executivos da indústria de seguros, realizada em 2018, mostrou que a preocupação com a segurança cibernética lidera nos Estados Unidos, com 92% das respostas, na América Latina, com 75% e na Ásia, com 84%. Ele citou, ainda, uma pesquisa da Accenture, realizada em 2017, que revela a disposição do consumidor em ser atendido por um robô para gerir as suas finanças. Em relação à aquisição de seguros, 74% concordaram com o atendimento feito por uma máquina.

Por isso, Murguía acredita que o mais importante para o corretor de seguros é o relacionamento. “Quanto mais bem relacionado com o cliente final, melhor”, disse. A mesma pesquisa também mostrou que as pessoas estão mais confortáveis em relação às compras online, tanto que 39% responderam que aceitam se comunicar com os corretores pelas redes sociais. “Por isso, as mídias sociais não são opcionais, mas obrigatórias para atingir o cliente”, disse.

Debatedor no painel, Bernardo Castello, diretor Bradesco Vida e Previdência, afirmou que não duvida que algumas áreas das seguradoras estão em xeque, principalmente, a de subscrição de riscos e de sinistros. “O papel da seguradora será mais baseado em algoritmos. Daí a necessidade de se reinventar”, disse. A seu ver, as seguradoras terão algumas áreas com maior destaque no futuro, como suporte jurídico e inovação na criação de produtos. Já a distribuição também se transformará, segundo Castello. “O corretor será um especialista em cliente e não mais em produto”, disse.

Plateia do evento / Fotos: Antranuk Photos/Divulgação
Plateia do evento / Fotos: Antranuk Photos/Divulgação

Alessandra Monteiro, diretora de Vida e Longevidade do IRB-Brasil RE, considera que as redes sociais serão importantes para a oferta de seguros e mais ainda para se conhecer o consumidor. “Precisamos entender o nosso cliente para oferecer o produto mais adequado. O grande desafio será preparar o profissional de seguros para esse novo mundo”, disse.

No encerramento do CVG-SP Limra Day, o presidente do CVG-SP, Silas Kasahaya, elogiou o conteúdo apresentado nas palestras e informou que a Limra dispõe de muitos estudos que serão colocados à disposição dos associados, por meio de parceria firmada entre ambas as entidades.

Redução de custos na saúde interessa a toda a sociedade 633

Redução de custos na saúde interessa a toda a sociedade

Em audiência no Senado, superintendente da FenaSaúde defendeu busca de modelo sustentável para ampliar acesso de consumidores à saúde suplementar

A redução dos custos dos planos de saúde é um objetivo comum dos beneficiários, das operadoras do setor e de toda a sociedade brasileira. A opinião é de Sandro Leal Alves, superintendente de Regulação da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), que participou, no dia 15 de agosto de 2019, de audiência pública no Senado sobre o tema “inflação dos planos de saúde”.

Em sua apresentação, Alves mostrou que as despesas das operadoras de saúde suplementar cresceram 135,4% entre 2012 e 2018. Os custos crescentes, de acordo com o superintendente da FenaSaúde, devem-se a fatores como o envelhecimento populacional, o avanço de doenças crônicas como hipertensão e diabetes, a incorporação de novas tecnologias sem a devida análise da razão entre custo e efetividade terapêutica e o aumento da frequência de utilização dos serviços. “O Brasil é um dos líderes na realizaç&atild e;o de exames de alta complexidade”, exemplificou. “O preço e frequência de uso desses procedimentos têm efeito direto no crescimento da despesa assistencial e, consequentemente, no bolso dos consumidores”, esclareceu.

“Muitos dos preços da saúde suplementar, como próteses implantáveis ou medicamentos de uso exclusivo em hospitais, não são capturados pelo IPCA”, explicou. Para ele, o desafio do sistema de saúde é identificar os motivos pelos quais as despesas assistenciais se situam num patamar acima do poder aquisitivo dos consumidores. “É interesse de todos que os custos se tornem sustentáveis”, disse. “No caso das operadoras, até para que novos consumidores consigam usufruir dos planos de saúde suplementar.”

A audiência pública no Senado foi promovida pela Comissão de Transparência, Governança, Fiscalização, Controle e Defesa do Consumidor. Além do superintendente de Regulação da FenaSaúde, participaram do encontro Maurício Nunes da Silva, diretor-adjunto de Normas e Habilitação de Produtos da ANS, Ana Carolina Navarrete, pesquisadora do IDEC, e Carlos Octávio Ocké-Reis, economista do IPEA. A audiência foi mediada pelo senador Rodrigo Cunha (PSDB-AL).

Encontro de Líderes integra lideranças da Previsul de todo o Brasil 693

Encontro de Líderes integra lideranças da Previsul de todo o Brasil

Encontro foi realizado no Hotel Estância Estribo

A Previsul Seguradora reuniu nesta quarta, quinta e sexta-feira (14 a 16 de agosto) cerca de 65 líderes de todo o Brasil, entre gerentes, coordenadores, diretores e o presidente, Renato Pedroso, no Encontro de Líderes. Durante o evento, realizado no Hotel Estância Estribo, em Santo Antônio da Patrulha (RS), eles participaram de palestras e dinâmicas que reforçaram o posicionamento de inovação, a partir das lideranças.

Um dos destaques da programação foi a palestra sobre tecnologia e inovação, com o escritor Marcos Piangers, e o workshop com a Aerolito, um laboratório de exploração de cenários futuros, que ajuda pessoas e organizações no processo de absorção de um mindset digital e pós-digital.

Fernando Moraes (diretor de RH), Andréia Araújo (diretora de Negócios e Marketing), Marcos Piangers, Renato Pedroso, Thiago Soares (diretor Técnico) e João Paulo Mirosvick (diretor de Operações) / Foto: Salomão Cardoso
Fernando Moraes (diretor de RH), Andréia Araújo (diretora de Negócios e Marketing), Marcos Piangers, Renato Pedroso, Thiago Soares (diretor Técnico) e João Paulo Mirosvick (diretor de Operações) / Foto: Salomão Cardoso

“Somos uma seguradora orientada para o futuro. Isso significa que em nosso presente estamos constantemente em evolução para sermos cada vez mais completos. E acreditamos que esse movimento começa pelo exemplo dos nossos líderes, em buscar sempre inovar e estimular as equipes em colaborar para esse ambiente de evolução”, afirma o presidente Renato Pedroso.

Foto: Salomão Cardoso / Divulgação
Foto: Salomão Cardoso / Divulgação

Na avaliação do diretor de RH, Fernando Moraes, manter as lideranças unidas, alinhadas e trabalhando em conjunto é fundamental. “Os líderes precisam saber que são parte essencial da empresa. São eles que orientam os colaboradores e dão os devidos direcionamentos para todas as equipes, para que a companhia tenha uma entrega cada vez mais eficiente”, observa.

A diretora de Negócios e Marketing, Andréia Araújo, destaca que é importante que os líderes estejam reunidos para entregar as melhores soluções para os parceiros corretores. “Este é um momento especial e dedicado aos nossos líderes. Além de um momento de aprendizado e troca de conhecimento, é uma oportunidade para pensar e olhar as coisas de uma forma diferente, trazendo mais inovação para o dia a dia dos profissionais”, afirma.

Com 113 anos de atuação, a Previsul Seguradora é referência em seguro de pessoas no Brasil. Está presente em 12 estados brasileiros, com aproximadamente 30 pontos de atendimento em todo o país, que oferecem todo o suporte para o corretor, principal parceiro da Previsul.