Pequenas e médias operadoras: peças fundamentais à Odontologia Suplementar 560

Pequenas e médias operadoras: peças fundamentais à Odontologia Suplementar

Confira artigo de Geraldo Almeida Lima, presidente do Sindicato Nacional das Empresas de Odontologia de Grupo (Sinog)

Geraldo Almeida Lima é presidente do Sinog / Divulgação
Geraldo Almeida Lima é presidente do Sinog / Divulgação

Todos sabemos que para a economia de uma nação funcionar bem é preciso que todo o conjunto de empresas trabalhe em prol da sustentabilidade de seus negócios e do desenvolvimento do país. Assim como uma máquina precisa que todas as suas peças estejam engrenadas para que o motor possa funcionar a contento, a Odontologia Suplementar precisa igualmente das pequenas, médias e grandes operadoras de planos odontológicos para suportar todo o sistema, que hoje atende cerca de 12,4% da população brasileira.

No Brasil existem atualmente 289 operadoras exclusivamente odontológicas ativas com beneficiários, representando 73,5% de todo o conjunto de operadoras que oferecem algum tipo de plano de saúde bucal. Estas operadoras de pequeno e médio portes operam em todo o território brasileiro, oferecendo atendimento qualificado à população das cidades mais afastadas dos grandes centros urbanos e respondem por 14,09% todos os beneficiários. E por serem menores, muitas vezes, conseguem atender às necessidades específicas de determinadas localidades.

A atuação das operadoras nas regiões mais afastadas é fundamental para proporcionar à população acesso à Odontologia Suplementar e, consequentemente, colaborar para que possam cuidar da atenção primária na saúde bucal. Além disso, otimiza a presença dos cirurgiões-dentistas, que geralmente encontram-se em menor número em relação aos grandes centros, além de todos os outros colaboradores capacitados envolvidos com a prestação de serviços odontológicos. De acordo com o portal do Conselho Federal de Odontologia – CFO, atualmente estão cadastrados 555 mil destes profissionais em todo o território nacional, sendo a maioria inserida nas grandes metrópoles, como São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

Outra forma de democratizar o acesso à Odontologia Suplementar são os consultórios odontológicos, que, por uma necessidade do mercado ou plano estratégico, acabam se transformando em pequenas operadoras e expandindo seus serviços. Com isso, ganham todos desta cadeia: população que pode receber atendimento sem precisar buscar em outra cidade; empresas e profissionais, que têm a possibilidade de fidelizar os clientes, uma vez que a concorrência é menor.

Para se ter uma ideia, são consideradas pequenas operadoras aquelas que têm até 20 mil beneficiários. Você há de convir que esse número não é tão pequeno assim. Afinal são 20 mil pessoas que conseguem, com uma boa relação custo x benefício, ter acesso à assistência odontológica para garantir a saúde bucal, onde a oferta de serviços não é amplamente diversificada.

Se as pequenas operadoras têm um valor inestimável ao segmento, as de médio porte compartilham da mesma importância. Estas empresas atendem até 100 mil vidas e colaboram para ampliar a capilaridade do sistema. Sem falar das maiores que já passaram pelo processo natural de crescimento e têm mais condições de atender plenamente um grande número de beneficiários, que se concentram nos grandes centros do País, evitando que o segmento fique sobrecarregado.

Enfim, cada uma delas, em seu campo de atuação e objetivos, são essenciais ao crescimento e fortalecimento da Odontologia Suplementar, que vem se destacando a olhos vistos nos últimos anos. Em dezembro de 2018, já somavam 24,2 milhões de beneficiários atendidos e satisfeitos. Segundo pesquisa realizada pelo Instituto de Estudos em Saúde Suplementar (IESS), 79% dos usuários estão satisfeitos ou muito satisfeitos e 81% recomendariam para um amigo ou parente. Por isso, esse número não para de crescer.

L’Étape Brasil e Omint desafiam apresentador da ESPN na maior prova do ciclismo mundial 807

L'Étape Brasil e Omint desafiam apresentador da ESPN na maior prova do ciclismo mundial

Ciclista simulou trecho do Tour de France entre Albertville e Val Thorens, que tem 135 km e 4563 m de altimetria

O apresentador da ESPN, Bruno Vicari aceitou o convite do L’Étape Brasil e da Omint para simular um trecho original do Tour de France, principal prova do ciclismo mundial. O objetivo da ação foi desafiar o jornalista e atleta amador a encarar um percurso com 135 km e 4.563 metros de altimetria em uma altitude de 2 mil metros, algo inédito na história do Tour.

O percurso escolhido foi entre Albertville e Val Thorens, o mesmo da etapa 20 do Tour de France, marcado para 27 de julho. A Omint, junto com o L’Etape, organizou toda a logística do apresentador da ESPN. O canal também está produzindo um conteúdo especial do apresentador na atração “Bruno, ciclista!”

”Já fiz duas vezes o L’Étape no Brasil e agora realmente senti o que um ciclista sente no Tour de France. Foi um sonho! A diferença é que fiz em um dia e os profissionais já vão estar com 20 dias de prova nas pernas”, declarou Bruno Vicari.

O diretor Comercial e de Marketing da Omint, Cícero Barreto, reforça a importância que ações como essa têm em resgatar o prazer pela atividade física, o que colabora para a promoção da saúde física e mental. “A Omint acredita e investe em um dia a dia com mais qualidade de vida e, por isso, patrocina eventos como o L’Etape Brasil e apoia ações como o “Pedalando pelo Mundo”, com Bruno Vicari. Pessoas como ele são verdadeiros entusiastas de atividades que valorizam a saúde física e mental em várias frentes, e inspiram as pessoas a buscarem atividades que proporcionem uma vida mais saudável e feliz”, completa.

Bruno Vicari conheceu o ciclismo em 1997 em uma viagem para a França. E desde então acompanha a prova todos os anos. O apresentador fez treinos regulares da modalidade em São Paulo (SP) e Campos do Jordão (SP).

O L’Étape Brasil by Le Tour de France terá sua prova de ciclismo disputada no dia 29 de setembro, em Campos do Jordão (SP). Patrocinado pela Omint, o evento prevê a frequência de 3 mil participantes.

Os registros da ativação com Bruno Vicari estão no destaque “Pedalando” no perfil oficial da Omint no Instagram: @omint, que também mostrará em breve mais novidades sobre o L’Etape Brasil. Para contar com o apoio adequado, o atleta viajou com Omint Seguro Viagem, que apresenta cobertura aderente à pratica de esporte de competição amadora.

Unidade Rede Lojacorr Florianópolis completa 10 anos em SC 608

Unidade Rede Lojacorr Florianópolis completa 10 anos em SC

Operação catarinense foi a primeira unidade do país, responsável pela ampliação do sistema em todo o Estado

A Unidade Rede Lojacorr Florianópolis, completou 10 anos de atuação na região, no dia 01 de junho. A data foi comemorada com a diretoria da rede, incluindo o presidente, Diogo Arndt Silva; o diretor Financeiro, André Duarte; o diretor de Tecnologia, Sandro Ribeiro; o diretor Comercial, Geniomar Pereira; o diretor de Mercado e Operações, Luiz Longobardi e o presidente da Holding HDAS, José Heitor Silva. A comemoração recebeu apoio e prestígio de corretores da rede, concessionárias da localidade e seguradoras, entre elas: Bradesco Seguros, Chubb Seguros, HDI Seguros, Liberty Seguros, Mitsui Sumitomo Seguros, Previsul Seguradora, Sancor Seguros, Sompo Seguros, Tokio Marine Seguradora e Zurich Seguradora.

Para a diretoria da unidade foi uma dupla comemoração, já que a Rede Lojacorr foi levada a região catarinense através da Fort Group Corretora de Seguros, que completou 15 anos de existência na mesma data, cujos sócios são os fundadores das duas operações.

Unidade Rede Lojacorr Florianópolis completa 10 anos em SC
Unidade Rede Lojacorr Florianópolis completa 10 anos em SC

De acordo com Julio Ferreira, sócio da corretora e da unidade, a corretora nasceu em 2004 com o objetivo de ter acesso a um número maior de seguradoras, melhorar as condições comerciais, compartilhar custos e investimentos, além de oferecer ao segurado mais possibilidade de proteção. “Com a operação rodando experimentamos um crescimento que superou nossas expectativas, trazendo a necessidade de buscarmos uma melhoria em nossa gestão, profissionalização e estrutura. Dessa forma, em 2007 encontramos na Rede Lojacorr um modelo de negócio que solucionava o que estávamos buscando, além de possibilitar ao catarinense a se proteger mais e melhor”, relata Julio Ferreira, que detém a operação em conjunto com os sócios Paulo Almeida, Sergio Peruzzolo e Vilmar Alflen.

A parceria entre a corretora e a Rede Lojacorr foi a primeira do país no modelo de unidade consolidadora entre pessoas jurídicas. Após dois anos de união, juntas iniciaram a expansão para o Estado de Santa Catarina. “Consideramos o melhor negócio de nossas vidas.”, acrescenta Paulo Almeida.

Segundo Sérgio Peruzzolo, o crescimento foi visível para todo o grupo de corretores. “Hoje no nosso núcleo estamos com mais ou menos 70 pessoas atuando diretamente na comercialização dos produtos que estão à disposição em nosso portfólio”, explica.

Vilmar Alflen emenda dizendo que consideram atingidos nossos objetivos iniciais. “Dispomos de acesso a todo o mercado, condições comerciais competitivas, compartilhamento de conhecimento, segurança jurídica e fiscal, além de muita tecnologia e inovação”, fala.

Para o diretor Regional Sul da Rede Lojacorr, Ernani Lepchak, os concessionários de Santa Catarina tiveram uma enorme importância para o desenvolvimento da marca na região. “Foi a unidade de Florianópolis que difundiu o nome da Rede Lojacorr para entidades de classe, seguradoras e corretores locais. Além da representatividade dos profissionais da unidade, a concessão também possui uma produção de grande valia para toda a rede”, destaca.

MSD Saúde Animal lança plataforma de conteúdo gratuito para médicos-veterinários 694

MSD Saúde Animal lança plataforma de conteúdo gratuito para veterinários

Novidade trará palestras e cursos de extensão sobre diversos temas relacionados à saúde pet

Com o objetivo de contribuir para a formação e capacitação de médicos-veterinários, a MSD Saúde Animal desenvolveu uma plataforma de conteúdo educativo dentro da sua Universidade Corporativa, aberta a profissionais de fora da companhia. O acesso à plataforma é gratuito e exige apenas um rápido cadastro do usuário, que terá à disposição cursos, aulas e materiais para download que contribuirão para o desenvolvimento da sua carreira.

A primeira transmissão aconteceu em maio com a palestra “Aumentando a taxa de sucesso no tratamento do diabetes mellitus em cães”. Já a segunda, também sobre diabetes mellitus, aconteceu no último dia 04/06. Ministradas pela médica-veterinária Alessandra Vargas, as apresentações estão disponíveis na íntegra no portal para acesso e consultas.

Para Silvana Badra, médica-veterinária e gerente de produtos pet da MSD Saúde Animal, a novidade chega para oferecer acesso fácil a conteúdos técnicos e atualizações referentes a temas importantes em medicina veterinária. “Os cursos de extensão e conteúdos disponibilizados no portal podem ser acessados de qualquer lugar a qualquer momento”, destaca a especialista.

Incentivo a educação

O lançamento do curso de extensão é mais uma iniciativa da MSD Saúde Animal em prol da educação médica continuada, que é um dos pilares institucionais da companhia. A Universidade Corporativa da empresa já conta com grande engajamento dos seus colaboradores e de profissionais externos que buscam ampliar o conhecimento sobre o mercado. O Profissionais do Amanhã, por exemplo, foi lançado no ano passado e contribui para a inclusão de profissionais de medicina veterinária recém-formados ou com pouco experiência no mercado de trabalho.

Para acessar a nova plataforma de conteúdo e os outros conteúdos da Universidade Corporativa da MSD Saúde Animal, acesse este endereço.

Zico protagoniza campanha sobre proteção veicular 1315

Zico protagoniza campanha sobre proteção veicular

Ação visa demonstrar que associações não querem disputar com o mercado tradicional

O ex-jogador de futebol Arthur Antunes Coimbra, o Zico, será o garoto-propaganda da nova campanha sobre a legalidade e idoneidade das associações brasileiras de proteção veicular e patrimonial, que será realizada pela AAAPV (Agência de Autorregulamentação das Entidades de Autogestão de Planos de Proteção Contra Riscos Patrimoniais).

Com a ação, a agência busca garantir o entendimento da população a respeito das entidades de benefícios mútuos, como coberturas em casos de roubos e acidentes, por exemplo. As associações de proteção veicular são respaldadas pela Constituição Federal e defendem, ainda, que não há disputa com o mercado tradicional, já que o segmento existe justamente para amparar consumidores não aceitos pelas empresas de seguro.

“O Zico aceitou o convite prontamente e, assim como a entidade, acredita na importância e na relevância do projeto. Para nós, do associativismo, é um marco ter alguém com um nome de tanto peso ao nosso lado”, disse o presidente da AAAPV, Raul Canal.

Zico é o décimo brasileiro mais conhecido no mundo, segundo o Pantheon, projeto elaborado pelo Instituto de Tecnologia de Massaschussets (MIT). O criterioso estudo mostra o atual treinador na frente de figuras notórias como Ayrton Senna (11º lugar), Caetano Veloso (16º lugar) e Santos Dumont (23º lugar).

Confederação das Seguradoras revisa para menos projeção de crescimento em 2019 541

Confederação das Seguradoras revisa para menos projeção de crescimento em 2019

Alta entre 4,7% e 6,9% reflete desempenho menor de automóvel e de planos de riscos

Um intervalo de crescimento anual do mercado segurador mais estreito – de 4,7% a 6,9% agora em maio – consta da sétima edição ampliada da publicação Conjuntura CNseg, referente ao primeiro trimestre do ano e disponível neste link. A projeção anterior, de fevereiro, oscilava de 4,5% a 7,1% (piso e teto, respectivamente). A nova taxa tem relação direta com a perspectiva de menor evolução da carteira de seguro de automóvel – com intervalo de 0,5% e 3,5% de alta no ano; anteriormente esperava algo entre 5,4% e 7% em 2019. O seguro de automóvel é a principal carteira de danos e responsabilidade e segue a trajetória de desaceleração nas vendas de automóveis novos no ano. Em 2018, a receita do mercado alcançou R$ 445,16 bilhões.

“O aumento das incertezas, tanto na economia brasileira quanto em escala global, torna as projeções um desafiador exercício. São tantas variáveis capazes de provocar reação ou retração dos mercados, que sua combinação, no final, definirá a trajetória do setor segurador”, afirma Marcio Coriolano, presidente da CNseg.

A nova projeção considera também um crescimento menor dos seguros de pessoas. Pelo estudo, enquanto os planos de acumulação (PBGL e VGBL) mantêm a trajetória de expansão inalterada no ano (5,5% a 6%), acredita-se em alta menor dos prêmios estimados dos planos de risco (agora de 3,2% a 8,8% ante os 6,9% a 9,4%).

Dependendo do comportamento de algumas das principais variáveis macroeconômicas, há dois cenários possíveis – otimista ou pessimista- projetados para a atividade seguradora. No melhor cenário (de alta de 6,9%), o PIB cresceria 1,3% no ano; a produção industrial teria alta real de 1,57%; a Selic recuaria para 6% ao ano; o câmbio ficaria em R$ 3,61; e a inflação oficial seria de 3,80% medida pelo IPCA. No quadro pessimista (alta de 4,7%) do setor segurador, considera-se a aprovação da reforma da Previdência incompleta; a desvalorização mais acentuada do câmbio; juros básicos em trajetória de alta; e crescimento da economia abaixo do observado em 2018.

A projeção de arrecadação do mercado segurador é uma das seções que estarão incorporadas à edição ampliada. Na nova coluna destaque das federações, a Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) aponta os riscos de o seguro de Garantia de Obras não sair do papel, se algumas ameaças estudadas forem incluídas ao projeto de lei, como a cobrança de quase a totalidade da importância segurada, caso a seguradora não retome e conclua a obra. Na parte da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap), artigo mostra os efeitos práticos do novo marco regulatório para a expansão da capitalização.

Os leitores poderão ainda se informar sobre temas relevantes para o mercado de seguros. A coluna dedicada à produção acadêmica do setor propõe discussão sobre os impactos da longevidade sobre os custos da saúde e nas tábuas de mortalidade usadas nos seguros de vida. O potencial do seguro cibernético, o que define as escolhas de seguros pelos consumidores e quanto estão dispostos a pagar pelo seguro saúde são outros artigos disponíveis na edição ampliada.