Pequenas e médias operadoras: peças fundamentais à Odontologia Suplementar 521

Pequenas e médias operadoras: peças fundamentais à Odontologia Suplementar

Confira artigo de Geraldo Almeida Lima, presidente do Sindicato Nacional das Empresas de Odontologia de Grupo (Sinog)

Geraldo Almeida Lima é presidente do Sinog / Divulgação
Geraldo Almeida Lima é presidente do Sinog / Divulgação

Todos sabemos que para a economia de uma nação funcionar bem é preciso que todo o conjunto de empresas trabalhe em prol da sustentabilidade de seus negócios e do desenvolvimento do país. Assim como uma máquina precisa que todas as suas peças estejam engrenadas para que o motor possa funcionar a contento, a Odontologia Suplementar precisa igualmente das pequenas, médias e grandes operadoras de planos odontológicos para suportar todo o sistema, que hoje atende cerca de 12,4% da população brasileira.

No Brasil existem atualmente 289 operadoras exclusivamente odontológicas ativas com beneficiários, representando 73,5% de todo o conjunto de operadoras que oferecem algum tipo de plano de saúde bucal. Estas operadoras de pequeno e médio portes operam em todo o território brasileiro, oferecendo atendimento qualificado à população das cidades mais afastadas dos grandes centros urbanos e respondem por 14,09% todos os beneficiários. E por serem menores, muitas vezes, conseguem atender às necessidades específicas de determinadas localidades.

A atuação das operadoras nas regiões mais afastadas é fundamental para proporcionar à população acesso à Odontologia Suplementar e, consequentemente, colaborar para que possam cuidar da atenção primária na saúde bucal. Além disso, otimiza a presença dos cirurgiões-dentistas, que geralmente encontram-se em menor número em relação aos grandes centros, além de todos os outros colaboradores capacitados envolvidos com a prestação de serviços odontológicos. De acordo com o portal do Conselho Federal de Odontologia – CFO, atualmente estão cadastrados 555 mil destes profissionais em todo o território nacional, sendo a maioria inserida nas grandes metrópoles, como São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

Outra forma de democratizar o acesso à Odontologia Suplementar são os consultórios odontológicos, que, por uma necessidade do mercado ou plano estratégico, acabam se transformando em pequenas operadoras e expandindo seus serviços. Com isso, ganham todos desta cadeia: população que pode receber atendimento sem precisar buscar em outra cidade; empresas e profissionais, que têm a possibilidade de fidelizar os clientes, uma vez que a concorrência é menor.

Para se ter uma ideia, são consideradas pequenas operadoras aquelas que têm até 20 mil beneficiários. Você há de convir que esse número não é tão pequeno assim. Afinal são 20 mil pessoas que conseguem, com uma boa relação custo x benefício, ter acesso à assistência odontológica para garantir a saúde bucal, onde a oferta de serviços não é amplamente diversificada.

Se as pequenas operadoras têm um valor inestimável ao segmento, as de médio porte compartilham da mesma importância. Estas empresas atendem até 100 mil vidas e colaboram para ampliar a capilaridade do sistema. Sem falar das maiores que já passaram pelo processo natural de crescimento e têm mais condições de atender plenamente um grande número de beneficiários, que se concentram nos grandes centros do País, evitando que o segmento fique sobrecarregado.

Enfim, cada uma delas, em seu campo de atuação e objetivos, são essenciais ao crescimento e fortalecimento da Odontologia Suplementar, que vem se destacando a olhos vistos nos últimos anos. Em dezembro de 2018, já somavam 24,2 milhões de beneficiários atendidos e satisfeitos. Segundo pesquisa realizada pelo Instituto de Estudos em Saúde Suplementar (IESS), 79% dos usuários estão satisfeitos ou muito satisfeitos e 81% recomendariam para um amigo ou parente. Por isso, esse número não para de crescer.

Fidelização exige conhecer de perto todas as necessidades do cliente 303

Fidelização exige conhecer de perto todas as necessidades do cliente

Confira artigo de Robson Tricarico, diretor comercial da Suhai Seguradora

Para as empresas de todos os setores, seria cômodo se os clientes retornassem as compras ou renovassem os seus contratos ao longo dos anos sem esforços de fidelização. Contudo, dada a concorrência na grande maioria dos mercados, além da alta qualidade do produto ou serviço oferecido e de conhecer muito bem as necessidades do cliente, uma das chaves para o sucesso é inovação. Mas esse fator é algo muito mais complexo do que simplesmente disponibilizar ferramentas tecnológicas na operação ou no processo.

No mercado de seguros, por exemplo, oferecer múltiplos canais para facilitar a comunicação entre o cliente e a seguradora, apesar de não ser mais novidade, nunca foi tão importante. Saber quem é o cliente, como ele quer se comunicar e em qual momento ajuda a estreitar os laços e fortalecer a parceria, contribuindo para que ele enxergue (e se interesse) pela geração de valor que está disponível nas apólices. Ao oferecer vantagens e mostrar os diferenciais competitivos do que está em oferta para o cliente, é importante ter a certeza que ele receba a mensagem e enxergue esse valor para que, portanto, a relação seja fortalecida e tenha muito mais perspectiva de longo prazo.

Nesse contexto, a figura do corretor não pode ser esquecida. Trata-se de um pilar extremamente importante na mediação entre a seguradora e o cliente, sendo eles quem passam as explicações a respeito dos diferencias que são oferecidos e das inovações.

Com a cadeia completa e com todos os elos operando com foco no cliente, o setor ganha com a democratização do seguro, com respeito às escolhas dos clientes. No caso do seguro automotivo, por exemplo, ganham aquelas que reforçam a sua reputação de respeito ao cliente não apenas no momento da venda do seguro, mas na relação diária com o segurado, com foco em expertise de atuação em todos os tipos de veículos, sobretudo naqueles que têm maior risco de exposição a roubos e furtos, ou motos.

Chubb aponta crescimento do seguro de vida no setor audiovisual 239

Chubb aponta crescimento do seguro de vida no setor audiovisual

Lançamento de filmes brasileiros mais que dobrou entre 2009 e 2018

A Chubb diz que a demanda por seguros de vida específicos para o setor audiovisual cresceu nos últimos anos, tendo em vista a expansão desse segmento no Brasil. De acordo com o Observatório Brasileiro do Cinema e do Audiovisual (OCA), o número de lançamentos de filmes brasileiros entre 2009 e 2018 mais do que dobrou, ao pular de 84 para 171. Conforme o último levantamento da entidade sobre o assunto, a participação da produção brasileira independente nos canais da TV paga passou de 10,7% para 13,8% entre 2013 e 2017.

Segundo Dennys Rosini, Diretor de Vida da Chubb Brasil, o seguro de vida da seguradora está chamando a atenção das empresas de audiovisual porque, entre outras razões, a apólice customizada concede proteção a todos os participantes da produção, observando custos reconhecidamente acessíveis. Assim, as coberturas do produto, denominado VG Filmagens, contemplam técnicos, atores, diretores, figurantes e modelos, além de outras pessoas ligadas diretamente aos processos de desenvolvimento, criação e filmagem. As indenizações são concedidas em caso de morte, invalidez permanente em função de acidente e ainda por conta de despesas médicas, hospitalares e odontológicas.

De acordo com o Diretor, os riscos mais frequentes nesse setor são os acidentes que podem ocorrer em gravações de seriados, propagandas, novelas e filmagens. Para atender as necessidades do segmento, ele diz que a Chubb montou uma equipe especializada e que “que fala a mesma língua” dos profissionais do ramo durante as etapas de subscrição, gerenciamento de riscos e atendimento a sinistros. “Além disso, a companhia desenvolveu ferramentas que possibilitam a contratação do seguro de forma 100% online”, destaca. Ele reitera que esse último recurso permite que o seguro seja adquirido em grande velocidade, atendendo uma necessidade importante das produções, que geralmente atuam com cronogramas apertados.

Dennys Rosini lembra que a indústria audiovisual continuou crescendo nos últimos anos, a despeito da crise econômica vivenciada no país. Essa observação é também respaldada pelos dados do OCA, que dão conta que a quantidade de filmes brasileiros lançados por ano subiu 32% entre 2014 e 2018. Segundo a mesma entidade, o número de certificados de produto brasileiro de obras independentes aumentou 60% entre 2013 e 2017. Ao destacar esse aspecto do setor, que denota força e resiliência, ele afirma que o seguro de vida para a indústria audiovisual merece especial atenção dos corretores de seguros que desejam ampliar os seus rendimentos por meio da diversificação de produtos. “Estamos preparados para dar todo o suporte necessário a esses parceiros”, conclui.

Porto Seguro apresenta novidades no aplicativo Corretor Online 206

Porto Seguro apresenta novidades no aplicativo Corretor Online

App permitirá o acompanhamento da performance de produção, compartilhamento de apólices e boletos em atraso via Whatsapp

Com o objetivo de facilitar ainda mais a gestão da carteira de clientes dos Corretores, a Porto Seguro reformula e moderniza o aplicativo Corretor Online. Agora, os Corretores podem acessar a plataforma por meio de biometria, aumentando a segurança das informações disponibilizadas no canal.

O Corretor também terá acesso aos gráficos referentes à sua carteira. Neles, é possível verificar, em tempo real, a performance da produção realizada, das cotações e conversões e também das suas renovações.

Além disso, outras novidades estarão disponíveis, tais como a regularização da parcela, emissão de segunda via de boleto, compartilhamento do boleto pelo WhatsApp e e-mail e contato direto com o cliente. Os Corretores também acompanharão as informações completas sobre as propostas pendentes, apólices em andamento e cobrança.

Rivaldo Leite, diretor geral da Porto Seguro, explica que todas as melhorias foram feitas após um estudo, “entender como é a experiência do Corretor e como poderíamos melhorá-la, foi essencial para chegarmos nesse novo formato. Esperamos trazer agilidade e maior mobilidade para o seu negócio”.

O aplicativo está disponível nas lojas virtuais App Store e Google Play. Os Corretores que já possuem o aplicativo precisam apenas atualizá-lo nas lojas.

Zurich passa a oferecer seguro Proteção Digital para PMEs 333

Zurich passa a oferecer seguro Proteção Digital para PMEs

Produto foi adaptado para atender este mercado e visa resguardar pequenas e médias empresas de riscos cibernéticos

A transformação tecnológica vem mudando a maneira de fazer negócios e as informações estão se tornando o ativo mais valioso para as empresas. Com os novos métodos de ataques cibernéticos surgindo a todo momento e as Regulamentações e Leis de Proteção de Dados e de Privacidade em todo mundo estão se tornando mais rígidas, a segurança contra estas ameaças vem sendo cada vez mais essencial para qualquer tipo de companhia.

Ciente deste cenário e utilizando toda sua expertise em riscos cibernéticos, a Zurich, seguradora global com mais de 79 anos de atuação no mercado brasileiro, passa a disponibilizar o seguro Proteção Digital voltado para pequenas e médias empresas.

O Zurich Proteção Digital, que foi lançado no mercado nacional em 2017 e visa resguardar as companhias de eventuais perdas financeiras devido à violação de privacidade de suas informações, recebeu adaptações especialmente na sua forma de adesão, simplificando o acesso para PMEs. “A proposta de adesão foi facilitada e adequada a este mercado, tornando mais simples a contratação do seguro. As coberturas são as mesmas já aplicadas ao produto tradicional”, afirma Fernando Saccon, Head de Linhas Financeiras da Zurich no Brasil.

O seguro Proteção Digital para PMEs é voltado para diferentes segmentos e setores, como associações profissionais, comércio (não eletrônico), consultorias, empresas de engenharia e arquitetura, empresas de hospitalidade (hotéis, restaurante), empresas de tecnologia, escritório de advocacia e de contabilidade, farmácias, clínicas médicas e odontológicas, imobiliárias, instituições de educação, sindicatos, entre outros.

“Depois de muitos estudos de mercado, entendemos que são setores que tem uma grande exposição a ameaças cibernéticas, principalmente por envolver informações e dados de clientes, e estes riscos não podem ser ignorados por nenhum tipo de empresa”, diz o executivo.

Em recente estudo publicado pelo Fórum Econômico Mundial, com apoio da Zurich, o risco cibernético foi apontado como um dos mais preocupantes por executivos em todo o mundo. Estima-se que os custos de crimes cibernéticos contra empresas devam representar US$ 8 trilhões nos próximos cinco anos, o equivalente ao PIB (Produto Interno Bruto) atual do Reino Unido, França e Alemanha juntos.

Entenda as coberturas do seguro Proteção Digital para as empresas:

  • Responsabilidade civil por atos de violação: o seguro arca com o pagamento dos custos e danos, caso a empresa seja responsabilizada pela violação de dados por meio de um ataque cibernético;
  • Violação de privacidade: o seguro cobre os custos com investigação, monitoramento de crédito e relações públicas;
  • Despesas de substituição de ativo digital: em caso de dados corrompidos ou destruídos, os custos para a recuperação são cobertos;
  • Lucros cessantes: caso ocorra um ataque que interrompa o acesso ao sistema da empresa, o seguro reembolsa os lucros cessantes;
  • Ameaça cibernética: o seguro cobre o pagamento de extorsão e despesas na apuração de ameaças;
  • Multas e sanções administrativas: o seguro cobre o pagamento com multas e sanções.

Sabendo que as primeiras horas após o ataque são cruciais para minimizar danos, vale destacar ainda outro diferencial do seguro Proteção Digital. Por meio de uma parceria com a Crawford, a Zurich oferece ao segurado a possibilidade de contratação de um serviço de resposta a incidentes, provendo assessoria imediata no caso de uma violação da segurança da rede.

SulAmérica apresenta case no IT Fórum 2019 218

SulAmérica apresenta case no IT Fórum 2019

Vice-presidentes Cristiano Barbieri e Patrícia Coimbra mostram como a seguradora engaja colaboradores na transformação digital

A SulAmérica, maior seguradora independente do País, será destaque na programação do IT Fórum 2019, um dos maiores eventos de tecnologia do Brasil, que será realizado entre os dias 17 e 21 de abril, no Iberostar Bahia Hotel, localizado na Praia do Forte (BA). O case de transformação digital da companhia, fundamentado na mudança da cultura organizacional e no engajamento dos colaboradores, será apresentado no fórum pelo vice-presidente de Estratégia Digital, Advanced Analytics, Inovação e TI, Cristiano Barbieri, e pela vice-presidente de Capital Humano, Administrativo e Sustentabilidade da SulAmérica, Patrícia Coimbra.

O painel “Digitalização na prática: engajar pessoas e acelerar a mudança” ocorre em duas edições: nos dias 18, às 14h45, e 20, às 9h25min. Promovido anualmente pelo Grupo IT Mídia, o IT Fórum reúne líderes de tecnologia em busca de tendências, melhores práticas e soluções inovadoras em produtos e serviços nos mais importantes setores. Nesta edição, o tema central será “Eu 5.0”, visando estimular o debate sobre a construção de um futuro melhor para a sociedade, com bem-estar e qualidade de vida, por meio da tecnologia.

IT Fórum 2019

Data: De 17 a 21 de abril.
Local: Iberostar Bahia Hotel (Praia do Forte/BA).
Mais informações: neste endereço.