94% das instituições financeiras sofreram tentativas de fraude nos últimos dois anos 433

94% das instituições financeiras sofreram tentativas de fraude nos últimos dois anos

Seguradoras americanas gastam em torno de US$ 40 bi por ano com fraudes

Alcançar o equilíbrio entre a experiência do consumidor e a prevenção à fraude não é uma tarefa fácil. Danos à reputação da marca, multas e ações judiciais contra empresas aparecem como os principais impactos desses golpes, revela a pesquisa TransUnion Fraud Trends 2018, que exploram fraudes nos segmentos de Serviços Financeiros, Seguros e Imobiliário, realizada pela Forrester Consulting, no segundo semestre de 2018, a pedido da TransUnion, companhia global de soluções de informação.

As análises divulgadas reforçam informações extraídas dos sistemas TransUnion, destacando que o custo referente a fraudes ocorridas em financiamento de automóveis, cartões bancários e de varejistas, além de financiamentos pessoais, superou US$ 1 bilhão no segundo trimestre de 2018. As seguradoras e gerentes imobiliários também enfrentam desafios em combater novos esquemas de fraude à medida que cresce o número de serviços e aplicativos on-line.

O mapeamento do cenário de fraude nos segmentos citados sinaliza que:

  • Aproximadamente 94% das empresas do segmento financeiro já sofreram algum tipo de golpe entre 2017 e 2018.
  • Em complemento, o aumento de fraudes leves em seguradoras chegou a 62%, enquanto o de falsificação de identidade cresceu 57% nessas companhias no último ano.
  • Apenas no setor imobiliário, 97% dos bens administrados em ambiente virtual já foram alvo de alguma inconsistência de transação.

“A maior barreira para os tomadores de decisões nas indústrias como de serviços financeiros, seguros e imobiliária é assegurar que o consumidor tenha uma boa experiência e, ainda assim, seus dados estejam protegidos. Os clientes estão demandando melhores práticas de proteção de dados e empresas que não entregam soluções que atendam às exigências, sem interferir na experiência do usuário, correm o risco de perder para a concorrência”, comenta Geoff Miller, head de soluções fraud and identity da TransUnion.“Também é nítido que muitos dos mesmos problemas relacionados à fraude que afligem as instituições financeiras e seguradoras americanas estão afetando empresas similares no Canadá, na Índia e em outros países do mundo”.

Uma boa experiência do cliente é fundamental para a maioria dos tomadores de decisão entrevistados nos presentes estudos. 71% das instituições financeiras, por exemplo, confirmam que uma boa jornada para o consumidor influencia diretamente na adesão de métodos para proteção de golpes em ambientes on-line, enquanto 65% dos profissionais de seguros concordam que algumas táticas de prevenção podem impactar negativamente bons compradores.

“Para combater efetivamente a fraude, as transações necessitam de agilidade na tomada de decisão. Não se pode mais esperar dias, ou até mesmo horas, para checar se o cliente é realmente quem diz ser. Com a digitalização de processos, é possível implementar soluções efetivas, que utilizam bases de dados interconectadas a fim de detectar sinais e riscos de fraudes em ambiente físico ou digital, contribuindo para a continuidade da oferta de produtos e serviços à população e na sustentabilidade dos negócios”, explica Miller.

Dentre os entrevistados, foram ouvidos 465 tomadores de decisão nos Estados Unidos, Índia e Canadá, indicando que o maior desafio das instituições é a detecção de fraudes em tempo real, além de processos de verificação de identidade complexos e morosos, o que acaba impactando diretamente na insatisfação do cliente.

Mais informações sobre os estudos da Forrester podem ser acessadas aqui.

SEGURADORAS AMERICANAS GASTAM US$ 40 BI POR ANO COM FRAUDES

Anualmente, o montante de fraudes em seguradoras dos Estados Unidos é de US$ 30 bilhões. É o que resume o estudo Insurers: Strike The Right Balance Between Fighting Fraud and CX, que compõe o levantamento da TransUnion. Apenas no segmento de seguradoras, 66% dos entrevistados revelam que percebem um desenvolvimento contínuo das táticas utilizadas pelos criminosos, dificultando a acurácia das empresas em soluções de prevenção.

Um dos maiores problemas, identificados por seguradores, é a verificação de identidades. Assim, os fraudadores exploram as fraquezas dos processos por meio de três tipos de fraude:

  • Roubo de identidade: dados pessoais comprometidos ou furtados para utilização em aplicações de seguros ou processos de crédito;
  • Fraude leve: se configuram como solicitantes ou titulares de seguros que alteram ou omitem informações deliberadamente a fim de obter um valor menor que o requerido;
  • Fraude intensa: se apresentam como solicitantes ou titulares de seguros encenando perdas a fim de resgatar o dinheiro.

“Os tipos de fraudes que vemos na indústria de seguros tem sérias implicações econômicas para provedores deste serviço e seus clientes”, comenta Mark McElroy, vice presidente executivo e head da unidade de negócios da seguro da TransUnion. “Os consumidores demandam experiências excepcionais no processo junto às seguradoras. Isso significa que falsos alertas, detenção, procedimentos morosos de prevenção e investigações para acompanhamento de fraude podem impactar negativamente o cliente”.

À medida que mais consumidores esperam por ações de proteção sem atritos e de alta qualidade, a fraude continua a ameaçar as empresas de seguros. No cenário exposto pelo estudo, 49% das seguradoras não se mostram confiantes em relação à sua capacidade de detectar fraudes leves40% não estão certos de que podem identificar golpes de identidade e 55% assumem déficit na detecção de fraude intensa.

A pesquisa revela que, no ano passado:

  • 62% das seguradoras perceberam aumento de fraudes leves;
  • 57% perceberam crescimento em fraude de identidade;
  • 34% notaram um crescimento em fraude intensa.

“Todas as etapas da jornada do consumidor são suscetíveis à fraude, mas identificar os tipos e detecta-los o quanto antes é o mais importante”, afirma McElroy. “Fraudes não identificadas ou não detectadas podem ter impacto significativo na reputação de seguradoras e, consequentemente, em seus resultados financeiros”.

Além de perdas financeiras, o estudo ainda expõe que:

  • 57% dos entrevistados afirmam que as tentativas de fraude geraram danos de reputação com a marca;
  • 52% receberam algum tipo de multa ou ações judiciais por não cumprimento de regulamentos de prevenção;
  • 49% perceberam perdas financeiras por consequência das tentativas de golpe.

Embora a falsificação seja uma característica difícil de eliminar completamente, é possível desenvolver melhorias nos serviços de identificação. Nesses casos, é importante que as empresas se protejam por meio de soluções que preencham as lacunas entre serviços e prevenção à fraude, sem comprometer o processo de consumo.

Fraude de serviços financeiros são impulsionadas pela intensidade de uso do ambiente digital

O estudo da Forrester focado em companhias de Serviços Financeiros, Fraud Detection and ID Verification in Financial Services, revelou que a fraude é uma questão abrangente na indústria, com 94% de companhias tendo vivenciado algum tipo nos últimos dois anos. Esse crime se torna cada vez mais difícil de prevenir e detectar, o que representa um novo desafio para as instituições – assim como manter uma vantagem competitiva sem sacrificar a experiência do consumidor.

Mesmo com possibilidades de fraudes, aproximadamente 70% das companhias financeiras reportaram que seus consumidores preferem usar canais digitais em comparação a outros meios. Embora esta tendência não seja nova, a mudança no comportamento do consumidor tem dado lugar para novos tipos de fraudes emergirem.

Instituições financeiras encontraram atividades fraudulentas, como fraude de identidade e concessão de crédito, onde capacidades tecnológicas sofisticadas – insights em tempo real, máquinas automatizadas e análises preditivas – são necessárias para sinalizar atividades suspeitas rapidamente.

Entre os golpes mais comuns, no contexto geral, furto de identidade esteve presente em 65% das empresasfalsificações com informações básicas (números de CPFs falsificados com algoritmos originais misturados com outros aleatórios) representou 58%controle de conta representou 56%transações com cartão não presente 46%concessão de créditos 46% e os que não sentiram nenhuma transação fora do comum somam 6%.

“O comportamento dos consumidores está mudando. Eles demandam, cada dia mais, uma experiência ímpar e segura no uso dos serviços adquiridos. Isso significa que falsos alertas de golpes, procedimentos morosos de identificação e prevenção e processos de acompanhamento de possíveis fraudes podem impactar negativamente a experiência do cliente. Ao mesmo tempo, falsificadores estão cada vez mais experientes e admitem que desenvolvem diferentes táticas para simular clientes legítimos, demandando estratégias diferenciadas por parte das empresas”, comenta Steve Chaouki, vice presidente executivo e head da unidade de negócios de serviços financeiros da TransUnion.

Soluções avançadas são desenvolvidas para identificar sinais de alertas na primeira evidência. As principais ferramentas de prevenção não fornecem combate direto à golpes e solução de verificação de identidade em uma experiência ininterrupta. Cerca de seis em cada 10 empresários notaram que sua companhia frequentemente tem três ou mais detectores de fraude ou soluções de verificação de identidade. E menos de um terço está confiante da capacidade de identificá-las.

Mais da metade (54%) das instituições financeiras indicaram que os atuais processos de verificação de identidade e detecção de fraude são muito complexos e trabalhosos – não apenas para clientes conduzirem transações, mas também para as organizações manterem as mesmas. Além disso, metade das instituições não estão satisfeitas com a capacidade de detecção de fraudes que atualmente possuem.

As implicações provenientes de atividades fraudulentas são sentidas em toda a empresa, gerando custos altos para remediação junto às vítimas, perdas financeiras e complicações jurídicas por não conformidade. A Forrester Consulting estima 2,39% de receita em alegações de fraude para instituições financeiras, custando bilhões para as empresas todos os anos.

Desenvolvimento de esquemas de fraude impactam gestoras de imóveis

O recorte Misunderstanding and Inconsistency: The State of Fraud In The Rental Housing Industry, sobre fraudes na indústria imobiliária, mostrou que certos tipos estão cada vez mais pressionando os administradores de imóveis.  Dentre eles, estão presentes fraudes de identidade (sintética ou verdadeira) e digitais.

A fraude de identidade, em particular, tornou-se um dos principais recursos utilizados pelos fraudadores, pois podem usar identidades fabricadas durante todo o processo de cadastro. Essa atividade pode não ser notada mesmo após meses de sua aprovação, a menos que sejam utilizadas tecnologias sofisticadas para identificar e sinalizar informações suspeitas ao longo do processo de verificação.

O impacto da fraude neste mercado é real: oito em dez tomadores de decisões de imobiliárias vivenciaram a ação em até 20 situações nos últimos dois anos.

A pesquisa reforça a chegada dos aplicativos de aluguel on-line como principal meio para o crescimento de fraudes no setor. Com quase 59% dos alugueis sendo realizados em ambiente digital nos Estados Unidos, mais da metade dos gestores imobiliários entrevistados identificam a fraude on-line com base nas informações como um problema crítico ou quase-crítico.

“À medida que o setor imobiliário passa pela transformação digital, estamos trabalhando em conjunto com muitos gestores de imóveis para compreender melhor os novos riscos envolvidos nessa nova realidade”, cita Mike Doherty, vice presidente senior de negócios de rental screening da TransUnion. “É fundamental que esses profissionais encontrem os locatários certos, permitindo reduzir custos com turnover e aumentar a eficiência de custos”.

Confira os estudos completos sobre tentativas de fraude em instituições financeiras, e seguradoras neste link.

Welcome Kit Digital da Liberty vem com vídeo personalizado e logo do corretor 231

Welcome Kit Digital da Liberty vem com vídeo personalizado e logo do corretor

Informações de atendimento e do seguro também podem ser adicionadas às wallets Android e IOS

A Liberty Seguros lançou recentemente o novo formato digital interativo de seu kit de boas-vindas para clientes recém-chegados. A partir deste mês, novos segurados receberão por e-mail, tudo o que precisam saber sobre o seguro contratado como as coberturas adquiridas, dados sobre o pagamento, acesso ao Espaço Cliente e informações sobre Clube Liberty Momentos.

O kit conta com um vídeo personalizado, que apresenta em pouco mais de um minuto todas as informações sobre o seguro contratado e ainda, a possibilidade de integrar a carteirinha às carteiras digitais no smartphone do segurado, nos sistemas operacionais Android e iOS.

Seguindo o movimento global da companhia, uma identidade visual moderna, divertida e simplificada foi desenvolvida para esse material, que pode ser personalizado por cada corretora com seu logo no cabeçalho – junto ao logotipo da Liberty – e dados de contato dos responsáveis pela apólice, a fim de que a parceria entre corretora e seguradora fique cada vez mais clara para o consumidor.

A novidade faz parte do movimento da companhia de tornar-se cada vez mais digital e é fruto de um trabalho realizado por diversos setores da seguradora, como Operações, TI, Produtos e Marketing. Além disso, o projeto, que tem sua fase inicial com os produtos de Auto, também visa inovar e fortalecer a relação da Liberty com corretores e clientes ao oferecer um material mais interativo, prático e sustentável.

Serão enviados dois e-mails para cada novo segurado, um com informações iniciais de apresentação, dados de seu corretor e dicas de como utilizar o seguro da melhor forma, e o segundo com todos os detalhes da apólice.

“O novo Welcome Kit Digital vai ao encontro dos objetivos da Liberty Seguros de reforçar o papel do corretor na cadeia de negócios e deixar cada vez mais clara nossa parceria, além de facilitar cada vez mais a vida do consumidor, atendendo às suas expectativas de digitalização de serviços e oferecendo uma proximidade maior por meio de um novo ponto de contato”, pontua Patricia Chacon, Diretora de Marketing e Estratégia da Liberty Seguros.

Impacto do risco de reputação empresarial duplica na era digital 189

Impacto do risco de reputação empresarial duplica na era digital

Relatório analisa dinâmica entre o risco à reputação e o valor do acionário na era da tecnologia e inovações das mídias sociais

Eventos que envolvem a reputação das empresas, como ataques cibernéticos, têm um impacto direto no preço de ações, segundo mostra o relatório publicado pela Pentland Analytics, em parceria com a Aon, empresa global líder de serviços profissionais, que oferece ampla gama de soluções em riscos, previdência e saúde.

O estudo Risco de Reputação na Era Cibernética 2018 analisou 125 crises de reputação ocorridas na última década, medindo o impacto no valor acionário no ano seguinte aos respectivos eventos. O relatório concluiu que o efeito no valor acionário causado pelas crises de reputação duplicou desde o surgimento das mídias sociais. Nem o tamanho da empresa, ou ter uma boa reputação, oferece qualquer proteção contra perda de valor após uma crise.

“Embora as ferramentas e a conscientização sobre a gestão de risco tenham evoluído, o risco de reputação continua influenciando as empresas, sendo uma de suas principais preocupações. Nos últimos 10 anos, o risco de reputação ocupou um dos primeiros lugares na Pesquisa Global de Gestão de Risco da Aon”, afirma Randy Nornes, Líder de Clientes Corporativos da Aon. “Empresas experientes que desenvolvem e usam uma estrutura robusta de gerenciamento de risco podem não apenas enfrentar melhor os eventos que envolvem a reputação, mas é possível frequentemente ter um ganho líquido em ! valor após tais eventos”.

Em tempos de crise, os investidores utilizam informações sobre uma empresa compartilhadas em mídias sociais para reavaliar suas expectativas de capital, o que pode impactar positiva ou negativamente o preço das ações de uma empresa. O relatório mostrou que as empresas podem aumentar seu valor em 20% ou reduzi-lo em 30%, dependendo de seu preparo quanto ao risco de reputação e comportamento gerencial logo após uma crise.

“Mesmo que a procura por seguros cibernéticos esteja crescendo mundialmente, ainda permanece uma enorme lacuna entre a cobertura de riscos cibernéticos e a tradicional. Estima-se que o crime digital causou cerca de US$ 550 bilhões em perdas no ano passado. Porém, em média, as empresas são cobertas por apenas 15% das potenciais perdas com os riscos cibernéticos, contra 59% das perdas em demais ativos”, comenta Maurício Bandeira, Gerente de Produtos Financeiros da Aon Brasil.

O estudo identificou fatores chaves para uma recuperação bem-sucedida após um abalo de reputação, incluindo:

  1. A comunicação no período de crise deve ser imediata e global
  2. A percepção de honestidade e transparência é essencial
  3. Responsabilidade social e ativa é fundamental

“Novas tecnologias continuam surgindo, tais como robótica, inteligência artificial e biônica, e todas requerem uma vigilância constante”, acrescenta a Dra. Deborah Pretty, Diretora Fundadora da Pentland Analytics. “O desenvolvimento tecnológico aumentou o risco de reputação tornando as tecnologias mais intuitivas, baratas e rápidas para que as pessoas disseminem informações”, finaliza Pretty.

A pesquisa principal sobre o impacto das crises no valor acionário foi realizada, primeiramente, por Pretty em 1993, e novamente em 2000, antes que as mídias sociais tivessem uma influência ativa. Os relatórios, respectivamente, focaram nas habilidades contrastantes das empresas em se recuperar das crises bem como no impacto sobre a reputação na ausência de perda física. Na versão de 2018 do estudo, foi dada uma atenção especial, tanto ao crescimento das mídias sociais, quanto ao valor do impacto de ataques cibernéticos.

Leia mais sobre esse assunto no The One Brief ou baixe o relatório completo neste link.

Seguros Unimed registra lucro líquido superior a R$ 146 milhões em 2018 229

Seguros Unimed registra lucro líquido superior a R$ 146 milhões em 2018

Ao todo, crescimento foi de 17,8% no período consolidado

Em um período marcado pelo ganho de eficiência operacional e por investimentos em tecnologia e inovação com foco na satisfação do cliente, a Seguros Unimed encerrou 2018 com desempenho positivo. A companhia registrou lucro líquido de R$ 146,3 milhões, com crescimento de 17,8% sobre o obtido em 2017. O desempenho está ancorado, especialmente, no resultado operacional do período, que cresceu 49,1%, fechando em R$170,7 milhões, mesmo em meio a um cenário marcado pela retomada tímida da economia do país. Já o retorno entregue aos acionistas (cooperativas, médicos cooperados e colaboradores do Sistema Unimed) foi de 13,61% no período. Esse patamar equivale a 212,68% da taxa Selic média do 2018 (6,40%).

O faturamento consolidado da seguradora alcançou a marca de R$3,26 bilhões, uma alta de 11,5%. A sinistralidade consolidada encerrou o ano em 73,5%, abaixo do índice registrado em 2017 (74,2%). Entre as iniciativas que contribuíram para conter o sinistro, principalmente no segmento de saúde, estão a criação do Programa de Eficiência Assistencial, que aplica ferramentas de business analytics para identificar oportunidades de aprimoramento na gestão. Dentre os benefícios já conquistados estão a melhoria de processos, ajustes nos sistemas de informação para garantir a aplicação das regras de negócio, novos modelos de compra e negociações com a rede assistencial. Na área digital, a companhia também investiu em aplicativos e chatbots para engajar grupos de pacientes no manejo de situações específicas, como a gravidez, o controle do peso e de condições crônicas. Há, ainda, iniciativas focadas na coordenação do cuidado, que garantem melhor assistência ao paciente e maior racionalidade, como a Linha de Cuidados Oncológicos, iniciativas para estimular o parto adequado, e o lançamento do Programa de Atenção Primária à Saúde que já alcança 12 mil segurados.

Como resultado de um trabalho consistente ao longo do ano, a Seguros Unimed obteve a certificação ISO 9001 e a acreditação, no nível ouro, no Programa de Acreditação de Operadoras da Agência Nacional de Saúde Suplementar (RN 277).

“Encerramos mais um ciclo com importantes transformações e conquistas em nossa companhia, que avançou com sustentabilidade no último ano. Seguimos em 2019 com a meta de crescer de forma continuada acima do mercado, para nos consolidarmos entre as maiores seguradoras do país”, destacou o diretor-presidente da Seguros Unimed, Helton Freitas. Ainda segundo ele, “a experiência de 30 anos e nossos resultados consistentes nos credibilizam para metas desafiadoras como essa”.

Especialista em cuidar da saúde e da proteção financeira das pessoas, das instituições e do país, a Seguros Unimed tem como foco da sua atuação o Sistema Unimed, as cooperativas, e o setor de saúde.

Novos negócios

A partir de 2019, a companhia passa a atuar em um novo negócio: a gestão de recursos financeiros, com a criação de uma asset manager. Entre os diferenciais da InvestCoop Asset Management – especialista na prestação de serviços ao Sistema Unimed e ao mercado cooperativo – está um portfólio amplo e qualificado de investimentos. Outro atributo é o respaldo da seguradora, que já administra uma carteira proprietária de R$ 3,8 bilhões em ativos e se destacou nos principais rankings da imprensa de negócios em quesitos como governança corporativa e sustentabilidade financeira.

A InvestCoop está em fase de credenciamento junto aos órgãos reguladores e autorreguladores da atividade de administração de carteira de valores mobiliários. As atividades de gestão serão iniciadas após a obtenção das autorizações necessárias.

Fundos de previdência somam R$ 2,2 bilhões

Entre as empresas mais bem avaliadas do segmento, segundo a imprensa de negócios do país, a Seguros Unimed ultrapassou a marca de R$ 2,2 bilhões em reservas nos seus planos de previdência complementar, no último ano. O valor se refere ao patrimônio consolidado dos planos de previdência aberta e do Multicoop Fundo de Pensão Multipatrocinado, sob gestão da empresa, que já soma R$ 1 bilhão em investimentos.

A expertise da seguradora levou a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) a selecionar o Multicoop, em consulta ao mercado, para desenvolver o fundo de pensão das cooperativas de todo o país. Atualmente, a Companhia atende a mais de 85 mil participantes no segmento de previdência.

Ramo odontológico cresce acima da média do mercado

O ano de 2018 foi marcado por resultados expressivos da Unimed Odonto, operadora odontológica do Sistema Unimed gerida pela Seguros Unimed. A companhia registrou 294,7% de crescimento no lucro líquido do último ano. Além disso, aumentou a carteira de clientes em 20,5% nos doze meses encerrados em novembro de 2018, contra 6,9% do mercado, segundo dados do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS). Atualmente, são mais de 416 mil vidas.

Vida e Responsabilidade Civil se destacam

Os negócios da seguradora nos Ramos Elementares e no segmento Vida também apresentaram crescimento de 37% e 7,5%, respectivamente, e contribuíram para os resultados consistentes da companhia no último ano. Destaque para a comercialização do Serit – Seguro de Renda por Incapacidade Temporária -, voltado para profissionais autônomos e liberais que tenham que se afastar do trabalho em caso de doença ou acidentes; e para o seguro de Responsabilidade Civil Profissional, que fortalece as boas práticas de segurança do paciente.

Ribeirão Preto e São José do Rio Preto conhecem nova campanha da Previsul 334

Andreia Araújo é Diretora de Negócios e Marketing da Previsul Seguradora / Arquivo JRS

Premiação deste ano é uma viagem para Dubai; Lançamento acontece hoje e amanhã

Nesta semana, a Previsul Seguradora apresenta a nova Campanha de Incentivo de Vendas 2019 “Sou + Previsul – Dubai: Experiência Completa, emoção nas alturas”, em Ribeirão Preto e São José do Rio Preto (SP). Até maio, a Previsul passará por 27 cidades em 12 estados para apresentar a campanha.

Mais do que incentivo, a Previsul Seguradora aposta no reconhecimento do esforço dos corretores em alcançar cada vez melhores resultados. A companhia está em constante evolução e busca sempre oferecer mais vantagens e benefícios ao corretor, seu principal parceiro na comercialização dos seguros.

“Os corretores são nossos parceiros diários na ampliação da presença da Previsul em todos os cantos do Brasil. Por isso nada melhor do que reconhecer esse esforço com uma viagem para um dos lugares que mais cresce e gera negócios no mundo: Dubai, nos Emirados Árabes Unidos”, afirma a diretora de Negócios e Marketing, Andreia Araújo, citando a nova Campanha de Incentivo de Vendas 2019 “Sou + Previsul – Dubai: Experiência Completa, emoção nas alturas”.

Além disso, desde o último ano, o programa de pontos “Clube Sou + Previsul” possibilita a troca de pontos por prêmios mensais mediante a produção.

Com 112 anos de atuação, a Previsul Seguradora é referência em seguro de pessoas no Brasil. Está presente em 12 estados brasileiros, com aproximadamente 30 pontos de atendimento em todo o país, que oferecem todo o suporte para o corretor, principal parceiro da Previsul.

DreamWorks encerra temporada no CCBB Rio com mais de 600 mil visitas 197

Como Treinar o Seu Dragão (2010), artista Pierre-Olivier Vincent. © 2019 DreamWorks Animation LLC. Todos os direitos reservados.

Patrocinada pela BB Seguros, a mostra reúne itens raros e inéditos, como desenhos, storyboards e artes originais, diretamente dos arquivos do DreamWorks Animation

A exposição DreamWorks Animation: Uma Jornada do Esboço à Tela encerrou temporada no CCBB Rio e segue para o CCBB Belo Horizonte, onde ficará em cartaz de 15 de maio a 29 de julho, com entrada gratuita. O projeto tem patrocínio do Banco do Brasil e apoio da Cateno, BB Seguros e BBDTVM.

Em sua passagem pelo Rio de Janeiro, entre 06 de fevereiro e 15 abril, a mostra recebeu 663.265 visitantes, média de 11.242 visitantes por dia. O evento entrou para a história de 30 anos do CCBB Rio como a 9ª exposição mais visitada e a 2ª exposição com maior média diária, ficando atrás apenas de Surrealismo, que atraiu 11.931 visitantes por dia, em 2001.

A mostra, que já passou pela Austrália, Canadá, Coréia do Sul, México, Nova Zelândia, Cingapura e Taiwan, celebra duas décadas de criação do DreamWorks Animation e traz itens raros e inéditos, como desenhos,storyboards, máscaras, mapas, fotografias, pôsteres, pinturas e artes originais, diretamente dos arquivos do estúdio.

Desde 2012, os projetos incentivados pela BB Seguros já impactaram 20 milhões de pessoas. “Acreditamos no poder da cultura para a transformação da sociedade e o fortalecimento da cidadania. Por isso, por meio das Leis de Incentivo Fiscal, apoiamos e patrocinamos iniciativas culturais que garantam o acesso gratuito da população às artes, proporcionando muito mais do que momentos de lazer e entretenimento, mas o conhecimento, em prol de uma sociedade mais desenvolvida”, afirma Fernando Barbosa, presidente da Brasilseg, uma empresa BB Seguros.

A exposição está dividida em quatro seções. Em Characters, é possível apreciar a evolução do que realmente confere vida aos filmes produzidos pelo estúdio, do conceito original dos desenhos e sketches às personalidades construídas. Em Story, o visitante pode conferir o processo de construção de uma história, da inspiração ao desfecho. Em World, o destaque fica para a magia incorporada ao universo dos filmes. Uma projeção de 180 graus, criada especialmente para a mostra, leva o visitante a sobrevoar a cidade viking de Berk nas costas de um dragão. Há ainda a Drawing Room, área com quiosques especialmente projetados para que o público desenhe e crie um curta animado, a partir da tecnologia do estúdio.