Segurança foi o grande tema do primeiro almoço mercado segurador gaúcho em 2019 446

Segurança foi o grande tema do primeiro almoço mercado segurador gaúcho em 2019

Encontro foi realizado nesta quinta-feira, em Porto Alegre (RS)

As similaridades entre a segurança pública e o mercado de seguros, no que tange a proteção de vida e patrimônio, dão ênfase à importância de alinhamento entre o Governo do Rio Grande do Sul e o Sindicato das Seguradoras do Estado (Sindseg/RS). Neste sentido, o primeiro almoço das seguradoras de 2019 recebeu Marcelo Gomes Frota, secretário adjunto da pasta, para representar o vice-governador e secretário de segurança, Randolfo Vieira Junior. Tudo aconteceu na quinta-feira, no Clube do Comércio, na Capital gaúcha.

Frota destacou a segurança como prioridade do governo de Eduardo Leite. “A ação reflete em outros setores. Sem investimentos em segurança pública não existe a garantia e confiabilidade necessárias para o setor privado investir”, explicou. “O ciclo da economia fica vinculado à isso e os demais setores são prejudicados no Estado”, comentou o secretário adjunto.

O almoço do Sindseg/RS é promovido há mais de 70 anos e trata-se de uma das tradições mais marcantes do mercado gaúcho de seguros.

Confira todas as imagens – Almoço do Mercado Segurador Gaúcho:

Fator Seguradora participa de almoço de negócios na Bahia 712

Fator Seguradora participa de almoço de negócios na Bahia

Encontro acontece no dia 9 de agosto e conta com a presenta do CEO da companhia

Com 60 anos de atividade ininterrupta e mais de 100 profissionais da corretagem de seguros associados, o Clube dos Seguradores da Bahia realiza no próximo dia 9 de agosto, em Salvador (BA), um almoço de negócios com a presença do CEO da Fator Seguradora, Luís Eduardo Assis. O executivo já foi Diretor de Política Monetária do Banco Cental, Economista-Chefe do Citibank e COO do HSBC Brasil. “Trata-se de um profissional de altíssimo nível. A entidade entende que é de suma importância sua participação no encontro”, destacou o CSB em nota.

Para Fausto Dórea, Presidente do Clube e Executivo Regional da Sudaseg Seguradora e Sudamerica Vida, trazer o CEO da Fator Seguradora é um presente para o mercado baiano de seguros. “Principalmente pelas novas possibilidades de negócios que ajudarão os profissionais do segmento a diversificarem suas carteiras e consequentemente apresentar novas produtos à sociedade. Agradeço ao executivo Valter Cal, representante regional da Fator Seguradora, pelo apoio e parceria de sempre. Tenho certeza que o evento será um grande sucesso”, acrescenta.

No dia 29 de agosto outro encontro será realizado com a OdontoPrev.

Serviço:

Evento: Almoço de Negócios com o CEO da Fator Seguradora
Local: Hotel Fiesta (Av. Antônio Carlos Magalhães, 741 – Itaigara, Salvador – BA)
Palestrante: Luís Eduardo Assis – CEO da Fator Seguradora
Data: 09/08/2019
Horário: 12h
Traje: Passeio completo

Oficina de elétrica para mulheres ganha nova turma no Rio Grande do Sul 716

Oficina de elétrica para mulheres ganha nova turma no Rio Grande do Sul

Nova edição acontece no dia 20 de julho, na sede do SindSeg-RS

O sucesso da Oficina de Elétrica para Mulheres fez com que o encontro ganhasse uma nova edição no Rio Grande do Sul. Promovido pela Diosa – Mão de Obra Feminina, na sede do Sindicato das Seguradoras do Rio Grande do Sul (SindSeg-RS), a nova turma inicia no próximo sábado, 20 de julho.

Ao todo serão ofertadas 16 vagas para mulheres interessadas em aprender um pouco mais sobre circuitos elétricos, como trocar a resistência do chuveiro ou até mesmo instalar tomadas. As participantes ainda levam uma luminária ou extensão produzida por elas mesmas durante o curso. Segundo a Diosa, os principais vilões dos sinistros residenciais são grandes conhecidos delas: secador de cabelo e benjamins, os famosos “Ts”.

A oficina de Elétrica Residencial Básica é gratuita e acontece entre 9h e 13h. As vagas são limitadas e a lista de espera não garante participação no evento. Para participar basta preencher o formulário disponível neste endereço.

Reservas dos planos de previdência privada batem a marca de R$ 873,1 bilhões em maio 720

Reservas dos planos de previdência privada batem a marca de R$ 873,1 bilhões em maio

Valor é 11,0% maior que registrado no mesmo período do ano anterior, aponta FenaPrevi

Os planos de previdência privada aberta fecharam o mês de maio com R$ 873,1 bilhões em reservas, volume 11,0% superior registrado no mesmo período do ano anterior, segundo dados da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), entidade que representa 67 seguradoras e entidades abertas de previdência complementar no país.

De janeiro a maio, as contribuições somaram R$ 45,7 bilhões, resultado 3,7% superior aos cinco primeiros meses de 2018, quando totalizaram R$ 44,0 bilhões. A captação líquida seguiu com saldo positivo de R$ 15,5 bilhões.

Na análise por tipo de contratação de planos, a modalidade individual respondeu por R$ 40,1 bilhões das novas contribuições, os planos para menores por R$ 740 milhões, e os planos coletivos registram R$ 4,8 bilhões em novas contribuições. Em relação às famílias de produtos, segundo a FenaPrevi, o VGBL recebeu R$ 41,6 bilhões e o PGBL R$ 3,7 bilhões dos aportes. Já nos planos tradicionais, as contribuições foram de R$ 300 milhões.

Diversificação de portfólio

Segundo a FenaPrevi, os participantes estão se deslocando gradativamente para fundos multimercado em busca de maior rentabilidade. Até maio deste ano, 11,6% dos recursos foram alocados nesta modalidade. O índice era de 10,2% em 2018; 8,1% em 2017; e 5,7% em 2016. “A trajetória de juros baixos tem exercido forte influência na estratégia de alocação das reservas dos planos de previdência privada pelos participantes, que estão buscando fundos de maior risco e rentabilidade”, avalia Jorge Nasser, presidente da FenaPrevi.

Os dados da federação mostram que de janeiro a maio foram contabilizados 13,2 milhões de pessoas com planos de previdência, sendo 10,1 milhões de participantes com planos individuais e 3,1 milhões com planos coletivos (oferecidos em forma de benefícios aos colaboradores, e planos contratados por sindicatos e associações de classes para adesão de seus associados). O total de 13,1 milhões de participantes representa hoje 6,27% da população.

Nova Lei de Licitações aprofunda análise de riscos e deve diversificar seguros de garantia 2600

Rodrigo Chunques é gerente de operações e garantias estruturadas da Aon / Divulgação

Projeto mantém e cria novas modalidades para execução de demandas da administração pública

A nova Lei de Licitações (PL 1292/95) cria novas modalidades para contratação de empresas para execução de demandas da administração pública. A proposta aprovada pelo plenário da Câmara dos Deputados mantém o pregão, concorrência, concurso e os leilões. O texto também cria o diálogo competitivo, que diz respeito a compra de novas tecnologias. Entre as exigências está a contratação de seguro garantia para grandes obras. Outra tipificação do Projeto de Lei diz respeito aos crimes relacionados ao assunto, além de aspectos da proposição para União, estados e municípios.

O projeto ainda deve ser apreciado no Senado até passar pela sanção do presidente Jair Bolsonaro. A lei que ainda vigora sobre o tema permite que o seguro cubra até 5% do valor da obra. Com as mudanças, o limite passa para 30% nos casos de obras de maior valor. 

O gerente de operações e garantias estruturadas da Aon, Rodrigo Chunques, acredita que com as mudanças as seguradoras podem ser obrigadas a executar e concluir o objeto contratual em caso de inadimplência do tomador (quem contratou o seguro). “Caso as seguradoras não executem ou concluam o objeto contratual podem ser aplicadas multas que podem chegar ao valor total da garantia”, alerta. Considerando isso, o especialista acredita que pode haver uma seleção mais criteriosa de riscos. “Isso pode acontecer até que haja melhor entendimento de como todos os envolvidos irão se comportar neste novo ambiente”, completa.

Com a lei em vigor o mercado deve mudar completamente no ramo de seguros – desde resseguradoras até os segurados. “Não temos dúvida que será necessário um tempo para adaptação. Seguradoras precisarão incrementar a estrutura, reforçando análise de crédito, underwriting e a criação de uma área específica para o acompanhamento de obras”, acrescenta Chunques. O executivo acompanha as novas medidas com bons olhos. “Trará mais segurança ao processo licitatório, bem como um maior conforto ao poder público de que as obras contratadas serão finalizadas. Como consequência a eficácia do desenvolvimento do Brasil será notavelmente maior, mesmo acreditando que ainda acontecerão alguns ajustes para trazer um cenário mais equilibrado e aceitável para todos os envolvidos”, justifica.

O mercado de seguro para garantias judiciais atingiu a marca histórica de R$ 2,5 bilhões em prêmios emitidos em 2018. “Podemos destacar que foi este o segmento que fez o seguro garantia sobreviver à crise geral que assolou o País nos últimos 5 anos. Acreditamos que a partir das reformas, incentivos para liberação de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e com as privatizações, o cenário será mais otimista para o reaquecimento da economia”, comenta Rodrigo Chunques ao lembrar que existe uma grande quantidade de obras represadas nos mais diversos segmentos, como infraestrutura, saneamento, rodovias, portos e outros grandes projetos. “Com isso é natural que a demanda por garantias de performance aumente, de forma que as seguradoras consigam balancear suas carteiras hoje predominadas pelas garantias judiciais e o consequente crescimento sustentável deste mercado”, analisa. “Este tipo de apólice visa trazer conforto ao contratante. Se por algum motivo o contratado não executar o objeto contratual haverá um terceiro, neste caso a seguradora, que executará ou pagará o limite máximo indenizável pela apólice”, acrescenta.

Como maior corretora de seguros do mundo a Aon acredita que, quanto maior o dinamismo entre a administração pública e o mercado securitário, melhor. “Temos convicção que as soluções inovadoras apresentadas pelo mercado são grandes aliadas para mitigação e transferência de riscos, o que traz maior segurança administrativa aos processos”, segue o também pós-graduado em Gestão Financeira.

Outro destaque de Rodrigo Chunques é a mudança no perfil dos investidores. “Em um passado não muito distante os grandes investidores eram os poderosos conglomerados brasileiros, envolvidos na Operação Lava Jato, que sofreram degradação financeira e restrição de crédito junto aos bancos públicos e privados. Os novos investidores serão, na sua grande maioria, oriundos de fundos internacionais, que tendem a ter a estrutura de contragarantias diferenciadas do modelo tradicional. Isso deve forçar as mudanças metodológicas para análise do risco”, explica. Na visão do expert, as seguradoras deverão encontrar equilíbrio para analisar a capacidade financeira destes investidores. “É preciso verificar a performance das EPCs e, principalmente, em o projeto gerar as riquezas previstas. Isso levará conforto aos underwriters (intermediários financeiros) das seguradoras, aumentando a probabilidade de suporte a novos projetos pelo mercado segurador”, finaliza.

Registro de crimes cai no primeiro trimestre do ano 621

Registro de crimes cai no primeiro trimestre do ano

Roubo de cargas e de veículos estão entre os que mais caíram

Dados do Sistema Nacional de Segurança Pública (Sinesp) mostram que a ocorrência de crimes no país caiu no primeiro trimestre deste ano na comparação com o mesmo período do ano passado. Os números foram divulgados terça-feira (16) pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Segundo os boletins de ocorrência dos estados e do Distrito Federal, os índices que mais caíram foram os referentes aos crimes de roubo a instituições financeiras (-41%); roubo de carga (-38%) e roubo de veículos (-30%).

No caso de roubo a instituições financeiras, no primeiro trimestre, foram registradas 160 ocorrências, contra 273 no mesmo período de 2018. Quanto ao roubo de cargas, foram 5.938 casos no primeiro trimestre de 2018 e 3.680, no mesmo período de 2019.

Já o roubo de veículos apresentou, de janeiro a março, 19.633 ocorrências a menos do que no mesmo período do ano passado. Em 2018, foram 66.477 casos, contra 46.844 em 2019.

Também houve redução de 23% nos índices de latrocínio (roubo seguido de morte); de 22% nas taxas de homicídio doloso; de 12% nas de furto de veículos; de 11% em tentativas de homicídio e de 5% nos registros de estupro.

De acordo com o ministério, os registros do mês de março também mostram tendência de redução das taxas de criminalidade. No cruzamento de dados do mês, o roubo a instituições financeiras apresentou redução de 58%, maior índice percentual registrado. Os registros de latrocínio aparecem em seguida, com queda de 34%, os de roubo de carga, com redução de 33% e os de roubo de veículos, de 42%.

Os números mostram ainda queda no registro de crimes de lesão corporal seguida de morte (-16%); homicídio doloso e furto de veículos (-14%); estupro(-13%), menor do que o apurado no mesmo mês do ano passado; e de tentativa de homicídio (-7%).