Os problemas mais comuns que ocorrem em um radiador 416

Os problemas mais comuns que ocorrem em um radiador

Saiba como preveni-los com dicas do especialista da Petroplus

Na manutenção preventiva de veículos, as pessoas costumam se preocupar principalmente com a troca de óleo e filtros, a checagem de desgastes de pneus e as pastilhas de freio. Porém, há um item muito importante que muitas vezes fica fora da atenção do consumidor: o sistema de arrefecimento.

O motor aquece muito em virtude das explosões da queima do combustível, sendo o sistema de arrefecimento responsável por manter o veículo a uma temperatura ideal de funcionamento, sempre na faixa dos 88 a 90º Celsius. Com isso, sua função é manter o motor resfriado o suficiente para que as peças não superaqueçam e se deteriorem com o calor, porém sem deixá-lo frio demais, pois isso aumenta o trabalho do motor e, consequentemente, o consumo de combustível.

O sistema de arrefecimento é composto por mangueiras, radiador, ventoinha, bomba d’água, vaso de expansão, válvula termostática e, para sua proteção e funcionamento, deve ser adicionado um liquido de arrefecimento. Dessa forma, é uma das partes mais importantes do motor e, se apresenta funcionamento irregular, pode gerar problemas sérios e prejuízos altos para os motoristas.

Quando um sistema de arrefecimento opera inadequadamente é provável que ações preventivas não tenham sido aplicadas e os sinais de desgaste das peças não foram notados. De acordo com a Petroplus, fabricante da linha de fluídos de arrefecimento da marca Celsius, tão essencial quanto uma troca regular de óleo, é checar se o fluído dentro do radiador está no nível recomendado pelo fabricante. Caso esteja um pouco abaixo da marcação interna da peça, a sugestão da empresa é completar com um aditivo de arrefecimento na mesma cor original usada pelo fabricante do veículo.

Porém, se mesmo após a aplicação de fluído voltar a baixar, é imprescindível dirigir-se até uma concessionária ou centro automotivo para verificar o que está acontecendo. “Completar o fluído do radiador com muita frequência, pode mascarar alguns problemas. É aceitável que um motor perca, por exemplo, uma média de até 50 ml de fluído a cada 5 mil quilômetros rodados. Mais do que essa perda significa que o sistema de arrefecimento apresenta algum vazamento”, esclarece Silvio França, supervisor de P&D da Petroplus.

Veja a seguir alguns dos problemas mais comuns causados pelo funcionamento irregular do sistema de arrefecimento do motor de um veículo:

  1. Superaquecimento do motor – É aquela situação em que as pessoas popularmente dizem que o “motor ferveu”. Uma boa medida preventiva neste caso é acompanhar possíveis alterações no medidor de temperatura no painel interno no veículo. Se o motorista ouvir a ventoinha do carro ligando com muita frequência por muito tempo, também pode ser um sintoma de problema. Um nível baixo de fluido de arrefecimento é provavelmente uma das causas mais comuns de superaquecimento. O fluido de arrefecimento é necessário para manter o funcionamento do motor do carro dentro de temperaturas normais. Para isso, é imprescindível usar a proporção de aditivo na água desmineralizada corretamente, e jamais colocar apenas água pura no reservatório de líquido de arrefecimento. Para evitar dúvidas, a melhor saída é utilizar as soluções arrefecedoras, pois essas já vem diluídas nas proporções corretas e protegem adequadamente o motor do veículo.
  2. Oxidação de peças de arrefecimento – Entre as várias funcionalidades do fluído de arrefecimento a principal é a prevenção de ferrugem de peças como a bomba d’água. Quando o aditivo em uso possui mais de dois anos de uso, pode perder suas propriedades antioxidantes que protegem o motor contra o processo de corrosão por ferrugem ou corrosão por cavitação, isto é, bolhas que podem gerar a corrosão das peças metálicas do sistema, entre elas, o radiador, dificultando a refrigeração e o funcionamento correto do motor. Acompanhar a temperatura do veículo também é uma boa prevenção neste caso.
  3. Alto consumo de combustível – Quando o motor de um veículo trabalha em uma temperatura irregular, é comum que ocorra um consumo de combustível acima da média. Por isso, é muito importante que o motorista calcule periodicamente quantos quilômetros seu veículo está fazendo a cada litro de combustível e compare esse resultado com a recomendação do fabricante. Qualquer alteração precisa ser averiguada e o sistema de arrefecimento pode ser um dos responsáveis.
  4. Vazamento de fluído de arrefecimento – Entre radiador, bomba d’água, válvula termostática, principais peças do sistema de arrefecimento, há mangueiras que conduzem a circulação do fluído. Por circular em altas temperaturas, com o tempo podem ocorrer ressecamentos desgastes nessas mangueiras e assim pequenos vazamentos podem surgir. Dessa forma, pode acontecer a redução do fluído do radiador. Vale observar que grandes vazamentos, quando desapercebidos, também podem danificar o funcionamento do bloco, da junta e do cabeçote do motor, peças de elevado custo de reposição.

Por fim, o especialista Silvio França, da Petroplus, ressalta que ao observar qualquer uma das alterações acima, os proprietários dos veículos devem procurar um profissional especializado em concessionárias e oficinas mecânicas para que um diagnóstico completo do sistema de arrefecimento seja realizado, para uma eventual substituição de peças, limpeza do sistema de arrefecimento utilizando um limpa radiador e a aplicação correta de solução de arrefecimento.

Previsul Seguradora coloca inovação para o corretor de seguros como prioridade 578

Previsul Seguradora coloca inovação para o corretor de seguros como prioridade

Companhia atua há 110 anos e está orientada para o futuro

Com 110 anos, a Previsul Seguradora destaca a inovação como fundamental para o sucesso ao longo desta trajetória. “Por isso também estamos sempre atentos para disponibilizar ferramentas que facilitem os processos diários do nosso parceiro de negócios. Por isso estivemos em São Francisco e no Vale do Silício, para respirar essa inovação e incorporar ao nosso dia a dia”, conta a Diretora de Negócios e Marketing da Previsul, Andreia Araujo.

A companhia participou na última semana do CQCS Insurtech & Inovação, evento realizado na capital paulista entre os dias 12 e 13 de junho. “O corretor de seguros tem um papel consultivo fundamental junto ao segurado”, comentou o presidente da Previsul Seguradora, Renato Pedroso. O presidente da seguradora digital, orientada para o futuro, participou do painel “Porque o Corretor é o Futuro da Proteção”. Pedroso explicou como o corretor pode ser agente de prospecção para o mercado de seguros.

CIAB: mercado segurador vive o estágio de Reinvenção Digital 500

CIAB: mercado segurador vive o estágio de Reinvenção Digital

Na pauta, insurtechs, IFRS 17 e TI como aceleradora de negócios

No segundo dia da Trilha de Seguros no CIAB Febraban 2019, na quarta-feira (12), executivos do setor discutiram o fluxo de investimentos em insurtechs, a implementação da IFRS 17 e o papel da área de TI como aceleradora de negócios.

Os investimentos em startups de seguros (insurtechs) ao redor do mundo são direcionados majoritamente à América do Norte com 60%; Europa, 24%; Ásia-Pacífico, 8%; Israel, 3%; e a América Latina registra apenas 2%. Os dados, resultados de uma pesquisa realizada pela Everis, foram apresentados por Roberto Ciccone, sócio da empresa, responsável pelo setor de Seguros na região das Américas, no painel Insurtechs Outlook – Inovação em Seguros, da Trilha de Seguros, em 12 de junho durante o CIAB Febraban 2019.

Nos últimos anos, o Brasil vem registrando um crescimento das insurtechs, atualmente estimadas em mais de 80. “Temos inovação no Brasil, mas falta fluxo de capital para as empresas brasileiras, pois não temos fundos de investimento gigantes atuando no País”, apontou Ciccone.

Ainda segundo Ciccone, a pesquisa também apontou como as seguradoras percebem a atuação das gigantes de tecnologia em termos de distribuição, liderado pela Amazon, e em novas tecnologia, pela Google.

“O fato de as inovações trazidas pelas insurtechs serem incrementais, em um primeiro momento, leva a um alívio porque agregam valor ao negócio. Mas, por outro lado, o disruptivo não manda sinais. Quando ele vem, pode ser tarde para se adequar”, observou Alexandre Leal, diretor Técnico e de Estudos da CNseg e mediador do painel.

Com relação às demandas dos consumidores, o presidente da Comissão de Inteligência de Mercado da CNseg, Alex Körner (head de Seguros do Santander Brasil),  destacou que a forma como o cliente compra o plano de assinatura da Netflix é a mesma como ele vai querer comprar seguro. “Se não mudarmos, vamos ficar para trás. A minha preocupação não é com o avanço das bigtechs no mercado de seguros, mas sim com elas conseguirem oferecer um processo de compra de seguro mais atraente do que o nosso”, salientou.

O Insurtech Outlook ainda indica que o digital e a inovação têm de ser prioridade no foco estratégico das empresas. O maior desafio, porém, é a mudança cultural e o engajamento de toda a organização no processo.  “A cultura organizacional devora qualquer belíssima estratégia. Envolver a companhia como um todo em uma jornada de transformação é essencial”, ressaltou Mariane Bottaro Berselli Marinho, diretora de Estratégia, Marketing e Governança da Zurich Santander Seguros e Previdência.

IFRS 17: grau de complexidade difere em cada companhia

Prioridade na agenda das seguradoras, o IFRS 17, padrão internacional de contabilidade para as operações de seguros, publicada pela International Accounting Standards Board (IASB), organização responsável por estabelecer normas contábeis a nível internacional, foi discutida no painel “IFRS 17: grau de complexidade difere em cada companhia” da Trilha de Seguros.

Desafio para as seguradoras, a norma deverá ser implementada até 2022. Mediadora do painel, Karini Madeira, superintendente de Acompanhamento Técnico da CNseg, lembrou que desde maio de 2017, quando o padrão foi publicado, a Confederação formou um grupo multidisciplinar para discuti-la. O grupo produziu 13 memorandos técnicos e, em 2018, iniciou uma discussão junto à Susep.

Atualmente, as companhias têm desenvolvido estudos internos para entender os reflexos e quais áreas serão impactadas. Conforme Karini, o grau de complexidade é diferente para cada seguradora, pois varia de acordo com o segmento de atuação, os produtos oferecidos, exposição ao risco, grau de maturidade e o envolvimento com a convergência das normas. “Não temos uma ferramenta de prateleira ou uma solução mágica que faça que a implementação aconteça”, disse Karini.

Alexandre Paraskevopoulos, da Deloitte, observou que, embora não tenha uma receita pronta, a implementação da norma possui uma sequência lógica e gira em torno de uma metodologia. “Mas ao mesmo tempo em que temos o IFRS 17, o IFRS 9, que versa sobre instrumentos financeiros, entra em conjunto. É importante entender que as duas normas conversam entre si”.

Ao compartilhar a experiência da companhia, no painel sobre IFRS 17, a superintendente de práticas contábeis de seguros da SulAmérica, Flávia Vieira, lembrou que a norma faz sentido para a operação de seguros, mas a definiu como de difícil implementação, dependendo da carteira. “Uma pessoa que não conhece a companhia não conseguirá implementar o IFRS 17 e o IFRS 9 em conjunto. É importante ter um grupo inicial formado pelas áreas financeira, contábil, TI e atuarial. O segundo passo é entender a norma”.

A visão de tecnologia da informação, transmitida também pelo gerente de arquitetura corporativa de TI da SulAmérica, Cristiano da Silva Bezerra, consiste no desafio da robustez de escabilidade. “É necessário também reconhecer, mapear e entender todas as origens de integração de dados que fazem parte do processo”, ressaltou, ao lembrar: “A norma é padrão, porém a jornada é particular”.

Data Center a serviço do negócio

A Trilha de Seguros foi encerrada com a apresentação do case “Data Center a serviço do negócio”, da Tokio Marine, implantado pela Dell, que simboliza um rompimento da ideia tradicional de Data Center com a junção dos processos em hiperconvergência.

Para o presidente da Comissão de Processos e Tecnologia da Informação da CNseg, Camilo Ciuffatelli (Tokio Marine), o case da companhia indica para todo o mercado a necessidade de possuir uma estrutura capaz de suportar as inovações em termos de tecnologia, como telemetria, Internet das Coisas (IoT) e Analytics. “São processos novos que toda companhia vai ter que usar. Caso contrário,  corre-se o risco de ficar totalmente defasada e até sair do mercado”, afirmou.

Os investimentos em tecnologia na seguradora tiveram início em 2011 com o Insourcing do Datacenter com servidores Dell Blade e Storage DellEMC. “Uma das vantagens de utilizar a cloud de maneira híbrida é também desenvolver fora e trazer para dentro”, destacou Erick Pascoalato, da Dell.

Os resultados foram muito expressivos. “Esse foi o gatilho do diferencial da companhia frente ao mercado. O alto investimento foi revertido em uma capacidade de processamento três vezes maior e na redução de custo de 64%. Isso permitiu que dobrássemos de tamanho em três anos”, contou Wilson Leal, CIO da Tokio Marine.

Em sua visão, o mercado segurador já transcendeu a fase de transformação digital e agora está na etapa de Reinvenção Digital. “Não é só a tecnologia que faz parte do processo. Agora é o negócio, precisamos mudar o processo para que em dois cliques o cliente se resolva”, definiu Wilson Leal.

Gabriel Portella destaca a importância da inovação, em Porto Alegre (RS) 1102

Gabriel Portella destaca a importância da inovação, em Porto Alegre (RS)

Questões regulatórias, benefícios e produtos adequados foram apresentados pelo palestrante

O Restaurante Clube do Comércio, na Região Central de Porto Alegre, foi palco de mais um tradicional encontro do mercado segurador, na última quinta-feira (13). Realizado há mais de 70 anos, pelo Sindicato das Seguradoras do Rio Grande do Sul (Sindseg/RS), o evento contou com palestra de Gabriel Portella, presidente executivo da SulAmérica Seguros. Ao todo, quase duas centenas de operadores do setor de seguros na região acompanharam o momento.

O tema: a importância da inovação para a indústria do seguro. Questões como os benefícios e a entrega do produto seguro ao tomador. “As insurtechs, moedas como o Blockchain e aplicativos diversos que a SulAmérica disponibiliza para seus segurados é uma maneira de ofertar produtos adequados e serviços inovadores ao cliente final. A inovação é um processo desafiador”, explica Portella.

A divulgação das normas para o sandbox no setor de seguros, que torna otimizadas e mais acessíveis as questões relacionadas às insurtechs, também foi tema da fala do executivo. “O fato de as inovações trazidas pelas insurtechs agregarem valor ao negócio do seguro tornam os processos muito mais ágeis. É muito importante buscar sempre a inovação”, completou.

Para o presidente do Sindseg/RS, Guacir Bueno, o momento foi especial. “Agradeço ao renomado palestrante, que apesar de sua extensa agenda, brinda os gaúchos com um tema que irá permear por muito tempo a indústria do seguro que busca métodos e práticas eficazes. A inovação, aqui, hoje, ficou destacada de forma brilhante e nos ajuda no processo de transformação digital”, finaliza.

Almoço do Sindseg/RS – Todas as imagens

Prudential mistura música clássica e rock em Curitiba 618

Prudential Concerts 2019 chega a Curitiba misturando música clássica e rock

Prudential Concerts 2019 será no dia 26 de junho e terá como convidado o músico Frejat

Após um show marcante em Porto Alegre, o Prudential Concerts chega à capital paranaense. A edição 2019 quer mostrar ao público que música clássica combina com rock and roll. O show, sob o comando de Carlos Prazeres – regente titular da Orquestra Sinfônica da Bahia e um dos mais requisitados maestros brasileiros de sua geração – acontecerá no Ópera de Arame, no dia 26 de junho, e terá como convidado o músico Frejat.

O projeto, que teve início em maio e se estenderá até outubro, ainda vai passar pelas cidades de Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo. A expectativa é de que mais de seis mil pessoas prestigiem os shows.

“O Prudential Concerts é uma turnê que aguardo sempre muito ansioso para fazer. São shows super descontraídos e com conteúdo cultural incrível. Grande parte dos sucessos populares têm referência erudita e estou animado para reger as orquestras tocando rock and roll, que tem influência direta do Barroco”, diz o maestro Carlos Prazeres.

O Prudential Concerts conta, ainda, com a realização de oficinas musicais voltadas para crianças e adolescentes de instituições sem fins lucrativos ligadas à música. A iniciativa, ministrada por Carlos Prazeres, já beneficiou mais de 300 jovens e acontece em todas as cidades que recebem o evento. O objetivo é desenvolver e aperfeiçoar a técnica do instrumento de preferência de cada participante.

“O propósito da Prudential do Brasil é levar tranquilidade para as pessoas por meio do seguro de vida. Em linha com o negócio, as nossas ações culturais visam proporcionar também um momento de bem-estar para o público. Por isso, estamos orgulhosos em realizar, pelo terceiro ano consecutivo, o Prudential Concerts, que dessa vez vem com a temática do rock, fazendo uma ponte direta com o grande evento que iremos apoiar neste ano, que é o Rock in Rio”, afirma Fernanda Riezemberg, gerente de Marketing Institucional da Prudential do Brasil.

Nomes importantes da MPB, como Milton Nascimento, Gilberto Gil e Alceu Valença, participaram das edições anteriores do evento, que tiveram como tema Acordes Brasileiros e Bossa Nova. Ao todo, mais de 8.600 pessoas assistiram aos espetáculos.

O evento é idealizado e produzido pela Novo Traço Comunicação, com patrocínio da Prudential do Brasil e realização da Secretaria Especial de Cultura, do Governo Federal, por meio da Lei Rouanet de Incentivo à Cultura.

Para mais informações sobre o Prudential Concerts, acesse as páginas oficiais do projeto no Facebook e no Instagram.

Austral Re e Terra Brasis Re anunciam fusão 1053

Austral Re e Terra Brasis Re anunciam fusão

Movimento resulta na segunda maior resseguradora do País

Bruno Freire será o CEO da nova companhia / Divulgação
Bruno Freire será o CEO da nova companhia / Divulgação

A Austral Re e a Terra Brasis Re acabam de anunciar ao mercado a assinatura de um acordo de investimento para fusão de suas atividades. Da união, resultará a segunda maior resseguradora nacional em prêmios de resseguros emitidos (R$ 672 milhões em prêmios emitidos bruto combinados em 2018) e a quarta maior resseguradora local em patrimônio líquido (R$ 387 milhões em patrimônio líquido combinado em 2018).

O bloco de controle da operação caberá à Vinci Partners, tendo como sócios o grupo Brasil Plural e o International Finance Corporation (IFC), braço financeiro do Banco Mundial, que já detém participação nas duas companhias.

O posicionamento competitivo da nova resseguradora será fortalecido pela complementaridade dos portfólios de negócio e pela ampliação da cobertura geográfica no Brasil e no exterior, com escritórios no Rio de Janeiro, São Paulo, Colômbia e Guernsey, além de autorizações para operar em diversos países latino americanos.

Bruno Freire será o CEO da nova companhia e Rodrigo Botti será o CFO. A resseguradora manterá sua estratégia focada no atendimento à indústria de seguros em todas as linhas de negócio com soluções inovadoras, atendimento qualificado, responsabilidade na gestão de riscos e os mais altos padrões de governança corporativa.

“A fusão oferece uma expressiva criação de valor a longo prazo. Esperamos que a combinação dos negócios capture significativas sinergias operacionais, administrativas e econômico-financeiras. Trata-se de um parceiro que conhece amplamente o setor e que proporcionará uma capacidade renovada de expansão e internacionalização de atividades”, destaca Bruno Freire.

“A oportunidade é única para acelerar as estratégias de expansão com nova força e dimensão. Estamos entusiasmados com a oportunidade de ganho de escala, com o portfólio de produtos e o compromisso dos nossos times”, pontua Rodrigo Botti.

A associação não terá qualquer interferência na composição da Austral Seguradora, controlada pela Vinci Partners.

A consumação da operação está condicionada à aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) e pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP).