Proteção veicular: não ficará só nela, será preciso aprender a coexistir?! 822

Artigo é de autoria do acadêmico da ANSP, Carlos Josias Menna de Oliveira

Em recente artigo publicado, o acadêmico da Academia Nacional de Seguros e Previdência (ANSP), Carlos Josias Menna de Oliveira, reflete sobre um tema que tem sido pauta entre os executivos e corretores de seguros: o mercado de proteção veicular. Confira na íntegra, abaixo, o texto do advogado e professor diplomado, originalmente publicado pela ANSP.

“Há mais ou menos 20 anos, que o setor de seguros passou a enfrentar uma concorrência que já recebeu várias denominações tais como: ilegal, desleal, e a mais tipicamente pejorativa: “seguro pirata”. Com isso, veio acontecer muita mobilização de seguradores e corretores, individualmente ou através de seus sindicatos, para com Associações e Cooperativas que comercializavam o produto, tido como o próprio contrato de seguro, fossem proibidas de exercerem tal atividade face a sustentada exclusividade dos tradicionais meios securitários.

Foram movimentados departamentos jurídicos em todos os estados, denúncias foram levadas a SUSEP e de imediato a questão acabou caindo no colo do Judiciário.

As primeiras investidas foram exitosas, ao menos parcialmente, a SUSEP passou a responder positivamente e o Judiciário, vacilante, como sempre ocorre em novidades do tipo, teve recepção em alguns casos, rejeição em outros. Houve decisões interessantes e outras estapafúrdias, como também é comum acontecer em situações polêmicas e inusitadas que são depositadas em litígios judiciais. E o inicio desta discussão começou a encaminhar entendimento.

De tantos recursos o caso parou no STJ que, para surpresa de muitos, se postou favoravelmente às pretensões das Associações e da denominada PROTEÇÃO VEICULAR.

E agora José?

Mas tem mais, numa rodada do Campeonato Brasileiro de Futebol, o Vasco da Gama, um dos grandes clubes do país, entrou em campo com publicidade em sua camisa. Porém , o Atlético Mineiro assinou contrato publicitário também.

Indo adiante, há protocolo na SUSEP para que haja regulamentação no setor – a propósito é melhor regulamentar do que deixar como está, ao menos se estabelece semelhança de tratamento do sistema legal e jurídico.

Interessante que a regulamentação não interessa as Associações – há lobby no legislativo – com o que reforça sua necessidade. Mas é certo que não ficará só no ramo VEICULAR, já há esboço para comercialização do PATRIMONIAL.

Não tenho prudência para evitar dizer que não muito longe do que vivemos hoje este comércio vai avançar sobre o ramo PESSOAS. Porém, sinto que o RCTRC, que tem sido maltratado, não se pode negar, possa vir a ser alvo.

É preciso se debruçar sobre o tema. Urgem alternativas no mercado, no setor. Imperioso que se recrie e se reinvente os produtos e os mecanismos existentes. Estas entidades buscaram a fatia que o mercado recusou, desprezou, veículos antigos, especialmente caminhões, e aquele nicho de descontentes – o que há em todos os ramos mas que não deixa de ser verdade que um atendimento mal executado resulta memória eterna.

Foram crescendo, crescendo, cresceram. Estão, hoje, procurando corretores de seguros que ainda com receio estão ariscos ao jogo. É muito provável que logo, logo, este receio seja superado, inevitável que se tenha esta visão.

Neste andar dá para deduzir quem criou as oportunidades para esta existência já não tão nova assim. Percebem?

Mas nem tudo é tão ruim assim. Vejamos, estas organizações já estão precisando do mesmo preparo funcional que o Setor de Seguros se aparelhou. Não vai demorar, técnicos, reguladores (já estão atuando), advogados, enfim, todo o tipo de prestação de serviços estará sendo alcançado, impondo a coexistência com um novo mercado de trabalho e de comércio.

E não custa mirar mais longe. Se fazem às vezes de seguradora por que não fariam também as de corretagem? Já fazem.

Avancemos mais, e se vê que o cenário não é animador, ou é. Depende das escolhas que forem feitas. Quem dá as cartas no Setor de Seguros ainda é quem nele está há mais tempo, mas tem que se reinventar, como dito, sob pena de ficar superado.

Alguns tem dito que se criou um Monstro. O que impede que se fique amigo dele ao invés de guerrear? Não sei, o que sei é que o tema merece profundo debate e atitudes – inovações. Até provar o contrário, há que se aprender a coexistir”.

Embarquei e esqueci o seguro viagem, o que faço? 904

Embarquei e esqueci o seguro viagem, o que faço?

ComparaOnline explica: a seguradora precisa dar autorização prévia e cada caso será analisado individualmente

Apesar de ser obrigatório nas viagens para a Europa, o seguro viagem ainda é um serviço com informações pouco disseminadas e gera dúvidas para quem vai embarcar para outros locais. É comum os viajantes deixarem para contratá-lo na última hora e até mesmo após o embarque. Apesar de ser possível contratá-lo já em viagem, pode ser arriscado. Pensando nisso, a ComparaOnline, marketplace de seguros e produtos financeiros, reuniu informações importantes que você deve saber sobre a contratação do seguro viagem depois de embarcar.

“Se você já embarcou e precisa contratar serviço, será necessária uma autorização prévia da seguradora, que analisará caso a caso. Geralmente existem exigências como uma carta de próprio punho do passageiro solicitando permissão para compra e declarando bom estado de saúde, informações como nome, CPF, data de nascimento, datas de saída e de volta para o Brasil”, explica Paulo Marchetti, CEO da ComparaOnline no Brasil.

O seguro pode sofrer alteração de valor devido a flutuação do dólar, mas não há cobrança de tarifa extra por não efetuar a contratação antes do embarque. Um ponto de atenção quando se faz a contratação já estando em viagem é que as seguradoras podem estipular um período de carência, durante o qual o segurado não poderá acionar o seguro e nem ser reembolsado por qualquer despesa. Essa carência varia de seguradora para seguradora e caso a caso, mas normalmente fica entre um a dez dias. Após esse período, o segurado poderá utilizar o seguro viagem normalmente.

Caso o viajante ainda esteja no período de carência e tenha alguma emergência, as opções seriam ir até um hospital particular e arcar com os custos, sem a possibilidade de reembolso, ou tentar atendimento público. Dependendo do país, estrangeiros precisam de autorização prévia para utilizar o serviço público de saúde gratuito ou com taxas baixas, no Canadá, por exemplo, turistas não podem ter acesso a gratuidade ou pagamento mais baixo do serviço. Em alguns casos, as seguradoras chegam a direcionar para o atendimento mais próximo pago ou público, contudo, não é um serviço obrigatório ou frequente.

“O ideal é que o serviço seja contratado antes do embarque, assim, o viajante pode escolher o seguro viagem com calma, analisando as coberturas e valores oferecidos por cada seguradora. Apesar de ser possível contratá-lo depois do embarque, nem todas as seguradoras aceitam e o viajante terá que optar pelas disponíveis naquele momento”, finaliza Marchetti.

Como se livrar da sombra da fraude financeira? 572

Como se livrar da sombra da fraude financeira?

Segundo a Serasa Experian uma tentativa de fraude acontece a cada 16 segundos no Brasil

Eduardo Tardelli é CEO da upLexis / Divulgação
Eduardo Tardelli é CEO da upLexis / Divulgação

Dados da Serasa Experian apontam que o Brasil registrou 1,96 milhão de tentativas de fraude (ou uma a cada 16 segundos), em 2017. O aquecimento do mercado de crédito e a maior especialização dos fraudadores são os principais indicadores desse crescimento, segundo a instituição.

Seja em empresa ou pessoa física, o ato da fraude consiste em ação com objetivo de obter propriedades, dinheiro ou serviços de outrem de forma desonesta, prejudicando um dos lados. No Brasil, há milhares de exemplos públicos (política, mercado corporativo) e privados em que pessoas com má intensão aplicam golpes em outras, prejudicando empresas e, consequentemente, a imagem do país ante o mundo. Afinal, os principais impactos das fraudes são financeiros e a associação da empresa com tais práticas, que pode levar eventualmente a perder negócios.

Muitas vezes disponibilizamos nossos dados, seja na internet ou em lojas físicas, sem nos preocuparmos se sua proteção será realmente efetiva. Por isso, seja uma pessoa física ou pessoa jurídica, é necessário manter a cautela na hora de fornecer dados.

Não existe segredo para evitar a fraude financeira na empresa, mas boas práticas ajudam na prevenção e a mitigar esses possíveis prejuízos. No caso do mundo empresarial – principalmente em relação a micro e pequenas empresas, que estão mais suscetíveis a maiores danos – a primeira ação a se fazer é conhecer seu quadro de colaboradores e seus históricos passados, por meio do background check, por exemplo, para conhecer suas referências. Ferramentas e softwares podem ajudar nessa prevenção. O mesmo vale para fornecedores e parceiros, que devem ter seu registro, localização, reputação e outras características pertinentes investigadas antes de qualquer tomada de decisão.

Auditar possíveis áreas e pessoas que podem cometer essas fraudes é outro passo importante, realizada, constantemente, para a observação e análise de procedimentos, com a finalidade de propor algumas alterações na aplicação dos processos. Ressalto que, quando bem executada, a auditoria interna pode antever casos de riscos e alertar o tomador de decisão, para que, dessa forma, seja criado um plano de ação que previna o acontecimento da fraude.

No cenário atual, os profissionais de prevenção de riscos têm passado pela transformação digital da área, e ferramentas de automação de busca de informações são os principais diferenciais para melhorar os processos, coletando dados de diversas fontes de conhecimento e colocando-os em um só lugar, otimizando as buscas e economizando tempo dos times envolvidos. Portanto, vale usar a tecnologia a seu favor e se livrar de toda e qualquer incerteza que possa prejudicar sua empresa!

*Eduardo Tardelli é CEO da upLexis, empresa de software que desenvolve soluções de busca e estruturação de informações extraídas de grandes volumes de dados (Big Data) extraídos da internet e outras bases de conhecimento

A importância da comunicação assertiva para o público interno 328

A importância da comunicação assertiva para o público interno

Confira artigo de Gutemberg Leite, coautor do livro “Manual Completo de Empreendedorismo”

Gutemberg Leite, coautor do livro "Manual Completo de Empreendedorismo" / Divulgação
Gutemberg Leite, coautor do livro “Manual Completo de Empreendedorismo” / Divulgação

A primeira habilidade demonstrada desde o início da vida de uma empresa é a comunicação. E uma das principais habilidades que devem ser desenvolvidas em profissionais em qualquer idade, é a comunicação assertiva. Isso se deve porque na prática, os profissionais que almejam se destacar no mercado atual precisam saber transmitir informações com clareza, encorajar e manter bons relacionamentos interpessoais e executar suas funções com habilidade, eficiência e competência, a efetividade.

Em artigos anteriores, falei sobre a comunicação levando em consideração os seus diferentes aspectos. Agora, irei tratar a comunicação assertiva, enquanto arte que se direciona, flexiona e se expande internamente a empresa, sugerindo que você leve em consideração uma publicação recente feita pelo New York Times, que apontou o seguinte fato: 89% dos empregadores consideram a competência em comunicação um quesito fundamental para contratar e reter colaboradores em seus quadros funcionais.

A arte em questão pode ser comparada com um pitch. Você sabe o que é um pitch? É um termo americano muito utilizado por startups e em geral, direcionado a possíveis investidores, visando apresentar-lhes uma proposta de solução, um projeto ou mesmo, um problema que foi identificado, visando despertar-lhes a atenção em apenas um minuto.

Apesar de parecer o contrário, um minuto é tempo suficiente para que um profissional consiga ser relevante e impactante, ou em outras palavras, para que se comunique de maneira objetiva o suficiente, para que chegue onde deseja chegar, ou seja, acerte o alvo. Sendo assim, bastará a esse profissional manter, no transcorrer de todos os segundos de seus horários comerciais, uma comunicação clara, concisa e coerente com a sua própria postura, uma comunicação não verbal.

Isso não é o mesmo que dizer que ele deva ser um bom orador, todavia, terá que se empenhar para desenvolver em si e quem sabe, conseguir cultivar nos demais, premissas de: efetividade, falar o certo no momento certo e para a pessoa certa, responsabilidade, poder de persuasão e influência, ausência de julgamentosempatia e escuta ativa, atenção e respeito aos sentimentos e ideias alheias.

Segundo outra pesquisa, desta vez efetuada pelo Project Management Institute Brasil (PMI), há a informação de que 76% das 300 empresas entrevistadas, definem a má comunicação interna, o motivo principal do fracasso nas diferentes atividades propostas.

No meu entender, o que ocorre é que muitas delas ainda não realizaram, de fato, um processo de comunicação assertiva, o que acarreta em erros administrativos, por exemplo, excesso de informações; poucos estímulos para envolvimentos interpessoais, como trabalhos em equipe, e/ou estratégias viáveis e outra ideia é personalizar mensagens de acordo com os diferentes níveis de entendimento de seus colaboradores.

Empresas são feitas por pessoas que pensam e agem visando o interesse de outras pessoas. A consequência das falhas comunicativas acarreta conflitos que impactam o desempenho pessoal e a produtividade profissional, colocando a empresa em risco. Dessa forma, a importância da comunicação assertiva para o público interno, encontra-se justamente para impedir tais danos que, com ela, teriam grandes chances de serem evitados.

Gutemberg Leite – Mestre em Ciências da Comunicação e Gestor de RH

Mestre em Ciências da Comunicação, pós-graduado em Comunicação Jornalística pela Faculdade Cásper Líbero e especialização em “Novas Tecnologias da Comunicação” pela Universidade da Flórida, Estados Unidos. Pós-graduado em Administração com ênfase em Recursos Humanos pela FECAP e em Direito Empresarial pela EPD–Escola Paulista de Direito. Administrador de Empresas e Jornalista. Certificado em Coaching pelo IBC – Instituto Brasileiro de Coaching e em Mentoria Empresarial pela Valor Empresarial. Iniciou a carreira em Recursos Humanos em 1969, tendo atuado em empresas nacionais e multinacionais até 1982, em recrutamento, seleção, treinamento e desenvolvimento organizacional. Em 1983, fundou o Grupo Meta RH, empresa especializada em serviços de recursos humanos. Coautor dos livros Ser+ inovador em RH, Gestão de pessoas e comunicação, da Editora Ser Mais e, com Fábio França, A comunicação como estratégia de Recursos Humanos, Editora Qualitymark, em sua segunda edição.

Manual completo de empreendedorismo

Coordenação editorial: Alexandre Sita e Elissandro Sabóia
Literare Books International – 1ª edição – 440 páginas – 2018 – R$ 69,80
Formato: 16x23cm
ISBN: 978-85-9455-058-3

A governança de um negócio digital 345

A governança de um negócio digital

Confira artigo de Filippo Di Cesare, CEO da Engineering

Filippo Di Cesare é CEO da Engineering / Divulgação
Filippo Di Cesare é CEO da Engineering / Divulgação

O tema Transformação Digital nas empresas se tornou uma agenda mandatória para os executivos nos últimos anos. Segundo dados da pesquisa global da consultoria Protiviti, intitulada “Perspectivas Executivas sobre os Maiores Riscos para 2019”, que traz as dez preocupações mais latentes de grandes grupos empresariais, o fator disrupção digital saltou da décima posição ocupada em 2018, para o primeiro lugar.

Este cenário mostra o quanto as empresas tradicionais estão temerosas com o avanço das organizações que nasceram digitalmente. Diante desta situação, a orientação é ajustar, de forma rápida, os modelos de negócios atuais, tornando os processos mais digitais, afinal de contas, empresas que não seguirem este caminho promovido pela Transformação Digital estarão fadadas à estagnação de seus negócios.

A digitalização da sociedade é a principal causa das mudanças profundas em relação à forma como conhecemos hoje as empresas. Isso quer dizer que todas as empresas devem se adaptar à nova cultura digital. E, se vamos estabelecer novos objetivos estratégicos, novas regras de negócios e utilizar novas tecnologia, tendo como fio condutor os dados, entramos no estágio sobre a discussão da governança da informação. Se são eles que vão maximizar o valor dos ativos da empresa, eles são, de fato, o ativo estratégico.

Quando integramos a área de Tecnologia da Informação aos departamentos jurídico e de compliance, podemos evitar que a falta de governança de dados cause impactos negativos às empresas, pois aqui o assunto se eleva para os riscos das informações. A exemplo dos dados advindos de sensores, quando aplicamos a disrupção em algum processo de negócio, por exemplo, estamos lidando com dados de usuários, dados de fabricantes ou mesmo informações dos equipamentos.

Uma empresa digital é uma empresa de dados. Por isso, eles se tornam soberanos e, tamanha a importância do seu protagonismo, fez surgir leis que os protegem. Novas mudanças regulatórias ampliaram seu controle legal, como a General Data Protection Regulation (GDPR), em países europeus, e a Lei Geral de Proteção de Dados (LGDP) no Brasil, que entra em vigor em agosto de 2020.

Tão importante quanto gerar dados é cuidar deles. É preciso ter responsabilidade e, no final das contas, olhar para as consequências positivas do debate dessas novas normas. Se os dados viraram a essência das companhias, é fato que um ambiente mais seguro promove o aumento da eficiência da empresa, além de credibilidade – tanto de clientes e fornecedores, assim como aproxima os investidores, sem contar a possibilidade de redução de fraudes.

Sem dúvida, a governança de dados é essencial nesta nova era de empresas digitais. Isso significa que a área de Segurança da Informação ganhou uma importância ainda mais notória nas organizações e cabe às empresas definirem, com responsabilidade, a competência de quem irá desenhar a sua jornada digital desde o primeiro estágio, que é a análise da influência digital no negócio, até a implementação das alterações propostas. Este será, de fato, o caminho que definirá a ascensão das empresas neste novo universo dos negócios digitais. E você, o que está fazendo para melhorar o uso dos seus dados a caminho da Transformação Digital?

*Filippo Di Cesare é CEO da Engineering, companhia global de Tecnologia da Informação especializada em Transformação Digital.

Especialistas discutem aspectos regulatórios e visão corporativa da legislação ambiental 591

Especialistas discutem aspectos regulatórios e visão corporativa da legislação ambiental

Reflexos na indústria do seguro foram abordados em evento da ANSP

Profissionais do setor de seguros participaram do Café com Seguro, promovido pela Academia Nacional de Seguros e Previdência, na sede do Sindicato das Seguradoras do Estado de São Paulo (Sindseg/SP). O encontro aconteceu nesta quarta-feira e apresentou os aspectos regulatórios e a visão corporativa da legislação ambiental.

O enfoque das discussões, que reuniu os acadêmicos da ANSP foi nos reflexos disso para a indústria de seguro. A abertura dos trabalhos foi realizada por  Rafael Ribeiro do Valle, Diretor da ANSP. Já o Coordenador da Cátedra de Gerência de Riscos, Marcos Lúcio de Moura e Souza, fez uma ambientação sobre o assunto.

A programação contou com dois paineis. A evolução jurídica da legislação ambiental e seguro foi apresentada pelo Dr. Pedro Guilherme G. Souza, Advogado, Professor do MBA de Seguros e Resseguros na Escola Nacional de Seguros. Já a segunda parte da manhã foi recheada de um talk show sobre Sustentabilidade. Com enfoque em realizar a convergência dos anseios do mundo corporativo com os desafios do setor de seguros, a Dra. em Comunicação Social ECA/USP e Mestrado em Ciência Ambiental Procam/USP, Vivian Paes Barretto Smith, a Advogada e Gerente de Riscos, Cristiane França Alves e o mediador Marcos Lúcio de Moura e Souza, Coordenador da Cátedra de Gerência de Riscos, abordaram os diversos aspectos que são intrínsecos ao tema.

Além de debate com o público, o Superintendente da HDI Global e Presidente da Comissão de Seguro de Responsabilidade Civil da Fenseg, Márcio Guerrero, apresentou a forma como as seguradoras estão se posicionando diante do marco regulatório.

Café com Seguro – Legislação Ambiental e Impactos na Indústria do Seguro: