Cenários e perspectivas econômicas auxiliam corretores na construção de novos horizontes 1072

Encontro de Gestores promovido pela Icatu permeou o tema

Verificar quais são as perspectivas feitas por profissionais sobre o cenário econômico é um importante passo para os integrantes do mercado de seguros, previdência e investimentos analisarem conjunturas, formarem suas próprias opiniões e darem seus próprios passos. Essa ideia ficou evidenciada durante a segunda edição do Encontro de Gestores, promovido pela Icatu Seguros nesta terça-feira (02) em Porto Alegre/RS.

De acordo com o vice-presidente corporativo da companhia, César Saut, percebe-se uma mudança de comportamento da sociedade em geral à medida que momentos com esse viés participativo e analítico contam com um número expressivo de interessados. Com o Instituto Ling como palco, mais de 360 corretores de seguros, gestores de investimentos, parceiros e clientes se fizeram presentes. “Temos dois ativos muito importantes: um deles é o tempo e o segundo é o conhecimento, que é o que estamos fazendo aqui com sete das principais casas que trabalham conosco”, destacou.

Sendo a Icatu a maior companhia independente de seguro de vida no Rio Grande do Sul e, nacionalmente, sexta colocada entre grandes players do mercado, uma de suas preocupações é justamente prestar um auxílio eficaz à atividade de seus parceiros. A economista chefe da seguradora, Victoria Werneck, pontua que o Brasil está precisando dar a volta por cima e realizar reformas que não foram feitas nos últimos dez anos para fomentar o crescimento econômico novamente. “Será uma circunstância pior que era antes, pois o mundo será um mundo que crescerá menos que anteriormente e com muito mais desafios do que já teve nos últimos anos”, comentou.

Sob à perspectiva internacional, ao qual a economista explica que é importante analisar, uma vez que influencia diretamente nas decisões domésticas, é preciso estar atento às definições feitas por parte dos Estados Unidos e Brexit – a polêmica saída do Reino Unido da União Europeia. “É caótico o divórcio do Reino Unido com o resto da U.E, pois a falta de acordo lá afeta o mundo inteiro e é nesse cenário internacional que temos que nos adaptar”, exemplificou.

Além disso, a reforma da previdência é um tema que tem permeado os debates de forma bastante contínua. “O ideal é que passasse nos dois turnos na Câmara no primeiro semestre deste ano, pois não temos todo o tempo do mundo para isso, temos mais de 13,1 milhões de desempregados e estamos criando menos de 500 mil postos de trabalhos novos por ano. Quantos anos vamos precisar para reabsorver essa população?”, indagou.

Para o ex-presidente do Banrisul, Ricardo Russowsky, independente dos governantes, as mudanças são temas que precisam ser discutidos. “Precisamos estabelecer um equilíbrio nas finanças públicas e, com isso, passarmos a contar com, muito provavelmente, novos investimentos, estrangeiros principalmente, para que o país possa crescer novamente”, disse. Já o corretor de seguros Ricardo Rezende, da PlaniLife, defendeu que o mercado de previdência se mostra bastante dinâmico. “Já temos mais de 600 mil beneficiários de instrumento de previdência com mais de 90 anos de idade e isso revela que as pessoas estão cada vez mais conscientes que precisam se programar para o futuro, o que significa estar bem educado financeiramente”, sinalizou.

A superintendente de Mercado Região Sul da Icatu Seguros, Josiana Lemes Schneider, salienta a necessidade de agregar valor ao momento de incertezas que o brasileiro vive atualmente no mercado financeiro. “É preciso mostrar indicadores e soluções aos nossos parceiros, clientes, distribuidores e corretores”, afirmou. “Pensamos nos nossos parceiros, pois os acontecimentos continuam e o brasileiro precisa pensar mais na sua previdência e ser protagonista da sua própria história, sem ficar dependendo do Governo”, complementou o gerente comercial, Victor Hugo de Oliveira, que juntamente com Josiana e a equipe da Icatu, organizou o Encontro de Gestores.

Imagens: Matheus Pé/JRS

Projeto de Lei determina que consumidor receba celular reserva durante conserto 560

Projeto de Lei determina que consumidor receba celular reserva durante conserto

Aparelhos devem permitir acesso à internet, através do mesmo plano que o cliente possui

Ficar sem celular pode ser um pesadelo para muitos, mas às vezes eles precisam entrar em reparo e aí é preciso ter muita paciência, caso o dano exija que o aparelho fique na assistência técnica por alguns dias. Neste sentido o Projeto de Lei Complementar 142/2015 determina que um aparelho reserva seja concedido ao consumidor durante o período de manutenção.

De autoria da deputada Lauriete (PSC-ES), o projeto inicialmente previa que os aparelhos permitissem a emissão e recebimento de chamadas. No entanto, o relator da proposta na Comissão de Meio Ambiente (CMA), ex-Senador Flexa Ribeiro, apresentou emenda prevendo que o aparelho deva também permitir acesso à internet, por meio do mesmo plano que o consumidor possui.

Um dos grandes receios dos consumidores, das empresas de assistência e companhias de seguros é que a medida gere aumento nos custos das operações desse tipo de segmento, embora o projeto determine que não haja cobrança adicional para o consumidor caso ele opte pelo celular reserva. “Isso irá variar de empresa para empresa. Pode haver impacto de forma indireta, com aumento no custo de reparo”, conta Danilo Martins, sócio-diretor da Yesfurbe.

A plataforma possibilita tanto a compra de aparelhos recondicionados como, também, a venda de aparelhos usados e troca por créditos para adquirir um modelo refabricado ou um novo. Esses processos podem ser realizados tanto pelo e-commerce da marca como, também, por meio de marketplaces e varejistas parceiros. “Dessa forma, as pessoas passam a ter acesso à smartphones modernos, com baixo custo e maior segurança. Os aparelhos comercializados pela empresa possuem seis meses de garantia”, explica Martins. “São aparelhos que passam por mais de 10 tipos de testes, em um processo muito criterioso de qualidade”, completa.

Na visão do especialista o consumidor sairá ganhando com a medida. “Isso só acontece na vigência de garantia, mas em casos como a quebra de vidro não há cobertura. O celular é muito mais que uma ferramenta de trabalho e hoje em dia é difícil ficar sem um aparelho”, defende.

A empresa rendeu mais de R$ 2,5 milhões apenas em 2018, conforme destacou reportagem da revista Pequenas Empregas, Grandes Negócios (PEGN). A Yesfurbe também visa fomentar negócios com o setor de seguros. “Vemos nesse mercado uma grande oportunidade. O celular é um item indispensável e o resource é muito valorizado no exterior, mesmo que ainda avance em curtos passos no Brasil. Esse Projeto de Lei reforça cada vez mais a importância dos aparelhos. As seguradoras também apostam no nosso tipo de negócio para fazer a reposição do bem ao segurado com um valor muito mais atrativo para a liquidez de seus negócios”, finaliza.

As alterações devem ser incluídas no Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078, de 1990). O tema está em estudo pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) com instituições de defesa do consumidor e o setor produtivo. O projeto foi aprovado pelo Senado Federal na última quinta-feira (11).

*Com informações de Agência Senado.

Corretores devem apostar na união para expandir o setor de seguros 510

Corretores devem apostar na união para expandir o setor de seguros

Movimento visa sustentabilidade e maior solidez ao mercado, além de negócios mais atrativos

A necessidade de expandir a base de segurados no Brasil ficou evidenciada na fala do corretor de seguros Thiago Fecher ao JRS São Paulo. “Trata-se de uma necessidade da própria economia e da sociedade. Existem muitos outros produtos que os já conhecidos pelo público em geral, principalmente no ramo empresarial. A contratação de proteção fomenta a expansão da atividade econômica e até mesmo do Produto Interno Bruto (PIB)”, explica o profissional, que agora integra a Comissão de Seguro de Transportes do Sindicato dos Corretores de Seguros do Estado de São Paulo (Sincor-SP).

Thiago Fecher afirma que o consumidor muitas vezes não conhece outras opções de proteção e o corretor acaba tendo grande dificuldade para fomentar a comercialização de outras soluções. “O corretor tem um papel fundamental. A gente precisa investir mais em divulgação dos produtos e das soluções que o mercado tem para garantir esse empresário ou profissional, na sua própria formação. Penso ser necessário falar sobre isso na faculdade, nos cursos de graduação e de extensão. Quando esse profissional entrar no mercado de trabalho ou abrir um novo negócio ele poderá contar com uma solução que diminuirá a taxa de mortalidade desse novo empreendimento”.

Ainda sobre o consumidor, Fecher classifica como impossível a possibilidade de se prever o que acontecerá com as preferências do consumidor em cinco anos ou até mesmo na próxima semana, dada a velocidade das transformações em curso. “Temos uma revolução tecnológica e uma nova dinâmica social que torna impossível ter qualquer tipo de previsão do que o consumidor irá necessitar em alguns anos ou até mesmo meses. Aí entra a experiência do corretor de seguros adaptar as soluções existentes às novas preferências desse consumidor”, justifica.

Fecher seguiu os passos do pai com a Alfatec Corretora de Seguros, de São Bernardo do Campo (SP). A região do ABC Paulista foi fortemente castigada no início do ano por conta de chuvas acima da média no mês de março. “Quando acontecem esses casos de calamidade pública nós precisamos ressaltar o fator social do seguro. Todos os trabalhos de entidades, incluindo o do Sincor-SP, visam expandir esse mercado. Quanto mais pessoas estiverem protegidas pelo seguro, menos acidentes poderão provocar o fim de empresas e provocar prejuízo às famílias. Isso foi o que vimos nos recentes episódios das chuvas. Os corretores atuaram no sentido de orientar o público em geral, até mesmo para exemplificar de que modo o mercado poderia ajudar naquela situação”, constata ao reiterar o vasto prejuízo que foi registrado naquela ocasião. “Existem diversos tipos de realidade e todos foram afetados, independente de classe social. Isso mostra como todos são iguais”, reitera.

“A Alfatec foi fundada em 1987 pelo meu pai. Tem até um fato curioso, que a data do CNPJ dela é a data de meu nascimento. Desde o começo sempre tivemos uma tendência muito grande para seguros empresariais e de transporte. Nos especializamos nisso e desde então construímos nossa carteira”, diz o corretor de seguros Thiago Fecher.

“Hoje já temos um novo viés, inclusive com uma nova corretora dentro da Alfatec. Trata-se de uma plataforma, que diverge de uma assessoria, que visa o apoio ao corretor que ainda não atua no setor de transportes e empresarial, mas que deseja implantar esses nichos dentro de sua corretora”, prossegue o profissional. “Queremos expandir o conhecimento de Seguro Transporte para um corretor que não atua. Isso cria mais volume de prêmio no mercado. Esse corretor que ainda não atua nesse segmento vai expandir esse ramo em sua carteira para aqueles que ainda não fazem a contratação dessa proteção e isso só beneficia o mercado. Quanto mais prêmio arrecadado, mais fácil fica de aceitar novos riscos. Assim, o mercado fica mais consistente para absorver novos riscos e também consegue-se baixar as taxas e até mesmo a precificação”, enaltece.

O Sindicato e a Comissão de Transportes tem um projeto que visa dar apoio para qualificação de Corretores de Seguros. “A ideia é transmitir conhecimento de como lidar com esse tipo de risco. É uma forma de poder abordar o cliente de forma bem tranquila e segura”, considera.

Sobre estratégias para expansão do negócio, Thiago Fecher considera sua abordagem como “muito próxima com o cliente”. “Nada me convence que essa não é a abordagem mais correta. Quando você conhece a empresa e o risco as conversas são muito mais realistas. Até mesmo aumenta a possibilidade de identificar riscos que ele não estava disposto a cobrir”, destaca ao elencar a união dos corretores como fundamental para o pleno desenvolvimento do setor em nível nacional. Thiago Fecher finaliza recomendando que os profissionais participem de grupos e entidades, a exemplo da Academia Nacional de Seguros e Previdência (ANSP) e a própria Associação Internacional de Direito do Seguro (AIDA).

“O seguro é um instrumento de crescimento socioeconômico. Não existe nenhum país desenvolvido que não tenha um mercado de seguros desenvolvido”, prossegue o corretor de seguros Thiago Fecher.

“Mesmo com toda a rotina agitada o que mais me dá prazer é atender o segurado. Tenho uma trajetória totalmente focada no seguro, mas totalmente feliz e realizada”, conta Fecher ao lembrar que o ramo de seguros lida essencialmente com as emoções humanas.

Responsabilidade Civil é a maior causa de sinistros no Seguro de Eventos 924

Constatação reforça papel da venda consultiva através do Corretor de Seguros

Responsabilidade Civil é a maior causa de sinistros no Seguro de Eventos
Fauze Farhat é executivo principal da Ayfa Seguros

Com o intuito de fornecer um serviço de qualidade, colocando-se como uma ’boutique de seguros’, a Ayfa Corretora de Seguros completa 26 anos no mercado segurador. Para celebrar mais um ano de conquistas e especialidade no ramo de eventos e de patrimoniais no segmento luxo. “Fomos crescendo aos poucos, prestando bons serviços e evoluímos para o ramo de Seguros Empresariais. Sempre procurei diferenciar do mercado em geral, que trabalha com todos os ramos, por isso me especializei nesse nicho”, explicou Fauze Farhat, executivo principal da empresa.

Na opinião do especialista, a cobertura mais relevante para contratação de um organizador de evento diz respeito à sua Responsabilidade Civil, principalmente no que tange ao público e terceiros que estejam nas proximidades ou envolvidos com a montagem do espetáculo, show, festa ou demais agremiações. “A indenização de uma vida pode custar milhões. A grande proteção é contra fatalidades. O segredo do corretor é desenhar uma apólice que proteja bem cada risco. Os riscos não são iguais neste sentido, independente do tamanho do evento. É preciso entender o briefing do organizador para desenhar a proposta ideal para este caso”, reitera Farhat.

A Ayfa Seguros foi a corretora responsável pela contratação do Seguro de Responsabilidade Civil do Réveillon da Avenida Paulista, evento que reúne quase 2 milhões de pessoas na cidade de São Paulo. “Entender quais as responsabilidades neste caso é desafiador, mas gratificante”, enfatiza. “O caminho desde a fundação da empresa até os dias de hoje sempre foi promover a troca de experiências. No caso de Seguro de Eventos o organizador é quem saberá descrever melhor as particularidades de cada momento, para que elas também sejam englobadas nessa cobertura”, prossegue Fauze Farhat.

O executivo principal da Ayfa Seguros também explica que “pequenos eventos podem ser englobados por uma linha de negócios pré-definida, mas grandes eventos exigem análise técnica. Isso envolve organizador, corretor e a seguradora especializada em eventos. São poucas companhias no Brasil com especialidade nesse produto”.

Já no segmento de luxo, a corretora de seguros atua fortemente em apólices voltadas para coberturas patrimoniais. “Atendemos algumas grandes marcas mundiais de franquia, com coberturas à incêndio ou até mesmo de fiança locatícia, que vem ganhando bastante destaque pelo mercado como um todo. É uma forte necessidade de Pessoa Jurídica. São clientes que exigem consultoria e uma confidencialidade diante dessas empresas”, analisa Farhat.

O corretor de seguros afirma que está mudando a percepção sobre a tecnologia no ramo de seguros. “Sempre fomos muito tailor-made, mas a tendência digital é irreversível. É preciso sempre fomentar novas maneiras de falar com nosso público”, constata.

Outro ponto que carece de atenção no segmento trata do cancelamento do evento. “Tivemos recentemente o caso do Lollapalooza, que quase teve o segundo dia cancelado por riscos apresentados pela chuva. As variáveis e complicações de grandes e pequenos eventos deve ser sempre levada em conta”, exemplifica ao abordar as mudanças no comportamento do público, principalmente no que diz respeito à mobilidade urbana. “Aplicativos de transporte, patinete e bikes são uma realidade”, completa.

Um dos segredos da Ayfa Seguros, na visão de Fauze Farhat, é tratar os seguros dentro de casa, de forma a oferecer um maior controle no que está acontecendo com cada contrato. “Esse acompanhamento é sob medida. Trata-se de um segmento muito consultivo, desde a contratação. Estamos falando inclusive de problemas envolvendo equipamentos ou a própria montagem do evento, por exemplo. Para atuar no nicho é preciso compreender a linguagem do organizador. Esse é um mercado mais restrito e exige capacitação constante por parte do corretor”, finaliza.

Executivos explicam segredo para crescimento de 171,19% da União Seguradora 767

Executivos explicam segredo para crescimento de 171,19% da União Seguradora

Carteira de Vida em Grupo foi a que mais registrou evolução

Em 2018, a União Seguradora cresceu 171,19%, o maior já registrado pela companhia que pertence desde 2013 ao Grupo Aspecir. As carteiras com mais destaque foram a de Vida em Grupo, com 223,45% de evolução em relação a 2017, e Acidentes Pessoais, com 154,08%. Auxílio Funeral (145,91%) e Prestamista (16,16%).

O presidente da União Seguradora, Milton Machado, comenta que o resultado surpreendeu, mas é fruto de um trabalho feito diariamente focado nas melhores soluções para o cliente. “Esses números nos fazem pensar cada vez mais em termos de aprimoramento, de controles internos, divulgação, parte contábil, enfim, uma série de coisas que nós estamos sempre prevendo e querendo repetir o êxito do ano que passou”, destaca. “Na onda de preocupação com o futuro do brasileiro, nós estamos com produtos bem encaminhados, simples e de fácil entendimento, o que tem ajudado no nosso desenvolvimento”, acrescenta.

No último ano a empresa tem expandido seus negócios dentro do próprio Estado e pelo Brasil. “Hoje nós já temos algumas representações, o grupo em si tem escritórios próprios no interior do Rio Grande do Sul e capitais brasileiras como Florianópolis, Curitiba, Rio de Janeiro, São Paulo e agora Belo Horizonte”, conta ao lembrar que essa expansão é feita com pés no chão. “Procuramos encontrar parceiros em Estados que vamos entrar sabendo que teremos resultados, a nossa área comercial tem sido muito ágil”, diz.

Na União Seguradora, apenas 32 corretores de seguros estão cadastrados junto da área comercial. O diretor comercial João Lock salienta que mesmo com uma equipe enxuta, é possível realizar um trabalho excelente e personalizado. “Conseguimos com esse número de profissionais fazer com que a nossa empresa tenha foco em atendê-los da forma adequada, pois não adianta ter uma carteira imensa de corretores e não ter produtividade”, comenta.

Além disso, Lock lembra que a empresa está sempre aberta para receber novos corretores: “Aquele que não trabalha ainda conosco está perdendo a oportunidade de fazer grandes negócios, por isso digo venha para cá, pois nós fazemos de forma que o seu estipulante receba o que merece”. O atendimento para estes profissionais ocorre de maneira diferenciada. “Sem dúvida nenhuma é bem atendido, com atendimento praticamente personalizado diretamente com a direção”, finaliza o presidente Milton Machado.

Lojacorr defende corretagem empreendedora 1192

Lojacorr defende rede de corretores empreendedores

Convenção Nacional da empresa reúne mais de 1.200 participantes em Curitiba

O CEO da Rede Lojacorr, Diogo Arndt Silva.

A inovação e maneiras de entender o novo consumidor tem sido temas fortemente debatidos no mercado de seguros nos últimos anos. Essa também é uma preocupação constante da Rede Lojacorr, conforme ficou evidenciado na cerimônia de abertura da sua 6ª Convenção Nacional, que ocorre 21 e 22 de março em Curitiba (PR) e reúne 1.200 participantes entre corretores de seguros e parceiros.

Desde a última convenção, que aconteceu em 2017, a Lojacorr cresceu quatro vezes mais, segundo o CEO Diogo Arndt Silva. “É tempo de transformação e a Lojacorr supera diariamente as nossas expectativas”, destacou. “Nosso objetivo no início era alcançar 100 corretores em Curitiba e região e hoje temos mais de 1.100 corretores em 21 Estados e em 51 unidades espalhadas pelo Brasil”, detalhou.

De acordo com ele, a missão dos corretores de seguros de levar proteção ao brasileiro é nobre. “A transformação não está na tecnologia, está nas pessoas, em suas atitudes, e o nosso maior papel como líderes de mercado é encorajar as pessoas a experimentarem, a verem novas formas de consumo”, comentou. Enxergar a figura do corretor de seguros como empreendedor seria fundamental para essa prática. “A maior parte dos projetos e das pessoas não fracassam, elas desistem. E a persistência tem que estar imbuído nos nossos objetivos”, disse.

Em 2017, a empresa que Diogo preside reuniu uma equipe multidisciplinar para realinhar seu planejamento estratégico tendo em vista que se transformou em uma rede de empreendedores. “Quando percebemos que somos novos líderes e empreendedores, pensamos em como criaríamos um ecossistema de soluções para auxiliar cada vez mais a distribuição de seguros através dos corretores”, explicou.

O momento reforça a crença de grandes líderes de mercado de que somente os corretores podem levar efetivamente as melhores proteções aos clientes. “Por intermédio de relações humanas, seremos capazes de levar proteção à parcela da sociedade que ainda não tem acesso, pois muito mais do que vender apólices, queremos proteger as pessoas”, comentou. Valores como transparência seriam fundamentais. “Sabemos que ainda existe um caminho muito grande a percorrer, mas seguimos caminhando, buscando inovar e crentes nos nossos valores, como transparência, que gera colaboração e, com ela, inovação”, afirmou.

A primeira palestra da Convenção ficou a cargo do administrador Max Gehringer.

Para o administrador Max Gehringer, que comandou a primeira palestra da Convenção, a grande profissão até o século XIX era a de agricultor, do século XX empregado e a do século XXI é empreendedor. “O que nós fazemos em nossa carreira é continuar correndo atrás do que vai nos diferenciar e vejo aqui uma plateia de empreendedores”, disse. “O que precisa para ser empreendedor, primeiramente, é não tomar a decisão de ser empreendedor pelo motivo errado, um bom motivo é enxergar uma oportunidade e um futuro”, defendeu.

Neste sentido, empresas como a Lojacorr estão a frente, uma vez que busca inovar sem perder a essência humana. “Não dá para conseguir confiança através da tecnologia, nós olhamos no olho de outra pessoa e conversamos com ela pessoalmente”, alertou. “O empreendedor brasileiro é um teimoso, pois a lei e a burocracia não ajudam, e mesmo assim ele não só insiste, como persiste com as suas ideias”, frisou.

6ª Convenção Nacional Lojacorr – Imagens do primeiro dia