Revista JRS 223: O seguro no universo delas 1220

Edição da publicação destaca a relevância do seguro para o público feminino, além de diversas reportagens com o que foi destaque no último mês no setor de Seguros, Previdência e Capitalização

O seu próprio futuro, da família e dos filhos sempre foram preocupações das mulheres. Agora, elas estão mais atentas aos produtos de seguros e previdência como forma de proteção a possíveis imprevistos.

Você confere este e outros materiais especiais na edição 223 da Revista JRS. Tudo sobre Seguros, Previdência e Capitalização. Excelente leitura!

75% das empresas familiares no Brasil fecham após sucessão por herdeiros 241

Por isso, especialista lança obra que ensina a reverter este quadro

Segundo pesquisa da consultoria PwC, 75% das empresas familiares no Brasil fecham após serem sucedidas pelos herdeiros, um dado preocupante em um universo em que 9 em cada 10 empresas no país são familiares, como mostra o IBGE. Este alto índice de mortalidade do segmento mostra que apenas 7 em cada 100 empresas chegam a terceira geração.

“Ver um número tão alarmante assim sempre me incomodou”, conta Tiago Melo, autor de “Xeque-mate: Descomplicando a Sucessão Empresarial e Proteção Patrimonial por meio do Seguro de Vida” que será lançado na próxima segunda-feira, 22 de abril de 2019, das 19h às 22h, na sede da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje), localizada na Rua Amália de Noronha, n° 151, 6° andar, em Pinheiros.

Com 12 anos de atuação no mercado, Tiago Melo se deparou muitas vezes com situações em que a falta de conhecimento mais aprofundado, a inexistência de diretrizes claras e a não utilização das ferramentas adequadas levava empresas familiares a enfrentar desafios que as colocavam em uma posição de alto risco e a casos de falência que o autor considera que poderiam ser evitados com a estratégia correta. “As pessoas física e jurídica de um empreendedor têm a vida umbilicalmente interligada, assim como o patrimônio dele. Isso demanda estratégias para que possam preservar essa dualidade, sem que o patrimônio construído e a continuidade do negócio sejam afetados por alguma intercorrência não controlada”, explica Melo que condensou sua experiência no mercado securitário e seus cases de consultoria em blindagem patrimonial no livro que apresenta um conceito próprio, o princípio da continuidade de um negócio.

Utilizando exemplos cotidianos, o autor leva o leitor por meio do direito, da contabilidade e da economia para o altruísmo da ferramenta que é o seguro de vida na proteção do legado construído, um recurso empregado pelo homem desde 1300 e que Tiago Melo considera como uma espécie de “última carta de amor” que uma pessoa pode deixar a seus herdeiros. Segundo Tiago, o instrumento é muito utilizado pelas empresas americanas que, diferente das brasileiras, tem sua linha sucessória chegando até a quinta geração.

Além disso, no livro, o especialista utiliza a metáfora do jogo de xadrez para tratar o tema, alusão que dá o nome a publicação. “No xadrez, precisamos de uma peça forte, aquela que dirá o andamento do jogo, aquela que pode ir a todas as direções, atendendo as mais diversas necessidades, nos mais valiosos contextos. No jogo da sucessão empresarial e resguardo patrimonial também tem uma ‘rainha’ que eu conto detalhadamente no livro”, revela.

Aliás, a linguagem metafórica foi a forma que Tiago Melo encontrou para que o conteúdo técnico se tornasse mais palatável e cumprisse o objetivo maior de ser uma fonte de conhecimento e informação relevante para empresários de qualquer segmento que tem a responsabilidade de pensar o planejamento sucessório. “Sei que a falta de capacitação é um dos grandes empecilhos para a preservação do patrimônio. O livro foi escrito numa linguagem próxima, com conteúdo de valor e aplicável que faz o leitor se sentir sentado no sofá batendo um papo com o consultor, tomando café, enquanto tira suas dúvidas.Espero, assim, ajudar a transformar os dados negativos do setor e contribuir com o avanço da jornada das empresas”, conta o autor que completa: “O que realmente quero com a publicação é que os empresários possam se prevenir dos futuros incertos e estarem prontos agora para tomar decisões assertivas que reflitam num futuro próspero para seus negócios”, finaliza.

“Xeque-mate: Descomplicando a Sucessão Empresarial e Proteção Patrimonial por meio do Seguro de Vida” de Tiago Melo é uma obra independente e conta com 128 páginas, dividida em 7 capítulos, disponibilizada neste site e nas redes sociais do autor por R$ 150,00.

Tiago Melo é fundador da TCBM Gestão de Riscos e há 12 anos atua como consultor e assessor no mercado financeiro, dentro e fora do país; e há 9 anos se dedica de forma intensa ao mercado securitário, com vários reconhecimentos nacionais e internacionais. Especialista em sucessão empresarial, proteção patrimonial e financeira e gestão de riscos, utiliza ativos securitários como ferramenta principal de atividade.

O especialista ainda é membro da Million Dollar Round Table (MDRT), com a graduação Court of The Table. A MDRT é a maior e mais conceituada associação internacional dos profissionais do mercado securitário e financeiro, que congrega no Brasil menos de 2% dos melhores especialistas do ramo com essa certificação. É Country Chair Brazil do Membership Communications Committee Brazil, representando todos os membros brasileiros da MDRT. É inclusive, o presidente m! ais novo da associação que já tem 92 anos de trajetória. Faz parte do Board do LP Experience, que tem o intuito de aperfeiçoar, desenvolver e fomentar intelectualmente o mercado securitário e financeiro brasileiro.

Serviço

Lançamento do livro “Xeque-mate”
Autor: Tiago Melo
Data: 22 de abril de 2019, segunda-feira
Horário: Das 19h às 22h
Local: Aberje (Rua Amália de Noronha, n° 151, 6° andar, Pinheiros)
Preço do livro: R$ 150,00
Confirmação de presença no evento: neste link.

Arrecadação do mercado de seguros avança dois dígitos até fevereiro 250

Arrecadação do mercado de seguros avança dois dígitos até fevereiro

Receita atinge R$ 39,4 bilhões e sobe 12,7% no período

A arrecadação do mercado de seguros manteve a trajetória positiva no acumulado do ano até fevereiro. No primeiro bimestre, a alta foi na casa de dois dígitos – de 12,7% (sem DPVAT e sem saúde suplementar) – sobre o mesmo período do ano passado, alcançando a cifra de R$ 39,4 bilhões (ou R$ 40,1 bilhões com DPVAT), informa a nova edição da publicação Conjuntura CNseg. “O comportamento positivo de todos os ramos contribuiu para fevereiro apresentar uma taxa de crescimento bastante promissora, na comparação com o acumulado no mesmo período do ano passado”, destacou Marcio Coriolano, presidente da CNseg, a Confederação das Seguradoras.

Vale lembrar que o desempenho positivo do setor segurador é importante no plano macroeconômico, não só pela sua participação de mercado – de 6,5% do PIB-, mas também pela sua condição de grande investidor institucional – as seguradoras mantêm mais de R$1,2 trilhão em ativos, ou seja, 25% da dívida pública.

O resultado deveu-se ao crescimento de todos os ramos de seguros no período. Destaque para os Planos de Acumulação VGBL, que subiram 17,8% nos dois meses primeiros meses do ano. Outras contribuições importantes, no acumulado do ano, partiram dos seguros Patrimoniais (19,5%), do Seguro Rural (13,1%), dos seguros de Crédito e Garantias (10%) e dos títulos de Capitalização (9,6%). Já os seguros de Automóveis tiveram discreto aumento de arrecadação, de 1,3% no bimestre.

Na série de dados anualizada (março/18 a fev/19 – sem Saúde Suplementar), o crescimento é mais discreto- 2%-, indicando, porém, uma recuperação paulatina, já que houve uma sequência de quatro períodos anualizados de taxas negativas (considerando-se as séries de 12 meses móveis de setembro, outubro, novembro e dezembro de 2018).

‘Vida é o ramo que mais irá crescer pelos próximos 20 anos’, traça Nilton Molina 1099

'Vida é o ramo que mais irá crescer pelos próximos 20 anos', traça Nilton Molina

Presidente do Instituto de Longevidade Mongeral Aegon também destacou importância de uma reforma estrutural no sistema previdenciário brasileiro

Nilton Molina é um dos grandes nomes do Seguro de Vida e Previdência no Brasil / Foto: Antranik Photos
Nilton Molina é um dos grandes nomes do Seguro de Vida e Previdência no Brasil / Foto: Antranik Photos

Nilton Molina, um dos maiores especialistas em seguros de Vida e Previdência no Brasil, participou de almoço promovido pelo Clube Vida em Grupo de São Paulo (CVG-SP), na última quinta-feira (11), na capital paulista. Tudo aconteceu no Terraço Itália, onde os participantes desfrutaram de uma das mais belas vistas da cidade de São Paulo.

Durante o encontro, Molina fundamentou a estruturação dos setores público e privado de previdência Outro ponto de destaque pelo especialista é a transformação da estimativa de vida do brasileiro, além de questões sobre longevidade. Outra abordagem de Nilton Molina foi sobre a tipificação de riscos ao longo da vida. O especialista elenca a vasta população brasileira como um grande ativo para o País. “O PIB per capta mensal do brasileiro é R$ 2.809 (a divisão da população pelo PIB), isso mede a riqueza das pessoas. O salário médio do brasileiro, tem a ver na veia, com a previdência, é a fortuna de R$ 2.270. Olhando para baixo da pirâmide social, quando se fala em previdência, falamos desse valor médio. A média mensal de empregados qualificados é R$ 4.750 reais, já na indústria, o valor médio é de R$ 2.600, entre os pouco qualificados o valor é de R$ 1.440. Isso justifica a necessidade da reforma, não faz sentido que brasileiros tenham R$ 30 ou R$ 50 mil reais de aposentadoria do Estado. Essa disparidade entre salários maiores e menores é Robin Hood ao contrário”, justifica.

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Nilton Molina ainda lembrou que o Brasil já atravessou diversas reformas previdenciárias ao longo dos últimos governos. “Outro ponto importante é a relação do percentual do PIB gasto com o pagamento dos 35 milhões de beneficiários, que recebem uma média de R$ 1.371,43. A receita do Regime Geral de Previdência Social é de R$ 390 bilhões, com despesas de R$ 576 bilhões, o que gera um déficit de R$ 186 milhões. Isso representa um custo de 8,21% sobre o PIB. Já os Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS) custaram 1,75% ao PIB (engloba 1.053.972 beneficiários, com média de R$ 9.725,00 mensais). São os aposentados, pensionistas e funcionários da esfera federal, com uma receita de R$ 37 bilhões, despesa de R$ 123 bilhões e um déficit de R$ 86 milhões. O dramático não é nem a média. São as discrepâncias geradas pela política”, classifica.

“A desinformação chegou ao ponto que os aposentados são contra a reforma que irá garantir o pagamento dos benefícios. É preciso demonstrar a necessidade de fazê-la”, apresenta Nilton Molina.

Os gastos de quase 12% do PIB com previdência são um dos mais altos entre os países considerados jovens. “A atual reforma proposta pelo governo prevê aumento das idades de aposentadoria: 65 anos para homens e 62 anos para mulheres. Outra base de sustentação do projeto é o aumento para 20 anos de contribuição para alcançar diretos, além da volta do fator previdenciário para cálculo dos benefícios. As medidas visam uma diminuição do déficit em curto prazo, para futura estabilização. Em 10 anos, o projeto estabiliza o custo dos sistemas em 10% sobre PIB. Esse valor é muito alto para um país ainda considerado jovem”, analisa.

Molina ainda lembra que existem dois tipos de reforma. A paramétrica, que está no Congresso Nacional, e a estruturante, que cria um novo sistema – o que seria ideal, na visão do especialista. “A atual proposta mantém privilégios entre trabalhadores privados e públicos e também não tem uma visão clara das questões sociais dos mais pobres”, reitera. “Uma reforma estruturante cria um novo sistema para os novos trabalhadores”, disse Molina ao apresentar um modelo alternativo, desenvolvido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) e baseada em quatro pilares: “renda básica, regime de repartição entre empregado e empregador, capitalização (opcional) com aproveitamento de parte do FGTS e ainda na previdência complementar”, classificou.

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“Existe um artigo na atual PEC que enseja a discussão a cerca do regime de capitalização, mas isso em momento futuro”, conta o especialista que também faz parte da diretoria da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg). Na visão de Nilton Molina teria sido melhor começar pela reforma que impacta os jovens, os novos trabalhadores, ou seja, a reforma estruturante. “O caixa do Estado Brasileiro não permitiu que assim fosse”, lamenta.

“Um programa como o proposto pela FIPE visa diminuir o custo sobre folha dos 32% atuais para 10%, criando condições do aumento dos empregos formais. Outro ponto é que esse projeto quer tratar todos os brasileiros de forma igual perante os sistemas previdenciários mantidos pelo Estado, sem privilégios. Com isso, o custo do sistema em regime será de mais ou menos 4% sobre o PIB, em comparação aos atuais 12%”, projeta Nilton Molina. Na visão do segurador, a discussão sobre a reforma promove a cultura previdenciária e evidencia a inviabilidade da manutenção de privilégios financiados pela sociedade, além de provocar o aumento da poupança individual. “Outro ponto relevante é que ela diminui os custos das empresas sobre folha e, principalmente, estimula os brasileiros com renda superior à média (R$ 2.270,00) a entenderem que dependerão das próprias poupanças para a manutenção da segurança previdenciária de si mesmo e de suas famílias”, prossegue.

Um bom exemplo, citado pelo especialista, trata-se do regime complementar de previdência do Estado de São Paulo, a SP-PrevCom, que conta com gestão da Mongeral Aegon. “O Brasil errou tanto em Previdência que a aplicação de ambas as reformas demoraria 50 anos para que se atinja esse valor de 4% do PIB (tal qual é em países como Chile e Coreia do Sul, por exemplo)”, evidenciou.

Nilton Molina recebeu homenagem de Silas Kasahaya, presidente do CVG-SP / Foto: Antranik Photos
Nilton Molina recebeu homenagem de Silas Kasahaya, presidente do CVG-SP / Foto: Antranik Photos

Molina abordou mais os impactos e efeitos externos que estão centrados sob a reforma da previdência. “Isso também diz respeito ao Seguro de Vida. Se tem algo que vai crescer no Brasil é esse segmento”, contou a reportagem de JRS.

Na visão de Nilton Molina a não realização da reforma da Previdência significa a volta da inflação. “Isso significaria um desastre absoluto para estados e municípios. O Seguro de Vida só cresce se a renda cresce, a renda só cresce se a economia cresce, para a economia crescer é preciso fazer o ajuste fiscal e atrair novamente a confiança dos investidores”, enfatizou ao público seleto, que reuniu líderes de entidades do mercado segurador de todo o Brasil, bem como das entidades de classe do Estado de São Paulo.

Confira outras imagens – Palestra do CVG/SP:

Proseg está com nova sede em Porto Alegre e contrata executivo 414

Raul Lopardo agora integra equipe da empresa

A Proseg Administradora e Corretora de Seguros, com mais de 30 anos de especialidade no mercado de seguros brasileiro, com soluções de agilidade em propor tranquilidade aos seus clientes, através de seus produtos pessoais e patrimoniais, segue inovando em soluções. A empresa com sede em Brasília, filiais em São Paulo e Salvador, agrega novidades para a filial Porto Alegre.

O novo endereço da Proseg conta com amplo espaço para atendimento de clientes segurados e parceiros, e fica situado na Rua Felicíssimo de Azevedo, 744 – Bairro Higienópolis. Além disso, o executivo com mais de 25 anos de experiência em seguridade nacional, Raul Lopardo, soma-se à equipe da empresa para desenvolvimento de projetos inovadores.

Fidelização exige conhecer de perto todas as necessidades do cliente 304

Fidelização exige conhecer de perto todas as necessidades do cliente

Confira artigo de Robson Tricarico, diretor comercial da Suhai Seguradora

Para as empresas de todos os setores, seria cômodo se os clientes retornassem as compras ou renovassem os seus contratos ao longo dos anos sem esforços de fidelização. Contudo, dada a concorrência na grande maioria dos mercados, além da alta qualidade do produto ou serviço oferecido e de conhecer muito bem as necessidades do cliente, uma das chaves para o sucesso é inovação. Mas esse fator é algo muito mais complexo do que simplesmente disponibilizar ferramentas tecnológicas na operação ou no processo.

No mercado de seguros, por exemplo, oferecer múltiplos canais para facilitar a comunicação entre o cliente e a seguradora, apesar de não ser mais novidade, nunca foi tão importante. Saber quem é o cliente, como ele quer se comunicar e em qual momento ajuda a estreitar os laços e fortalecer a parceria, contribuindo para que ele enxergue (e se interesse) pela geração de valor que está disponível nas apólices. Ao oferecer vantagens e mostrar os diferenciais competitivos do que está em oferta para o cliente, é importante ter a certeza que ele receba a mensagem e enxergue esse valor para que, portanto, a relação seja fortalecida e tenha muito mais perspectiva de longo prazo.

Nesse contexto, a figura do corretor não pode ser esquecida. Trata-se de um pilar extremamente importante na mediação entre a seguradora e o cliente, sendo eles quem passam as explicações a respeito dos diferencias que são oferecidos e das inovações.

Com a cadeia completa e com todos os elos operando com foco no cliente, o setor ganha com a democratização do seguro, com respeito às escolhas dos clientes. No caso do seguro automotivo, por exemplo, ganham aquelas que reforçam a sua reputação de respeito ao cliente não apenas no momento da venda do seguro, mas na relação diária com o segurado, com foco em expertise de atuação em todos os tipos de veículos, sobretudo naqueles que têm maior risco de exposição a roubos e furtos, ou motos.