Icatu Seguros patrocina cobertura especial do JRS no 8º Encontro do Resseguro 1516

Icatu Seguros patrocina cobertura especial do JRS no 8º Encontro do Resseguro

Momento reúne maiores especialistas do setor em nível internacional, no Rio de Janeiro

Os maiores especialistas em resseguros do Brasil e do mundo participam da 8ª edição do Encontro do Resseguro, nos próximos dias 8 e 9 de abril, no Rio de Janeiro (RJ). A Icatu Seguros é a patrocinadora oficial da cobertura especial que o JRS irá realizar durante os dias do evento.

A maior seguradora independente do Brasil em Vida, Previdência e Capitalização, com mais de 5 milhões de clientes em todo País, entende a importância de trazer informação qualificada para um público qualificado e selecionado como o dos canais multimídia do Grupo JRS. As notícias chegam ao vivo, através de transmissões nas redes sociais e publicações especiais no portal JRS.digital. Tudo também terá repercussão nos programas de TV e na revista impressa que a empresa de comunicação edita mensalmente.

Um ambiente cada vez mais complexo e em constante evolução exige do mercado segurador uma nova forma de atuação. “Avaliar com maior precisão o cenário de incertezas, ajustar produtos, coberturas e preços, além de estabelecer controles e políticas adequadas de subscrição de riscos, são medidas imprescindíveis dentro de um planejamento empresarial sustentável. Dessa forma, o resseguro permite o desenvolvimento de soluções inovadoras para as seguradoras e seus clientes, com custo de capital controlado, contribuindo para a solidez financeira de todo o sistema”, disse a organização do 8º Encontro do Resseguro do Rio de Janeiro em divulgação do evento.

A programação começa com uma análise do cenário econômico brasileiro, com exposição de Caio Megale, Secretário de Desenvolvimento da Indústria, Comércio, Serviços e Inovação. Renato de Castro, Smart City Expert da SmartUp Consulting Firm, palestra com o debatedor Marcos Marconi, CEO da VM9, sobre as oportunidades que as cidades inteligentes podem proporcionar ao mercado segurador. A coordenação das atividades neste painel fica por conta de Ivani Benazzi de Andrade, Gerente sênior de Relações Institucionais e Sustentabilidade da Bradesco Seguros.

Já no primeiro painel técnico do evento trata sobre a proposta de cobertura para eventos catastrófico. O palestrante será Rubem Hofliger, Head Latam Public Sector Solutions da Swiss Re. Entre os debatedores estão Chris Cardona, Sócio da HFW, Frederico Ferreira, CEO da Austral, Pedro Farme, Vice-presidente de Contratos da JLT Re Brasil e Stèphan Godier, Chief Distribution & Parametric Leader para Latam da AXA XL Insurance. A coordenadora de mesa fica por conta de Thisiani Martins, Diretora técnica da AXA XL.

O segundo painel aborda a diversidade em ação. Ana Carolina Mello, Conselheira da Associação das Mulheres do Mercado de Seguro (AMMS) e Maria Helena Monteiro, Diretora de Ensino Técnico da Escola Nacional de Seguros, palestram neste momento. Os debates ficam por conta de Flavia Bianco, Professora da Escola Nacional de Seguros e palestrante, Judith Newsam, CEO da Guy Carpenter no Brasil, Juliana Pelegrín, Casualty Senior Underwriter da Swiss Re, Maria Luiza Cabral, Client Support Services da Guy Carpenter, Solange Beatriz Palheiro Mendes, Diretora de Relações de Consumo e Comunicação da CNseg e Solange Guimarães, Superintendente de Comunicação Institucional da SulAmérica Seguros. Margo Black, Presidente da Associação das Mulheres do Mercado de Seguro (AMMS), comanda a mesa.

Os princípios da lei contratual de resseguro serão apresentados por Helmut Heiss, Professor do Instituto de Direito de Zurich. Diogo Salvado, Superintendente executivo de Resseguro da MAPFRE, fica a cargo do debate sobre o tema. Já a coordenação dos trabalhos nesta exposição fica sob responsabilidade de Sergio Mello, Sócio fundador do Pellon & Associados Advocacia.

Antony Elliott, Chairman da B3i (Blockchain Insurance Industry Initiative), apresenta o painel sobre aplicações de blockchain e seguros e resseguros. Os debates sobre o tema contam com a participação de Adilson Lavrador, Diretor Executivo de Operações, Tecnologia e Sinistros da Tokio Marine Seguradora, Keiji Sakai, Country Head Brazil da R3 e Marcelo Hirata, Diretor de Tecnologia e Inovação do IRB Brasil RE. Já a coordenação da mesa fica a cargo de Paulo Botti, Membro do Conselho de Administração da Terra Brasis Resseguros.

O Seguro RC Ambiental também será tratado durante o 8º Encontro do Resseguro do Rio de Janeiro. O painel técnico conta com exposição de Marco Ferreira, Diretor técnico da Sustenseg. Entre os debatedores do assunto participam Fabio Barreto, LatAm Regional Manager da Chubb, Nathália Gallinari, Gerente de Responsabilidade Civil Geral e Ambiental da AIG Seguros Brasil e Pery Saraiva Neto, Sócio diretor do Pery Saraiva Neto Advogados. A coordenação de mesa fica por conta de Marcio Guerrero, Superintendente da HDI Global.

As mudanças e investimentos na matriz energética brasileira abrem a programação do segundo dia do evento. Roberto D’Araujo, Diretor do ILUMINA – Instituto de Desenvolvimento Estratégico do Setor Energético, será o palestrante. Angelo Colombo, CEO South America da Allianz Global Corporate & Specialty e Tiago de Barros Correia, Sócio Diretor da RegE Barros Correia Advisers, debatem o tema.

Como o resseguro pode ajudar a resolver a lacuna da proteção? A pergunta será respondia pelo palestrante Moses Ojeisekhoba, CEO Global da Swiss Re Resseguros. Luiz Roberto Cunha, Professor de Economia e decano do Centro de Ciências Sociais da PUC-Rio e Rodrigo Botti, CEO da Terra Brasis Resseguros, compõe a banca de debatedores. A coordenação da mesa fica sob responsabilidade de Antonio Trindade, CEO da Chubb.

Temas relevantes em sinistros serão apresentados por Rodrigo Bertuccelli, VP Claims Large and Complex da Chubb Seguros. Cassio Gama Amaral, Sócio do Mattos Filho Advogados, debate o tema com coordenação de mesa de André Tavares, Sócio do Tavares Advogados. Já as perspectivas regulatórias contarão com debate de Joâo Marcelo Máximo Ricardo dos Santos, Sócio fundador do Santos Bevilaqua Advogados. A coordenação da mesa fica sob responsabilidade de Alexandre Leal, Diretor Técnico e de Estudos da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg).

Alfredo Chaia, Diretor geral da Internacional Risk Veritas, aborda os desafios atuais do seguro de transporte. A coordenação de mesa fica sob responsabilidade de Paulo Robson Alves, Head of Marine da AXA XL. No mesmo horário, os resultados recentes e as perspectivas no rating do mercado brasileiro e internacional contam com exposição de Guilherme Simões, Analista Sênior da A.M. Best. Neste caso, a coordenação de mesa fica a cargo de Peter Rebrin, Head of Personal Lines & Bancassurance da Zurich Minas Brasil.

Cyber Risk e a Lei Geral de Proteção de Dados serão apresentados pelos painelistas Daniel Haddad, CEO da CECyber e Marcia Cicarelli, Sócia da área de Seguros e Resseguros do Demarest. Flavio Sá, Gerente de Linhas Financeiras da AIG e Gustavo Galrão, Head of Distribution – Commercial and Consumer Lines da Argo Seguros, debatem o tema com mediação deGlauce Carvalhal, Superintendente Jurídica da CNseg.

Integração total, além de momentos para o networking e formação de negócios marcam este grande encontro. Você confere absolutamente tudo graças a parceria da Icatu Seguros com o JRS. Os jornalistas Jota Carvalho, presidente, e William Anthony, Correspondente SP do JRS, trazem as notícias direto da cidade maravilhosa.

Berkley Seguros Brasil promove Treinamento de Riscos de Engenharia para os corretores 681

Berkley Seguros Brasil promove Treinamento de Riscos de Engenharia para os corretores

Treinamento ocorreu inclusive de forma online para atender as filiais da seguradora

A Berkley Seguros organizou neste mês um treinamento presencial com aproximadamente 40 corretores na matriz da seguradora, em São Paulo, com o objetivo de fortalecer seu relacionamento, capacitar os corretores e desenvolver oportunidades. O tema do treinamento foi Seguro de Riscos de Engenharia, liderado pelo engenheiro David Oliveira, responsável pela área.

Neste encontro, o conteúdo promovido ajudou os participantes a se aprofundarem no conhecimento de riscos de engenharia e entenderem como a seguradora pode ajudar na proteção contra imprevistos na construção civil e nos projetos de engenharia, além de apresentar exemplos de sinistros, assunto sempre muito delicado, mas que gera bastante aceitação dos corretores.

Divulgação
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Como diferencial da Berkley, posso ressaltar as rápidas respostas nas cotações (grupo I em até 24 horas), agilidade nas emissões das apólices (digital) e certificado, agilidade nas inspeções e emissão de uma única apólice contemplando o ramo de Engenharia e RCG – Modalidade Obras, informa Alexandro Sanxes, diretor técnico da Berkley. “Ao proporcionar mais conhecimento e recursos, os corretores serão mais especialistas para agregar valor às decisões de seus clientes”, completa Sanxes.

Alexandro Sanxes é diretor técnico da Berkley Brasil Seguros
Alexandro Sanxes é diretor técnico da Berkley Brasil Seguros / Divulgação

Para Caio Timbó, da LTSEG Corretora de Seguros, “Como gestor da corretora acho fundamental a participação da equipe em treinamentos desta natureza, seja para reciclar conhecimento, seja para adquirir novos. O corretor do futuro tem de estar atento a oportunidades de negócio que nem sempre se configuram de forma direta, e a capacitação do time é fundamental para que isso ocorra. Recebi feedbacks muito positivos da minha equipe que participou neste treinamento da Berkley, tanto de conteúdo quanto de profundidade de assuntos abordados. Esta é, além de uma excelente ferramenta de capacitação, uma ótima forma de estreitar relações entre empresas já que os técnicos de ambas as empresas passam a se conhecer pessoalmente e os negócios tornam-se mais fluidos”.

Estando sempre atenta as necessidades das filiais e dos corretores, foi promovido inclusive o mesmo treinamento de forma online para os corretores de outras regiões, objetivando o atingimento e engajamento de um público maior em todo o país.

Temporais destroem empresas no Brasil 728

Temporais destroem empresas no Brasil

Situação comum em dias de chuvas pode ser amenizada com seguro empresarial

O país acumula grandes histórias de desastres naturais. Todos os anos vendavais, alagamentos e temporais, destroem patrimônios públicos, casas e empresas. Diversas pessoas sofrem algum tipo de prejuízo, entre elas, empresários que muitas vezes passaram a vida construindo seu negócio (no qual é responsável ainda pelo sustento de diversas outras famílias), tem todo o seu patrimônio aplicado nele, e acaba perdendo tudo ou se afundando em dívidas para fazer os reparos necessários.

No mercado, porém, existe o seguro empresarial, o qual, cobre essas situações e ameniza os danos e/ou prejuízos causados. Vanessa Alves, diretora comercial da San Martin Corretora de Seguros (franquia especializada no mercado de seguros), conta que existe cobertura também para vendaval, furacão, ciclone, tornado, granizo e muitas outras nesse sentido.

Ela explica que o seguro empresarial atende exatamente a necessidade do cliente. Por isso, no momento da contratação são analisados os principais riscos que o negócio pode correr. E no caso de desastres naturais, a demanda mais comum é na região sul do país, principalmente Santa Catarina, onde mais de 90% das apólices incluem cobertura contra vendaval.

“Essa região sofre muito com chuvas fortes e vendavais, por isso, é muito grande a probabilidade de um local ser afetado por essas causas, como já aconteceu no passado. Então essa cobertura é fundamental”, relata.

Cobertura abrangente

Outra situação constante por aqui são os casos de incêndios e quedas de raios. Situações que o seguro empresarial também cobre. Aliás, essas são apenas algumas. Também entram no serviço: roubo e furto qualificado, responsabilidade civil, danos elétricos, quebra de vidros, espelhos, mármores, equipamentos e despesas fixas.

Vanessa reforça que o seguro empresarial oferece soluções para estabelecimentos comerciais e/ou industriais com coberturas totalmente adequadas aos seus ramos de atuação.  “Esse seguro oferece relativa tranquilidade quanto a eventuais prejuízos que podem atingir o patrimônio de sua empresa, sejam bens materiais (equipamentos, móveis, etc) e estrutura física abrangendo em alguns casos inclusive documentos ou valores em espécie”, explica.

A diretora acrescenta que neste caso, o empresário tem a possibilidade de resguardar o patrimônio de sua empresa de forma mais ampla, unindo várias coberturas em uma única apólice. Mas, para que a escolha seja a melhor possível, é imprescindível que ele tenha informações qualificadas.

Escolha das coberturas

As coberturas do seguro se dividem em: básica e opcionais. A contratação da cobertura básica é obrigatória, acompanhada de, pelo menos, uma ou mais  coberturas opcionais – de acordo com as ofertas da seguradora. “Outras proteções contra riscos podem ou não ser contratadas, conforme o interesse do segurado. Na lista de opcionais, ele deve avaliar o grau de importância de cada uma delas para o empreendimento dele”, orienta a profissional.

Ela esclarece ainda que na hora de escolher o seguro multirrisco patrimonial, é preciso cuidado para não contratar coberturas opcionais desnecessárias. “Ou, ainda, que não levem em consideração as particularidades do negócio”, sublinha.

Em relação aos seguros convencionais, a modalidade apresenta várias vantagens. Vanessa pontua e finaliza:

  • Redução das taxas em relação aos chamados seguros convencionais;
  • Conjugação de várias coberturas em uma só apólice, com cláusulas menos restritivas e de mais fácil compreensão pelos segurados; e
  • Estruturação modular com uma ampla gama de coberturas e garantias acessórias, permitindo ao segurado a escolha, entre elas, das mais adequadas às suas necessidades, o que resulta na montagem de um seguro “personalizado”.

IESS indica que cadeia de saúde está empregando mais, apesar da redução de beneficiários 556

IESS indica que cadeia de saúde está empregando mais, apesar da redução de beneficiários

Levantamento revela comportamento de contratações do setor privado e público em julho de 2019

Quase 5 milhões de brasileiros são empregados pela cadeia da saúde no Brasil. O montante equivale a 11,3% da força de trabalho no País. De acordo com o Relatório de Emprego da Cadeia Produtiva da Saúde, feito pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), 73,3% deste total ou cerca de 3,6 milhões são trabalhadores com carteira assinada no setor privado.

Apenas em julho de 2019, a saúde suplementar registrou 93,5 mil contratações e 88,1 mil demissões, totalizando um saldo positivo de 5,4 mil postos de emprego formal. O que corresponde a 12,2% do saldo geral de 43,8 mil novos postos de trabalho criados pela economia nacional como um todo. “É evidente que a cadeia de saúde é uma das forças motrizes na economia nacional. O setor já responde por 11,3% da força de trabalho no País e o saldo de empregos na saúde privada tem respondido por mais do que esse porcentual no total de novos postos de trabalho gerados no mês. O que indica que a participação do setor tende a crescer ao longo do tempo”, comenta José Cechin, superintendente executivo do IESS.

O executivo destaca que o setor continua contratando apesar de haver retração no total de beneficiários de planos de saúde médico-hospitalar. “Entre julho deste ano e o mesmo mês do ano passado, 133 mil beneficiários deixaram seus planos. Uma retração de 0,3%. Ainda assim, o setor contratou mais 120 mil pessoas no período”, compara Cechin. “Os dados indicam que o setor acredita em um processo de recuperação de beneficiários e está se preparando para tanto”, avalia.

Está é a primeira edição em que o Relatório de Emprego da Cadeia Produtiva da Saúde traz o total de empregados também pelo setor público e mais dados sobre o segmento devem estar disponíveis na próxima edição da publicação, que irá permitir, pela primeira vez, uma análise temporal do nível de empregos nesta cadeia como um todo (setor público e privado). “Estamos trabalhando para aprimorar a qualidade das informações que disponibilizamos ao mercado e fornecer ainda mais subsídios para as tomadas de decisões”, comenta Cechin.

Consórcio Imobiliário: opção de investimento rentável e seguro 784

Consórcio Imobiliário: opção de investimento rentável e seguro

Modalidade não exige valor de entrada e a carta de crédito acompanha o reajuste das parcelas

Segundo o levantamento realizado pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), a compra ou a quitação do imóvel próprio é o principal objetivo do retorno das aplicações financeiras do investidor brasileiro. Dos 42% que têm alguma aplicação, 31% pretende comprar ou quitar parcelas de imóvel ou terreno. “Para quem tem planos de investir na aquisição da casa própria, apartamento ou terreno, o Sistema de Consórcio é uma boa opção. Não tem juros e a taxa administrativa é embutida nas parcelas do financiamento”, explica o diretor da Porto Seguro Consórcio, William Rachid.

Além destas vantagens, o Consórcio de Imóveis não exige valor de entrada e a carta de crédito acompanha o reajuste das parcelas (INCC – Índice Nacional de Custo da Construção), o que mantém o poder de compra. “Essas condições despertam o interesse de pessoas que procuram investimento flexível e atraente”, observa Rachid.

O mercado está em um momento propício para o investir no Sistema de Consórcio, o juro alto do crédito e a seletividade dos bancos na concessão de financiamento dificultam a aquisição. Neste cenário, consórcio é uma opção que viabiliza a compra de forma planejada. Vale ressaltar que investir em imóvel significa uma decisão com solidez, essa modalidade permite uma rentabilidade mensal, por meio do aluguel e com o passar do tempo, o imóvel valoriza mais e tem pouco risco de perda.

No Porto Seguro Consórcio, o cliente é assessorado em todas as fases, desde consultoria na hora da venda até a solução de pendências e o momento de contemplação. “Nossa preocupação é oferecer mais conforto e segurança na hora da contratação, esclarecendo todas as dúvidas e apresentando todas as possibilidades que contempla o investimento”, explica Rachid.

No Porto Seguro Consórcio de Imóveis, o cliente paga a taxa de administração, o fundo de reserva e o seguro de vida, que são diluídos ao longo do período do grupo. Além dos sorteios mensais, o indivíduo pode ofertar lances, o que aumentam as chances de contemplação. Nessa modalidade, o consumidor pode utilizar o FGTS para o lance, complementar o crédito ou ainda amortizar o saldo devedor.

As cotas disponíveis variam de R$ 55 a R$ 500 mil e as parcelas podem ser contratadas a partir de R$ 349,00 e em até 200 meses para pagamento. Mais informações sobre os planos do Porto Seguro Consórcio estão disponíveis neste site.

Seguro para reservatório demanda gerenciamento de risco diferenciado 1088

Seguro para reservatório demanda gerenciamento de risco diferenciado

Proteção para o segmento é construída de forma personalizada, considerando diversos fatores com o objetivo de mitigar os impactos de um sinistro

A atividade industrial demanda um gerenciamento de processos que garantam que a planta fabril não seja paralisada por fatores externos, como a falta de matéria-prima. E o uso de reservatórios próprios é uma das principais soluções utilizadas por empresas para resguardar o seu abastecimento ou realizar o armazenamento de produtos.

Os tanques, como também são conhecidos, podem ter dimensões variadas, de acordo com as necessidades produtivas da companhia, e serem instalados sobre o solo, em uma estrutura elevada, ou no subterrâneo.

O diretor responsável pela área de Grandes Riscos da MAPFRE Brasil, Jonson Marques de Sousa, explica que, dentro do gerenciamento de risco que as seguradoras fazem para as indústrias, os reservatórios são um dos itens que recebem especial atenção em virtude da importância estratégia que possuem para as empresas e da potencial possibilidade de incidentes que oferecem.

“Os reservatórios das indústrias podem ser utilizados para o armazenamento de uma infinidade de insumos, incluindo gases e líquidos inflamáveis. Por este motivo, a análise dos riscos é realizada de forma personalizada, levando em consideração o tipo da construção, volume do insumo guardado, capacidade, conservação, etc.”, explica.

Na MAPFRE, destaca o diretor, a construção da apólice é realizada considerando informações dos corretores, a experiência técnica de subscritores especializados e os dados dos relatórios de inspeção de nossos engenheiros que vão até a empresa fazer uma análise detalhada de todos os riscos. Nestas visitas, que funcionam como uma consultoria, são apontados, inclusive, procedimentos que podem ser adotados para mitigar o risco de um incidente.

As coberturas da apólice são estruturadas de acordo com a necessidade da empresa e podem ter o valor da indenização preestabelecido ou no sistema ‘all risks’, que é mais abrangente.

Marques pondera que o sinistro em um reservatório, geralmente, envolve valores elevados para reparação e paralisação da produção, razão pela qual o seguro cumpre um papel muito importante que é o de garantir, por meio de indenização, que a operação seja restaurada o mais rápido possível, minimizando as perdas.

Líder na comercialização de produtos de Grandes Riscos no país hoje, a preocupação com a questão ambiental é mais um dos diferencias do gerenciamento de risco realizado pela MAPFRE. “Quando falamos em produtos químicos, a questão da contaminação do solo sempre está no radar, por isso em nossas análises trazemos recomendações sobre procedimentos que evite ou mitigue danos ao meio ambiente caso ocorra um incidente”.