Matriz energética brasileira, cyber risk e desafios do seguro de transporte marcaram último dia do 8º Encontro do Resseguro 827

Mais de 700 executivos nacionais e internacionais marcaram presença em momentos produtivos para o mercado

O crescimento da participação das energias renováveis na matriz energética brasileira exige que seguradoras e resseguradoras se preparem para ofertar produtos adequados a esse mercado promissor. Atento a essa frente de atuação, o setor precisa que sejam superados entraves legislativos, regulatórios e, sobretudo, ambientais. A análise foi feita nesta terça-feira (09/04) pelo diretor do Instituto de Desenvolvimento Estratégico do Setor Energético (Ilumina), Roberto D’Araújo, durante a plenária “Matriz energética brasileira – mudanças e investimentos”, que abriu o último dia do 8º Encontro de Resseguro do Rio de Janeiro. Coordenada por Leonardo Semenovitch, ex-diretor presidente da Travelers Seguros, a plenária teve como debatedores o CEO South America da Allianz Global Corporate & Specialty, Angelo Colombo, e o sócio-diretor da RegE Barros Correia Advisers, Tiago de Barros Correia.

Painel debateu mudanças e investimentos na matriz energética brasileira / William Anthony
Painel debateu mudanças e investimentos na matriz energética brasileira / William Anthony

Tiago Correia enfatizou que o setor energético trabalha com alto risco, muitas vezes não precificado. Nas energias alternativas o risco é a oscilação da capacidade de produção, que varia de acordo com a disponibilidade de ventos e luz solar. Segundo Correia, as mudanças climáticas acrescentam um risco considerável a esse setor. Araújo disse que o Brasil tem uma base renovável expressiva e mundialmente respeitável, mas ainda promove uma das maiores emissões de gases no planeta. “As secas são mais secas; a chuvarada cada vez mais forte. As consequências são abruptas e irreversíveis. Vamos precisar reduzir bastante as emissões de gás carbônico para começar a pensar em desenvolvimento sustentável”.

Coordenada pelo CEO da Chubb e presidente da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), Antonio Trindade, o segundo tema do dia foi “Como o resseguro pode ajudar a resolver a lacuna de proteção”, com palestra do CEO Reinsurance da Swiss Re, Moses Ojeisekhoba, tendo como debatedores o CEO da Terra Brasis, Rodrigo Botti, e o professor de economia e decano do centro de Ciências Sociais da PUC-Rio, Luiz Roberto Cunha.

Moses Ojeisekhoba é CEO Reinsurance da Swiss Re / William Anthony
Moses Ojeisekhoba é CEO Reinsurance da Swiss Re / William Anthony

Moses trouxe as principais tendências globais e os riscos envolvidos, como as tendências geopolíticas, a exemplo do nacionalismo e do protecionismo, o rápido envelhecimento da população em todo o mundo, a Inteligência Artificial, suas ramificações e as questões éticas envolvidas, entre outras.

O executivo também abordou a dimensão da lacuna de proteção – a diferença entre as perdas econômicas totais e as perdas seguradas. Segundo ele, em 2018, apenas um quarto dos US$ 337 bilhões de perdas econômicas estava assegurado. “A lacuna de proteção existe em todo o mundo. Portanto, temos que encontrar maneiras de reduzir essa brecha. Temos muitas oportunidades e desafios em muitas áreas, chegando a um potencial de US$ 800 bilhões de prêmio, dos quais US$ 100 bilhões estão na América Latina”, destacou ele, chamando atenção para o potencial do Brasil: “A agricultura é muito importante e tem um potencial de US$ 200 bilhões, mas menos de 10% das áreas aráveis e cultiváveis são seguradas”.

Contextualizando sua apresentação com a situação caótica que o Rio de Janeiro enfrenta desde a segunda-feira (08/04), Cunha fez uma análise crítica do cenário brasileiro, comparando a relação entre os gastos públicos e os investimentos do Brasil em relação a seus pares, como Rússia, China e México. “O Brasil é o que mais gasta e o que menos entrega”.

O professor de economia e decano do centro de Ciências Sociais da PUC-Rio, Luiz Roberto Cunha / William Anthony
O professor de economia e decano do centro de Ciências Sociais da PUC-Rio, Luiz Roberto Cunha / William Anthony

Depois de uma análise comparativa das áreas que têm maior presença no setor de resseguros no Brasil e nos Estados Unidos, Botti elencou setores onde há grandes oportunidades para o setor de resseguros no Brasil: seguro agrícola, RC ambiental, seguro de vida, resseguros para saúde e fundos de pensão e microsseguros. “Olha que lista incrível. Olha quanta coisa nós temos para fazer. Uma lista dessas você não vê em outros setores da economia. Estar envolvido no setor de seguro e resseguro no Brasil de hoje é estar envolvido com a parte mais interessante de finanças do mundo”, afirmou, finalizando a apresentação com o tema Insurance-Linked Securities (ILS) – grupo que inclui os chamados cat bonds e que permitem que subscritores transfiram riscos tomados de seus clientes aos mercados de capitais em troca de um retorno sobre o investimento feito. De acordo com Botti, um grupo de trabalho atua na proposta que já está no Ministério da Economia. “Já estivemos em contato com o governo atual e soubemos que ele também é favorável”, concluiu.

Antonio Trindade falou sobre o que é preciso fazer para aumentar a cultura de seguros. “A falta de renda é um fator limitador, ou seja, as pessoas precisam de renda suficiente para poder consumir nesse mercado. Outro ponto é a questão regulatória. No Brasil, é complicado aprovar produtos, o que acaba restringindo seguradoras na oferta de produtos para nichos”.

Em sua participação no evento, o presidente da CNseg, Marcio Coriolano, afirmou que o setor segurador está preparado para mais um novo ciclo de desenvolvimento do País, já tendo sido colocado à prova, nos últimos anos, sem arranhões, sua solvência e governança, e ultrapassado a barreira do R$ 1,3 trilhão em provisões e garantias. Coriolano contou que o Encontro de Resseguro – o maior evento anual do setor na América do Sul – é um evento já consagrado: “Começou em 2011 com 230 participantes e chega a 2019 com mais de 700 inscritos”, comemora.

No período da tarde foram realizados cinco painéis técnicos. “Perspectivas Regulatórias” foi o tema debatido pelo sócio fundador do Santos Bevilaqua Advogados, João Marcelo dos Santos, e o professor de Direito Administrativo da UERJ, Advogado e Procurador do Estado do RJ, José Vicente Mendonça, com coordenação da especialista sênior em regulação de seguros da CNseg, Luciana Dall’agnol. Paralelamente, o VP Claims Large and Complex da Chubb Seguros, Rodrigo Bertuccelli, o sócio da Matos Filho Advogados, Cassio Gama Amaral, com coordenação do sócio da Tavares Advogados, André Tavares, debateram os “Temas relevantes em sinistros”.

Perspectivas Regulatórias foram temas de painéis técnicos durante o 8º Encontro do Resseguro / William Anthony
Perspectivas Regulatórias foram temas de painéis técnicos durante o 8º Encontro do Resseguro / William Anthony

O tema “Resultados recentes e perspectivas no rating do mercado brasileiro e internacional” também fez parte da programação, sob o olhar do analista sênior da A.M. Best, Guilherme Simões, com a participação do diretor-presidente BTG Pactual Resseguradora, Thiago Moura, e com coordenação do Head of Personal Lines & Bancassurance da Zurich Minas Brasil, Peter Rebrin. Ao mesmo tempo, o diretor-geral da Internacional Risk Veritas, Alfredo Chaia, a advogada Associada do CGVF Advogados, Paula Rodrigues, e o Head of Marine da AXA XL, Paulo Robson Alves, abordaram “Os desafios atuais do seguro de transporte”.

A programação do dia foi fechada com o painel técnico “Cyber Risk e a Lei de Proteção de Dados”, em mesa coordenada pela superintendente jurídica da CNseg, Glauce Carvalhal, tendo como palestrantes a sócia da área de seguros e resseguros do Demarest, Marcia Cicarelli, e o CEO da CECyber, Daniel Haddad, e participação de head of distribution – commercial and consumer Lines da Argo Seguros, Gustavo Galrão, e do gerente de linhas financeiras da AIG, Flávio Sá.

Atualmente, 142 resseguradoras estão autorizadas a operar no Brasil – 16 locais (sediadas no país), 40 admitidas (sediadas no exterior, com escritório de representação no Brasil) e 86 eventuais (estrangeiras sediadas no exterior, sem escritório de representação no Brasil), que aceitam riscos de um mercado segurador robusto, cuja projeção de prêmios em 2018, com seguros e planos de saúde suplementar, é da ordem de R$ 445 bilhões.

Confira todas as imagens da 8ª edição do Encontro do Resseguro:

Seguro Prestamista pode salvar empresas de grandes imprevistos 519

Seguro Prestamista pode salvar empresas de grandes imprevistos

Porto Seguro elenca o que a seguradora cobre na contratação deste serviço

Embora cada vez mais presente no dia a dia das pessoas, muitos ainda têm dúvidas sobre o funcionamento e a real importância do Seguro Prestamista para sua companhia. Na Porto Seguro, a contratação deste seguro cresceu 16% no primeiro semestre deste ano em comparação com o mesmo período do ano anterior.

Atualmente, muitas companhias entendem a importância do seguro e passam a oferecê-lo ao cliente no momento da compra, de forma parcelada, junto com as prestações. “Esse produto é de extrema importância para auxiliar na redução da inadimplência, pois ele garante a quitação de uma dívida de um cliente – em casos de morte, invalidez ou perda de emprego”, explica Fernanda Pasquarelli, diretora de Vida e Previdência da Porto Seguro. O Seguro Prestamista pode ser útil para cobrir despesas que envolvam empréstimos, dívidas parceladas, cartões de crédito, financiamento de bens (imóveis, veículos, eletrodomésticos), entre outros.

Confira abaixo quais são as vantagens de a companhia aderir a este serviço:

Rentabilidade da empresa – este seguro garante o pagamento da dívida do cliente, caso algum imprevisto aconteça e ele não possa pagar, não interferindo na rentabilidade da empresa.

Novos negócios – Com a queda na taxa de inadimplência, a companhia poderá ter condições de oferecer um melhor preço para os clientes, com uma menor taxa de juros. Nessas condições, a empresa pode, inclusive, ampliar sua carteira de clientes, oferecendo condições competitivas para outros públicos.

Confiança do cliente – Quando uma companhia oferece esse serviço ao contratante, ela acaba ganhando a confiança dele. Pois, isso mostra que a empresa não está preocupada somente com a venda do produto/serviço, mas também com a saúde financeira de seu cliente.

Para mais informações, os interessados devem acionar seu Corretor de Seguros ou acessar este endereço.

Inovação tecnológica marca nova fase da Ituran Brasil 663

Inovação tecnológica marca nova fase da Ituran Brasil

“O futuro chegou e já estamos preparados para esse novo momento”, destaca o CEO da companhia, Amit Louzon

A Ituran Brasil, líder global em rastreamento veicular, investe em tecnologia de ponta para ampliar presença no mercado brasileiro. Se antes a empresa era lembrada fortemente por rastreamento, hoje a percepção está mudando: a multinacional é cada vez mais reconhecida pelo seu forte investimento em tecnologia.

O veículo particular, nesse novo momento, virou instrumento de trabalho e passou em muitos casos a transportar passageiros. A residência familiar, que antes hospedava somente a família, agora dá espaço para receber mais pessoas e até escritórios. As intermináveis fichas de perfil de seguro, em breve, também cairão em desuso – uma vez que a tecnologia permitirá definir a utilização do veículo coberto pela apólice.

De acordo com o CEO da Ituran Brasil, Amit Louzon, o Big Data (a análise e a interpretação de grandes volumes de dados), além de aliado, mudou o conceito do negócio e da relação com o público. “A tecnologia permite definir, semana após semana, a utilização real do veículo. Essa mudança reduz os custos para os consumidores, além de proporcionar auxílio em casos de emergência”, pontuou.

Para ele, o futuro da telemetria está voltado para a segurança. “A novidade transita pelo uso de sofisticados algoritmos de grande complexidade, responsáveis pelas análises comportamentais, na avaliação da redução de poluentes (controle de CO₂) e do consumo. Outro ponto de convergência é a integração com soluções para a calibração de câmeras de vídeo para veículos – o sistema ADAS (Advanced Driver Assistance Systems) que, durante o percurso, escaneia a rota, calcula a distância e a velocidade dos veículos à frente. Segurança do motorista e do equipamento são variáveis importantes”, enfatiza Louzon.

Um sistema eficiente oferece, por meio de soluções sofisticadas, benefícios como análises na manutenção que impactam diretamente em oportunidades de redução de custos e segurança no trânsito. “Com recursos avançado de telemetria conseguimos avaliar o comportamento do motorista, medir a ociosidade do veículo, risco de acidentes e propor alternativas viáveis para melhoria da gestão da frota de veículos” destaca Louzon.

Em termos de futuro, o executivo acredita que soluções cada vez mais precisas vão se popularizar. “Economia e precisão é um caminho sem volta. Nossa tecnologia está um passo adiante nesse processo. O uso de Business Intelligence (BI), além de oferecer o apoio nas decisões, nos dá escala de atendimento. O futuro chegou e já estamos preparados para esse novo momento”, finaliza Louzon.

MetLife é uma das 10 melhores empresas para se trabalhar no Brasil 826

MetLife é uma das 10 melhores empresas para se trabalhar no Brasil

Reconhecimento foi concedido por um dos maiores sites do mundo na avaliação de empresas

A MetLife Brasil é uma das vencedoras do prêmio Melhores Lugares para Trabalhar de 2020, realizado pelo Glassdoor, um dos maiores sites do mundo de avaliação de empresas. A seguradora ocupa a 6ª posição entre 50 empresas, com nota geral de 4.5, e é a única do setor entre os 10 primeiros lugares.

“A avaliação do Glassdoor reflete o engajamento de todos os nossos colaboradores em construir um ambiente diverso, saudável e produtivo. É muito gratificante constatar que nossos profissionais se sentem realmente valorizados e respeitados aqui”, diz Daniela Dall’Acqua, diretora de RH da MetLife Brasil.

Entre os pontos destacados pelos colaboradores estão o clima organizacional e as oportunidades de crescimento com um plano de carreira, além do engajamento social da empresa.

A premiação é feita a partir da opinião de atuais e ex-funcionários das companhias, compartilhada de forma sigilosa no Glassdoor no último ano.

Ituran Brasil projeta crescimento de até 20% em 2020 671

Ituran Brasil projeta crescimento de até 20% em 2020

“Inovações tecnológicas e aumento de serviços impulsionarão o crescimento futuro da Ituran no País”, destaca o CEO Amit Louzon

A Ituran, empresa líder no setor de rastreamento automotivo, vem conquistando cada vez mais espaço no mercado brasileiro. Se a empresa no passado era lembrada como referência em rastreamento veicular, atualmente, a realidade mudou: hoje a Ituran é uma companhia de forte inovação tecnológica.

A Ituran Brasil acompanha essa evolução e, mais que isso, está um passo à frente em soluções avançadas que permitirão o crescimento sólido no Brasil nos próximos anos. “Devemos fechar 2019 com crescimento de até 15% de vendas em geral”, destaca o CEO da Ituran Brasil, Amit Louzon, projetando que “em 2020, a empresa pode avançar mais 20%”.

O Big Data (a análise e a interpretação de grandes volumes de dados), além de aliado nesse processo, muda o conceito do negócio e da relação com o público. “A tecnologia permite definir, semana após semana, a utilização real do veículo. Essa mudança reduz os custos para os consumidores, além de proporcionar auxílio em casos de emergência”, afirma Louzon.

Na opinião dele, a tecnologia permitirá revelar o real uso do veículo neste novo cenário. “Se o condutor reside em uma região com maior incidência de roubo e furto, mas o uso do carro é restrito a horários com baixe índice de sinistralidade, o custo do seguro poderá ser menor. Contudo, o contrário também pode ocorrer se o dono do veículo circular em regiões de grande risco. É uma mudança de paradigma”, explica.

Toda essa evolução e forte investimento em tecnologia permitirá que a Ituran Brasil cresça de maneira sustentada no próximo ano. “Estamos preparados para avançar. Conseguimos diminuir de 55 para 26 minutos o tempo de resposta ao ponto de localização de um veículo roubado ou furtado. Sofisticados algoritmos de grande complexidade resultam em análises comportamentais cada vez mais precisas, facilitando o trabalho das equipes de recuperação – que ficam distribuídas em zonas estratégicas”, afirma o CEO.

Louzon lembra que o Brasil, em faturamento, é o mercado mais promissor da companhia. “Somos líderes de faturamento no grupo. A Ituran acredita no País e continuará investindo por aqui, finalizou.

Ituran com Seguro promove inclusão e revoluciona o setor 540

Amit Louzon é CEO da Ituran no Brasil / Divulgação

“A companhia já emitiu mais 1,7 milhão de apólices desse produto”, revela o CEO, Amit Louzon

Sucesso em todo o País, o Ituran com Seguros (ICS) é um produto que promove a inclusão de milhares de pessoas – uma vez que atende perfeitamente às necessidades de quem quer segurar seu veículo mas não tem condições, muitas vezes, de arcar com os altos valores das apólices tradicionais.

Esse resultado é fruto de parcerias com sólidas companhias como Tokio Marine, HDI Seguros, Liberty Seguros e MAPFRE, seguradoras multinacionais importantes no segmento. “Fomos os idealizadores deste tipo de seguro e nossos principais diferenciais são o porte das seguradoras parceiras, o sucesso na recuperação de veículos e a contratação rápida e fácil via e-commerce, televendas, lojas credenciadas e corretores”, destaca o CEO da Ituran Brasil, Amit Louzon.

O Ituran com Seguro é oferecido em todo o país, contemplando veículos com até 20 anos de fabricação, além de aceitar veículos de transporte de passageiros por aplicativos e táxis. As coberturas para terceiros e perda total por colisão podem ser contratadas de forma adicional. “Aceitamos veículos de até R$ 130 mil, isso nos dá a possibilidade de cobrir automóveis de maior valor”, enfatiza Louzon.

Segundo ele, a Ituran já emitiu mais 1,7 milhão de apólices. “Na prática, o Ituran com Seguro (ICS) atende àqueles segurados que não abrem mão de ter um seguro para seu veículo, mas não conseguem arcar com os valores das apólices tradicionais, garantindo proteção contra roubo ou furto. Ou seja, se o veículo não for recuperado, o segurado recebe uma indenização baseada em até 100% do valor da tabela FIPE. Outras vantagens exclusivas são assistência 24 horas e coberturas adicionais de RCF (Seguro de Responsabilidade Civil Facultativa de Veículos) e PT (Perda Total) Colisão”, explica Louzon.

Ituran com Seguro já é sucesso desde o seu lançamento em 2009, pois consegue oferecer aos clientes um seguro com pagamento mensal, sem juros, que cabe no bolso do consumidor.

Fomos os idealizadores deste tipo de seguro, nossos principais diferenciais são o porte das seguradoras parceiras, o sucesso na recuperação de veículos e a contratação rápida e fácil via e-commerce, televendas, lojas credenciadas e corretores”, finaliza Louzon.