Inovação e tecnologia norteiam edição do Café do CVG/RS 665

Professor universitário Márcio Machado da Silva foi o palestrante da manhã

Como a inovação e a tecnologia oportunizam ao mercado de seguros foi o grande tema da segunda edição do Café do Clube de Seguros de Vida e Benefícios do Rio Grande do Sul. O encontro aconteceu nesta sexta-feira (12) e contou com o Auditório do Sindicato das Seguradoras do Estado (SindSeg/RS), na Capital gaúcha, lotado de profissionais do seguro. “Nossos encontros mensais são sempre momentos de auxiliar colegas de mercado com mais conhecimento e esse assunto é extremamente atual para que possamos olhar para o nosso presente e futuro”, destacou a presidente do CVG/RS, Andreia Araújo.

Para o professor universitário e palestrante do dia, Márcio Machado da Silva, a internet das coisas revolucionou a maneira como nos relacionamos e, com isso, o mercado de seguros não poderia não ser diretamente afetado. Esse cenário, de infinitos dados e múltiplas possibilidades, disponibiliza ao corretor de seguros um vasto campo de oportunidades. “A agenda de vocês é de oportunidades múltiplas, será que todo cliente precisar atendido pessoalmente ou podemos usar a tecnologia a nosso favor?”, indagou. “Os nossos clientes estão usando celular e se eu quero a atenção deles, eu tenho que jogar para essa mídia que é a mais utilizada, e podemos melhorar nossa comunicação com ele com vídeos, por exemplo”, complementou.

O também diretor de inovação da Ulbra e idealizador e CEO do Parque Tecnológico Ulbratech, ressaltou que com o proveito da tecnologia é possível realizar também processos mais inteligentes e até oferecer integração com outras soluções. “Eu não preciso ter solução para tudo, mas posso fazer parcerias e assim tornar o serviço muito mais completo para o cliente”, afirmou ao lembrar que o processo tecnológico também rende um melhor aproveitamento do tempo, de capacidades, vendas e gerenciamento.

A edição de abril do Café do CVG/RS contou ainda com ação solidária, arrecadando mais de 50 itens de alimento não perecível que serão doados à Confrasol. O próximo evento da entidade está marcado para acontecer no dia 25 de maio, que será a Feijoada alusiva ao Dia Continental do Seguro. Em breve, mais informações serão disponibilizadas.

Imagens: Matheus Pé/JRS

Confraseg realiza primeiro encontro em 2019 252

Confraseg realiza primeiro encontro em 2019

Momento contou com apresentação sobre empreendedorismo

A Confraria dos Securitários da Serra Gaúcha (Confraseg) realizou, nesta segunda-feira (15), seu primeiro encontro do ano de 2019. A reunião contou com apresentação sobre empreendedorismo, ministrada pelo professor Marco Aurélio Jablonski.

Foram momentos especiais, com um belo jantar servido aos confrades. A entidade ainda anuncia que logo divulgará suas novas ações e campanhas sociais.

Sala da Cinemateca Paulo Amorim será reinaugurada 317

Sala da Cinemateca Paulo Amorim será reinaugurada

Rio Grande Seguros e Previdência participou da iniciativa responsável por devolver sala à comunidade

No próximo dia 17 de abril a Sala Eduardo Hirtz da Cinemateca Paulo Amorim será reinaugurada após revitalização. A sala faz parte do complexo da Casa de Cultura Mário Quintana, tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado. O espaço foi completamente remodelado, com poltronas e acabamentos novos.  “É um bom exemplo da participação de organizações não governamentais que, aliadas à iniciativa privada, contribuem com a gestão de equipamentos culturais públicos, primando pela qualidade dos serviços prestados aos cidadãos. Queremos manter e ampliar este tipo de parceria”, afirma a secretária de Estado da Cultura do Rio Grande do Sul, Beatriz Araújo.

“A CCMQ é um dos mais belos e expressivos patrimônios de Porto Alegre. É muito gratificante contribuir com a reforma de uma parte dela e poder devolver ao povo gaúcho um ponto de referencia cultural, como a Sala Eduardo Hirtz”, conta Claudia Oliveira, diretora da Rio Grande Seguros e Previdência.

Projeto de Lei determina que consumidor receba celular reserva durante conserto 560

Projeto de Lei determina que consumidor receba celular reserva durante conserto

Aparelhos devem permitir acesso à internet, através do mesmo plano que o cliente possui

Ficar sem celular pode ser um pesadelo para muitos, mas às vezes eles precisam entrar em reparo e aí é preciso ter muita paciência, caso o dano exija que o aparelho fique na assistência técnica por alguns dias. Neste sentido o Projeto de Lei Complementar 142/2015 determina que um aparelho reserva seja concedido ao consumidor durante o período de manutenção.

De autoria da deputada Lauriete (PSC-ES), o projeto inicialmente previa que os aparelhos permitissem a emissão e recebimento de chamadas. No entanto, o relator da proposta na Comissão de Meio Ambiente (CMA), ex-Senador Flexa Ribeiro, apresentou emenda prevendo que o aparelho deva também permitir acesso à internet, por meio do mesmo plano que o consumidor possui.

Um dos grandes receios dos consumidores, das empresas de assistência e companhias de seguros é que a medida gere aumento nos custos das operações desse tipo de segmento, embora o projeto determine que não haja cobrança adicional para o consumidor caso ele opte pelo celular reserva. “Isso irá variar de empresa para empresa. Pode haver impacto de forma indireta, com aumento no custo de reparo”, conta Danilo Martins, sócio-diretor da Yesfurbe.

A plataforma possibilita tanto a compra de aparelhos recondicionados como, também, a venda de aparelhos usados e troca por créditos para adquirir um modelo refabricado ou um novo. Esses processos podem ser realizados tanto pelo e-commerce da marca como, também, por meio de marketplaces e varejistas parceiros. “Dessa forma, as pessoas passam a ter acesso à smartphones modernos, com baixo custo e maior segurança. Os aparelhos comercializados pela empresa possuem seis meses de garantia”, explica Martins. “São aparelhos que passam por mais de 10 tipos de testes, em um processo muito criterioso de qualidade”, completa.

Na visão do especialista o consumidor sairá ganhando com a medida. “Isso só acontece na vigência de garantia, mas em casos como a quebra de vidro não há cobertura. O celular é muito mais que uma ferramenta de trabalho e hoje em dia é difícil ficar sem um aparelho”, defende.

A empresa rendeu mais de R$ 2,5 milhões apenas em 2018, conforme destacou reportagem da revista Pequenas Empregas, Grandes Negócios (PEGN). A Yesfurbe também visa fomentar negócios com o setor de seguros. “Vemos nesse mercado uma grande oportunidade. O celular é um item indispensável e o resource é muito valorizado no exterior, mesmo que ainda avance em curtos passos no Brasil. Esse Projeto de Lei reforça cada vez mais a importância dos aparelhos. As seguradoras também apostam no nosso tipo de negócio para fazer a reposição do bem ao segurado com um valor muito mais atrativo para a liquidez de seus negócios”, finaliza.

As alterações devem ser incluídas no Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078, de 1990). O tema está em estudo pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) com instituições de defesa do consumidor e o setor produtivo. O projeto foi aprovado pelo Senado Federal na última quinta-feira (11).

*Com informações de Agência Senado.

Corretores devem apostar na união para expandir o setor de seguros 510

Corretores devem apostar na união para expandir o setor de seguros

Movimento visa sustentabilidade e maior solidez ao mercado, além de negócios mais atrativos

A necessidade de expandir a base de segurados no Brasil ficou evidenciada na fala do corretor de seguros Thiago Fecher ao JRS São Paulo. “Trata-se de uma necessidade da própria economia e da sociedade. Existem muitos outros produtos que os já conhecidos pelo público em geral, principalmente no ramo empresarial. A contratação de proteção fomenta a expansão da atividade econômica e até mesmo do Produto Interno Bruto (PIB)”, explica o profissional, que agora integra a Comissão de Seguro de Transportes do Sindicato dos Corretores de Seguros do Estado de São Paulo (Sincor-SP).

Thiago Fecher afirma que o consumidor muitas vezes não conhece outras opções de proteção e o corretor acaba tendo grande dificuldade para fomentar a comercialização de outras soluções. “O corretor tem um papel fundamental. A gente precisa investir mais em divulgação dos produtos e das soluções que o mercado tem para garantir esse empresário ou profissional, na sua própria formação. Penso ser necessário falar sobre isso na faculdade, nos cursos de graduação e de extensão. Quando esse profissional entrar no mercado de trabalho ou abrir um novo negócio ele poderá contar com uma solução que diminuirá a taxa de mortalidade desse novo empreendimento”.

Ainda sobre o consumidor, Fecher classifica como impossível a possibilidade de se prever o que acontecerá com as preferências do consumidor em cinco anos ou até mesmo na próxima semana, dada a velocidade das transformações em curso. “Temos uma revolução tecnológica e uma nova dinâmica social que torna impossível ter qualquer tipo de previsão do que o consumidor irá necessitar em alguns anos ou até mesmo meses. Aí entra a experiência do corretor de seguros adaptar as soluções existentes às novas preferências desse consumidor”, justifica.

Fecher seguiu os passos do pai com a Alfatec Corretora de Seguros, de São Bernardo do Campo (SP). A região do ABC Paulista foi fortemente castigada no início do ano por conta de chuvas acima da média no mês de março. “Quando acontecem esses casos de calamidade pública nós precisamos ressaltar o fator social do seguro. Todos os trabalhos de entidades, incluindo o do Sincor-SP, visam expandir esse mercado. Quanto mais pessoas estiverem protegidas pelo seguro, menos acidentes poderão provocar o fim de empresas e provocar prejuízo às famílias. Isso foi o que vimos nos recentes episódios das chuvas. Os corretores atuaram no sentido de orientar o público em geral, até mesmo para exemplificar de que modo o mercado poderia ajudar naquela situação”, constata ao reiterar o vasto prejuízo que foi registrado naquela ocasião. “Existem diversos tipos de realidade e todos foram afetados, independente de classe social. Isso mostra como todos são iguais”, reitera.

“A Alfatec foi fundada em 1987 pelo meu pai. Tem até um fato curioso, que a data do CNPJ dela é a data de meu nascimento. Desde o começo sempre tivemos uma tendência muito grande para seguros empresariais e de transporte. Nos especializamos nisso e desde então construímos nossa carteira”, diz o corretor de seguros Thiago Fecher.

“Hoje já temos um novo viés, inclusive com uma nova corretora dentro da Alfatec. Trata-se de uma plataforma, que diverge de uma assessoria, que visa o apoio ao corretor que ainda não atua no setor de transportes e empresarial, mas que deseja implantar esses nichos dentro de sua corretora”, prossegue o profissional. “Queremos expandir o conhecimento de Seguro Transporte para um corretor que não atua. Isso cria mais volume de prêmio no mercado. Esse corretor que ainda não atua nesse segmento vai expandir esse ramo em sua carteira para aqueles que ainda não fazem a contratação dessa proteção e isso só beneficia o mercado. Quanto mais prêmio arrecadado, mais fácil fica de aceitar novos riscos. Assim, o mercado fica mais consistente para absorver novos riscos e também consegue-se baixar as taxas e até mesmo a precificação”, enaltece.

O Sindicato e a Comissão de Transportes tem um projeto que visa dar apoio para qualificação de Corretores de Seguros. “A ideia é transmitir conhecimento de como lidar com esse tipo de risco. É uma forma de poder abordar o cliente de forma bem tranquila e segura”, considera.

Sobre estratégias para expansão do negócio, Thiago Fecher considera sua abordagem como “muito próxima com o cliente”. “Nada me convence que essa não é a abordagem mais correta. Quando você conhece a empresa e o risco as conversas são muito mais realistas. Até mesmo aumenta a possibilidade de identificar riscos que ele não estava disposto a cobrir”, destaca ao elencar a união dos corretores como fundamental para o pleno desenvolvimento do setor em nível nacional. Thiago Fecher finaliza recomendando que os profissionais participem de grupos e entidades, a exemplo da Academia Nacional de Seguros e Previdência (ANSP) e a própria Associação Internacional de Direito do Seguro (AIDA).

“O seguro é um instrumento de crescimento socioeconômico. Não existe nenhum país desenvolvido que não tenha um mercado de seguros desenvolvido”, prossegue o corretor de seguros Thiago Fecher.

“Mesmo com toda a rotina agitada o que mais me dá prazer é atender o segurado. Tenho uma trajetória totalmente focada no seguro, mas totalmente feliz e realizada”, conta Fecher ao lembrar que o ramo de seguros lida essencialmente com as emoções humanas.

Responsabilidade Civil é a maior causa de sinistros no Seguro de Eventos 924

Constatação reforça papel da venda consultiva através do Corretor de Seguros

Responsabilidade Civil é a maior causa de sinistros no Seguro de Eventos
Fauze Farhat é executivo principal da Ayfa Seguros

Com o intuito de fornecer um serviço de qualidade, colocando-se como uma ’boutique de seguros’, a Ayfa Corretora de Seguros completa 26 anos no mercado segurador. Para celebrar mais um ano de conquistas e especialidade no ramo de eventos e de patrimoniais no segmento luxo. “Fomos crescendo aos poucos, prestando bons serviços e evoluímos para o ramo de Seguros Empresariais. Sempre procurei diferenciar do mercado em geral, que trabalha com todos os ramos, por isso me especializei nesse nicho”, explicou Fauze Farhat, executivo principal da empresa.

Na opinião do especialista, a cobertura mais relevante para contratação de um organizador de evento diz respeito à sua Responsabilidade Civil, principalmente no que tange ao público e terceiros que estejam nas proximidades ou envolvidos com a montagem do espetáculo, show, festa ou demais agremiações. “A indenização de uma vida pode custar milhões. A grande proteção é contra fatalidades. O segredo do corretor é desenhar uma apólice que proteja bem cada risco. Os riscos não são iguais neste sentido, independente do tamanho do evento. É preciso entender o briefing do organizador para desenhar a proposta ideal para este caso”, reitera Farhat.

A Ayfa Seguros foi a corretora responsável pela contratação do Seguro de Responsabilidade Civil do Réveillon da Avenida Paulista, evento que reúne quase 2 milhões de pessoas na cidade de São Paulo. “Entender quais as responsabilidades neste caso é desafiador, mas gratificante”, enfatiza. “O caminho desde a fundação da empresa até os dias de hoje sempre foi promover a troca de experiências. No caso de Seguro de Eventos o organizador é quem saberá descrever melhor as particularidades de cada momento, para que elas também sejam englobadas nessa cobertura”, prossegue Fauze Farhat.

O executivo principal da Ayfa Seguros também explica que “pequenos eventos podem ser englobados por uma linha de negócios pré-definida, mas grandes eventos exigem análise técnica. Isso envolve organizador, corretor e a seguradora especializada em eventos. São poucas companhias no Brasil com especialidade nesse produto”.

Já no segmento de luxo, a corretora de seguros atua fortemente em apólices voltadas para coberturas patrimoniais. “Atendemos algumas grandes marcas mundiais de franquia, com coberturas à incêndio ou até mesmo de fiança locatícia, que vem ganhando bastante destaque pelo mercado como um todo. É uma forte necessidade de Pessoa Jurídica. São clientes que exigem consultoria e uma confidencialidade diante dessas empresas”, analisa Farhat.

O corretor de seguros afirma que está mudando a percepção sobre a tecnologia no ramo de seguros. “Sempre fomos muito tailor-made, mas a tendência digital é irreversível. É preciso sempre fomentar novas maneiras de falar com nosso público”, constata.

Outro ponto que carece de atenção no segmento trata do cancelamento do evento. “Tivemos recentemente o caso do Lollapalooza, que quase teve o segundo dia cancelado por riscos apresentados pela chuva. As variáveis e complicações de grandes e pequenos eventos deve ser sempre levada em conta”, exemplifica ao abordar as mudanças no comportamento do público, principalmente no que diz respeito à mobilidade urbana. “Aplicativos de transporte, patinete e bikes são uma realidade”, completa.

Um dos segredos da Ayfa Seguros, na visão de Fauze Farhat, é tratar os seguros dentro de casa, de forma a oferecer um maior controle no que está acontecendo com cada contrato. “Esse acompanhamento é sob medida. Trata-se de um segmento muito consultivo, desde a contratação. Estamos falando inclusive de problemas envolvendo equipamentos ou a própria montagem do evento, por exemplo. Para atuar no nicho é preciso compreender a linguagem do organizador. Esse é um mercado mais restrito e exige capacitação constante por parte do corretor”, finaliza.