‘Vida é o ramo que mais irá crescer pelos próximos 20 anos’, traça Nilton Molina 1511

'Vida é o ramo que mais irá crescer pelos próximos 20 anos', traça Nilton Molina

Presidente do Instituto de Longevidade Mongeral Aegon também destacou importância de uma reforma estrutural no sistema previdenciário brasileiro

Nilton Molina é um dos grandes nomes do Seguro de Vida e Previdência no Brasil / Foto: Antranik Photos
Nilton Molina é um dos grandes nomes do Seguro de Vida e Previdência no Brasil / Foto: Antranik Photos

Nilton Molina, um dos maiores especialistas em seguros de Vida e Previdência no Brasil, participou de almoço promovido pelo Clube Vida em Grupo de São Paulo (CVG-SP), na última quinta-feira (11), na capital paulista. Tudo aconteceu no Terraço Itália, onde os participantes desfrutaram de uma das mais belas vistas da cidade de São Paulo.

Durante o encontro, Molina fundamentou a estruturação dos setores público e privado de previdência Outro ponto de destaque pelo especialista é a transformação da estimativa de vida do brasileiro, além de questões sobre longevidade. Outra abordagem de Nilton Molina foi sobre a tipificação de riscos ao longo da vida. O especialista elenca a vasta população brasileira como um grande ativo para o País. “O PIB per capta mensal do brasileiro é R$ 2.809 (a divisão da população pelo PIB), isso mede a riqueza das pessoas. O salário médio do brasileiro, tem a ver na veia, com a previdência, é a fortuna de R$ 2.270. Olhando para baixo da pirâmide social, quando se fala em previdência, falamos desse valor médio. A média mensal de empregados qualificados é R$ 4.750 reais, já na indústria, o valor médio é de R$ 2.600, entre os pouco qualificados o valor é de R$ 1.440. Isso justifica a necessidade da reforma, não faz sentido que brasileiros tenham R$ 30 ou R$ 50 mil reais de aposentadoria do Estado. Essa disparidade entre salários maiores e menores é Robin Hood ao contrário”, justifica.

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Nilton Molina ainda lembrou que o Brasil já atravessou diversas reformas previdenciárias ao longo dos últimos governos. “Outro ponto importante é a relação do percentual do PIB gasto com o pagamento dos 35 milhões de beneficiários, que recebem uma média de R$ 1.371,43. A receita do Regime Geral de Previdência Social é de R$ 390 bilhões, com despesas de R$ 576 bilhões, o que gera um déficit de R$ 186 milhões. Isso representa um custo de 8,21% sobre o PIB. Já os Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS) custaram 1,75% ao PIB (engloba 1.053.972 beneficiários, com média de R$ 9.725,00 mensais). São os aposentados, pensionistas e funcionários da esfera federal, com uma receita de R$ 37 bilhões, despesa de R$ 123 bilhões e um déficit de R$ 86 milhões. O dramático não é nem a média. São as discrepâncias geradas pela política”, classifica.

“A desinformação chegou ao ponto que os aposentados são contra a reforma que irá garantir o pagamento dos benefícios. É preciso demonstrar a necessidade de fazê-la”, apresenta Nilton Molina.

Os gastos de quase 12% do PIB com previdência são um dos mais altos entre os países considerados jovens. “A atual reforma proposta pelo governo prevê aumento das idades de aposentadoria: 65 anos para homens e 62 anos para mulheres. Outra base de sustentação do projeto é o aumento para 20 anos de contribuição para alcançar diretos, além da volta do fator previdenciário para cálculo dos benefícios. As medidas visam uma diminuição do déficit em curto prazo, para futura estabilização. Em 10 anos, o projeto estabiliza o custo dos sistemas em 10% sobre PIB. Esse valor é muito alto para um país ainda considerado jovem”, analisa.

Molina ainda lembra que existem dois tipos de reforma. A paramétrica, que está no Congresso Nacional, e a estruturante, que cria um novo sistema – o que seria ideal, na visão do especialista. “A atual proposta mantém privilégios entre trabalhadores privados e públicos e também não tem uma visão clara das questões sociais dos mais pobres”, reitera. “Uma reforma estruturante cria um novo sistema para os novos trabalhadores”, disse Molina ao apresentar um modelo alternativo, desenvolvido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) e baseada em quatro pilares: “renda básica, regime de repartição entre empregado e empregador, capitalização (opcional) com aproveitamento de parte do FGTS e ainda na previdência complementar”, classificou.

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“Existe um artigo na atual PEC que enseja a discussão a cerca do regime de capitalização, mas isso em momento futuro”, conta o especialista que também faz parte da diretoria da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg). Na visão de Nilton Molina teria sido melhor começar pela reforma que impacta os jovens, os novos trabalhadores, ou seja, a reforma estruturante. “O caixa do Estado Brasileiro não permitiu que assim fosse”, lamenta.

“Um programa como o proposto pela FIPE visa diminuir o custo sobre folha dos 32% atuais para 10%, criando condições do aumento dos empregos formais. Outro ponto é que esse projeto quer tratar todos os brasileiros de forma igual perante os sistemas previdenciários mantidos pelo Estado, sem privilégios. Com isso, o custo do sistema em regime será de mais ou menos 4% sobre o PIB, em comparação aos atuais 12%”, projeta Nilton Molina. Na visão do segurador, a discussão sobre a reforma promove a cultura previdenciária e evidencia a inviabilidade da manutenção de privilégios financiados pela sociedade, além de provocar o aumento da poupança individual. “Outro ponto relevante é que ela diminui os custos das empresas sobre folha e, principalmente, estimula os brasileiros com renda superior à média (R$ 2.270,00) a entenderem que dependerão das próprias poupanças para a manutenção da segurança previdenciária de si mesmo e de suas famílias”, prossegue.

Um bom exemplo, citado pelo especialista, trata-se do regime complementar de previdência do Estado de São Paulo, a SP-PrevCom, que conta com gestão da Mongeral Aegon. “O Brasil errou tanto em Previdência que a aplicação de ambas as reformas demoraria 50 anos para que se atinja esse valor de 4% do PIB (tal qual é em países como Chile e Coreia do Sul, por exemplo)”, evidenciou.

Nilton Molina recebeu homenagem de Silas Kasahaya, presidente do CVG-SP / Foto: Antranik Photos
Nilton Molina recebeu homenagem de Silas Kasahaya, presidente do CVG-SP / Foto: Antranik Photos

Molina abordou mais os impactos e efeitos externos que estão centrados sob a reforma da previdência. “Isso também diz respeito ao Seguro de Vida. Se tem algo que vai crescer no Brasil é esse segmento”, contou a reportagem de JRS.

Na visão de Nilton Molina a não realização da reforma da Previdência significa a volta da inflação. “Isso significaria um desastre absoluto para estados e municípios. O Seguro de Vida só cresce se a renda cresce, a renda só cresce se a economia cresce, para a economia crescer é preciso fazer o ajuste fiscal e atrair novamente a confiança dos investidores”, enfatizou ao público seleto, que reuniu líderes de entidades do mercado segurador de todo o Brasil, bem como das entidades de classe do Estado de São Paulo.

Confira outras imagens – Palestra do CVG/SP:

Seguro Prestamista pode salvar empresas de grandes imprevistos 518

Seguro Prestamista pode salvar empresas de grandes imprevistos

Porto Seguro elenca o que a seguradora cobre na contratação deste serviço

Embora cada vez mais presente no dia a dia das pessoas, muitos ainda têm dúvidas sobre o funcionamento e a real importância do Seguro Prestamista para sua companhia. Na Porto Seguro, a contratação deste seguro cresceu 16% no primeiro semestre deste ano em comparação com o mesmo período do ano anterior.

Atualmente, muitas companhias entendem a importância do seguro e passam a oferecê-lo ao cliente no momento da compra, de forma parcelada, junto com as prestações. “Esse produto é de extrema importância para auxiliar na redução da inadimplência, pois ele garante a quitação de uma dívida de um cliente – em casos de morte, invalidez ou perda de emprego”, explica Fernanda Pasquarelli, diretora de Vida e Previdência da Porto Seguro. O Seguro Prestamista pode ser útil para cobrir despesas que envolvam empréstimos, dívidas parceladas, cartões de crédito, financiamento de bens (imóveis, veículos, eletrodomésticos), entre outros.

Confira abaixo quais são as vantagens de a companhia aderir a este serviço:

Rentabilidade da empresa – este seguro garante o pagamento da dívida do cliente, caso algum imprevisto aconteça e ele não possa pagar, não interferindo na rentabilidade da empresa.

Novos negócios – Com a queda na taxa de inadimplência, a companhia poderá ter condições de oferecer um melhor preço para os clientes, com uma menor taxa de juros. Nessas condições, a empresa pode, inclusive, ampliar sua carteira de clientes, oferecendo condições competitivas para outros públicos.

Confiança do cliente – Quando uma companhia oferece esse serviço ao contratante, ela acaba ganhando a confiança dele. Pois, isso mostra que a empresa não está preocupada somente com a venda do produto/serviço, mas também com a saúde financeira de seu cliente.

Para mais informações, os interessados devem acionar seu Corretor de Seguros ou acessar este endereço.

Inovação tecnológica marca nova fase da Ituran Brasil 662

Inovação tecnológica marca nova fase da Ituran Brasil

“O futuro chegou e já estamos preparados para esse novo momento”, destaca o CEO da companhia, Amit Louzon

A Ituran Brasil, líder global em rastreamento veicular, investe em tecnologia de ponta para ampliar presença no mercado brasileiro. Se antes a empresa era lembrada fortemente por rastreamento, hoje a percepção está mudando: a multinacional é cada vez mais reconhecida pelo seu forte investimento em tecnologia.

O veículo particular, nesse novo momento, virou instrumento de trabalho e passou em muitos casos a transportar passageiros. A residência familiar, que antes hospedava somente a família, agora dá espaço para receber mais pessoas e até escritórios. As intermináveis fichas de perfil de seguro, em breve, também cairão em desuso – uma vez que a tecnologia permitirá definir a utilização do veículo coberto pela apólice.

De acordo com o CEO da Ituran Brasil, Amit Louzon, o Big Data (a análise e a interpretação de grandes volumes de dados), além de aliado, mudou o conceito do negócio e da relação com o público. “A tecnologia permite definir, semana após semana, a utilização real do veículo. Essa mudança reduz os custos para os consumidores, além de proporcionar auxílio em casos de emergência”, pontuou.

Para ele, o futuro da telemetria está voltado para a segurança. “A novidade transita pelo uso de sofisticados algoritmos de grande complexidade, responsáveis pelas análises comportamentais, na avaliação da redução de poluentes (controle de CO₂) e do consumo. Outro ponto de convergência é a integração com soluções para a calibração de câmeras de vídeo para veículos – o sistema ADAS (Advanced Driver Assistance Systems) que, durante o percurso, escaneia a rota, calcula a distância e a velocidade dos veículos à frente. Segurança do motorista e do equipamento são variáveis importantes”, enfatiza Louzon.

Um sistema eficiente oferece, por meio de soluções sofisticadas, benefícios como análises na manutenção que impactam diretamente em oportunidades de redução de custos e segurança no trânsito. “Com recursos avançado de telemetria conseguimos avaliar o comportamento do motorista, medir a ociosidade do veículo, risco de acidentes e propor alternativas viáveis para melhoria da gestão da frota de veículos” destaca Louzon.

Em termos de futuro, o executivo acredita que soluções cada vez mais precisas vão se popularizar. “Economia e precisão é um caminho sem volta. Nossa tecnologia está um passo adiante nesse processo. O uso de Business Intelligence (BI), além de oferecer o apoio nas decisões, nos dá escala de atendimento. O futuro chegou e já estamos preparados para esse novo momento”, finaliza Louzon.

MetLife é uma das 10 melhores empresas para se trabalhar no Brasil 825

MetLife é uma das 10 melhores empresas para se trabalhar no Brasil

Reconhecimento foi concedido por um dos maiores sites do mundo na avaliação de empresas

A MetLife Brasil é uma das vencedoras do prêmio Melhores Lugares para Trabalhar de 2020, realizado pelo Glassdoor, um dos maiores sites do mundo de avaliação de empresas. A seguradora ocupa a 6ª posição entre 50 empresas, com nota geral de 4.5, e é a única do setor entre os 10 primeiros lugares.

“A avaliação do Glassdoor reflete o engajamento de todos os nossos colaboradores em construir um ambiente diverso, saudável e produtivo. É muito gratificante constatar que nossos profissionais se sentem realmente valorizados e respeitados aqui”, diz Daniela Dall’Acqua, diretora de RH da MetLife Brasil.

Entre os pontos destacados pelos colaboradores estão o clima organizacional e as oportunidades de crescimento com um plano de carreira, além do engajamento social da empresa.

A premiação é feita a partir da opinião de atuais e ex-funcionários das companhias, compartilhada de forma sigilosa no Glassdoor no último ano.

Ituran Brasil projeta crescimento de até 20% em 2020 670

Ituran Brasil projeta crescimento de até 20% em 2020

“Inovações tecnológicas e aumento de serviços impulsionarão o crescimento futuro da Ituran no País”, destaca o CEO Amit Louzon

A Ituran, empresa líder no setor de rastreamento automotivo, vem conquistando cada vez mais espaço no mercado brasileiro. Se a empresa no passado era lembrada como referência em rastreamento veicular, atualmente, a realidade mudou: hoje a Ituran é uma companhia de forte inovação tecnológica.

A Ituran Brasil acompanha essa evolução e, mais que isso, está um passo à frente em soluções avançadas que permitirão o crescimento sólido no Brasil nos próximos anos. “Devemos fechar 2019 com crescimento de até 15% de vendas em geral”, destaca o CEO da Ituran Brasil, Amit Louzon, projetando que “em 2020, a empresa pode avançar mais 20%”.

O Big Data (a análise e a interpretação de grandes volumes de dados), além de aliado nesse processo, muda o conceito do negócio e da relação com o público. “A tecnologia permite definir, semana após semana, a utilização real do veículo. Essa mudança reduz os custos para os consumidores, além de proporcionar auxílio em casos de emergência”, afirma Louzon.

Na opinião dele, a tecnologia permitirá revelar o real uso do veículo neste novo cenário. “Se o condutor reside em uma região com maior incidência de roubo e furto, mas o uso do carro é restrito a horários com baixe índice de sinistralidade, o custo do seguro poderá ser menor. Contudo, o contrário também pode ocorrer se o dono do veículo circular em regiões de grande risco. É uma mudança de paradigma”, explica.

Toda essa evolução e forte investimento em tecnologia permitirá que a Ituran Brasil cresça de maneira sustentada no próximo ano. “Estamos preparados para avançar. Conseguimos diminuir de 55 para 26 minutos o tempo de resposta ao ponto de localização de um veículo roubado ou furtado. Sofisticados algoritmos de grande complexidade resultam em análises comportamentais cada vez mais precisas, facilitando o trabalho das equipes de recuperação – que ficam distribuídas em zonas estratégicas”, afirma o CEO.

Louzon lembra que o Brasil, em faturamento, é o mercado mais promissor da companhia. “Somos líderes de faturamento no grupo. A Ituran acredita no País e continuará investindo por aqui, finalizou.

Ituran com Seguro promove inclusão e revoluciona o setor 539

Amit Louzon é CEO da Ituran no Brasil / Divulgação

“A companhia já emitiu mais 1,7 milhão de apólices desse produto”, revela o CEO, Amit Louzon

Sucesso em todo o País, o Ituran com Seguros (ICS) é um produto que promove a inclusão de milhares de pessoas – uma vez que atende perfeitamente às necessidades de quem quer segurar seu veículo mas não tem condições, muitas vezes, de arcar com os altos valores das apólices tradicionais.

Esse resultado é fruto de parcerias com sólidas companhias como Tokio Marine, HDI Seguros, Liberty Seguros e MAPFRE, seguradoras multinacionais importantes no segmento. “Fomos os idealizadores deste tipo de seguro e nossos principais diferenciais são o porte das seguradoras parceiras, o sucesso na recuperação de veículos e a contratação rápida e fácil via e-commerce, televendas, lojas credenciadas e corretores”, destaca o CEO da Ituran Brasil, Amit Louzon.

O Ituran com Seguro é oferecido em todo o país, contemplando veículos com até 20 anos de fabricação, além de aceitar veículos de transporte de passageiros por aplicativos e táxis. As coberturas para terceiros e perda total por colisão podem ser contratadas de forma adicional. “Aceitamos veículos de até R$ 130 mil, isso nos dá a possibilidade de cobrir automóveis de maior valor”, enfatiza Louzon.

Segundo ele, a Ituran já emitiu mais 1,7 milhão de apólices. “Na prática, o Ituran com Seguro (ICS) atende àqueles segurados que não abrem mão de ter um seguro para seu veículo, mas não conseguem arcar com os valores das apólices tradicionais, garantindo proteção contra roubo ou furto. Ou seja, se o veículo não for recuperado, o segurado recebe uma indenização baseada em até 100% do valor da tabela FIPE. Outras vantagens exclusivas são assistência 24 horas e coberturas adicionais de RCF (Seguro de Responsabilidade Civil Facultativa de Veículos) e PT (Perda Total) Colisão”, explica Louzon.

Ituran com Seguro já é sucesso desde o seu lançamento em 2009, pois consegue oferecer aos clientes um seguro com pagamento mensal, sem juros, que cabe no bolso do consumidor.

Fomos os idealizadores deste tipo de seguro, nossos principais diferenciais são o porte das seguradoras parceiras, o sucesso na recuperação de veículos e a contratação rápida e fácil via e-commerce, televendas, lojas credenciadas e corretores”, finaliza Louzon.