‘Vida é o ramo que mais irá crescer pelos próximos 20 anos’, traça Nilton Molina 1316

'Vida é o ramo que mais irá crescer pelos próximos 20 anos', traça Nilton Molina

Presidente do Instituto de Longevidade Mongeral Aegon também destacou importância de uma reforma estrutural no sistema previdenciário brasileiro

Nilton Molina é um dos grandes nomes do Seguro de Vida e Previdência no Brasil / Foto: Antranik Photos
Nilton Molina é um dos grandes nomes do Seguro de Vida e Previdência no Brasil / Foto: Antranik Photos

Nilton Molina, um dos maiores especialistas em seguros de Vida e Previdência no Brasil, participou de almoço promovido pelo Clube Vida em Grupo de São Paulo (CVG-SP), na última quinta-feira (11), na capital paulista. Tudo aconteceu no Terraço Itália, onde os participantes desfrutaram de uma das mais belas vistas da cidade de São Paulo.

Durante o encontro, Molina fundamentou a estruturação dos setores público e privado de previdência Outro ponto de destaque pelo especialista é a transformação da estimativa de vida do brasileiro, além de questões sobre longevidade. Outra abordagem de Nilton Molina foi sobre a tipificação de riscos ao longo da vida. O especialista elenca a vasta população brasileira como um grande ativo para o País. “O PIB per capta mensal do brasileiro é R$ 2.809 (a divisão da população pelo PIB), isso mede a riqueza das pessoas. O salário médio do brasileiro, tem a ver na veia, com a previdência, é a fortuna de R$ 2.270. Olhando para baixo da pirâmide social, quando se fala em previdência, falamos desse valor médio. A média mensal de empregados qualificados é R$ 4.750 reais, já na indústria, o valor médio é de R$ 2.600, entre os pouco qualificados o valor é de R$ 1.440. Isso justifica a necessidade da reforma, não faz sentido que brasileiros tenham R$ 30 ou R$ 50 mil reais de aposentadoria do Estado. Essa disparidade entre salários maiores e menores é Robin Hood ao contrário”, justifica.

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Nilton Molina ainda lembrou que o Brasil já atravessou diversas reformas previdenciárias ao longo dos últimos governos. “Outro ponto importante é a relação do percentual do PIB gasto com o pagamento dos 35 milhões de beneficiários, que recebem uma média de R$ 1.371,43. A receita do Regime Geral de Previdência Social é de R$ 390 bilhões, com despesas de R$ 576 bilhões, o que gera um déficit de R$ 186 milhões. Isso representa um custo de 8,21% sobre o PIB. Já os Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS) custaram 1,75% ao PIB (engloba 1.053.972 beneficiários, com média de R$ 9.725,00 mensais). São os aposentados, pensionistas e funcionários da esfera federal, com uma receita de R$ 37 bilhões, despesa de R$ 123 bilhões e um déficit de R$ 86 milhões. O dramático não é nem a média. São as discrepâncias geradas pela política”, classifica.

“A desinformação chegou ao ponto que os aposentados são contra a reforma que irá garantir o pagamento dos benefícios. É preciso demonstrar a necessidade de fazê-la”, apresenta Nilton Molina.

Os gastos de quase 12% do PIB com previdência são um dos mais altos entre os países considerados jovens. “A atual reforma proposta pelo governo prevê aumento das idades de aposentadoria: 65 anos para homens e 62 anos para mulheres. Outra base de sustentação do projeto é o aumento para 20 anos de contribuição para alcançar diretos, além da volta do fator previdenciário para cálculo dos benefícios. As medidas visam uma diminuição do déficit em curto prazo, para futura estabilização. Em 10 anos, o projeto estabiliza o custo dos sistemas em 10% sobre PIB. Esse valor é muito alto para um país ainda considerado jovem”, analisa.

Molina ainda lembra que existem dois tipos de reforma. A paramétrica, que está no Congresso Nacional, e a estruturante, que cria um novo sistema – o que seria ideal, na visão do especialista. “A atual proposta mantém privilégios entre trabalhadores privados e públicos e também não tem uma visão clara das questões sociais dos mais pobres”, reitera. “Uma reforma estruturante cria um novo sistema para os novos trabalhadores”, disse Molina ao apresentar um modelo alternativo, desenvolvido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) e baseada em quatro pilares: “renda básica, regime de repartição entre empregado e empregador, capitalização (opcional) com aproveitamento de parte do FGTS e ainda na previdência complementar”, classificou.

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“Existe um artigo na atual PEC que enseja a discussão a cerca do regime de capitalização, mas isso em momento futuro”, conta o especialista que também faz parte da diretoria da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg). Na visão de Nilton Molina teria sido melhor começar pela reforma que impacta os jovens, os novos trabalhadores, ou seja, a reforma estruturante. “O caixa do Estado Brasileiro não permitiu que assim fosse”, lamenta.

“Um programa como o proposto pela FIPE visa diminuir o custo sobre folha dos 32% atuais para 10%, criando condições do aumento dos empregos formais. Outro ponto é que esse projeto quer tratar todos os brasileiros de forma igual perante os sistemas previdenciários mantidos pelo Estado, sem privilégios. Com isso, o custo do sistema em regime será de mais ou menos 4% sobre o PIB, em comparação aos atuais 12%”, projeta Nilton Molina. Na visão do segurador, a discussão sobre a reforma promove a cultura previdenciária e evidencia a inviabilidade da manutenção de privilégios financiados pela sociedade, além de provocar o aumento da poupança individual. “Outro ponto relevante é que ela diminui os custos das empresas sobre folha e, principalmente, estimula os brasileiros com renda superior à média (R$ 2.270,00) a entenderem que dependerão das próprias poupanças para a manutenção da segurança previdenciária de si mesmo e de suas famílias”, prossegue.

Um bom exemplo, citado pelo especialista, trata-se do regime complementar de previdência do Estado de São Paulo, a SP-PrevCom, que conta com gestão da Mongeral Aegon. “O Brasil errou tanto em Previdência que a aplicação de ambas as reformas demoraria 50 anos para que se atinja esse valor de 4% do PIB (tal qual é em países como Chile e Coreia do Sul, por exemplo)”, evidenciou.

Nilton Molina recebeu homenagem de Silas Kasahaya, presidente do CVG-SP / Foto: Antranik Photos
Nilton Molina recebeu homenagem de Silas Kasahaya, presidente do CVG-SP / Foto: Antranik Photos

Molina abordou mais os impactos e efeitos externos que estão centrados sob a reforma da previdência. “Isso também diz respeito ao Seguro de Vida. Se tem algo que vai crescer no Brasil é esse segmento”, contou a reportagem de JRS.

Na visão de Nilton Molina a não realização da reforma da Previdência significa a volta da inflação. “Isso significaria um desastre absoluto para estados e municípios. O Seguro de Vida só cresce se a renda cresce, a renda só cresce se a economia cresce, para a economia crescer é preciso fazer o ajuste fiscal e atrair novamente a confiança dos investidores”, enfatizou ao público seleto, que reuniu líderes de entidades do mercado segurador de todo o Brasil, bem como das entidades de classe do Estado de São Paulo.

Confira outras imagens – Palestra do CVG/SP:

Zurich é a seguradora oficial da 23ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo 860

Zurich é a seguradora oficial da 23ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo

Ação reforça o comprometimento da seguradora com a Diversidade e respeito aos Direitos Humanos; evento deve reunir mais de 3 milhões de pessoas

A Zurich, companhia global com mais de 80 anos de atuação no mercado brasileiro, será a seguradora oficial da 23ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, considerada a maior do mundo. O evento, que acontece no próximo domingo, 23 de junho, na Av. Paulista, com expectativa de atrair mais de 3 milhões de pessoas, terá cobertura de Responsabilidade Civil Geral da Zurich.

“Para nós, da Zurich, é muito gratificante ser a seguradora da maior Parada do Orgulho LGBT do mundo. A parceria reforça o nosso comprometimento com a diversidade, respeito aos Direitos Humanos e a promoção de uma sociedade cada vez mais inclusiva”, comenta Edson Franco, CEO da companhia no Brasil.

As práticas da Zurich para os assuntos de Diversidade crescem ano após ano. “Hoje, temos dez compromissos públicos assinados em prol dessa temática, em linha com o Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+, e as certificações EDGE (Economic Dividend for Gender Equality) e Stonewall Top Global Employers 2018. Buscamos promover um ambiente de trabalho mais igualitário e sem preconceitos. Somos, inclusive, reconhecidos como uma marca amiga e empregadora LGBTI+”, acrescenta John Liu, Diretor Executivo de Investimentos da seguradora e sponsor do Pride, grupo criado pela Zurich para desenvolver discussões sobre temas como respeito, aceitação e inclusão dentro do universo LGBTI+.

A Zurich também participou, como empresa amiga, de Paradas do Orgulho LGBT em outros países, nas cidades de Zurique, Chicago, Milão, Londres e Tóquio, entre outras.

19 trios e atrações diversas

A organização da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo espera um público de mais de 3 milhões de pessoas para a 23ª edição do evento. Serão 19 trios elétricos, um a mais que o ano passado, com atrações como a ex-Spice Girl Mel C, Iza, Luisa Sonza, Gloria Groove, Aretuza Love, Lexa, Mc Pocahontas e outros. O tema deste ano são os “50 anos de Stonewall”, um conflito entre a polícia e o movimento LGBTI+ que aconteceu em 1969, no bar Stonewall Inn, em Nova Iorque, nos Estados Unidos, e foi um marco para o ativismo pelos direitos da comunidade.

Seguro Residencial da Tokio Marine oferece cobertura para danos causados por animais domésticos 161

Como evitar que seu pet adoeça com a chegada do outono?

Responsabilidade Civil Familiar pode ser contratada adicionalmente e protege o Segurado em todo o território nacional

Arnaldo Bechara, Diretor de Precificação e Riscos Diversos Massificados da Tokio Marine. Divulgação

O Supremo Tribunal de Justiça (STJ) decidiu recentemente que condomínios não podem restringir que moradores tenham, em suas residências, animais domésticos como cães e gatos. A decisão, que se deu em um contexto de mudança cultural no qual os animais passam a ser vistos como integrantes do núcleo familiar e ocupam cada vez mais os lares brasileiros, fomenta a necessidade de uma modalidade de proteção que garanta a tranquilidade das pessoas para eventuais danos causados pelos bichos de estimação.

Com o objetivo de desenvolver produtos que atendam às mais diversas necessidades de seus Clientes, a Tokio Marine, uma das maiores Seguradoras do País, oferece em seu Seguro Residencial a cobertura acessória de Responsabilidade Civil Familiar. Esta cobertura garante a indenização em caso de danos materiais e/ou corporais involuntários causados a terceiros pelo bichinho de estimação e até mesmo pelo próprio Segurado, cônjuges e filhos.

“Essa é umas das coberturas mais abrangentes que oferecemos como adicional no portfólio de Seguro Residencial. Com amplitude nacional, além de cobrir os eventos ocorridos dentro do apartamento, casa ou condomínio, apólices com Responsabilidade Civil Familiar contemplam também os danos causados pelos animais ou pelos moradores do imóvel ocorridos fora da residência segurada como, por exemplo, em uma viagem de férias em qualquer lugar do país”, afirma Arnaldo Bechara, Diretor de Precificação e Riscos Diversos Massificados da Tokio Marine.

Ao contratar a cobertura de Responsabilidade Civil Familiar, o Segurado estará amparado desde situações corriqueiras como a queda de um objeto ou algum dano material provocado pelo animal de estimação, até contextos mais complexos como um ferimento físico causado por uma mordida, por exemplo.

A cobertura está disponível nos produtos Residencial Premiado e Residencial Fácil da Tokio Marine.

Campanha Sou+Você reúne novidades e mais chances de ganhar 775

Campanha Sou+Você reúne novidades e mais chances de ganhar

Iniciativa chega à 11ª edição e conta com novo sistema, ainda mais democrático

A Sou + Você, campanha de incentivo da Capemisa para seus corretores, está com novidades para o semestre.  A iniciativa, que chegou ao seu 11° ano, ficou ainda mais democrática com a nova divisão dos grupos Ouro, Prata, Bronze e Diamante. Agora, mais corretores tem chances de serem premiados.

Com o sistema Ponto a Ponto, a cada R$ 450 em vendas o valor é convertido em 4.500 pontos, que valem R$ 200 em dinheiro. O pagamento da premiação é realizado mensalmente, após a apuração do mês anterior e é possível ganhar viagens, bicicletas elétricas, motos e até carros 0 km.

“Diversos corretores já foram contemplados no 1° trimestre e notamos que com a nova divisão dos grupos, mais corretores foram ranqueados e garantiram seus prêmios”, afirma Fabio Lessa, diretor comercial da Capemisa.

Vale lembrar que os pontos são acumulativos e ajudam os corretores a conquistar melhores posições no ranking para as premiações trimestral, anual e destaque do grupo especial. Além disso, todos os ranqueados na premiação especial irão participar do evento de premiação que acontece em 2020.

As informações completas sobre a Sou + Você estão no hotsite da campanha. Não deixe de conferir!

Coriolano é o convidado do próximo Almoço do Mercado Segurador Gaúcho 885

Coriolano é o convidado do próximo Almoço do Mercado Segurador Gaúcho

Encontro é realizado há mais de 7 décadas pelo Sindseg/RS

O Sindicato das Seguradoras do Estado do Rio Grande do Sul (Sindseg/RS) anuncia para o próximo dia 10 de julho mais uma edição do seu tradicional Almoço do Mercado Segurador Gaúcho. O encontro, realizado há mais de 7 décadas pelo Sindicato, conta com a ilustre presença de Marcio Coriolano, presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg).

Mais informações sobre a participação ainda serão divulgadas pelo Sindseg/RS. Dúvidas podem ser retiradas em margareth.souza@sindsegrs.org.br ou nos telefones (51) 3221-4433 ou (51) 3221-4960.

Blog do Troféu JRS traz principais informações sobre a grande noite 846

Blog do Troféu JRS traz principais informações sobre a grande noite

Mais de 1 mil pessoas prestigiam empresas, operadores, executivos e prestadores de serviços em momentos especiais

Na noite do próximo dia 25 de outubro, mais de 1 mil pessoas prestigiam a noite do seguro, em Porto Alegre (RS). Trata-se da 17ª edição do Troféu JRS, que anualmente reconhece operadores, executivos, empresas, prestadores de serviços e entidades de destaque em um dos setores mais pujantes da economia brasileira. Com a presença de grandes nomes do mercado nacional e forte adesão de seguradores e corretores de seguros, a festa é um grande momento também para o fomento de novos negócios.

A organização do Troféu JRS ajusta todos os detalhes para que, a cada ano, a experiência dos convidados seja ainda melhor. Em 2019, o Blog do Troféu JRS traz diversas informações que vão auxiliar os participantes na hora de localizar o local do evento, participar das ações especiais e até mesmo inscrever suas corretoras de seguros na 4ª edição do Troféu Seguros e Corretagem, onde o público elege seguradora e corretora destaque do ano vigente.