Quais habilidades são necessárias para a transformação digital na saúde? 557

Quais habilidades são necessárias para a transformação digital na saúde?

Inteligência artificial, por exemplo, deve ter o maior crescimento das novas tecnologias

A transformação digital tem atingido todos os setores da economia com grande intensidade, mas, a área da saúde é uma das que se mostram mais promissoras à essa tendência. Grandes players do setor já estão investindo alto na transformação digital para fortalecer e melhorar sua atuação, enquanto muitos outros ainda não entenderam o potencial da transformação digital.

Durante o 3º Seminário Brasscom Políticas Públicas & Negócios, no último ano, a Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação divulgou que os investimentos em transformação digital, como Internet das Coisas, Big Data, Analytics, Inteligência Artificial e Segurança da Informação, para o período 2018 a 2021, são estimados em R$ 249,5 bilhões. Ainda segundo o levantamento, a Inteligência Artificial terá o maior crescimento das novas tecnologias nos próximos quatro anos, com projeção de 39% ao ano, com aportes de R$ 1,1 bilhão.

A transformação digital parece algo complexo, mas não é e passa a ser essencial para obter melhoras constantes nos serviços e na qualidade da saúde. Mas não basta apenas investir em programas e infraestrutura, também é necessário que os profissionais da área desenvolvam algumas habilidades cognitivas essenciais para implementar a transformação digital de maneira completa. Andrea Iorio, Chief Digital Officer da divisão de produtos profissionais da L’Oréal e ex-Head LatAm do Tinder, apresenta essas 6 competências fundamentais que os colaboradores devem exercitar, em meio a transformação digital.

“A tecnologia vem para aprimorar e potencializar vários setores da saúde, como uma aliada. Mas, o fator humano é a chave para se ter sucesso com a transformação digital. São as habilidades cognitivas fundamentais que os funcionários devem desenvolver que vão aprimorar a qualidade da entrega final,” afirma Iorio.

O CDO da L’Óreal ressalta que em qualquer área, mas principalmente na de saúde, é fundamental pensar e trabalhar bem as relações humanas, além de absorver conhecimento a partir delas, para aplicar na transformação digital

Nesse cenário, o especialista apresenta as 6 competências necessárias. Confira abaixo:

1. Flexibilidade Cognitiva

A flexibilidade cognitiva é nossa capacidade de jogo de cintura em situações inesperadas. Ela também estimula a resiliência, que é a nossa capacidade de superar os percalços da vida, difíceis de aceitar e que podem nos derrubar. Essa competência transforma fracassos em um motor de motivação, capaz de gerar grandes mudanças – para melhor – em nós. A melhor forma de desenvolver essa capacidade é fazendo atividades fora da sua rotina e se desafiando em novos contextos, como por exemplo: estudando uma nova língua, tendo um novo hobby, fazendo um trabalho voluntário ou outras experiências que te façam vivenciar outras realidades.

2. Altruísmo digital

É certo que a tecnologia acabou por tornar as pessoas mais solitárias e, por vezes, atrapalha a real conexão humana. Mas, essa conexão, as relações humanas são bases essenciais para qualquer negócio, principalmente no setor de saúde, que lida diretamente com o ser humano e suas complexidades. A tecnologia entra aqui como um complemento à experiência humana, que tem como base a reciprocidade e a empatia. Por tanto o colaborador deve ter sempre como foco os relacionamentos e praticar a empatia.

3. Inovação incremental

Inovação não é necessariamente inventar algo novo, mas sim absorver conhecimento e aprimorar. É aquela coisa de estar sempre de olho na grama do vizinho e aproveitar os buracos. De acordo com o especialista, o jeito de fazer inovação hoje é incremental, mantendo elementos de familiaridade dos consumidores e acrescentando recursos. Ou seja otimizar processos, melhorar procedimentos já existentes com foco em melhorar a qualidade de vida do paciente.

4. Comportamento humano

Aprender cada vez mais sobre comportamento humano é primordial. É interessante pensar em variáveis, anotar as reações às novidades introduzidas e analisar os resultados. A parte psicológica é muito importante em qualquer processo. Neste caso, a observação e a escuta são fundamentais para entender melhor seu público.

5. Pensamento crítico

Pensamento crítico tem a ver com ‘não aceitar o status quo’, ou seja, não aceitar as coisas como são, simplesmente porque são desse jeito. Tenha sempre um olhar crítico e repense seus métodos e estratégias, veja se tudo está mesmo sendo feito para alcançar o seu objetivo final. Caso se trate de um processo já estabelecido na empresa em que você trabalha, sugira mudanças. Elas não virão se alguém não sair do que já está estabelecido.

6. Foco no resultado

O foco no resultado é importante para garantir uma melhora na qualidade do serviço. É igualmente importante, ter ao mesmo tempo uma visão horizontalizada e verticalizada, ou seja, do macro e do específico.

“O avanço da tecnologia não é mais linear, e sim exponencial. Isso representa enormes oportunidades de gerar valor com rapidez, mas, ao mesmo tempo, traz enormes desafios sobre nosso papel no mercado de trabalho, a maneira que absorvemos conhecimento e como lidamos com outras pessoas. A questão aqui é mudar seu comportamento e realizar a transformação do seu mindset junto com a tecnologia”, aconselha Iorio.

Greentech Challenge tem sua primeira edição no Brasil 641

Greentech Challenge tem sua primeira edição no Brasil

Evento global focado em empresas sustentáveis desembarca no país e realiza bootcamp com startups

Novas demandas por tecnologias de impacto ambiental, tanto da indústria quanto dos consumidores finais, apontam para o aumento mundial de investimentos nesta área. Para apresentar estas iniciativas, a empresa dinamarquesa Green Innovation Group vem ao Brasil pela primeira vez. Ela é uma das líderes em buscar inovação “verde” pelo mundo. Para começar esta relação com o país, a Green Innovation traz seu evento Greentech Challenge para São Paulo.

Realizado no Cubo Itaú dia 28 de novembro, o evento será dedicado à compreensão e discussão do mercado de “negócios verdes”. Estarão presentes players como Marcos Penido, Secretário de Infra-Estrutura e Meio Ambiente do Estado de São Paulo, que apresentará o Projeto Poluição dos rios Pinheiros e Tietê; Ricardo Gravina, da Climate Ventures; e Gustavo Junqueira, da Inseed.

Assuntos como Investimento de Impacto Sustentável global e local, Green Venture Capital Global e Brasil e Blockchain serão abordados em painéis. Estão confirmados também o dinamarquês Martin Petersen, diretor do Green Innovation Group e criador do evento, e Alessandra Sollberger, suíça de origem brasileira que é líder no mercado de blockchain global e CEO da Evermore Health.

Além disso, 12 startups brasileiras selecionadas pela Green Innovation finalizarão um intenso bootcamp (programa de imersão) de três dias, apresentado no palco suas iniciativas para participantes.

“O objetivo é trazer empresas cujos produtos tenham rentabilidade comprovada e validada. Há uma grande demanda por alternativas que, futuramente, poderão se tornar o produto principal no lugar de materiais e também ser formas de energia. Segundo o monitoramento do banco Credit-Suisse, 80% dos investidores pertencentes à geração Millenial têm interesse em negócios de impacto ambiental”, explica o representante do grupo dinamarquês no País, Tiago Brasil Rocha.

A base de dados da aceleradora conta com mais de 6 mil tecnologias de impacto mapeadas globalmente. Das startups aceleradas pela Green, mais de 70% que participaram do Greentech Challenge aumentaram o capital em cerca de 500 mil euros. São iniciativas nas áreas de aquacultura, blockchain, nanotecnologia, indústria 4.0, lixo, agricultura, energia via biomassa e Internet das Coisas (IOT), entre outras.

O evento traz ao país um olhar mais mercadológico para o meio sustentável: um segmento com empresas de rentabilidade comprovada e validada, escalabilidade global e com soluções necessárias para as futuras necessidades do campo, indústria e consumidores.

“O Greentech Challenge propõe uma mentalidade invertida, na qual o propósito das ideias das empresas vêm antes de sua rentabilidade, e conecta estas ideias com interessados”, afirma Tiago.

Dinâmica do bootcamp

Durante os 3 primeiros dias – entre 25 e 27 de novembro – uma seleção de 12 empresas promissoras será treinada, por meio de interações com grandes mentores na FEA-USP. Os critérios para a seleção foram: negócios já ativos no mercado, com potencial de venda, que despoluem o meio ambiente e reduzem dióxido de carbono (CO2).

Entre os parceiros na mentoria estão o Itaú, os escritórios de advocacia Tozzini Freire, brasileiro, e J. Pereira da Cruz, português, a Secretaria de Infra-Estrutura e Meio Ambiente do Estado de São Paulo, a Brain Business School, escola de empreendedorismo, entre outros.

Divulgação
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No dia 28 de novembro, as startups farão seus pitches no Cubo, para uma audiência de participantes de mercados relevantes. O Challenge recebeu, ao todo, mais de 100 inscrições de startups brasileiras.

Ituran lança sistema de rastreamento dual operadora que otimiza custos de frotas 1004

Ituran lança sistema de rastreamento dual chip que otimiza custos de frotas

Solução trará maior abrangência de sinal GPRS em nível nacional

A Ituran Brasil, líder global em rastreamento veicular, anuncia uma novidade ao mercado: a partir de novembro de 2019, todas as novas instalações através do canal Corporate, sairão com o novo sistema de rastreamento via GPRS, ou seja, com Canal dual operadora e sem qualquer custo adicional.

Os veículos de frota equipados com a solução Ituran terão maior abrangência de sinal ao rodar pelo Brasil o que, na prática, vai significar mais segurança e otimização de custos na gestão de frotas.

A solução Dual Operadora permite que o equipamento permaneça atuando com operadoras distintas e sempre com a melhor cobertura da região. Com um chaveamento automático, o equipamento sempre irá operar com a melhor intensidade de sinal da região. “Na prática, isso significa maior segurança para os nossos clientes, além de fornecer ainda mais opções para gestão logística”, afirma Claudio Vilar, Gerente Comercial Nacional da Ituran Brasil.

“Com esse sistema, a gestão de frota fica muito mais completa, permitindo que informações como desvios de rotas, ociosidade, uso indevido do veículo e custos desnecessários deixem de ser captadas por conta de uma região que não dispõe de sinal de uma determinada operadora telefônica”, afirma Vilar.

Para ele, a boa gestão de custos através de rastreamento e compartilhamento de dados é muito vantajosa para as frotas, uma vez que é possível aferir informações precisas que impactam no custo final. “O sistema permite traçar rotas que demandem menos gastos com combustível, pneus e outras partes do carro. A economia para uma frota de tamanho médio, por exemplo, acaba sendo muito mais significativa”, afirma.

Devido a sua capacidade ampliada de rastreamento e localização, segundo o especialista, as chances de buscas bem-sucedidas em casos de veículos furtados/roubados aumentam significativamente. “Isso se deve, em termos práticos, ao novo avanço tecnológico de cobertura dual operadora. Ele acumula possibilidades maiores de soluções de rastreamento. É um grande avanço em termos de precisão de leitura”, finaliza.

Essor participa da Expo ABGR 2019 681

Essor participa da Expo ABGR 2019

Ao todo foram mais de quatro mil participantes

Mais de quatro mil participantes circularam pelos auditórios, plenárias e feira de exposição nos dias 12 e 13 de novembro, naquele que é considerado o maior evento de gerenciamento de riscos da América Latina, a Expo ABGR 2019. A atração acabou sendo o local ideal para encontrar as personalidades e especialistas, para networking e troca de conhecimento. Foi o que ocorreu com Leandro Poli, diretor técnico da Essor Seguros e Felipe Aragão, presidente da Latin America RE – Administração e Corretagem de Resseguros.

Os dois confraternizaram em frente à sala de imprensa e celebraram o sucesso do evento. Poli elogiou a programação com temas atuais e relevantes, como riscos ambientais e riscos cibernéticos. “Esse tipo de debate é importante para a disseminação da cultura de prevenção de riscos”, destacou.

Ele também chamou atenção para a importância da oportunidade de trocar experiências e contatos entre seguradoras, resseguradoras, risk managers e brokers, a exemplo da sua aproximação com a recém-chegada no mercado brasileiro, Latin America RE. “Entendemos que irá promover e contribuir para o crescimento de negócios, facilitando as parcerias entre seguradoras e resseguradoras, tanto nacional como internacionalmente”.

Congresso dá sinal verde a nova Frente Parlamentar Mista de Segurança Contra Incêndio 668

Congresso dá sinal verde a nova Frente Parlamentar Mista de Segurança Contra Incêndio

Proteger patrimônios históricos, culturais, públicos e privados está entre as prioridades do movimento, liderado pelo deputado federal Guilherme Derrite (PP-SP)

A Frente Parlamentar Mista de Segurança Contra Incêndio (FPMSCI) continuará suas atividades na nova legislatura. O anúncio do reinício das atividades aconteceu no último dia 19, no salão nobre da Câmara dos Deputados, em Brasília. Com o retorno aos trabalhos, uma das prioridades da Frente presidida pelo deputado federal Guilherme Derrite (PP-SP) será o aprimoramento da proteção contra incêndios no Brasil, que inclui patrimônios históricos, culturais, públicos e privados. Além de atuar como vice-líder na Câmara, o parlamentar tem longa experiência na Polícia Militar e Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo.

“As tragédias do Museu Nacional, do Flamengo e Hospital Badin evidenciaram fragilidades nos sistemas de proteção de incêndio de patrimônios históricos e instituições privadas. Precisamos continuar avançando com uma agenda propositiva que traga proteção concreta à sociedade”, pontua Marcelo Lima, coordenador do Conselho Consultivo da Frente e diretor geral do Instituto Sprinkler Brasil (ISB). “A presidência do Guilherme Derrite deve representar um reforço dos resultados da Frente. Estamos bastante otimistas com a chegada dele e convictos de que ele ajudará, e muito, nessa vocação que temos de buscar melhores e mais eficientes mecanismos de prevenção e combate a incêndios, e isto passa pela estruturação de um arcabouço robusto incluindo aperfeiçoamentos em políticas públicas e normas complementares à Lei Kiss”, completa.

A Frente também vislumbra frentes de ação convergentes. Pretende batalhar pela certificação de equipamentos e instalações de segurança, buscar melhorias na legislação contra incêndio, capacitação e qualificação específica para profissionais da área de segurança contra incêndio, além de aperfeiçoar e padronizar a coleta, inteligência e divulgação de dados de incêndios e causas no Brasil.

A FPMSCI foi criada em 2015 com o objetivo de ampliar a discussão e o debate junto à sociedade civil organizada sobre o problema de incêndios em todo o território nacional. Ao final de cada legislatura, os trabalhos da Frente são suspensos automaticamente. Para voltar à ativa, parlamentares da Câmara e do Senado Federal eleitos em 2018 deram seu apoio em assinaturas favoráveis à continuidade da Frente.

Empresas declaram preocupação com o risco de incêndio, mas ainda falta concretude e investimentos em planos de prevenção e contingência para enfrentar o problema

As empresas com operações no Brasil declaram atribuir alta relevância a riscos de incêndio para suas operações, mas é pequeno o número das companhias que já conta com os sistemas mais avançados de combate às chamas em suas instalações.

Os dados constam de pesquisa realizada pelo Instituto Ipsos junto a empresas multinacionais e de capital nacional com mais de 250 funcionários a pedido do Instituto Sprinkler Brasil, entidade sem fins lucrativos que trabalha para disseminar a cultura de sistemas de prevenção e combate a incêndios no ambiente empresarial. Foram realizadas 300 entrevistas telefônicas com o responsável ou que participa diretamente na tomada de decisão de investimentos de sistemas prediais das empresas entre os dias 01 e 28 de maio com margem de erro de 5,7 p.p. em todas as regiões do Brasil.

Os dados do levantamento mostram que 77% das empresas declaram considerar muito importante o risco de incêndio para seus negócios e que 82% dizem ter clareza do impacto que este tipo de ocorrência pode gerar para suas operações.

A pesquisa mostra ainda que 85% das companhias dizem levar em consideração as condições de prevenção a incêndio na hora de contratar um espaço (prédio ou galpão) para abrir unidades de produção ou distribuição.

No entanto por falta de legislação adequada na época de ocupação e construção, de disponibilidade de profissionais especializados e de inteligência de dados para a tomada de decisão pública e privada o levantamento mostrou que das 300 empresas entrevistadas pelo Ipsos, apenas 36% contam com proteção ativa automática para combate às chamas, chuveirinhos automáticos (sprinklers em suas instalações.

O levantamento mostrou que apenas 14% das empresas entrevistadas dizem contar com sistema deste tipo em todas as suas unidades e 22% declararam contar com o sistema em apenas algumas unidades operacionais.

O levantamento mostrou que o uso de chuveiros automáticos é maior entre as multinacionais. 48% das empresas estrangeiras, com operações no país, ouvidas pelo levantamento, disseram tê-los em suas operações. Entre as empresas nacionais, o índice é de apenas 34%.

O porte também influi na decisão. O índice de uso de sprinklers em empresas com mais de 500 funcionários é de 45%. Entre empresas menores, com 250 a 499 funcionários, o percentual é de 28%.

Gestão

“Os dados mostram que há sensibilidade para o tema, mas as empresas não estão de fato informadas sobre as condições concretas para evitar grandes incêndios, que podem afetar a sociedade e a continuidade de suas atividades”, diz Marcelo Lima, diretor-geral do Instituto Sprinkler Brasil.

As fragilidades não estão somente nas instalações. A pesquisa mostra que a gestão das empresas ainda não absorveu integralmente o risco de incêndio em seu planejamento estratégico.   O levantamento mostrou, por exemplo, que apenas 54% das empresas entrevistadas afirmam categoricamente que contam com plano estruturado de retomada de negócios em caso de incêndio. O índice é de 51% entre as empresas de capital nacional e de 65% entre as empresas multinacionais.

O controle da cadeia de suprimentos também apresenta fragilidades. A pesquisa mostra que 57% das empresas afirmam categoricamente que solicitam planos de prevenção para seus parceiros de negócios e fornecedores de insumos. Neste caso, a prática e adotada de forma mais consistente (59%) entre as empresas de capital nacional que nas multinacionais (51%).

“A maioria das empresas não vivenciou um grande incêndio e isso torna a percepção do risco um pouco distante de seu processo decisório”, avalia Lima.

O levantamento Ipsos avaliou ainda o perfil de investimentos em sistemas de combate a incêndio nas empresas. De acordo com a pesquisa, 71% dos respondentes gastam exclusivamente o previsto em lei. Apenas 22% investem acima do exigido pelas autoridades. Entre as empresas brasileiras esse índice é de 19%. Entre as multinacionais, sujeitas a controles globais mais rígidos, 35% das empresas investem acima do que prevê a legislação brasileira de prevenção e combate a incêndio.

“O Brasil vem avançando em protocolos para este tipo de risco, mas ainda há deficiências na legislação. Isso explica o investimento maior das multinacionais, que têm que prestar contas aos controladores lá fora”, avalia Lima.

A pesquisa detectou que relatos de grandes incêndios não são suficientes para mobilizar as empresas em torno da questão.  Apenas 23% das companhias entrevistadas disseram pensar em investir ou em aumentar os recursos para sistemas de combate a incêndio após grandes ocorrências.

AMMS premia “Mulher Destaque do Ano” e “Companhia Destaque na Categoria Mulheres na Liderança” 694

AMMS premia "Mulher Destaque do Ano" e "Companhia Destaque na Categoria Mulheres na Liderança"

Confraternização acontece nesta quinta, em São Paulo

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A AMMS promoverá um grande evento de confraternização nesta quinta-feira, dia 21 de novembro, a partir das 19 horas, na Villa Bisutti | Espaço 011 (Rua Alvorada, 1035 – Vila Olímpia – São Paulo – SP).

Durante o encontro, serão premiadas, pela primeira vez, a “Mulher Destaque do Ano” e a “Companhia Destaque na Categoria Mulheres na Liderança”.

O evento servirá ainda para celebrar o primeiro aniversário da AMMS e comemorar as conquistas amealhadas em 2019. A festa será uma grande oportunidade de networking, além de muita diversão com show do artista Gabriel Silva (The Voice Brasil), que cantará um repertório especial de black music em homenagem ao “Dia da Consciência Negra” (20 de novembro).

Haverá descontos para participação das associadas da AMMS e de funcionários dos patrocinadores com inscrições através do e-mail corporativo. Mais detalhes neste endereço.