Impacto do risco de reputação empresarial duplica na era digital 460

Impacto do risco de reputação empresarial duplica na era digital

Relatório analisa dinâmica entre o risco à reputação e o valor do acionário na era da tecnologia e inovações das mídias sociais

Eventos que envolvem a reputação das empresas, como ataques cibernéticos, têm um impacto direto no preço de ações, segundo mostra o relatório publicado pela Pentland Analytics, em parceria com a Aon, empresa global líder de serviços profissionais, que oferece ampla gama de soluções em riscos, previdência e saúde.

O estudo Risco de Reputação na Era Cibernética 2018 analisou 125 crises de reputação ocorridas na última década, medindo o impacto no valor acionário no ano seguinte aos respectivos eventos. O relatório concluiu que o efeito no valor acionário causado pelas crises de reputação duplicou desde o surgimento das mídias sociais. Nem o tamanho da empresa, ou ter uma boa reputação, oferece qualquer proteção contra perda de valor após uma crise.

“Embora as ferramentas e a conscientização sobre a gestão de risco tenham evoluído, o risco de reputação continua influenciando as empresas, sendo uma de suas principais preocupações. Nos últimos 10 anos, o risco de reputação ocupou um dos primeiros lugares na Pesquisa Global de Gestão de Risco da Aon”, afirma Randy Nornes, Líder de Clientes Corporativos da Aon. “Empresas experientes que desenvolvem e usam uma estrutura robusta de gerenciamento de risco podem não apenas enfrentar melhor os eventos que envolvem a reputação, mas é possível frequentemente ter um ganho líquido em ! valor após tais eventos”.

Em tempos de crise, os investidores utilizam informações sobre uma empresa compartilhadas em mídias sociais para reavaliar suas expectativas de capital, o que pode impactar positiva ou negativamente o preço das ações de uma empresa. O relatório mostrou que as empresas podem aumentar seu valor em 20% ou reduzi-lo em 30%, dependendo de seu preparo quanto ao risco de reputação e comportamento gerencial logo após uma crise.

“Mesmo que a procura por seguros cibernéticos esteja crescendo mundialmente, ainda permanece uma enorme lacuna entre a cobertura de riscos cibernéticos e a tradicional. Estima-se que o crime digital causou cerca de US$ 550 bilhões em perdas no ano passado. Porém, em média, as empresas são cobertas por apenas 15% das potenciais perdas com os riscos cibernéticos, contra 59% das perdas em demais ativos”, comenta Maurício Bandeira, Gerente de Produtos Financeiros da Aon Brasil.

O estudo identificou fatores chaves para uma recuperação bem-sucedida após um abalo de reputação, incluindo:

  1. A comunicação no período de crise deve ser imediata e global
  2. A percepção de honestidade e transparência é essencial
  3. Responsabilidade social e ativa é fundamental

“Novas tecnologias continuam surgindo, tais como robótica, inteligência artificial e biônica, e todas requerem uma vigilância constante”, acrescenta a Dra. Deborah Pretty, Diretora Fundadora da Pentland Analytics. “O desenvolvimento tecnológico aumentou o risco de reputação tornando as tecnologias mais intuitivas, baratas e rápidas para que as pessoas disseminem informações”, finaliza Pretty.

A pesquisa principal sobre o impacto das crises no valor acionário foi realizada, primeiramente, por Pretty em 1993, e novamente em 2000, antes que as mídias sociais tivessem uma influência ativa. Os relatórios, respectivamente, focaram nas habilidades contrastantes das empresas em se recuperar das crises bem como no impacto sobre a reputação na ausência de perda física. Na versão de 2018 do estudo, foi dada uma atenção especial, tanto ao crescimento das mídias sociais, quanto ao valor do impacto de ataques cibernéticos.

Leia mais sobre esse assunto no The One Brief ou baixe o relatório completo neste link.

Iniciativas da Sabemi são reconhecidas por colaboradores 414

Pesquisa do Great Place to Work aponta que 95% do público interno está satisfeito com as medidas adotadas pela seguradora

Em tempos de pandemia, ações efetivas aliadas a uma comunicação clara, transparente e responsável são fundamentais para amenizar incertezas e passar segurança aos colaboradores. Neste sentido, a Sabemi, em parceria com a Great Place to Work, consultoria que reconhece empresas com os melhores ambientes de trabalho ao redor do mundo, ouviu mais de 400 colaboradores com o intuito de medir a qualidade de suas ações diante deste cenário.

A efetividade das medidas adotadas pela empresa foi reconhecida na pesquisa, que apontou que 95% dos colaboradores estão satisfeitos com a postura da Sabemi.

A pesquisa foi dividida em duas dimensões: “Cuidados com as pessoas” e “Incentivo aos negócios”. A primeira dimensão aponta que 99% dos entrevistados entendem que a Sabemi adotou as medidas necessárias para proteger seus colaboradores e familiares e 98% acreditam que a companhia os colocou em primeiro lugar na abordagem em relação à pandemia. A dimensão “Incentivo aos negócios” traz o dado de que 94% do público se sente bem informado pelos gestores sobre os movimentos da empresa para superar esse cenário e 92% dos respondentes percebem que os colegas estão ativos na busca por soluções novas e melhores formas de fazer as coisas. Em todos os indicadores do estudo, a Sabemi está acima da média em comparação às demais empresas participantes.

“Este resultado tangibiliza a nossa crença de que o cuidado com as pessoas vem em primeiro lugar. Em nenhum momento, medimos esforços para preservar a segurança do nosso time – mesmo que a distância. Acompanhamos com prioridade os protocolos e orientações das autoridades da saúde e estamos a todo momento buscando os melhores recursos que contribuam, na medida do possível, com a normalidade das nossas operações”, afirma a gerente executiva de RH, Paula Bizzi.

Desde que a pandemia da Covid-19 chegou ao Brasil, a Sabemi realizou uma série de ações para garantir a segurança de seus mais de 500 colaboradores e a continuidade regular de todas as suas operações. Desde março, a empresa colocou em prática uma reorganização dos seus processos, com alocação de 100% da equipe em home office e o reforço do atendimento pelos canais digitais, como WhatsApp e aplicativo.

Generali apresenta sólida rentabilidade dos negócios 393

Resultados são do 1º trimestre de 2020

O resultado operacional total foi de 1.448 milhões de euros graças à contribuição dos segmentos P&C (“não-vida”) e de Gestão de Ativos, que também inclui recentes aquisições, bem como da Holding e outros negócios.

A lucratividade técnica P&C melhorou, com o índice combinado de 89,5% (-2,0 pps); a lucratividade dos novos negócio de Vida continuou alta em 4,04% (-0,35 pps) e a receita da Gestão de Ativos continuou aumentando.

Já o total dos prêmios emitidos brutos permaneceu em 19,2 milhões de euros (+0,3%), com o desenvolvimento positivo do segmento P&C (+4,0%). No segmento de Vida, entradas líquidas totalizaram 3,1 bilhões de euros (-25,2%) e as provisões técnicas continuaram em 363,4 bilhões de euros (-1,6%), devido ao desempenho atual do mercado financeiro.

A Generali também conquistou uma sólida posição de capital do Grupo com Índice de Solvência Preliminar em 196%.

O lucro líquido do Grupo foi de 113 milhões de euros (744 milhões de euros no primeiro trimestre de 2019) e foi afetado em 655 milhões em net impairments em investimentos, devido ao impacto da Covid-19 no mercado financeiro, além da contribuição de 100 milhões de euros(2) alocados para o Fundo Extraordinário Internacional do Grupo para a emergência da pandemia. Não houve contribuição de alienações em comparação com um ganho de 128 milhões de euros no primeiro trimestre de 2019.

O lucro líquido afetado por redução ao valor recuperável de investimentos (Impairments). Esses são mudanças nos prêmios, as entradas líquidas de Vida e PVNBP (valor presente de novos prêmios de negócios) que foram apresentadas em termos equivalentes (em taxas de câmbio e escopo de consolidação constantes). houve também alterações nos resultados operacionais, investimentos próprios e provisões técnicas de Vida, que excluíram ativos alienados durante o mesmo período de comparação.

O CFO do Grupo Generali, Cristiano Borean, comentou: “Em um dos momentos mais difíceis e incertos das últimas décadas, com a emergência da Covid-19 o consequente forte impacto financeiro e na macroeconomia, nosso modelo de negócios garantiu a continuidade das operações do Grupo e nos permitiu manter nosso papel de Parceiro Vitalício dos nossos clientes. Isso também é resultado da crescente digitalização de nossos processos e produtos, uma rede de distribuição multicanal que aproveita uma rede de agentes e diversidade internacional. Os primeiros três meses do ano mostraram um bom desempenho e confirmaram a sólida posição de capital do Grupo. O lucro líquido foi afetado pelos impedimentos devido ao desempenho do mercado financeiro atual, resultado da pandemia”, disse.

Capemisa contribui para confecção e doação de máscaras de tecido 408

Acessório será distribuído às famílias do Lar Fabiano de Cristo e garante renda extra a costureiras

A Capemisa Seguradora está contribuindo para que famílias assistidas pela entidade possam produzir 5 mil máscaras caseiras, que estão sendo distribuídas a funcionários das casas de apoio, às pessoas atendidas e seus parentes. Cerca de 45 mães costureiras e dez voluntárias de pelo menos 20 instituições estão trabalhando com retalhos de oficinas de costura que eram realizadas no Lar e também tecidos doados para a produção deste novo item de necessidade básica, por conta dos desdobramentos da pandemia de Covid-19 no país.

A iniciativa, segundo a presidente da entidade, Regina Oliveira, vai ajudar a contribuir com a renda de famílias que deixaram de trabalhar neste período de isolamento social. “Além de ajudar a proteger as pessoas assistidas pelas nossas casas, essas mães estão recebendo material e ajuda de custo, estão trabalhando, estão produzindo, o que é muito importante para elas”, conta.

As doações da Capemisa foram enviadas a casas de assistência nas regiões Sudeste, Sul, Norte e Nordeste.

“A nossa seguradora foi criada com a finalidade de arrecadar recursos para a manutenção de diversas obras sociais, em especial, o Lar Fabiano de Cristo. Esses recursos são destinados para cuidar de mais de 3.800 famílias e aproximadamente 18.500 pessoas em todo o país. Neste momento sem precedentes e tão desafiador, nosso apoio a essas casas se torna ainda mais importante”, afirma o presidente da Capemisa, Jorge Andrade.

Mag Seguros lança portal de gestão de Vida em Grupo 411

Iniciativa garante ao corretor mais autonomia sobre a sua carteira

A Mag Seguros, seguradora especializada em vida e previdência com 185 anos de atuação ininterrupta no Brasil, acaba de lançar mais uma ferramenta de apoio ao dia a dia dos corretores. O portal de Seguros Coletivos tem como objetivo ajudar estes profissionais na gestão dos contratos de vida em grupo.

“A iniciativa da companhia em lançar esta ferramenta garante ao corretor ainda mais gestão sobre a sua carteira, contribuindo diretamente o seu dia a dia. Tudo isso com autonomia e agilidade. Com este lançamento, reforçamos ainda mais o nosso compromisso firmado de ser a seguradora parceira destes profissionais”, explica Osmar Navarini, diretor Comercial da Mag Seguros.

Com o Portal de Seguros Coletivos da Mag Seguros, será possível realizar ações como a gestão dos contratos, emissão de certificados, realizar abertura de sinistro, verificar informações de faturamento, analisar a base de clientes e abrir chamados específicos para a seguradora, bem como realizar o seu devido acompanhamento.

“Estamos desenvolvendo cada vez mais recursos e soluções que facilitem a atividade dos corretores e possam ajudar na gestão e geração de mais e melhores negócios”, finaliza Navarini.

Kuantta Consultoria lança e-book gratuito sobre Covid-19 423

Objetivo é avaliar como o mercado de seguros irá passar pela crise econômica

Com objetivo de avaliar como o mercado de seguros vai passar pela crise econômica e o que os corretores podem fazer para manter seus negócios, a Kuantta Consultoria produziu um e-book com o título “O corretor de seguros e a crise do Covid-19 – Como sobreviver?”. A proposta é iniciar um debate sobre algumas questões que são consideradas importante para superar o momento. A instabilidade causada pela pandemia do novo coronavírus afeta todos os países do mundo e obriga as pequenas, médias e grandes empresas a reinventarem suas atividades para não desaparecerem.

Arley Boullosa explica que não existe uma fórmula pronta para resolver problemas específicos e que cada corretora de seguros precisa estabelecer no seu planejamento o modelo de ações que se encaixem no perfil das suas atividades. “Tenho procurado através da Kuantta, auxiliar os corretores com e-books objetivos e com dicas práticas para que saibam o que estamos fazendo na nossa corretora e está funcionando ou não. Acredito que isso faz muita diferença. Tem muita teoria por aí. Todos viraram especialistas para salvar os corretores da crise, mas é “achismo” demais. Poucos estão realmente passando os efeitos porque não são corretores. São lives demais com soluções milagrosas que não estão alinhadas com a realidade que temos no dia a dia de uma corretora. Espero que os materiais que estamos disponibilizando ajudem os corretores e principalmente que leiam e estudem. Não estou fornecendo fórmulas prontas, cada negócio é um negócio e cada um precisa descobrir o que precisa fazer para melhorar o desempenho e os resultados. É hora de rever tudo e sempre reforço isso nos materiais”, explicou.

O e-book traz relatos sobre quais possíveis soluções para passar pela crise, análises de cenários, como inovar como startup, a importância da redução das despesas, da análise sistemática da operação, auxilia no conhecer o novo cliente e a busca de novos canais de captação dos mesmos,  fazendo um comparativos das empresas que não entenderam a mudança com as que compreenderam e seguiram em frente. O material também demonstra o conjunto de estratégia da gestão de pessoas, a jornada do cliente, a avaliação da performance, explica o que é um contrato de gestão, a reflexão sobre os processos, a implantação de novas ferramentas tecnológicas, o investimento em marketing digital, o plano de trabalho e a busca por parcerias como alternativa de acelerar ações que agreguem nas operações e resultados.

O e-book é gratuito e está disponível no link  O Corretor de seguros e a crise