Impacto do risco de reputação empresarial duplica na era digital 309

Impacto do risco de reputação empresarial duplica na era digital

Relatório analisa dinâmica entre o risco à reputação e o valor do acionário na era da tecnologia e inovações das mídias sociais

Eventos que envolvem a reputação das empresas, como ataques cibernéticos, têm um impacto direto no preço de ações, segundo mostra o relatório publicado pela Pentland Analytics, em parceria com a Aon, empresa global líder de serviços profissionais, que oferece ampla gama de soluções em riscos, previdência e saúde.

O estudo Risco de Reputação na Era Cibernética 2018 analisou 125 crises de reputação ocorridas na última década, medindo o impacto no valor acionário no ano seguinte aos respectivos eventos. O relatório concluiu que o efeito no valor acionário causado pelas crises de reputação duplicou desde o surgimento das mídias sociais. Nem o tamanho da empresa, ou ter uma boa reputação, oferece qualquer proteção contra perda de valor após uma crise.

“Embora as ferramentas e a conscientização sobre a gestão de risco tenham evoluído, o risco de reputação continua influenciando as empresas, sendo uma de suas principais preocupações. Nos últimos 10 anos, o risco de reputação ocupou um dos primeiros lugares na Pesquisa Global de Gestão de Risco da Aon”, afirma Randy Nornes, Líder de Clientes Corporativos da Aon. “Empresas experientes que desenvolvem e usam uma estrutura robusta de gerenciamento de risco podem não apenas enfrentar melhor os eventos que envolvem a reputação, mas é possível frequentemente ter um ganho líquido em ! valor após tais eventos”.

Em tempos de crise, os investidores utilizam informações sobre uma empresa compartilhadas em mídias sociais para reavaliar suas expectativas de capital, o que pode impactar positiva ou negativamente o preço das ações de uma empresa. O relatório mostrou que as empresas podem aumentar seu valor em 20% ou reduzi-lo em 30%, dependendo de seu preparo quanto ao risco de reputação e comportamento gerencial logo após uma crise.

“Mesmo que a procura por seguros cibernéticos esteja crescendo mundialmente, ainda permanece uma enorme lacuna entre a cobertura de riscos cibernéticos e a tradicional. Estima-se que o crime digital causou cerca de US$ 550 bilhões em perdas no ano passado. Porém, em média, as empresas são cobertas por apenas 15% das potenciais perdas com os riscos cibernéticos, contra 59% das perdas em demais ativos”, comenta Maurício Bandeira, Gerente de Produtos Financeiros da Aon Brasil.

O estudo identificou fatores chaves para uma recuperação bem-sucedida após um abalo de reputação, incluindo:

  1. A comunicação no período de crise deve ser imediata e global
  2. A percepção de honestidade e transparência é essencial
  3. Responsabilidade social e ativa é fundamental

“Novas tecnologias continuam surgindo, tais como robótica, inteligência artificial e biônica, e todas requerem uma vigilância constante”, acrescenta a Dra. Deborah Pretty, Diretora Fundadora da Pentland Analytics. “O desenvolvimento tecnológico aumentou o risco de reputação tornando as tecnologias mais intuitivas, baratas e rápidas para que as pessoas disseminem informações”, finaliza Pretty.

A pesquisa principal sobre o impacto das crises no valor acionário foi realizada, primeiramente, por Pretty em 1993, e novamente em 2000, antes que as mídias sociais tivessem uma influência ativa. Os relatórios, respectivamente, focaram nas habilidades contrastantes das empresas em se recuperar das crises bem como no impacto sobre a reputação na ausência de perda física. Na versão de 2018 do estudo, foi dada uma atenção especial, tanto ao crescimento das mídias sociais, quanto ao valor do impacto de ataques cibernéticos.

Leia mais sobre esse assunto no The One Brief ou baixe o relatório completo neste link.

Sincor-RJ realiza curso sobre Seguro de Automóvel 434

Sincor-RJ realiza curso sobre Seguro de Automóvel

Aulas acontecem nos dias 06 e 08 de agosto, entre 9h e 12h

Divulgação
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A Diretoria de Ensino promove um curso nos dias 06 e 08 de agosto, das 9h ao meio-dia, no Auditório do Sindicato dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro (Sincor-RJ), com o tema “Seguro de Automóvel: Mercado, Produto e Vendas. Quem vai ministrar as aulas será o Professor e Membro da Banca de Concursos da Escola Nacional de Seguros, Marco Aurélio Fonseca.

Para Marco Aurélio, o seguro de automóvel é um dos principais produtos que gera um elo de ligação com o segurado. “Atualmente, o seguro de automóvel é um dos seguros que os consumidores mais se preocupam em contratar, por ser um bem de valor significativo, adquirido com sacrifício por grande parte dos segurados, mas com enorme potencial de perda e danos elevados a terceiros. Quando cito o elo de ligação, afirmo que com o seguro auto, tudo facilita. Desce o início do desenvolvimento do contrato, até a forma do corretor prestar seus serviços, desenvolver a confiança profissional com o cliente e realizar outros negócios”, explicou.

De acordo com Arley Boullosa, Diretor de Ensino Técnico do Sindicato, é necessário um curso sobre essa modalidade de seguro, para que os alunos tenham os detalhes precisos para efetuar um bom trabalho. “Precisamos de um curso de seguro de automóvel que vá além de explicar riscos cobertos, riscos excluídos e precificação. Foi isso que pedimos para o Marco e tenho certeza que corretores e funcionários de corretoras terão uma visão nova de como comercializar o produto automóvel e aproveitar oportunidades. Além da concorrência, hoje o cliente é muito bem informado e precisamos estar cada vez mais qualificados”, concluiu.

Aurélio é sócio da FL Administradora, Consultoria e Corretagem de Seguros, possui Certificação Profissional CNseg – Certificado CPC1, do primeiro exame realizado em 2015, conhecimento técnico dos ramos e planos de seguros, legislação e práticas e processos operacionais com seguros, experiência em elaboração, administração e desenvolvimento do programa de seguros diversos.

Para confirmar a presença e fazer a inscrição, é só acessar este endereço. O curso é gratuito para associados do Sincor-RJ e não sócios pagam R$ 50,00.

Inscrições para programa de bolsas do Google vão até 29 de julho 313

Inscrições para programa de bolsas do Google vão até 29 de julho

Serão distribuídos 2 milhões de reais entre projetos oriundos das universidades da América Latina

No próximo dia 29, o Google encerra as inscrições para o Latin American Research Awards, o LARA, programa voltado para estudantes de mestrado e doutorado de universidades da América Latina e também para seus professores e orientadores. Desde o seu lançamento, em 2013, mais de 70 projetos foram beneficiados em toda a América Latina.

Este ano, o LARA distribuirá 2 milhões de reais para projetos oriundos de toda a região. Os pesquisadores selecionados receberão bolsas individuais para desenvolver seus projetos em Ciência da Computação, Engenharia e áreas afins no decorrer de um ano. As instruções podem ser encontradas neste site.

Conheça os campos de pesquisa contemplados:

  • Geo/Maps;
  • Interação entre humanos e computadores;
  • Recuperação, extração e organização de informações (incluindo gráficos de semântica);
  • Internet das Coisas (incluindo cidades inteligentes);
  • Machine learning (aprendizado de máquinas) e data mining (mineração de dados);
  • Dispositivos móveis;
  • Processamento natural de línguas;
  • Interfaces físicas e experiências imersivas;
  • Privacidade;
  • Outros tópicos relacionados a pesquisas na web.

Porto Seguro consolida Cartão de Crédito para PMEs 370

Porto Seguro consolida Cartão de Crédito para PMEs

Produto atende as necessidades de controle e separação das despesas da empresa com a do proprietário

Nos seis primeiros meses de comercialização, o Cartão de Crédito Empresarial Porto Seguro, voltado para Pequenas e Médias Empresas, consolida-se como uma importante ferramenta para melhorar a organização financeira e profissionalização dos negócios. Já são mais de R$ 20 milhões em operações de crédito.

Dos cartões emitidos até o momento, 90% foram para micro e pequenas empresas e o gasto médio da fatura mensal é de R$ 2,5 mil. Entre as principais despesas, estão os aplicativos de mobilidade, certificação digital, plataformas de gestão de campanhas de marketing e redes de varejo.

Segundo Marcos Loução, diretor do Porto Seguro Cartões, esse perfil de gasto é diferente da pessoa física, que concentra, prioritariamente, em farmácias, postos de gasolina e restaurantes. “Atualmente as empresas dependem de soluções e aplicativos específicos para manterem-se inovadoras nos segmentos em que atuam e saudáveis financeiramente. É neste momento que um cartão de crédito específico para o seu negócio e que separe os gastos pessoais dos da empresa faz a diferença”, completa o executivo.

Desde o lançamento do Cartão Empresarial, o objetivo da companhia é dar suporte e simplificar as rotinas de compras e a operação das organizações, colaborando para o crescimento das vendas do negócio. O produto completa o primeiro semestre de operações com um índice de ativação acima da média do mercado e superior aos cartões de pessoa física. Os bons resultados nos índices de ativação e gastos do cartão provam que os nossos estudos estavam certos e temos um mercado de pequenos e médios empresários.

De acordo com as projeções da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), os pagamentos realizados com cartões devem crescer em torno de 16% em 2019, chegando ao patamar de R$ 1,8 trilhão. Atenta ao crescimento e tendências do mercado, a Porto Seguro Cartões oferece acesso à uma plataforma de para auxiliar o pequeno e médio empresário gerir o seu negócio, ao mesmo tempo que permite a transferência dos pontos do Programa de Relacionamento para seu cartão pessoa física. “O nosso objetivo é conceder maior tranquilidade e segurança aos clientes, sejam eles usuários de cartões de crédito pessoal ou empresarial”, acrescenta Loução.

Rodrigo Bacellar, da OdontoPrev, é eleito um dos melhores CEOs do Brasil pela Forbes 321

Rodrigo Bacellar, da OdontoPrev, é eleito um dos melhores CEOs do Brasil pela Forbes

Levantamento utiliza metodologia da FGV, que considera resultados financeiros dos últimos anos

Rodrigo Bacellar é Diretor Presidente da OdontoPrev / Divulgação
Rodrigo Bacellar é Diretor Presidente da OdontoPrev / Divulgação

O Diretor Presidente da OdontoPrev, Rodrigo Bacellar, foi eleito um dos melhores CEOs do Brasil na 5ª edição do prêmio da Revista Forbes Brasil. O levantamento, com metodologia da FGV, considera os resultados financeiros entre 2010 e 2017, além da avaliação dos resultados de 2018 para identificar consistência no último ano.

“É uma grande honra receber esse prêmio, pois reconhece os esforços de toda a equipe no Brasil, que atua como um verdadeiro time”, comemora Rodrigo Bacellar, CEO da OdontoPrev. A publicação destaca o crescimento da OdontoPrev nos últimos anos sob a liderança do executivo.

À revista, Bacellar declarou: “Costumo brincar que nunca vou entender mais de odontologia do que os profissionais especializados, ou de marketing como os profissionais da área. Então, o que busco é trazer uma visão de fora da caixa para tentar extrair o máximo de cada área. Assim, posso contribuir para que o time, como um todo, tenha um resultado acima da expectativa”.

Com mais de 20 anos de experiência no mercado financeiro nacional e internacional, Bacellar assumiu a posição de CEO da OdontoPrev em junho de 2016. Bacharel em engenharia civil pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), possui MBA na University of Warwick – Warwick Business School, na Inglaterra.

Sob o comando de Bacellar, em 2018, a OdontoPrev continuou a apresentar resultados sólidos e consistentes com aceleração do crescimento, com a expansão da receita líquida no segmento massificado, de planos PME e individuais, de 16,2% e 21,4%, respectivamente, em relação a 2017, além da geração de caixa, remuneração aos acionistas e expansão anual de 16% do lucro líquido, totalizando R$ 285 milhões e uma margem líquida de 17,9%, a melhor da década.

Grupo NotreDame Intermédica lidera ranking de MidCaps em Saúde da Institutional Investor 379

Grupo NotreDame Intermédica lidera ranking de MidCaps em Saúde da Institutional Investor

Ranking é baseado em mais de 1 mil votos de gerentes e analistas latino-americanos

A Institutional Investor acaba de anunciar os vencedores de seu ranking “2019 Latin America Executive Team”. Na relação de MidCaps, entre as melhores empresas de capital aberto da área de saúde no Brasil o Grupo NotreDame Intermédica conquistou a primeira colocação na categoria “Best Investor Relations Program”. Destaque também para o presidente do Grupo NotreDame Intermédica, Irlau Machado Filho, eleito o melhor CEO nas categorias “Buy Side”, “Sell Side” e “Overall”.

Os resultados do ranking da Institutional Investor, um dos mais reconhecidos do setor, são baseados em votos de 1.000 gerentes de portfólio, analistas e analistas sell-side que investem e cobrem ações latino-americanas.

“Apesar do pouco tempo em que estamos no Novo Mercado, o ranking vem para validar nossa estratégia de crescimento orgânico e oferta de produtos com alta qualidade e custos acessíveis, aquisições e maciço investimento em Rede Própria de atendimento”, avalia o CEO do Grupo, Irlau Machado Filho.

Glauco Desiderio, diretor de Relação com Investidores, comemora o ótimo desempenho no ranking e diz acreditar que a empresa tem cumprindo todas as promessas feitas desde a abertura de capital. “Temos sido capazes de crescer com qualidade, e este reconhecimento reforça que o estamos no caminho certo, tomando decisões acertadas e agindo com máxima transparência”, diz o executivo.