A internet vai acabar com o corretor de seguros? 773

A internet vai acabar com o corretor de seguros?

Profissionais devem apostar na força do marketing digital para garantir expansão dos negócios

A profissão de corretor de seguros tem evoluído muito nos últimos anos, e isso é notável tanto para quem ingressou na área recentemente, quanto para aqueles que pertencem à categoria desde o tempo em que as propostas eram preenchidas e protocoladas manualmente.

No entanto, esta não é uma exclusividade do ramo, já que a tendência é que todas as profissões sejam afetadas pela modernização, em maior ou menor grau. As empresas mudam, os clientes mudam, e, consequentemente, a forma de fazer negócios também muda. Por que, então, o corretor de seguros deveria permanecer estático?

Seja qual for a área de negócio, estar atento as mudanças e ser flexível a elas, é uma necessidade indispensável a sobrevivência num mercado cada vez mais competitivo. O mundo hoje é dinâmico, rápido e as pessoas acompanham esse ritmo, buscando rapidez e agilidade em basicamente tudo, desde a hora de alimentar-se, solicitar meio de transporte, fazer compras e até mesmo na contratação de serviços.

E é claro que quando se fala em rapidez e agilidade, não podemos deixar de falar na internet. Hoje, estar presente na web não é mais um diferencial, mas sim uma obrigação a qualquer empresa que deseja manter-se ativa e relevante no mercado. Mas, como isso impacta os profissionais de seguros?

Impacta muito. Você, provavelmente, já deve ter ouvido queixas a respeito de como a internet tem prejudicado os corretores de seguros, não é mesmo? Está cada vez mais fácil contratar um seguro sem sequer sair de casa, totalmente online e, geralmente, com um preço bastante inferior. Isso acontece muito nas seguradoras ditas como digitais, sem intermediários. No entanto, é preciso estar atento, uma grande parte destas “seguradoras” não são regulamentadas pela SUSEP e vendem proteção veicular como se fosse seguro, o que definitivamente não são a mesma coisa.

A internet não é de forma alguma prejudicial, mas, não saber utilizá-la a seu favor certamente é. Quando um simples usuário da internet pesquisa “seguro de automóvel barato”, garantir que ele encontre respostas no seu site é um grande primeiro passo para a possível concretização de uma venda. Para isso, profissionais de seguro devem sim investir nos meios digitais como forma de propulsão dos seus negócios.

E não pense que isso exige grandes investimentos. O custo das estratégias de marketing digital é significativamente menor quando comparado as estratégias convencionais. Os resultados, em contrapartida, são muito maiores, fazendo valer o custo-benefício.

Quando se trata de marketing digital, não há distinção entre o tamanho da empresa ou a quantidade de clientes que ele já tem, os resultados são igualmente positivos e devem, sim, ser uma aposta para o crescimento rápido e saudável da organização. Ao utilizar as estratégias corretas, além de atrair clientes em potencial, sua empresa torna-se capaz de concretizar mais negócios, alcançar uma região muito mais ampla de atuação e principalmente, criar um relacionamento de longo prazo com os mesmos.

Não se trata de ver a internet como uma ameaça, pois, ela realmente não é. A verdadeira ameaça é permanecer estático frente as transformações, recusando-se a mudar, quando todo o cenário em volta está mudando. Muito mais do que um vendedor, o corretor de seguros é um consultor, e quem desempenha essa tarefa com qualidade terá sempre o seu espaço garantido.

*Artigo produzido em parceria com a Agência Oblige (www.oblige.com.br).

Como investir em registro de marca e não cair em armadilhas 584

Startup Consolide listou oito dicas para você não cair em roubada no momento de proteger a marca da sua empresa

Para que uma empresa se mantenha ativa no mercado e não sofra com prejuízos que impactam na sua credibilidade e resultado, é fundamental proteger o nome, a marca do estabelecimento. Isso só é possível através do registro da marca no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial). Apenas quem detém uma marca registrada está protegido legalmente de cópias e tem o direito de utilizá-la com exclusividade no seu segmento, em todo o país.

Por ser muito importante e um processo complexo, muitos empreendedores buscam informações na internet e se deparam com a possibilidade de contratar uma empresa especializada no Registro de Marca de forma totalmente online. A verdade é que o serviço de registro de marca online oferece grandes vantagens como a agilidade, segurança e valores acessíveis, o que torna esta uma excelente opção.

Atualmente existem excelentes empresas que prestam o serviço de registro de marca online, porém, para evitar cair em armadilhas ou contratar maus prestadores deste serviço é importante estar atento. Por isso, antes de contratar uma empresa especializada em registro de marca, verifique se ela tem:

• Contrato Digital: ter um contrato digital é um grande diferencial. Ele protege o cliente, especificando o escopo do trabalho; além de ser um processo do qual somente empresas que prezam pelo cliente apostarão. Como é uma ferramenta que necessita de alto investimento, poucas empresas disponibilizam esta possibilidade aos clientes. Empresas pouco sérias dificilmente colocarão à disposição do cliente esta opção. Portanto, verifique se a empresa que você pensa em contratar oferece a assinatura de contrato digital e proteja o seu investimento;

• Transparência e acompanhamento do início ao fim do processo: empreendedores precisam contar com parceiros que expliquem com transparência e propriedade todo o processo do registro de marca, bem como ofereça um serviço completo, que vá desde a pesquisa de viabilidade do pedido (identificação se já não existe uma marca igual ou semelhante com registro), passando pela abertura e acompanhamento do processo, culminando no parecer técnico e entrega do certificado de registro de marca. Tudo isso dentro de um mesmo investimento. Isso deixa o empresário seguro do que está contratando, bem como evita cair em armadilhas que, no início, parecem ter custo menor, mas ao fim de todo o processo, pode levar a um gasto de 5 vezes ou mais do valor investido inicialmente. Atenção: ligue o sinal de alerta se a consultoria não tirou todas as suas dúvidas. E sempre questione o valor total do registro.

Atendimento personalizado e pagamento depois do serviço iniciado: um bom parceiro vai dar o primeiro passo antes de você. Aposte em empresas que enviam o protocolo do pedido de registro de marca emitido pelo INPI antes do seu pagamento, afinal, só um parceiro sério consegue dar esta segurança para o empreendedor. Além disso, conte com uma consultoria que entende você, que se preocupa com a sua marca, seja ágil e flexível, ajudando-o a chegar na melhor negociação. “Na Consolide, nossa missão é ajudar o empreendedor a proteger o próprio negócio. Para tanto, investimos em um atendimento humanizado, mesmo que online, e com flexibilização no pagamento do serviço. Ainda protocolamos o pedido do registro da marca em até 24h e o pagamento pelo cliente é feito só depois do serviço iniciado”, afirma Alan Marcos, CEO da Consolide.

• Verifique as avaliações no Reclame Aqui, no Google e nas Redes Sociais: investigue o website da empresa e suas redes sociais, os comentários no Google e no Reclame aqui. Assim você terá bons indícios sobre a qualidade do atendimento da empresa e, inclusive, foge de pegadinhas. Avaliações positivas e recentes demonstram que a empresa é ativa, e que os clientes ficam satisfeitos com o serviço. Ainda acompanhe a frequência de posts nas redes sociais das empresas. Estes pontos dão indícios de que a empresa está ativa e poderá ser uma excelente parceira.

• Tecnologia à favor do cliente: a transparência tem que estar presente em todo o processo – da contratação até o recebimento do certificado. Hoje existem empresas que possibilitam isso aos clientes por meio de um dashboard ou área do cliente, que seja alimentado em tempo real com os dados do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). Assim, você acompanha todo o processo de onde estiver, pelo celular ou computador, e sabe exatamente o status do seu pedido de registro. “Nós investimos na transparência com nossos clientes, por isso, desenvolvemos um sistema totalmente online que permite o acompanhamento do processo atualizado em tempo real”, afirma Alan.

• Garantia de um novo registro: ao fim do processo, existe a possibilidade do pedido de registro de marca não ser aprovado. Isso porque o INPI leva em consideração fatores subjetivos no momento da análise dos processos e não tem como prever que será concedido o registro. Por isso, fuja de empresas que dão certeza do registro da marca. Então, se tiver o pedido negado, o empresário pode ter que dar entrada a um novo processo. Hoje poucas empresas de registro de marcas oferecem a garantia da abertura de um novo processo de pedido de registro, sem custo ao cliente, caso o pedido seja indeferido, reduzindo o investimento feito.

• Busque empresas que possuam advogados especialistas em registro de marca: conte com um parceiro que tenha um corpo de advogados que possam te oferecer o melhor serviço e a segurança de ser atendido por profissionais altamente qualificados para analisar o seu processo e orientar você com propriedade em todas as etapas. Isso pode fazer toda a diferença.

• Ações que aumentam a confiança e segurança no serviço: contratar um serviço pelo telefone ou pela internet sempre gera aquela dúvida, certo? Para maior segurança, peça para conhecer a estrutura da empresa e não aceite vídeos gravados – vídeos ao vivo do ambiente da empresa são a melhor opção. Se o vendedor for resistente, este é um grande ponto de atenção! Uma empresa idônea, correta e honesta não tem problema nenhum em mostrar o ambiente de trabalho para você.

Investimento de estrutura de TI para empresas de logística 889

Grupo de tecnologias nos possibilita vivenciar uma experiência real e imersiva em um ambiente virtual

A maneira como percebemos e interagimos com a tecnologia está se transformando radicalmente. Os aplicativos que usamos diariamente e as novas tecnologias e serviços que estão surgindo, impulsionados pela internet das coisas (IoT), estão nos conectando e propiciando a criação de plataformas tecnológicas (ambientes digitais de conexão), realidade aumentada, realidade virtual e realidade mista. Este grupo de tecnologias nos possibilita vivenciar uma experiência real e imersiva em um ambiente virtual.

Essas representações virtuais poderão ser utilizadas para analisar, monitorar e controlar equipamentos, processos, produtos e serviços, ampliando de forma surpreendente a eficiência dos ambientes em que estamos inseridos. Em paralelo, a Inteligência Artificial e a Otimização interagem de forma fundamental nestes ambientes extraindo as melhores soluções possíveis que não poderiam ser alcançadas, e muitas vezes nem mesmo imaginadas, pela mente humana.

Processo de desenvolvimento e implantação nas operações

O primeiro passo é treinar, motivar e engajar as equipes, desde a alta gestão até a equipe operacional, sobre a importância desta transformação digital, que também passa a ser uma transformação organizacional, para a sobrevivência do negócio. Outro passo fundamental para o processo de transformação é a criação de um ambiente interno na corporação, incluindo modelo organizacional e processos, que possibilite a empresa absorver essas novas tecnologias de forma positiva, sem corromper seus processos e resultados atuais, ampliando de forma consistente seu grau de eficiência.

Suportado por esses princípios, as empresas devem desenvolver suas plataformas tecnológicas, conectando as atuais e novas tecnologias inseridas, e gradativamente elevar o nível técnico dos resultados obtidos para o próprio negócio e, principalmente, para seus clientes.

Benefícios aos clientes

O objetivo principal é garantir aos clientes a melhor solução (solução ótima) para suas necessidades logísticas. Para tanto, precisamos entender profundamente e de forma digital as demandas dos nossos clientes e em paralelo deter a melhor estrutura de ativos aptos para encontrar as referidas soluções. A plataforma tecnológica receberá informações digitais dos ativos operacionais, (TMS, veículos, equipamentos e afins) somada às informações também digitais obtidas eletronicamente dos clientes, e utilizará ferramentas de pesquisa operacional (OR) para minimizar os custos operacionais existentes e maximizar o nível de serviço, garantindo a melhor solução possível neste sistema para todos os agentes que participarem.

A importância do investimento em tecnologia

Muito mais complexo do que uma captação de recursos para o desenvolvimento do negócio, será a capacidade de transformação destes negócios em tempo hábil, pois isso representa uma verdadeira transformação nos modelos existentes. Revisitando a história, percebemos que o grande diferencial para o crescimento do Uber foi que a sua plataforma tecnológica possibilitou que os veículos fossem muito mais bem utilizados e, consequentemente, mesmo com custos menores por viagem fossem alcançados ganhos de margem iguais ou maiores que os táxis por meio de uma massiva diluição dos custos fixos e não operacionais.

Na logística este processo deve ser semelhante, entretanto, de uma forma muito mais complexa em termos tecnológicos, pelo simples fato que não serão otimizadas viagens individualizadas e porque não deve existir abundância de recursos para absorver a sazonalidade e os diferentes fluxos de cargas entre as regiões. Por exemplo, quando buscar-se-á um frete de São Paulo para Fortaleza, com certeza, o menor custo não será apenas a melhor oferta de um veículo para esse destino, mas será a melhor utilização deste ativo saindo de São Paulo, chegando a Fortaleza e retornando na melhor, ou melhores, rotas existentes até a sua chegada ao ponto inicial (considerando que seja São Paulo).

Em um país como o Brasil, que possui altíssima sazonalidade combinada com um total desbalanceamento no fluxo interno de cargas, esse será o grande diferencial na busca por eficiência. Importante considerar também, que as plataformas que possuam ativos próprios, e que possam alocá-los de acordo com a sua própria demanda, também serão muito mais eficientes na busca por uma efetiva otimização.

Logística daqui a 20 anos

As tendências aqui discutidas devem continuar seu processo de evolução, pois essas tendências e suas tecnologias devem se conectar e iniciar um processo de interação entre diversas plataformas na busca pela melhor solução total do sistema e não somente de plataformas individuais. O efeito combinado destes mega-sistemas é a obtenção de resultados ainda muito mais eficientes.

Considerando esse novo mundo, onde a tecnologia suportará o desenvolvimento da raça humana para níveis de eficiência extrema utilizando a conexão de diversas plataformas digitais e negociando através de smart contracts, deve-se abrir portas para uma nova sociedade que precisará se preocupar com problemas realmente mais relevantes para a sociedade, como o próprio impacto dessas alterações na empregabilidade e distribuição de renda, meio ambiente, saúde, qualidade de vida e tantos outros pontos fundamentais que atualmente temos que nos desconectar, total ou parcialmente, na atual busca por melhores resultados e eficiência nos polos de geração de renda.

*por André Prado

De olho no futuro: SulAmérica promove 14ª edição do programa Corretor Nova Geração 838

Programa tem como objetivo, desenvolver profissionalmente familiares jovens de corretores de todo o país

Até 14 de fevereiro, a SulAmérica realiza a 14ª edição do Corretor Nova Geração, programa que receberá, durante uma semana, 36 jovens de diferentes regiões do Brasil, parentes de corretores de todo o país para uma jornada de conhecimento, aperfeiçoamento e capacitação. Esses novos profissionais vão se reunir com executivos da seguradora e especialistas de áreas diversas em uma programação eclética e dinâmica, com foco em inovação e novos negócios.

Neste sétimo ano de evento (são duas edições anuais), a empresa apresenta, também, uma novidade no formato: ao final de todos os dias, os futuros corretores se reunirão em times e participarão de desafios. No último dia, uma equipe da SulAmérica vai avaliar e premiar o melhor projeto.

“Esse pitch é um formato novo e interessante que oferecemos a esses jovens que vamos receber e treinar com todo comprometimento que é intrínseco à SulAmérica, que acredita e investe no futuro da profissão de corretor de seguros. Nosso programa contribui para que a continuidade dos negócios familiares nesse segmento de mercado esteja em linha com os desejos da atual geração. Falamos sobre inovação, novas tecnologias, estratégias de venda, entre outros”, explica André Lauzana, vice-presidente Comercial e de Marketing da SulAmérica.

“Para nós é fundamental que a nova geração de corretores esteja a par de estratégias de venda e inovação, de forma que consigam alcançar grande sucesso profissional”, explica André Lauzana, vice-presidente Comercial e de Marketing da SulAmérica. “Nós já treinamos mais de 500 filhos de jovens corretores e, a cada edição, aprendemos muito com eles. A troca de informações é sempre muito relevante. Não há outra iniciativa como essa no mercado de seguros”, acrescentou.

Nos cinco dias de evento, os jovens vão participar de palestras, bate-papos, visitar as dependências da empresa e conhecer os produtos da seguradora (Saúde e Odonto, Auto e Massificados, Investimentos, Vida e Previdência). Os jovens corretoresTambém passarão por temas ligados a técnicas e planejamento de vendas, noções de marketing e experiência do cliente — aspectos que permeiam o trabalho de inovação desenvolvido pela companhia.

“Além de todo o aprendizado formal, com workshops e dinâmicas, considero que o grande diferencial do programa é a oportunidade de troca de experiências e informações entre colegas de todo o Brasil”, afirma Lauzana.

LGPD – um desafio para o mercado de seguros 586

Saiba mais sobre LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados)

O mundo mudou amplamente nas últimas três décadas e hoje, as relações são eminentemente virtuais e intermediadas por aplicativos em computadores e smartphones. Serviços bancários, públicos, comerciais e de saúde passaram a ser contratados on-line.

Com o crescimento de redes sociais e publicações dos próprios titulares dos dados, as informações pessoais viraram commodities para o uso de consultorias de análise de tendências (data analytics) capazes de prever comportamentos de compra, tendências de alinhamento político e, por que não, a probabilidade de um sinistro de acordo com o perfil pessoal de cada indivíduo.

Neste cenário, aumentou a capacidade preditiva de seguradoras operando em riscos massificados. Atuando em conjunto com consultorias de data analytics e de posse dos hábitos de utilização de aplicativos por indivíduos buscando a contratação de seguro, ficou muito mais precisa a qualificação e classificação de riscos dos titulares dos dados quanto a seus bens e sua vida, objetos da garantia securitária.

Desta maneira, se estabeleceu uma relação de troca entre as consultorias de análise de dados e as seguradoras. Quanto mais dados acumulados sobre um indivíduo, melhor a predição sobre a qualidade de seu risco. A precificação de seguros massificados vinha se tornando muito mais rápida e eficaz em um ambiente sem regramentos sobre o tratamento dos dados pessoais, salvo pela Superintendência de Seguros Privados que, pontualmente, tocava no assunto.

Agora, com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que criou um novo patamar para o tratamento de dados pessoais com o objetivo de proteger, dentre outros aspectos, os direitos fundamentais da liberdade, privacidade e o livre desenvolvimento da personalidade da pessoa natural, é indispensável se aprimorar o cuidado com o tratamento desses dados.

A norma prevê as hipóteses em que é possível o seu tratamento no meio corporativo, dentre elas destacadas o cumprimento de contrato e/ou de regulamentação ou lei. Está claro que a lei veio para regrar os casos em que, afora o cumprimento de finalidades estabelecidas contratualmente, por lei ou regulação (como, por exemplo, a prestação de garantia securitária), o uso dos dados pessoais se dê para finalidade distinta daquela que está no núcleo da prestação contratual (sobretudo atividades de venda de dados para fins de marketing direcionado).

As perguntas postas às seguradoras são diversas, como por exemplo, se há regulamentação prevendo o tratamento dos dados pessoais, se a quantidade de dados pessoais está adequada ao necessário à subscrição do risco, se o compartilhamento destes dados segue o rito legal e está protegido em caso de vazamentos por terceiros, ou se é possível o rastreamento dos dados para prevenção de sabotagens ou ataques externos, além de responsabilização de agentes de tratamento, incluindo intermediários envolvidos na distribuição do seguro.

Almeja-se elevar o nível de conscientização, pelos titulares dos dados, quanto aos usos e finalidades sobre sua utilização. Isto é, caso o uso de seus dados não esteja estritamente ligado ao cumprimento daquele objetivo informado e não haja outra base legal para justificar o tratamento, será necessária a obtenção do consentimento do titular, inspirando a transparência.

Como grandes detentores de dados, as seguradoras e seus parceiros devem se preparar para essa nova realidade. Dentro deste desafio, será necessário o desenvolvimento de novas regras de compliance de dados e governança corporativa ao lado dos esforços de mapeamento e adequação às novas exigências legais e regulatórias. Assim teremos um novo patamar de transparência na entrega de um produto que é essencial para o necessário desenvolvimento da economia brasileira.

*Por Camila Leal Calais e Paulo Brancher, sócios do escritório Mattos Filho e Thales Dominguez Barbosa da Costa, advogado do escritório Mattos Filho

Aquecimento do mercado de capitais demanda capacitação 1586

Cursos lançados pela ENS prepara profissionais para áreas de grande requisição do setor de seguros

Com o aumento da participação ativa de investidores no mercado financeiro, devido à queda da rentabilidade dos títulos da dívida pública, a gestão corporativa e o conhecimento sobre investimentos se tornaram o centro das discussões acerca da diversificação de riscos empresariais.

Esse aquecimento do mercado de capitais acentuou a importância da preparação de profissionais aptos a solucionar questões relativas aos fundamentos de gestão e decisões de investimento. Ciente dessa demanda, a ENS lançou a Formação Executiva em Gestão & Investimentos, que está com vagas disponíveis no Rio de Janeiro (RJ).

Com duração de 78 horas/aula, o programa aborda temas como Contabilidade Empresarial, Mercado de Renda Variável, Investimentos Financeiros, Educação Financeira e Previdência Complementar, entre outros. Para participar é necessário investimento de R$ 2.950,00 à vista, ou em até cinco parcelas de R$ 601,80.

O curso tem como pré-requisito ensino superior completo.

Gestão de Inovação em Seguros

Outra opção para quem almeja conhecimentos específicos em áreas com grande demanda no setor de seguros é a Formação Executiva em Gestão de Inovação em Seguros. O curso oferece elementos de reflexão e conceituação para que o aluno possa iniciar seu processo de inovação no setor de seguros.

O programa está disponível apenas em São Paulo (SP) e o período letivo terá início em 9 de maio. Os especialistas Carolina Cristina Fernandes, Eduardo Zied, Gustavo Zobaran, Roberto Celestino Pereira e Thomas Victor Conti serão os responsáveis por conduzir as aulas.

Conteúdo programático, pré-requisitos, investimento, duração, matrículas e demais informações estão disponíveis no site ens.edu.br.