Maior evento sobre insurtechs da América Latina reúne grandes especialistas em SP 1924

Startups do setor de seguros e seguradoras compartilham conhecimento e inovação

Uma programação recheada de conhecimento, inovação e troca de experiências marcou a terceira edição do Insurtech Brasil 2019, evento promovido pela Conexão Fintech. Diversos painéis e debates fomentaram conhecimento e troca de experiências, como foi o caso da “Conversa com a Liderança”, realizado na parte da manhã da última quinta-feira, dia 25. Tudo aconteceu na sede da Amcham, em São Paulo.

A CEO da Axa no Brasil, Delphine Maisonneuve, classifica como primordial uma mudança na mentalidade das empresas. “É preciso que queriam experimentar a inovação, mas é necessário que esta transformação faça sentido para a companhia e tenha um real impacto em seus negócios, não apenas porque inovar está na moda”. O CEO da MAPFRE Seguros no Brasil, Luis Gutiérrez Mateo, também segue a mesma linha. “Colaborar, aprender e compartilhar para impactar positivamente nossos clientes, além de gerar novos negócios, promovendo crescimento sustentável. É isso que nos move a inovar”, reitera.

Para Henrique Mazieiro, CEO do Grupo Planetun, a participação da empresa no evento é indispensável. “Um evento como esse é importante para fazer network e mostrar seu desenvolvimento. Eventos como esse viabilizam as novas tecnologias e aproximam as seguradoras das insurtechs, um caminho árduo como é sabido”, explica.

Para Paolo Bonazi, diretor comercial da TEx Tecnologia, o saldo da participação no evento é totalmente positivo. “O mais importante é sempre estar com os olhos abertos, pensar fora da caixa, ver também novas tecnologias que possam agregar aos negócios do corretor. Em minha opinião, tudo que o setor de seguros demorou para evoluir nesse quesito hoje caminha a passos largos, como no caso da inteligência artificial”. O especialista lembra ainda o receio de alguns profissionais do setor em serem substituídos pela tecnologia. “Esse movimento gera uma simplificação para você vender um pouco mais. Você nunca deixará de ser corretor. Nosso modelo de seguros no Brasil é muito particular e a tecnologia está aí para agregar aos negócios deste profissional”, justifica.

Já Carlos Cortez, Diretor Market Management and Direct&Digital LATAM da Allianz Partners, considera relevante estar próximo às startups, seguradoras, corretores e os demais atores do ecossistema. “Vemos como bem relevante a questão de dados, alguns painéis abordaram questões como a privacidade e a regulamentação, pontos que tocam o mercado de uma forma geral. Foi muito importante acompanhar, ver todas as tendências e ver como podemos atender melhor em nossos serviços, com cada uma de suas características”, conta.

Um dos maiores players do setor de assistências no Brasil, a Mondial Assistance também participou do Insurtech Brasil 2019. A Gerente Comercial Sênior, Ana Claudia Calil, considera os investimentos em tecnologia e inovação como “fundamentais”. “Esse é um dos nossos grandes diferenciais: o investimento que fazemos em tecnologia. É, de fato, na prestação de serviço de assistência, tirar o cliente da situação emergencial no menor tempo possível. Só conseguimos fazer isso investindo em tecnologia. Ouvir sobre as startups e novos diferenciais trazem, ainda, a oportunidade de novos negócios. Independente da nossa liderança neste segmento é o que consolida e potencializa essa posição”.

Outra empresa que faz questão de participar de eventos de inovação e tecnologia é a EDR Inspeções e Sinistros. O diretor Mauricio Vieira reitera a importância em saber o que há de novo e o que está sendo feito pelo mercado. “Acredito na troca de experiências e nosso investimento em tecnologia concretiza uma nova insurtech, que será lançada no próximo ano”, revela.

Na opinião de Rossana Costa Schettert, CEO da GEO Big Data, este evento pode ser considerado como uma verdadeira “biblioteca da prática em seguros”. “É o novo seguro. Você vai contratar em um aplicativo ou um site a sua apólice ou a da sua empresa. Assim será com todas as apólices. Ou caminhamos para isso, de forma definitiva, ou teremos que reformular toda a estrutura de nossas empresas. A GEO quer fazer isso em prol do corretor de seguros, nosso único parceiro de negócios”, afirma.

A Coordenadora de Marketing da Previsul Seguradora, Giandra Borges, destaca a programação que reuniu excelentes profissionais. “Estamos com gerentes de projetos, UX, TI e implantação. A companhia sempre valoriza a inovação e busca no mercado mais tecnologia e o que está acontecendo para sempre poder entregar as melhores soluções aos nossos parceiros corretores de seguros”, analisa.

Participante desde a primeira edição, o CEO e Founder da Kakau Seguros, Henrique Volpi, traça um paralelo entre a evolução deste segmento nos últimos anos. “O cenário mudou bastante. Em um primeiro momento havia um distanciamento, mas hoje já existem casos de sucesso. É um trabalho em construção com as seguradoras, que torna tudo muito mais interessante”, avalia. Volpi ainda lidera a primeira entidade de representação de startups ligadas ao mercado de seguros. A Associação Brasileira de Insurtechs foi lançada justamente durante a programação do Insurtech Brasil 2019, com o intuito de aproximar o segmento das discussões em curso pela Superintendência de Seguros Privados (Susep).

Na concepção de Rodrigo Ventura, Founder & CEO da 88 Insurtech, a disrupção cria um panorama totalmente inédito para o segmento. “Aqui começam a surgir inovações, de diferentes tipos. Alguns falam sobre AI, outros de robôs, nós falamos de blockchain, com conexão a aplicativos para celulares. O setor de seguros está se transformando em múltiplas frentes ao mesmo tempo, uma situação totalmente diferente para as seguradoras daquilo que aconteceu nos últimos 200 anos. Olhava-se para o canal de distribuição e produto, não ao cliente. Faziam isso porque tinha a questão da barreira regulatória e de capital intensivo. Agora você tem gigantes de tecnologia que estão transformando tudo”.

O CEO da Euler Hermes, Rodrigo Jimenez, classificou como “indispensável” a participação da maior empresa de seguros de crédito em nível mundial neste evento. “A forma de comercialização e distribuição vem mudando. Não poderíamos deixar de trazer inovações e transformações ao nosso negócio”, classifica. Já Luciano Mendonça, Director of Market Management, Commercial and Distribution (MMCD) da Euler Hermes, conceitua “distribuição” e “parcerias” como as palavras-chave deste verdadeiro congresso de experts em inovação. “Os meios para as parcerias acontecerem já estão dados. Damos todo apoio para que isso aconteça, com produtos bastante customizados”, completa.

Outra empresa em evidência na feira de negócios foi a ExperMed Perícias Médicas. O Founder & CEO, Eduardo Della Giustina, frisa a importância do big data e analytics para sua operação. “Temos visto que, principalmente no que diz respeito a regulação de sinistros. As seguradoras acabam pagando de uma maneira em que não existe assertividade. A partir do momento em que se parametriza o histórico que possuímos de perícias, trazemos redução de custos e também da judicialização”.

Temporais destroem empresas no Brasil 725

Temporais destroem empresas no Brasil

Situação comum em dias de chuvas pode ser amenizada com seguro empresarial

O país acumula grandes histórias de desastres naturais. Todos os anos vendavais, alagamentos e temporais, destroem patrimônios públicos, casas e empresas. Diversas pessoas sofrem algum tipo de prejuízo, entre elas, empresários que muitas vezes passaram a vida construindo seu negócio (no qual é responsável ainda pelo sustento de diversas outras famílias), tem todo o seu patrimônio aplicado nele, e acaba perdendo tudo ou se afundando em dívidas para fazer os reparos necessários.

No mercado, porém, existe o seguro empresarial, o qual, cobre essas situações e ameniza os danos e/ou prejuízos causados. Vanessa Alves, diretora comercial da San Martin Corretora de Seguros (franquia especializada no mercado de seguros), conta que existe cobertura também para vendaval, furacão, ciclone, tornado, granizo e muitas outras nesse sentido.

Ela explica que o seguro empresarial atende exatamente a necessidade do cliente. Por isso, no momento da contratação são analisados os principais riscos que o negócio pode correr. E no caso de desastres naturais, a demanda mais comum é na região sul do país, principalmente Santa Catarina, onde mais de 90% das apólices incluem cobertura contra vendaval.

“Essa região sofre muito com chuvas fortes e vendavais, por isso, é muito grande a probabilidade de um local ser afetado por essas causas, como já aconteceu no passado. Então essa cobertura é fundamental”, relata.

Cobertura abrangente

Outra situação constante por aqui são os casos de incêndios e quedas de raios. Situações que o seguro empresarial também cobre. Aliás, essas são apenas algumas. Também entram no serviço: roubo e furto qualificado, responsabilidade civil, danos elétricos, quebra de vidros, espelhos, mármores, equipamentos e despesas fixas.

Vanessa reforça que o seguro empresarial oferece soluções para estabelecimentos comerciais e/ou industriais com coberturas totalmente adequadas aos seus ramos de atuação.  “Esse seguro oferece relativa tranquilidade quanto a eventuais prejuízos que podem atingir o patrimônio de sua empresa, sejam bens materiais (equipamentos, móveis, etc) e estrutura física abrangendo em alguns casos inclusive documentos ou valores em espécie”, explica.

A diretora acrescenta que neste caso, o empresário tem a possibilidade de resguardar o patrimônio de sua empresa de forma mais ampla, unindo várias coberturas em uma única apólice. Mas, para que a escolha seja a melhor possível, é imprescindível que ele tenha informações qualificadas.

Escolha das coberturas

As coberturas do seguro se dividem em: básica e opcionais. A contratação da cobertura básica é obrigatória, acompanhada de, pelo menos, uma ou mais  coberturas opcionais – de acordo com as ofertas da seguradora. “Outras proteções contra riscos podem ou não ser contratadas, conforme o interesse do segurado. Na lista de opcionais, ele deve avaliar o grau de importância de cada uma delas para o empreendimento dele”, orienta a profissional.

Ela esclarece ainda que na hora de escolher o seguro multirrisco patrimonial, é preciso cuidado para não contratar coberturas opcionais desnecessárias. “Ou, ainda, que não levem em consideração as particularidades do negócio”, sublinha.

Em relação aos seguros convencionais, a modalidade apresenta várias vantagens. Vanessa pontua e finaliza:

  • Redução das taxas em relação aos chamados seguros convencionais;
  • Conjugação de várias coberturas em uma só apólice, com cláusulas menos restritivas e de mais fácil compreensão pelos segurados; e
  • Estruturação modular com uma ampla gama de coberturas e garantias acessórias, permitindo ao segurado a escolha, entre elas, das mais adequadas às suas necessidades, o que resulta na montagem de um seguro “personalizado”.

IESS indica que cadeia de saúde está empregando mais, apesar da redução de beneficiários 553

IESS indica que cadeia de saúde está empregando mais, apesar da redução de beneficiários

Levantamento revela comportamento de contratações do setor privado e público em julho de 2019

Quase 5 milhões de brasileiros são empregados pela cadeia da saúde no Brasil. O montante equivale a 11,3% da força de trabalho no País. De acordo com o Relatório de Emprego da Cadeia Produtiva da Saúde, feito pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), 73,3% deste total ou cerca de 3,6 milhões são trabalhadores com carteira assinada no setor privado.

Apenas em julho de 2019, a saúde suplementar registrou 93,5 mil contratações e 88,1 mil demissões, totalizando um saldo positivo de 5,4 mil postos de emprego formal. O que corresponde a 12,2% do saldo geral de 43,8 mil novos postos de trabalho criados pela economia nacional como um todo. “É evidente que a cadeia de saúde é uma das forças motrizes na economia nacional. O setor já responde por 11,3% da força de trabalho no País e o saldo de empregos na saúde privada tem respondido por mais do que esse porcentual no total de novos postos de trabalho gerados no mês. O que indica que a participação do setor tende a crescer ao longo do tempo”, comenta José Cechin, superintendente executivo do IESS.

O executivo destaca que o setor continua contratando apesar de haver retração no total de beneficiários de planos de saúde médico-hospitalar. “Entre julho deste ano e o mesmo mês do ano passado, 133 mil beneficiários deixaram seus planos. Uma retração de 0,3%. Ainda assim, o setor contratou mais 120 mil pessoas no período”, compara Cechin. “Os dados indicam que o setor acredita em um processo de recuperação de beneficiários e está se preparando para tanto”, avalia.

Está é a primeira edição em que o Relatório de Emprego da Cadeia Produtiva da Saúde traz o total de empregados também pelo setor público e mais dados sobre o segmento devem estar disponíveis na próxima edição da publicação, que irá permitir, pela primeira vez, uma análise temporal do nível de empregos nesta cadeia como um todo (setor público e privado). “Estamos trabalhando para aprimorar a qualidade das informações que disponibilizamos ao mercado e fornecer ainda mais subsídios para as tomadas de decisões”, comenta Cechin.

Consórcio Imobiliário: opção de investimento rentável e seguro 781

Consórcio Imobiliário: opção de investimento rentável e seguro

Modalidade não exige valor de entrada e a carta de crédito acompanha o reajuste das parcelas

Segundo o levantamento realizado pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), a compra ou a quitação do imóvel próprio é o principal objetivo do retorno das aplicações financeiras do investidor brasileiro. Dos 42% que têm alguma aplicação, 31% pretende comprar ou quitar parcelas de imóvel ou terreno. “Para quem tem planos de investir na aquisição da casa própria, apartamento ou terreno, o Sistema de Consórcio é uma boa opção. Não tem juros e a taxa administrativa é embutida nas parcelas do financiamento”, explica o diretor da Porto Seguro Consórcio, William Rachid.

Além destas vantagens, o Consórcio de Imóveis não exige valor de entrada e a carta de crédito acompanha o reajuste das parcelas (INCC – Índice Nacional de Custo da Construção), o que mantém o poder de compra. “Essas condições despertam o interesse de pessoas que procuram investimento flexível e atraente”, observa Rachid.

O mercado está em um momento propício para o investir no Sistema de Consórcio, o juro alto do crédito e a seletividade dos bancos na concessão de financiamento dificultam a aquisição. Neste cenário, consórcio é uma opção que viabiliza a compra de forma planejada. Vale ressaltar que investir em imóvel significa uma decisão com solidez, essa modalidade permite uma rentabilidade mensal, por meio do aluguel e com o passar do tempo, o imóvel valoriza mais e tem pouco risco de perda.

No Porto Seguro Consórcio, o cliente é assessorado em todas as fases, desde consultoria na hora da venda até a solução de pendências e o momento de contemplação. “Nossa preocupação é oferecer mais conforto e segurança na hora da contratação, esclarecendo todas as dúvidas e apresentando todas as possibilidades que contempla o investimento”, explica Rachid.

No Porto Seguro Consórcio de Imóveis, o cliente paga a taxa de administração, o fundo de reserva e o seguro de vida, que são diluídos ao longo do período do grupo. Além dos sorteios mensais, o indivíduo pode ofertar lances, o que aumentam as chances de contemplação. Nessa modalidade, o consumidor pode utilizar o FGTS para o lance, complementar o crédito ou ainda amortizar o saldo devedor.

As cotas disponíveis variam de R$ 55 a R$ 500 mil e as parcelas podem ser contratadas a partir de R$ 349,00 e em até 200 meses para pagamento. Mais informações sobre os planos do Porto Seguro Consórcio estão disponíveis neste site.

Seguro para reservatório demanda gerenciamento de risco diferenciado 1083

Seguro para reservatório demanda gerenciamento de risco diferenciado

Proteção para o segmento é construída de forma personalizada, considerando diversos fatores com o objetivo de mitigar os impactos de um sinistro

A atividade industrial demanda um gerenciamento de processos que garantam que a planta fabril não seja paralisada por fatores externos, como a falta de matéria-prima. E o uso de reservatórios próprios é uma das principais soluções utilizadas por empresas para resguardar o seu abastecimento ou realizar o armazenamento de produtos.

Os tanques, como também são conhecidos, podem ter dimensões variadas, de acordo com as necessidades produtivas da companhia, e serem instalados sobre o solo, em uma estrutura elevada, ou no subterrâneo.

O diretor responsável pela área de Grandes Riscos da MAPFRE Brasil, Jonson Marques de Sousa, explica que, dentro do gerenciamento de risco que as seguradoras fazem para as indústrias, os reservatórios são um dos itens que recebem especial atenção em virtude da importância estratégia que possuem para as empresas e da potencial possibilidade de incidentes que oferecem.

“Os reservatórios das indústrias podem ser utilizados para o armazenamento de uma infinidade de insumos, incluindo gases e líquidos inflamáveis. Por este motivo, a análise dos riscos é realizada de forma personalizada, levando em consideração o tipo da construção, volume do insumo guardado, capacidade, conservação, etc.”, explica.

Na MAPFRE, destaca o diretor, a construção da apólice é realizada considerando informações dos corretores, a experiência técnica de subscritores especializados e os dados dos relatórios de inspeção de nossos engenheiros que vão até a empresa fazer uma análise detalhada de todos os riscos. Nestas visitas, que funcionam como uma consultoria, são apontados, inclusive, procedimentos que podem ser adotados para mitigar o risco de um incidente.

As coberturas da apólice são estruturadas de acordo com a necessidade da empresa e podem ter o valor da indenização preestabelecido ou no sistema ‘all risks’, que é mais abrangente.

Marques pondera que o sinistro em um reservatório, geralmente, envolve valores elevados para reparação e paralisação da produção, razão pela qual o seguro cumpre um papel muito importante que é o de garantir, por meio de indenização, que a operação seja restaurada o mais rápido possível, minimizando as perdas.

Líder na comercialização de produtos de Grandes Riscos no país hoje, a preocupação com a questão ambiental é mais um dos diferencias do gerenciamento de risco realizado pela MAPFRE. “Quando falamos em produtos químicos, a questão da contaminação do solo sempre está no radar, por isso em nossas análises trazemos recomendações sobre procedimentos que evite ou mitigue danos ao meio ambiente caso ocorra um incidente”.

AIG Seguros anuncia novo CFO para o Brasil 575

Hercules Pascarelli é o novo CFO da AIG Seguros no Brasil / Divulgação

Hercules Pascarelli possui quase 20 anos de experiência profissional em diversas empresas e seguradoras

A AIG Seguros, que este ano completa 100 de presença no mundo e 70 de atuação no Brasil, acaba de contratar Hercules Pascarelli para seu time de executivos, na posição de CFO (Chief Financial Officer) da empresa no país. Com sua experiência no mercado segurador, desde 12 de agosto Hercules está liderando o time financeiro e ajudando a manter a trajetória de disciplina financeira e de subscrição da companhia.

No Brasil, a estratégia da companhia está focada em rentabilidade no segmento de riscos complexos e no mercado PME, por meio de parcerias que permitem explorar melhor as fortalezas da seguradora e aportar ao mercado brasileiro sua experiência e capacidade globais.

Pascarelli é formado em Ciências Contábeis e Administração de Empresas pela Universidade Paulista (UNIP), possui MBA em Finanças pelo Ibmec de São Paulo e quase 20 anos de experiência profissional em diversas empresas e seguradoras.