ANSP promove debate enriquecedor sobre o Seguro de Crédito no Brasil 348

ANSP promove debate enriquecedor sobre o Seguro de Crédito no Brasil

Entidade reuniu Acadêmicos, Corretores e Seguradoras, no dia 23 de abril, em São Paulo

O Café com Seguro, promovido pela Academia Nacional de Seguros e Previdência (ANSP), no último dia 23 de abril, no auditório do Sindicato das Seguradoras do Estado de São Paulo (SindsegSP), trouxe especialistas que debateram a adoção do seguro de crédito como instrumento de transferência de risco pelas empresas brasileiras. O debate abordou as premissas adotadas pelo primeiro trabalho acadêmico que busca lançar luz sobre os motivos da baixa contratação do produto por empresas.

Edmur Almeida, diretor da ANSP, abriu o evento ressaltando que discussões como essa são fundamentais para consolidar o entendimento sobre os desafios para o desenvolvimento do seguro de crédito no Brasil. “Esse é o principal objetivo desse e de outros fóruns que fazemos”, afirma. João Marcelo dos Santos, presidente, completou “nosso objetivo é fortalecer a instituição do seguro, então, quando temos um tema que é pouco discutido, há uma excelente oportunidade para a ANSP”.

No primeiro painel, o Diretor da ANSP e Sócio Diretor da River Consultores Associados, Rogério Vergara, apresentou um breve histórico do ramo Seguro de Crédito Interno, sua modificação de registro na Superintendência de Seguros Privados (Susep) e a evolução dos volumes de prêmios e sinistros observados de 2011 a 2018, além de apresentar premissas historicamente adotadas como explicação para a baixa aderência observada, ressaltando que “o trabalho acadêmico que se lança não pode estar subjugado às premissas não testadas já debatidas pelo mercado”. Também ressaltou que “As seguradoras mostraram que estão orientadas a modificar o produto e adequá-lo à atual formatação digital que a transformação tecnológica impõem, e, através de insurtechs, pode ser uma forma de fazerem a venda do produto chegar a todas as empresas do Brasil. São três aspectos tecnológicos importantes apontados nas apresentações: a formação do corretor, através de academias on-line, a administração da apólice pelo segurado, por meio das ferramentas que a seguradora disponibiliza e a possibilidade da seguradora fazer a venda do produto, através de corretores preparados, para os segurados com o uso da tecnologia”, ressalta Vergara.

Angélica Pereira, Gerente de Crédito da Lactalis do Brasil, expôs, no segundo painel, reflexo de sua experiência pessoal, os motivos pelos quais o Seguro de Crédito não é usado como mitigador de risco por empresas brasileiras. “Temos pouca informação do seguro de crédito no mercado, talvez essa tenha sido minha inquietação e principal motivação para o aprofundamento no assunto. Acredito que a pesquisa que estamos iniciando vão trazer o motivo do seguro de crédito não ter um desenvolvimento amplo como certamente o mercado deseja”, explica Angélica.

Os pontos de vista das seguradoras e dos corretores foram o centro da discussão do terceiro painel, com a participação de Cristina Salazar, Diretora Executiva da CESCE BRASIL Seguros de Garantias e Crédito S.A, de Samuel Valezi, Diretor de Credit, Political and Security Risk na JLT Specialty Brasil, de Phillip Krinker, acadêmico da ANSP, sódio diretor da Credirisk Corretora de Seguros e membro da Comissão de Seguros de Crédito, Garantia e Fiança Locatícia do SINCOR-SP, e de Rodrigo Jimenez, CEO da Euler Hermes Seguros Brasil. Para Rodrigo, o seguro de crédito é uma alternativa importante para incertezas e deixou de ser uma ferramenta meramente de proteção para ser uma ferramenta de gestão financeira. “A indenização em caso de não pagamento, na minha opinião, é o último fator. O grande carro-chefe do seguro de crédito é prover as empresas de informação para que ela possa melhorar cada vez mais a rentabilidade”, afirma.

Phillip Krinker e Samuel Valezi, apresentaram o ponto de vista dos corretores no último painel. “Nós trouxemos assuntos de grande relevância para o mercado de seguro de crédito, que incomodam tanto as seguradoras, quanto as corretoras e segurados. São pontos sensíveis que precisam ser discutidos, colocados à tona e solucionados, pois assim todos ganham”, conclui Krinker.

O Acadêmico Marcelo Finardi, catedrático da ANSP, ficou responsável pela mediação do evento. A coordenação dos trabalhos ficou a cargo Edmur de Almeida, diretor de Fóruns Acadêmicos da ANSP, coordenador das comissões técnicas dos seguros de crédito, garantia e finança locatícia do Sindicato dos Corretores de Seguros do Estado de São Paulo (Sincor-SP) e da Federação Nacional de Corretores de Seguros (Fenacor), e pelo Acadêmico Rogério Vergara, coordenador da cátedra de Seguros de Danos: Riscos Financeiros e Diretor de Relações com o Segmento de Seguros de Danos.

Icatu Seguros lança perfil no Spotify 440

Icatu Seguros lança perfil no Spotify

Ação para o Dia do Cliente terá conteúdo musical que traduz a brasilidade da companhia

A Icatu Seguros marca sua entrada na plataforma de música digital Spotify com uma ação especial para o Dia do Cliente. A seguradora criou duas playlists, com conteúdos para inspirar as pessoas a viver bem o presente, celebrar as conquistas e pensar no futuro através da música.

Valores como liberdade de escolha, parceria e proteção foram o ponto de partida para a criação da programação do projeto, que representa as cinco regiões do Brasil, seus gêneros e estilos musicais, reunindo artistas consagrados e também novos talentos. Alinhadas com todo propósito da companhia, as playlists ganharam nomes como “Criando meu Futuro” e “Sonho Meu”, esta que contou com uma parceria com a gravadora Biscoito Fino na curadoria dos artistas e faixas escolhidas.

“A Icatu tem uma relação muito próxima com a cultura brasileira e para nós, a música é uma linguagem que permite posicionar a marca e estabelecer afinidades com o nosso público. O novo canal terá um conteúdo musical que representa a essência e a brasilidade da nossa marca, que é acessível e está se tornando a cada dia mais digital. As temáticas e playlists se conectam com a vida das pessoas, convidando o ouvinte a sonhar, agir e criar o seu futuro, ações que desenvolvemos no dia a dia do nosso negócio”, afirma Rafael Caetano, diretor de Marketing e Canais da seguradora.

Com uma proposta atemporal, o conteúdo estará disponível a partir de 15 de setembro. Para acessar, basta acessar o perfil Icatu diretamente no Spotify ou através deste link.

Brasil sediará a Conferência Hemisférica de Seguros da Fides em 2021 791

Trata-se da 38ª edição do evento internacional

A cidade do Rio de Janeiro foi escolhida para sediar a 38ª Conferência Hemisférica de Seguros da Fides, em 2021. Pela terceira vez na história da Federação Interamericana de Empresas de Seguros (Fides), fundada em 1946, o Brasil abrigará esse importante evento internacional do mercado segurador, que reunirá 3 mil participantes – entre delegações de resseguradoras e seguradoras globais.

O evento da Fides ocorre a cada dois anos e, a edição de 2019 está sendo realizada essa semana (8 a 11), em Santa Cruz, na Bolívia, onde uma delegação liderada pela CNseg representa o Brasil.

A CNseg, a Confederação das Seguradoras, ficará responsável pela organização do evento, que ocorrerá de 9 a 12 de maio de 2021, no Windsor Expor Center, na Barra da Tijuca. Um vídeo sobre a cidade do Rio, produzido pela CNseg, foi exibido aos participantes da conferência Fides 2019 na terça-feira (10), anunciando, além das belezas do Rio, a abertura imediata das inscrições para o próximo encontro Fides 2021.

Brasil sediará a Conferência Hemisférica de Seguros da Fides em 2021
Brasil sediará a Conferência Hemisférica de Seguros da Fides em 2021

O Brasil é líder em arrecadação de prêmios na América Latina e 12º lugar do ranking mundial. No ano passado, a receita do setor representou 6,5% do PIB, incluindo Saúde Suplementar, e os chamados ativos financeiros administrados pelas seguradoras, R$ 1,3 trilhão.

A primeira Conferência Hemisférica de Seguros, realizada em Nova York, em maio de 1946, foi o passo inicial para a constituição da Fides, para quem “não é possível alcançar um desenvolvimento amplo da indústria e do comércio, sem o seguro”. A Fides agrega entidades de seguros privados de 19 países das Américas, incluindo os Estados Unidos e Espanha e, entre outras atribuições, cabe-lhe cuidar da imagem institucional do seguro e do resseguro, de estimular seu desenvolvimento, de promover o intercâmbio entre os mercados regionais, realizar pesquisas e programas de educação em seguros.

Bradesco estreita laços com corretores no Acampamento Farroupilha 537

Encontro aconteceu nesta quarta, 11

A Bradesco Seguros separou a noite desta quarta-feira (11) exclusivamente para os seus parceiros corretores de seguros no Acampamento Farroupilha. O maior evento em alusão a Revolução Farroupilha acontece em Porto Alegre/RS.

“Todos sabem que o mês de setembro é um momento importante para os gaúchos e, atenta a isso, a Bradesco Seguros sempre faz questão de realizar um momento de alegria, optando por fazer um churrasco no Parque Harmonia, lembrando as tradições e convidando nossos parceiros para estar aqui conosco”, destaca o superintendente executivo da companhia na Região Sul, Altevir Prado. “Isso porque a gente entende que o seguro depende muito de relacionamento e hoje é um dia que a gente faz relacionamentos e pavimenta no dia a dia o fortalecimento das relações”, acrescenta.

Imagens: Filipe Tedesco/JRS

Seguros avançam no mercado do luto, que já movimenta R$ 7 bilhões por ano 568

Seguros avançam no mercado do luto, que já movimenta R$ 7 bilhões por ano

Proteções já representam 5% dos R$ 350 milhões de faturamento obtido pelo Grupo Invita

O Grupo Invita está colhendo bons resultados a partir da diversificação de produtos comercializados pelas 16 organizações do conglomerado que atuam em 13 estados do Brasil como funerárias, cemitérios, crematórios e empresas de planos funerários.

Os planos oferecidos por essas empresas aos clientes, que antes se limitavam aos produtos funerários, passaram a também incluir seguros e assistências a partir de 2014. Os novos negócios, que já equivalem a 5% dos R$ 350 milhões de faturamento do Grupo, deverão representar 15% em até 4 anos. O aumento é considerado expressivo em função da alta rentabilidade da operação. Hoje, os planos das organizações atendem mais de 3,5 milhões de pessoas.

Acordo mira empresas que movimentam R$ 7 bilhões

Os seguros e assistências estão sendo garantidos pela seguradora Mongeral Aegon, com a qual o Grupo firmou em 2017 um acordo de exclusividade para comercializar as apólices no mercado brasileiro do luto. O regime de exclusividade compreende não apenas a oferta de proteções para pessoas físicas, mas também a distribuição de seguros por meio de outras empresas que atuam nesse mercado que movimenta anualmente cerca de R$ 7 bilhões, conforme números do Sindicato dos Cemitérios e Crematórios Particulares do Brasil (Sincep).

Nas transações com outras empresas do mercado do luto (B2B), o Grupo Invita está compartilhando o know-how que desenvolveu ao comercializar produtos que podem ser adquiridos em vida, a partir de uma estrutura originalmente concebida para oferecer soluções somente em caso de óbito. Os seguros atualmente comercializados garantem indenização em caso de morte, invalidez, doença grave, fratura nos ossos, hospitalização e outros eventos.

Conceito de Life Care

“A força da rede de empresas do Grupo Invita está propiciando a mudança do conceito de Death Care para Life Care, em que as organizações podem apoiar, cuidar e amparar as famílias em todos os momentos da vida”, salienta Gilmar de Melo Mendes, presidente do conselho de administração do Grupo. Ele conta que esse novo modelo empresarial exige uma profunda mudança de cultura, que impacta não apenas a área de vendas, mas também outros departamentos das organizações como administração, faturamento, atendimento ao cliente e, principalmente, tecnologia – “que é o principal pilar de qualquer gestão empresarial moderna”.

Conforme o executivo, o sistema Life Care dobrou o índice médio de retenção de novos clientes de planos e, ao mesmo tempo, vem proporcionando um número crescente de parcerias com outras organizações do mercado do luto. Neste ano, outros produtos de seguro serão disponibilizados, além de serviços de saúde e crédito a custos mais acessíveis em relação à média do mercado.

Composição do mercado do luto

O mercado brasileiro do luto possui aproximadamente 5.500 empresas funerárias legalizadas em funcionamento, além de mil cemitérios privados e 90 crematórios, que empregam de forma direta mais de 50 mil pessoas, segundo dados da Associação de empresas do setor funerário (Abredif), Centro de Tecnologia em Administração Funerária (CTAF) e Sindicato dos Cemitérios Particulares do Brasil (Sincep).

Os Planos de Assistência Familiar, pagos mensalmente por milhões de pessoas, atendem, principalmente os públicos C e D. Esses, inicialmente apenas garantiam o atendimento emergencial às famílias na ocasião do óbito, mas hoje também oferecem serviços como rede de descontos em clínicas, academias, escolas e universidades, chegando a também ofertar material de convalescência, seguros, capitalização, empréstimos pessoais e um amplo leque de assistências (pet, veicular, sênior, etc.).

Além disso, outros diversos negócios ajudam a movimentar esse mercado, tais como floriculturas, transportadoras, indústrias de urnas e outros.

Potencial dos negócios com Life Care

Conforme o Grupo Invita, os negócios com Life Care, ou benefícios em vida, proporcionam serviços a custos acessíveis para famílias de todas as classes sociais que, muitas vezes não possuem condições de pagar por esses serviços. O objetivo é atender um mercado carente, uma vez que o país hoje possui 140 milhões de pessoas sem seguro de vida, 35 milhões de veículos sem seguros, 170 milhões de pessoas sem seguro dental e 50 milhões de residências sem seguro contra roubo ou incêndio. Além disso, 148 milhões de brasileiros não possuem convênio médico, 60% da população de baixa renda não tem acesso a cartões de crédito e 60 milhões de pessoas sequer possuem conta em banco – o equivalente a mais da metade da população economicamente ativa . Para contribuir com o atendimento dessas necessidades, o Grupo Invita está aproveitando a capilaridade de sua rede de distribuição e a associação com empresas parceiras para alcançar as mais diversas regiões do Brasil, incluindo as áreas mais remotas.

As empresas que compõem o Grupo Invita estão estabelecidas nos estados do Piauí, Maranhão, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Sergipe, Alagoas, Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul.

Marsh Brasil firma parceria com Global Cyber Alliance 356

Marsh Brasil firma parceria com Global Cyber Alliance

Organização internacional combate atividades cibernéticas maliciosas

A Marsh Brasil acaba de firmar parceria com a Global Cyber Alliance (GCA), uma organização internacional intersetorial que combate atividades cibernéticas maliciosas. A consultoria agora passa a fazer parte de uma ampla rede que une profissionais do mundo inteiro no compromisso de fornecer soluções concretas e mensuráveis para erradicar o risco cibernético.

Para a Líder de Cyber da Marsh, Marta Schuh, as ameaças cibernéticas estão em constante evolução e por isso a união em torno de uma rede facilita a troca de conhecimento e uma ágil reação diante de um ataque. “A parceria fortalece não apenas os negócios da Marsh, mas também protege todo o ecossistema em que estamos inseridos, incluindo governos, empresas e clientes”, afirma.

A GCA está presente em 27 países e conectada a mais de 250 parceiros. Criada em 2015, e sediada em Nova York e Londres, já reduziu as ameaças cibernéticas em empresas de diversos setores como o de telecomunicações, finanças e energia. Entre as ferramentas e auxílios disponibilizados estão os vídeos de treinamento sobre segurança cibernética, recomendações de antivírus e verificador de vulnerabilidades.

“O Brasil é um dos países com maior número de crimes cibernéticos no mundo. Novas regulamentações como a Lei Geral de Proteção de Dados, que entrará em vigor em 2020, vão movimentar a área de segurança cibernética no Brasil. Neste novo cenário, é importante contar com ações preventivas e planejamento para minimizar danos” explica Schuh.