MBM lança novo Portal do Corretor 1241

Ferramenta promete agilidade na cotação, emissão e pagamento de comissões do seguro APP

O Grupo MBM lançou nesta quinta-feira, 02, o novo Portal do Corretor. Inicialmente, a ferramenta disponibiliza a contratação do seguro APP (Acidentes Pessoais de Passageiros) e promete agilidade na cotação, emissão de apólice e pagamento das comissões. “Nós queremos que os corretores entrem em contato conosco, avaliem a nossa ferramenta e vejam que todos nós vamos sair ganhando, tanto a empresa, quanto o corretor e os clientes”, destaca o o presidente da MBM Previdência Complementar, Paulo Benhur de Oliveira Costa.

Para o diretor comercial, Luiz Eduardo Dilli Gonçalves, o lançamento marca uma nova fase em termos de emissão para a empresa. “Estamos facilitando o trabalho do corretor, que está inserido num mundo extremamente virtual e tem essa necessidade de ter agilidade”, comenta. “Com essa ferramenta nova nós podemos propiciar a todo o mercado brasileiro o primeiro produto que faz parte dessa ferramenta, que é o APP, e, com isso, ele vai poder fazer a cotação junto com o seu cliente”, acrescenta.

Um dos principais pontos é que o corretor agora recebe a sua comissão também de forma rápida. “É uma inovação do Grupo MBM essa nova ferramenta de agilidade na emissão, no fechamento dos negócios e, por consequência, no pagamento de comissões dos corretores. Agilidade na compra, dinheiro na conta”, pontua o superintendente comercial Alexsander Kaufmann.

Além disso, o Portal conta com um chat interativo em que o usuário pode auxiliar a empresa a aperfeiçoar seus processos. “Nele, os corretores podem interagir conosco e dar as suas sugestões, melhorando cada dia mais a nossa ferramenta e o nosso produto, que foi feita para eles”, avalia Kaufmann. “A dica que eu dou é que os corretores acessem os nossos endereços eletrônicos na internet, façam uma prospecção conosco, aceitem o desafio e sejam bem-vindos a nossa rede de relacionamento”, complementa o presidente da MBM Seguradora, Jair Beltrami.

MBM lança novo Portal do Corretor – Todas as imagens

Porque compliance é indispensável para o mercado de seguros 697

Porque compliance é indispensável para o mercado de seguros

Falta de sistema de compliance em empresas pode custar muito mais caro

Compliance abrange uma série de temas, como Lavagem de Dinheiro, além de fomentar práticas desejáveis e sustentáveis em negócios ou instituições. Como forma de reconquistar prestígio perante a opinião pública, uma série de partidos políticos anunciaram recentemente a adoção de sistemas de compliance. O tema também ganha destaque no mercado de seguros, principalmente após 2012, quando houve a publicação de uma normativa emitida pela Superintendência de Seguros Privados, que focou bastante na prevenção a ilícitos financeiros no setor. 

Giovani Saavedra é advogado com experiência de mais de 10 anos na área de Mercado Financeiro, com ênfase em Compliance, Direito Penal Econômico e Governança Corporativa / Arquivo JRS
Giovani Saavedra é advogado com experiência de mais de 10 anos na área de Mercado Financeiro, com ênfase em Compliance, Direito Penal Econômico e Governança Corporativa / Arquivo JRS

Giovani Saavedra é advogado com experiência de mais de 10 anos na área de Mercado Financeiro, com ênfase em Compliance, Direito Penal Econômico e Governança Corporativa. O especialista destaca que a falta de adoção de procedimentos de compliance nas empresas pode custar muito mais caro, no caso de ser necessário realizar uma gestão na crise da imagem de um negócio ou instituição, como em grandes escândalos e repercussão negativa na mídia e na opinião pública. 

“Acredito que a Susep faz um excelente trabalho, pois existe uma preocupação muito grande com esse segmento. A questão também envolve a criatividade das pessoas, pois os fraudadores fazem com que a avaliação e a descoberta de ilícitos seja difícil. No caso do mercado de seguros, por exemplo, existe a questão da terceirização da parte comercial, com os agentes. Isso diminui custos, mas aumenta o risco. Fica mais difícil controlar esses terceiros na parte do cadastro, de levantamento de dados. Acredito que com a integração entre a Susep e a Previc irão ampliar a estrutura de fiscalização e esse caminho será positivo para o setor. Hoje em dia também já há o entendimento de que dirigentes de seguradoras e bancos respondam, pessoalmente, pelas lacunas e inexistência de programas de compliance. Isso representa um risco muito alto”, explica Saavedra.

A reportagem faz parte da edição 226 da Revista JRS!

O advogado cursou doutorado em Direito e em Filosofia pela Johann Wolfgang Goethe, da Alemanha, durante 5 anos. “Percebo que existe, na área de ética e compliance, uma diferença no grau de pressão social para as pessoas evitarem caminhos ilícitos, como a corrupção. Mas esse, sem dúvidas, é um caminho sem volta. Trata-se de uma tendência da política internacional, dos órgãos internacionais, dos organismos internacionais de desenvolver e difundir o tema”, completa Giovani Saavedra.

O especialista acredita que o tema Educação é muito importante no momento em que o Brasil atravessa. “É bem importante que se dê um salto de qualidade nessa questão por várias razões, mas a principal delas é que sem educação a gente não consegue construir inovação, um mercado sólido, políticas adequadas ou mesmo ter um povo crítico que ajuda a fiscalizar seus governantes”, resumiu.

Em recente entrevista para a Revista JRS, o professor Marcos Assi afirmou que o principal desafio é que os programas de compliance saiam do papel, além de terem sua aplicabilidade mais evidenciada. “O tema central é a regra. As pessoas precisam muito mudar sua postura para mudar sua cultura”, analisa. “Torna-se essencial mapear os processos e entender como a coisa é feita. Funcionários, por exemplo, podem adoecer ou ir embora de uma empresa e levar consigo conhecimento. Por isso é preciso fazer uma boa gestão de riscos, checar e testar se as coisas estão sendo feitas de acordo com as normas estabelecidas por este empreendimento ou instituição”, completa.

O tema é tão amplo que conta, entre os dias 5 e 7 de setembro, em São Paulo, com um grande evento. O Compliance Across Americas trata-se do maior evento sobre compliance do continente americano como um todo. “Na ocasião teremos palestrantes de todas as Américas. Teremos representantes de toda América Latina, Norte Americanos e também os gaúchos, é claro”, convocou Giovani Saavedra, que explica a história da criação deste grande encontro. “Fui para a Alemanha e lá acompanhei o Grupo de Trabalho de Compliance do G20. Ao final, houve a ideia de se criar a franquia Compliance Across (Compliance Across Africa, Compliance Across Asia), para difundir a ideia de que o compliance cruza os continentes. Então, fui responsável por trazer esta iniciativa ao Brasil”, finaliza. Todas as informações estão disponíveis neste site.

Destaques do Ano do CVG-RJ tem votação online 484

Destaques do Ano do CVG-RJ tem votação online

Presidente Carlos Ivo convoca associados para efetivação dos laureados

O Clube Vida em Grupo do Rio de Janeiro (CVG-RJ) acaba de disponibilizar o link de votação para a homenagem aos Destaques do Ano 2018/2019 – o Oscar do Seguro. Para participar basta clicar aqui.

“Contamos com a colaboração de todos na obtenção dos registros para efetivação dos laureados”, afirma o presidente do Clube, Carlos Ivo Gonçalves.

Todo os sócios efetivos da instituição poderão participar até 1º de setembro, indicando os profissionais (pessoa física e jurídica) que atuam no segmento Vida, Saúde, Previdência e Capitalização que, segundo sua ótica, mais se destacaram no período. O formulário pode ser acessado diretamente no site do CVG-RJ.

Renault Kwid é o carro com menor preço de seguro auto 697

Renault Kwid é o carro com menor preço de seguro auto

De acordo com Relatório Bidu, seguro para este modelo tem preço médio de R$ 1.489 para homens e R$ 1.377 para mulheres

A Bidu, plataforma online de recomendação, comparação e contratação de seguros e produtos financeiros, que faz parte do Grupo Thinkseg, divulga levantamento com valores dos seguros para as versões de entrada dos dez veículos mais vendidos em junho de 2019, de acordo com os dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O Relatório Bidu, produzido mensalmente desde 2016, analisa o preço médio do seguro auto em cinco capitais brasileiras (Brasília, Porto Alegre, Rio de Janeiro, São Paulo e Fortaleza) e compara o perfil de homens e mulheres de 35 anos, casados, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho e que estão contratando o seguro pela primeira vez. As cotações desta edição foram feitas no dia 3 de julho.

Dentre os modelos avaliados, o Jeep Compass é o que apresentou o maior valor de seguro, custando, em média, R$ 4.399 para mulheres e R$ 4.870. A tendência de um preço maior cobrado para condutores do sexo masculino se repete no caso do restante dos veículos avaliados, exceto para o Jeep Renegade, que apresenta um valor de R$ 2.769 para as mulheres – diferença de, aproximadamente, 1,7% perante o que os homens devem desembolsar (R$ 2.722).

Nesta análise, quem também se destaca é o Renault Kwid, que possui o seguro mais econômico dos compactos de entrada. As condutoras do sexo feminino precisam desembolsar um valor médio de R$ 1.377, enquanto os homens pagam R$ 1.489.

*Preço do seguro por modelo, média julho (vermelho: mulheres; azul: homens)
*Preço do seguro por modelo, média julho (vermelho: mulheres; azul: homens)

O melhor custo-benefício

No Relatório Bidu deste mês, o Jeep Renegade aparece como o veículo que apresenta o melhor custo-benefício, ou seja, a melhor relação entre o preço médio do seguro e o valor de mercado do veículo (price ratio), para ambos os perfis. Para as mulheres, o price ratio é de 3,5% e para os homens é de 3,4%.

*Variação por preço de seguro (price ratio) (vermelho: mulheres; azul: homens)
*Variação por preço de seguro (price ratio) (vermelho: mulheres; azul: homens)

Variação entre as cidades

Dentre as cinco cidades avaliadas no Relatório Bidu, Brasília foi a que se destacou com o seguro mais barato: a média geral do preço do seguro dos dez modelos do ranking, para homens e mulheres, ficou em R$ 1.763. Por outro lado, o município que apresentou o mais alto valor médio foi Rio de Janeiro, com R$ 2.744,50.

*Variação do preço médio do seguro por cidade (vermelho: mulheres; azul: homens)
*Variação do preço médio do seguro por cidade (vermelho: mulheres; azul: homens)

Modelo mais vendido

De acordo com o relatório da Fenabrave, em junho, foram emplacados 80.611 automóveis.

*Ranking dos 10 veículos mais emplacados em junho, de acordo com a Fenabrave
*Ranking dos 10 veículos mais emplacados em junho, de acordo com a Fenabrave

O Chevrolet Onix foi o carro mais emplacado no Brasil durante esse período, com 19.500 unidades em junho ante 8.398 registradas para o segundo colocado, o Ford Ka. O preço médio do seguro do modelo de entrada do Onix para o sexo masculino custa atualmente R$ 1.653, enquanto, para o perfil feminino, o valor médio atual é de R$ 1.544.

Medida Provisória visa garantir livre mercado; Regulamentação de associações fica de fora 1459

Medida Provisória visa garantir livre mercado e autoriza fundos de associações com autogestão

MP 881, da Liberdade Econômica, deve ter relatório apreciado na Comissão Mista do Congresso Nacional

A Medida Provisória 881/2019, que dispõe sobre a liberdade econômica, foi apreciada nesta quinta-feira (11), na Comissão Mista que trata do assunto no Congresso Nacional. Os parlamentares analisaram o relatório final, do deputado Jerônimo Goergen (PP/RS). A iniciativa visa estabelecer garantias de livre mercado, análise de impacto regulatório e dispõe de outras providências.

Amure Pinho é presidente da Associação Brasileira de Startups (Abstartups) / Divulgação
Amure Pinho é presidente da Associação Brasileira de Startups (Abstartups) / Divulgação

Na visão de Amure Pinho, presidente da Associação Brasileira de Startups (Abstartups), a MP favorece o ambiente de inovação no Brasil. “Cria um ambiente legal e facilitado para formalização desburocratizada do ecossistema, que evolui e ganha espaço na economia nacional. Essa iniciativa, junto ao Marco Legal das Startups, consolida ainda mais o papel das startups como agente indutor dos avanços tecnológicos, além de aumentar a geração de emprego e renda. Isso facilita caminhos e melhora o ambiente de negócios, em um setor em pleno crescimento”, explica.

No relatório sobre o tema, o parlamentar Goergen define que “é tempo de se superar a cultura de que o particular só pode empreender depois de autorizado pelo Estado. Um dos fundamentos da ordem constitucional econômica é a livre iniciativa (art. 170 da CF). Muitas vezes, a lei cria obstáculos ao empreendedorismo, alegadamente em homenagem aos demais fundamentos da mesma ordem constitucional (desenvolvimento regional, proteção ao meio ambiente, proteção aos consumidores etc). Pressupõem-se que a iniciativa privada é antagônica com estes outros valores”. O texto, no inciso VII da Declaração de Direitos, ainda trata sobre a instauração de sandboxes na economia brasileira. “Áreas nas quais um regime jurídico diferenciado se aplica. É algo similar a uma zona franca não-tributária, em que Estados e Distrito Federal poderão delimitar a aplicação de normas de direito econômico e urbanístico”, segue o voto do relator, positivo em relação a sua aprovação.

Trecho da proposta, no entanto, havia causado diversas reações no setor de seguros. O artigo 53 regulamentava e liberava que proprietários e possuidores de bens móveis e imóveis pudessem se organizar em entidades de autogestão de planos contra proteção de riscos, o que na prática autorizaria a operação das associações de proteção veicular. “Em regime mutualista, [poderão] criar fundo próprio, desde que seus recursos sejam destinados exclusivamente à prevenção e reparação de danos ocasionados aos seus bens por danos de qualquer natureza”, constava no projeto. “As entidades de autogestão de planos de proteção contra riscos patrimoniais (…) se autorregularão através de entidade própria de âmbito nacional que se constitua especificamente para tal propósito”, prosseguia no parágrafo 3º. Este artigo acabou sendo retirado da proposta final da Comissão Mista, após retificação realizada por Jerônimo Goergen. A alteração havia sido notificada em primeira mão pelo presidente da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor), Armando Vergilio.

O publicitário e corretor de seguros Bruno Carvalho / Arquivo JRS
O publicitário e corretor de seguros Bruno Carvalho / Arquivo JRS

O Sindicato dos Corretores de Seguros de São Paulo, através da figura do presidente Alexandre Camillo, solicitou união aos profissionais do mercado segurador para que este trecho da MP fosse modificado. Na opinião do publicitário e corretor de seguros Bruno Carvalho, a Medida Provisória evidencia uma nova fase para a economia e para o setor de seguros no Brasil. “Cada vez mais os profissionais da corretagem devem atuar de forma consciente para fomentar as soluções disponibilizadas pelo mercado. É preciso despertar o cliente da maneira correta, de modo que ele compreenda que você vende um serviço especializado e não apenas preço, cuidando sempre a máxima de que o barato pode sair caro, principalmente quando você coloca um bem, que muitas das vezes foi suado para conseguir, em qualquer meio”, argumenta.

A presidente da Federação Nacional das Associações de Benefícios (Fenaben), Cintia Souza, comemorou a possibilidade de regulamentação das associações de proteção veicular. “Estamos muito confiantes na aprovação dessa Medida Provisória. Além de ser uma solução eficaz para o Brasil, ela ainda traz alterações importantes no Código Civil sobre entidades de autogestão, deixando ainda mais claro que as pessoas podem se unir através de uma associação para proteger seus bens. Essas associações de socorro mútuo ou proteção veicular possuem uma grande função social para a sociedade, por isso a Fenaben está sempre acompanhando e auxiliando de perto”, comentou antes da remoção do artigo.

Marcelo Goldman é Diretor Executivo de Produtos Massificados da Tokio Marine / Divulgação
Marcelo Goldman é Diretor Executivo de Produtos Massificados da Tokio Marine / Divulgação

Entre as seguradoras, a disputa com as ofertas das associações de proteção veicular fica cada vez mais acirrada. No caso da Tokio Marine Seguradora, por exemplo, foram disponibilizadas novas opções de seguro com coberturas mais simples, mas eficazes para veículos zero ou com até 25 anos de circulação. O Diretor Executivo de Produtos Massificados da companhia, Marcelo Goldman, explica que com a opção de parcelamento em 12 prestações o seguro torna-se uma opção muito mais acessível que a própria opção disponibilizada pelas associações de proteção veicular. “Principalmente o Roubo + Rastreador, onde a cobertura dá-se apenas para o roubo do veículo, e o Auto Popular, que pode utilizar peças não distribuídas pelas montadoras – com exceção itens de segurança. Muitas vezes, por desconhecimento, as pessoas acabam indo para uma outra alternativa”, argumenta. “Evidentemente que uma seguradora dá muito mais segurança e um respaldo muito maior”, enfatiza.

Para se ter uma ideia da expansão de opções mais populares de seguros, que visam trazer aquele consumidor que ainda não costuma contratar apólices de proteção, o produto Auto Popular da Tokio Marine registrou R$ 2 milhões em prêmios e um crescimento de 167% nos últimos 12 meses.  “Este é realmente um produto de sucesso e que está sendo bastante procurado. Vamos ainda ampliar a quantidade de veículos disponíveis – atualmente são 126 modelos, que possibilitam uma combinação de 3 mil versões de carros”, finaliza ao estimar um crescimento ainda maior para o segmento.

O texto da MP 881/2019, aprovado pela Comissão Mista, segue para apreciação da Câmara dos Deputados e ao Senado Federal. Após essa fase, o projeto segue para sanção do presidente Jair Bolsonaro. O relatório final está disponível neste endereço.

Agrifoglio Vianna Advogados Associados apresenta nova identidade visual 962

Agrifoglio Vianna Advogados Associados apresenta nova identidade visual

Moderno e atualizado, logotipo está orientado para o estilo empreendedor

O escritório de advocacia especializado no mercado de seguros, Agrifoglio Vianna Advogados Associados, está com nova identidade visual. De acordo com o gestor administrativo Pedro Vianna, a empresa sempre contou com “uma postura clássica tanto em relação ao posicionamento para o mercado, quanto o de gestão interna”. “Atualmente estamos “saindo da caixa” e inovando. Nosso sistema de gestão atual é moderno e dinâmico. Nossa equipe trabalha de forma cooperativa e horizontal. Desejamos nos apresentar para os clientes e potenciais parceiros de acordo com esse novo estilo empreendedor”, destaca.

O novo logotipo, moderno e atualizado, está orientado para essa finalidade. “Ele traz a força que estamos empenhando nessa mudança, a contemporaneidade da nossa visão e ação. A ousadia da atual gestão respeita e segue a seriedade e a disciplina que nos acompanha desde o início da jornada”, conta. Além disso, a identidade, criada pelo designer William Anthony, do JRS, mostra, de forma marcante, as competências do escritório para o mercado. “Com a repetição de nossa marca em diversos meios de comunicação voltados ao mercado segurador, acreditamos que as iniciais A.V. serão lembradas como uma marca estável e forte. A ideia é passar firmeza”, avalia.

A Agrifoglio Vianna Advogados Associados foi fundada em dezembro de 1991. Em 27 anos de atuação, a equipe de advogados, sob o comando da Dra Laura Agrifoglio Vianna, construiu uma empresa que atende seguradoras, bancos, entidades de classe e uma infinidade de pessoas físicas. “O objetivo do trabalho é a visão personalizada de cada processo judicial e de cada questão que se apresenta. Com esmero e qualidade na prestação de nossos serviços, valores maiores que sugerimos aos colaboradores da empresa, podemos apresentar ao cliente a melhor resposta diante de sua expectativa. Seriedade, idoneidade e excelência jurídica permeiam nossas metas”, finaliza.