Os 6 requisitos para pequenos e médios empreendedores terem sucesso com a transformação digital 338

Os 6 requisitos para pequenos e médios empreendedores terem sucesso com a transformação digital

Executivo da L’Oréal, Andrea Iorio, explica como melhorar os negócios diante desse contexto

A transformação digital parece complexa, mas pode ser muito vantajosa para os pequenos e médios empreendedores que souberem como aproveitá-la. Andrea Iorio, Chief Digital Officer da divisão de produtos profissionais da L’Oréal e ex-Head LatAm do Tinder, apresenta as 6 competências fundamentais que todo pequeno e médio empreendedor deve ter para alavancar seu negócio, em meio a transformação digital.

“Estamos, hoje, vivendo a chamada 4ª Revolução Industrial, na qual a adoção de tecnologias digitais transforma e acelera muito o crescimento dos negócios e, é importante ressaltar que o avanço da tecnologia não é mais linear, e sim exponencial. Por isso, a cada vez mais a crescente necessidade de desenvolver novas competências macro e pensar “fora da caixa” são vitais para a sustentabilidade de um negócio, seja ele grande ou pequeno”, afirma Iorio.

Segundo a pesquisa “Operacionalização da Transformação Digital: Novos Insights para Fazer a Transformação Digital Funcionar”, desenvolvido pelo Harvard Business Review Analytics Services, 43% das empresas que participaram do estudo estão alcançando resultados positivos a partir da adoção da transformação digital. Além disso, os números são ainda mais expressivos quando os investimentos em soluções digitais estão presentes em todos os níveis de operação da empresa, de acordo com o Sebrae.

O CDO da L’Óreal afirma que a chave da questão é pensar as relações humanas e absorver conhecimento a partir delas, para depois aplicar isso ao seu negócio, aliado a transformação digital.

Um estudo da McKinsey & Company, o “Skill shifts: Automation and the future of the workforce”, confirma tudo isso ao indicar os três conjuntos de habilidades exigidas para o futuro: altas habilidades cognitivas, sociais e emocionais, e habilidades tecnológicas.

No Brasil, as Pequenas e Médias empresas (PMEs) já são responsáveis por aproximadamente 20% do PIB, de acordo com dados do IBGE. Dentro dessas, as pequenas e micro empresas (MPEs) já somam mais de 6,4 milhões de estabelecimentos em atividade, segundo dados do Sebrae, e respondem por 52% dos empregos com carteira assinada hoje no setor privado (16,1 milhões).

Nesse cenário cada vez mais concorrido, volátil, incerto, complexo e ambíguo, o especialista apresenta as 6 competências necessárias que todo empreendedor deve desenvolver para que consiga ter sucesso com a transformação digital. Confira abaixo:

Flexibilidade Cognitiva

A flexibilidade cognitiva é nossa capacidade de jogo de cintura em situações inesperadas. Ela também estimula a resiliência, que é a nossa capacidade de superar os percalços da vida, difíceis de aceitar e que podem nos derrubar. Essa competência transforma fracassos em um motor de motivação, capaz de gerar grandes mudanças – para melhor – em nós. A melhor forma de desenvolver essa capacidade é fazendo atividades fora da sua rotina e se desafiando em novos contextos, como por exemplo: estudando uma nova língua, tendo um novo hobby, fazendo um trabalho voluntário ou outras experiências que te façam vivenciar outras realidades.

Altruísmo digital

É certo que a tecnologia acabou por tornar as pessoas mais solitárias e, por vezes, atrapalha a real conexão humana. Mas, essa conexão, as relações humanas são bases essenciais para qualquer negócio, mesmo que B2B. A tecnologia entra aqui como um complemento à experiência humana, que tem como base a reciprocidade e a empatia. Por tanto o empreendedor deve ter sempre como foco os relacionamentos e praticar a empatia.

Inovação incremental

Inovação não é necessariamente inventar algo novo, mas sim absorver conhecimento e aprimorar. É aquela coisa de estar sempre de olho na grama do vizinho e aproveitar os buracos. De acordo com o especialista, o jeito de fazer inovação hoje é incremental, mantendo elementos de familiaridade dos consumidores e acrescentando recursos. Ficou comprovado que as pessoas preferem consumir produtos ou serviços que já estão um pouco familiarizados.

Comportamento humano

Aprender mais sobre comportamento humano tem a ver com estudos de ciências humanas e o teste de novas formas de abordagens com os clientes. É interessante pensar em variáveis, anotar as reações às novidades introduzidas e analisar os resultados. O que vai fazer sua empresa prosperar é justamente entender seus clientes. Neste caso, a observação e a escuta são fundamentais para entender melhor seu público.

Pensamento crítico

Pensamento crítico tem a ver com ‘não aceitar o status quo’, ou seja, não aceitar as coisas como são, simplesmente porque são desse jeito. Tenha sempre um olhar crítico e repense seus métodos e estratégias, veja se tudo está mesmo sendo feito para alcançar o seu objetivo final. Caso se trate de um processo já estabelecido na empresa em que você trabalha, sugira mudanças. Elas não virão se alguém não sair do que já está estabelecido.

Foco no resultado

O foco no resultado é importante para garantir um crescimento sustentável do seu negócio e é igualmente importante, ter ao mesmo tempo uma visão horizontalizada e verticalizada, ou seja, do macro e do específico. Você, empreendedor, deve ser protagonista e desenvolver essas competências necessárias para oferecer ao mundo soluções efetivas, pois essa é a verdadeira vantagem competitiva.

O palestrante, investidor e executivo Andrea Iorio nasceu em Genova, na Itália. É graduado em Economia pela Universidade Bocconi, em Milão (Itália), e possui mestrado em Relações Internacionais pela Universidade Johns Hopkins, em Washington (EUA). Como uma das maiores referências em transformação digital, Iorio tem larga experiência em empresas multinacionais de tecnologia. Sua última função por cinco anos foi como Head LatAm do Tinder, o mais relevante aplicativo de relacionamento do mundo. Outros detalhes neste endereço.

Marsh Brasil anuncia parceria estratégica com corretora EuroAmerica 344

Marsh Brasil anuncia parceria estratégica com corretora EuroAmerica

Atuação em conjunto, que deve se iniciar no final deste mês de setembro, amplia a ação das corretoras na indústria

A Marsh Brasil anuncia a ampliação de sua parceria estratégica junto à EuroAmerica Corretora de Seguros, empresa que atua no segmento de seguros de alta complexidade e Gestão de Benefícios. A ampliação da atuação em conjunto, que deve se iniciar no final deste mês de setembro, reforça o posicionamento da Marsh Brasil em oferecer maior qualidade em sua prestação de serviços e um escopo mais amplo de capacidades a seus clientes.

“Estamos certos de que a ampliação desta parceria nos trará inúmeras oportunidades de crescimento, uma proposta de valor mais rica e diversa e beneficiará significativamente nossos clientes e parceiros de mercado”, afirma o presidente e CEO da Marsh, Eugenio Paschoal.

Com mais de 30 anos no Brasil, a EuroAmerica possui capital 100% nacional e está presente em 16 países por meio de parcerias estratégicas. A corretora atua elaborando soluções para a contratação de seguros patrimoniais, na modalidade de responsabilidade civil, riscos de engenharia e financeiros, transporte e logística, além de auxiliar empresas na implementação de programas de benefícios.

Encontro aborda planos previdenciários para aposentados e pensionistas 455

Encontro aborda planos previdenciários para aposentados e pensionistas

Iniciativa é realizada pela Fundação Família Previdência

Nesta segunda-feira (23), a partir das 14h, ocorrerá mais uma edição do Encontros Família Previdência em Porto Alegre. Dirigida a aposentados e pensionistas, a palestra irá explicar o funcionamento e a importância de investir em previdência complementar para garantir uma renda futura. Também serão apresentados os planos e os resultados da Fundação Família Previdência, organizadora do circuito. Com entrada gratuita, a inciativa acontece no Centro Cultural CEEE Érico Verissimo – Rua dos Andradas, Nº 1223.

Durante o encontro, a Fundação irá detalhar a possibilidade de adesão ao Plano Família Previdência pelos participantes da entidade e seus familiares. Em uma modelagem moderna e flexível, o plano já conta com mais de 3.000 participantes e patrimônio de R$ 18 milhões.

A diretoria da Fundação ainda apresentará os resultados recentes da entidade. Em 2019, seu patrimônio ultrapassou os R$ 7 bilhões, o número de participantes superou a marca de 17 mil pessoas e a rentabilidade dos planos segue em alta na faixa dos 12%.

Porto Alegre

Data: 23 de setembro, às 14h.
Local: Centro Cultural CEEE Érico Veríssimo
Rua dos Andradas, Nº 1223
Centro Histórico
Porto Alegre – RS

Road Show da Argo Seguros reúne 150 corretores em Porto Alegre e Curitiba 656

Road Show da Argo Seguros reúne 150 corretores em Porto Alegre e Curitiba

Companhia quer proximidade com corretores de seguros

O road show que a Argo Seguros está promovendo por diversas cidades brasileiras chegou esta semana ao sul do país. A seguradora esteve em Porto Alegre (RS), no último dia 18; e em Curitiba (PR), nesta quinta-feira, dia 19 de setembro. Nos dois eventos, mais de 150 corretores estiveram presentes.

O objetivo da companhia – reconhecida por seu diferencial tecnológico/inovador e com posição de destaque em ramos de Transportes, RC Profissional, Bike e D&O – é estar mais próxima dos corretores e apresentar detalhes dos seus produtos e diferenciais. “Queremos nos tornar uma opção aos corretores, que as vezes gostariam de trabalhar conosco pela facilidade que oferecemos, mas talvez alguns ainda não sabiam o total alcance de nossas ofertas”, explica o CEO e presidente, Newton Queiroz.

Veja com detalhes: Corretor da Região Sul: a Argo Seguros quer fazer negócios com você.

De acordo com o executivo, estes eventos vêm de encontro com a nova filosofia da empresa de estar mais próxima do maior defensor do segurado, que é o corretor de seguros. “A Argo busca estar sempre um passo à frente quando o assunto é tecnologia e inovação. Investimos muito para nos mantermos na vanguarda, mas a nossa diretriz é trabalhar sempre com nossos parceiros para distribuir produtos da melhor forma possível, além, é claro, de poder oferecer o melhor atendimento em caso de eventuais sinistros”, completa.

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Representando a Argo Seguros estavam também Salvatore Lombardi, diretor Executivo Brasil; Bruno Porte, diretor de TI & Operações; Rafael Fragnan, diretor de Sinistros; Fernando Gonçalves, Head Financial Lines & Surety; Mariana Miranda, Head Marine & Corporate Sales; Vanessa Oliveira, Head Consumer Lines; e Márcio Santos, executivo comercial.

“Eu sempre defendi que o mercado não pode estar circunscrito em grandes capitais como São Paulo e Rio de Janeiro apenas. Há muito potencial fora destes centros. Olhando para nós mesmos, enquanto seguradoras, a nossa obrigação é sair da matriz, visitar outros estados e explicar o conceito e visão da Argo, além de disseminar a cultura do seguro”, finaliza Newton.

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Até o final do ano, a Argo Seguros passará também pelas cidades do Rio de Janeiro (RJ); Londrina (PR); Maringá (PR); e Goiânia (GO). Vale lembrar que a companhia já esteve em Belo Horizonte (MG), e Londrina (PR), cidade em que, devido a demanda, contará com mais uma apresentação. Vale ressaltar que durante esses eventos a Argo está apresentando sua nova estratégia de mercado e a entrada de novos produtos em seu portfólio.

Brasil carece de profissionais capacitados em tecnologia 567

Brasil carece de profissionais capacitados em tecnologia

Necessidade vai na contramão do intenso uso de soluções tecnológicas no país, mas situação ainda pode mudar

A palavra tecnologia tem origem no grego e significa, etimologicamente, o estudo da técnica, ofício ou arte. É através do desenvolvimento tecnológico que podemos ter acesso a novos produtos, serviços e possibilidades em nosso dia a dia, o que inclusive potencializa a tendência da globalização.

É inegável que uma das maiores e melhores inovações tecnológicas da história é a internet, a qual, inclusive, é usada pela maioria da população do Brasil. Porém, em contrapartida, o número de profissionais aptos a atuar na área não é tão grande quanto poderia ser, o que resulta em mais vagas do que profissionais.

Vamos entender qual é a relação do brasileiro com a tecnologia e, em seguida, ver como essa é uma área que vale a pena estudar, dadas as possibilidades de ocupar uma boa posição no mercado, o que tende a melhorar com o passar do tempo.

O Brasil é um país tecnológico?

Sim, principalmente quando o assunto é conectividade, cujos resultados podem surpreender até mesmo bons entendedores do assunto.

De acordo com dados da 30ª Pesquisa Anual de Administração e Uso de Tecnologia da Informação nas Empresas, feita pela Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP), o Brasil tinha 230 milhões de smartphones em uso por volta do mês de abril de 2019.

O número já chama a atenção por si só, principalmente quando comparado com a população do país, estimado em 210,1 milhões, de acordo com levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) feito em 1º de julho de 2019.

Isso significa que seria possível pegar todos os smartphones do país e dar um para cada brasileiro. Os pouco menos de 20 milhões restantes poderiam serem entregues para cada cidadão do Chile, nosso vizinho sul-americano que tem aproximadamente 19,1 milhões de habitantes.

Outro número interessante vem da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) 2017, também do IBGE, que afirmou que 69,8% da população maior de 10 anos (126,3 milhões) acessaram a internet ao menos uma vez nos três últimos meses antes do levantamento.

Além de ser um grande número, ele vem aumentando com o passar do tempo, já que esse número era de 116,1 milhões em 2016, ou seja, houve um crescimento de 8,78% em apenas um ano, o que é bem considerável.

Outra estatística interessante, trazida no “Panorama da Transformação Digital no Brasil”, feito pelo BrazilLAB em parceria com a Fundação Brava e o Center for Public Impact, é de que o país ocupa a terceira posição no ranking das pessoas de 16 a 64 anos que usam a internet por mais tempo.

São 9 horas diárias, o que coloca o país atrás apenas de Tailândia e Filipinas e à frente de muitos países inovadores, como Suíça, Países Baixos, Suécia, Reino Unido, Estados Unidos, Alemanha, Irlanda e Israel.

Porém, em meio a tantas estatísticas positivas no que tange à conectividade e ao uso da internet, um ponto oposto é o número de profissionais que atuam na área, que está aquém do que poderia ser.

Como é o mercado de tecnologia no Brasil?

Embora haja estatísticas que comprovam um bom crescimento na contratação de profissionais dessa área no país, ainda há um grande número de vagas que não foram ocupadas.

A empresa Empresômetro divulgou que o setor de tecnologia cresceu 118% em 10 anos, que compreendem o período de 2008 a 2018, o que deixa claro como ele se desenvolveu.

Porém, ainda no estudo feito pelo BrazilLAB que vimos anteriormente, estima-se que haverá 160 mil vagas não preenchidas na área de tecnologia no ano de 2019, indicador que também chama a atenção.

A IDC Brasil também trouxe dados próximos a este, que indicam que o déficit na ocupação de vagas do setor de tecnologia variou de 150 mil a 200 mil no ano de 2018. Isso é surpreendente quando se considera uma população de 12,2 milhões de desempregados, conforme divulgação do IBGE referente ao final do ano de 2018.

Um levantamento feito pela ManpowerGroup com mais de 37 mil empregadores de 42 países indicou que há dois fatores que podem ser responsáveis por esse número: a deficiência na formação básica (58,08%) e, especialmente, a falta de profissionais capacitados (83,23%).

Isso impede que a área de tecnologia apresente um crescimento maior, mesmo com um solo tão frutífero quanto no Brasil, em que o uso de recursos tecnológicos é bem intenso.

Um estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgado no final de 2018, concluiu que 81% das empresas optam pela capacitação dos profissionais depois que eles são contratados, dada a escassez de talentos no mercado. A porcentagem ainda sobre para 87% entre as companhias de grande porte.

O que fazer para reverter esse quadro?

É possível mudar a situação mediante a capacitação dos profissionais e seu interesse em trabalhar em profissões que ainda não existem no mercado, ainda que isso possa soar contraditório.

De acordo com o estudo “Projetando 2030: uma visão dividida do futuro”, encomendado pela Dell Technologies, que contou com mais de 3.800 participantes, todos líderes de empresas de médio e grande porte de 17 países, inclusive o Brasil, 85% das profissões presentes em 2030 ainda não existem.

Isso fica evidente com o desenvolvimento acelerado da tecnologia, que criou a demanda por profissionais que atuem com Data Science, Big Data, Inteligência Artificial, Realidade Virtual, Realidade Aumentada, Machine Learning, entre outros.

O primeiro passo pode ser ingressar na área da tecnologia, por meio de cursos como Ciência da Computação, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Engenharia da Computação, Engenharia de Software e Sistemas de Informação, sempre prestados por instituições confiáveis e renomadas.

Depois disso, os interessados podem procurar por especializações em áreas mais específicas e que estejam de acordo com seus objetivos profissionais relacionados à tecnologia, o que fará com que eles tenham um perfil que chame a atenção dos recrutadores.

Pode parecer uma decisão estranha investir academicamente em áreas cujas profissões ainda não existem, mas a situação deixa de parecer tão absurda ao pensarmos que a internet, tão presente em nossa sociedade, chegou ao Brasil apenas em 1988.

Do aprendizado de máquinas à inteligência artificial, da ciência de dados ao RH digital, o Brasil é um grande amante da tecnologia, mas não há dúvidas que a presença de profissionais capacitados no mercado pode fazer com que isso aumente cada vez mais.

BB Seguros patrocina projetos da Fundação OSESP 594

BB Seguros patrocina projetos da Fundação OSESP

Descubra a Orquestra e os Concertos Matinais fomentam a popularização da música erudita entre alunos e professores de escolas públicas e privadas

A BB Seguros incentiva projetos que promovam a democratização da cultura e da arte e a popularização da música erudita de maneira gratuita para a sociedade. Com esse objetivo, a marca patrocina duas iniciativas da Fundação Osesp: Descubra a Orquestra, voltado para iniciação musical, e Concertos Matinais, série de concertos gratuitos.

Dedicado a alunos e professores de escolas públicas, particulares e instituições beneficentes, o programa Descubra a Orquestra oferece diversas ações educativo-musicais, com o intuito de ampliar e fortalecer o desenvolvimento cultural e musical dos inscritos. No primeiro semestre deste ano, foram realizados 11 concertos didáticos e 4 cursos para professores, beneficiando mais de 12 mil pessoas.

Outro projeto patrocinado pela BB Seguros é a série Concertos Matinais. Fundamental para a formação e ampliação das plateias de música clássica no país, o projeto apresenta concertos da Osesp e de orquestras parceiras, sempre aos domingos, às 11h, na Sala São Paulo.

“É nosso objetivo apoiar iniciativas que tenham relevância para a formação e ampliação da cultura e música em nosso país. Nos últimos sete anos, os aportes da seguradora em iniciativas socioculturais beneficiaram mais de 20 milhões de pessoas em todo o Brasil. E a parceria com a OSESP reflete esses investimentos”, explica Fernando Barbosa, CEO da Brasilseg, uma empresa BB Seguros.

Todos os projetos de patrocínio da BB Seguros à OSESP são viabilizados via Lei de Incentivo à Cultura.

Serviço:

Programa Descubra a Orquestra na Sala São Paulo
Praça Júlio Prestes, 16.