Os 6 requisitos para pequenos e médios empreendedores terem sucesso com a transformação digital 625

Os 6 requisitos para pequenos e médios empreendedores terem sucesso com a transformação digital

Executivo da L’Oréal, Andrea Iorio, explica como melhorar os negócios diante desse contexto

A transformação digital parece complexa, mas pode ser muito vantajosa para os pequenos e médios empreendedores que souberem como aproveitá-la. Andrea Iorio, Chief Digital Officer da divisão de produtos profissionais da L’Oréal e ex-Head LatAm do Tinder, apresenta as 6 competências fundamentais que todo pequeno e médio empreendedor deve ter para alavancar seu negócio, em meio a transformação digital.

“Estamos, hoje, vivendo a chamada 4ª Revolução Industrial, na qual a adoção de tecnologias digitais transforma e acelera muito o crescimento dos negócios e, é importante ressaltar que o avanço da tecnologia não é mais linear, e sim exponencial. Por isso, a cada vez mais a crescente necessidade de desenvolver novas competências macro e pensar “fora da caixa” são vitais para a sustentabilidade de um negócio, seja ele grande ou pequeno”, afirma Iorio.

Segundo a pesquisa “Operacionalização da Transformação Digital: Novos Insights para Fazer a Transformação Digital Funcionar”, desenvolvido pelo Harvard Business Review Analytics Services, 43% das empresas que participaram do estudo estão alcançando resultados positivos a partir da adoção da transformação digital. Além disso, os números são ainda mais expressivos quando os investimentos em soluções digitais estão presentes em todos os níveis de operação da empresa, de acordo com o Sebrae.

O CDO da L’Óreal afirma que a chave da questão é pensar as relações humanas e absorver conhecimento a partir delas, para depois aplicar isso ao seu negócio, aliado a transformação digital.

Um estudo da McKinsey & Company, o “Skill shifts: Automation and the future of the workforce”, confirma tudo isso ao indicar os três conjuntos de habilidades exigidas para o futuro: altas habilidades cognitivas, sociais e emocionais, e habilidades tecnológicas.

No Brasil, as Pequenas e Médias empresas (PMEs) já são responsáveis por aproximadamente 20% do PIB, de acordo com dados do IBGE. Dentro dessas, as pequenas e micro empresas (MPEs) já somam mais de 6,4 milhões de estabelecimentos em atividade, segundo dados do Sebrae, e respondem por 52% dos empregos com carteira assinada hoje no setor privado (16,1 milhões).

Nesse cenário cada vez mais concorrido, volátil, incerto, complexo e ambíguo, o especialista apresenta as 6 competências necessárias que todo empreendedor deve desenvolver para que consiga ter sucesso com a transformação digital. Confira abaixo:

Flexibilidade Cognitiva

A flexibilidade cognitiva é nossa capacidade de jogo de cintura em situações inesperadas. Ela também estimula a resiliência, que é a nossa capacidade de superar os percalços da vida, difíceis de aceitar e que podem nos derrubar. Essa competência transforma fracassos em um motor de motivação, capaz de gerar grandes mudanças – para melhor – em nós. A melhor forma de desenvolver essa capacidade é fazendo atividades fora da sua rotina e se desafiando em novos contextos, como por exemplo: estudando uma nova língua, tendo um novo hobby, fazendo um trabalho voluntário ou outras experiências que te façam vivenciar outras realidades.

Altruísmo digital

É certo que a tecnologia acabou por tornar as pessoas mais solitárias e, por vezes, atrapalha a real conexão humana. Mas, essa conexão, as relações humanas são bases essenciais para qualquer negócio, mesmo que B2B. A tecnologia entra aqui como um complemento à experiência humana, que tem como base a reciprocidade e a empatia. Por tanto o empreendedor deve ter sempre como foco os relacionamentos e praticar a empatia.

Inovação incremental

Inovação não é necessariamente inventar algo novo, mas sim absorver conhecimento e aprimorar. É aquela coisa de estar sempre de olho na grama do vizinho e aproveitar os buracos. De acordo com o especialista, o jeito de fazer inovação hoje é incremental, mantendo elementos de familiaridade dos consumidores e acrescentando recursos. Ficou comprovado que as pessoas preferem consumir produtos ou serviços que já estão um pouco familiarizados.

Comportamento humano

Aprender mais sobre comportamento humano tem a ver com estudos de ciências humanas e o teste de novas formas de abordagens com os clientes. É interessante pensar em variáveis, anotar as reações às novidades introduzidas e analisar os resultados. O que vai fazer sua empresa prosperar é justamente entender seus clientes. Neste caso, a observação e a escuta são fundamentais para entender melhor seu público.

Pensamento crítico

Pensamento crítico tem a ver com ‘não aceitar o status quo’, ou seja, não aceitar as coisas como são, simplesmente porque são desse jeito. Tenha sempre um olhar crítico e repense seus métodos e estratégias, veja se tudo está mesmo sendo feito para alcançar o seu objetivo final. Caso se trate de um processo já estabelecido na empresa em que você trabalha, sugira mudanças. Elas não virão se alguém não sair do que já está estabelecido.

Foco no resultado

O foco no resultado é importante para garantir um crescimento sustentável do seu negócio e é igualmente importante, ter ao mesmo tempo uma visão horizontalizada e verticalizada, ou seja, do macro e do específico. Você, empreendedor, deve ser protagonista e desenvolver essas competências necessárias para oferecer ao mundo soluções efetivas, pois essa é a verdadeira vantagem competitiva.

O palestrante, investidor e executivo Andrea Iorio nasceu em Genova, na Itália. É graduado em Economia pela Universidade Bocconi, em Milão (Itália), e possui mestrado em Relações Internacionais pela Universidade Johns Hopkins, em Washington (EUA). Como uma das maiores referências em transformação digital, Iorio tem larga experiência em empresas multinacionais de tecnologia. Sua última função por cinco anos foi como Head LatAm do Tinder, o mais relevante aplicativo de relacionamento do mundo. Outros detalhes neste endereço.

Os desafios das empresas familiares no Brasil 160

Os desafios das empresas familiares no Brasil

Responsáveis por ocupar 90% das quase oito milhões de empresas no país, negócios familiares são ameaçados por falta de profissionalismo e dificuldades na sucessão

Segundo uma pesquisa do Instituto Brasileira de Geografia e Estatística (IBGE) de 2018, mais de 90% das empresas brasileiras são familiares e cerca de 65% do Produto Interno Bruto (PIB) do país é gerado por meio desses negócios. Porém, um estudo da network de empresas independentes PwC, realizado em 2014 com mais de 2 mil organizações de 42 países diferentes, apontou que apenas 12% das empresas familiares chegam à terceira geração e 1% à quinta.

Para a empresária e diretora da Ouro Negro Transportes, Priscila Zanette, isso acontece muito pelos conflitos e falta de profissionalismo na gestão dessas empresas. “Quando os papéis não estão bem definidos, de forma clara e de acordo com o ambiente, seja ele familiar, pessoal e profissional, problemas podem surgir, como o conflito entre os interesses da família e os da empresa, falta de disciplina com relação à destinação dos lucros, tempo maior de resposta às mudanças de mercado, a falta de procedimentos claros de avaliação de desempenho, conflito do fundador, rivalidade entre pai e filho, ou entre irmãos, estes são alguns desafios que podem gerar a ruínas destas duas instituições”.

Priscila é a segunda geração da empresa. Após seu pai falecer em 2012, a jovem empresária assumiu a transportadora e, em um setor masculinizado como o transporte de cargas, está à frente da Ouro Negro há 8 anos. “Aqui na empresa, entendemos que em alguns momentos somos herdeiras, outros momentos, executivas no cargo que estamos e em outros momentos somos família. Dizer que estes papeis nunca se misturam é utopia, mas sempre estamos focadas em nos adaptar e estar no papel de acordo com a instituição que estamos”.

Ainda de acordo com a Pesquisa Global da PwC, 44% das empresas familiares não têm um plano de sucessão e 72,4% não apresentam uma sucessão definida para cargos-chave como os ligados a diretoria, presidência, gerência e gestão. Para a empresária, o plano de sucessão deve ser customizado de acordo com o perfil de cada profissional, e não existe uma receita pronta para o sucesso. “Acredito que é fundamental ter apoio de um profissional especializado que possa intermediar esta passagem de bastão. Outro fator fundamental é ter profissionalismo no início, no meio e no fim do processo. Gerir uma empresa não é algo fácil, e acredito que em muitos casos falta profissionalismo na gestão das organizações familiares”.

O CEO da Flash Courier, Guilherme Juliani, também é um dos casos da segunda geração que segue o legado da família. Depois de assumir a organização fundada por seu pai, Guilherme foi responsável por uma profunda estratégia de expansão, inovação e automação da empresa. Em um curto espaço de tempo a operadora agregou novas unidades de negócios, que atraíram uma vasta rede de clientes, como bancos, redes financeiras, empresas de alimentação e e-commerce. Mas ele conta que, antes disso, um grande trabalho profissional foi feito para organizar a primeira e as próximas gerações. “Para que a sucessão acontecesse, tivemos uma consultoria que nos ajudou a desenhar e a esclarecer os caminhos. Quase oito anos atrás também formalizamos todos os contratos sociais, os acordos acionistas e outros fatores para reger até mesmo o futuro ingresso das minhas filhas (que hoje têm 10 anos) na empresa. Ou seja, tem sido um processo totalmente profissional, visando sempre à melhoria de desempenho da organização”.

Por fim, Priscila acredita que, quando bem organizadas, as empresas familiares têm características e benefícios únicos. “O ambiente agradável, o espírito de equipe, a rapidez na tomada de decisão e a simplicidade nas tratativas criam um ambiente único e saudável tanto para a empresa quanto para a família”.

Allianz Seguros é eleita uma das 100 melhores empresas do Brasil no Prêmio MESC 2020 751

Allianz Seguros é eleita uma das 100 melhores empresas do Brasil no Prêmio MESC 2020

Premiação envolveu 500 mil consumidores e 6.500 empresas

A Allianz Seguros está entre as premiadas do Prêmio MESC – Melhores Empresas em Satisfação do Cliente 2020. A companhia ficou no top 3 nos segmentos de Seguros Gerais, Seguros de Veículos e Seguro Saúde, além de integrar o ranking geral, que apresenta as 100 melhores empresas do Brasil, entre todos os setores. Essa é a quarta vez consecutiva que a companhia aparece entre as preferidas dos consumidores. A conquista é fruto do trabalho diário da Allianz, com foco em oferecer a melhor experiência ao segurado, colocando o cliente ao centro do negócio e em busca de promover uma jornada do cliente com alto nível de excelência.

O Prêmio MESC é resultado da pesquisa realizada pelo Instituto MESC, que envolveu mais de 500 mil consumidores e 6.500 empresas, com uma metodologia que contempla a visão do cliente e a visão da empresa. A avaliação é feita por meio de um questionário aos clientes dividido por valor, atendimento e execução, parte que representa 80% do levantamento, e uma auditoria de eficácia das práticas adotadas pela empresa para satisfazer seus clientes, que equivale aos 20% restantes da pesquisa.

No Brasil há 115 anos, a Allianz Seguros atua em ramos elementares e saúde empresarial e está presente em todo o território nacional por meio de filiais, 30 centros automotivos C.A.S.A. e mais de 27 mil corretores de seguros. A Allianz Seguros é uma das líderes no setor de Ramos Elementares, 2ª em Automóvel e 1ª em Condomínio.

Tendo como premissa desenvolver ações de longo prazo, tanto nos seus negócios como no campo social, há 25 anos um grupo de funcionários criou a ABA – Associação Beneficente dos Funcionários do Grupo Allianz. Nesse período, mais de 7.000 crianças e adolescentes da Comunidade Santa Rita (zona Leste de São Paulo) foram atendidos pela ABA, por meio de atividades complementares à educação formal, como artes, esportes e inclusão digital.

A seguradora nomeia o Allianz Parque, a arena multiuso mais moderna do País. Desde sua inauguração, em novembro de 2014, já recebeu mais de 7,5 milhões de pessoas.

Mais de 3 mil pessoas já votaram na Seguradora Destaque de 2020 4732

Mais de 3 mil pessoas já votaram na Seguradora Destaque de 2020

Levantamento acontece até o meio-dia de domingo; Vencedora será revelada no Troféu JRS Drive-In

Começou a última etapa das categorias onde o público elege os reconhecidos no 18º Troféu JRS. O evento acontece neste domingo (27), no Estacionamento 4 do Aeroporto Internacional de Porto Alegre, em formato Drive-In – completamente adaptado às recomendações dos órgãos de saúde para evitar a propagação do coronavírus.

Nas últimas semanas, os internautas escolheram Prestadora de Serviços e Corretora de Seguros Destaques do Ano em enquetes realizadas no site do JRS e hotsite do Troféu JRS. Agora, chegou a vez de conhecermos a Seguradora Destaque. A HDI Seguros conquistou o título nas três primeiras edições do levantamento realizado com o público, em 2016, 2017 e 2018. No ano passado, foi a vez da Bradesco Seguros. Mais de 3 mil pessoas já haviam votado no começo da manhã desta sexta-feira (25).

A votação vai até meio-dia, do dia 27 de setembro de 2020. Podem ser votadas quaisquer seguradoras devidamente autorizadas a operar pela Superintendência de Seguros Privados (Susep). Para isso é muito simples, basta preencher o formulário da enquete com Nome, E-mail e avançar para a próxima etapa, onde será necessário escrever o nome da Seguradora que você deseja votar. Para enviar seu voto basta clicar em “Votar”. O sistema permite apenas um voto por e-mail válido.

Tutorial
Tutorial

Mais de 12 mil pessoas participaram da votação das Seguradoras em 2019. O resultado será anunciado no palco do Troféu JRS – Drive-In 2020.

O JRS ainda disponibilizou alguns materiais para facilitar o desenvolvimento de campanha por parte das empresas que estão na disputa. Confira nos links abaixo:

Logo do Troféu JRS – Verão Branca ou Vermelha (PDF)
Logo do Troféu JRS – Versão Branca (PNG)
Logo do Troféu JRS – Versão Vermelha (PNG)
Post para Instagram (PNG)
Post para Instagram (PNG)

Patrocinadores:

Ouro: Agrifoglio Vianna Advogados Associados, App Anjo, Bradesco Seguros, Capemisa Seguradora, Fracel Corrretora de Seguros, Grupo Caburé Seguros, Grupo Life Brasil, HDI Seguros, Icatu Seguros, MAG, Mapfre, Omint Saúde e Seguros, Rio Grande Seguros e Previdência, Seguros Sura e SulAmérica.
Prata: Caixa Seguradora, Caprice, GBOEX, Grupo Aspecir, Neo Executiva Corretora de Seguros, Porto Seguro, Sancor, União Seguradora, ViverBem e ZL Brasil Corretora de Seguros.
Bronze: Expermed, KSA Corretora de Seguros, MBM Seguro de Pessoas SINDSEG RS e Solaris Corretora de Seguros.

Serviço:

Votação – Seguradora Destaque 2020
Aberta ao público
Quando? Entre 20h, do dia 24, até meio-dia, do dia 27 de setembro de 2020.
Onde? Site do JRS e hotsite do Troféu JRS.

Trabalho remoto requer proteção e inovação no mercado segurador 767

Trabalho remoto requer proteção e inovação no mercado segurador

Coberturas especiais para atividade comercial na residência, contratos exclusivos para microempreendedores (MEI), investimentos em tecnologia e inovação são os diferenciais deste ‘novo normal’

A crise epidemiológica do novo coronavírus desencadeou uma dificuldade de mobilidade em todo o mundo. Diante de um momento tão desafiador, empresas precisaram adaptar suas dinâmicas de trabalho às medidas de isolamento social. Mas, afinal, é possível dar continuidade aos negócios de forma segura no formato home office?

Nos últimos meses, o protagonismo do home office traz luz à importância da proteção ao patrimônio. Com isso, o mercado segurador se prepara para mudanças tanto na forma de comercialização como também de produtos que atendam às novidades em riscos trazidas por funcionários trabalhando a distância. “No mercado, produtos como o Residencial Sob Medida, da Bradesco Auto/RE, ganham destaque, pois são moldados para coberturas de atividades comerciais na residência, seguros para equipamentos mais sofisticados instalados nas casas e seguro empresarial, com contratos exclusivos para microempreendedores (MEI). Além de extensão das proteções para máquinas, móveis, utensílios e mercadorias, desastres naturais – cada vez mais recorrentes nas grandes cidades brasileiras, entre outros”, destaca o diretor SaintCalir Lima, da Bradesco Auto/RE.

Mas não basta apenas oferecer proteção. O isolamento social também trouxe o desafio de manter o atendimento de excelência, ágil e eficaz no dia a dia com o cliente. Empresas tiveram que adequar seus produtos, aprimorar operações, digitalizar serviços e criar canais e recursos que atendessem à nova rotina do consumidor. “Investimos em tecnologia e pesquisa com objetivo de aprimorar a experiência de clientes com os produtos. Nos últimos meses, foram criados novos canais de atendimento, serviços e assistências emergenciais e, ainda, reestruturação de processos já existentes”, ressalta.

O seguro residencial é uma opção para lidar melhor com imprevistos e proteger contra acidentes e danos causados, não somente à estrutura física do imóvel, mas também ao seu conteúdo. A cobertura básica inclui proteção contra incêndio, queda de raio, explosão, impacto de veículos, tumultos, greves, recomposição de documentos pessoais e do imóvel. No entanto, é possível proteger a residência de outros riscos, entre eles, roubo, vendaval, furacão, ciclone, chuva de granizo, danos elétricos, vidros entre outros.
Apesar de ainda não ser possível adiantar como será o mercado no período pós-pandemia, uma mudança já é percebida. “As empresas vão precisar oferecer produtos e serviços cada vez mais personalizáveis, de acordo com perfil e necessidade de cada pessoa. Há o entendimento de que o consumidor percebe ainda mais a necessidade de uma proteção maior oferecida pelo seguro”, conclui.

Icatu Seguros reúne gestores de fundos diversificados para discutir o cenário atual e tirar dúvidas de clientes de Previdência 1087

Luciano Snel é presidente da Icatu Seguros / Arquivo JRS

Companhia realizou tradicional Encontro com Gestores, na última quarta (22)

O brasileiro vive uma dúvida bastante comum neste momento, em um cenário econômico de juros baixos e incertezas: como investir seus recursos para ter mais rentabilidade a longo prazo? A diversificação da carteira de ativos foi uma das sugestões trazidas por gestores das mais renomadas assets do país no tradicional Encontro com Gestores, realizado pela Icatu Seguros, na manhã da última quarta-feira, dia 22.

Em formato virtual, o evento contou com a abertura do presidente da seguradora, Luciano Snel, e foi mediado pela jornalista Natuza Nery, especializada na cobertura econômica. Esta foi uma oportunidade de o público se conscientizar sobre a importância do planejamento financeiro e entender e sanar dúvidas sobre perfis e novas e diversificadas formas de investimentos, sobretudo de longo prazo. Participaram da edição 2020 o economista Mário Torós da Ibiuna e gestores de investimentos como Antonio Coutinho Correa, da Icatu Vanguarda; Pierre Jadoul da ARX; Arturo Profili, da Capitânia; Sérgio Luiz da Silva, da AZ Quest; Damont Carvalho, da Clarita; Duda Rocha, da Occam; Marcelo Mesquita, do Leblon Equities; Felipe Campos, da Navi; Pedro Sales, da Verde Asset Management. Os temas debatidos foram cenário econômico, multimercado, renda fixa e variável.

Como um marketplace de Previdência e a maior diversidade de fundos da indústria, a Icatu Seguros realiza este encontro com o objetivo de democratizar o acesso e desmistificar o investimento, salientando que há oportunidades adequadas para todo tipo de público. Durante a abertura, Snel comentou a fragilidade e vulnerabilidade do do momento atual, em função dos impactos da pandemia, que despertam o brasileiro para uma atenção mais especial à proteção e planejamento do seu futuro e de suas famílias.

“O propósito da Icatu é assistir e proteger as pessoas em todas as fases da sua vida”, disse o executivo, destacando a importância de dar acesso à informação. “Investimos em nossos canais digitais para ampliar a comunicação com o público e torná-la cada vez mais próxima do nosso cliente. Nosso portal de APIs, outra ferramenta fundamental para atender a todos os perfis de investidores, permite que tenhamos parceiros variados, um portfólio completo e preços acessíveis”, explicou Snel.

Painéis com formas diversificadas de investimentos

O painel sobre renda fixa esclareceu dúvidas de clientes em relação à taxa Selic na mínima histórica e títulos públicos com pouco retorno. Os gestores convidados citaram países desenvolvidos que, mesmo em cenário de juros baixos, têm a renda fixa e o CDI como ativos em alta. Os gestores também explicaram sobre investimentos com um nível maior de risco, como multimercado e ações, o que diminui a sensação de conforto causada pelo CDI, reforçando a estratégia de construção de uma carteira de produtos diversificada, sobretudo para equilibrar períodos de instabilidade econômica.

Já no segundo painel, que tratou de fundos multimercado, foram debatidos métodos de superação da atual crise e seu impacto no mundo. Os convidados trouxeram alguns pontos de influência no mercado, desde o risco de reinfecção e novos bloqueios na Europa, passando pela retomada dos blocos econômicos globais, fortalecimento do dólar, eleições norte-americana e suas consequências para a Ásia. Sobre o Brasil, os convidados acreditam que ‘o pior já passou’, mas apontam a necessidade de foco nos ajustes fiscais e acompanhamento dos avanços das políticas sociais.

Os gestores também sinalizaram sobre o momento de recuperação econômica, com melhor resultado da bolsa de valores, inclusive com oportunidades de investimentos em empresas tidas como mais baratas e que vêm se transformando e crescendo com projetos globais. Em um último painel, os participantes avaliam que os efeitos da crise ainda devem perdurar por alguns anos, mas transmitiram um olhar otimista, de que a recuperação será gradual e constante como já vem ocorrendo.

Para o economista Mário Torós, os juros não ficarão em 2% por muito tempo, trazendo um cenário econômico mais estável. Ele reforçou que as discussões sobre a proteção ambiental no Brasil e a pressão estrangeira diante disto são relevantes para o mercado financeiro e para o fortalecimento da imagem do país frente e impacto em potenciais investimentos futuros.