Entenda a cobrança de bagagem de mão das aéreas e como evitar o custo extra 448

Entenda a cobrança de bagagem de mão das aéreas e como evitar o custo extra

Omint orienta viajantes sobre condutas a serem adotadas antes e durante o check-in e como proceder em casos de extravio de bagagens

Bagagens de mão em voos nacionais que ultrapassarem o peso e altura determinados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) serão despachadas nos check-ins das principais companhias aéreas do país, acarretando custos ao viajante. A boa notícia é que com informação e alguns cuidados, dá para evitar surpresas antes do embarque.

“Uma maneira de evitar esse custo extra é se atentar a mudança e, acima de tudo, saber que, em todas as passagens, valem as regras do contrato com a operadora do voo”, afirma Fabio Pessoa, Head do segmento de Seguro Viagem na Omint.

A obrigatoriedade do despacho de bagagem de mão fora do padrão entrou em vigor em 25 de abril nos aeroportos Juscelino Kubitschek, em Brasília; Afonso Pena, em Curitiba; Viracopos (Campinas) e no Aluísio Alves, em Natal. A partir de 23 de maio, bagagens de mão maiores e mais pesadas serão despachadas em outros dez aeroportos do país, listados no site da Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas). Gol, Azul, Avianca e Latam vão fazer as cobranças que começam a partir de R$ 59.

O que vai mudar no check-in?

A partir de agora, os passageiros devem levar em consideração as medidas e o peso máximo para bagagens de mão para voos nacionais e internacionais para evitarem qualquer tipo de contratempo no embarque. Importante ressaltar que elas podem variar conforme a companhia aérea:

Divulgação
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Para reforçar as mudanças de procedimento nos aeroportos, a Abear criou uma campanha informativa nos 15 aeroportos fiscalizando o tamanho e peso das bagagens e orientando sobre a alteração que viria, entre os meses de abril e maio. O objetivo da mudança, segundo a associação, é agilizar o fluxo de clientes nas áreas de embarque, trazendo mais conforto a passageiros e evitando atrasos. Isso porque, desde o início da cobrança pelas bagagens despachadas, aumentou o número de viajantes com bagagens de mão fora dos padrões exigidos.

O que muda na compra da passagem?

De acordo com o executivo da Omint, o viajante deve saber o que está sendo oferecido pela companhia área antes mesmo de comprar a passagem para evitar surpresas desagradáveis. “Ao comparar os preços das passagens, o cliente tem que levar em consideração o peso, as dimensões, ou a quantidade de bagagem de mão e despachada permitida em cada tarifa. Muitas vezes o barato pode sair caro e, por isso, é primordial ler tudo com atenção para saber exatamente que tipo de passagem ele está comprando”.

Uma vez comprada a passagem, o viajante também deve estar a par dos contratempos que podem acontecer com suas malas durante sua viagem, como extravios e avarias. “Caso haja extravio, é importante que o cliente informe o ocorrido à empresa aérea, assim que constatar sua falta. Essa comunicação deve ser feita junto aos meios de contato disponíveis da empresa aérea ou de sua representante, de preferência na sala de desembarque ou em local indicado por ela”, comenta Pessoa.

Avaria e extravio de bagagem: recorra ao um seguro viagem

O Seguro Viagem Omint realiza integralmente a ponte entre segurado e companhia aérea em caso de demora e extravio. “Vale ressaltar que o extravio é formalizado pelo seguro apenas após o reconhecimento pela companhia aérea. Sendo ela responsabilizada ou não, a Omint Seguro Viagem apresenta o diferencial de realizar a cobertura completa, com indenização total e atendimento altamente qualificado nesses momentos delicados”, esclarece o executivo.

É aconselhável que o viajante sempre leve uma bagagem de mão com uma muda de roupas limpas, medicamentos e itens de higiene pessoal para ter como suprir necessidades básicas em caso de extravio. “Além disso, conforme as próprias orientações de segurança dos aeroportos, não é indicado despachar na mala celulares, eletrônicos portáteis, celulares, joias, dinheiro, cartões de crédito ou mesmo objetos de valor. Eles aparecem no raio-x e podem chamar a atenção de contraventores”, finaliza Pessoa.

A Omint iniciou suas operações no Brasil em 1980, com o lançamento do primeiro plano de saúde voltado ao segmento de alto padrão do país, setor em que hoje é líder de mercado. A Omint Saúde está entre as 500 maiores empresas do país, ocupando a 11ª posição em saúde, de acordo com o Ranking Exame Melhores e Maiores 2018.

O Grupo Omint atua no segmento de viagem desde 2011, sendo parceira da International Assistance Group (IAG), considerada a mais completa associação de empresas especializadas em assistência em viagem pelo mundo. Posteriormente, com a Omint Seguros, passou a comercializar apólices individuais e coletivas para empresas – além de passar a operar no ramo de seguro de pessoas, comercializando seguros de vida em grupo e individual.

O Grupo Omint faturou R$ 1,5 bilhão em 2018, resultado de crescimento orgânico e sustentável.

Infraestrutura de TI pode garantir sucesso do comércio virtual 385

Especialistas dão dicas de como manter serviços essenciais funcionando de forma segura e ininterrupta

Com a adoção de medidas de distanciamento e restrição de circulação em espaços públicos completando dois meses sem a perspectiva de que a situação volte ao normal até o início do segundo semestre, o varejo brasileiro precisou se adaptar rapidamente ao ecommerce para sobreviverem no mercado.

Segundo dados divulgados em abril pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (Abcomm), as vendas pela internet aumentaram 30% em relação a março, e estima que o comércio eletrônico ganhou, ao menos, quatro milhões de novos clientes, com grandes chances de manterem o hábito depois que a crise do Covid-19 passar.

Porém, especialistas em varejo digital e empresários do setor de Tecnologia alertam que para atender um número tão considerável de clientes, é necessário que as empresas estejam preparadas para atender essa demanda que até então não estava prevista.

Um exemplo é o que comenta o CEO da TS Shara, Pedro Al Shara, fabricante nacional de equipamentos de proteção de energia: “Verificamos desde o início da quarentena, um aumento do movimento de migração de muitas varejistas que só mantinham a operação física tradicional para os canais digitais. É a Transformação Digital fazendo parte da realidade de fato, um projeto que vinha sendo adiado e que agora não pode mais esperar, pois se tratava da única forma de manter a operação funcionando”.

Na visão do executivo, as novas tecnologias têm sido uma aliada de muitos setores para enfrentar esse período difícil pelo qual o país atravessa e apesar de estar sendo executado de forma repentina é importante que seja realizado com muito planejamento e organização para que não haja outros problemas lá na frente. “Tudo deve ser planejado visando minimizar os riscos e perdas nesse momento onde qualquer prejuízo tem um impacto enorme sobre a operação, isso envolve desde a gestão da empresa até a infraestrutura necessária do ambiente TI para manter uma operação virtual rodando de forma segura e ininterrupta”, destaca o CEO da TS Shara.

Infraestrutura do ambiente de TI

Apesar de ser um novo modelo de atuação para muitos empresários e setores, uma loja virtual requer os mesmos cuidados e preocupações de uma loja convencional. A conexão constante com a internet e energia elétrica são recursos essenciais para manter a plataforma online funcionando e, garantir, dessa forma, o acesso aos arquivos importantes e o contato constante com os clientes, ou seja, uma infraestrutura do ambiente de TI bem dimensionada para a finalidade-fim é fundamental para garantir o sucesso da operação digital, entre as quais uma operação de ecommerce não pode deixar de prever:

– Alta disponibilidade de Internet – Existem serviços especializados no mercado de Telecom que garantem links dedicados de internet de alta velocidade e redundância para alta disponibilidade para que nunca haja falta de conexão de dados, garantindo assim a permanência das atividades, bem como suporte técnico e segurança.

– Proteção de Energia – Tais prevenções também devem levar em consideração os blecautes ocasionais, ou apagões causados pelas quedas frequentes na rede elétrica, além dos picos de conexão com a rede, devido ao aumento do uso desses serviços essenciais nos últimos meses. Uma opção para minimizar problemas nessas situações são os equipamentos de proteção de energia, como é o caso dos nobreaks e estabilizadores de tensão. Muito mais do que apenas fornecer energia contínua após apagões, o nobreak também é responsável por manter a qualidade da rede elétrica. Nesse caso, o dispositivo funciona como um regulador de tensão, entregando uma energia ‘limpa’ que chega aos aparelhos eletrônicos, como desktops e notebooks, para servir como uma proteção extra contra oscilações que podem prejudicar a vida útil dos equipamentos.

“Engana-se quem pensa que esses equipamentos são indicados somente para empresas da área de tecnologia. Qualquer negócio que possua máquinas mais sensíveis à energia pode investir nesses dispositivos de proteção de energia, especialmente neste momento em que muitos consumidores estão concentrando e estruturando suas atividades profissionais e até comerciais em suas residências transformando-as em homeoffices”, conclui Al Shara.

Seguros de Riscos Cibernéticos ganham espaço com home office 390

Empresas de todo o mundo estão adaptando suas operações para uma nova realidade

A pandemia da Covid-19 obrigou empresas de todo o mundo a adaptar suas operações para uma nova realidade, baseada no trabalho remoto. Para explicar como esse fato vem impactando o segmento de Seguros de Riscos Cibernéticos, a ENS promoveu, na última quarta-feira, live com o head de Financial Lines pela AIG Brasil e líder da prática de D&O para América Latina, Flávio Sá.

No encontro, conduzido pela diretora de Ensino Técnico da Escola, Maria Helena Monteiro, Flávio Sá destacou que, recentemente, cresceu muito a importância do Seguro de Riscos Cibernéticos, já que a adoção do home office pode deixar as companhias mais vulneráveis a fraudes por meios digitais. “Grande parte das empresas está operando 100% remotamente, é uma realidade atual. Os riscos cibernéticos já vinham aumentando muito e, agora, essa situação só piora”, alertou.

O especialista, que também é professor da ENS, explicou que parte das empresas não estava totalmente preparada para conviver com esse cenário. “Muitas tiveram que se adaptar, estabelecer diretrizes. Quando estamos no escritório temos uma rede segura e profissionais de segurança da informação que oferecem todo o respaldo necessário, o que pode não acontecer no trabalho remoto”.

De acordo com o executivo, o fato de alguns profissionais trabalharem com computadores pessoais traz uma exposição automática e aumenta ainda mais os riscos de ataques e fraudes cibernéticas. “Quando os funcionários usam o mesmo aparelho celular para trabalhar e se comunicar com o mundo externo, seja nas redes sociais ou por mensagens, há uma exposição dos dados corporativos”.

Além disso, sempre que existe uma crise é normal os fraudadores buscarem maneiras para cometer crimes e aumentar ganhos. “Com isso, crescem os incidentes cibernéticos, o que faz com que a situação fique ainda mais complexa”.

O cenário é muito preocupante para as empresas, segundo o especialista. “Grande parte ainda está entendendo quais são esses riscos e, com isso, estamos acompanhando uma evolução relevante deste segmento. O seguro tem um componente de serviço que só vai aumentar e vamos continuar trabalhando para termos cada vez mais especialistas falando sobre o tema”.

Profissionais qualificados

Ainda segundo o docente, até pouco tempo atrás a gestão de risco tradicional não incluía esse tipo de situação cibernética. “O que estamos encontrando cada vez mais é uma junção das habilidades, pessoas buscando uma qualificação técnica também em segurança cibernética. Então, vemos o profissional de gerenciamento de risco buscando entender de gerenciamento de crise, e o profissional de cyber security buscando o outro lado”.

Apesar disso, não faltam bons profissionais do ramo no País. “Os brasileiros estão entre os mais criativos. Mas também são muito criativos na hora de cometer os crimes. Acaba sendo uma faca de dois gumes“.

Maria Helena Monteiro ressaltou que este é um mercado em crescimento e oferece excelentes oportunidades, mas destacou que, para ser competitivo, é preciso se capacitar. “Para atuar nesse ramo é preciso se habilitar como corretor de seguros pela ENS e obter o registro na Susep. Depois, o caminho é se especializar e se qualificar para esse segmento que só vai crescer, sabemos disso”, finalizou a diretora.

Sindseg MG/GO/MT/DF discute os impactos da pandemia no setor 395

Debate virtual foi promovido pela ACMinas

O Coronavírus mudou a dinâmica dos mais diversos setores da economia em todo o mundo. E para falar dos impactos da pandemia no segmento de seguros, o presidente do SindSeg MG/GO/MT/DF, Marco Antônio Neves, e o presidente da Comissão Especial de Assuntos Jurídicos e Fiscais e também vice-presidente do Conselho Empresarial de Seguros da Associação Comercial e Empresarial de Minas Gerais (ACMinas), Landulfo Ferreira Júnior, participaram de debate virtual promovido no dia 17 pela associação. “Neste momento de superação, o papel da ACMinas é ainda mais importante para contribuir para o desenvolvimento das empresas”, ressaltou o presidente da entidade, Aguinaldo Diniz.

Além dos representantes do sindicato, também estiveram presentes dirigentes de várias empresas, a exemplo do executivo da Pif Paf Alimentos, Guilherme Alvarenga. Marco Antônio destaca que o setor de seguros se adaptou com agilidade ao novo cenário imposto pelo Coronavírus. “Os profissionais continuaram atuando por home office, sem que isso acarretasse prejuízos aos atendimentos e às suas rotinas”. Ele também defendeu que a implantação de medidas como a proibição de reajustes nos valores dos prêmios de seguros, a ampliação do prazo de pagamento das faturas pelos segurados, o incentivo à telemedicina e a reedição da Resolução Normativa 451 – que regulamenta as operadoras de saúde – foram fundamentais para proteger o setor de seguros.

Segundo Landulfo, dentre as modalidades de seguros que mais podem ser afetadas pela pandemia estão as de Pessoas (vida); Empresarial, em função da paralisação de muitas organizações; Responsabilidade Civil e Riscos Cibernéticos. “Ainda é cedo pra flexibilizar ou alterar as apólices destes tipos de seguros, já que não há nada estruturado no momento. Por isso, o recomendado é manter as condições do contrato previamente firmado e ter cautela nas decisões que envolvem as relações jurídicas e contratuais para equilibrar o interesse de todas as partes”, recomendou.

Na ocasião, Landulfo ainda destacou o papel social do seguro para minimizar os riscos em qualquer situação, incluindo o enfrentamento de uma pandemia nunca antes vivenciada. “O princípio de mutualismo que sustenta a atividade seguradora, é, certamente, o maior exemplo de solidariedade, já que a partir de uma contribuição pequena e individual é possível contribuir para minimizar os efeitos danosos de um sinistro de um grupo de pessoas”, explicou.

Iniciativas da Sabemi são reconhecidas por colaboradores 427

Pesquisa do Great Place to Work aponta que 95% do público interno está satisfeito com as medidas adotadas pela seguradora

Em tempos de pandemia, ações efetivas aliadas a uma comunicação clara, transparente e responsável são fundamentais para amenizar incertezas e passar segurança aos colaboradores. Neste sentido, a Sabemi, em parceria com a Great Place to Work, consultoria que reconhece empresas com os melhores ambientes de trabalho ao redor do mundo, ouviu mais de 400 colaboradores com o intuito de medir a qualidade de suas ações diante deste cenário.

A efetividade das medidas adotadas pela empresa foi reconhecida na pesquisa, que apontou que 95% dos colaboradores estão satisfeitos com a postura da Sabemi.

A pesquisa foi dividida em duas dimensões: “Cuidados com as pessoas” e “Incentivo aos negócios”. A primeira dimensão aponta que 99% dos entrevistados entendem que a Sabemi adotou as medidas necessárias para proteger seus colaboradores e familiares e 98% acreditam que a companhia os colocou em primeiro lugar na abordagem em relação à pandemia. A dimensão “Incentivo aos negócios” traz o dado de que 94% do público se sente bem informado pelos gestores sobre os movimentos da empresa para superar esse cenário e 92% dos respondentes percebem que os colegas estão ativos na busca por soluções novas e melhores formas de fazer as coisas. Em todos os indicadores do estudo, a Sabemi está acima da média em comparação às demais empresas participantes.

“Este resultado tangibiliza a nossa crença de que o cuidado com as pessoas vem em primeiro lugar. Em nenhum momento, medimos esforços para preservar a segurança do nosso time – mesmo que a distância. Acompanhamos com prioridade os protocolos e orientações das autoridades da saúde e estamos a todo momento buscando os melhores recursos que contribuam, na medida do possível, com a normalidade das nossas operações”, afirma a gerente executiva de RH, Paula Bizzi.

Desde que a pandemia da Covid-19 chegou ao Brasil, a Sabemi realizou uma série de ações para garantir a segurança de seus mais de 500 colaboradores e a continuidade regular de todas as suas operações. Desde março, a empresa colocou em prática uma reorganização dos seus processos, com alocação de 100% da equipe em home office e o reforço do atendimento pelos canais digitais, como WhatsApp e aplicativo.

Generali apresenta sólida rentabilidade dos negócios 405

Resultados são do 1º trimestre de 2020

O resultado operacional total foi de 1.448 milhões de euros graças à contribuição dos segmentos P&C (“não-vida”) e de Gestão de Ativos, que também inclui recentes aquisições, bem como da Holding e outros negócios.

A lucratividade técnica P&C melhorou, com o índice combinado de 89,5% (-2,0 pps); a lucratividade dos novos negócio de Vida continuou alta em 4,04% (-0,35 pps) e a receita da Gestão de Ativos continuou aumentando.

Já o total dos prêmios emitidos brutos permaneceu em 19,2 milhões de euros (+0,3%), com o desenvolvimento positivo do segmento P&C (+4,0%). No segmento de Vida, entradas líquidas totalizaram 3,1 bilhões de euros (-25,2%) e as provisões técnicas continuaram em 363,4 bilhões de euros (-1,6%), devido ao desempenho atual do mercado financeiro.

A Generali também conquistou uma sólida posição de capital do Grupo com Índice de Solvência Preliminar em 196%.

O lucro líquido do Grupo foi de 113 milhões de euros (744 milhões de euros no primeiro trimestre de 2019) e foi afetado em 655 milhões em net impairments em investimentos, devido ao impacto da Covid-19 no mercado financeiro, além da contribuição de 100 milhões de euros(2) alocados para o Fundo Extraordinário Internacional do Grupo para a emergência da pandemia. Não houve contribuição de alienações em comparação com um ganho de 128 milhões de euros no primeiro trimestre de 2019.

O lucro líquido afetado por redução ao valor recuperável de investimentos (Impairments). Esses são mudanças nos prêmios, as entradas líquidas de Vida e PVNBP (valor presente de novos prêmios de negócios) que foram apresentadas em termos equivalentes (em taxas de câmbio e escopo de consolidação constantes). houve também alterações nos resultados operacionais, investimentos próprios e provisões técnicas de Vida, que excluíram ativos alienados durante o mesmo período de comparação.

O CFO do Grupo Generali, Cristiano Borean, comentou: “Em um dos momentos mais difíceis e incertos das últimas décadas, com a emergência da Covid-19 o consequente forte impacto financeiro e na macroeconomia, nosso modelo de negócios garantiu a continuidade das operações do Grupo e nos permitiu manter nosso papel de Parceiro Vitalício dos nossos clientes. Isso também é resultado da crescente digitalização de nossos processos e produtos, uma rede de distribuição multicanal que aproveita uma rede de agentes e diversidade internacional. Os primeiros três meses do ano mostraram um bom desempenho e confirmaram a sólida posição de capital do Grupo. O lucro líquido foi afetado pelos impedimentos devido ao desempenho do mercado financeiro atual, resultado da pandemia”, disse.