“Mais um ano de espera”, avalia economista do Banco Santander 1264

"Mais um ano de espera", avalia economista do Banco Santander

Luciano Sobral analisou perspectivas, incertezas e oportunidades para a economia no biênio 2019-2020

Sobral participou de café da manhã organizado pela Euler Hermes, em São Paulo
Sobral participou de café da manhã organizado pela Euler Hermes, em São Paulo

Você certamente já ouviu falar sobre a “década perdida”, termo para descrever o período de dificuldade financeira na América Latina da década de 1980. Acontece que estamos vivendo mais uma dessas fases. A pior crise econômica já enfrentada pelo Brasil deve ser superada apenas entre 2022 e 2023, “quando acontecerá a recuperação do índice do Produto Interno Bruto (PIB) Per Capta ao nível em que estavam anteriormente, este índice caiu quase 10% entre 2013 e 2017”, explicou Luciano Sobral. O economista do Banco Santander analisou perspectivas, incertezas e oportunidades para o biênio 2019-2020.

O ajuste fiscal é colocado como principal ponto para fomentar um crescimento mais expressivo da economia. O mercado dá plenos sinais de frustração. “A previsão de crescimento para este ano chegou a ser de 3%, agora caiu para pouco mais de 1%”, reforçou Sobral. O especialista traça este como “mais um ano de espera”. “Em 2018 ainda haviam fatores externos, como a influência da crise na Argentina e até mesmo a greve dos caminhoneiros”, completou.

Um ponto crucial, analisado pelo economista, é de que o “governo se perde em outras discussões e a tramitação da reforma previdenciária não avança”. Ou seja, mais uma vez fica evidenciada a necessidade da urgente aprovação da reforma do Regime Geral de Previdência Social. “As empresas estão aguardando para voltar a investir ou contratar. Se o emprego não cresce a economia patina”, evidenciou ao lembrar que o acesso ao crédito está crescendo. “O que falta é demanda para o crédito, as pessoas não querem se endividar. O nível de endividamento já recuou”, afirmou.

Mas existe uma luz no fim do túnel. “Se tudo der certo vamos crescer de 2,5% a 3% em 2020. É um índice muito relevante considerando a situação do Brasil”, traçou Luciano Sobral ao lembrar que o saldo da balança comercial está caindo. “Os investimentos que são feitos são, em grande parte, as multinacionais injetando dinheiro em suas sucursais. O juros em mínima histórica dificulta a redução do câmbio para algo próximo aos R$ 3. Com menos dólar entrando no País, a projeção é que a moeda passe a R$ 4,30 em 2020”, justificou.

Setores que apresentam maior risco para a economia

Já Felipe Tanus, Risk Director da Euler Hermes, líder mundial em seguro de crédito e especialista em seguro garantia, analisou 19 setores da economia. “Nossas projeções estão em linha com o que apresentou o Luciano Sobral, mas alertamos para o nível sensitivo de alguns setores, como o de construção e o têxtil, como principais riscos setoriais. A ideia é que já se vejam pontos positivos a partir do 4º trimestre. Outros pontos a serem atacados são o baixo nível de governança corporativa e a informalidade. A retomada depende da retomada do emprego e da confiança do consumidor”, avaliou.

O CEO da Euler Hermes no Brasil, Rodrigo Jimenez, também participou do momento. O encontro foi realizado no Octávio Café, nesta quarta-feira, na Zona Oeste da capital paulista.

Rodrigo Jimenez, CEO da Euler Hermes no Brasil, também participou do momento
Rodrigo Jimenez, CEO da Euler Hermes no Brasil, também participou do momento

Questão fiscal impede crescimento maior

Um corte ainda mais profundo na taxa de juros é impossibilitada com a inflação dos alimentos. “Isso deve ficar ainda mais acentuado, de acordo com a dimensão dos problemas com a produção de proteína suína na China. Brasil, Canadá e outros países produtores não possuem capacidade para absorver a demanda do mercado chinês”, exemplificou o economista do Banco Santander.

Outro ponto relevante, na visão de Sobral, trata sobre o desafio fiscal. “O endividamento vai chegar a 81% ou 82% do PIB, mesmo com a reforma. Previdência é a despesa que mais cresce e sobra muito pouco dinheiro para o governo central resolver os problemas do Brasil. A questão da relação entre ativos e inativos no regime previdenciário só tende a piorar”, projetou ao enfatizar que a situação do governo “já foi pior”, em relação a aprovação nas mudanças propostas pelo economista Paulo Guedes, em apreciação no Congresso Nacional.

Na opinião do especialista, a aprovação do tema deve acontecer entre o final de agosto e o começo de setembro. “Considero a agenda econômica correta, baseada na reforma, desestatização e na questão tributária”, finalizou.

Road Show da Argo Seguros reúne 150 corretores em Porto Alegre e Curitiba 656

Road Show da Argo Seguros reúne 150 corretores em Porto Alegre e Curitiba

Companhia quer proximidade com corretores de seguros

O road show que a Argo Seguros está promovendo por diversas cidades brasileiras chegou esta semana ao sul do país. A seguradora esteve em Porto Alegre (RS), no último dia 18; e em Curitiba (PR), nesta quinta-feira, dia 19 de setembro. Nos dois eventos, mais de 150 corretores estiveram presentes.

O objetivo da companhia – reconhecida por seu diferencial tecnológico/inovador e com posição de destaque em ramos de Transportes, RC Profissional, Bike e D&O – é estar mais próxima dos corretores e apresentar detalhes dos seus produtos e diferenciais. “Queremos nos tornar uma opção aos corretores, que as vezes gostariam de trabalhar conosco pela facilidade que oferecemos, mas talvez alguns ainda não sabiam o total alcance de nossas ofertas”, explica o CEO e presidente, Newton Queiroz.

Veja com detalhes: Corretor da Região Sul: a Argo Seguros quer fazer negócios com você.

De acordo com o executivo, estes eventos vêm de encontro com a nova filosofia da empresa de estar mais próxima do maior defensor do segurado, que é o corretor de seguros. “A Argo busca estar sempre um passo à frente quando o assunto é tecnologia e inovação. Investimos muito para nos mantermos na vanguarda, mas a nossa diretriz é trabalhar sempre com nossos parceiros para distribuir produtos da melhor forma possível, além, é claro, de poder oferecer o melhor atendimento em caso de eventuais sinistros”, completa.

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Representando a Argo Seguros estavam também Salvatore Lombardi, diretor Executivo Brasil; Bruno Porte, diretor de TI & Operações; Rafael Fragnan, diretor de Sinistros; Fernando Gonçalves, Head Financial Lines & Surety; Mariana Miranda, Head Marine & Corporate Sales; Vanessa Oliveira, Head Consumer Lines; e Márcio Santos, executivo comercial.

“Eu sempre defendi que o mercado não pode estar circunscrito em grandes capitais como São Paulo e Rio de Janeiro apenas. Há muito potencial fora destes centros. Olhando para nós mesmos, enquanto seguradoras, a nossa obrigação é sair da matriz, visitar outros estados e explicar o conceito e visão da Argo, além de disseminar a cultura do seguro”, finaliza Newton.

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Até o final do ano, a Argo Seguros passará também pelas cidades do Rio de Janeiro (RJ); Londrina (PR); Maringá (PR); e Goiânia (GO). Vale lembrar que a companhia já esteve em Belo Horizonte (MG), e Londrina (PR), cidade em que, devido a demanda, contará com mais uma apresentação. Vale ressaltar que durante esses eventos a Argo está apresentando sua nova estratégia de mercado e a entrada de novos produtos em seu portfólio.

Brasil carece de profissionais capacitados em tecnologia 567

Brasil carece de profissionais capacitados em tecnologia

Necessidade vai na contramão do intenso uso de soluções tecnológicas no país, mas situação ainda pode mudar

A palavra tecnologia tem origem no grego e significa, etimologicamente, o estudo da técnica, ofício ou arte. É através do desenvolvimento tecnológico que podemos ter acesso a novos produtos, serviços e possibilidades em nosso dia a dia, o que inclusive potencializa a tendência da globalização.

É inegável que uma das maiores e melhores inovações tecnológicas da história é a internet, a qual, inclusive, é usada pela maioria da população do Brasil. Porém, em contrapartida, o número de profissionais aptos a atuar na área não é tão grande quanto poderia ser, o que resulta em mais vagas do que profissionais.

Vamos entender qual é a relação do brasileiro com a tecnologia e, em seguida, ver como essa é uma área que vale a pena estudar, dadas as possibilidades de ocupar uma boa posição no mercado, o que tende a melhorar com o passar do tempo.

O Brasil é um país tecnológico?

Sim, principalmente quando o assunto é conectividade, cujos resultados podem surpreender até mesmo bons entendedores do assunto.

De acordo com dados da 30ª Pesquisa Anual de Administração e Uso de Tecnologia da Informação nas Empresas, feita pela Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP), o Brasil tinha 230 milhões de smartphones em uso por volta do mês de abril de 2019.

O número já chama a atenção por si só, principalmente quando comparado com a população do país, estimado em 210,1 milhões, de acordo com levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) feito em 1º de julho de 2019.

Isso significa que seria possível pegar todos os smartphones do país e dar um para cada brasileiro. Os pouco menos de 20 milhões restantes poderiam serem entregues para cada cidadão do Chile, nosso vizinho sul-americano que tem aproximadamente 19,1 milhões de habitantes.

Outro número interessante vem da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) 2017, também do IBGE, que afirmou que 69,8% da população maior de 10 anos (126,3 milhões) acessaram a internet ao menos uma vez nos três últimos meses antes do levantamento.

Além de ser um grande número, ele vem aumentando com o passar do tempo, já que esse número era de 116,1 milhões em 2016, ou seja, houve um crescimento de 8,78% em apenas um ano, o que é bem considerável.

Outra estatística interessante, trazida no “Panorama da Transformação Digital no Brasil”, feito pelo BrazilLAB em parceria com a Fundação Brava e o Center for Public Impact, é de que o país ocupa a terceira posição no ranking das pessoas de 16 a 64 anos que usam a internet por mais tempo.

São 9 horas diárias, o que coloca o país atrás apenas de Tailândia e Filipinas e à frente de muitos países inovadores, como Suíça, Países Baixos, Suécia, Reino Unido, Estados Unidos, Alemanha, Irlanda e Israel.

Porém, em meio a tantas estatísticas positivas no que tange à conectividade e ao uso da internet, um ponto oposto é o número de profissionais que atuam na área, que está aquém do que poderia ser.

Como é o mercado de tecnologia no Brasil?

Embora haja estatísticas que comprovam um bom crescimento na contratação de profissionais dessa área no país, ainda há um grande número de vagas que não foram ocupadas.

A empresa Empresômetro divulgou que o setor de tecnologia cresceu 118% em 10 anos, que compreendem o período de 2008 a 2018, o que deixa claro como ele se desenvolveu.

Porém, ainda no estudo feito pelo BrazilLAB que vimos anteriormente, estima-se que haverá 160 mil vagas não preenchidas na área de tecnologia no ano de 2019, indicador que também chama a atenção.

A IDC Brasil também trouxe dados próximos a este, que indicam que o déficit na ocupação de vagas do setor de tecnologia variou de 150 mil a 200 mil no ano de 2018. Isso é surpreendente quando se considera uma população de 12,2 milhões de desempregados, conforme divulgação do IBGE referente ao final do ano de 2018.

Um levantamento feito pela ManpowerGroup com mais de 37 mil empregadores de 42 países indicou que há dois fatores que podem ser responsáveis por esse número: a deficiência na formação básica (58,08%) e, especialmente, a falta de profissionais capacitados (83,23%).

Isso impede que a área de tecnologia apresente um crescimento maior, mesmo com um solo tão frutífero quanto no Brasil, em que o uso de recursos tecnológicos é bem intenso.

Um estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgado no final de 2018, concluiu que 81% das empresas optam pela capacitação dos profissionais depois que eles são contratados, dada a escassez de talentos no mercado. A porcentagem ainda sobre para 87% entre as companhias de grande porte.

O que fazer para reverter esse quadro?

É possível mudar a situação mediante a capacitação dos profissionais e seu interesse em trabalhar em profissões que ainda não existem no mercado, ainda que isso possa soar contraditório.

De acordo com o estudo “Projetando 2030: uma visão dividida do futuro”, encomendado pela Dell Technologies, que contou com mais de 3.800 participantes, todos líderes de empresas de médio e grande porte de 17 países, inclusive o Brasil, 85% das profissões presentes em 2030 ainda não existem.

Isso fica evidente com o desenvolvimento acelerado da tecnologia, que criou a demanda por profissionais que atuem com Data Science, Big Data, Inteligência Artificial, Realidade Virtual, Realidade Aumentada, Machine Learning, entre outros.

O primeiro passo pode ser ingressar na área da tecnologia, por meio de cursos como Ciência da Computação, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Engenharia da Computação, Engenharia de Software e Sistemas de Informação, sempre prestados por instituições confiáveis e renomadas.

Depois disso, os interessados podem procurar por especializações em áreas mais específicas e que estejam de acordo com seus objetivos profissionais relacionados à tecnologia, o que fará com que eles tenham um perfil que chame a atenção dos recrutadores.

Pode parecer uma decisão estranha investir academicamente em áreas cujas profissões ainda não existem, mas a situação deixa de parecer tão absurda ao pensarmos que a internet, tão presente em nossa sociedade, chegou ao Brasil apenas em 1988.

Do aprendizado de máquinas à inteligência artificial, da ciência de dados ao RH digital, o Brasil é um grande amante da tecnologia, mas não há dúvidas que a presença de profissionais capacitados no mercado pode fazer com que isso aumente cada vez mais.

BB Seguros patrocina projetos da Fundação OSESP 594

BB Seguros patrocina projetos da Fundação OSESP

Descubra a Orquestra e os Concertos Matinais fomentam a popularização da música erudita entre alunos e professores de escolas públicas e privadas

A BB Seguros incentiva projetos que promovam a democratização da cultura e da arte e a popularização da música erudita de maneira gratuita para a sociedade. Com esse objetivo, a marca patrocina duas iniciativas da Fundação Osesp: Descubra a Orquestra, voltado para iniciação musical, e Concertos Matinais, série de concertos gratuitos.

Dedicado a alunos e professores de escolas públicas, particulares e instituições beneficentes, o programa Descubra a Orquestra oferece diversas ações educativo-musicais, com o intuito de ampliar e fortalecer o desenvolvimento cultural e musical dos inscritos. No primeiro semestre deste ano, foram realizados 11 concertos didáticos e 4 cursos para professores, beneficiando mais de 12 mil pessoas.

Outro projeto patrocinado pela BB Seguros é a série Concertos Matinais. Fundamental para a formação e ampliação das plateias de música clássica no país, o projeto apresenta concertos da Osesp e de orquestras parceiras, sempre aos domingos, às 11h, na Sala São Paulo.

“É nosso objetivo apoiar iniciativas que tenham relevância para a formação e ampliação da cultura e música em nosso país. Nos últimos sete anos, os aportes da seguradora em iniciativas socioculturais beneficiaram mais de 20 milhões de pessoas em todo o Brasil. E a parceria com a OSESP reflete esses investimentos”, explica Fernando Barbosa, CEO da Brasilseg, uma empresa BB Seguros.

Todos os projetos de patrocínio da BB Seguros à OSESP são viabilizados via Lei de Incentivo à Cultura.

Serviço:

Programa Descubra a Orquestra na Sala São Paulo
Praça Júlio Prestes, 16.

Berkley Seguros Brasil promove Treinamento de Riscos de Engenharia para os corretores 683

Berkley Seguros Brasil promove Treinamento de Riscos de Engenharia para os corretores

Treinamento ocorreu inclusive de forma online para atender as filiais da seguradora

A Berkley Seguros organizou neste mês um treinamento presencial com aproximadamente 40 corretores na matriz da seguradora, em São Paulo, com o objetivo de fortalecer seu relacionamento, capacitar os corretores e desenvolver oportunidades. O tema do treinamento foi Seguro de Riscos de Engenharia, liderado pelo engenheiro David Oliveira, responsável pela área.

Neste encontro, o conteúdo promovido ajudou os participantes a se aprofundarem no conhecimento de riscos de engenharia e entenderem como a seguradora pode ajudar na proteção contra imprevistos na construção civil e nos projetos de engenharia, além de apresentar exemplos de sinistros, assunto sempre muito delicado, mas que gera bastante aceitação dos corretores.

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Como diferencial da Berkley, posso ressaltar as rápidas respostas nas cotações (grupo I em até 24 horas), agilidade nas emissões das apólices (digital) e certificado, agilidade nas inspeções e emissão de uma única apólice contemplando o ramo de Engenharia e RCG – Modalidade Obras, informa Alexandro Sanxes, diretor técnico da Berkley. “Ao proporcionar mais conhecimento e recursos, os corretores serão mais especialistas para agregar valor às decisões de seus clientes”, completa Sanxes.

Alexandro Sanxes é diretor técnico da Berkley Brasil Seguros
Alexandro Sanxes é diretor técnico da Berkley Brasil Seguros / Divulgação

Para Caio Timbó, da LTSEG Corretora de Seguros, “Como gestor da corretora acho fundamental a participação da equipe em treinamentos desta natureza, seja para reciclar conhecimento, seja para adquirir novos. O corretor do futuro tem de estar atento a oportunidades de negócio que nem sempre se configuram de forma direta, e a capacitação do time é fundamental para que isso ocorra. Recebi feedbacks muito positivos da minha equipe que participou neste treinamento da Berkley, tanto de conteúdo quanto de profundidade de assuntos abordados. Esta é, além de uma excelente ferramenta de capacitação, uma ótima forma de estreitar relações entre empresas já que os técnicos de ambas as empresas passam a se conhecer pessoalmente e os negócios tornam-se mais fluidos”.

Estando sempre atenta as necessidades das filiais e dos corretores, foi promovido inclusive o mesmo treinamento de forma online para os corretores de outras regiões, objetivando o atingimento e engajamento de um público maior em todo o país.

Temporais destroem empresas no Brasil 729

Temporais destroem empresas no Brasil

Situação comum em dias de chuvas pode ser amenizada com seguro empresarial

O país acumula grandes histórias de desastres naturais. Todos os anos vendavais, alagamentos e temporais, destroem patrimônios públicos, casas e empresas. Diversas pessoas sofrem algum tipo de prejuízo, entre elas, empresários que muitas vezes passaram a vida construindo seu negócio (no qual é responsável ainda pelo sustento de diversas outras famílias), tem todo o seu patrimônio aplicado nele, e acaba perdendo tudo ou se afundando em dívidas para fazer os reparos necessários.

No mercado, porém, existe o seguro empresarial, o qual, cobre essas situações e ameniza os danos e/ou prejuízos causados. Vanessa Alves, diretora comercial da San Martin Corretora de Seguros (franquia especializada no mercado de seguros), conta que existe cobertura também para vendaval, furacão, ciclone, tornado, granizo e muitas outras nesse sentido.

Ela explica que o seguro empresarial atende exatamente a necessidade do cliente. Por isso, no momento da contratação são analisados os principais riscos que o negócio pode correr. E no caso de desastres naturais, a demanda mais comum é na região sul do país, principalmente Santa Catarina, onde mais de 90% das apólices incluem cobertura contra vendaval.

“Essa região sofre muito com chuvas fortes e vendavais, por isso, é muito grande a probabilidade de um local ser afetado por essas causas, como já aconteceu no passado. Então essa cobertura é fundamental”, relata.

Cobertura abrangente

Outra situação constante por aqui são os casos de incêndios e quedas de raios. Situações que o seguro empresarial também cobre. Aliás, essas são apenas algumas. Também entram no serviço: roubo e furto qualificado, responsabilidade civil, danos elétricos, quebra de vidros, espelhos, mármores, equipamentos e despesas fixas.

Vanessa reforça que o seguro empresarial oferece soluções para estabelecimentos comerciais e/ou industriais com coberturas totalmente adequadas aos seus ramos de atuação.  “Esse seguro oferece relativa tranquilidade quanto a eventuais prejuízos que podem atingir o patrimônio de sua empresa, sejam bens materiais (equipamentos, móveis, etc) e estrutura física abrangendo em alguns casos inclusive documentos ou valores em espécie”, explica.

A diretora acrescenta que neste caso, o empresário tem a possibilidade de resguardar o patrimônio de sua empresa de forma mais ampla, unindo várias coberturas em uma única apólice. Mas, para que a escolha seja a melhor possível, é imprescindível que ele tenha informações qualificadas.

Escolha das coberturas

As coberturas do seguro se dividem em: básica e opcionais. A contratação da cobertura básica é obrigatória, acompanhada de, pelo menos, uma ou mais  coberturas opcionais – de acordo com as ofertas da seguradora. “Outras proteções contra riscos podem ou não ser contratadas, conforme o interesse do segurado. Na lista de opcionais, ele deve avaliar o grau de importância de cada uma delas para o empreendimento dele”, orienta a profissional.

Ela esclarece ainda que na hora de escolher o seguro multirrisco patrimonial, é preciso cuidado para não contratar coberturas opcionais desnecessárias. “Ou, ainda, que não levem em consideração as particularidades do negócio”, sublinha.

Em relação aos seguros convencionais, a modalidade apresenta várias vantagens. Vanessa pontua e finaliza:

  • Redução das taxas em relação aos chamados seguros convencionais;
  • Conjugação de várias coberturas em uma só apólice, com cláusulas menos restritivas e de mais fácil compreensão pelos segurados; e
  • Estruturação modular com uma ampla gama de coberturas e garantias acessórias, permitindo ao segurado a escolha, entre elas, das mais adequadas às suas necessidades, o que resulta na montagem de um seguro “personalizado”.