Mercado de planos de saúde desacelera, mas continua positivo 535

Mercado de planos de saúde desacelera, mas continua positivo

Levantamento do IESS indica que alta de 0,1% no total de planos médico-hospitalares

O mercado de planos de saúde médico-hospitalares permaneceu praticamente estável no período de 12 meses encerrado em março de 2019. Com alta de 0,1%, o setor encerrou o primeiro trimestre do ano com 47,1 milhões de beneficiários. Apesar de o resultado, detectado pela Nota de Acompanhamento de Beneficiários (NAB) do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), ser positivo, representa uma estabilidade em relação ao registrado entre fevereiro de 2019 e o mesmo mês de 2018, também de 0,1%.

Importante reforçar que os dados estão longe de serem negativos. Considerando o movimento que o mercado vem apresentado desde o final de 2014, ter um período com avanços modestos como esse pode ser considerado positivo. O setor depende de uma retomada mais expressiva do mercado de trabalho formal para recuperar os mais de 3 milhões de vínculos rompidos nos últimos anos e, em março, o mercado de trabalho também perdeu tração, especialmente fora do setor de saúde, como mostra o Relatório de Emprego na Cadeia de Saúde Suplementar, divulgado mensalmente pelo IESS.

Apesar de a economia avançar em um ritmo inferior ao que era esperado no final de 2018, o País está em um processo de recuperação que pode ser lento, mas não deve apresentar grandes surpresas negativas. O setor de saúde suplementar é um dos motores econômicos do País, especialmente na geração de postos de trabalho formal, mas depende do restante da economia para voltar a crescer com relação aos novos vínculos com planos.

Nesse sentido, o resultado positivo no Estado de São Paulo é um indicador a ser comemorado. Entre março de 2019 e o mesmo mês de 2018 registrou 39 mil novos vínculos, alta de 0,2%. O Estado ainda responde por uma parcela significativa (superior a 30%) tanto da economia nacional quanto do total de beneficiários de planos médico-hospitalares. Portanto, ainda que pouco expressivo, o incremento é um importante resultado.

Planos exclusivamente odontológicos

Enquanto o mercado de planos médico-hospitalares ainda enfrenta solavancos para voltar a crescer, o de planos exclusivamente odontológicos continua acelerando. Nos 12 meses encerrados em março de 2019, o segmento registrou 1,8 milhão de novos vínculos. Com o avanço de 7,7%, essa modalidade de plano já chegou à marca de 24,5 milhões de beneficiários em todo o País.

Brasil carece de profissionais capacitados em tecnologia 567

Brasil carece de profissionais capacitados em tecnologia

Necessidade vai na contramão do intenso uso de soluções tecnológicas no país, mas situação ainda pode mudar

A palavra tecnologia tem origem no grego e significa, etimologicamente, o estudo da técnica, ofício ou arte. É através do desenvolvimento tecnológico que podemos ter acesso a novos produtos, serviços e possibilidades em nosso dia a dia, o que inclusive potencializa a tendência da globalização.

É inegável que uma das maiores e melhores inovações tecnológicas da história é a internet, a qual, inclusive, é usada pela maioria da população do Brasil. Porém, em contrapartida, o número de profissionais aptos a atuar na área não é tão grande quanto poderia ser, o que resulta em mais vagas do que profissionais.

Vamos entender qual é a relação do brasileiro com a tecnologia e, em seguida, ver como essa é uma área que vale a pena estudar, dadas as possibilidades de ocupar uma boa posição no mercado, o que tende a melhorar com o passar do tempo.

O Brasil é um país tecnológico?

Sim, principalmente quando o assunto é conectividade, cujos resultados podem surpreender até mesmo bons entendedores do assunto.

De acordo com dados da 30ª Pesquisa Anual de Administração e Uso de Tecnologia da Informação nas Empresas, feita pela Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP), o Brasil tinha 230 milhões de smartphones em uso por volta do mês de abril de 2019.

O número já chama a atenção por si só, principalmente quando comparado com a população do país, estimado em 210,1 milhões, de acordo com levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) feito em 1º de julho de 2019.

Isso significa que seria possível pegar todos os smartphones do país e dar um para cada brasileiro. Os pouco menos de 20 milhões restantes poderiam serem entregues para cada cidadão do Chile, nosso vizinho sul-americano que tem aproximadamente 19,1 milhões de habitantes.

Outro número interessante vem da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) 2017, também do IBGE, que afirmou que 69,8% da população maior de 10 anos (126,3 milhões) acessaram a internet ao menos uma vez nos três últimos meses antes do levantamento.

Além de ser um grande número, ele vem aumentando com o passar do tempo, já que esse número era de 116,1 milhões em 2016, ou seja, houve um crescimento de 8,78% em apenas um ano, o que é bem considerável.

Outra estatística interessante, trazida no “Panorama da Transformação Digital no Brasil”, feito pelo BrazilLAB em parceria com a Fundação Brava e o Center for Public Impact, é de que o país ocupa a terceira posição no ranking das pessoas de 16 a 64 anos que usam a internet por mais tempo.

São 9 horas diárias, o que coloca o país atrás apenas de Tailândia e Filipinas e à frente de muitos países inovadores, como Suíça, Países Baixos, Suécia, Reino Unido, Estados Unidos, Alemanha, Irlanda e Israel.

Porém, em meio a tantas estatísticas positivas no que tange à conectividade e ao uso da internet, um ponto oposto é o número de profissionais que atuam na área, que está aquém do que poderia ser.

Como é o mercado de tecnologia no Brasil?

Embora haja estatísticas que comprovam um bom crescimento na contratação de profissionais dessa área no país, ainda há um grande número de vagas que não foram ocupadas.

A empresa Empresômetro divulgou que o setor de tecnologia cresceu 118% em 10 anos, que compreendem o período de 2008 a 2018, o que deixa claro como ele se desenvolveu.

Porém, ainda no estudo feito pelo BrazilLAB que vimos anteriormente, estima-se que haverá 160 mil vagas não preenchidas na área de tecnologia no ano de 2019, indicador que também chama a atenção.

A IDC Brasil também trouxe dados próximos a este, que indicam que o déficit na ocupação de vagas do setor de tecnologia variou de 150 mil a 200 mil no ano de 2018. Isso é surpreendente quando se considera uma população de 12,2 milhões de desempregados, conforme divulgação do IBGE referente ao final do ano de 2018.

Um levantamento feito pela ManpowerGroup com mais de 37 mil empregadores de 42 países indicou que há dois fatores que podem ser responsáveis por esse número: a deficiência na formação básica (58,08%) e, especialmente, a falta de profissionais capacitados (83,23%).

Isso impede que a área de tecnologia apresente um crescimento maior, mesmo com um solo tão frutífero quanto no Brasil, em que o uso de recursos tecnológicos é bem intenso.

Um estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgado no final de 2018, concluiu que 81% das empresas optam pela capacitação dos profissionais depois que eles são contratados, dada a escassez de talentos no mercado. A porcentagem ainda sobre para 87% entre as companhias de grande porte.

O que fazer para reverter esse quadro?

É possível mudar a situação mediante a capacitação dos profissionais e seu interesse em trabalhar em profissões que ainda não existem no mercado, ainda que isso possa soar contraditório.

De acordo com o estudo “Projetando 2030: uma visão dividida do futuro”, encomendado pela Dell Technologies, que contou com mais de 3.800 participantes, todos líderes de empresas de médio e grande porte de 17 países, inclusive o Brasil, 85% das profissões presentes em 2030 ainda não existem.

Isso fica evidente com o desenvolvimento acelerado da tecnologia, que criou a demanda por profissionais que atuem com Data Science, Big Data, Inteligência Artificial, Realidade Virtual, Realidade Aumentada, Machine Learning, entre outros.

O primeiro passo pode ser ingressar na área da tecnologia, por meio de cursos como Ciência da Computação, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Engenharia da Computação, Engenharia de Software e Sistemas de Informação, sempre prestados por instituições confiáveis e renomadas.

Depois disso, os interessados podem procurar por especializações em áreas mais específicas e que estejam de acordo com seus objetivos profissionais relacionados à tecnologia, o que fará com que eles tenham um perfil que chame a atenção dos recrutadores.

Pode parecer uma decisão estranha investir academicamente em áreas cujas profissões ainda não existem, mas a situação deixa de parecer tão absurda ao pensarmos que a internet, tão presente em nossa sociedade, chegou ao Brasil apenas em 1988.

Do aprendizado de máquinas à inteligência artificial, da ciência de dados ao RH digital, o Brasil é um grande amante da tecnologia, mas não há dúvidas que a presença de profissionais capacitados no mercado pode fazer com que isso aumente cada vez mais.

BB Seguros patrocina projetos da Fundação OSESP 593

BB Seguros patrocina projetos da Fundação OSESP

Descubra a Orquestra e os Concertos Matinais fomentam a popularização da música erudita entre alunos e professores de escolas públicas e privadas

A BB Seguros incentiva projetos que promovam a democratização da cultura e da arte e a popularização da música erudita de maneira gratuita para a sociedade. Com esse objetivo, a marca patrocina duas iniciativas da Fundação Osesp: Descubra a Orquestra, voltado para iniciação musical, e Concertos Matinais, série de concertos gratuitos.

Dedicado a alunos e professores de escolas públicas, particulares e instituições beneficentes, o programa Descubra a Orquestra oferece diversas ações educativo-musicais, com o intuito de ampliar e fortalecer o desenvolvimento cultural e musical dos inscritos. No primeiro semestre deste ano, foram realizados 11 concertos didáticos e 4 cursos para professores, beneficiando mais de 12 mil pessoas.

Outro projeto patrocinado pela BB Seguros é a série Concertos Matinais. Fundamental para a formação e ampliação das plateias de música clássica no país, o projeto apresenta concertos da Osesp e de orquestras parceiras, sempre aos domingos, às 11h, na Sala São Paulo.

“É nosso objetivo apoiar iniciativas que tenham relevância para a formação e ampliação da cultura e música em nosso país. Nos últimos sete anos, os aportes da seguradora em iniciativas socioculturais beneficiaram mais de 20 milhões de pessoas em todo o Brasil. E a parceria com a OSESP reflete esses investimentos”, explica Fernando Barbosa, CEO da Brasilseg, uma empresa BB Seguros.

Todos os projetos de patrocínio da BB Seguros à OSESP são viabilizados via Lei de Incentivo à Cultura.

Serviço:

Programa Descubra a Orquestra na Sala São Paulo
Praça Júlio Prestes, 16.

Berkley Seguros Brasil promove Treinamento de Riscos de Engenharia para os corretores 682

Berkley Seguros Brasil promove Treinamento de Riscos de Engenharia para os corretores

Treinamento ocorreu inclusive de forma online para atender as filiais da seguradora

A Berkley Seguros organizou neste mês um treinamento presencial com aproximadamente 40 corretores na matriz da seguradora, em São Paulo, com o objetivo de fortalecer seu relacionamento, capacitar os corretores e desenvolver oportunidades. O tema do treinamento foi Seguro de Riscos de Engenharia, liderado pelo engenheiro David Oliveira, responsável pela área.

Neste encontro, o conteúdo promovido ajudou os participantes a se aprofundarem no conhecimento de riscos de engenharia e entenderem como a seguradora pode ajudar na proteção contra imprevistos na construção civil e nos projetos de engenharia, além de apresentar exemplos de sinistros, assunto sempre muito delicado, mas que gera bastante aceitação dos corretores.

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Como diferencial da Berkley, posso ressaltar as rápidas respostas nas cotações (grupo I em até 24 horas), agilidade nas emissões das apólices (digital) e certificado, agilidade nas inspeções e emissão de uma única apólice contemplando o ramo de Engenharia e RCG – Modalidade Obras, informa Alexandro Sanxes, diretor técnico da Berkley. “Ao proporcionar mais conhecimento e recursos, os corretores serão mais especialistas para agregar valor às decisões de seus clientes”, completa Sanxes.

Alexandro Sanxes é diretor técnico da Berkley Brasil Seguros
Alexandro Sanxes é diretor técnico da Berkley Brasil Seguros / Divulgação

Para Caio Timbó, da LTSEG Corretora de Seguros, “Como gestor da corretora acho fundamental a participação da equipe em treinamentos desta natureza, seja para reciclar conhecimento, seja para adquirir novos. O corretor do futuro tem de estar atento a oportunidades de negócio que nem sempre se configuram de forma direta, e a capacitação do time é fundamental para que isso ocorra. Recebi feedbacks muito positivos da minha equipe que participou neste treinamento da Berkley, tanto de conteúdo quanto de profundidade de assuntos abordados. Esta é, além de uma excelente ferramenta de capacitação, uma ótima forma de estreitar relações entre empresas já que os técnicos de ambas as empresas passam a se conhecer pessoalmente e os negócios tornam-se mais fluidos”.

Estando sempre atenta as necessidades das filiais e dos corretores, foi promovido inclusive o mesmo treinamento de forma online para os corretores de outras regiões, objetivando o atingimento e engajamento de um público maior em todo o país.

Temporais destroem empresas no Brasil 728

Temporais destroem empresas no Brasil

Situação comum em dias de chuvas pode ser amenizada com seguro empresarial

O país acumula grandes histórias de desastres naturais. Todos os anos vendavais, alagamentos e temporais, destroem patrimônios públicos, casas e empresas. Diversas pessoas sofrem algum tipo de prejuízo, entre elas, empresários que muitas vezes passaram a vida construindo seu negócio (no qual é responsável ainda pelo sustento de diversas outras famílias), tem todo o seu patrimônio aplicado nele, e acaba perdendo tudo ou se afundando em dívidas para fazer os reparos necessários.

No mercado, porém, existe o seguro empresarial, o qual, cobre essas situações e ameniza os danos e/ou prejuízos causados. Vanessa Alves, diretora comercial da San Martin Corretora de Seguros (franquia especializada no mercado de seguros), conta que existe cobertura também para vendaval, furacão, ciclone, tornado, granizo e muitas outras nesse sentido.

Ela explica que o seguro empresarial atende exatamente a necessidade do cliente. Por isso, no momento da contratação são analisados os principais riscos que o negócio pode correr. E no caso de desastres naturais, a demanda mais comum é na região sul do país, principalmente Santa Catarina, onde mais de 90% das apólices incluem cobertura contra vendaval.

“Essa região sofre muito com chuvas fortes e vendavais, por isso, é muito grande a probabilidade de um local ser afetado por essas causas, como já aconteceu no passado. Então essa cobertura é fundamental”, relata.

Cobertura abrangente

Outra situação constante por aqui são os casos de incêndios e quedas de raios. Situações que o seguro empresarial também cobre. Aliás, essas são apenas algumas. Também entram no serviço: roubo e furto qualificado, responsabilidade civil, danos elétricos, quebra de vidros, espelhos, mármores, equipamentos e despesas fixas.

Vanessa reforça que o seguro empresarial oferece soluções para estabelecimentos comerciais e/ou industriais com coberturas totalmente adequadas aos seus ramos de atuação.  “Esse seguro oferece relativa tranquilidade quanto a eventuais prejuízos que podem atingir o patrimônio de sua empresa, sejam bens materiais (equipamentos, móveis, etc) e estrutura física abrangendo em alguns casos inclusive documentos ou valores em espécie”, explica.

A diretora acrescenta que neste caso, o empresário tem a possibilidade de resguardar o patrimônio de sua empresa de forma mais ampla, unindo várias coberturas em uma única apólice. Mas, para que a escolha seja a melhor possível, é imprescindível que ele tenha informações qualificadas.

Escolha das coberturas

As coberturas do seguro se dividem em: básica e opcionais. A contratação da cobertura básica é obrigatória, acompanhada de, pelo menos, uma ou mais  coberturas opcionais – de acordo com as ofertas da seguradora. “Outras proteções contra riscos podem ou não ser contratadas, conforme o interesse do segurado. Na lista de opcionais, ele deve avaliar o grau de importância de cada uma delas para o empreendimento dele”, orienta a profissional.

Ela esclarece ainda que na hora de escolher o seguro multirrisco patrimonial, é preciso cuidado para não contratar coberturas opcionais desnecessárias. “Ou, ainda, que não levem em consideração as particularidades do negócio”, sublinha.

Em relação aos seguros convencionais, a modalidade apresenta várias vantagens. Vanessa pontua e finaliza:

  • Redução das taxas em relação aos chamados seguros convencionais;
  • Conjugação de várias coberturas em uma só apólice, com cláusulas menos restritivas e de mais fácil compreensão pelos segurados; e
  • Estruturação modular com uma ampla gama de coberturas e garantias acessórias, permitindo ao segurado a escolha, entre elas, das mais adequadas às suas necessidades, o que resulta na montagem de um seguro “personalizado”.

IESS indica que cadeia de saúde está empregando mais, apesar da redução de beneficiários 556

IESS indica que cadeia de saúde está empregando mais, apesar da redução de beneficiários

Levantamento revela comportamento de contratações do setor privado e público em julho de 2019

Quase 5 milhões de brasileiros são empregados pela cadeia da saúde no Brasil. O montante equivale a 11,3% da força de trabalho no País. De acordo com o Relatório de Emprego da Cadeia Produtiva da Saúde, feito pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), 73,3% deste total ou cerca de 3,6 milhões são trabalhadores com carteira assinada no setor privado.

Apenas em julho de 2019, a saúde suplementar registrou 93,5 mil contratações e 88,1 mil demissões, totalizando um saldo positivo de 5,4 mil postos de emprego formal. O que corresponde a 12,2% do saldo geral de 43,8 mil novos postos de trabalho criados pela economia nacional como um todo. “É evidente que a cadeia de saúde é uma das forças motrizes na economia nacional. O setor já responde por 11,3% da força de trabalho no País e o saldo de empregos na saúde privada tem respondido por mais do que esse porcentual no total de novos postos de trabalho gerados no mês. O que indica que a participação do setor tende a crescer ao longo do tempo”, comenta José Cechin, superintendente executivo do IESS.

O executivo destaca que o setor continua contratando apesar de haver retração no total de beneficiários de planos de saúde médico-hospitalar. “Entre julho deste ano e o mesmo mês do ano passado, 133 mil beneficiários deixaram seus planos. Uma retração de 0,3%. Ainda assim, o setor contratou mais 120 mil pessoas no período”, compara Cechin. “Os dados indicam que o setor acredita em um processo de recuperação de beneficiários e está se preparando para tanto”, avalia.

Está é a primeira edição em que o Relatório de Emprego da Cadeia Produtiva da Saúde traz o total de empregados também pelo setor público e mais dados sobre o segmento devem estar disponíveis na próxima edição da publicação, que irá permitir, pela primeira vez, uma análise temporal do nível de empregos nesta cadeia como um todo (setor público e privado). “Estamos trabalhando para aprimorar a qualidade das informações que disponibilizamos ao mercado e fornecer ainda mais subsídios para as tomadas de decisões”, comenta Cechin.