“Setor de seguros será protagonista de um novo momento no Brasil” 786

"Setor de seguros será protagonista de um novo momento no Brasil"

Marcio Coriolano assume novo mandato na CNseg; Diretoria da Confederação, Conselhos, Presidentes e Diretorias de Federações são empossadas

Marcio Serôa de Araujo Coriolano assumiu novo mandato como presidente da Confederação Nacional de Seguros Gerais (CNseg). A posse aconteceu em cerimônia especial, na Zona Sul de São Paulo (SP), e reuniu diversas lideranças do mercado brasileiro de seguros.

Além de Marcio Coriolano, foram empossados Marcelo Farinha, na Federação Nacional de Capitalização (Fenacap), Jorge Nasser (FenaPrevi), João Lima (FenaSaúde) e Antonio Trindade (FenSeg). Além disso, os vice-presidentes das respectivas instituições, conselheiros e diretores compuseram a lista que comanda os rumos do setor de seguros no Brasil pelo triênio 2019-2022. Também participaram do momento líderes sindicais, representados pelo presidente da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor), Armando Vergílio.

“Fico muito satisfeito com esse reconhecimento, que não é individual, trata-se de um trabalho coletivo de toda a Confederação. Nosso trabalho caminha no sentido da especialização do corpo técnico, além de promover treinamentos e capacitações. Os três primeiros anos foram de muito trabalho e, neste novo mandato, caminhamos para a profissionalização do setor em parceria com o poder público”, explicou o presidente reeleito Marcio Coriolano.

O presidente da CNseg acompanhado dos presidentes das Federações do mercado brasileiro de seguros / Divulgação
O presidente da CNseg acompanhado dos presidentes das Federações do mercado brasileiro de seguros / Divulgação

As mudanças pelas quais o Brasil atravessa são desafiadoras. Na visão de Coriolano, as incertezas com o que vai acontecer reforçam a importância de se fazer uma seleção criteriosa sobre os acontecimentos. “Seja na política, na economia ou na sociedade precisamos responder com nossa especialidade em nossos mercados. Especificamente sobre a reforma da previdência, sabemos que trata-se apenas de uma das muitas reformas que devem acontecer. Existe um leque de disposições do governo justamente para privatizar, até mesmo no setor de seguros. Para crescer o Brasil também precisa de poupança e quem faz isso são as seguradoras”, afirmou.

O presidente da CNseg comemora o fato de que o mercado segurador consolidou mais de R$ 1 trilhão em reservas técnicas no Brasil. “Isso corresponde a 25% da dívida pública. O setor de seguros será protagonista de um novo momento no Brasil. Um momento de poupança, de retomada na geração de empregos e também da economia”, finalizou.

Já o presidente eleito da FenSeg e da Chubb no Brasil, Antonio Trindade, demonstrou otimismo com o setor e destacou o papel estratégico do seguro. “O segmento de Seguros Gerais é responsável por um amplo leque de produtos, desde automóveis e satélites, residências, obras de infraestrutura, até a produção agrícola do interior do País. Caminha para um cenário de crescimento sustentado nos próximos anos e quer ser um parceiro para concretizar a agenda social e econômica do Brasil, ao proteger a população de toda a espécie de riscos e desonerar o orçamento do Estado”, afirmou.

O presidente eleito da FenaPrevi, da Bradesco Vida e Previdência e da Bradesco Capitalização, Jorge Pohlmann Nasser, argumentou que, no contexto da Reforma da Previdência Social, já não se pode mais discutir se deve ou não reformar o modelo de Previdência Social do país. “Devemos discutir qual a reforma possível nesse momento. E que seja da amplitude suficiente para recolocar o Brasil na rota de desenvolvimento sustentável. A FenaPrevi deu sua contribuição, ao apresentar sugestões para a Reforma, através do trabalho realizado pela FIPE, em parceria com CNSeg, ABRAPP e ICSS”, contou. Segundo Nasser, não basta esperar pela reforma. É preciso participar ativamente das discussões e ao mesmo tempo, destacar a importância do papel da Previdência Complementar como parte de um modelo moderno e equilibrado de Previdência para o Brasil. “Nossa agenda precisa avançar. E neste momento de mudanças no cenário nacional, surgem novas oportunidades para a construção de um modelo regulatório moderno, robusto e, fundamentalmente comprometido com o espaço democrático do diálogo para tornarmos cada vez mais sustentável nosso mercado”, disse.

O presidente eleito da FenaSaúde e vice-presidente do Grupo Notredame Intermédica, responsável pela Interodonto, João Alceu Amoroso Lima, destacou medidas propostas pela entidade em prol da sustentabilidade do segmento. Para ele, são relevantes questões como a adoção de programas de APS – Atenção Primária à Saúde e Redes Hierarquizadas e a admissão de hospitais públicos nas redes credenciadas das operadoras privadas. Ele também ressaltou o protagonismo da FenaSaúde no setor. “Sabemos que podemos contribuir de forma mais contundente, não apenas para a promoção da saúde e prevenção de doenças dos cidadãos, mas também para um ambiente favorável ao crescimento e desenvolvimento econômico e social do Brasil, desonerando o orçamento público, promovendo emprego, atraindo investimentos e gerando renda”, concluiu.

O presidente eleito da FenaCap e da Brasilcap, Marcelo Farinha, observou que o segmento contribui para ampliar o bem-estar das famílias, movimentar a economia e reforçar a poupança de longo prazo no país. “Nesse contexto, merece destaque o posicionamento estratégico da capitalização, que evoluiu de um estágio inicial em que os produtos eram apenas instrumentos para guardar dinheiro e concorrer a prêmios para um novo patamar, que consiste na oferta de um conjunto de soluções de negócios com sorteios, em atendimento a novas demandas dos consumidores. É solução para a conquista da disciplina financeira, para garantia locatícia, para o exercício da filantropia ou para incremento de outros segmentos econômicos. Isso explica, em parte, a resiliência do mercado em momentos de instabilidade”, ressaltou.

O diretor presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Leandro Fonseca, destacou a modernização regulatória como o caminho para tornar o segmento mais produtivo e assegurar seu desenvolvimento sustentável. “Em razão disso, a modernização constará da nova agenda regulatória da ANS para o período compreendido entre 2019 e 2021”, afirmou Fonseca.

De acordo com o presidente da Federação Nacional dos Corretores de Seguros Privados e de Resseguros, de Capitalização, de Previdência Privada, das Empresas Corretoras de Seguros e de Resseguros (Fenacor), Armando Vergílio, “o novo salto de crescimento do mercado dependerá da união dos seus pares em torno de um projeto que contemple, entre outros tópicos, o combate às vendas irregulares pelas associações, avanço da desregulamentação do setor, oferta de produtos inovadores para ampliar a base de consumidores e em linha com a consolidação da economia digital e com a era de riscos emergentes”.

Mauro Batista, presidente do Sindicato das Seguradoras, apontou a educação como o mecanismo para demonstrar à sociedade e ao Estado a importância do setor. “Nós seguradores temos de ter a determinação de investir em programas educativos e ser proativos e determinantes para essa travessia”.

A solenidade, realizada em São Paulo contou com cerca de 400 convidados, inclusive o Secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Francisco de Assis Figueiredo; o subsecretário de Políticas Microeconômicas e Financiamento da infraestrutura, Pedro Miranda.

Confira alguns dos registros do JRS durante a cerimônia de posse:

*Com a colaboração de Superintendência – Executiva de Comunicação e Imprensa da CNseg

Infraestrutura de TI pode garantir sucesso do comércio virtual 415

Especialistas dão dicas de como manter serviços essenciais funcionando de forma segura e ininterrupta

Com a adoção de medidas de distanciamento e restrição de circulação em espaços públicos completando dois meses sem a perspectiva de que a situação volte ao normal até o início do segundo semestre, o varejo brasileiro precisou se adaptar rapidamente ao ecommerce para sobreviverem no mercado.

Segundo dados divulgados em abril pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (Abcomm), as vendas pela internet aumentaram 30% em relação a março, e estima que o comércio eletrônico ganhou, ao menos, quatro milhões de novos clientes, com grandes chances de manterem o hábito depois que a crise do Covid-19 passar.

Porém, especialistas em varejo digital e empresários do setor de Tecnologia alertam que para atender um número tão considerável de clientes, é necessário que as empresas estejam preparadas para atender essa demanda que até então não estava prevista.

Um exemplo é o que comenta o CEO da TS Shara, Pedro Al Shara, fabricante nacional de equipamentos de proteção de energia: “Verificamos desde o início da quarentena, um aumento do movimento de migração de muitas varejistas que só mantinham a operação física tradicional para os canais digitais. É a Transformação Digital fazendo parte da realidade de fato, um projeto que vinha sendo adiado e que agora não pode mais esperar, pois se tratava da única forma de manter a operação funcionando”.

Na visão do executivo, as novas tecnologias têm sido uma aliada de muitos setores para enfrentar esse período difícil pelo qual o país atravessa e apesar de estar sendo executado de forma repentina é importante que seja realizado com muito planejamento e organização para que não haja outros problemas lá na frente. “Tudo deve ser planejado visando minimizar os riscos e perdas nesse momento onde qualquer prejuízo tem um impacto enorme sobre a operação, isso envolve desde a gestão da empresa até a infraestrutura necessária do ambiente TI para manter uma operação virtual rodando de forma segura e ininterrupta”, destaca o CEO da TS Shara.

Infraestrutura do ambiente de TI

Apesar de ser um novo modelo de atuação para muitos empresários e setores, uma loja virtual requer os mesmos cuidados e preocupações de uma loja convencional. A conexão constante com a internet e energia elétrica são recursos essenciais para manter a plataforma online funcionando e, garantir, dessa forma, o acesso aos arquivos importantes e o contato constante com os clientes, ou seja, uma infraestrutura do ambiente de TI bem dimensionada para a finalidade-fim é fundamental para garantir o sucesso da operação digital, entre as quais uma operação de ecommerce não pode deixar de prever:

– Alta disponibilidade de Internet – Existem serviços especializados no mercado de Telecom que garantem links dedicados de internet de alta velocidade e redundância para alta disponibilidade para que nunca haja falta de conexão de dados, garantindo assim a permanência das atividades, bem como suporte técnico e segurança.

– Proteção de Energia – Tais prevenções também devem levar em consideração os blecautes ocasionais, ou apagões causados pelas quedas frequentes na rede elétrica, além dos picos de conexão com a rede, devido ao aumento do uso desses serviços essenciais nos últimos meses. Uma opção para minimizar problemas nessas situações são os equipamentos de proteção de energia, como é o caso dos nobreaks e estabilizadores de tensão. Muito mais do que apenas fornecer energia contínua após apagões, o nobreak também é responsável por manter a qualidade da rede elétrica. Nesse caso, o dispositivo funciona como um regulador de tensão, entregando uma energia ‘limpa’ que chega aos aparelhos eletrônicos, como desktops e notebooks, para servir como uma proteção extra contra oscilações que podem prejudicar a vida útil dos equipamentos.

“Engana-se quem pensa que esses equipamentos são indicados somente para empresas da área de tecnologia. Qualquer negócio que possua máquinas mais sensíveis à energia pode investir nesses dispositivos de proteção de energia, especialmente neste momento em que muitos consumidores estão concentrando e estruturando suas atividades profissionais e até comerciais em suas residências transformando-as em homeoffices”, conclui Al Shara.

Seguros de Riscos Cibernéticos ganham espaço com home office 415

Empresas de todo o mundo estão adaptando suas operações para uma nova realidade

A pandemia da Covid-19 obrigou empresas de todo o mundo a adaptar suas operações para uma nova realidade, baseada no trabalho remoto. Para explicar como esse fato vem impactando o segmento de Seguros de Riscos Cibernéticos, a ENS promoveu, na última quarta-feira, live com o head de Financial Lines pela AIG Brasil e líder da prática de D&O para América Latina, Flávio Sá.

No encontro, conduzido pela diretora de Ensino Técnico da Escola, Maria Helena Monteiro, Flávio Sá destacou que, recentemente, cresceu muito a importância do Seguro de Riscos Cibernéticos, já que a adoção do home office pode deixar as companhias mais vulneráveis a fraudes por meios digitais. “Grande parte das empresas está operando 100% remotamente, é uma realidade atual. Os riscos cibernéticos já vinham aumentando muito e, agora, essa situação só piora”, alertou.

O especialista, que também é professor da ENS, explicou que parte das empresas não estava totalmente preparada para conviver com esse cenário. “Muitas tiveram que se adaptar, estabelecer diretrizes. Quando estamos no escritório temos uma rede segura e profissionais de segurança da informação que oferecem todo o respaldo necessário, o que pode não acontecer no trabalho remoto”.

De acordo com o executivo, o fato de alguns profissionais trabalharem com computadores pessoais traz uma exposição automática e aumenta ainda mais os riscos de ataques e fraudes cibernéticas. “Quando os funcionários usam o mesmo aparelho celular para trabalhar e se comunicar com o mundo externo, seja nas redes sociais ou por mensagens, há uma exposição dos dados corporativos”.

Além disso, sempre que existe uma crise é normal os fraudadores buscarem maneiras para cometer crimes e aumentar ganhos. “Com isso, crescem os incidentes cibernéticos, o que faz com que a situação fique ainda mais complexa”.

O cenário é muito preocupante para as empresas, segundo o especialista. “Grande parte ainda está entendendo quais são esses riscos e, com isso, estamos acompanhando uma evolução relevante deste segmento. O seguro tem um componente de serviço que só vai aumentar e vamos continuar trabalhando para termos cada vez mais especialistas falando sobre o tema”.

Profissionais qualificados

Ainda segundo o docente, até pouco tempo atrás a gestão de risco tradicional não incluía esse tipo de situação cibernética. “O que estamos encontrando cada vez mais é uma junção das habilidades, pessoas buscando uma qualificação técnica também em segurança cibernética. Então, vemos o profissional de gerenciamento de risco buscando entender de gerenciamento de crise, e o profissional de cyber security buscando o outro lado”.

Apesar disso, não faltam bons profissionais do ramo no País. “Os brasileiros estão entre os mais criativos. Mas também são muito criativos na hora de cometer os crimes. Acaba sendo uma faca de dois gumes“.

Maria Helena Monteiro ressaltou que este é um mercado em crescimento e oferece excelentes oportunidades, mas destacou que, para ser competitivo, é preciso se capacitar. “Para atuar nesse ramo é preciso se habilitar como corretor de seguros pela ENS e obter o registro na Susep. Depois, o caminho é se especializar e se qualificar para esse segmento que só vai crescer, sabemos disso”, finalizou a diretora.

Sindseg MG/GO/MT/DF discute os impactos da pandemia no setor 421

Debate virtual foi promovido pela ACMinas

O Coronavírus mudou a dinâmica dos mais diversos setores da economia em todo o mundo. E para falar dos impactos da pandemia no segmento de seguros, o presidente do SindSeg MG/GO/MT/DF, Marco Antônio Neves, e o presidente da Comissão Especial de Assuntos Jurídicos e Fiscais e também vice-presidente do Conselho Empresarial de Seguros da Associação Comercial e Empresarial de Minas Gerais (ACMinas), Landulfo Ferreira Júnior, participaram de debate virtual promovido no dia 17 pela associação. “Neste momento de superação, o papel da ACMinas é ainda mais importante para contribuir para o desenvolvimento das empresas”, ressaltou o presidente da entidade, Aguinaldo Diniz.

Além dos representantes do sindicato, também estiveram presentes dirigentes de várias empresas, a exemplo do executivo da Pif Paf Alimentos, Guilherme Alvarenga. Marco Antônio destaca que o setor de seguros se adaptou com agilidade ao novo cenário imposto pelo Coronavírus. “Os profissionais continuaram atuando por home office, sem que isso acarretasse prejuízos aos atendimentos e às suas rotinas”. Ele também defendeu que a implantação de medidas como a proibição de reajustes nos valores dos prêmios de seguros, a ampliação do prazo de pagamento das faturas pelos segurados, o incentivo à telemedicina e a reedição da Resolução Normativa 451 – que regulamenta as operadoras de saúde – foram fundamentais para proteger o setor de seguros.

Segundo Landulfo, dentre as modalidades de seguros que mais podem ser afetadas pela pandemia estão as de Pessoas (vida); Empresarial, em função da paralisação de muitas organizações; Responsabilidade Civil e Riscos Cibernéticos. “Ainda é cedo pra flexibilizar ou alterar as apólices destes tipos de seguros, já que não há nada estruturado no momento. Por isso, o recomendado é manter as condições do contrato previamente firmado e ter cautela nas decisões que envolvem as relações jurídicas e contratuais para equilibrar o interesse de todas as partes”, recomendou.

Na ocasião, Landulfo ainda destacou o papel social do seguro para minimizar os riscos em qualquer situação, incluindo o enfrentamento de uma pandemia nunca antes vivenciada. “O princípio de mutualismo que sustenta a atividade seguradora, é, certamente, o maior exemplo de solidariedade, já que a partir de uma contribuição pequena e individual é possível contribuir para minimizar os efeitos danosos de um sinistro de um grupo de pessoas”, explicou.

Iniciativas da Sabemi são reconhecidas por colaboradores 452

Pesquisa do Great Place to Work aponta que 95% do público interno está satisfeito com as medidas adotadas pela seguradora

Em tempos de pandemia, ações efetivas aliadas a uma comunicação clara, transparente e responsável são fundamentais para amenizar incertezas e passar segurança aos colaboradores. Neste sentido, a Sabemi, em parceria com a Great Place to Work, consultoria que reconhece empresas com os melhores ambientes de trabalho ao redor do mundo, ouviu mais de 400 colaboradores com o intuito de medir a qualidade de suas ações diante deste cenário.

A efetividade das medidas adotadas pela empresa foi reconhecida na pesquisa, que apontou que 95% dos colaboradores estão satisfeitos com a postura da Sabemi.

A pesquisa foi dividida em duas dimensões: “Cuidados com as pessoas” e “Incentivo aos negócios”. A primeira dimensão aponta que 99% dos entrevistados entendem que a Sabemi adotou as medidas necessárias para proteger seus colaboradores e familiares e 98% acreditam que a companhia os colocou em primeiro lugar na abordagem em relação à pandemia. A dimensão “Incentivo aos negócios” traz o dado de que 94% do público se sente bem informado pelos gestores sobre os movimentos da empresa para superar esse cenário e 92% dos respondentes percebem que os colegas estão ativos na busca por soluções novas e melhores formas de fazer as coisas. Em todos os indicadores do estudo, a Sabemi está acima da média em comparação às demais empresas participantes.

“Este resultado tangibiliza a nossa crença de que o cuidado com as pessoas vem em primeiro lugar. Em nenhum momento, medimos esforços para preservar a segurança do nosso time – mesmo que a distância. Acompanhamos com prioridade os protocolos e orientações das autoridades da saúde e estamos a todo momento buscando os melhores recursos que contribuam, na medida do possível, com a normalidade das nossas operações”, afirma a gerente executiva de RH, Paula Bizzi.

Desde que a pandemia da Covid-19 chegou ao Brasil, a Sabemi realizou uma série de ações para garantir a segurança de seus mais de 500 colaboradores e a continuidade regular de todas as suas operações. Desde março, a empresa colocou em prática uma reorganização dos seus processos, com alocação de 100% da equipe em home office e o reforço do atendimento pelos canais digitais, como WhatsApp e aplicativo.

Generali apresenta sólida rentabilidade dos negócios 427

Resultados são do 1º trimestre de 2020

O resultado operacional total foi de 1.448 milhões de euros graças à contribuição dos segmentos P&C (“não-vida”) e de Gestão de Ativos, que também inclui recentes aquisições, bem como da Holding e outros negócios.

A lucratividade técnica P&C melhorou, com o índice combinado de 89,5% (-2,0 pps); a lucratividade dos novos negócio de Vida continuou alta em 4,04% (-0,35 pps) e a receita da Gestão de Ativos continuou aumentando.

Já o total dos prêmios emitidos brutos permaneceu em 19,2 milhões de euros (+0,3%), com o desenvolvimento positivo do segmento P&C (+4,0%). No segmento de Vida, entradas líquidas totalizaram 3,1 bilhões de euros (-25,2%) e as provisões técnicas continuaram em 363,4 bilhões de euros (-1,6%), devido ao desempenho atual do mercado financeiro.

A Generali também conquistou uma sólida posição de capital do Grupo com Índice de Solvência Preliminar em 196%.

O lucro líquido do Grupo foi de 113 milhões de euros (744 milhões de euros no primeiro trimestre de 2019) e foi afetado em 655 milhões em net impairments em investimentos, devido ao impacto da Covid-19 no mercado financeiro, além da contribuição de 100 milhões de euros(2) alocados para o Fundo Extraordinário Internacional do Grupo para a emergência da pandemia. Não houve contribuição de alienações em comparação com um ganho de 128 milhões de euros no primeiro trimestre de 2019.

O lucro líquido afetado por redução ao valor recuperável de investimentos (Impairments). Esses são mudanças nos prêmios, as entradas líquidas de Vida e PVNBP (valor presente de novos prêmios de negócios) que foram apresentadas em termos equivalentes (em taxas de câmbio e escopo de consolidação constantes). houve também alterações nos resultados operacionais, investimentos próprios e provisões técnicas de Vida, que excluíram ativos alienados durante o mesmo período de comparação.

O CFO do Grupo Generali, Cristiano Borean, comentou: “Em um dos momentos mais difíceis e incertos das últimas décadas, com a emergência da Covid-19 o consequente forte impacto financeiro e na macroeconomia, nosso modelo de negócios garantiu a continuidade das operações do Grupo e nos permitiu manter nosso papel de Parceiro Vitalício dos nossos clientes. Isso também é resultado da crescente digitalização de nossos processos e produtos, uma rede de distribuição multicanal que aproveita uma rede de agentes e diversidade internacional. Os primeiros três meses do ano mostraram um bom desempenho e confirmaram a sólida posição de capital do Grupo. O lucro líquido foi afetado pelos impedimentos devido ao desempenho do mercado financeiro atual, resultado da pandemia”, disse.