Como reduzir o consumo de combustível de um veículo 485

Como reduzir o consumo de combustível de um veículo

Veja as dicas da Petroplus para otimizar o rendimento de cada abastecimento de combustível

O preço médio dos combustíveis nos postos do país subiu mais uma vez na última semana de abril, de acordo com a Agência Nacional do Petróleo, do Gás Natural e dos Biocombustíveis (ANP). O valor do litro da gasolina avançou 0,59%, passando de R$ 4,40 para R$ 4,42, enquanto o litro do etanol subiu 2,13% no mesmo período, indo de R$ 2,90 para R$ 2,97. Quem sofre com estes acréscimos é, sem dúvida, o consumidor final que precisa abastecer o tanque para circular pelas cidades e estradas do país. E é aí que entra um grande desafio: como reduzir o consumo de combustível de um veículo para evitar gastos desnecessários a cada abastecimento?

Para a Petroplus, empresa com 25 anos de atuação no segmento de serviços e produtos automotivos, o primeiro passo é fazer um acompanhamento contínuo do veículo para identificar o mais rápido possível se houve ou não alguma alteração no consumo de combustível. Para isso, é essencial que o motorista ou proprietário do veículo, tenha uma base comparativa da relação entre litros e quilômetros rodados. Por exemplo, quando abastecidos com etanol veículos com motores 1.0 rodam, em média, entre 9 e 10 km por litro de combustível na cidade. Porém, a referência para cada modelo de veículo é única e, para conhecê-la, vale desde consultar o manual de proprietário até mecânicos de oficinas e concessionárias.

Identificado o consumo elevado de combustível, é importante também lembrar que ele não está relacionado à potência de cada veículo, ou seja, um modelo com motor 1.0 pode apresentar um gasto superior a um modelo 2.0. Com isso, o consumo elevado de combustível está atrelado à faixa de rotações por minuto (RPM) em que cada veículo é trabalhado e, dessa forma, circular em meio a trânsitos pesados em primeira marcha faz com que o veículo atue por mais tempo em uma faixa de RPM elevada e necessite mais gasolina ou etanol.

“O aumento de consumo costuma ocorrer por uma série de fatores, que podem ter origem tanto comportamentais como mecânicos. Ou seja, é necessário avaliar também se houve alguma mudança de hábito em que o veículo passa a circular por áreas com maior congestionamento ou se há alguma pendência de manutenção automotiva”, relata Danilo Norcia, gerente da Petroplus.

Quando o motorista passa a utilizar um automóvel em menores velocidades, seu motor naturalmente requer um volume maior de combustível para percorrer a mesma distância. E é natural que isso aconteça nas grandes capitais nacionais como São Paulo que, no ano passado, apresentou um índice médio de congestionamento na casa de 31,4%, segundo cálculo divulgado recentemente pela Fipe-USP (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas da USP). Neste caso, a única alternativa para reduzir o consumo de combustível é evitar transitar pelas cidades em horário de pico – o que nem sempre é possível.

Agora quando o motivo de aumento dos litros abastecidos periodicamente é inerente à parte mecânica do automóvel, a Petroplus sugere algumas medidas preventivas e corretivas que podem ser realizadas, com facilidade, pelo próprio consumidor. “Geralmente a alta do consumo de combustível ocorre quando alguma parte do motor apresenta sujeira ou resíduos. Nessa situação, o veículo necessita de mais força para entrar em movimento, o que por sua vez requer mais litros de combustível por quilometro rodado”, complementa Danilo.

Como uma maneira prática e acessível de prevenir o aumento do consumo de combustível por questões mecânicas, a Petroplus recomenda o uso constante de produtos automotivos como o  STP FLEX TREATMENT (ST-2085BR) em veículos Flex e o STP GAS TREATMENT (ST-2050BR) em veículos movidos à gasolina, visto que ambos efetuam uma ação de limpeza e manutenção em todo o sistema do motor, quando aplicados regularmente a cada abastecimento.

E, para os casos em que o veículo já apresenta uma alta no consumo de combustível, a dica da empresa é fazer uso de produtos que oferecem um serviço de limpeza completa como o STP ULTRA 5 em 1 (ST-2020BR), que deve ser aplicado somente em veículos flex, também via tanque, a cada 10 mil quilômetros rodados. “Porém, se a sujeira já estiver impregnada no motor e o consumo estiver muito acima do padrão do veículo, recomenda-se pedir uma avaliação detalhada numa oficina mecânica ou concessionária, evitando assim maiores desgastes no motor e também gastos desnecessários com reparos”, conclui o especialista.

ANS promove reunião extraordinária  1525

Evento foi realizado em formato virtual

A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) se reuniu extraordinariamente, de maneira eletrônica, nesta quarta-feira (27) para deliberação de três temas colocados em pauta. Participaram o diretor-presidente substituto e diretor de Normas e Habilitação dos Produtos, Rogério Scarabel, e os diretores Rodrigo Aguiar, de Desenvolvimento Setorial, Paulo Rebello, de Normas e Habilitação das Operadoras, Bruno Rodrigues, de Gestão substituto, e Maurício Nunes, de Fiscalização substituto.

No primeiro item da pauta, os diretores deliberaram sobre análise que constituirá manifestação formal da reguladora à consulta formulada pelo Ministério da Saúde acerca de eventual incorporação de leitos privados à saúde pública. Os diretores da DIFIS, DIPRO e DIOPE votaram a favor da nota técnica proposta pela DIGES, que considera que eventual cessão de leitos deve ser dar em bases negociadas com a rede e no âmbito local, levando em consideração a situação de disponibilidade de leitos públicos e privados.

De acordo com a análise, a requisição de forma não negociada poderia provocar uma desarticulação da rede de assistência à saúde capaz de provocar efeitos prejudiciais ao setor. A operação de planos de saúde é atividade muito sensível a oscilações externas, porque funciona com grande nível de interdependência entre os agentes da cadeia de produção, em que qualquer desequilíbrio na relação de demanda e oferta dos serviços de saúde pode comprometer todo o equilíbrio do setor.

Assim, para reduzir esse risco sistêmico e promover uma efetiva melhora na disponibilidade de leitos para atendimento de toda a sociedade à pandemia, uma eventual requisição administrativa de leitos deveria ocorrer em bases negociadas e de forma descentralizada, observando a composição de momento da utilização de leitos no âmbito público e privado em cada localidade, bem como a situação de cada unidade hospitalar privada, com definição de valores de diárias e prazos de pagamento previamente acordados entre as partes (hospital e ente federativo).

O segundo item da pauta discutiu a proposta de atualização da Resolução Normativa que dispõe sobre o Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde. Foi aprovada, pelos cinco diretores, a proposta de inclusão de seis exames que auxiliam no diagnóstico para infecção do novo Coronavírus na lista de cobertura dos planos de saúde.

O último item da pauta discutiu solicitação feita pela operadora Sul-América para disponibilização de rede hospitalar temporária em razão da pandemia de Covid-10. O tema também foi aprovado por unanimidade.

Confira aqui os documentos deliberados na 11ª Reunião Extraordinária da DICOL.

Pandemia educou o mercado sobre sustentabilidade 1571

A percepção de que a pandemia vai fazer da agenda sustentável “o novo normal” é reforçada por Thomaz Fortes, gestor de fundos da Warren. Para ele, o coronavírus mostrou a importância de estimar impactos ambientais.

Tendência intocada

Até o ano passado, crescia no Brasil uma tendência de direcionar partes maiores das carteiras dos clientes para investimentos que, além do financeiro, prevejam retorno em áreas como educação, meio ambiente e saúde.

O movimento seguia uma onda mais ampla e antiga no exterior, em especial na Europa, onde há dez anos é crescente a relevância dos critérios ESG nas decisões sobre onde investir. Eram US$ 31 trilhões aplicados em sustentabilidade no mundo em 2019, 34% mais que em 2017, uma alta puxada por fundos de pensão japoneses preocupados com as mudanças climáticas, segundo a entidade Global Sustainable Investment Alliance.

Esse fortalecimento da agenda sustentável se manteve no início de 2020. Em janeiro, a BlackRock, a maior gestora do mundo, com US$ 7 trilhões em ativos, informou que as alterações climáticas haviam se tornado o centro da estratégia de investimentos da casa. No mesmo mês, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, subiu o tom no alerta ao governo brasileiro sobre o tema.
Em fevereiro, um estudo da consultoria KPMG, quantificou esse ritmo acelerado. Após entrevistar 135 gestores de grandes fundos em 13 países, que juntos, totalizaram US$ 6,25 trilhões em ativos, a pesquisa previu que já chega a 45% a proporção de investidores institucionais que dizem escolher onde aplicar levando em conta fatores ambientais, sociais e de governança.
O estudo conclui ainda que foram os investidores privados que puxaram a maior parte desse aumento – também porque acreditam mais que o segmento dê retorno financeiro –, mas que governos em todo o mundo também instituíram mais de 500 medidas, nos últimos dois anos, para estimular o ESG.

Por outro lado, o levantamento ressalvava que a falta de dados confiáveis sobre o segmento, a ausência de métricas para quantificar os benefícios não financeiros e uma dificuldade em prever os rendimentos nesse segmento eram obstáculos para um crescimento ainda maior.

E, para 74% dos gestores ouvidos, a principal estratégia para ampliar o ESG ainda era engajar os acionistas das empresas investidas. “Porém”, pontuou o estudo da KPMG, “à exceção de casos pontuais entre clientes de altíssima renda, os investidores finais ainda não têm uma ideia clara do valor que está sendo gerado por suas escolhas em priorizar o sustentável, pois falta detalhamento”.

“Alguns números chamaram nossa atenção”, diz Lino Júnior, sócio-líder de gerenciamento de ativos da KPMG no Brasil. “Por exemplo, 84% dos gestores declaram que a mera maximização de retorno já não é o principal objetivo, e 86% dizem que aceitam retorno mais baixo caso o investimento seja em uma companhia que privilegie a sustentabilidade”.

Em desaceleração, nascimento de empresas cresce 5,8% 1577

Dados são do mês de fevereiro

A abertura de novas empresas desacelerou no último mês de fevereiro. Dados do Indicador de Nascimento de Empresas da Serasa Experian mostram que foram registrados 270.221 novos empreendimentos em todo o país em fevereiro deste ano, o que representa uma alta de 5,8% na comparação com o mesmo período do ano passado. Trata-se do crescimento mais baixo desde junho de 2018, quando a alta fora de 5,3%.

Já na comparação com janeiro desde ano, sem ajuste sazonal, o índice apresentou baixa de 15,7%, movimento de retração que se repete em todas as naturezas jurídicas dentro da avaliação mês-a-mês.

Na comparação com o ano passado, todos os segmentos apresentaram altas menos expressivas na abertura de novas empresas. O ramo de serviços é o que mais cresceu em fevereiro, com alta de 8,0%. Em seguida está a indústria, com variação positiva de 1,9%. Já o comércio amargou queda de 2,6% na abertura de novas empresas, a mais acentuada desde junho de 2018, quando chegou a marcar -4,2%.

O economista da Serasa Experian, Luiz Rabi, avalia que a desaceleração observada neste mês é consequência do efeito-calendário causado pelo Carnaval, pois o feriado resulta em uma menor quantidade de dias úteis.

Rabi ainda avalia que o surgimento de novas negócios está ligado a busca dos brasileiros por novas fontes de renda e por mais segurança financeira. “Os novos microempreendedores individuais seguem ganhando volume no Brasil e a previsão é que esse movimento continue nos próximos meses. Embora o cenário de distanciamento social e paralisação de alguns setores possa se estender, estes fenômenos devem ser um dos influenciadores da alta no setor de serviços, uma vez que as empresas de entrega por exemplo, estão sendo alvo da demanda populacional”, analisa o economista.

MEIs representam a maior parte das novas empresas

A maior parte das companhias abertas em fevereiro de 2020 é representada por Microempreendedores Individuais, que são 78,6%, um total de 212.292 empreendimentos. Ante o mesmo período de 2019 houve variação de 1,4%. Ainda na comparação anual, as Sociedades Limitadas lideram a alta com 42,9%, totalizando 24.121. Quando fazemos a mesma relação com as Empresas Individuais, observa-se baixa de 19,9%, que significam 12.301 novos negócios.

Amazonas ganha destaque no primeiro bimestre do ano

No primeiro bimestre de 2020 em relação ao mesmo período de 2019 o destaque no número de novas companhias fica para a região Norte, com variação de 22,8%. Na sequência está a região Sul (22,3%), Centro-Oeste (17,7%), Sudeste (11,0%) e Nordeste (10,1%). Em análise estadual dentro do mesmo intervalo de tempo, o Amazonas continua liderando com 41,0%. Apenas 15 Estados estão acima da média nacional de 13,9%. Confira:

Lives no Instagram e curso on-line orientam empresários em dificuldades

Para ajudar os pequenos empresários neste momento desafiador para a economia, a Serasa Experian lançou uma série de iniciativas que podem ser conferidas no site. Entre as ações estão lives semanais no Instagram da Serasa Experian (@serasa_experian), que acontecem todas as quintas-feiras, as 18h, com a presença de especialistas da companhia e convidados especiais dando dicas e orientações para os donos de negócios. Entre as principais temáticas, estão capacitação remota de colaboradores, gestão de pessoas à distância, segurança nas vendas e criatividade para vender.

A Serasa Experian também lançou um curso gratuito e on-line que auxilia consumidores a organizar suas finanças pessoais, algo cada vez mais necessário nesses tempos de instabilidade. O conteúdo ensina a elaborar o orçamento doméstico – com dicas de como priorizar pagamentos, dividir ganhos e despesas –, fazer o planejamento e construir uma reserva de emergência e concretizar ambições de curto, médio e longo prazos.

Susep: Mais de 30 mil corretores estão registrados 1603

Registro pode ser feito por meio do sistema web, via app android ou iOS

Ao todo, mais de 30.467 corretores já concluíram seu registro no novo sistema da Susep, online e gratuito. A ferramenta foi desenvolvida para automatizar e simplificar esse procedimento para os profissionais do setor que, com o fim da validade da Medida Provisória (MP) 905/2019, voltam a necessitar de registro prévio na autarquia para o exercício da atividade. O registro pode ser feito por meio do sistema web, via app android ou app iOS.

As evoluções promovidas nesta etapa são parte de um conjunto de ações para modernização do mercado que vêm sendo implementadas pela autarquia. Dúvidas sobre o novo sistema podem ser esclarecidas dentro da própria plataforma ou utilizando o e-mail corretores@susep.gov.br.

Susep publica Circular sobre guarda de documentos 1595

Segundo a autarquia, a medida possibilitará uma redução de custos nos processos de armazenagem

A Susep publicou a Circular 605/2020, que estipula o prazo para guarda de documentos, além de dispor sobre o armazenamento de documentos das operações de seguro. Segundo a autarquia, a medida possibilitará uma redução de custos nos processos de armazenagem e manutenção de documentos gerados nas operações realizadas pelas entidades sob sua supervisão. Apesar de ter sido publicado hoje (29/05), o documento entrará em vigor somente no dia 1º de julho.

De acordo com a Circular, o prazo de guarda desses documentos, que é de até 20 anos, conforme a regulamentação vigente, será reduzido para cinco anos para todos os setores supervisionados pela Susep.

“Para os estipulantes e intermediários, entre eles os corretores de seguro, é exigida a guarda apenas dos documentos determinados expressamente pela legislação ou pela regulamentação. Ainda, com o objetivo de evitar duplicidade desnecessária, os intermediários e estipulantes ficam dispensados da guarda daqueles documentos já armazenados pelas demais entidades supervisionadas”, diz o documento.

A digitalização de documentos, conforme os requisitos técnicos definidos em legislação, também consta na Circular. “Com a edição desse normativo, os documentos originais físicos mantidos pelas entidades poderão ser digitalizados e, na sequência, descartados, reduzindo-se o custo de armazenamento”.

Confira a Circular nº 605/2020.